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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Mulher Presa

Polícia Civil prende mulher próximo ao fórum da Capital
05/11/2009 10:28


Agentes da 2ª Delegacia de Polícia, sob a coordenação da titular, delegada Adriana Regina da Costa, prenderam em flagrante, nessa quarta-feira (4/11), uma mulher, de 19 anos, por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. A detenção ocorreu próximo ao Fórum Central e foram apreendidas 124 pedras de crack e um revólver calibre 38 com numeração raspada.

A mulher foi ouvida e encaminhada à Penitenciária Feminina Madre Pelletier. Na ação um menor de 16 anos foi apreendido e encaminhado ao Departamento Estadual da Criança e do Adolescente (DECA) para formalização do procedimento por tráfico de drogas. Segundo a delegada, durante as operações, foram formalizados três termos circunstanciados pelo delito de posse de entorpecentes.

Fonte: Ascom/ PC

Preso homem Armado

Polícia Civil prende homem armado no Morro da Cruz
05/11/2009 10:41


Agentes da 19ª Delegacia de Polícia, coordenados pelo delegado Eduardo Hartz, prenderam em flagrante, na noite dessa quarta-feira (4/11), JSS, de 19 anos. A detenção ocorreu na Vila Vargas, Morro da Cruz, zona Leste da Capital. Com o detido foi apreendida uma pistola marca Taurus Millenium, calibre .380 com nove cartuchos. O jovem foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo e encaminhado ao Presídio Central.

Fonte: Ascom/ PC

Jovem Preso por Tráfico

Brigada Militar apreende jovem por tráfico de drogas na Capital
05/11/2009 10:55


Nesta quinta-feira (5/11), às 4h30, na rua Paulo Maciel, Cohab Cavalhada, bairro Cavalhada, policiais militares do 1º BPM apreenderam um adolescente de 17 anos que estava com 18 pedras de crack e cinco buchas de cocaína. O jovem foi conduzido à Delegacia de Polícia para a Criança e Adolescente.

Fonte: Ascom/ BM

Apreensão de Maconha

Brigada Militar apreende 100 tijolos de maconha e prende dois traficantes
05/11/2009 11:24


No inicio da manhã desta quinta-feira (5/11), policiais militares do 29º Batalhão de Polícia Militar iniciaram acompanhamento em veículos Golf e Blazer, na RS 155, próximo a Ijuí. O veículo Golf, com placas de Santa Catarina, era tripulado por dois indivíduos que abandonaram o automóvel, no distrito de Mauá, na RS 155, fugindo em direção a uma plantação na região. Dentro do veiculo foram encontrados mais de 100 tijolos de maconha.

Através de barreira policial montada na RS 155, foi abordada a caminhonete Blazer, tripulada por dois indivíduos que foram encaminhados à Delegacia de Polícia. Os policiais militares estão realizando buscas na localidade onde o veiculo Golf foi abandonado, na tentativa de capturar os foragidos.

Fonte: Ascom/ BM

Embrapa com Escritório em Gana

A Embrapa tem escritorio en GANA, para apoiar projetos de algodão e cana.
Seu escritorio está num edificio cedido pelo governo local, mas atua em parceria com os escritorios da construtora brasileira CONSTRAN...(da qual olacyr de moraes, o ex-rei da soja é um dos acionistas) que deve estar muito interessada no desenvolivmento da africa...
E tambem em parceria com a AGRA, que é uma agencia de promoção da revoluçao verde na Africa, de propriedade do "filantrópico" senhor BILL GATES.
Como diz o ditado, "me diga com quem andas e te direi quem és! "


Embrapa coordena projeto para plantio de cana e produção de etanol na África (Fonte: http://www.agrosoft.org.br/agropag/100636.htm)
Por Editor em 21/04/2008


O diretor-presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Silvio Crestana, intensifica a agenda da instituição na África. Ontem (20/4), além de inaugurar, junto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, as novas instalações da Embrapa África (Acra-Gana), ele assinou um memorando de entendimento com a Constran S/A Construções e Comércio, para viabilizar projetos conjuntos nas áreas de monitoramento da produção de cana-de-açúcar em Gana.

O memorando abre as portas para novas parcerias da estatal brasileira com a iniciativa privada, no sentido de tornar possível projetos de desenvolvimento sustentável para o continente africano, por meio da transferência de tecnologia.

A parceria com a Constran – uma das maiores empresas do setor da construção civil do Brasil – dará à Embrapa a coordenação de um grande projeto técnico para o plantio de 30 mil hectares de cana na região norte de Gana.

PACOTE TECNOLÓGICO

Essa cooperação incluirá as atividades de avaliação técnica das áreas de produção da cultura, do projeto de produção, elaboração de estudos de viabilidade para o uso de irrigação, acompanhamento e monitoramento das atividades de campo, agricultura de conservação, entre outros pontos.

O memorando de entendimento diz que o contrato para o “pacote tecnológico” a ser construído pela Embrapa terá duração de cinco anos. Os técnicos têm expectativa de que será possível a produção de 180 milhões de litros de álcool ao ano, considerando o plantio dos 30 mil hectares da Constran. O projeto da construtora – que agora investe em agricultura – envolve todas as fases, do plantio até a produção de etanol.

Para Silvio Crestana o formato de projeto a ser desenvolvido com a Constran demonstra, na prática, o quanto a Embrapa África pode contribuir para novas fronteiras para iniciativa privada brasileira, seja em termos de negócios ou de contribuição social. Isso significa que, ao transferir tecnologia, produtos e serviços, sempre haverá mercado para máquinas, equipamentos e investimentos.

NOVA SEDE

O prédio das novas instalações (foto acima) da Embrapa África, com atividades desde novembro de 2006, também vai abrigar o International Food Policy Research Institute (IFPRI) e a Alliance for Green Revolution in Africa (AGRA), entidade dirigida pelo senhor Bill Gates. O edifício, conforme informa o coordenador da Embrapa África, Cláudio Bragantini (à direita na foto), é de propriedade do Conselho para Pesquisa Científica e Industrial (CSIR) e foi totalmente reformado para essa finalidade.

A direção do CSIR preparou um andar do prédio somente para as atividades da Embrapa África – entre elas treinamentos para técnicos africanos que deverão ser realizados junto com a Agência Brasileira de Cooperação (ABC). Até agora, os pesquisadores Bragantini e Paulo Galerani (à esquerda na foto) trabalhavam nas dependências da sede administrativa do CSIR.

FONTE

Embrapa
Deva Rodrigues - Jornalista
Telefone: (61) 3448-4113

Brasil-África

Colóquio Brasil-África discutiu desafios para o novo milênio




Visando proporcionar um ambiente de dialogo e elaboração coletiva com a participação dos atores sociais e institucionais brasileiros e africanos, Salvador sediou, entre os dias 26 e 27 de outubro, no bairro de Stella Maris, o Colóquio Brasil-África. Este colóquio permitiu formar e pensar proposições conjuntas para cooperação entre as regiões, envolvendo diferentes pontos de vista, informações através de elementos culturais e políticos que possam impulsionar o desenvolvimento e a economia.



Veja o restante desta matéria no link: http://www.correionago.com.br/destaques.php?inot=440

Estatuto da Igualdade Racial

Sarney promete colocar em votação o Estatuto da Igualdade Racial
O Globo
Sarney recebeu, nesta quarta-feira, representantes do Movimento Negro Nacional do PMDB. Mediante a mobilização de 60 deputados, o texto foi votado no último ...
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Racismo deve ser comprovado em processo
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Biblioteca dos Barris vai homenagear música negra
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Manoel Carlos receberá Troféu Raça Negra
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Manoel Carlos será um dos homenageados no Troféu Raça Negra, que acontece dia 15 de novembro na Sala São Paulo. De acordo com a organização do evento, ...
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Novembro Negro terá intervenções com grafite em Cuiabá
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Domingo na Praça de novembro celebra o mês da Consciência Negra
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O projeto Domingo na Praça que do mês de novembro integrará a Programação do Novembro Negro, e através da Biblioteca Móvel levará contos africanos, ...
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Justiça condena Netinho a pagar R$ 30 mil por agressão
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A sentença se refere a uma agressão, em 2005, durante uma reportagem do humorista sobre o prêmio Raça Negra. Segundo o Tribunal de Justiça do Rio, ...
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Governo e lideranças negras participam da III Kizomba em Corumbá
Portal MS - Notícias
O Instituto Casa da Cultura Afro-Brasileira (Iccab) eo Instituto da Mulher Negra do Pantanal (Imnegra), de Corumbá (MS), realizam no próximo dia 31, ...
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Atividades culturais movimentam mês do 'Novembro Negro'
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Com o objetivo de promover um grande encontro de grupos, artistas, movimentos e entidades dedicadas à cultura negra, o mês de novembro torna-se em Cuiabá o ...
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Lançamento da Semana da Consciência Negra ocorre nesta quinta
Diário de Canoas
Esteio - O lançamento oficial da Semana da Consciência Negra de Esteio, que nesta edição terá o tema "Identidade étnica e religiosa superando o preconceito ...
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Repórter Vesgo doará indenização após socos de Netinho de Paula
O Fuxico
Depois de ser agredido em 2005 por Netinho de Paula durante o troféu Raça Negra, em São Paulo, Rodrigo Vesgo venceu a batalha nos tribunais. ...
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Stedile x Lula

deu na folha de s.paulo
MST não é "capacho" de Lula, diz Stedile
Dirigente descarta uma adesão automática à candidatura de Dilma em 2010

Aliado histórico do PT, o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), não deverá marchar, formalmente, com o partido já no primeiro turno das eleições presidenciais.

Um dos coordenadores do MST, João Pedro Stedile descartou ontem uma adesão automática à candidatura da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) e afirmou que os movimentos sociais só deverão se engajar na campanha eleitoral no segundo turno.

"Não é problema de partido nem de pessoa, é desse debate que nós queremos fugir. Nem porque o Lula pediu para votar na Dilma, então, nós vamos votar. Não somos capacho de ninguém. Queremos discutir qual é o projeto da Dilma", afirmou Stedile, em entrevista ao programa 3 a 1, da TV Brasil.

A previsão reflete uma divisão do MST, já diagnosticada pelo próprio comando do PT. Segundo petistas, parte expressiva do movimento deverá apoiar a candidatura de Marina Silva (PV) à Presidência. O PT, que mantém laços com o movimento, já foi informado da decisão do MST de conversar com Marina nos próximos dias.

Reunidos em assembleia no fim de semana passado, representantes dos movimentos sociais decidiram ainda condicionar o apoio aos compromissos assumidos pelos candidatos.

Segundo Stedile, a intenção dos movimentos é "aproveitar a campanha eleitoral do ano que vem para discutir um projeto para o Brasil". Ele disse que o MST não reduzirá o ritmo de ocupações no período eleitoral.

"Ele [o sem-terra] não está nem dando bola para o calendário eleitoral. Quer resolver o problema dele. Em toda região que concentra sem-terra e tem latifúndio, vai continuar ocupação de terra", afirmou. Assinante do jornal leia mais em: MST não é "capacho" de Lula e vai manter invasões, diz Stedile

http://oglobo. globo.com/ pais/noblat/ posts/2009/ 10/31/mst- nao-capacho- de-lula-diz- stedile-237193. asp

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É né!??
E agora, pelo jeito que apoiou tanto o MST tera de rever sua posição....


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Violência no Rio de Janeiro

RIO - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lembrou que não é fácil acabar
com a criminalidade ao comentar, nesta quarta-feira no Rio, os episódios de
violência que aconteceram nas últimas semanas na cidade. No dia 17, um
helicóptero da PM foi derrubado por traficantes e, desde então, mais de 40
pessoas foram mortas. O presidente foi à Mangueira inaugurar uma quadra
esportiva.
- Se fosse fácil essa violência acabaria em um minuto. Acabou-se o tempo em
que favela era apenas poesia. Se é narcotráfico, temos que prender, pois
99,9% dos moradores dessas comunidades querem trabalhar honestamente - disse
Lula......
http://oglobo. globo.com/ rio/mat/2009/ 10/28/no- rio-lula- diz-que-violenci a-nao-acaba- em-um-minuto- 914400736. asp
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Palavras bonitas mas sem efeito nenhum sobre a violencia. O que o Lula tem
de fazer é mandar o Exercito (que já tem a obrigação de fazer isso) cuidar
de nossas fronteiras por onde entram armamentos pesados, principalmente
venezuelanos e colombianos e vão parar nas mãos de traficantes e afins nas
favelas cariocas, tornando a menina dos olhos do Brasil numa guerrilha
urbana!

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Boletim da Manuela


LGBT reunem no Rio de Janeiro



Diversidade Sexual
Parada LGBT reúne mais de dois milhões de pessoas no Rio de Janeiro


O Secretário da Identidade e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura (SID/MinC), Américo Córdula, participou neste domingo, dia 1º de novembro, da 14 ª Parada Gay do Rio de Janeiro que tece como tema: Eu tenho direito de viver e amar livremente, senão é homofobia. Mesmo com a chuva, cerca de dois milhões pessoas estiveram na orla de Copacabana, segundo os organizadores do evento.

A passeata contou também com a presença do Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, e do governador do Estado, Sérgio Cabral. Foram distribuídos 500 mil preservativos, lubrificantes e folhetos informativos, como incentivo à prevenção das DSTs, Aids e hepatites virais.

A SID/MinC discute e realiza ações para a promoção do respeito à diversidade sexual com foco no segmento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transsexuais e Transgêneros). Estas ações estão inseridas no Programa Brasil sem Homofobia da Presidência da República, uma das bases fundamentais da luta pelo direito à dignidade e pelo respeito à diferença no país.

O Rio de Janeiro foi eleito ontem o melhor destino gay do mundo. A votação foi promovida pelo Logo, um canal da MTV destinado ao público homossexual, por meio do site tripoutgaytravel.com. O Rio competia com as cidades de Barcelona, Buenos Aires, Montreal e Sydney, e recebeu mais de cem mil votos.

(Comunicação/SID)





Comunicação SID/MinC

Telefone: (61) 2024-2379

E-mail: identidadecultural@cultura.gov.br

Site: http://www.cultura.gov.br/sid

Blog: http://blogs.cultura.gov.br/diversidade_cultural/

Twitter: http://twitter.com/diversidademinc







Prezado usuário,

O envio desta mensagem foi realizado por meio da lista de endereços da Secretaria da Identidade e da Divrsidade Cultural do Ministério da Cultura - SID/MinC

As mensagens são enviadas a pessoas que se cadastraram, previamente, ou foram indicadas por terceiros.

Caso não deseje receber mensagens da SID, por favor, responda este email com o título "remover" como assunto. Se quiser ser cadastrado nessa lista, envie um email com seus dados para elisangela.souza@cultura.gov.br com o título "inscrever" no campo assunto.

Vaticano

VATICANO: SENTENÇA SOBRE CRUCIFIXOS É 'MÍOPE'


Cidade do Vaticano, 04 nov (RV) - O diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Padre Federico Lombardi, afirmou ontem que o Vaticano considera errada a decisão da Corte Europeia de Direitos Humanos, com sede em Estrasburgo, de punir o Estado Italiano pela presença de crucifixos em escolas.

“É errado e míope querer excluir a religião da realidade educativa” – ressaltou Pe. Lombardi em declaração à RV e à rede de televisão pública italiana RAI, divulgada por meio de um comunicado de imprensa. Ele afirmou também que a Igreja Católica recebe a decisão judicial com “estupor e amargura”.

A sentença foi emitida em resposta à reivindicação da italiana Soile Lautsi, que pediu ao colégio de seus filhos que retirasse o crucifixo das salas de aula por se opor ao princípio de laicismo no qual queria educá-los....

http://www.oecumene .radiovaticana. org/bra/Articolo .asp?c=331722
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Pra nós, tudo bem, até ter um estado laico atende nossos desejos, mas pra eles na Europa, deve ser uma barra bem pesada. Saber que uma religião de não tolerancia as outras, pode assumir o controle deles deve ser algo bem dificil de digerir... eu estava lendo noticias da UK e lá houve um protesto de Muçulmanos que queria que as mulheres muçulmanas de lá usassem obrigatoriamente a Burka, evidente que sendo os ingleses, mais bem informados que nós sul americanos, foram as ruas contra a medida impedindo que uma lei islamica totalmente adversa aos costumes ocidentais lá imperasse... .


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Pessoas Presas

Polícia Civil prende duas pessoas na Capital
04/11/2009 13:31


Agentes da 19ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre, coordenados pelo delegado Eduardo Hartz, prenderam, nesta quarta-feira (04), dois homens em Porto Alegre. Cumprindo mandado de prisão, os policiais prenderam preventivamente um homem, de 23 anos, por roubo, na Rua Santa Maria, Morro da Cruz. Outro suspeito, de 20 anos, foi preso, preventivamente, por homicídio qualificado, na Rua Dr. Emanuel José Lopes Fernandes, no bairro Partenon.

Fonte: Ascom/ PC

PAC

"PAC segue o modelo que nós não concordamos"
3 de novembro de 2009

Do Brasil de Fato

Com o tema “Paz e Terra para os Povos Indígenas”, a 18ª Assembleia Geral do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) discutiu, entre os dias 27 e 30 de outubro, em Luziânia (GO), o modelo desenvolvimentista adota pelo governo federal e os impactos dos grandes projetos sobre os povos indígenas.

Dentre os pontos abordados, representantes indígenas e missionários do Cimi avaliaram as consequências dos projetos do Programa de Aceleramento do Crescimento (PAC) em áreas indígenas, com atenção às hidrelétricas do Belo Monte, no rio Xingu, e de Santo Antônio e Jirau, no rio Madeira, além da transposição do Rio São Francisco.

No documento final da assembleia, concluiu-se que “as prioridades absolutas do governo federal são empreendimentos exploratórios dos recursos naturais existentes nas terras e nas águas”.

Em entrevista ao Brasil de Fato, Dom Erwin Kräutler, bispo do Xingu (PA) e presidente do Cimi, afirmou que “esse modelo desenvolvimentista naturalmente tem um grande impacto sobre as aldeias indígenas".

O presidente do Cimi explicou que, do ponto de vista da política de desenvolvimento adotada pelo governo Lula, os povos indígenas acabam constituindo um entrave, já que as terras, se determinadas como áreas indígenas, não podem servir ao grande capital. Dom Erwin lembra que nos últimos dois anos nenhuma terra indígena foi demarcada.

“Nós esperávamos muito mais e pensávamos que esse governo, em termos de direitos humanos e dignidade, especialmente dos povos indígenas, avançasse mais. Infelizmente não é essa a realidade”, lamenta o bispo do Xingu.

Qual balanço o senhor pode fazer da assembleia deste ano?

A assembleia deste ano para mim foi um fato histórico pela presença de mais de 170 pessoas, entre delegados e delegadas e representantes dos povos indígenas, assessores e assessoras. Nós avaliamos essa caminhada nos últimos dois anos, diante dos desafios que se apresentam hoje ao trabalho e ao engajamento do Cimi, Conselho Indigenista Missionário. Nós estamos numa época muito difícil, porque esse modelo desenvolvimentista naturalmente tem um grande impacto sobre as aldeias indígenas. Queremos reafirmar nossa irrestrita disponibilidade e nosso apoio, nossa presença no meio dos povos indígenas.

E quais encaminhamentos puderam ser tirados da assembleia?

Praticamente é uma reafirmação da nossa caminhada. E, de modo especial, como uma prioridade nossa, nós escolhemos o acompanhamento do povo Guarani Kaiowá, devido à expulsão da terra de seus ancestrais. Estão numa situação muito delicada e poderíamos até dizer que se realiza aí um verdadeiro genocídio. Então, como Cimi, queremos nos colocar ao lado destes povos que sofrem violência sistemática por parte do agronegócio, principalmente pelos cultivos de soja e de cana. E também nos colocamos a favor dos povos indígenas contra os grandes empreendimentos do governo como as hidrelétricas do rio Madeira e a projetada Belo Monte, no rio Xingu. Além, também, da transposição do rio São Francisco. Esses empreendimentos atingem fatalmente aldeias indígenas e parece-nos que esses projetos passam por cima desses povos como rolo compressor. Os prejuízos são enormes.

Quais são os principais projetos que impactam os povos indígenas hoje?

Muitos projetos. A maioria dos projetos elencados no PAC têm incidência sobre aldeias indígenas. Creio que nós não podemos fechar os olhos diante de tudo isso, temos que denunciar essas agressões que fatalmente repercutem por meio dos povos indígenas e não são projetos de vida para esses povos, mas de morte.

Como é a avaliação do Cimi sobre o PAC?

O PAC segue o modelo desenvolvimentista que nós não concordamos; modelo desenvolvimentista que quer aproveitar ou abrir todo o espaço para o capital, logicamente em áreas indígenas, reservas indígenas, determinadas como tais. Hoje tem todo um movimento para rever essa determinação em detrimento dos povos indígenas, exatamente para abrir essas áreas ao grande capital. Uma aldeia indígena, uma reserva indígena, naturalmente não presta para esse tipo de coisa, são áreas reservadas aos povos para viverem segundo seus ritos e seus mitos em suas terras ancestrais. E nós defendemos essas áreas e achamos que desenvolvimento que coloca a vida humana em segundo plano não é um desenvolvimento.

Nesse contexto, de que forma a construção das usinas hidrelétricas, como Belo Monte, no rio Xingu, e Santo Antônio e Jirau, no Rio Madeira, afetam os povos indígenas?

Exatamente no caso do rio Xingu, que eu conheço mais de perto, tem incidência sobre aldeias indígenas. Por exemplo, na grande volta do Xingu, se o projeto for executado, ficará seca. Então, aquelas áreas indígenas estarão num rio que secou e isso claro que tem consequências drásticas para os povos indígenas, além dos ribeirinhos que moram ali. A mesma coisa no Rio Madeira, que eu não conheço tão de perto, mas também há incidências sobre áreas indígenas. No meu modo de ver, não está sendo levado a sério esse impacto que os povos indígenas sofrem.

O senhor poderia fazer uma avaliação dos 7 anos do governo Lula do ponto de vista da política indigenista?

Em relação à política indigenista, infelizmente o governo Lula não fez grandes avanços, pelo contrário, eu acho que os povos indígenas constituem mais um entrave, um obstáculo para a visão que esse governo tem de desenvolvimento. Então, esses entraves têm que ser tirados do caminho. E, infelizmente, nos últimos dois anos nenhuma área indígena foi registrada, não houve mais avanços em termos de demarcação de terras indígenas. A nossa Constituição de 1988 prevê a demarcação e homologação de todas as áreas indígenas no país no prazo de cinco anos. Esse prazo há muito tempo esgotou, em 1993, e até hoje grande parte dessas áreas não foi demarcada. Pensávamos que o governo Lula fosse mais atento para os anseios dos povos indígenas, infelizmente nós não estamos satisfeitos com a maneira como o governo Lula age em relação à causa indígena. E a própria Funai agora praticamente liberou o caso da hidrelétrica do Xingu e opinou que não há nenhum obstáculo para a construção dessa hidrelétrica. Ela praticamente fecha os olhos diante da calamidade que esses projetos podem ser para os povos indígenas e os povos ribeirinhos.

E a forma como o governo Lula conduz a política indigenista pode ser comparada com outros governos?

Eu não ia fazer comparação. Eu iria dizer assim: nós esperávamos muito mais e pensávamos que esse governo, em termos de direitos humanos e a dignidade, especialmente dos povos indígenas, avançasse mais. Infelizmente não é essa a realidade.

Os guarani kaiowá, xavante e a Raposa Serra do Sol seguem com impasses de terras homologadas onde os indígenas não podem ocupar. O senhor poderia falar um pouco sobre esta questão?

Os guarani Kaiowá, talvez, são a maior calamidade que nós atualmente temos no país. É inconcebível que um povo seja literalmente expulso e violentado em todos sentidos, tirado de suas terras ancestrais, que sucumbe às investidas vergonhosas por parte dos grandes latifundiários e do agronegócio. É uma situação que clama ao céu, é terrível! Esse povo foi condenado a morrer. E, em pleno século XXI, nós ficarmos diante de um fato como esse, é vergonhoso para o país. Eu comparo com os anos 1960 quando o SPI, Serviço de Proteção ao Índio, foi extinto exatamente por não cuidar dos povos indígenas como era previsto. Foi simplesmente extinto. No exterior se soube de grandes calamidades em torno dos povos indígenas e então o governo o extinguiu, substituiu o SPI pela Funai. E parece que hoje estamos diante de uma calamidade semelhante, que atinge o povo em cheio, o condenando a morrer. E isso nós denunciamos e gritamos realmente em favor desse povo.

E quanto à demarcação das terras indígenas, qual conjuntura atual?

Nos últimos dois anos não foi demarcada nenhuma, a única coisa que nós festejamos foi a decisão do Supremo da área contínua de Raposa Serra do Sol. Mas teria sido uma vergonha nacional se não tivesse ocorrido essa decisão do Supremo Tribunal Federal. Graças à Deus nós salvamos a nossa imagem lá fora.

News Discriminação

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Ele disse que a juventude negra aparece, no cenário brasileiro, como o principal ator da violência. "Está nos dois campos: o de quem sofre eo de quem ...
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... um programa sobre o antropólogo Melville J. Herskovits eo papel na «reconstrução do papel histórico da população negra nos Estados Unidos da América».
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MS Notícias
Integrantes do Projovem Adolescente realizam, no dia 13 de novembro, o primeiro desfile de beleza negra infanto-juvenil. O grupo faz parte do programa ...
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Saúde da população negra é priorizada em Pernambuco
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A proposta, de acordo com o secretário executivo do Cepir, Jorge Arruda, “é dedicar uma atenção especial à saúde da população negra. De uma maneira geral, ...
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Ato público marca abertura do Mês da Consciência Negra no Recife
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Também acontece a 3ª Caminhada dos Terreiros de Matriz Africana e Afro-brasileiro, evento que marca a abertura do Mês da Consciência Negra no Recife. ...
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Cultura negra e indígena
Gazeta do Sul
Algumas disseram que estava usando a religião para fazer magia negra e comercializar os órgãos das crianças. Me acusaram de fazer apologia do diabo”, ...
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Identidade Negra é tema no CineOca que acontece no Cinesesc todas ...
Rondoniaovivo
O CineOca aproveita o mês da consciência negra e elege a temática da afirmação afro-descendente como tema da programação de novembro. ...
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"Estamos convencidos de que a mudança histórica em perspectiva
provirá de um movimento de baixo para cima,
tendo como atores principais os países subdesenvolvidos
e não os países ricos; os deserdados e os pobres
e não os opulentos e outras classes obesas;
o indivíduo liberado partícipe das novas massas
e não o homem acorrentado;
o pensamento livre e não o discurso único.
Os pobres não se entregam e descobrem a cada dia
formas inéditas de trabalho e de luta;
a semente do entendimento já está plantada e o passo seguinte é o seu florescimento
em atitudes de inconformidade e, talvez, rebeldia."

Milton Santos em Por Uma Outra Globalização - Do Pensamento Único à Consciência Universal

Carlos Rigotti recebeu Título de Cidadão


RIGOTTI RECEBE TÍTULO DE CIDADÃO EMÉRITO
A Câmara de Vereadores, em sessão solene no dia 20 de outubro homenageou duas pessoas ilustres do nosso município, Dra. Mariza Manozzo e o Artísta Plástico Carlos Rigotti.

Para a Vereadora Elisabete, que a pedido do Atelier Livre fez a indicação de Rigotti para receber o título de Cidadão Emérito de Vacaria, o artista é um dos maiores expoentes das artes plásticas do Brasil e merece o reconhecimento do seu município, principalmente pelas brilhantes obras que retratam paisagens e temas característicos de Vacaria. Sua pintura sobre os temas gauchescos e folclóricos é reconhecida pelo seu estilo incomparável. Existem obras de Rigotti que vão muito além da tela e nos fazem mergulhar nos sentimentos e lembranças das nossas raízes. Suas telas enchem os nossos olhos e aquecem nossas almas.

Data: 20/10/2009
Fonte: Câmara de Vereadores

Rede Social

http://www.blackpla net.com/

Uma rede social negra... em ingles!!!

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HEITOR (((((º_º))))) CARLOS
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Professores Mortos

Original Message -----
From: Egon Heck
Sent: Wednesday, November 04, 2009 4:31 PM
Subject: Professores Guarani foram assassinados



Companheiros(as)

Enquanto vão chegando informações sobre o brutal assassinato dos dois professores, pais e familiares na área são às vezes os que são informados a partir de pessoas em contato com instituições ou meios de informação que vão descrevendo os detalhes do acontecimento.

Não nos resta apenas a indignação, mas a corajosa ação para por fim a essa barbárie.

Abraços

Egon


Professores Guarani foram assassinados





“A gente não tem mais o que esperar. Depois de cinco dias e cinco noites a gente mesmo vai ao local tentar encontrar nossos professores. Não é só os parentes que estão muito preocupados. Toda a comunidade de Pirajuí ( quse três mil indígenas) estamos preocupados e vamos tomar providencias. Estamos reunidos dia e noite. Que as autoridades acompanhem. Tem que morrer mais dois ou três pra nois ter um pedacinho de terra?” Pergunta uma das lideranças do grupo.


Visivelmente revoltados e preocupados com o silêncio e nenhuma informação a respeito dos professores Guarani Rolindo Véra – 23 anos, filho de Catalino e cilda Gimenes Vera, e Genivaldo Véra, filio de Bernando e Francisca Véra, 22 anos, os indígenas, em meio à angustiante situação, buscam organizar ações na perspectiva de localizar os professores. A cada hora que passa mais cresce o temor de que tenham sido assassinados. Bernando,pai de um dos professores, que mal consegue falar em algo em português, disse que não conseguiria falar a respeito, pediu que outra liderança contasse o que estão sentindo neste momento.


A polícia federal já está há três dias na região, buscando informações sobre os professores desaparecidos e autores das violências contra os índios.


Fazendeiro foragido


Conforme informações da região, o fazendeiro da fazenda São Luiz, Firmino Escobar, onde se localiza o tekoha Ypo’i, evadiu-se. Como cresce a hipótese de assassinato dos dois professores, certamente a consciência dos responsáveis deve ter pesado, dando lugar à fuga. Conforme os indígenas ele já teria retirado todas as suas coisas da fazenda.


Indígenas das aldeias de Jaguapiré e Sassoró, município de Tacuru, estão a caminho da aldeia Pirajuí para ajudar na busca dos professores desaparecidos. Igualmente os da aldeia de Amambaí. Juntos procuram notícias sobre os desaparecidos.


Notícias sobre os corpos encontrados.


A partir do inicio da tarde começaram a chegar as informações de que os corpos dos dois professores indígenas foram encontrados. Apesar de não se dispor de informações mais detalhadas é essa a lamentável informação. O pior. Não queríamos até há pouco acreditar nesta hipótese.


Esta confirmação demonstra a continuidade dessa guerra declarada contra os Guarani e Kaiowá no reconhecimento de suas terras. Não restam dúvidas quanto ao processo genocida em curso. Chama atenção o fato de jovens professores indígenas estarem sendo assassinados por lutarem pelo sagrado direito de seu povo à terra. Escrevem com letras de sangue seu compromisso com a vida e futuro de seu povo. Talvez o gesto heróico de Rolindo e Genivaldo seja o início de um processo de reconhecimento das terras Kaiowá Guarani. Que os responsáveis pela perpetuação desse conflito, pela não demarcação das terras, exigidas à 30 anos pelo Estatuto do índios e há 16 anos pela Constituição, sejam responsabilizados pelas centenas de vidas sacrificadas ao altar de um chamado “progresso”, que não verdade tem significado decreto de morte de povos, comunidades e lideranças indígenas.


Egon Heck

Cimi MS

Campo Grande, 4 de novembro de 2008








Egon Dionisio Heck

TRT autoriza pagamento de FGTS em Vacaria RS

TRT autoriza pagamento integral do FGTS dos servidores municipais

Decisão atinge 229 servidores da prefeitura de Vacaria

O Tribunal Regional do Trabalho(trt) autorizou a liberação de recursos do FGTS dos servidores municipais que ainda estavam pendentes.
O procedimento vai acelerar o pagamento das parcelas aos 229 funcionários que aguardavam o dinheiro há pelo menos 18 anos.
Haviam sido liberados R$ 910 mil, porém, o total é de R$ 1 milhão 150 mil reais. Esta diferença, ou seja R$ 240 mil, também estará à disposição dos interessados a partir de agora.
O anúncio foi feito nesta quarta-feira,04/11, pelo prefeito Elói Poltronieri. Segundo ele agora restam apenas os procedimentos burocráticos.
Ouça em áudio a manifestação do prefeito.



Rádio Fátima AM (Jornalismo), 04/11/2009, 17h26

Apreensão de Cigarros em Vacaria RS

Apreendida carga de cigarros contrabandeada
Carga contrabandeada tem aproximadamente mil caixas de cigarro e está avaliada em mais de um milhão de reais.

A carreta de placas de Missal, no Paraná, com aproximadamente mil caixas de cigarros contrabandeadas do Paraguai foi apreendida nessa quarta-feira, 04/11, por volta das 16 horas, no Posto Fiscal da BR 116, no Passo do Socorro. Na nota fiscal, indicava que a carga era de tripas suínas, que seriam transportadas de Lages (SC) para Portão (RS).
O motorista foi preso em flagrante e encaminhado a Policia Federal de Caxias do Sul, onde foi lavrado o flagrante e permanece na Penitenciaria Industrial
Segundo Carlos de Jesus, do Posto Fiscal do ICMS, a carga contrabandeada está avaliada em R$ 1.100.000,00.


Rádio Fátima AM (Jornalismo), 05/11/2009, 08h24

Moção de Solidariedade


Aprovada Moção de Solidariedade ao PEC que incentiva cultura


Por iniciativa da vereadora Sofia Cavedon (PT), a Câmara Municipal de Porto Alegre aprovou nesta quarta-feira (04), Moção de Solidariedade à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 150/2003 que está em tramitação na Câmara Federal e que determina percentuais fixos para União, Estados e Municípios aplicarem no setor.



A PEC que acrescenta o art. 216-A à Constituição Federal, diz que “a União aplicará anualmente nunca menos de dois por cento, os Estados e o Distrito Federal, um e meio por cento, e os Municípios, um por cento, da receita resultante de impostos, compreendida a proveniente de transferências, na preservação do patrimônio cultural brasileiro e na produção e difusão da cultura nacional.”



Conforme Sofia, no parágrafo primeiro, dos recursos a que se refere o Caput, a União destinará 25 por cento aos Estados e ao Distrito Federal, e 25 por cento aos Municípios. “È um aporte muito importante para o desenvolvimento da cultura nos municípios e no estado, pois será um aumento significativo dos recursos no setor”, destaca a vereadora.



A Moção será encaminhada a todos os deputados federais e senadores.



Ouça: Aprovada moção de solidariedade ao PEC da Cultura



Fonte: Vereadora Sofia Cavedon/PT – 51.9953.7119



Foto: Cristhine Genro



Porto Alegre, 04 de novembro de 2009.



Jorn. Marta Resing/5405

Ass. Comunicação

Ver. Sofia Cavedon/PT

51.90677.0941


Seja responsável com o meio ambiente - só imprima se for necessário.

News Negro

No Museu Nacional
Governo comemora Dia da Cultura exibindo 'Besouro' em Brasília
Plantão | Publicada em 04/11/2009 às 17h30m

O Globo

Por iniciativa da Fundação Palmares, o Ministério da Cultura vai celebrar o Dia da Cultura, nesta quinta-feira, com uma exibição especial, para 700 convidados, do filme "Besouro", de João Daniel Tikhomiroff. A película conta a história e as lendas de Manoel Henrique Pereira, o Besouro Mangangá, considerado por muitos o maior capoeirista de todos os tempos e um ícone da cultura afrobrasileira. "Besouro" estreou em 120 salas brasileiras no último dia 30 de outubro.

Com a presença do ministro da Cultura, Juca Ferreira, o filme será exibido na sala de cinema do Museu Nacional de Brasília. Após a exibição, o diretor João Daniel e os atores Flavio Rocha, Sergio Laurentino e Leno Sacramento participarão de um debate sobre o conteúdo e o processo de produção da obra. No filme, Flávio interpreta o coronel Venâncio, principal antagonista do herói Besouro; Sergio é o orixá Exu, que abre os caminhos do capoeirista em seu processo para se tornar um herói; e Leno atua como um dos amigos do protagonista.


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Vida Nova para Casa do Povo de Vacaria RS


Vida nova à obra de Niemeyer
Interditada desde 1997, a Casa do Povo de Vacaria enfim começa a ser restaurada. A obra, projetada por Oscar Niemeyer e concluída em 1988, chegou a ser ameaçada de demolição por causa dos problemas estruturais e de manutenção. A primeira etapa custará cerca de R$ 1 milhão. Ao final dessa fase, que inclui obras de infraestrutura, revestimento e pintura, as portas da Casa do Povo já poderão ser abertas ao público.

A intenção da prefeitura é implantar um Centro Cultural multimídia no local. Para isso, mais R$ 500 mil serão necessários.


Fonte: Zero Hora

Prefeitura de Porto Alegre


Todas as Notícias

A MANCHETE
Figuras populares são protagonistas da campanha de trânsito
Figuras conhecidas dos porto-alegrenses, como os jogadores de futebol Guiñazu (Internacional) e Victor (Grêmio), a apresentadora Tânia Carvalho e o cantor Neto Fagundes, vão divulgar a mensagem de respeito no trânsito nas peças da nova campanha, a ser veiculada a partir da próxima semana. A produção dos comerciais começou hoje no entorno da praça da Matriz. Leia mais...

DESTAQUES
Piscinas de graça a partir de 15 de dezembro

As piscinas públicas são uma alternativa para quem quer se refrescar no verão da Capital. A temporada começa em um mês e meio e vai até 28 de fevereiro. São esperadas mais de 120 mil pessoas nos sete centros de comunidade. Além de banho livre, são oferecidas aulas de natação, hidroginástica e outras. Leia mais...

Acessibilidade será a marca da preparação para a Copa

Primeira cidade a assinar o compromisso com a Campanha da Acessibilidade, Porto Alegre será modelo para as demais sedes. A informação foi confirmada hoje, durante encontro entre os secretários da Copa, José Fortunati, de Acessibilidade, Tarcizio Teixeira, e a presidente do Conselho Nacional de Pessoas com Deficiência (Conade), Denise Granja. A prefeitura aproveitará as inúmeras intervenções na cidade para fortalecer esse conceito junto aos proto-alegrenses. Até o final de 2009, será realizado em Porto Alegre um evento para a assinatura do termo de adesão. Leia mais...

Obra evitará alagamentos no Lindoia
Orçada em R$ 5,6 milhões, a obra de macrodrenagem começou hoje na avenida Panamericana, esquina com a avenida Sertório. Serão beneficiados 100 mil moradores do Jardim Lindoia e bairros do entorno, que sofrem com problemas históricos de alagamentos, principalmente nas imediações das praças Ponaim e Libanesa. A prefeitura vai executar 1.221 metros de redes pluviais e 1.526 metros de galerias. Os trabalhos devem ser concluídos em um ano. Leia mais...

Prefeito defende integração na municipalização dos serviços

Ao participar da abertura do 2º Congresso Brasileiro do Municipalismo, o prefeito José Fogaça afirmou que os municípios devem estar dispostos a atuar em conjunto com o Estado e a União para alcançar a excelência dos serviços públicos. O evento ocorre até sexta-feira, 6, e está baseado em seis eixos: Meio Ambiente, Segurança, Educação, Gestão da Administração, Gestão da Saúde e Soluções para o Enfrentamento da Crise. Leia mais...

EVENTOS
Guarda Municipal faz 117 anos

A criação da guarda, em novembro de 1892, será comemorada com torneio de fustal e brinquedos como piscina de bolinhas e cama elástica. A festa ocorrerá no sábado, 7, a partir das 8h30, no Complexo Esportivo Geraldo Santana (rua Luiz de Camões, 337). Leia mais...

Festival une bandas de diversos estilos no Harmonia

A 7ª edição do Gig Rock, sábado, 7, terá shows do Pato Fu, Mallu Magalhães, Tonho Crocco, Bidê ou Balde, Os Efervescentes, entre outros. Duas bandas uruguaias, a Dante Inferno e a Hablan por La espalda, também vão participar do evento. Os espetáculos ocorrerão a partir das 17h, na Casa do Gaúcho do Parque Harmonia. Os ingresso já estão à venda ao preço de R$ 20 nas Lojas Oi (Andradas, 1273, lojas 05/06, e Iguatemi) e King 55 (Dona Laura, 78). Veja a programação Leia mais...

Bate-papos culturais começam sábado
O tema de estreia, Arqueologia Náutica, será abordado pelo oceanólogo Rodrigo Torres. Os bate-papos culturais serão realizados nos primeiros sábados de cada mês, das 14h30 às 16h30, no Museu Joaquim Felizardo. Com diálogos abertos à comunidade, pesquisadores e docentes, serão tratados assuntos relacionados ao patrimônio cultural e à cultura material. Leia mais...

MAIS SERVIÇOS
EPTC divulga programação de novembro do radar móvel

Os dias e os locais em que o sistema de radar móvel da EPTC estará atuando no mês de novembro foram publicados no site da prefeitura. Veja os locais

Sine oferece novas oportunidades de trabalho

O Sine abriu 55 novas vagas de emprego para funções como auxiliar de nutrição e dietética, motorista entregador e promotor de vendas em Canoas e Porto Alegre. Interessados devem procurar o posto (avenida Mauá, 1013) às 9h de sexta-feira, 6. É necessário apresentar o número do PIS, carteira de identidade e carteira de trabalho. Leia mais...

PREVISÃO DO TEMPO
Confira a previsão do tempo desta quinta-feira, dia 5
(Clique aqui)

TEMPO HOJE
Veja imagem de satélite
(Clique aqui)

VEJA PAUTAS DO DIA
Pautas para o dia 5 de novembro
(Clique aqui)




Editado pela Supervisão de Comunicação Social
E-mail - Telefones (51)3289.3900 / (51)3289.3932 / (51)3289.3926
Newsletter desenvolvida pela PROCEMPA.

Diversidadce Cultural

Seminário Diversidade Cultural
MinC promove encontro nos dias 6 e 7 de novembro em Campo Grande
O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural, em parceria com a Fundação de Cultura do Mato Grosso do Sul e o Observatório da Diversidade Cultural, promove nos próximos dias 6 e 7 de novembro, na cidade Campo Grande, o 4º Seminário Diversidade Cultural - Entendendo a Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, no Centro Cultural José Octávio Guizzo.



Os encontros têm por objetivo explicar ao público os parâmetros e o conteúdo da Convenção adotada na UNESCO em 2005 e promulgada no Brasil em 2007 pelo Decreto-Lei 6.177. Esse acordo tornou-se um documento jurídico essencial para as políticas públicas de cultura no país e nos outros 102 países que o adotaram até esta data, e vem pautando as ações das políticas públicas desenvolvidas pelo MinC.



Agora será a vez dos gestores da região Centro-Oeste discutirem as questões da diversidade cultural. O formato do evento permanece o mesmo: dois dias de mesas-redondas com informações e discussões sobre os desafios da Convenção, bem como sobre a participação de cada um em sua implementação. Participarão dessas mesas, além de gestores, pesquisadores e produtores culturais que possam contribuir para o debate.

O evento contará com a presença de convidados da Fundação de Cultura de Campo Grande e do Mato Grosso do Sul, da Universidade Federal da Grande Dourados, do Ponto de Cultura Teko Arandu (MS), do Pontão de Cultura Guaicuru (MS), do Coletivo Espaço Cubo Cultural (MT), do Projeto Internacional Under 40 (SP) e do Instituto Homem Pantaneiro (MS).

O Centro Cultural José Octávio Guizzo fica na Rua 26 de Agosto, nº 453 – Centro

Informações pelo telefone: (67) 3317-1792.



Acesse aqui a Programação Seminário Diversidade Cultural em Campo Grande





Comunicação SID/MinC

Telefone: (61) 2024-2379

E-mail: identidadecultural@cultura.gov.br

Site: http://www.cultura.gov.br/sid

Blog: http://blogs.cultura.gov.br/diversidade_cultural/

Twitter: http://twitter.com/diversidademinc

Grêmio Empata com o São Paulo



05 de novembro de 2009 | N° 16146AlertaVoltar para a edição de hojeGRÊMIO
Empate pegado no Olímpico
O inimaginável aconteceu aos 24 minutos do primeiro tempo de Grêmio e São Paulo, ontem à noite, no Olímpico. Quando Rafael Marques saltou com estilo, aparou de cabeça o cruzamento de Douglas Costa e marcou para o time de Paulo Autuori, o colorado Carlos Donassolo ergueu os braços e comemorou como se fosse um gol de seu time.

Isso mesmo. Como, naquele momento, uma vitória do Grêmio impedia que o São Paulo disparasse na liderança, Donassolo, funcionário público de 51 anos, morador do bairro Santana, na Capital, festejou. Vestindo uma camisa branca, apoiou o Grêmio o jogo inteiro.

A rigor, ninguém no Olímpico parecia preocupado com o fato de o Inter ser beneficiado com uma vitória sobre o São Paulo. O público de 13.982, o segundo menor no Brasileirão, apoiou vigorosamente o seu time, como se ainda fosse possível ser campeão. É possível dizer que o São Paulo, por ter roubado o título do ano passado, desperta mais ressentimento.

– Futebol não é tão racional assim. Quando toca o hino do Grêmio e você vê aquelas crianças entrando em campo, a gente esquece tudo – emociona-se o músico Humberto Gessinger.

O apoio começou quando os jogadores tiveram seus nomes anunciados pelo alto-falante. Até mesmo Rafael Marques, que, três dias antes, havia marcado um gol contra, frente ao Santo André. Só o técnico Paulo Autuori não obteve essa trégua e foi apupado.

Com o jogo em andamento, os jogadores do São Paulo eram vaiados sempre que tocavam na bola. Aos dois minutos, quando Maxi López bateu pelo lado, com perigo, quatro torcedores deram saltos levaram as mãos à cabeça, como se fosse uma coreografia ensaiada.

Um passe errado de Adilson provocou protestos.

– Porque o alemão dá esses passes na frente da área? – queixa-se um.

Um pênalti não marcado sobre Maxi López, aos 17 minutos, gera uma onda de protestos e palavrões contra o árbitro baiano Jailton Macedo Freitas.

O Grêmio ataca pela esquerda, com Douglas Costa. Quando o garoto tenta o drible sobre Arouca e perde a bola, o colorado Donasssolo volta a falar como um autêntico gremista.

– Tem que passar essa bola, rapaz.

Aos poucos, os defeitos do time vão incomodando os torcedores. Alguns pedem para que a equipe avance com mais força, desconhecendo a competência defensiva do São Paulo.

Um drible de Jorge Wágner sobre Lúcio provoca um curioso diálogo:

– Esse cara é um perigo – diz um.

– Perigo é essa defesa do Grêmio.

Os fatos comprovam o segundo torcedor. Aos 31 minutos, Thiego não alcança uma bola, Dagoberto domina, chuta cruzado e o arremate desvia em Rafael Marques: 1 a 1.

Os problemas seguem no segundo tempo. Uma falta mal cobrada por Tcheco traz à tona um comentário recorrente entre os gremistas.

– O Tcheco não sabe mais qual o seu lugar no time. O treinador tirou a identidade do time - queixa-se o economista Juarez Meneghetti, 54 anos.

A confiança volta nas conclusões de Douglas Costa e Maxi López. E pouco depois, quando Douglas cabeceia e Rogério Ceni segura quase sobre a linha.

– Edilson, Edilson – berram os gremistas quando o árbitro não assinala pênalti claro sobre Fábio Santos. A referência, claro, era a Edilson Pereira, que protagonizou o escândalo da arbitragem em 2005.

Com três jogadores a menos, o São Paulo defende-se heroicamente nos minutos finais. A pressão, no entanto, é desorganizada. O empate não dá facilita a vida de ninguém.

Veja o melhor de Grêmio x São Paulo

Áudio

Vídeo

Galeria de fotos


LUÍS HENRIQUE BENFICA
34ª rodada
SÁBADO, 18h30min
Santos x Náutico
Vitória x Avaí
Sport x Cruzeiro
DOMINGO, 16h
Atlético-PR x Goiás
Fluminense x Palmeiras
Corinthians x Santo André
18h30min
Barueri x Inter
Atlético-MG x Flamengo
Botafogo x Coritiba


Multimídia

Carta o Berro

Carlos Marighella: Quando é preciso não ter medo.
Augusto Buonicore *
“Ei Brasil-africano!
Minha avó era negra haussá,
ela veio da África,
num navio negreiro.
Meu pai veio da Itália,
operário imigrante.
O Brasil é mestiço,
mistura de índio, de negro, de branco”
(De Canto para Atabaque - Carlos Marighella)
Carlos Marighella nasceu em 5 de novembro de 1911 na cidade de Salvador, Bahia. Seu pai era imigrante italiano, sua mãe uma bela negra, filha de escravos. Nas sua veias corria o sangue haussá, aqueles escravos islamizados que colocaram a Bahia em pé de guerra com suas inúmeras rebeliões no início do século XIX.

Seguindo o espírito contestador de seus antepassados, em 1932, Carlos ingressou na juventude comunista. O Brasil estava agitado naqueles dias. A Revolução de 1930 mal completara dois anos e o descontentamento com os caminhos que ela estava tomando se espalhava por vários setores sociais. No mesmo ano em que aderiu ao comunismo foi preso e espancado pela polícia do interventor Juracy Magalhães. Seu crime: participar de uma manifestação estudantil que pedia a constitucionalização do país.

Antes de terminar o curso de engenharia civil, atendendo ao pedido da direção do Partido Comunista do Brasil (PCB), mudou-se para São Paulo. Partiu sem contestação ou arrependimento. Muitos anos depois diria: “Um sentimento profundo de revolta ante a injustiça social não me permitia prosseguir em busca de um diploma (...) num país onde as crianças são obrigadas a trabalhar para comer”.

Marighella chegou a capital paulista numa má hora. Estava em andamento uma grande caçada aos dirigentes comunistas e, por isso, logo caiu nas garras da temida Polícia Especial, comandada por Felinto Miller. Torturado por 23 dias, nada revelou sobre o Partido. Saiu da prisão em julho de 1937, durante um breve período de liberalização do regime. Contudo, quatro meses depois, foi decretado o Estado Novo. O Brasil mergulhava numa ditadura sem máscaras.

Em maio de 1939, Marighella foi preso pela terceira vez. As torturas foram ainda piores que das vezes anterior. Bravamente continuou a não dar informação alguma aos seus algozes. Ficou aprisionado cerca de seis anos. Enquanto estava no cárcere, um grupo de abnegados camaradas procurava reorganizar o Partido Comunista. À frente desse trabalho encontravam-se Maurício Grabóis, Diógenes Arruda, João Amazonas, Pedro Pomar e Amarilio Vasconcelos.

Esse esforço culminou na realização da Conferência da Mantiqueira em agosto de 1943. Entre os eleitos para o novo Comitê Central estavam os nomes de dois prisioneiros, dois símbolos da resistência democrática e popular: Carlos Marighella e Luís Carlos Prestes.

No início de 1945 foi decretada a anistia. Vivia-se uma nova época. O Partido Comunista do Brasil, agora na legalidade, prestigiado pela sua ação decisiva na luta contra o fascismo, crescia num ritmo acelerado, se transformando numa importante força política nacional. Seus comícios reuniam dezenas de milhares de pessoas e Prestes era um mito entre os trabalhadores.

Na eleição para a Assembléia Nacional Constituinte, Marighella se candidatou pela Bahia e foi eleito. A bancada comunista era composta por 14 deputados federais e um senador. O combativo baiano esteve, ao lado de seus camaradas, na linha de frente dos grandes debates nacionais. Destaque especial merece sua corajosa defesa da separação da Igreja e do Estado e do divórcio. Enquanto ainda era deputado, se enamoraria pela jovem Clara Charf que trabalhava na assessoria da bancada comunista. Ela seria sua companheira por toda vida.
A partir de 1947 a conjuntura internacional começou mudar. A grande aliança entre URSS e as potências capitalistas ocidentais, forjada durante a guerra contra o eixo nazi-fascista, desfazia-se e transformava-se num conflito aberto. Era o início da Guerra Fria. A bandeira do anticomunismo voltou a ser levantada com redobrada energia pelas classes dominantes de todo mundo. No Brasil as coisas não foram diferentes.

Sintonizado com os novos interesses do imperialismo, o presidente Dutra reiniciou a dura repressão ao PC do Brasil. As manifestações públicas foram proibidas e dispersadas com violência. Os sindicatos sofreram intervenção. Jornais comunistas começaram a ser empastelados pela polícia. Preparava-se febrilmente o terreno para a cassação do registro do Partido Comunista e de seus parlamentares. O que acabou acontecendo alguns meses depois.

Marighella, novamente, foi obrigado a mergulhar na clandestinidade e passou dirigir o Partido no estado de São Paulo. Nesse período os comunistas paulistas, enraizados dentro das fábricas paulistas, dirigiram importantes manifestações operárias, como a greve geral de 1953 – uma das maiores da história brasileira até então.

Desde 1950 o PC do Brasil vinha defendendo a constituição de uma Frente Democrática de Libertação Nacional e a luta armada para derrubar o regime vigente – uma linha política marcada pelo sectarismo e o esquerdismo. A deposição e o suicídio do presidente Getúlio Vargas, em agosto de 1954, levaram-no a mudar de posição e defender uma aliança prioritária com os trabalhistas. A vitória de JK trouxe dias mais tranqüilos para os dirigentes comunistas, que tiveram os pedidos de prisão preventiva anulados e puderam, finalmente, sair da clandestinidade. A democracia brasileira parecia começar desabrochar.

Contudo, a paz interna foi abalada por notícias vindas de muito longe. Em fevereiro de 1956, numa sessão secreta do 20º Congresso do Partido Comunista da União Soviética (PCUS), Krushov leu seu famoso relatório no qual denunciava os crimes de Stalin. O que era para ser secreto, rapidamente, se espalhou pelo mundo, através das agências noticiosas estadunidenses. A primeira reação dos comunistas foi negar as informações dadas pela imprensa burguesa.

O delegado brasileiro presente àquele congresso, e que poderia elucidar as dúvidas surgidas, demorou em voltar para o país. Mas, quando chegou, confirmou grande parte do que havia sido divulgado. Abriu-se uma profunda crise no interior do Partido Comunista. Numa das reuniões do Comitê Central, convocadas para discutir o documento soviético, Carlos Marighella não conteve as lágrimas e chorou compulsivamente. Foram dias de agonia para ele. Piores do que aqueles vividos na prisão. Afinal, Stalin era o seu grande ídolo. Aquele que, em meio a enormes dificuldades, havia comandado a construção do socialismo na URSS e derrotado as potências nazi-fascistas. Agora ele era apresentado como um monstro pelo seu próprio partido.

Na verdade, por trás das denúncias ao “culto à personalidade” de Stalin estava a tentativa de mudar a linha política do PCUS e do movimento comunista internacional. Desde aquele congresso os soviéticos passaram defender a coexistência pacífica com o imperialismo estadunidense e a possibilidade de transição pacífica para um novo regime social, rumo ao socialismo, na maior parte dos países do mundo.

Num primeiro momento, Marighella aliou-se à Prestes para implantar a nova política que acabou se consubstanciando na “Declaração de Março” de 1958. Com esse documento o PCB incorporou as teses do PCUS, passando defender a transição pacífica, a tendência irreversível da democracia e o caráter democrático das forças armadas no país. Essa linha, com pequenos ajustes, foi ratificada no 5º Congresso, realizado em 1960. Os principais opositores, que mais tarde reorganizariam o PCdoB, foram excluídos ou mantidos na condição de suplentes no Comitê Central.

No mês de agosto de 1961 o presidente Jango renunciou abrindo uma grave crise política. Os ministros militares se recusaram dar posse ao vice-presidente João Goulart, que se encontrava em viagem oficial à China. No Rio Grande do Sul, o governador Leonel Brizola, com apoio do comandante do 3º Exército, resolveu resistir ao golpe e garantir à posse do sucessor legal. Formaram-se batalhões populares e o país chegou à beira de uma guerra civil.

A saída encontrada foi aceitar a posse de Jango, mas sob um regime parlamentarista. Marighella ficou descontente com a forma encontrada para solucionar a crise. Mais alguns dias, afirmava ele, os golpistas teriam que se render sem a necessidade de concessões. O preocupou o fato do partido de sido pego completamente de surpresa e não ter conseguido elaborar uma resposta à altura, a exceção do Rio Grande do Sul.

Numa conferência partidária, realizada em 1962, iriam se revelar as diferenças de opinião existentes no interior do Partido Comunista Brasileiro (PCB). Marighella, por exemplo, não aceitava a via pacífica como único meio de derrotar o imperialismo e o latifúndio. Acreditava que havia possibilidade de um golpe militar e que era preciso estar preparado para resistir a ele. Não era possível depositar todas as esperanças no esquema militar de Jango nem sobre um possível papel progressista a ser desempenhado pela burguesia brasileira numa eventual crise. Ele, então, passou a compor uma espécie de ala esquerda do Partido. Contudo, a cisão ainda não estava colocada no horizonte e continuou, publicamente, defendendo as posições oficiais da direção do Partido.

No entanto, o golpe militar de 1º de abril de 1964 precipitou a crise interna do PCB. Ele, novamente, havia pegado a direção comunista desprevenida. Muitas de suas teses mostraram-se equivocadas. Marighella foi o primeiro a exigir uma mudança de rumos. O imobilismo o incomodava profundamente. O conflito entre os comunistas brasileiros se agravou.
No dia 9 de maio de 1964, num sábado, os órgãos de repressão tentaram prendê-lo. Ele refugiou-se num cinema, mas foi descoberto. Policiais cercaram e invadiram o prédio. Diante da resistência inusitada imposta pelo antigo líder comunista, eles atiraram. Uma bala atingiu-lhe o peito. Mesmo assim, não se entregou. Entrou num corpo a corpo renhido com os agentes da repressão. Precisou que uma coronhada na cabeça o pusesse a pique. Tudo foi documentado por um fotógrafo do “Correio da Manhã”. O ato de Marighella tornou-se um dos símbolos da resistência ativa à ditadura militar.

Alguns meses depois descreveria essa experiência e colocaria suas opiniões sobre a tática a ser adotada contra a ditadura no livro “Como resisti à prisão”. Ali escreveu: “Os brasileiros estão diante de uma alternativa. Ou resistem à situação criada com o golpe de 1º de abril ou se conformam com ela. O conformismo é a morte”. Continuou: “A grande falha deste caminho (trilhado pelo PCB) era a crença na capacidade de direção da burguesia, a dependência da liderança proletária à política efetuada pelo governo de então”. O autor, pela primeira vez, advogava a necessidade de se utilizar da violência revolucionária contra os generais no poder: “A ditadura surgiu da violência empregada pelos golpistas contra a nação, e não pode esperar menos que a violência por parte do povo para enfrentar os crimes cometidos pelo governo e os militares (...)”.

No ano seguinte, radicalizou mais suas posições, e publicou “A crise brasileira”. O proletariado, afirmou, “não tem outro recurso senão adotar uma estratégia revolucionária (...) Trata-se da revolução, da preparação da insurgência armada popular”. E, concluiu, “o trabalho mais importante, aquele que tem caráter prioritário é a ação no campo, o deslocamento das lutas para o interior do país”.

Apesar de suas divergências públicas, em 1966, ele foi eleito secretário do Partido no estado de São Paulo. Logo depois se desligou da Comissão Executiva Nacional do PCB. “Solicitando demissão da atual Executiva, declarou, desejo tornar público que minha disposição é lutar revolucionariamente junto às massas e jamais ficar à espera das regras do jogo político,
burocrático e convencional que impera na liderança”. Na tradição comunista esse era um ato de insubordinação.

A luta agora passou a ser pela direção central do Partido que, acreditava-se, teria como palco o VI Congresso. Na Conferência regional Marighella conseguiu 33 votos dos 36 delegados presentes. A linha política oficial também foi derrotada no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul. Diante da possibilidade de perder o controle partidário, a direção interveio nesses estados e iniciou o afastamento dos militantes descontentes, acusados de divisionismo.

Marighella foi o único membro do PCB que participou da 1ª Conferência da Organização Latino-Americana de Solidariedade (OLAS), realizada em Cuba. Nesse conclave buscou-se, contra a vontade dos soviéticos, articular uma espécie de Internacional revolucionária latino-americana. Um dos seus lemas era “Criar um, dois, três Vietnãs!”. Procurando novos caminhos, ele empolgou-se com as teses pouco ortodoxas ali aprovadas. Antes de ser expulso, apresenta sua carta de afastamento do Comitê Central. Escreveu: “não tenho que pedir licença para praticar atos revolucionários”. Permaneceu vários meses da ilha e foi firmando suas convicções sobre os caminhos da revolução brasileira. Redigiu “Algumas questões sobre a guerrilha no Brasil”, dedicado a Che Guevara. Agora a guerrilha era reconhecida como “o caminho fundamental, e mesmo único, para expulsar o imperialismo e destruir as oligarquias”.

Voltando ao país, fundou o Agrupamento Comunista de São Paulo e, depois, através de uma articulação envolvendo militantes de vários estados, criou a Ação Libertadora Nacional (ALN). Uma das características dessa nova organização era subestimação – ou mesmo negação – do papel do Partido de Vanguarda (comunista) no processo revolucionário. O seu lema era “a ação faz a vanguarda”. Uma posição, influenciada por Regis Debray, que não se enquadrava na tradição marxista e leninista. Esse foi um dos aspectos mais polêmicos de seu pensamento.

Apesar de advogar a importância do trabalho no campo, a ALN acabou ficando presa às atividades guerrilheiras nas grandes cidades. Entre os seus primeiros atos estavam os assaltos a casas bancárias e outros estabelecimentos, visando levantar fundos para montagem da guerrilha. No começo, a ditadura não imaginava que essas ações estavam sendo praticadas por organizações da esquerda armada. O segredo apenas foi descoberto em novembro de 1968 quando da prisão de um militante. Desde então, Marighella tornou-se o inimigo público número 1.

Ele, no entanto, foi pego de surpresa quando, em setembro de 1969, um comando do MR-8 e da própria ALN capturou o embaixador norte-americano e o soltou em troca da libertação de vários presos políticos. Queixou-se por não ter sido informado com antecedência de uma operação tão decisiva. Os autores do seqüestro responderam usando uma tese do próprio Marighella: “ninguém precisa pedir autorização para realizar um ato revolucionário”.

O experiente combatente tinha consciência que a ditadura, humilhada pelo seqüestro, partiria para o contra-ataque. Ele estava certo. Naqueles dias começou uma verdadeira operação de cerco e aniquilamento. Poucos dias depois a quase totalidade dos que haviam participado daquela ação arrojada estava presa ou morta. O Grupo Tático Armado da ALN foi praticamente desbaratado pela repressão que se seguiu.

Faltava pegar Carlos Marighella. Essa passou a ser uma verdadeira obsessão dos órgãos de segurança. Através de informações extraídas de militantes barbaramente torturados, a polícia localizou-o e montou uma emboscada. No dia 4 de novembro – menos de dois meses da captura do embaixador americano – o Marighella foi executado em plena Alameda Casa Branca na cidade de São Paulo.

O medo dos policiais era tanto que mesmo a vítima estando sozinha e desarmada, eles se embaralharam e acabaram matando e ferindo seus próprios comparsas. Um delegado levou um tiro na perna e uma investigadora morreu baleada na cabeça. Envergonhados, os bandidos do regime disseram que foram atacados por seguranças do líder da ALN. A farsa logo foi desmascarada.

Talvez o poema Rondó da Liberdade, escrito pelo próprio Marighella, descreva com precisão o espírito libertário daquele que nunca se curvou diante às intempéries. Nas câmaras de tortura do Estado Novo, resistindo sozinho e baleado num cinema carioca ou diante de seus algozes numa alameda escura de São Paulo, ele parece sempre querer nos dizer: “É preciso não ter medo,/ é preciso ter a coragem de dizer./ Há os que têm vocação para escravo,/ mas há os escravos que se revoltam contra a escravidão./ Não ficar de joelhos,/ que não é racional renunciar a ser livre./ Mesmo os escravos por vocação/ devem ser obrigados a ser livres,/quando as algemas forem quebradas”. As algemas da ditadura militar já foram quebradas. Outras ainda estão aí para serem partidas e o serão pelas mãos, sem medo, de outros milhares de marighellas.

Uma nota: Quando uma amiga perguntou: quem é você Marighella? Ele respondeu faceiro: “sou apenas um mulato baiano”.

Bibliografia

Betto, Frei – Batismo de Sangue, Ed. Casa Amarela, 2000
José, Emiliano – Marighella: o inimigo público número um da ditadura militar, Ed. Sol e Chuva, 1997
Marighella, Carlos – Por que resisti à prisão, Ed. Brasiliense/Edufba, 1994
---------------------- - Escritos de Marighella, Ed. Livramento, 1979
---------------------- - Poemas – Rondó da Liberdade, Ed. Brasiliense, 1994
Nóvoa, Jorge (org.) – Carlos Marighella: o homem por trás do mito, Ed. Unesp, 1999
Sacchetta, V. & Camargos, M – A imagem e o gesto: fotobiografia de Carlos Marighella, Ed. Fundação Perseu Abramo, 1999.

Filmografia

Marighella: Retrato falado do guerrilheiro – documentário de Silvio Tendler
Hercules 56 – documentário de Silvio Da-Rin.
Batismo de Sangue – filme dirigido por Helvécio Ratton.


3 comentários

* Historiador, mestre em ciência política pela Unicamp



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Criança Negra

Quie inveja moro no Rio, tenho duas filhas e precisava tanto de um dia assim.
Parabéns pela iniciativa
Abs
Jane Santos

--- Em qui, 29/10/09, Margarida Castro escreveu:


De: Margarida Castro
Assunto: Brasil- Ações afirmativas- V encontro da criança Negra [6 Anexos]
Para: forum_de_angolanist as@yahoogrupos. com.br
Data: Quinta-feira, 29 de Outubro de 2009, 18:55





Date: Thu, 29 Oct 2009 07:41:50 -0700

From: acoesafirmativas@ yahoo.com. br
Subject: V encontro da criança Negra

V Encontro da Criança Negra:

É um encontro que acontece desde o ano de 2005, realizado pelo grupo Afro-Infanto- Juvenil Raízes Negras (Paróquia São Raimundo Nonato) e coordenado atualmente pela professora Cleomar Bolivar e Irene dos Santos.

Convidamos você que se interessa em contribuir para melhoria do trabalho de valorização da identidade de crianças negras através do fortalecimento da cultura e história dos negros brasileiros.

Precisamos de pessoas que gostem da temática e desejam contribuir de alguma forma para que o encontro seja interessante e rico de experiências para todos.

Será bem vinda as seguintes oficinas e outras que você queira sugerir:
- Confecção de Brinquedos
- Brinquedos e Brincadeiras.
- Capoeira.
- Dança Afro.
- Penteados (Já temos)
- Corporeidade.
- Percussão (Já temos).
- Teatro.
- Contação de histórias.(Não precisa ser uma oficina!)

Data: 15 de Novembro - 2009 (Domingo)
Benefícios: Valor do transporte + Almoço.

Local: Escola Estadual Afonsino Altivo Diniz.
Endereço: Rua Alvorada, (Em frente / à quadra ou Campo cristal)- Bairro Asteca

(São Benedito) - Santa Luzia.

Horário: 08 às 17 h e oficinas de 14 às 15 h.

Telefones para informações: 31-3636-6373( Cleomar), 3634-1440 (Irene) e
8300-6988 (Aline)

Peço a gentileza de encaminharem este e-mail a pessoas que você conhece e que poderia nos ajudar a realizar o evento com grande alegria.

Em anexo algumas fotos do II Encontro.



Aline Neves Rodrigues Alves
Graduanda em Geografia-UFMG
Açoes Afirmativas na UFMG.









Programa Ações Afirmativas na UFMG
Faculdade de Educação - FaE /UFMG
Av. Antônio Carlos, 6627 - Pampulha
Belo Horizonte/MG CEP: 31.210-901
Tel.: (31) 3409-6188
Horário de atendimento: segunda a sexta de 14 às 18 horas
Email: acoesafirmativas@ yahoo.com. br

Piratini


Cultura
Yeda entrega busto de Flores da Cunha na cidade com o nome do ex-governador
O monumento foi inaugurado na Praça da Bandeira do município de Flores da Cunha, em homenagem pelos 50 anos da morte do general. Direitos e deveres
Sancionada lei que proíbe o fumo em ambientes coletivos
Lugar fechado poderá ter espaço de fumantes, desde que haja exaustão plena do ar para área externa. Direito do Consumidor
Yeda sanciona lei que amplia direito do consumidor a esclarecimentos
Empresas terão de ter placas que indiquem redução de juros no caso de antecipação de débitos. Administração
Governadora é homenageada na abertura do 2º Congresso Brasileiro do Municipalismo
Yeda recebeu a Medalha do Mérito Municipalista, em reconhecimento ao diálogo qualificado com prefeituras. Homenagem
Yeda confraterniza com juízes e recebe reconhecimento da classe
Presidente da Ajuris disse que Yeda escreve o nome na história, sem perder a capacidade de sonhar. Saúde
Hospital São Pedro cria área específica para Musicoterapia
O espaço foi inaugurado hoje (4), em parceria com o Instituto de Música da Escola Superior de Teologia de São Leopoldo.

Brigada Apreende Cigarros em Vacaria RS

Brigada Militar apreende 700 mil carteiras de cigarro em Vacaria
04/11/2009 20:31


Nesta quarta-feira (4/11), às 16h30min, guarnição de serviço no Posto Fiscal Passo do Socorro, em Vacaria (BR 116 – KM 9), composta por dois servidores da Secretaria Estadual da Fazenda e por dois policiais militares, abordaram o veículo caminhão trator, placas MBK2921, de Missal-PR e a carreta placas IDH9003, de Erechim-RS, conduzido por A.J.G.

O condutor apresentou nota fiscal referente ao transporte de vísceras, oriundas de Lajes, Santa Catarina, porém, ao conferir a carga, os PMs constataram que o veículo estava carregado com, aproximadamente, 700 caixas de cigarros, oque resulta em quantidade estimada de 700 mil carteiras.

O condutor foi preso em flagrante delito e conduzido, junto com o veículo e a carga apreendida, para a Polícia Federal de Caxias do Sul.

Fonte: Ascom/BM

Primeira Piada

Poa, 04/11/09

Até que enfim uma piada de homem louro.

Beijos.

Deise Nunes.


Um japonês, um baiano e um louro estavam trabalhando na construção de um edifício de 20 andares. Eles começaram a abrir suas marmitas para almoçar e o japonês disse, irritado:
- Sushi com sashimi de novo! Se eu abrir essa maldita marmita amanhã e encontrar sushi com sashimi me jogo desse prédio!

O baiano abriu sua marmita e gritou:
- Vatapá de novo! Se amanhã meu almoço também for vatapá, me jogo daqui!

O louro abriu a sua e disse:
- Patê de sardinha de novo! Não!!! Se meu sanduíche amanhã for de patê de sardinha de novo, me jogo também!

No dia seguinte o japonês abriu sua marmita, viu o sushi com sashimi e pulou para a morte.

O baiano abriu sua marmita, viu o vatapá e pulou também.

O louro abriu o sanduíche, viu que era de patê de sardinha e também se jogou do prédio.

No enterro, a mulher do japonês chorava sem parar, dizendo
- Se eu soubesse o quanto ele estava cansado de comer sushi com sashimi, eu nunca mais teria posto na marmita dele!'.


A mulher do baiano também chorava,
- Eu poderia ter feito acarajé ou cuscuz! Não percebi o quanto ele estava odiando comer o vatapá!'


Todos se voltaram e olharam para a esposa do louro:
- Ei, nem adianta olharem prá mim, ele sempre preparou seu sanduíche sozinho!

Porto Alegre