Rádio WNews

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Outras Palavras


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Boletim de Atualização - Nº 338 - 3/12/2013


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Crônicas do Consumismo, à entrada de dezembroPublicidade ensina crianças a acariciar... o plástico. Jornais anunciam skates de mogno. E se “Admirável Mundo Novo” já não for ficção? Por George Monbiot | Tradução: Inês Castilho (Outras Palavras)
Baderna, substantivo feminino
A curiosa origem de uma palavra só existente no português do Brasil. E algumas reflexões preocupadas sobre relação entre esquerda e feminismo. Por Marília Moschkovich (Outras Palavras)

Shopping Vitória: corpos negros no lugar errado
Fila indiana, mãos na cabeça, corpos sem roupa. Dezenas de brasileiros humilhados por ousarem comparecer a um território de gente branca... Por Douglas Belchior, em seu blog (Outras Mídias)
Black Friday 
e Papai Noel É inútil defender, no evento, direitos. O que se busca não são descontos, mas álibi para exercer, sem culpa, compulsão de consumo. Por Wilson Roberto Vieira Ferreira, em Cinegnose (Outras Mídias)

José Pacheco: “Brasil despreza seus educadores geniais”
Criador da Escola da Ponte, em périplo pelo país, afirma: "além de Paulo Freire, outros brasileiros poderiam revolucionar ensino; burocracia estatal os sufoca". Por Simone Harnik, no UOL Educação (Outras Mídias)

A vida entre duas abóbodas
Incrível: pressionado por ruralistas – que falam abertamente em "derramamento de sangue" –, governo pensa em indenizá-los por... invadirem terras indígenas. Por Washington Novaes, noEcodebate (Outras Mídias)

No Brasil, tudo vira pó
Como, até agora, foi impossível incriminar black blocs ou mensaleiros, a culpa vai se fixando… no copiloto. Ele, de 26 anos, expiará as faltas. Por Bruno Cava e André Barros, no Quadrado dos Loucos (Outras Mídias)

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Cadernos Negros


SEXTA 13 SERÁ UM DIA DE SORTE 

Lançamento do livro CADERNOS NEGROS VOLUME 36 - CONTOS AFRO-BRASILEIROS.

Dia 13 de dezembro, sexta-feira, às 19h30
No auditório da Academia Paulista de Letras (um espaço central amplo e agradável)
Largo do Arouche, 312 (próx. à floricultura) - Metrô República
Entrada Franca (é preciso se inscrever, veja abaixo)

Com a presença de alguns autores do livro residentes em São Paulo, Rio e Brasília e algumas participações especiais.

Haverá a minipalestra "Literatura Afro X Literatura Periférica: Contemporaneidade", com Michel Yakini, do coletivo Elo da Corrente e da Usp.

Teremos a participação superespecial do cantor
Fabiann Ifrikan (músico da Guiné-Conacri)

Também haverá as participações das cantoras Liah Jonnes e Débora Garcia e de Cosme Nascimento na percussão.
E não poderia faltar: dança afro com o grupo Omo Aiyê. 
Apresentação: MC Levy


Pra seu maior conforto, inscrições devem ser feitas pelo site do Quilombhoje (www.quilombhoje.com.br / www.quilombhoje2.com.br/blog) ou neste endereço:
https://docs.google.com/forms/d/1Ve9isjsquLNL9pMmpmPIzzZZPeAQFrWdsxpt0iWhgKA/viewform


E atenção: só no dia do lançamento você poderá adquirir o livro com 50% de desconto.
Preço do livro: $ 20,00
Preço no dia do lançamento: $ 10,00


Mais uma vez estamos convidando você para o lançamento de um livro. Faz tempo que a gente faz isso. E sabemos que, se puder, você irá prestigiar o evento. Essa sua força, essa energia, tem ajudado a construir a história da literatura afro-brasileira, que não é só feita pelos Cadernos Negros. Tem bastante gente aí escrevendo, publicando, lançando livros… E escrever é só um caminho, publicar em Cadernos é só uma das opções. Talvez o lançamento seja mesmo uma desculpa pra gente se reunir, falar das questões que atingem nosso povo, mostrar a herança cultural que temos, fazer ressoar vozes, djembês, poemas, contos, com tanta força que até as futuras gerações poderão escutar.

É lógico que queremos também que você leve o livro para casa, leia-o, emocione-se, pense, divirta-se, reflita, obtenha informações. É para isso que serve um livro. 

E não esqueça: o 36 é um livro de contos. Prosa. Relatos. 

Este volume 36 de Cadernos Negros continua a história da série criada em 1978 por Cuti, Hugo Ferreira, Jamu Minka e outros. Desde sua criação, a série tem seus volumes feitos de forma coletiva. 

Com 14 autores e dezesseis contos, o livro de 128 páginas traz textos que falam de temas muito próximos a todos, como afetividade, relacionamentos, sobrevivência; traz temas atuais, como futebol, infância e educação; são contos criativos, relatos que dão um agudo retrato de diversos aspectos da vivência afro-brasileira contemporânea.

Num ano em que se falou tanto da exclusão de escritores afrodescendentes, cujos textos são tão ricos, mas ainda não são tão lidos como deveriam, lançar mais um Cadernos  é algo de profundo significado para os atuais coordenadores da série: Esmeralda Ribeiro e Márcio Barbosa.

Cadernos 36 certamente colaborará para dar mais visibilidade à literatura afro. 

Mas o mais importante é que o livro possa sugerir a você caminhos de felicidade, e que você possa verdadeiramente ser feliz, assim como nós somos ao poder fazer este convite: venha ao lançamento do CN36. Ah, e não esqueça: se puder, venha com uma roupa afro.

Autores do CN 36: Adilson Augusto, Cristiane Sobral, Cuti, Elizandra Souza, Fausto Antônio, Hildália Fernandes, Jairo Pinto, Lande Onawale, Lepê Correia, Michel Yakini, Serafina Machado, Sergio Ballouk, Silvana Martins, Valéria Lourenço

* * *

E embora este seja um convite, não podemos deixar de registrar aqui nosso muito, muito obrigado por tudo, NELSON MANDELA, descanse em paz.

Realização:

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Correalização:

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Apoio cultural:


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Mandela


Mandela: símbolo contraditório de um época; símbolo de uma época contraditória

"Nelson Mandela está morto. Antes de mais nada, há que se respeitar a dor e o luto daqueles que têm referência no líder sul-africano que cumpriu um papel decisivo na luta contra um dos regimes mais racistas e fascistas que já existiu no mundo.

(...) Nós, do PSTU, estamos entre os que reconhecem a importância de sua luta e veem sua trajetória com respeito. Contudo, diante de sua morte, também não podemos esquecer que nem toda ela pode ser saudada sem críticas pelos socialistas. Sua história política e seu legado para os sul-africanos também estão marcados por contradições que, de certa forma, encontram-se sintetizadas no principal cartaz que, hoje, ilustra a entrada do Museu do Apartheid, em Johanesburgo: “Mandela: Companheiro. Dirigente. Prisioneiro. Negociador. Homem de Estado”.

Leia o artigo na íntegrahttp://www.pstu.org.br/node/20194

Viva Favela

REVISTA VIVA FAVELA #17

. Mobilidade Urbana


EDITORIAL

Com esta edição da Revista Viva Favela, ampliamos a disseminação de conceitos básicos sobre mobilidade urbana, dando mais consistência ao chamado “tecido” social que, pela diversidade e igualdade, fortalece os conceitos de nação desenvolvida.

Mobilidade urbana é se locomover com facilidade pela cidade, independente do tipo de veículo utilizado. Ter mobilidade é ter a garantia de que se chegará a um lugar, de forma rápida, com conforto e segurança. É ter alternativas: para deixar o carro na garagem, para escolher um modal que me convenha, para pagar o valor de tarifa que possa, naquela hora. É dispor de ciclovias, se tiver condições de optar por atividades físicas e de sustentabilidade sócio-ambiental. É também ter calçadas que garantam acessibilidade aos deficientes físicos e visuais, e segurança aos idosos ou qualquer outro com mobilidade reduzida, porque essa igualdade de direitos consolida a sensação de plena cidadania.

Cabe aos governos estabelecer políticas públicas de transporte, trânsito e de uso e ocupação do solo, de forma a atender o conjunto da população. Um plano diretor, elaborado com a participação da sociedade, é a ferramenta que irá diminuir o número de deslocamentos, proporcionando acesso amplo e democrático ao espaço urbano, sem restrições de qualquer natureza, sem gerar segregacionismo, e perseguindo a melhor qualidade de vida.

Com isso, o desestimulo ao uso de veículos particulares será natural e acontecerá em função da eficiência, regularidade, conforto e segurança do transporte público coletivo e de massa, culminando com uma política de passe livre, assim como ocorre com a saúde e a educação. Quando chegarmos lá, estaremos concorrendo com o Butão, melhor “ranqueado” do que o Brasil em escalas classificatórias internacionais sobre felicidade.

Alcebiades Fonseca, editor convidado

 

Sinal fechado para transportes de massa na Baixada 
por Juliana Portella | Nova Iguaçu | RJ
Transporte alternativo na Rocinha 
por William de Oliveira | Rocinha | RJ

Outras Palavras


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Boletim de Atualização - Nº 341 - 10/12/2013

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Sobre Papas, capitalismo e esquerdaQue há de novo nas críticas de Francisco ao sistema? Por que seria tolo desprezá-las, na conjuntura complexa que vivemos? PorVicenç Navarro (Outras Palavras)
Vinte imagens para começar a compreender 2013Multidões nas ruas. Repressão. Fenômenos climáticos extremos. Refugiados. Esportes imprevistos. Agência AFP aponta fotos que mais repercutiram nas redes (Outras Mídias)
Óleo de fracking: porque o Brasil pode e deve rejeitá-loSem consulta alguma à sociedade, Agência Nacional de Petróleo quer iniciar exploração predatória e contaminante -- que ameaça o Aquífero Guarani e desvaloriza riqueza do Pré-Sal. Por Maurício Thuswol, na Carta Maior (Outras Mídias)
Acidente no “Itaquerão”: o que a mídia omitePassada cobertura "espetacular" da tragédia, dois fatos fundamentais permanecem ocultos: enorme mortalidade da construção civil e promiscuidade da Odebrecht com poderPor João Marcos Previattelli e Paulo Motorynna Revista Vaidapé (Outras Mídias)

A resistência indígena em Yvy Katu e seus sentidos
Há cinco anos, ministério da Justiça demarcou área indígena. Mas Presidência vacila em assinar decreto e Judiciário chama índios de "guerrilheiros". Agora, eles decidiram lutar até o fim. Por Ruy Sposati, no site do CIMI (Outras Mídias)

El País, 
decadência e arrogânciaEndividado na Espanha, mais comprometido com poder e altos executivos que com informação, jornal chega ao Brasil como se viesse nos resgatar da barbárie... Por Mauro Satayana, em seu blog (Outras Mídias)
A fábrica de futebol de Campenella
Animação argentina destaca-se, entre filmes de dezembro. Numa cidadezinha de interior, esporte-empresa defronta-se com time local de derrotados e desajustados. Por José Geraldo Couto (Outras Palavras)

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Pesagem da Maconha Apreendida

FINALIZADA A PESAGEM DA MACONHA APREENDIDA EM VACARIA

PESO TOTAL = 1.201 (MIL DUZENTOS E UM) QUILOS DE MACONHA


ANDERSON SILVEIRA DE LIMA,DELEGADO DE POLÍCIA.

DELEGACIA DE POLÍCIA DE VACARIA.(
54.3231.1212)

Blogando com João Amaro: A ESCOLHA DO NOVO PRESIDENTE DA CÂMARA DE VEREADOR...

Blogando com João Amaro: A ESCOLHA DO NOVO PRESIDENTE DA CÂMARA DE VEREADOR...: A eleição da nova mesa é apenas mais um capitulo na história recente da política local. Os acontecimentos de bastidores só reforçam a idéia...

Novo Presidente da Câmara de Vereadores de Vacaria RS

Boa tarde

Antônio Almeida, PPS vai presidir a Câmara em 2014. Saiba mais em:
http://camaravacaria.rs.gov.br/vnoticias.php?noticia=981

Estou à disposição para mais informações.

Giana Pontalti
Assessora de Comunicação

Paulo Furtado: Depois da Chuva

Paulo Furtado: Depois da Chuva: No calor do verão Depois da chuva forte de Verão Vem aquele sol de fim de tarde O céu azul da vontade da gente voar e alcançar o paraíso...