Rádio WNews

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Editorial de Opinião

* Escutei uma entrevista do Prefeito Elói o qual tenho respeito a sua opinião. E está no seu papel Prefeito que ele tem que defender o município. Mas não concordamos com sua afirmação que Vacaria RS dá certo, para ele que recebe um salário de Prefeito e para os vacarianos que possuem uma boa situação financeira, Vacaria é uma ótima cidade,mas vamos perguntar para os miseráveis para os que catam lixo lixo para reciclagem, para os trabalhadores da maçã, para o assalariados que recebem o salário mínimo. A visão da Vacaria da elite que tudo é bom é maravilhosa, a visão dos necessitados, dos excluidos e discriminados. Eu volto a afirmar a nossa cidade é dos grupinhos, das panelinhas e o está na politica é sempre os mesmos, nos mesmos cargos, compram e se venderam sem pudor para ter hegemonia politica. Pobre do povo que continua na mesma coisa, pobre e descapitalizado, sofrendo numa cidade que nunca vai crescer na riqueza, somente na pobreza. a sociedade vacariana tem que pensar em mudar e olhar para o próximo e buscar de bem social coletivo.
Paulo Furtado
Editor

Conferência Nacional de Comunicação

Confêrencia de Comunicação


Em nome da efetiva democracia e da liberdade no Brasail, vale a pena ler esse artigo e nos engajarmos nessa conferência, certamente, uma das mais importante realizada no Brasil. Com essa mídia, não haverá igualdade. Pois a grande mídia, majoritáriamente, é o maior partido brasileiro.
Descubra quando será a conferência de seu estado.

Vamos participar em massa.

Stênio Rodrigues


CONFERÊNCIA NACIONAL DE COMUNICAÇÃO



De todas as Conferências que já ocorreram, esta está sendo a mais dura de construir, pois, além dos entraves naturais de início, há a necessidade de garantir a presença do empresariado. A Confecom, como é chamada, está convocada para os dias 14 a 17 de dezembro em Brasília e não contará com eleição de delegados nas municipais.

Os delegados da sociedade civil organizada (nós) serão em total de 38 e vão ser eleitos apenas na Etapa Estadual - nos dias 03 e 04 no Dante Barone - Assembleia Legislativa
(aliás, aqui e em SP, o poder executivo - governo do Estado - não convocou a Conferencia Estadual - ambos do PSDB, por que será, hein?).

Acredito que a pauta da democratização da comunicação e a necessidade de se barrar os monopólios e oligopólios é do interesse de todos os trabalhadores - em especial os CUTistas e que a imensa maioria está completamente ausente desse debate.


2009/10/22






Luiz Gonzaga Belluzzo: Eleições e mídia, tudo a ver
Da Carta Capital
Eleições e mídia, tudo a ver
03/09/2009 16:50:25
Luiz Gonzaga Belluzzo

Eu estava na ante-sala de uma médica, em Salvador. Sábado , dia 29 de agosto. E apenas por essa contingência, dei-me de cara com uma chamada de primeira página - uma manchetinha - da revista Época, já antiga, de março deste ano de 2009: A moda de pegar rico - as prisões da dona da Daslu e dos diretores da Camargo Corrêa.

Alguém já imaginou uma manchete diferente, e verdadeira como por exemplo, A moda de prender pobres? Ou A moda de prender negros? Não, mas aí não. A revolta é porque se prende rico. Rico, mesmo que cometendo crimes, não deveria ser preso.

Lembro isso apenas para acentuar aquilo que poderíamos denominar de espírito de classe da maioria da imprensa brasileira. Ela não se acomoda - isso é preciso registrar. Não se acomoda na sua militância a favor de privilégios para os mais ricos. E não cansa de defender o seu projeto de Brasil sempre a favor dos privilegiados e a favor da volta das políticas neoliberais. Tenho dito com certa insistência que a imprensa brasileira tem partido, tem lado, tem programa para o País.

E, como todos sabem, não é o partido do povo brasileiro. Ela não toma partido a favor de quaisquer projetos que beneficiem as maiorias, as multidões. Seus olhos estão permanentemente voltados para os privilegiados. Não trai o seu espírito de classe.

Isso vem a propósito do esforço sobre-humano que a parcela dominante de nossa mídia vem fazendo recentemente para criar escândalos políticos. E essa pretensão, esse esforço não vem ao acaso. Não decorre de fatos jornalísticos que o justifiquem.

Descobriram Sarney agora. Deu trabalho, uma trabalheira danada. A mídia brasileira não o conhecia após umas cinco décadas de presença dele na vida política do país. Só passou a conhecê-lo quando se fazia necessário conturbar a vida do presidente da República. O ódio da parcela dominante de nossa mídia por Lula é impressionante. Já que não era possível atacá-lo de frente, já que a popularidade e credibilidade dele são uma couraça, faça-se uma manobra de flanco de modo a atingi-lo. Assim, quem sabe, terminemos com a aliança do PMDB com o PT.

Não, não se queira inocência na mídia brasileira. Ninguém pode aceitar que a mídia brasileira descobriu Sarney agora. Já o conhecia de sobra, de cor e salteado. Não houve furo jornalístico, grandes descobertas, nada disso. Tratava-se de cumprir uma tarefa política. Não se diga, porque impossível de provar, ter havido alguma articulação entre a oposição e parte da mídia para essa empreitada. Talvez a mídia tenha simplesmente cumprido o seu tradicional papel golpista.

Houvesse a pretensão de melhorar o Senado, de coibir a confusão entre o público e o privado que ali ocorre, então as coisas não deviam se dirigir apenas ao político maranhense, mas à maior parte da instituição. Só de raspão chegou-se a outros senadores. Nisso, e me limito a apenas isso, o senador Sarney tem razão: foi atacado agora porque é aliado de Lula. Com isso, não se apagam os eventuais erros ou problemas de Sarney. Explica-se, no entanto, a natureza da empreitada da mídia.

A mídia podia se debruçar com mais cuidado sobre a biografia dos acusadores. Se fizesse isso, se houvesse interesse nisso, seguramente encontraria coisas do arco da velha. Mas, nada disso. Não há fatos para a mídia. Há escolhas, há propósitos claros, tomadas de posição. Que ninguém se iluda quanto a isso.

Do Sarney a Lina Vieira. Impressionante como a mídia não se respeita. E como pretende pautar uma oposição sem rumo. É inacreditável que possamos nós estarmos envolvidos num autêntico disse-me-disse quase novelesco, o país voltado para saber se houve ou não houve uma ida ao Palácio do Planalto. Não estamos diante de qualquer escândalo. Afinal, até a senhora Lina Vieira disse que, no seu hipotético encontro com Dilma, não houve qualquer pressão para arquivar qualquer processo da família Sarney - e esta seria a manchete correta do dia seguinte à ida dela ao Senado. Mas não foi, naturalmente.

Querem, e apenas isso, tachar a ministra Dilma de mentirosa. Este é objetivo. Sabem que não a pegam em qualquer deslize. Sabem da integridade da ministra. É preciso colocar algum defeito nela. Não importa que tenham falsificado currículos policiais dela, vergonhosamente. Tudo isso é aceitável pela mídia. Os fins, para ela, justificam os meios.

Será que a mídia vai atrás da notícia de que Alexandre Firmino de Melo Filho é marido de Lina? Será? Eu nem acredito. E será, ainda, que ele foi mesmo ministro interino de Integração Nacional de Fernando Henrique Cardoso, entre agosto de 1999 e julho de 2000? Era ele que cochichava aos ouvidos dela quando do depoimento no Senado? Se tudo isso for verdade, não fica tudo muito claro sobre o porquê de toda a movimentação política de dona Lina? Sei não, debaixo desse angu tem carne…

Mas, há, ainda, a CPI da Petrobras que, como se imaginava, está quase morrendo de inanição. Os tucanos não se conformam, E nem a mídia. Como é que a empresa tornou-se uma das gigantes do petróleo no mundo, especialmente agora sob o governo Lula e sob a direção de um baiano, o economista José Sérgio Gabrielli de Azevedo? Nós, os tucanos, pensam eles, fizemos das tripas coração para privatizá-la e torná-la mais eficiente, e os petistas mostram eficiência e ainda por cima descobrem o pré-sal. É demais para os tucanos e para a mídia, que contracenou alegremente com a farra das privatizações do tucanato.

Acompanho o ditado popular “jabuti não sobe em árvore”. A CPI da Petrobras não surge apenas como elemento voltado para conturbar o processo das eleições. Inegavelmente isso conta. Mas o principal são os interesses profundos em torno do pré-sal. Foi isso ser anunciado com mais clareza e especialmente anunciada a pretensão do governo de construir um novo marco regulatório para gerir essa gigantesca reserva de petróleo, e veio então a idéia da CPI, entusiasticamente abraçada pela nossa mídia. Não importa que não houvesse qualquer fato determinado. Importava era colocá-la em marcha.

Curioso observar que a crise gestada pela mídia com a tríade Sarney-Lina- Petrobras, surge precisamente no mesmo período daquela que explodiu em 2005. Eleições e mídia, tudo a ver. Por tudo isso é que digo que a mídia constitui-se num partido. Nos últimos anos, ela tem se comportado como a pauteira da oposição, que decididamente anda perdida. A mídia sempre alerta a oposição, dá palavras-de- ordem, tenta corrigir rumos.

De raspão, passo por Marina Silva. Ela sempre foi duramente atacada pela mídia enquanto estava no governo Lula. Sempre considerada um entrave ao desenvolvimento, ao progresso quando defendia e conseguia levar adiante suas políticas de desenvolvimento sustentável. De repente, os colunistas mais conservadores, as revistas mais reacionárias, passam a endeusá-la pelo simples fato de que ela saiu do PT. É a mídia e sua intervenção política. Marina, no entanto, para deixar claro, não tem nada com isso. Creio em suas intenções de intervenção política séria, fora do PT. Neste, teve uma excelente escola, que ela não nega.

Por tudo isso, considero essencial a realização da I Conferência Nacional de Comunicação. Por tudo isso, tenho defendido com insistência a necessidade de uma nova Lei de Imprensa. Por tudo isso, em defesa da sociedade, tenho defendido que volte a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista. Por tudo isso, tenho dito que a democratização profunda da sociedade brasileira depende da democratização da mídia, de sua regulamentação, de seu controle social. Ela não pode continuar como um cavalo desembestado, sem qualquer compromisso com os fatos, sem qualquer compromisso com os interesses das maiorias no Brasil.

às Segunda-feira, Setembro 07, 2009 0 Opine Links para este post






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"A beleza do cosmos é dada não só pela unidade na variedade, mas também pela variedade na unidade".
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Centro de Treinamento para o Glória de Vacaria RS


Câmara autoriza Município firmar Concessão de área ao G. E. Glória
Foi aprovado o Projeto de Lei Executivo nº 93/2009, desafeta da destinação de área verde o imóvel matriculado sob o nº 32.750 e autoriza o Município firmar termo de concessão de direito real de uso do mesmo, ao Grêmio Esportivo Glória. A pretensão do referido projeto é disponibilizar a área 9.980m2, objeto da matrícula nº 32.750, para a referida agremiação construir no local, um campo de treinamento de futebol para as escolinhas, bem como uma praça com equipamentos para a prática de atividades esportivas e de lazer.
Segundo o Presidente do G. E. Glória Luis Eugênio Bortolon esta área que esta sendo destinada a Agremiação vai colaborar para o desenvolvimento de diversos projetos que o clube pretende realizar. Escolinhas serão formadas principalmente com outros clubes do município e com a Associação de moradores do bairro Jardim América.
Após a assinatura da concessão por parte do Prefeito começa as obras de infra-estrutura da área que tem um prazo para finalização do projeto de cinco anos, segundo o Presidente do clube.


Data: 27/10/2009
Fonte: Câmara de Vereadores

Conferência de Comunicação

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Em nome da efetiva democracia e da liberdade no Brasail, vale a pena ler esse artigo e nos engajarmos nessa conferência, certamente, uma das mais importante realizada no Brasil. Com essa mídia, não haverá igualdade. Pois a grande mídia, majoritáriamente, é o maior partido brasileiro.
Descubra quando será a conferência de seu estado.

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Stênio Rodrigues


CONFERÊNCIA NACIONAL DE COMUNICAÇÃO



De todas as Conferências que já ocorreram, esta está sendo a mais dura de construir, pois, além dos entraves naturais de início, há a necessidade de garantir a presença do empresariado. A Confecom, como é chamada, está convocada para os dias 14 a 17 de dezembro em Brasília e não contará com eleição de delegados nas municipais.

Os delegados da sociedade civil organizada (nós) serão em total de 38 e vão ser eleitos apenas na Etapa Estadual - nos dias 03 e 04 no Dante Barone - Assembleia Legislativa -RS
(aliás, aqui e em SP, o poder executivo - governo do Estado - não convocou a Conferencia Estadual - ambos do PSDB, por que será, hein?).

Acredito que a pauta da democratização da comunicação e a necessidade de se barrar os monopólios e oligopólios é do interesse de todos os trabalhadores - em especial os CUTistas e que a imensa maioria está completamente ausente desse debate.


2009/10/22






Luiz Gonzaga Belluzzo: Eleições e mídia, tudo a ver
Da Carta Capital
Eleições e mídia, tudo a ver
03/09/2009 16:50:25
Luiz Gonzaga Belluzzo

Eu estava na ante-sala de uma médica, em Salvador. Sábado , dia 29 de agosto. E apenas por essa contingência, dei-me de cara com uma chamada de primeira página - uma manchetinha - da revista Época, já antiga, de março deste ano de 2009: A moda de pegar rico - as prisões da dona da Daslu e dos diretores da Camargo Corrêa.

Alguém já imaginou uma manchete diferente, e verdadeira como por exemplo, A moda de prender pobres? Ou A moda de prender negros? Não, mas aí não. A revolta é porque se prende rico. Rico, mesmo que cometendo crimes, não deveria ser preso.

Lembro isso apenas para acentuar aquilo que poderíamos denominar de espírito de classe da maioria da imprensa brasileira. Ela não se acomoda - isso é preciso registrar. Não se acomoda na sua militância a favor de privilégios para os mais ricos. E não cansa de defender o seu projeto de Brasil sempre a favor dos privilegiados e a favor da volta das políticas neoliberais. Tenho dito com certa insistência que a imprensa brasileira tem partido, tem lado, tem programa para o País.

E, como todos sabem, não é o partido do povo brasileiro. Ela não toma partido a favor de quaisquer projetos que beneficiem as maiorias, as multidões. Seus olhos estão permanentemente voltados para os privilegiados. Não trai o seu espírito de classe.

Isso vem a propósito do esforço sobre-humano que a parcela dominante de nossa mídia vem fazendo recentemente para criar escândalos políticos. E essa pretensão, esse esforço não vem ao acaso. Não decorre de fatos jornalísticos que o justifiquem.

Descobriram Sarney agora. Deu trabalho, uma trabalheira danada. A mídia brasileira não o conhecia após umas cinco décadas de presença dele na vida política do país. Só passou a conhecê-lo quando se fazia necessário conturbar a vida do presidente da República. O ódio da parcela dominante de nossa mídia por Lula é impressionante. Já que não era possível atacá-lo de frente, já que a popularidade e credibilidade dele são uma couraça, faça-se uma manobra de flanco de modo a atingi-lo. Assim, quem sabe, terminemos com a aliança do PMDB com o PT.

Não, não se queira inocência na mídia brasileira. Ninguém pode aceitar que a mídia brasileira descobriu Sarney agora. Já o conhecia de sobra, de cor e salteado. Não houve furo jornalístico, grandes descobertas, nada disso. Tratava-se de cumprir uma tarefa política. Não se diga, porque impossível de provar, ter havido alguma articulação entre a oposição e parte da mídia para essa empreitada. Talvez a mídia tenha simplesmente cumprido o seu tradicional papel golpista.

Houvesse a pretensão de melhorar o Senado, de coibir a confusão entre o público e o privado que ali ocorre, então as coisas não deviam se dirigir apenas ao político maranhense, mas à maior parte da instituição. Só de raspão chegou-se a outros senadores. Nisso, e me limito a apenas isso, o senador Sarney tem razão: foi atacado agora porque é aliado de Lula. Com isso, não se apagam os eventuais erros ou problemas de Sarney. Explica-se, no entanto, a natureza da empreitada da mídia.

A mídia podia se debruçar com mais cuidado sobre a biografia dos acusadores. Se fizesse isso, se houvesse interesse nisso, seguramente encontraria coisas do arco da velha. Mas, nada disso. Não há fatos para a mídia. Há escolhas, há propósitos claros, tomadas de posição. Que ninguém se iluda quanto a isso.

Do Sarney a Lina Vieira. Impressionante como a mídia não se respeita. E como pretende pautar uma oposição sem rumo. É inacreditável que possamos nós estarmos envolvidos num autêntico disse-me-disse quase novelesco, o país voltado para saber se houve ou não houve uma ida ao Palácio do Planalto. Não estamos diante de qualquer escândalo. Afinal, até a senhora Lina Vieira disse que, no seu hipotético encontro com Dilma, não houve qualquer pressão para arquivar qualquer processo da família Sarney - e esta seria a manchete correta do dia seguinte à ida dela ao Senado. Mas não foi, naturalmente.

Querem, e apenas isso, tachar a ministra Dilma de mentirosa. Este é objetivo. Sabem que não a pegam em qualquer deslize. Sabem da integridade da ministra. É preciso colocar algum defeito nela. Não importa que tenham falsificado currículos policiais dela, vergonhosamente. Tudo isso é aceitável pela mídia. Os fins, para ela, justificam os meios.

Será que a mídia vai atrás da notícia de que Alexandre Firmino de Melo Filho é marido de Lina? Será? Eu nem acredito. E será, ainda, que ele foi mesmo ministro interino de Integração Nacional de Fernando Henrique Cardoso, entre agosto de 1999 e julho de 2000? Era ele que cochichava aos ouvidos dela quando do depoimento no Senado? Se tudo isso for verdade, não fica tudo muito claro sobre o porquê de toda a movimentação política de dona Lina? Sei não, debaixo desse angu tem carne…

Mas, há, ainda, a CPI da Petrobras que, como se imaginava, está quase morrendo de inanição. Os tucanos não se conformam, E nem a mídia. Como é que a empresa tornou-se uma das gigantes do petróleo no mundo, especialmente agora sob o governo Lula e sob a direção de um baiano, o economista José Sérgio Gabrielli de Azevedo? Nós, os tucanos, pensam eles, fizemos das tripas coração para privatizá-la e torná-la mais eficiente, e os petistas mostram eficiência e ainda por cima descobrem o pré-sal. É demais para os tucanos e para a mídia, que contracenou alegremente com a farra das privatizações do tucanato.

Acompanho o ditado popular “jabuti não sobe em árvore”. A CPI da Petrobras não surge apenas como elemento voltado para conturbar o processo das eleições. Inegavelmente isso conta. Mas o principal são os interesses profundos em torno do pré-sal. Foi isso ser anunciado com mais clareza e especialmente anunciada a pretensão do governo de construir um novo marco regulatório para gerir essa gigantesca reserva de petróleo, e veio então a idéia da CPI, entusiasticamente abraçada pela nossa mídia. Não importa que não houvesse qualquer fato determinado. Importava era colocá-la em marcha.

Curioso observar que a crise gestada pela mídia com a tríade Sarney-Lina-Petrobras, surge precisamente no mesmo período daquela que explodiu em 2005. Eleições e mídia, tudo a ver. Por tudo isso é que digo que a mídia constitui-se num partido. Nos últimos anos, ela tem se comportado como a pauteira da oposição, que decididamente anda perdida. A mídia sempre alerta a oposição, dá palavras-de-ordem, tenta corrigir rumos.

De raspão, passo por Marina Silva. Ela sempre foi duramente atacada pela mídia enquanto estava no governo Lula. Sempre considerada um entrave ao desenvolvimento, ao progresso quando defendia e conseguia levar adiante suas políticas de desenvolvimento sustentável. De repente, os colunistas mais conservadores, as revistas mais reacionárias, passam a endeusá-la pelo simples fato de que ela saiu do PT. É a mídia e sua intervenção política. Marina, no entanto, para deixar claro, não tem nada com isso. Creio em suas intenções de intervenção política séria, fora do PT. Neste, teve uma excelente escola, que ela não nega.

Por tudo isso, considero essencial a realização da I Conferência Nacional de Comunicação. Por tudo isso, tenho defendido com insistência a necessidade de uma nova Lei de Imprensa. Por tudo isso, em defesa da sociedade, tenho defendido que volte a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista. Por tudo isso, tenho dito que a democratização profunda da sociedade brasileira depende da democratização da mídia, de sua regulamentação, de seu controle social. Ela não pode continuar como um cavalo desembestado, sem qualquer compromisso com os fatos, sem qualquer compromisso com os interesses das maiorias no Brasil.

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CPI do MST

Intelectuais fazem manifesto contra CPI


Intelectuais do Brasil e do exterior divulgaram ontem uma manifesto em defesa dos Movimento dos Sem-Terra (MST) e contra a CPI criada nesta semana para investigar supostas irregularidades na repasse de verbas públicas para a organização. De acordo com o documento, está em curso no Brasil "um grande operativo político das classes dominantes objetivando golpear o principal movimento social brasileiro. o MST". No fundo, diz o texto, "prepara-se o terreno para mais uma ofensiva contra os direitos sociais da maioria da população brasileira".

A notícia é do jornal O Estado de S. Paulo, 24-10-2009.

Entre os signatários do manifesto aparecem os escritores Eduardo Galeano, do Uruguai, e Luiz Fernando Veríssimo. Também estão na lista o crítico literário e professor aposentado Antonio Candido, o cientista político Chico de Oliveira e o filósofo Paulo Arantes. Até o final da tarde de ontem cerca de cem pessoas já haviam assinado o manifesto, que está circulando por diversos países. Em Portugal ele ganhou a adesão do sociólogo Boaventura de Souza Santos, um dos ideólogos do Fórum Social Mundial.

O manifesto critica a cobertura dada pela mídia à destruição de um laranjal da empresa Cutrale por militantes do MST, semanas atrás, no interior de São Paulo. "A mídia foi taxativa em classificar a derrubada de alguns pés de laranja como ato de vandalismo. Uma informação essencial, no entanto, foi omitida: a de que a titularidade das terras da empresa é contestada pelo Incra e pela Justiça", diz o texto. E mais adiante acrescenta: "Na ótica dos setores dominantes, pés de laranja arrancados em protesto representam uma imagem mais chocante do que as famílias que vivem em acampamentos precários, desejando produzir alimentos."

O manifesto foi redigido por um grupo de apoiadores do MST no Rio. Quando começou a circular ganhou rapidamente adesões em universidades brasileiras e do exterior. Segundo o sociólogo Ricardo Antunes, da Unicamp, um dos signatários do documento, o MST é respeitado internacionalmente como um dos movimentos sociais mais importantes do mundo. "É inaceitável a iniciativa de criminalizá-lo e empurrá-lo para a clandestinidade", disse ele.

"É inaceitável também que este Congresso, que chegou ao fundo do poço e cujo presidente tenta cercear o trabalho da imprensa, impedindo a divulgação de informações sobre sua família, se julgue no direito de policiar e tentar sufocar o movimento."

O texto endossa a tese defendida pela liderança do MST de que o principal objetivo da CPI é tirar do foco o debate sobre a revisão dos índices de produtividade no País, que estão em vigor desde 1975. "A revisão dos índices evidenciaria que, apesar de todo o avanço técnico, boa parte das grandes propriedades não é tão produtiva quanto seus donos alegam e estaria, assim disponível para a reforma agrária."

Para ler mais:

A íntegra do Manifesto em Defesa do MST

Revista Veja







23 de outubro de 2009

Caro leitor, aqui estão os destaques de VEJA desta semana.

VEJA.com - veja@abril.com.br



Edição da semana (n° 2136 - 28 de outubro de 2009)


Especial
Uma prova de fogo
As cenas de um helicóptero pegando fogo no ar, abatido por tiros de fuzil, deram ao mundo a dimensão trágica que o banditismo atingiu no Rio de Janeiro. A sede da Olimpíada 2016 já tem seu maior desafio: desbaratar as quadrilhas, prender os criminosos e libertar os bairros sob seu comando.

• Índice da edição




Entrevista
Paulo Renato fala sobre a meritocracia na Educação
Sindicatos
Gangsterismo explícito em centrais de trabalhadores





Eleições
Dilma busca apoio político para candidatura
Junto a partidos envolvidos em vários escândalos. Nicarágua
O terceiro mandato de Daniel Ortega
Outro governante da AL não quer deixar o poder.




Tecnologia
Tomadas e plugs vão mudar formato
Obrigar um novo padrão é intervenção absurda. Esporte
FIA muda as regras da Fórmula 1
Objetivo é aumentar competição entre pilotos.




Exposição
A rainha Nefertiti está de casa nova, em um museu de Berlim
Hélio Oiticica
Relação equivocada de herdeiros com o legado de grandes artistas





Cinema
A vez das figurantes: as chacretes
Elas são o foco de um documentário sobre Chacrinha. Guia
Os bichos de estimação estão gordos
40% de cães e gatos dos EUA estão obesos.




J.R. Guzzo
Tempo de trapaça
Claudio de Moura e Castro
Academia de ginástica (mental)





Destaques on-line
Em Profundidade
O amor está na rede



Entrevista
• Em vídeo psicólogo fala sobre relações amorosas
Perguntas e respostas
• Eleições 2010
• Tratado de Lisboa



Reportagem
• Albert Uderzo o criador de Asterix e Obelix que fazem 50 anos
Quem é Quem
• Rio 2016 X Londres 2012



Galerias de fotos
• Imagens de semana
• Chacrinha
• Pelé





O BRASIL QUE QUEREMOS SER

Hora de discutir as Megacidades no Brasil
Nesta semana o painel de VEJA 40 anos discute o planejamento e crescimento das cidades no país. Envie sua proposta.

Participe e ajude a Mata Atlântica
Cada proposta ou comentário publicado no projeto VEJA 40 anos contribuirá para o plantio de uma muda de árvore nativa pela Fundação SOS Mata Atlântica.
www.veja.com.br/40anos/megacidades
Colunistas
Blog
Reinaldo Azevedo
Todos os ultimatos do tal Zé Laia...


"Mané Zé Laia, ex-presidente de Honduras, decidiu radicalizar e adverte: 'Es lo penúltimo'."

Radar on-line
Lauro Jardim
Jader Murdoch


"Pesquisa do Ibope mostra que rádios e jornal de Jader Barbalho são campeões de audiência."



Coluna
Augusto Nunes
Última parte da resposta à carta de Greenhalgh


"Para muitos beneficiários da farra da anistia, o combate à ditadura foi um investimento."

De Paris
Antonio Ribeiro
'Courrier International' destaca e reproduz o Blog de Paris


"Um dos mais importantes semanários franceses publicou na íntegra um post sobre Sarkozy."

Consultório Sentimental
Betty Milan
Compulsão de comprar


Em VEJA
Diogo Mainardi
O bonde do MC Beltrame


Sustentável é pouco
Denis Russo
Uma imagem chocante


Cenas Urbanas
Tony Bellotto
O apontador de cães


"Em pouco tempo, churrasco rodízio virou pilar gastronômico brasileiro dos mais sólidos."

VEJA 40 anos
Lucila Soares
Trânsito livre para boas ideias


Espelho Meu
Lucia Mandel
O sol e os lábios formam uma perigosa combinação


Chegada
Renato Dutra
As vantagens da musculação: força e saúde


VEJA 40 anos
Monica Weinberg
Tomara que dê certo


Genética
Mayana Zatz
Quebra de sigilo: do Enem ao nosso genoma


VEJA 40 anos
Ronaldo França
Do que é feito o Nobel da Paz?

Lula

Caros do Grupo,

se temos uma palavra que pode caracterizar o atual ocupante do Palácio do Planalto, desde os primeiros dias de seu mandato em 2003, a palavra é a sua arte de "coonestar".

Se destaca por invadir os poderes, o Judiciário e o Legislativo, por confundir partido, com governo e o que é pior, com Estado. Promoveu e promove a emPTização da "maquina pública", das empresas estatais e também as suas entidades de prividência privada, e também o nePTismo.

Inverte valores, tranformou sua base aliada em "Base afilhada". Dividiu a sociedade brasileira em função das etnias das quais descendemos, assim como também divide a sociedade pela disputa entre classes sociais, desconsiderando que o Brasil, muito embora tenha uma das piores performances no que se refere a liberdade de empreender e no ensino fundamental, tenha sua economia com uma das maiores mobilidades sociais do mundo. O Brasil continua sendo um dos páises com um potencial para se criar oportunidades.

“Coonestar” tem sua origem no latim 'cohonestare', que significa “fazer que pareça honesto, dar aparência de honestidade, fazer parecer decente, sério”.
Definição do “iDicionário Aulete”:

(co.o.nes.tar)

v.

1. Fazer que pareça honesto, dar aparência de honestidade, probidade a; fazer parecer decente, sério: "Privilégios diplomáticos não podem ser invocados (...) para coonestar o enriquecimento sem causa..." (STF, Constituição do Brasil)) : "O senhor Chinoca apressou-se, porém, a coonestar meu estrambótico guarda-roupa." (Aquilino Ribeiro, A via sinuosa))

[F. Do lat. Cohonestare.]

Entre as suas principais realizações podemos encontrar o aumento da violência no Brasil, a perda da soberania nacional, colocou o Brasil subjugado aos ditames do Foro San Pablo, no que se refere ao desempenho de nossas Relações Exteriores, tirou assim o Brasil do rol de nações que se pautavam pela independência, autodeterminação e paz.

Transformou os brasileiros que trabalham, inovam, empreendem, pesquisam, etc. em escravos, senão totalmente ao menos 40% do tempo em que trabalham em função da abusiva carga tributária.

Ampliou a presença do Estado na educação na área do ensino superior, concorrendo para o aumento da concentração de renda e riqueza, em detrimento do ensino fundamental, desconsiderando que as Universidades Federais e Estaduais já não possuem e não terão recursos para se manterem. Dos impostostos dos mais pobres retira recursos para finaciar os estudos dos mais ricos ou daqueles que de uma forma ou outra podem ou poderiam pagar por eles.

"A qualidade do ensino público só melhora na Universidade porque nela estão os formadores de opinião pública e um seleto público votante". (Gerhard Erich Boehme)


O atual ocupante do Palácio do Planalto se caracteriza por coonestar e o que é pior: se aliou ao dono do Brasil e também o pior inimigo do Brasil, o Sr. José Ribamar Ferreira de Araújo Costa. São palavras duras, mas que nos levam a questionar e refletir para que possamos responder aos quesitos fundamentais:





a) Quais são as tarefas autênticas do Estado para que ele possa ser eficaz nos seus resultados?

b) Em que nível, federal, estadual ou municipal, devem ser realizadas?

c) Como controlar os gastos estatais e impedir que eles se expandam continuamente?





Estes são os problemas a serem solucionados, pois aí estão o desperdício e a ineficiência estatal que têm limitado gravemente o potencial do país. Sem solucioná-los continuaremos com as chamadas reformas, usando remendos, ao invés de reformas abrangentes e profundas e assim dando sustentação ao Sr. José Ribamar Ferreira de Araújo Costa, como dono do Brasil e ao Sr. Luiz I. da Silva, como dono da consciência dos brasileiros.



Não acredito em um Estado provedor, sua capacidade de prover é limitada e deve se ater a fazer pouco, mas com competência e sob o controle da sociedade organizada sob o princípio da subsidiariedade.



Nesta linha o Estado deve prover bens públicos, como defesa nacional, justiça e aqui incluídos os primeiros passos da justiça que devem ser dados pela polícia judiciária, que no Brasil é indevidamente chamada de Polícia Civil e inclui também a Polícia Técnico-científica, segurança pública – com atuação eficaz na prevenção e, subsidiariamente assegurar serviços de saúde pública e educação básica, geradores de externalidades para toda a sociedade.







Bens públicos têm como característica essencial a impossibilidade de limitar o seu uso àqueles que pagam por ele.







Outra característica importante dos bens públicos decorre do fato de que provê-los para um usuário ou para todos os usuários potenciais custa a mesma coisa. O exemplo clássico é a defesa nacional, já que um exército que defenda o território nacional defende tanto um único indivíduo quanto todos os cidadãos do país. Daí a necessidade do uso do poder de coerção para financiar a defesa nacional. Sem o exercício desse poder, não haveria como impedir que algumas pessoas deixassem de pagar pelo serviço tentando pegar carona (free-ride) nos serviços pagos por outrem. Se houver a prática da carona, é provável que muitos, ou mesmo todos os demais contribuintes, desistam de custear tal serviço. O Estado surge como a instituição adequada para resolver o impasse, porque detém o direito de cobrar compulsoriamente dos cidadãos o custeio dos bens públicos.





Saúde pública e educação básica são serviços cuja provisão também deve ser garantida pelo Estado, apesar de que a melhor solução provavelmente se encontra no financiamento a cada contribuinte para aquisição desses serviços e não na prestação direta do serviço pelo Estado. Os gastos estatais nesses setores se justificam porque geram externalidades positivas para a sociedade, que se beneficia de uma população educada e sadia, benefícios estes que não poderiam ser individualmente apropriados por investidores privados. Além disso, existe um argumento normativo: os gastos nessas áreas reduzem as diferenças de oportunidade dos indivíduos no momento da partida do jogo social, para que a partir daí a competição ocorra baseada nos talentos e méritos de cada um.





Cabe ao Estado ser forte em suas atribuições básicas, que na esfera Federal são: Emissão e controle da Moeda, através de um Banco Central independente, Relações Exteriores, Supremo Tribunal Eleitoral, Supremo Tribunal Federal, Comércio Exterior, Forças Armadas, Segurança Pública nas faixas de Fronteira, Polícia Federal, normatização da Aviação Civil, Marinha Mercante, Vigilância Sanitária e Obras de Integração Nacional, Administração de Parques Nacionais, Administração Indígena, diretrizes de Meio Ambiente, Propriedade Intelectual, Energia Nuclear, e Previdência Pública Federal.





Um Estado que privilegie as Agências reguladoras e não a acomodação política em ministérios e estatais. Se observarmos o Princípio da Subsidiariedade, podemos concluir que caberia ao Estado apenas a solução de três grupos de problemas econômicos: bens públicos, externalidades negativas e positivas, monopólios naturais.



Voltando ao título deste tema para debate, chamo atenção para as palavras de um dos mais lúcidos mandatários da América Latina atual e um dos mais afastados do que podemos caracterizar como os personagens de dois bestsellers de Plinio Mendoza, Carlos Alberto Montaner e Álvaro Vargas Llosa, o "Manual do Perfeito Idiota Latino-Americano" e o mais novo livro "A Volta do Idiota" (http://rodrigoconstantino.blogspot.com/2007/12/volta-do-idiota.html)





Cito o Presidente Oscar Arias da Costa Rica na Cúpula das Américas em Trinidad e Tobago, no último dia 18 de abril, quando proferiu um dos mais importantes discursos a todos os líderes latino-americanos, colocando-os na encruzilhada entre a decisão de darem continuidade aos ditames do “Foro San Pablo” ou darem condições para que possamos conferir a liberdade aos latino-americanos e desenvolver também a América Latina.



O título do discurso foi: "Algo Hicimos Mal" los Latinoamericanos, que pode ser traduzido como "Fizemos algo errado", cuja tradução segue abaixo e o texto original lhes apresento ao final.



"Somos pobres porque acreditamos na distribuição e não na produção de renda, esta resultado do empenho de todos quando se observa o esforço em poder trabalhar, competir, empreender, criar, inovar, etc. com liberdade e dignidade observando a responsabilidade individual, o mérito, a filosofia da liberdade, o estado de direito, o princípio da subsidiariedade e combatendo o clientelismo político - que produz a corrupção - com seu capitalismo de comparsas e socialismo de privilegiados". (Gerhard Erich Boehme)



De minha parte endendo que devemos desmascará-lo, assim como alertar para que não torne o Brasil realidade do conto de Luiz Pazos.



"No Brasil o conto de Luis Pazos ou somente foi impresso até a metade e assim foi distribuído, ou a sua segunda parte não chegou aos nossos políticos, é a razão pela qual continuamos a eleger políticos demagogos que nos fazem acreditar que existem Salvadores da Pátria." (Gerhard Erich Boehme)

Abraços,





Gerhard Erich Boehme
gerhard@boehme.com.br
(41) 8877-6354
Skype: gerhardboehme
Caixa Postal 15019
80811-970 Curitiba - PR

Piratini



Destaques do Dia
Yeda Crusius durante a 9ª edição do Festival da Cana-de-açúcar
A governadora Yeda Crusius durante a abertura da 9ª edição do Festival da Cana-de-açúcar (Festcana), em Caraá, no litoral norte do
Estado.

Local: Caraá
Data: 24/10/2009
Foto: Jefferson Bernardes / Palácio Piratini
Código: 32255

Yeda Crusius inaugura ponte em Caraá
A governadora Yeda Crusius inaugura ponte, em Caraá, no litoral norte do Estado.

Local: Caraá
Data: 24/10/2009
Foto: Jefferson Bernardes / Palácio Piratini
Código: 32260

Yeda Crusius durante a 9ª edição do Festival da Cana-de-açúcar
A governadora Yeda Crusius durante a abertura da 9ª edição do Festival da Cana-de-açúcar (Festcana), em Caraá, no litoral norte do
Estado.

Local: Caraá
Data: 24/10/2009
Foto: Jefferson Bernardes / Palácio Piratini
Código: 32256

Yeda Crusius inaugura ponte em Caraá
A governadora Yeda Crusius inaugura ponte, em Caraá, no litoral norte do Estado.

Local: Caraá
Data: 24/10/2009
Foto: Jefferson Bernardes / Palácio Piratini
Código: 32259

Yeda Crusius durante a 9ª edição do Festival da Cana-de-açúcar
A governadora Yeda Crusius durante a abertura da 9ª edição do Festival da Cana-de-açúcar (Festcana), em Caraá, no litoral norte do
Estado.

Local: Caraá
Data: 24/10/2009
Foto: Jefferson Bernardes / Palácio Piratini
Código: 32257

Yeda Crusius inaugura ponte em Caraá
A governadora Yeda Crusius inaugura ponte, em Caraá, no litoral norte do Estado.

Local: Caraá
Data: 24/10/2009
Foto: Jefferson Bernardes / Palácio Piratini
Código: 32258

Lula e Dilma

24/10/2009
Artigos

LULA E DILMA SÃO TROGLODITAS AMBIENTAIS
por Paulo G. M. de Moura

Recentemente o presidente Lula comemorou o fato de não haver nenhum candidato troglodita de direita disputando à Presidência da República em 2010. Confesso que Lula me deixa confuso com muita coisa que diz. No meu conceito, trogloditas de direita e de esquerda não gostam de eleições e, quando as disputam e vencem, como Hugo Chávez, por exemplo, a quem Lula tanto presa; usam a democracia para destruir a liberdade dos cidadãos. No meu conceito, trogloditas de direita, no Brasil, se os há, ou estão em casa de pijama, com saudades da ditadura militar, ou se aliaram a Lula, e frequentam os convescotes palacianos em intimidades com o atual presidente, inimagináveis entre Jesus Cristo e Judas, por exemplo. Mas, meu assunto hoje, são os trogloditas ambientais. Esse ainda os há em profusão, no meio social, político e empresarial. Trata-se de pessoas que, por má fé ou ignorância, não entenderam que o impacto da ação humana sobre o planeta atingiu o nível da ameaça real à sobrevivência não apenas da espécie humana, mas da vida Terra mesmo. Pouca gente sabe que existe no meio acadêmico uma divergência de fundo entre cientistas especializados na questão do clima, sobre a questão do aquecimento global. Contra os que acham que as catástrofes recentes resultam do impacto da ação humana (queima e lançamento de gases na atmosfera, poluição, etc.), há os que acham que estamos vivendo um processo cíclico natural. A natureza, dessa forma, produziria ciclos alternados resfriamento e aquecimento da atmosfera da Terra, com as respectivas e inevitáveis conseqüências. Bem; se nem os cientistas que se debruçam sobre a questão são capazes de chegar a um consenso sobre a origem das catástrofes ambientais recentes e crescentes, quem seremos nós, comuns mortais, para tomar posição num debate de natureza tão complexa? A Ciência tal como a conhecemos tem cerca de 300 anos e é uma poderosa ferramenta de produção de conhecimentos. Mas, também nesse caso, revela-se poderosíssima em sua capacidade de demonstrar o quanto ainda ignoramos a dinâmica do funcionamento da natureza, e limitadíssima em sua capacidade de explicar o desconhecido. Pessoalmente adoto alguns critérios para tomar posição em situações como essa. Em primeiro lugar,


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Dr. Paulo G. M. de Moura
Consultoria em Comunicação & Análise Política
www.professorpaulomoura.com.br


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Palco MP3

Paulinho,Confira abaixo os dados de acessos referentes ao período de 17/10/2009 a 24/10/2009 para o site: www.palcomp3.com.br/PauloFurtado

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Fotos da Cantora Lica



Marcha Estadual Zumbi dos Palmares

III Marcha Estadual Zumbi dos Palmares

20 de novembro de 2009

Porto Alegre/RS.








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Porto Alegre, 25 de outubro de 2009.

CONVITE PARA REUNIÃO DE ARTICULAÇÃO E MOBILIZAÇÃO PARA A IIIª MARCHA ESTADUAL ZUMBI DOS PALMARES.


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Local: Sede do SINDSEPE

Rua Otavio Rocha, n° 161, 8° andar

Centro - Porto Alegre/RS.

Horário: das 18h às 20h.

Data: 26 de outubro de 2009 – segunda-feira.


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PAUTA DA REUNIÃO:

1. Informe da Reunião da CMS;

2. Informes Gerais;

3. Informes das Comissões;

4. Articulação da Agenda com a Presidência da Assembléia Legislativa e com a Presidência da Câmara de Vereadores;

5. Distribuição de tarefas.


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Obs.:

a) Favor divulgar em suas listas de contato.

b) A reunião pode ser acompanhada pelo MSN: jass_rs@hotmail. com

Companheiros no dia de nossa reunião ficarão faltando 25 dias para o grande momento da IIIª Marcha Estadual Zumbi dos Palmares.26ua presença e de sua comunidade e muito importante neste momento. Pela unidade e força da luta contra o racismo e todas as formas de discriminação.

Angola


Pintura, escultura, cerâmica, gravura e fotografia digital dominam exposição intermacional patente na Celamar
Fotografia: Paulino Damião
As obras apresentadas na sexta edição do projecto “Coopearte”, aberto este fim-de-semana, na ilha de Luanda, apesar de confirmarem uma inevitável continuidade nas temáticas e nas preferências técnicas, subentendem, claramente, um engajamento profissional sempre mais firme, numa dinâmica de reconfortante diversidade nacional e de inteligente abertura ao mundo.


A “cinquentona” de artistas plásticos participantes propõe notáveis peças em domínios de exercício tão clássicos, como a pintura a óleo e a acrílica, a escultura sobre madeira, sobre ferro, cerâmica, papier mâché, a banda desenhada, ou os mais inovadores, a pintura com área, o batik ou a fotografia numérica.


Reencontra-se, com muita felicidade, fixações de pincéis atentas, que variam entre mensagem enérgica e convicções identitárias, como as obras de Virgínia Romão, cuja vantagem pictural certifica o seu feitio de designer experimentada.


Francisco M. Dongala, Nsimba Diongo, Mudilu Silva e Ngaiandu Kapela, são outros exemplos perfeitos da melhor vindima da pintura contemporânea, bem africana, e Sozinho Lopes, cujo o original das composições faz dele um dos pintores angolanos chamados a integrar, com um enorme potencial de sucesso, o mercado internacional da arte. Ele é sem dúvida, entre os jovens pintores da sua geração, o mais dotado.


Como técnica de sucesso na África Central, Paulo Yoka propõe, no quadro do estúdio colectivo, a sedutora pintura com areia. A neerlandesa Jeannette van Honk, Adalberto Ferreira, Carlos Leonardo e Daniel Calufele Tumoma, vindo da imponente metrópole do centro de Angola, mostram os talentos na modelagem do papier mâché.


A vitrina “Coopearte” deste fim de decénio permite comprovar o alto nível técnico atingido pela Marcela Costa, a humilde “alma” do atelier grupal e da maternal Celamar, o tricotar das tapeçarias, mas, igualmente, pelo experiente Avelino Kenga ou o irresistível Mayembe Meto.


As vias temáticas seguidas são à altura das ambições culturais e sociais dos artistas plásticos participantes duma experiência comum. O decano Fernando Vinha, o professor, recorda, graças a uma corajosa montagem em ferro, a necessidade de proceder, sempre que necessário, a uma séria reflexão filosófica sobre a vida, opção existencial que toma também o Sabby ou a Vanda, esses que acreditam nas persistentes forças hidrogónicas.


Quanto ao Tabuada, admite ter encontrado uma explicação da génese da humanidade. Elias Freitas coloca, a este respeito, uma espinhosa interrogação: “Nani mono”, (Quem sou ?).


Esta procura ontológica e retomada nas esculturas antropomorfas de Dongala, mas analogamente no arranjo de Agostinho José Piranha.


O imenso Van, perfeitamente consciente – com razão – da sua condição de artista, embora director do INFA, atreveu-se a entrar nessas solicitações filosóficas, construindo um quadro associando os seus adoptados sona (pictogramas) , inspiradores, o católico e mobilizador santuário da Muxima, uma revelação da diversidade religiosa do país da “herética” Kimpa Vita.


A paciente brasileira Solange Escosteguy Cardoso, como era de esperar, e fascinada pelas máscaras com forte significado social das poderosas Lundas. Cruza neste caminho antropológico, Nkulu com a cintilante máscara solar, Carlos Leonardo, um dos artistas plásticos que desceu, pela ocasião, dos Planaltos Centrais, Jaime David, Tembo e Geovane Manuel que redesenha as tentadoras “Mwana Pwo”, assim como Bangui, mestre das redondas femininas.


A sublimação das mulheres, invariavelmente, grande tema das artes, aqui e no mundo fora, é retomada com Pedro Tchivinda, o obstinado pintor que evolui no fresco Planalto da Huíla, rico de mulheres elegantes e autênticas, o Nsimba Diongo, que perseverou, conscienciosamente, a realçar a sua finura numa visão notavelmente poética ou a retratar as suas atitudes quotidianas à semelhança de Gika Binanga e Pascoal Ventura. Quanto à Avelino Kenga, pode-se permitir algumas desvendas.


A majestosa representação somática e, também, evidentemente, proposta pelas cerâmicas das grandes mãos hábeis, Simão Kafunuaku e Afonso Makiadi Mawanda.
Paulo Kussy Correia Fernandes, que regressou à boa “Terra da Rainha Nzinga” bem descomplexado, se assenta sobre a revelação física. Enérgica entrada na cena das artes visuais nacional deste pintor que fará correr muita tinta, em complemento do seu vasto talento, as caras imaginadas em volumes, de aceitação absolutamente internacional.


Esta quase veneração pela “femina” embarca a feliz maternidade relembrada pela Leda da Conceição Marinha ou a precoce e imparável procriação, fenómeno social que preocupa Ngiandu Kapela.


A esta sensibilidade sucede as expressões semi-figurativas com o nobre Don Sebas ou radicalmente abstractas, com Francisca Nair Vieira Dias, Madalena Maria da Silva Coelho “Le” e, naturalmente, o dreadlocker Chey.


Erika Sena da Silva testemunha da beleza da natureza com o seu arco-íris a imagem da queniana Dorine Namulanda, seduzida pela postura sumptuosa do grandioso antílope, encanto nacional.


O outro criador vindo do coração de Angola é o simpático Pedro Hospital, que quis selar o sucesso da dança kuduro, esta demonstração coreográfica saída do famoso ritmo dos tórridos musseques luandenses, resultante de uma orquestração muito sumária e letras niilistas mas de veia popular.


Os jovens, eles, adoptam uma atitude espontânea e se consideram, com um legítimo orgulho, como descendentes identitários da angolanidade, sentimento expresso por desenhadores, estudantes em arquitectura, apaixonados, logicamente, de banda desenhada. São Ronaldo Fortes, Graciano Goncaga, Elias Freitas e Adilson Mário Samuel.


Atalham-se com o desenho “Ulienge”, “grilheta”, a tela intitulada “Escravatura” de Vargas Mateus Sousa, boa direcção temática que vai contribuir para a quebra, sem dúvida, do silêncio!


Nostálgico, o distinto Né Nvunda não resistiu a sugerir telas das idílicas aldeias africanas como os seus confrades Nzimbula e Avelino Bernardo Capita, que acreditam nas virtudes anti-stressantes dos mercados extraordinariamente bem animados do continente.


A imediata contemporaneidade, sendo uma das ilustrações dada pelo espectacular crescimento vertical da cidade de Luanda, e apanhada pela versátil Erika, o espanhol Unai Ruiz Ameztoy e a argentina Diane Biet, que se apressaram a estampilhar uma vista actual da Baía de Luanda, chamada a breve prazo a mudar, definitivamente, de panorama.


O outro aumento espantoso é o da população estudantil. Zeferino Bambo certifica as dificuldades de inscrição na universidade nacional. O próximo Campeonato Africano de Futebol, festa popular por excelência, não deixou indiferentes os artistas. Alinharam-se à expectativa ambiente Francisco M. Dongala e Alfredo Dos Santos.


A melhoria da situação social das crianças angolanas é apresentada pelo repórter fotografo Paulino Damião, o respeitado “Cinquenta”, que os achou em pleno meio rural, um terreno por excelência, do verdadeiro desenvolvimento humano.


Iniciativa que quase se institucionalizou, o Coopearte, uma das poucas ocasiões de largo reagrupamento profissional em Luanda, está a cristalizar a emergência de uma nova escola de arte em Angola, cujos contornos predizem um conjunto de características feito de rigor técnico e de orientações temáticas bem reapropriadoras.

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Liberdade

O governo Lula não mede sacrifícios para comprometer os recursos da Previdência Social. Quando é para nos devolver o que nos deve, a conversa é sempre a mesma: Não tem recursos; quebra a Previdência, etc.
Vejam meus amigos aposentados, pensionistas, trabalhadores da ativa e da população em geral! O Ministro da Justiça, Senhor Tarso Genro, através de Portarias de nºs. 3.521 a 3.548, de 22/10/09, publicadas no Diário Oficial da União sob nº 203, fls. 33 a 47, de 22/10/09: “O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA,. . . . . . .conceder declaração de condição de Anistiado Político e contagem de tempo de serviço aos ex-vereadores, compelidos por força de Ato Institucional a exercerem gratuitamente seus mandatos correspondentes a períodos abaixo mencionados, para efeito de aposentadoria no serviço público e de previdência social, nos termos exarados pelo Presidente da Comissão de Anistia.”
Quem tiver dúvidas, consulte o site: http://WWW.in. gov.br/autentici dade
Simplesmente, as Portarias beneficiam: Post Mortem 450 familiares de ex-vereadores e 710 vereadores, totalizando 1.160. Mais uma sangria nos cofres da Seguridade. Será que esses vereadores contribuíram para a Previdência? Vejam meus amigos, são 1.160 aposentadorias que saíram do nada. Depois, o governo federal alega que não tem dinheiro para pagar o que deve aos aposentados e pensionistas.
Só tem uma coisa a ser feita: Em 2010, vamos acabar com esta farra! Pensem bem antes de votar. Vejam que o fim desta orgia com o dinheiro público, só depende de nós!
http://www.r2cpress .com.br/node/ 10128
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Ou seja, dinheiro pros amigos do rei tem, agora pros aposentados (quebra a previdencia) , pra saude (só recriando aCPMF), pra segurança (O PAN, MUNDIAL e OLIMPIADAS é que trarão recursos)... . Pois é!!! E tem gente que prefere elogiar o MST, olhar pra Honduras (desde que não veja o Haiti)......


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HEITOR (((((º_º))))) CARLOS
http://portodoscasa is.blogspot. com/
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Trabalhe na África











































































































Filomeno Issenguel
English Teacher at THE BEST English School
Graduated by UFMG - Letras
Phone: 55 (031) 8718-3042
Email: issenguel@yahoo. com.br
"No eye has seen, no ear has heard, and no mind has imagined the things that God has prepared for those who love him."
1 Corinthians 2:9



--- Em seg, 26/10/09, Mauro Kwame Nkruman escreveu:


De: Mauro Kwame Nkruman
Assunto: venha trabalhar e crescer profissionalmente em Africa
Para:
Data: Segunda-feira, 26 de Outubro de 2009, 23:59


Venha trabalhar e crescer profissionalmente em África

africa Curriculum Consultoria & Projetos é uma empresa que desenvolve:
Projetos de Recrutamento e Seleção, Apoio à Transição de Carreira,
Treinamento, Projetos de Coaching e Desenvolvimento, Consultoria e
Orientação Profissional e Assessoria na Implantação de Políticas de
Recursos Humanos.

Atuamos em âmbito nacional e internacional, auxiliando seus clientes
nas suas Ações e Políticas de Gestão de Recursos Humanos,
potencializando seus recursos e otimizando a aplicabilidade de
ferramentas, que auxiliam no desenvolvimento dos profissionais, da
organização e dos negócios para o continente africano.

Utilizamos metodologias modernas, através de Consultores experientes
vindo de grandes organizações, com sólida formação, visando maior
eficácia dos projetos.

Nossa atuação está direcionada para as empresas que valorizam a
inteligência e a competência, na busca de melhores resultados
organizacionais.

Acesse:www.africacu rriculum. com





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