sexta-feira, 7 de maio de 2010

Cultura

Editais 2010 da SID/MinC
205 iniciativas culturais serão beneficiadas com investimentos de R$ 2,8 milhões
Três segmentos beneficiados pelas políticas públicas do Ministério da Cultura, por meio da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural, poderão participar dos primeiros editais de premiação lançados pela SID/MinC em 2010. Os prêmios, que têm como objetivo dar continuidade às ações do Ministério da Cultura, por meio da SID/MinC, para a promoção e proteção da diversidade cultural do país, somam um total de R$ 2,8 milhões em investimentos, beneficiando 205 iniciativas destes segmentos. As inscrições, para os concursos poderão ser feitas pelos Correios, por áudio, vídeo e pela internet. As inscrições online já estão disponíveis, confira no endereço eletrônico: www.cultura.gov.br/diversidade.

Cultura Hip Hop
Dos concursos, voltados para os segmentos dos idosos, ciganos e Hip Hop, o Prêmio Cultura Hip Hop 2010 está sendo lançado pela primeira vez pela SID/MinC. O Edital Hip Hop premiará 135 iniciativas do movimento Hip Hop, com o valor de R$ 13 mil, cada, divididas em cinco categorias (Reconhecimento, Escola de Rua, Correria, Conhecimento - Quinto Elemento e Conexões), e homenageará o rapper, compositor e líder do movimento, Preto Ghóez. O Prêmio terá recursos de R$ 1,7 milhão e será realizado em parceria com a Secretaria da Cidadania Cultural (SCC/MinC), o Instituto Empreender e a Ação Educativa. As inscrições estarão abertas até 12 de julho de 2010. Acesse o sítio do Prêmio Cultura Hip Hop no endereço www.premiohiphop.org.br

Confira o Edital.

Acesse a Cartilha.

Inscrições on line clique aqui

Culturas Ciganas
O Prêmio Culturas Ciganas 2010 está em sua segunda edição e premiará 30 iniciativas que envolvam trabalhos, individuais ou coletivos, que fortaleçam as expressões culturais ciganas e contribuam para a continuidade e manutenção das identidades dos diferentes clãs e povos presentes no Brasil que somam mais de meio milhão de pessoas. O primeiro Edital de premiação para os ciganos do Brasil foi realizado em 2007, contemplando 20 iniciativas culturais do segmento. A nova edição do Prêmio Culturas Ciganas distribuirá R$ 300 mil em prêmios, sendo R$ 10 mil para cada iniciativa premiada.

O Edital Culturas Ciganas 2010 será realizado em parceria com o Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP); com a Presidência da República, por meio da Subsecretaria de Políticas para Comunidades Tradicionais da Secretaria Especial de Promoção de Políticas para a Igualdade Racial (SEPPIR) e da Subsecretaria de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos da Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH); e com a Pastoral dos Nômades do Brasil. As inscrições podem ser feitas até 12 de julho de 2010. Mais informações poderão ser obtidas na página da SID/MinC www.cultura.gov.br/diversidade ou pelo endereço eletrônico premioculturacigana2010@cultura.gov.br.

Confira o Edital.

Acesse a Cartilha.

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Cultura do Idoso
O Prêmio Inclusão Cultural da Pessoa Idosa 2010 também está em sua segunda edição e renderá homenagem a cantora e compositora Inezita Barroso. O concurso premiará iniciativas culturais que beneficiem, diretamente, pessoas idosas. O primeiro Prêmio da SID/MinC voltado para este segmento foi realizado em 2007, premiando 20 iniciativas culturais.

O Edital disponibilizará R$ 800 mil em investimentos para a premiação de 40 iniciativas que serão contempladas com o valor de R$ 20 mil, cada uma. O Prêmio Inclusão Cultural da Pessoa Idosa 2010 - Edição Inezita Barroso será voltado para projetos desenvolvidos nas categorias de Teatro, Dança, Música, Literatura, Artes Visuais e outras formas de expressão artística. O Edital será realizado pela SID/MinC e pelo Instituto Empreender, com recursos da Petrobras por meio da Lei de Incentivo à Cultura. As inscrições se encerram no dia 31 de maio. Acesse a página eletrônica www.cultura.gov.br/diversidade para mais informações.

Confira o Edital.

Acesse a Cartilha.

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(Comunicação/SID)



Comunicação SID/MinC
Telefone: (61) 2024-2379

E-mail: identidadecultural@cultura.gov.br

Acesse: www.cultura.gov.br/sid

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Nosso Twitter: twitter.com/diversidademinc

Conselho e Farmácias

Foto: Antonio Grzybovski

Sossella coordena trabalho que promove solução para impasse entre Conselho e farmácias



A Comissão de Saúde e Meio Ambiente promoveu audiência pública de conciliação sobre a demora na liberação das certidões de regularidade para farmácias do Rio Grande do Sul. Presidido pelo deputado Gilmar Sossella , o debate reuniu representantes do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos, Conselho Regional de Farmácias, Centro Estadual de Vigilância em Saúde e Sindicato dos Farmacêuticos do Estado.



O deputado Gilmar Sossella considera positivo o resultado do debate proposto pelo Sinprofar. Entre os encaminhamentos está a formação de um grupo de trabalho que continuará promovendo o diálogo no sentido de solucionar um impasse criado a partir do atraso na liberação da certidão de regularidade de funcionamento das farmácias e drogarias.



Conforme denúncia do Sinprofar, proprietários de farmácias têm enfrentado problemas com o excesso de rigor imposto pelo Conselho Regional de Farmácia, além do descumprimento de sentença judicial que taxou em R$83,03 o valor da guia de arrecadação para posterior emissão da certidão de regularidade, além da cobrança de outras taxas consideradas indevidas pelo Sinprofar. Nery de Oliveira, presidente em exercício do sindicato destaca que isso implica na impossibilidade de obtenção de produtos, principalmente da linha do programa de Farmácia Popular.



O grupo de trabalho promoveu a primeira reunião após a audiência pública. Coordenada pelo deputado Gilmar Sossella , a reunião serviu para ampliar a busca de pelo entendimento. A primeira providência será oficiar o Departamento de Assistência Farmacêutica (DAF), do Ministério da Saúde, reivindicando a prorrogação dos prazos para renovação das farmácias populares. O GT também irá tratar do descumprimento, por parte do Conselho Regional de Farmácia, de decisão judicial quanto à redução das taxas anuais cobradas dos profissionais.



Não houve entendimento quanto a redução das inspeções realizadas pelo Conselho junto aos estabelecimentos farmacêuticos. Uma nova reunião já está marcada para a próxima segunda-feira (17), às 9 horas, na sala da Comissão de Saúde e Meio Ambiente.

Museu Afrobrasil

Claudia Alexandre
Assessoria de Imprensa
comunicacao@museuafrobrasil.com.br


Museu Afro Brasil – Organização Social de Cultura
Av. Pedro Álvares Cabral, s/n
Parque Ibirapuera - Portão 10
São Paulo / SP - Brasil - 04094 050
Fone: 55 11 5579 0593
www.museuafrobrasil.com.br
Museu Afro Brasil abre no Dia da Abolição da Escravatura a exposição “Tempos de Escravidão, Tempos de Abolição: Iconografias e Textos”



Dia 13, quinta-feira, a programação especial inclui lançamentos dos livros "De Valentim a Valentim - a Escultura Brasileira - Séculos XVIII e XX" e "As Artes de Carybé - Las Artes de Carybé" e show com os baianos Virginia Rodrigues e Tiganá Santana



Abertura da exposição: Dia 13 de maio de 2010, às 19 horas

Duração: de 13/05 a 13/06/2010

Classificação: Livre

Endereço: Av. Pedro Alvares Cabral, s/n. - Parque Ibirapuera - Portão 10

Funcionamento: terça a domingo, das 9 às 17 horas (permanência até 18h)

Estacionamento: Portão 3 - Zona Azul

Informações: (11) 5579-0593
Agendamento de grupos e visitas monitoradas: (11) 5579-0593 ou agendamento@museuafrobrasil.com.br





A exposição, Tempos de Escravidão, Tempos de Abolição: Iconografias e Textos apresentará dois diferentes tempos, mostrando documentos históricos, fotografias de época, aquarelas, pinturas, publicações e esculturas de ícones negros abolicionistas. A curadoria é do artista plástico, Emanoel Araujo, Diretor Curador do Museu Afro Brasil. A data escolhida para a abertura da mostra é 13 de maio, dia de reflexão pelos 122 anos da Abolição da Escravatura. De 13 a 15 de maio uma programação especial será oferecida aos visitantes (vide quadro abaixo).



A exposição - Primeiro, um tempo não definido, da chegada dos escravos no Brasil e em outros países das Américas. Para mostrar as atrocidades desta instituição infame, através de narrativas sobre navios negreiros, que cortaram o Atlântico com a grande carga humana de mais de 6 milhões de africanos; sem contar aqueles que tiveram o mar como sepultura. São narrativas escritas, desenhadas e pintadas por viajantes, poetas e escritores, que traduziram o sofrimento em célebres poesias como “O Navio Negreiro” de Castro Alves, que também inspirou Cassiano Ricardo e o poeta americano Langston Hughes e, também “A Escravidão” de Joaquim Nabuco. Destaque para o Movimento Abolicionista de 1882 no Estado do Ceará, onde ocorreu a abolição seis anos antes de ser adotada em todo o Brasil. São Tempos da Escravidão. Depois, os Tempos da Abolição destacando grandes personagens da vida pública brasileira, envolvidos com o término da mais terrível exploração humana nas terras das Américas. O poeta Luis Gama; o escritor, romancista e jornalista José do Patrocínio; o engenheiro André Rebouças; Antonio Bento, do Grupo Abolicionista “Os Caifazes” ; o poeta Castro Alves; o médico baiano, Luiz Anselmo da Fonseca, autor do livro “A Escravidão, o Clero e o Abolicionismo” (1887). Destaque para as mulheres nordestinas da Sociedade Abolicionista Feminina: Olegária Carneiro da Cunha, Maria Augusta Generoso Estrela e Carolina Ferraz. Até dia 13 de junho.



De 13 a 15 de maio tem exposição inédita, lançamentos de livros, música e debate


Dia 13 de maio de 2010 (quinta-feira):



19h00 - Abertura da Exposição “Tempos de Escravidão, Tempos de Abolição – Iconografias e Textos”.



- Lançamentos de Publicações:
Livro “De Valentim a Valentim, a escultura brasileira – Século XVIII ao XX” - (Co-edição Museu Afro Brasil e Imprensa Oficial do Estado de São Paulo) –

As páginas retratam a megaexposição realizada no Museu Afro Brasil, em março de 2009, que teve curadoria de Emanoel Araujo e Mayra Landanna, recontando a história da escultura brasileira paralelamente a de escultores europeus, muitos dos quais se fixaram no Brasil, como os italianos, em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. O contexto da Academia Imperial de Belas Artes, a Escola Nacional de Belas Artes, as escolas voltadas para o ensino das artes e ofícios, os ateliers de artistas, a escultura destinada a embelezar praças e jardins, assim como os monumentos das efemérides e a grande produção de monumentos tumulares. O livro apresenta em 448 páginas, mais de 350 obras; Mestre Valentim, Chaves Pinheiro, Rodolfo Bernardelli, Nicolina Vaz de Assis, Celso Antonio, Ernesto de Fiori, Victor Brecheret, Galileo Emendabili, Francisco Brennand, Frans Krajcberg e Rubem Valentim são alguns deles. São imagens de produções pertencentes aos acervos do Museu Nacional de Belas Artes, do Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro, do Museu Mariano Procópio de Minas Gerais e de colecionadores particulares de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. ''Em um extremo, temos Mestre Valentim, escultor e entalhador do rococó, responsável por obras em muitas das igrejas do Rio de Janeiro, como as da Venerável Ordem Terceira de São Francisco de Paula, e de outros templos religiosos que já não existem mais. Mestre Valentim foi também pioneiro na criação da escultura profana e arquiteto na construção do passeio público e de chafarizes no tempo do vice-rei Luiz de Vasconcelos. No outro extremo, o escultor baiano Rubem Valentim com seu trabalho geométrico inspirado nos símbolos da religião afro-brasileira'', explica Emanoel Araujo. ''Dois extremos formados por dois mestiços pioneiros que criaram obras inéditas, cada qual à sua época'', complementa. Tendo estes dois marcos como limites, o livro contempla o grande caminho da história da escultura brasileira.



Livro “As Artes de Carybé – Las Artes de Carybé” - (Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, Museu Afro Brasil e Instituto Carybé) – 296 páginas.

O livro se rende as maravilhosas obras do argentino, radicado no Brasil, Hector Julio Paride Bernabó, o inquieto e irreverente criador, Carybé. São fotos de pinturas, desenhos, esculturas, ilustrações e esboços que marcaram a arte brasileira do século XX e a trajetória deste artista que viveu parte de sua vida na cidade de São Salvador, Bahia. A arquitetura, o negro, as yalorixás, os orixás. A ele são creditadas as principais representações simbólicas e míticas do universo africano da Bahia, resultado de sua vivência e dedicação à terra que adotou. Dos expressivos murais construídos na técnica de concreto, com formas perdidas de isopor e madeira, como na fachada da Assembléia Legislativa de Salvador; no Mural da Sala de Atos do Memorial da América Latina, em São Paulo; e nas pinturas do “Navio Negreiro”, no hall do edifício Castro Alves; além do grande Mural dos Orixás, hoje exposto no Museu Afro-Brasileiro da Bahia. O livro registra a arte dos “muitos Carybés”, como afirma o Diretor-Curador do Museu Afro Brasil, Emanoel Araujo, Organizador da obra. “Carybé não era chegado a qualquer coisa estanque. Ele foi um incorrigível defensor da figuração, um inquieto colunista; sua obra se alterna entre a pintura, o desenho e a escultura; de um quadro de cavalete a um mural de proporção monumental”, descreve Emanoel .



Revista “AFRO B” - Lançamento da Revista do Museu Afro Brasil – Pontão de Cultura



20h00 - Show de Tiganá Santana e Virgínia Rodrigues
Os baianos dividem o palco num show que reverencia os ritmos brasileiros e africanos. O cantor Tiganá é um dos raros brasileiros que compõem em dialetos quicongo, quibondo e iorubá. Ele explora o universo ancestral banto e dialoga com clássicos da MPB. Sua conterrânea, Virginia Rodrigues, tem nele um de seus compositores favoritos. Relevada em 1997 por Caetano Veloso, durante um ensaio do Bando de Teatro Olodum, a mezzo-soprano e ex-manicure iniciou carreira cantando em coros de igrejas. No repertório ela inclui canções de Djavan, Gilberto Gil, Caetano Veloso e de blocos afros de Salvador, como Ilê Ayê e Alaketu.





Dia 15 de maio de 2010 (sábado):



Das 11h00 as 14h00 - Comemoração dos cinco anos da Biblioteca “Carolina Maria de Jesus” do Museu Afro Brasil - No mês em que a Biblioteca “Carolina Maria de Jesus” comemora os cinco anos de sua criação e instalação no Museu Afro Brasil, nada mais justo que a comemoração gire em torno do nome de Carolina Maria de Jesus, a catadora de papel, que viveu na favela do Canindé, na cidade de São Paulo, e que se transformou em escritora, a partir da publicação, em 1960, do livro “Quarto de despejo: diário de uma favelada”. Para marcar a data acontece o “Viva, Carolina Viva!”, um debate que discutirá a participação da mulher negra no mercado literário brasileiro.



11h00 as 11h15 – Abertura – Romilda Silva, bibliotecária do Museu Afro Brasil;

11h15 as 11h30 – Introdução com a Mediadora – Profª Drª. Lígia Ferreira;

11h30 as 12h00 – Painel – Produção literária de escritoras afrodescendentes – Oswaldo de Camargo, escritor, pesquisador, jornalista e músico;

12h00 as 12h30 – Depoimentos – Vera Eunice, filha da escritora homenageada e de Audálio Dantas, jornalista;

12h30 as 13h00 – Painel – Produção de Carolina Maria de Jesus – Jackeline Romio

13h00 as 13h30 – Participação do público e considerações da mediadora; sorteio de livros “O diário de Bitita” de Carolina Maria de Jesus

13h30 as 14h00 – Café de encerramento e visita ao Núcleo de História e Memória do Museu Afro Brasil



Sobre o Museu Afro Brasil

O Museu Afro Brasil - Organização Social de Cultura, vinculado à Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo, é um espaço de preservação e celebração da cultura, memória e da história do Brasil na perspectiva negro africana, assim como na difusão das artes clássicas e contemporâneas, populares e eruditas, nacionais e internacionais.

Localizado no Parque Ibirapuera, São Paulo, foi inaugurado em 23 de outubro de 2004 e possui um acervo de mais de cinco mil obras. Parte das obras, cerca de duas mil, foram doadas pelo artista plástico e curador Emanoel Araujo, idealizador e atual Diretor-Curador do Museu. A biblioteca, cujo nome homenageia a escritora "Carolina Maria de Jesus", possui cerca de 6.800 publicações com especial destaque para a coleção de obras raras sobre o tema do Tráfico Atlântico e Abolição da Escravatura no Brasil, América Latina, Caribe e Estados Unidos. A presença negra africana nas artes, na vida cotidiana, na religiosidade e nas instituições sociais são temas presentes.

O Museu Afro Brasil mantém um sistema de visitação gratuita para todas as exposições e atividades que oferece; um Núcleo de Educação com profissionais que recebem grupos pré-agendados de instituições diversas, além de escolas públicas e particulares. Através do Núcleo de Educação também mantém o Programa "Singular Plural: Educação Inclusiva e Acessibilidade ", atendendo exclusivamente pessoas com necessidades especiais e deficiências, promovendo a interação deste público com as atividades oferecidas.



Informações à Imprensa e Credenciamento para o dia 13/05:

Claudia Alexandre - Cel: (11) 9172-4662 / 7881-2688 (ID 86*201-11)

Central de Comunicação

Camila Alexandre

Fone: (11) 5579-0593 / 3782-93

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Tunel do Tempo - Inter Vence o Grenal



02/05/2010

Inter vence Gre-Nal por 1 a 0 no Olímpico


Por Felipe Silveira
Da redação

O Inter venceu o Grêmio por 1 a 0 na tarde deste domingo, no Olímpico, no segundo jogo da decisão do Gauchão. Giuliano marcou o gol da vitória, e apesar do resultado não ter sido suficiente para a conquista do tricampeonato estadual (foi derrotado por 2 a 0 no jogo de ida), o time colorado saiu com a cabeça erguida de campo.


Clique para ampliar esta imagem


Inter venceu o Grêmio por 1 a 0, mas resultado não foi suficiente para o título (fotos/Alexandre Lops)



Nos últimos dez clássicos, o Inter venceu sete, empatou um e foi derrotado em apenas dois. Neste Gauchão foram duas vitórias e um derrota. A supremacia colorada, que já dura 65 anos, é esmagadora na história do Gre-Nal, clique aqui e veja os números. Agora tudo é Libertadores da América. Na quinta-feira, o Inter decide a classificação às quartas de final contra o Banfield.

O time colorado começou a partida com uma escalação diferente da utilizada no primeiro duelo da decisão, no Beira-Rio. Alecsandro, D'Alessandro e Sorondo foram vetados em função do desgaste físico. O capitão Guiñazu, expulso no jogo de ida, também ficou de fora do confronto. Nei começou o jogo no banco e Bruno Silva ganhou uma chance na ala direita. Ronaldo foi a novidade na zaga ao lado de Bolívar e Fabiano Eller.

Os primeiros minutos do Gre-Nal 381 foram repletos de lances ríspidos. Cada bola era disputada com muita raça. O Inter se impôs e buscou o gol desde o primeiro minuto. Aos 9min, Giuliano cobrou falta, Victor espalmou para fora da área e o próprio Giuliano pegou o rebote. O meia esperou a bola quicar e desferiu um belo chute que encontrou o cantinho esquerdo de Victor. Inter calava o Olímpico. Foi o 11º gol de Giuliano.


Giuliano marcou um lindo gol contra o Grêmio no Olímpico

Aos 13min, Edilson cobrou uma falta e Pato espalmou para escanteio. Logo depois, Rodrigo ajeitou para Borges, que chutou de dentro da área para outra grande defesa de Pato. A partida era eletrizante. Aos 14min, Kleber fez grande passe para Taison no lado direito da área. O atacante chutou sem ângulo, em cima de Victor, que espalmou para escanteio.

O Inter trocava bons passes nas proximidades da área adversária. O time tinha calma na execução das jogadas, procurando a melhor brecha. Aos 21min, Taison tocou para Giuliano, que chutou da entrada da área, sobre o gol gremista. Um minuto depois, Borges se atrapalhou no meio da zaga colorada e chutou fraquinho para defesa tranquila de Pato.

A partida ficou concentrada no meio-campo, com poucas chances de gol. Aos 33min, Borges cabeceou da pequena área, sem ângulo, e Pato fez grande defesa. Na sequência, Bolívar afastou com um chutão. Aos 37min, Taison cruzou fechado da direita e a bola quase encobriu o goleiro Victor. No lance seguinte, Borges ganhou de Eller e chutou fraco, nas mãos de Pato. Aos 43min, após a cobrança de escanteio, Rodrigo chutou de primeira e Pato defendeu no meio do gol. O goleiro teve atuação destacada no Gre-Nal, sempre atento quando foi exigido.

O Inter voltou igual para a etapa final. O Grêmio fez uma alteração, colocando Hugo no lugar de Leandro. O time da casa veio para cima no começo do segundo tempo. O Inter se fechou bem atrás e suportou a pressão. Aos 6min, em um veloz contra-ataque, Borges invadiu a área e chutou na rede, pelo lado de fora.

O jogo estava nervoso. Ninguém conseguia ficar com a bola por muito tempo. A marcação era muito intensa de ambos os lados. O Inter tentava encaixar o contra-ataque sem sucesso. Aos 12min, Glaydson chutou prensado para escanteio. Aos 14min, Giuliano cobrou escanteio, Walter chutou e Bolívar quase conseguiu o desvio para o gol.

Aos 15min, Nei entrou no lugar de Bruno Silva. Aos 16min, Douglas cobrou escanteio e Hugo desviou perigosamente para fora. A bola quicou no chão e passou muito próxima ao travessão. Aos 17min, Thiago Humberto entrou no lugar de Walter. O Grêmio chegou com força aos 21min, mas Abbondanzieri fez outra grande defesa. Após cobrança de escanteio, a bola foi mal rebatida pela zaga e Ozéia chutou em cima do goleiro. Pato mostrou muito reflexo e agarrou a bola com segurança.

O técnico Jorge Fossari fez a última alteração aos 32min, quando colocou Kléber Pereira no lugar do zagueiro Ronaldo. O Inter partiu para o tudo ou nada. Porém, esbarrou no ferrolho armado pelo Grêmio em frente à área. Estava difícil de chegar ao segundo gol. Kleber forçava os cruzamentos da esquerda, mas Victor levava vantagem pelo alto.

Com o passar do tempo, o nervosismo aumentava. O Inter tentava o abafa final, mas o Grêmio não dava espaços. Já no final do jogo, aos 45min, Taison se estranhou com Jonas e foi expulso. Pouco depois, o árbitro Leandro Vuaden encerrou o clássico. Agora tudo é Libertadores para o Inter.

"O Grêmio recebe uma taça carimbada, mas está de parabéns. Vencemos no Olímpico, mas o nosso foco está na Libertadores. Vamos lotar o Beira-Rio na quinta-feira e buscar a classificação contra o Banfield", projetou o presidente Vitorio Piffero.

"Não estou feliz, queria brindar a torcida com a conquista do Gauchão. O time se portou muito bem, mas foi uma decisão de 180 minutos, na qual não conseguimos reverter a vantagem obtida pelo adversário no primeiro jogo. Nosso objetivo principal é a Libertadores. O que fica depois deste Gre-Nal é a moral bem em cima. Vamos trabalhar forte para o jogo contra o Banfield", disse o técnico Jorge Fossati.

Grêmio (0): Victor; Edilson, Ozéia, Rodrigo e Neuton (Joilson); Adilson, Willian Magrão, Leandro (Hugo) e Douglas (Fábio Rochemback); Jonas e Borges. Técnico: Silas.

Internacional (1): Abbondanzieri; Ronaldo (Kléber Pereira), Bolívar e Fabiano Eller; Bruno Silva (Nei), Sandro, Glaydson, Giuliano e Kleber; Taison e Walter (Thiago Humberto). Técnico: Jorge Fossati.

Gol: Giuliano (I), aos 9min do primeiro tempo.

Cartões amerelos: Ronaldo, Nei, Eller (I); Edilson (G). Expulsão: Taison (I).

Público: 44.727 / Renda: R$ 1.010,589.

Arbitragem: Leandro Vuaden, auxiliado por Paulo Ricardo Conceição e José Franco Filho.

Local: Olímpico, Porto Alegre.

Fonte: Internacional

Inter dá Volta Por Cima Rumo a Libertadores




06/05/2010

Inter vence Banfield por 2 a 0 e segue na luta pelo bi da Libertadores


Foi uma noite inesquecível de Libertadores no Beira-Rio. Mais uma vez, time e torcida atingiram perfeita sintonia e sufocaram o adversário do primeiro ao último minuto. A missão colorada de reverter o resultado do primeiro duelo na Grande Buenos Aires foi alcançada com êxito graças a esta sinergia no Gigante. O primeiro gol saiu em um momento-chave da partida, no finalzinho do primeiro tempo, incendiando o time colorado com ainda mais motivação para buscar a classificação na etapa final. E assim foi. Aos 12min, Walter ampliou e garantiu a vaga entre os oito melhores da América.


Walter e Alecsandro foram os goleadores da noite heróica do Inter no Beira-Rio

Agora, o time do técnico Jorge Fossati enfrentará o Estudiantes, atual campeão da Libertadores, na próxima fase, reeditando a final da Copa Sul-Americana de 2008. O primeiro confronto deve ser disputado na próxima quinta-feira (13/5), no Beira-Rio. A partida de volta será no Estádio Centenário, na cidade de Quilmes, no dia 19 ou 20 de maio. O time de La Plata não atuará no seu próprio estádio porque o gramado está passando por reformas.

Pressão total

O Inter partiu para a pressão assim que o jogo começou. O Banfield ficou atrás se protegendo, mas também tentava sair para os contra-ataques. Os argentinos valorizavam cada minuto com muita catimba. A torcida tratava de fazer o policiamento, vaiando o anti-jogo do adversário.

A primeira grande chance colorada foi aos 12min: Walter fez jogada de ponta e cruzou para D´Alessandro que soltou a bomba e a bola explodiu no travessão. O Inter rondava o gol argentino. Aos 14min, Andrezinho cobrou escanteio, Bolívar cabeceou para Walter na pequena área, e o goleiro defendeu, mas o lance já estava parado por impedimento.

Argentinos não ameaçam

O Banfield conseguiu chegar com efetividade ao ataque somente aos 19min, quando Fernandez recebeu na área e tentou o chute colocado. A bola saiu à direita do gol defendido por Pato Abbondanzieri. O Inter não dava sossego à defesa argentina. Aos 23min, D´Alessandro cruzou na medida para Walter, na pequena área, e o atacante cabeceou ao lado do gol.

A equipe colorada tinha ampla posse de bola, mas pecava no último passe. Quando conseguia finalizar a jogada, levava muito perigo à área do Banfield. Aos 35min, D´Alessandro deu grande lançamento para Andrezinho, que escorou para Walter passar até Alecsandro, quase caído, concluir ao lado do gol.

Alecsandro abre o caminho da classificação

O volume de jogo apresentando no primeiro tempo tinha que ser recompensado com um gol. E aos 41min, Alecsandro abriu o placar para a explosão de alegria no Beira-Rio. Tudo começou com uma troca de passes sensacionais. D'Alessandro deu passe genial para Andrezinho, na área, o meia chegou antes do goleiro e passou para o camisa 9 do Inter. Com o gol vazio, Alecsandro só teve o trabalho de empurrar para as redes. Foi o seu 41º gol com a camisa vermelha.


Torcida colorada deu show no Gigante e foi fundamental na vitória sobre o Banfield

Já aos 46min, Andrezinho cobrou escanteio e Sorondo cabeceou com perigo sobre o gol, no último lance da etapa inicial.

Os dois times não fizeram modificações no intervalo. Logo aos 3min, Walter cruzou da esquerda para Alecsandro, que foi puxado na área, mas o juiz não marcou o pênalti. Aos 4min, Andrezinho fez belo passe para Walter, que deu um toquinho para Alecsandro na área desviar e o goleiro defender.

Walter faz 2 a 0

Só dava Inter no segundo tempo. Aos 9min, D´Alessandro cobrou uma falta para a área, a bola quicou no gramado e o goleiro defendeu. De tanto pressionar, o Inter chegou ao segundo gol aos 12min. D´Alessandro deu belo toque para Fabiano Eller cruzar no primeiro pau para Walter cabecear para ampliar. Pura alegria no Beira-Rio: Inter 2 a 0. Foi o oitavo gol de Walter com a camisa colorada.

Com o resultado desfavorável, os argentinos finalmente saíram de trás, dando mais espaços para os contra-ataques colorados. Aos 16min, Bustamante cruzou forte e Pato fez defesa segura. O juiz marcava muitas faltas inexistentes para o Banfield e deixava passar em branco as sofridas pelo Inter. Aos 25min, Giuliano entrou no lugar de Andrezinho. Aos 26min, Walter recebeu belo passe, entrou na área e chutou para defesa salvadora do goleiro Lucchetti. Quase o terceiro.

Inter segue dominando

Aos 29min, o Banfield tentou reagir colocando Cardaccio no lugar de Quinteros. Mas o Inter seguiu mais perigoso. Aos 31min, Nei fez jogada de raça, passou pelo marcador, foi à linha de fundo e cruzou para Walter chutar de primeira. A bola quicou e chegou nas mãos do goleiro.

O Banfield se lançava ao ataque, mas a defesa colorada tirava todas. Aos 35min, o Banfield deu um chutão pra frente, a bola chegou ameaçadoramente para um contra-ataque, mas o goleirão Abbondanzieri saiu do gol e matou a bola no peito, levando a torcida à loucura.

Aos 36min, mais uma mudança no time argentino. Saiu o lateral Bustamante e entrou o atacante Laso. Um minuto depois, Rodriguez acertou um chute em D´Alessandro e foi expulso, deixando a equipe com um a menos. Aos 41min, D´Alessandro, o grande nome do jogo, arriscou um chute de fora da área, mas o goleiro defendeu.

Resultado garantido

Aos 43min, Walter deixou o gramado para a entrada de Everton para puxar os contra-ataques. Um minuto depois, o Banfield colocou Dos Santos na vaga de Ladino. Os últimos minutos foram de chutões dos argentinos e bolas cortadas pela zaga colorada, impecável.

Aos 47min, Everton chutou de fora da área e o goleiro defendeu. Aos 48min, D´Alessandro deixou o campo para a entrada de Glaydson e recebeu uma das maiores manifestações de apoio que o Beira-Rio já viu: o estádio inteiro aplaudiu o craque colorado.


Jogadores celebraram vitória com a torcida ao final do jogo

No último minuto, falta para o Banfield no campo de defesa. O goleiro cobrou para a área colorada, Pato salvou de soco, a zaga afastou e garantiu a vitória e a classificação colorada.

Depois do apito do juiz, foi um carnaval no Beira-Rio. Os torcedores pulavam e gritavam sem parar. Os jogadores se abraçaram e correram em direção à torcida. Uma festa e tanto para uma noite perfeita.

“O torcedor jogou junto. O Inter está de parabéns”, disse o presidente Vitorio Piffero. “Este grupo trabalhou para isso. Preparamos para isso e conseguimos. Agora é pensar na próxima fase”, projetou o capitão Guiñazu. “Sabíamos que não podíamos errar. O primeiro gol nos deu a esperança. A torcida foi muito imporante”, disse Pato.

“Nosso time não estava nervoso. Nosso time entrou com o pensamento de fazer o gol no primeiro tempo e conseguiu. Sabíamos que eles viriam fechados e conseguimos passar por este bloqueio. O nosso grupo é muito fechado e focado. O Estudiantes é uma equipe muito boa, mas agora é o momento de aproveitar porque foi um jogo muito desgastante. A partir de amanhã vamos pensar no Estudiantes, que vai ser muito complicado”, disse Nei.

“A gente sabe que o grupo é forte. Domingo já começa o Brasileiro e em seguida já tem a Libertadores. Isso é bom demais, porque não tem que esperar muito”, disse Walter.

"O Inter tomou a iniciativa o jogo todo. Esteve atento atrás e foi agressivo no ataque. Foi uma classificação merecida", avaliou o técnico Jorge Fossati.

Internacional (2): Abbondanzieri; Nei, Bolívar, Sorondo e Fabiano Eller; Sandro, Guiñazu, Andrezinho (Giuliano) e D'Alessandro (Glaydson); Walter (Everton) e Alecsandro. Técnico: Jorge Fossati.

Banfield (0): Lucchetti; Ladino, Maidana, Bustamante (Laso) e Víctor López; Quinteros (Cardaccio), Battión, Erviti e Rodriguez; Ramírez e Fernández. Técnico: Julio Falcioni.

Gols: Alecsandro, 41min do primeiro tempo, e Walter, aos 12min do segundo tempo.

Cartões Amarelos: Nei, Fabiano Eller, D’Alessandro, Walter, Guiñazu (I); Bustamante (B). Expulsão: Rodriguez (B).

Público total: 34.643. Renda: R$ 733.435,00.

Arbitragem: Wilmar Roldán, auxiliado por: Wilson Berrio e Javier Camargo (trio colombiano).

Local: Beira-Rio, em Porto Alegre.



Fonte: Internacional

Eecutivo


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