Grêmio 1 x 0 Botafogo

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Libertadores 2017

sábado, 25 de fevereiro de 2017

São José 1 x 3 Caxias




Técnico Luis Carlos Winck

Técnico do Caxias Luis Carlos Winck
Como jogador esteve no Inter, Grêmio e nos grande clubes do futebol brasileiro. Este no Glória de Vacaria RS em 1996 e deixou boa impressão pela sua garra e profissionalismo.
Um técnico que vem fazendo um belo trabalho na SER Caxias.

São José 1 x 3 Caxias


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Outras Palavras


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Boletim de atualização - Nº 773 - 18/2/2017



França: eleição dramática, decisiva e imprevisível
Tendência anti-Establishment sacudiu tabuleiro que parecia definido. Cinco candidatos têm chances reais. Eventual vitória de uma esquerda renovada pode ter enorme repercussão global. Por Immanuel Wallerstein (Outras Palavras)

Tática Goebbels na “reforma” da Previdência
“Repita uma mentira mil vezes”, ensinou o ministro de Hitler. No início do debate sobre a PEC-287 no Congresso, fica claro que governo não tem argumentos sólidos – tentará ganhar no grito. Pode não dar certo… Por Glauco Faria (Previdência, Mitos e Verdades)

Sinop, onde a Amazônia virou asfalto e soja
Latifúndios. Agrotóxicos. Dinheiro, consumo e concessionárias. Índios expulsos e Amazônia devastada. História de uma regressão, em 40 anos. Pergunta: é esse o projeto para o Brasil? Por Mauricio Torres e Sue Branford (Outras Palavras)
 
Como Pedro Parente devasta a Petrobras
Depois de vender ativos estratégicos a preço de banana, presidente da empresa liquida política de "conteúdo local" -- que reergueu estaleiros, estimulou desenvolvimento tecnológico e gerou milhares de empregos qualificados. Por Luis Nassif, no GGN (Outras Mídias)

Francisco: por trás de muita “santidade”, está a pedofilia
Papa prefacia memórias de ex-seminarista molestado e dispara: ultraconservadores católicos armaram rede de proteção para esconder abusos. Por Mauro Lopes (Caminho pra Casa)

Um olhar marxista sobre financeirização e novas tecnologias
Livro de Edemilson Paraná tenta entender o predomínio do capital financeiro e a emergência da "Sociedade da Informação" sem se descolar das lições materialistas do velho barbudo. Por Samuel Silva Borges, no Lavra Palavra (Outras Mídias)

Viagem a Nova Canudos, 120 anos depois
No sertão da Bahia, arraial onde resistiram os seguidores de Antonio Conselheiro foi coberto por represa. Mas numa cidadezinha próxima estão vivas as memórias do conflito, encerrado em setembro de 1897. Por Antonio Jiménez Barca, no El País (Outras Mídias)

Raduan: “Vivemos tempos muito sombrios”
Ao receber o Prêmio Camões, escritor relembra seus entusiasmo com o Portugal da Revolução dos Cravos. Depois, denuncia repressão no Brasil e dispara: "Não há como ficar calado"! Leia íntegra de sua fala. Por Raduan Nassar (Outras Palavras)

Carnaval ao som das Bacantes -- em parceria com Outros Quinhentos
O grito das bacantes guerreiras vai virar grito de carnaval e você poderá cair nos ritos de homenagem a Dionísio, por apenas R$20 (se ajuda a sustentar este site). Por Simone Paz Hernández (Outros Quinhentos)

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Boletim
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ACEG


Desemprego para 24 Milhões

FALTA TRABALHO  PARA  24 MILHOES DE PESSOAS NO BRASIL

Além dos 12,3 milhões de pessoas consideradas desempregadas no Brasil, há outras 12 milhões que gostariam de estar trabalhando ou têm jornada considerada insuficiente, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada hoje (23) pelo IBGE. A chamada taxa de subocupação, que agrega esses dois grupos, atingiu 22,2% no último trimestre de 2016, ante 17,3% em igual período do ano anterior. São 5,8 milhões de pessoas a mais nessa condição.
A informação é publicada por Rede Brasil Atual – RBA, 23-02-2017.
Os dados do instituto mostram também que o tempo de busca por emprego tem aumentado. “Está mais difícil encontrar trabalho”, diz o coordenador de Trabalho e Rendimento do instituto, Cimar Azeredo. Para metade das pessoas, o tempo de duração de procura varia de um mês a um ano, mas a parcela que mais cresce é a dos que procuram há mais de um ano ou mais de dois anos – nesse segundo caso, é um contingente superior a 2 milhões de desempregados.
A taxa média de desemprego no país foi estimada em 12% ao final do quarto trimestre do ano passado, estável frente ao terceiro (11,8%) e maior que no final de 2015 (9%). Entre as regiões, as taxas ficam acima da média no Nordeste (14,4%), no Norte (12,7%) e noSudeste (12,3%). E abaixo no Centro-Oeste (10,9%) e no Sul (7,7%).
Se o recorte for pelo número de desempregados, o país “ganhou” 3,269 milhões em um ano, para um total de 12,342 milhões, crescimento de 36%. Na região Centro-Oeste, essa alta chegou a 52,7%, com acréscimo de 309 mil. No Norte, aumentou 48,8%, com mais 333 mil desempregados. Na região mais populosa, o Sudeste, esse aumento foi de 31,8%: acréscimo de 1,364 milhão, totalizando 5,654 milhões.
O IBGE aponta diferenças significativas nas taxas de desemprego entre homens (10,7%) e mulheres (13,8%), comportamento verificado em todas as regiões. As mulheres representam 52,2% da população em idade de trabalhar (a partir de 14 anos), mas são apenas 43% dos ocupados.
Entre os jovens de 18 a 24 anos, o desemprego chega a 25,9%. Cai para 11,2% na faixa entre 25 e 39 anos e para 6,9% entre trabalhadores de 40 a 59 anos.
A diferença também é grande quando se compara dados de trabalhadores brancos (taxa de desemprego de 9,5%), pessoas de cor preta (14,4%) e parda (14,1%), conforme a classificação do IBGE. Há um “abismo” no rendimento, afirma o coordenador do IBGE: o rendimento médio dos brancos foi estimado em R$ 2.660, acima da média nacional, no quarto trimestre (R$ 2.043). O do pardos cai para R$ 1.480 e o dos pretos, para R$ 1.461.