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Libertadores 2017

sábado, 29 de maio de 2010

Fotos Circo Fiesta em Vacaria RS











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Culturas Ciganas


Prêmio Culturas Ciganas 2010
SID/MinC realiza mais três oficinas do Prêmio no final de maio
O Ministério da Cultura (MinC), por meio da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (SID), realiza, no final deste mês, mais três oficinas do Prêmio Culturas Ciganas 2010. Amanhã, dia 26, os técnicos da SID estarão na cidade de Codó, no Maranhão, dia 27 na cidade de Petrolina, no Pernambuco e dia 28 na cidade de Tianguá, no Ceará. No dia 28, acontecerá ainda, em Brasília, uma grande oficina do Prêmio, que terá a participação dos ciganos da capital federal e de toda a região do Entorno. O encontro em Brasília terá também a presença de mais 10 gestores de outros estados do país.

As inscrições para o Concurso Público foram abertas no último dia 16 de abril e se encerram no dia 12 de julho de 2010. O Edital premiará 30 iniciativas que envolvam trabalhos, individuais ou coletivos, que fortaleçam as expressões culturais ciganas e contribuam para a continuidade e manutenção das identidades dos diferentes clãs e povos presentes no Brasil, que somam mais de meio milhão de pessoas. O primeiro Edital de premiação para os ciganos do Brasil foi realizado em 2007, contemplando 20 iniciativas culturais do segmento.

A nova edição do Prêmio Culturas Ciganas distribuirá R$ 300 mil em prêmios, sendo R$ 10 mil para cada iniciativa premiada e será realizado em parceria com o Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP); com a Secretaria Especial de Promoção de Políticas para a Igualdade Racial (SEPPIR) por meio da Subsecretaria de Políticas para Comunidades Tradicionais e da Subsecretaria de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos da Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH); e com a Pastoral dos Nômades do Brasil.

As Oficinas
A SID/MinC já realizou nove oficinas na regiões Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste e uma Videoconferência na Região Nordeste, com o objetivo de treinar gestores, técnicos e pessoas do segmento interessadas em participar do Prêmio. As oficinas, que serão realizadas em diversos estados brasileiros, contam com a participação dos parceiros da SID na realização do Prêmio e têm, como foco principal, dar esclarecimentos e orientações sobre o Edital. Para o mês de junho, já estão programadas mais duas oficinas: dia 06, no Rio de Janeiro e dia 10, em Campinas, São Paulo.

Próximas Oficinas:

Dia 26
Cidade: Codó (Maranhão)
Horário: 9 às 18 horas
Local: Clube da Rocinha
Endereço: Rua Frei Henrique de Coimbra, Bairro São Raimundo
Parceria: Secretaria de Estado da Igualdade Racial do Estado do Maranhão
Informações pelo telefone (99) 2108-9139/9124, com Josanira Rosa, ou pelo endereço eletrônico igualdaderacialma@yahoo.com.br

Dia 27
Cidade: Petrolina (Pernambuco)
Horário: 9 às 18 horas
Local: Av. Tancredo Neves, s/n, ao lado do Centro de Convenções, Petrolina - Pernambuco
Informações: 81. 31941300 (Jorge Garcia ou Sônia Maria) ou nordeste@cultura.gov.br

Dia 28
Cidade: Tianguá (Ceará)
Horário: 8 às 17 horas
Local: Centro Administrativo de Tianguá - Prédio da Prefeitura - Sala do Depto. de Cultura
Endereço: Av. Moisés Moita, 785 - Bairro Planalto

Informações pelo telefone (85) 3101-4554, com Jacqueline, ou pelo endereço eletrônico jacqueline.souza@stds.ce.gov.br

Veja mais informações sobre o Edital e confira os locais e data das próximas oficinas na página da SID/MinC www.cultura.gov.br/diversidade ou pelo endereço eletrônico premioculturacigana2010@cultura.gov.br.

Confira o Edital.
Acesse a Cartilha.

(Heli Espíndola-Comunicação/SID)



Comunicação SID/MinC

Telefone: (61) 2024-2379

E-mail: identidadecultural@cultura.gov.br

Acesse: www.cultura.gov.br/sid

Nosso Blog: blogs.cultura.gov.br/diversidade_cultural

Nosso Twitter: twitter.com/diversidademinc

Africa

Entenda Golpe de 64

Para entender o Golpe de 1964

E-livros

Sexta-Feira, 13

Os últimos dias do governo João Goulart

de Abelardo Jurema



Clique aqui e faça o download do livro.

Quem dará o golpe no Brasil?

de Wanderley Guilherme



Clique aqui e faça o download do livro.

*Agradecimento especial para Abelardo Jurema Filho e Wanderley

Guilherme que nos autorizaram a reproduzir as obras "Sexta-feira, 13"

e "Quem dará o golpe no Brasil?", respectivamente.

Bibliografia

BANDEIRA, Luiz Alberto Moniz. A renúncia de Jânio Quadros e a crise pré-64. São Paulo:

Brasiliense, 1979.

___________. O caminho da revolução brasileira. Rio de Janeiro: Melso, 1962.

BORGES, Mauro. O golpe em Goiás - história de uma grande traição. Rio de Janeiro:

Civilização Brasileira. Coleção Retratos do Brasil, 1965.

BRANCO, Carlos Castelo. Os militares no poder. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, vol. 1,

1976.

CAMARGO, Aspásia; GOES, Walder de. Meio século de combate: diálogo com Cordeiro de

Farias. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1981.

CONY, Carlos Heitor. O ato e o fato. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1964.

CASTELLO BRANCO, Humberto de Alencar. A Revolução de 31 de março. Rio de Janeiro:

Biblioteca do Exército,1966.

COUTINHO, Lourival. O General Góes depõe. 2ª ed., Rio de Janeiro: Livraria Editora

Coelho Branco.

D'ARAUJO, Maria Celina; SOARES, Gláucio Ary Dillon, & CASTRO, Celso. Visões do golpe:

A memória militar sobre 1964. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1994.

DINES, Alberto, et alii. Os idos de março e a queda em abril. Rio de Janeiro: José Alvaro,

Editor, 1964.

DREIFUSS, Renè Armand. 1964: a conquista do Estado - Ação política, poder e golpe de

classe. Petrópolis: Vozes, 1981.

DULLES, John W. F. Castello Branco. O caminho para a presidência. Rio de Janeiro: José

Olympio, 1979.

FERREIRA, Oliveiros S. As Forças Armadas e o desafio da revolução. Rio de Janeiro:

Edições GRD, 1964.

FIGUEIREDO, Argelina C. Democracias ou Reformas? Alternativas democráticas à crise

política: 1961-1964. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1993.

GASPARI, Elio. A Ditadura Envergonhada. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.

GOES, Walder de. O Brasil do General Geisel. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1978.

GORENDER, Jacob. O Combate nas trevas. 5ª ed. São Paulo: Ática, 1998.

GUEDES, Carlos Luis. Tinha que ser Minas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1979.

MELLO, Jaime Portella. A Revolução e o Governo Costa e Silva. Rio de Janeiro: Editora

Guairra Editores. 1979.

MOURÃO FILHO, Olympio. Memórias: a verdade de um revolucionário. Rio de Janeiro:

L&PM. 1978.

OLIVEIRA, Eliézer Rizzo de et alli. As Forças Armadas no Brasil. Rio de Janeiro: Espaço e

Tempo, 1987.

IANNI, Octávio. O colapso do Populismo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1975.

JUNIOR, Caio Prado. A Revolução Brasileira. 1ª ed., São Paulo: Brasiliense, 1966.

JUREMA, Abelardo. Sexta-feira 13 - Os últimos dias do governo João Goulart. Rio de

Janeiro: Edições O Cruzeiro, 1964.

REIS FILHO, Daniel Aarão. A revolução faltou ao encontro - Os comunistas no Brasil. 2ª

ed. São Paulo: Brasiliense, 1990.

ROMAGNOLI, Luis Henrique & GONÇALVES, Tânia. A Volta da UNE – de Ibiúna a

Salvador. São Paulo, SP: Alfa-Ômega, 1979.

SALLUM, Brasílio Jr. Labirintos: dos Generais à Nova República. São Paulo: Hucitec.

SANFELICE, José Luis. Movimento Estudantil – A UNE na Resistência ao Golpe de 64. São

Paulo, SP. Cortez, 1986.

SANTOS, Francisco Rua (org). Marechal Castello Branco. Seu pensamento militar: 1946-

1964. Rio de Janeiro: Imprensa do Exército. 1968.

SANTOS, Wanderley Guilherme dos. Sessenta e quatro - Anatomia da crise. São Paulo:

Vértice, 1986.

SCHILLING, Paulo R. Como se coloca a direita no poder. São Paulo: Global. Vol. I: Os

Protagonistas. Vol. II: Os Acontecimentos, 1979.

SILVA, Hélio. 1964 - Golpe ou Contragolpe?. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1975.

SKIDMORE, Thomas. Brasil: De Getúlio a Castelo. Rio de Janeiro: Saga, 1969.

STARLING, Heloisa Maria Murgel. Os senhores das Gerais - Os novos inconfidentes e o

golpe militar de 1964. Petrópolis: Vozes, 1986.

TAVORA, Juarez. Uma vida e muitas lutas. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1974.

TOLEDO, Caio Navarro. O governo Goulart e o Golpe de 1964. São Paulo: Brasiliense,

1982.

TOLEDO, Caio Navarro de. 1964: Visões críticas do golpe. Campinas, SP: UNICAMP,

1997.

Ficção*

ÂNGELO, Ivan. A Festa. 8ª ed., São Paulo: Geração Editorial, 1995.

BRANDÃO, Ignácio de Loyola. Zero. 12ª ed., São Paulo: Global, 2001.

CALLADO, Antonio. Quarup. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1967.

___________. Bar Don Juan. 8ª ed., Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001.

CONY, Carlos Heitor. Pessach: a travessia. 3ª ed., São Paulo: Companhia das Letras,

1999.

CONY, Carlos Heitor; VENTURA, Zuenir; VERÍSSIMO, Luis Fernando. Vozes do Golpe. São

Paulo: Companhia das Letras, 2004 ( 4 vol.)

GUIMARÃES, Josué. Camilo Mortágua. 7ª ed., Porto Alegre: L&PM, 2000.

VERÏSSIMO, Erico. Incidente em Antares. Rio de Janeiro: Globo, 2002.

Poesia*

MELLO, Thiago de. Faz escuro mas eu canto. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1965.

14ª edição, 1993.

___________. A canção do amor armado: 7ª ed., Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,

1966, 1993.

GULLAR, Ferreira. História de um valente (cordel).

(Cordel feito sob encomenda para o Partido Comunista, a fim de ajudar na campanha de

libertação de Gregório Bezerra. O livro foi publicado na clandestinidade e Gullar usou o

pseudônimo de José Salgueiro, numa referência à sua escola de samba. Na época, foi

divulgado que José Salgueiro era um poeta popular, e só muitos anos depois Gullar

assumiu a autoria do cordel).

Filmografia*

A derrota, Mário Fiorani. (1966)

Ação entre Amigos, Beto Brant (1998)

Alma Corsária, Carlos Reichenbach (1994)

Anos Rebeldes, Denis Carvalho (1992)

As armas, Astolfo Araújo. (1969).

As Meninas, Emiliano Ribeiro (1995)

Barra 68 - Sem Perder a Ternura, Vladimir Carvalho (2000)

Brasilianas 16 - Anistia no Cinema (1978/79)

Cabra Marcado Para Morrer, Eduardo Coutinho (1964-1984)

Dois Córregos, Carlos Reichenbach. (1999)

Feliz Ano Velho, Robert Gervitz (1988)

História do Brasil Vol. VII (1993)

Jango, Silvio Tendler (1984)

Jânio a 24 Quadros, Luiz Alberto Pereira (1981)

Jardim de guerra, Neville d'Almeida. (1968).

Kuarup, Ruy Guerra (1988)

Lamarca, Sergio Rezende (1994)

Leila Diniz (1987)

Muda Brasil, Oswaldo Caldeira (1985)

O Bandido da Luz Vermelha, Rogério Sganzerla (1968)

O bravo guerreiro, Gustavo Dahl. (1968).

O Desafio, Paulo Cezar Saraceni (1965)

O Evangelho Segundo Teotônio, Vladimir Carvalho (1984)

O País dos Tenentes, João Batista de Andrade (1987)

O Que É Isso Companheiro?, Bruno Barreto (1997)

O Velho, Toni Venturi (1997)

Opinião pública, Arnaldo Jabor. (1967).

Os Anos JK - Uma Trajetória, Silvio Tendler (1980)

Os fuzis, Ruy Guerra. (1965).

Pra frente Brasil, Ronaldo Farias. (1981).

Que Bom Te Ver Viva, Lúcia Murat (1989)

Terra em transe, Glauber Rocha. (1967).

Testemunha da História, Boris Casoy (2000).

Ulysses Cidadão, Eduardo Escorel (1993)

Vida de Artista, Haroldo Marinho Barbosa (1972)

*Agradecimento especial à professora Walnice Nogueira Galvão e ao Centro Sérgio

Buarque de Holanda pelas indicações aqui apresentadas.


-----Anexo incorporado-----


_______________________________________________
Cartaoberro mailing list
Cartaoberro@serverlinux.revistaoberro.com.br
http://serverlinux.revistaoberro.com.br/mailman/listinfo/cartaoberro

Brasil Será a Quinta Economia

Até em 2030,que são p0raso de vinte anos, se no país com os mesmos metros quadrados que os estado do Paraná do Brasil acabarem com a ditadura clássica e saberem ouvir o seu povo, com a política de formação de quadro substituiriam 70% de extrangeiros no mercado de trabalho nacional, com o insentivo de impreendimento privado aos nacionais substituiriam 40% de empresas multi-nacionais; com a separação dos três poderes, cada um cumprindo com suas actividades teria o tal país na lista dos países mais desenvolvidos do mundo.
Devemos lembrar e comparar a Uganda e a Corea nos anos setenta p-ara se dar um bom reparo no que é política para o desenvolvimento. Enquyanto que o ditador Africano oprimia as pessoas e até massacrava, o ditador asiático oprimia em uma forma de construção de pensamento nas prácticas opressivas para o desenvolvimento do país.
Brasil não tem nada para ensinar porque vive de cópias do ocidente.

Kizembe wazuela...!! !



--- Em qui, 13/5/10, eupovo escreveu:


De: eupovo
Assunto: (( Brasil será a 5ª economia mundial em 2030 ))
Para: forum_de_angolanist as@yahoogrupos. com.br
Data: Quinta-feira, 13 de Maio de 2010, 21:07



(( Brasil será a 5ª economia mundial em 2030 ))
http://www.intelige nciabrasileira. blogspot. com

Imagem

Blog Raissa

Rádio Cacique



Por ocasião do 62º aniversário da Rádio Cacique, transcorrido ontem (26/05), o deputado Francisco Appio registrou nos anais da Assembleia Legislativa a atuação do locutor Flávio Castellano, como "speeker" de 1951/57 naquela emissora, fundada em 1948. Antes disso, Catellano, nascido em 1930 em Flores da Cunha, foi um dos pioneiros, aos 16 anos, da Rádio Caxias (fundada em 1946) por Arnaldo Balvé e Joaquim Pedro Lisboa (sogro do Paulo Triches), que mais tarde adquiriu a empresa. Francisco Appio , que foi locutor nas duas emissoras (Rádio Cacique e Rádio Caxias), destacou a atuação de Flávio Castellano, que no próximo dia 8 de agosto completará 80 anos, 60 dos quais, residindo em Lagoa Vermelha , onde nasceram seus pais.
















Clique aqui e veja a homenagem prestada na Assembleia, no 60º aniversário em 2008



Da Tribuna, o parlamentar citou ainda a preocupação dos radiodifusores com a Legislação Eleitoral. Criterioso e coerente com o TRE, o empresário Idylio Badalotti (Rádio Difusão de Erechim – foto ao lado), vice-presidente da AGERT - na administração passada - expressou a preocupação das emissoras de que os candidatos sejam devidamente informados, evitando constrangimentos. Badalotti foi condecorado no início do ano com a Medalha do Mérito Farroupilha, pelos 48 anos de rádio. Francisco Appio , que durante 10 anos foi narrador esportivo ao lado de Badalotti, registrou a presença dos jovens empresários Tiago Costa e Anderson Costa (Rádio Comunitária de Pinhal da Serra), no Plenário do Parlamento gaúcho, preocupados com as diretrizes das eleições. Na próxima segunda-feira (31/05), o TRE realizará palestra pelo desembargador Luiz Difini, seu presidente, para os radiodifusores gaúchos, sobre a Legislação Eleitoral.







Deputado Estadual Francisco Appio - www.appio.com.br

Ruralistas x Direitos Humanos

Valor, 27.05.2010. Coluna Maria Inês Nassif





Ruralistas versus direitos humanos


Maria Inês Nassif



Existem inúmeras razões para colocar a erradicação do trabalho escravo como a prioridade número um do Século XXI - de ordem econômica, religiosa ou social. O difícil é imaginar alguma razão para defender a acumulação de riqueza por meio da exploração do trabalho de forma desumana e degradante. A despeito de todo horror que causa a existência de seres humanos que, em estado de miséria, são submetidos a condições de exploração extrema, a barreira ruralista que rapidamente se arma a qualquer vaga ameaça sobre a propriedade tenta se impor ao bom senso. O bom senso - único, inescapável - é que o trabalho escravo tem que ser eliminado da vida brasileira.



As atuações das secretarias de Direitos Humanos de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não foram de ruptura. Sob a liderança de militantes históricos da área - José Gregori, no governo FHC, e Nilmário Miranda e Paulo Vannuchi, no governo Lula -, os governos tucano e petista mantiveram uma agenda que era comum à sociedade civil que, desde a ditadura, lutava por direitos políticos e de cidadania. Talvez por terem a mesma origem, dificilmente - com a triste exceção da desmedida reação conservadora ao 3º Programa Nacional dos Direitos Humanos (PNDH-3), apoiada por tucanos por razões que fugiram aos seus compromissos históricos - encontram grandes resistências no terreno de disputa partidária entre as duas legendas que lideram o cenário da política institucional, o PT e o PSDB. A Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, as tentativas de resgate da memória da repressão política no período militar (1964-1985), o combate ao trabalho infantil, as ações para universalizar o registro civil e vários outros programas dos que se desenvolvem hoje, na SEDH, começaram no período anterior.



O Programa de Erradicação do Trabalho Escravo é um deles. O Brasil tornou-se referência mundial de combate ao trabalho degradante em 1995, quando o governo de FHC reconheceu publicamente a existência do trabalho escravo no país. O Grupo Executivo de Repressão ao Trabalho Forçado (Gertraf) foi criado naquela época e elevado a Comissão Nacional Para a Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae), órgão colegiado vinculado à Secretaria Especial dos Direitos Humanos, no governo Lula. É de 1995 a criação do Grupo de Fiscalização Móvel - que, de lá para cá, tem tornado relativamente comuns as ações, estampadas pelos jornais, de libertação de mão de obra em regime análogo ao trabalho escravo em fazendas pelo Brasil afora.



O 1ºEncontro Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo, que acontece desde terça-feira em Brasília, coloca o problema como política pública que envolve Executivo, Legislativo e Judiciário, por demanda de setores sociais engajados em apagar a escravidão da triste história brasileira. O encontro reúne ministros do governo, o ministro Carlos Ayres Brito, do Supremo Tribunal Federal, organizações sociais envolvidas no combate à escravidão, ministros do Tribunal Superior do Trabalho, juízes do Trabalho, representantes do Ministério Público, a relatora Especial das Nações Unidas sobre formas contemporâneas de escravidão, Gulnara Shahinian etc. Se, de um lado, reúne consensos, de outro tem um enorme potencial do confronto.



A aprovação, o Congresso, da proposta de iniciativa popular da Ficha Limpa, a despeito de todas as previsões, recolocou a PEC nº438/2001 com mais força na agenda desses setores que querem transformar a luta pela erradicação do trabalho escravo em consenso. A emenda foi apresentada ainda no governo de FHC, foi votada pelo Senado em dois turnos e apenas conseguiu ser apreciada no primeiro turno pela Câmara em 2004, em meio à comoção do massacre de Unaí, quando fiscais do trabalho foram massacrados a mando de um fazendeiro. Espera a votação em segundo turno até hoje. A PEC autoriza a desapropriação, para fins de reforma agrária, das propriedades rurais que fizerem uso do trabalho escravo- a exemplo do que a Constituição de 1988 definiu para as propriedades rurais que fizerem plantio de drogas. Impede a votação a oposição da bancada ruralista, o setor mais conservador da sociedade brasileira e mais super-representado no Congresso Nacional. É enorme o poder de veto da bancada, no que se refere a qualquer assunto que envolva a propriedade rural.



O momento, segundo o ministro Paulo Vannuchi, pode ser propício: a efetividade da pressão popular que levou à votação do Ficha Limpa pode neutralizar o poder de veto da bancada ruralista. Foi entregue ao presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), um abaixo-assinado com 284 mil assinaturas em favor da votação da PEC do Trabalho Escravo. Houve empenho inclusive de empresa na coleta de assinaturas ao abaixo-assinado.



A PEC não será definitiva na erradicação do trabalho escravo, mas sua aprovação poderá ser um importante instrumento de desestímulo a essa prática. Segundo Leonardo Sakamoto, jornalista e coordenador da organização Repórter Brasil, que também coordena o movimento, tem grande efetividade na luta pela erradicação do trabalho escravo o pacto empresarial firmado em torno da Lista Suja divulgada pelo Ministério do Trabalho, com o nome de empresas e pessoas físicas que tenham feito uso do trabalho escravo. Os integrantes dessa lista são excluídos do rol de fornecedores das duas centenas de empresas e os bancos oficiais têm suspendido crédito a eles. Segundo José Guerra, do Movimento Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo, essas 200 empresas que punem comercialmente as empresas rurais que fazem uso da escravidão representam uma boa parcela do PIB nacional.



A questão, todavia, é evitar que o tema seja tragado pelos setores mais atrasados, cuja resistência a uma rígida punição ao uso do trabalho escravo pode configurar até como uma confissão de culpa.



Maria Inês Nassif é repórter especial de Política. Escreve às quintas-feiras


Fonte: MST

Polícia Fecha Ponto de Tráfico em Passo Fundo

Polícia Civil fecha ponto de tráfico em Passo Fundo
28/05/2010 11:53


A Polícia Civil de Passo Fundo - por meio dos agentes da Delegacia Especializada em Furtos, Roubos, Entorpecentes e Capturas da Polícia Civil (Defrec), coordenados pelo delegado Adroaldo Schenkel - fechou, na noite dessa quinta-feira (27/05), ponto de tráfico de drogas no Bairro São Cristovão, na cidade. Após 60 dias de investigações, os policiais da Defrec mapearam esquema de tráfico de drogas que envolvia quatro locais e era chefiado por uma mulher, de 35 anos de idade, conhecida popularmente como "Bete Balanço".

Com base nas informações resultantes da investigação, os policiais, com apoio da 1ª e 2ª delegacias da cidade, localizaram a mulher em sua residência, em um beco da Rua Tristão de Almeida, próximo do Estádio Vermelhão da Serra. Na moradia era comercializado crack, atraindo usuários de toda cidade. Em outra casa, localizada na Rua João Goulart, os policiais flagraram três viciados consumindo crack.

A mulher já tinha antecedentes criminais por furto e roubo. Bete Balanço foi encaminhada ao Presídio Regional de Passo Fundo. Informações sobre tráfico de drogas podem ser repassadas, em absoluto sigilo, para a Seção de Investigações da Defrec, pelo fone 3311-2244.

Fonte: Ascom/PC

Angola

Faltam poucas horas... Prepara-se e sintonizem! Porque o Programa Conexão Angola Brasil, “o seu prato preferido ao cair da tarde” Estas a chegar! O programa que buscar manter você informado e atualizado com; a melhor musica e dos diversos assuntos, (Info jornalístico; cultura; entretenimento; dicas; Sustentabilidade, fofocas e muito mais).



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Palácio Piratini

Saneamento
Yeda Crusius inaugura uma das mais modernas estações de tratamento de esgoto em Passo Fundo
A obra, que é vital para o desenvolvimento da cidade, recebeu investimentos de R$ 4,1 milhões. Infraestrutura
Governadora inaugura RSC-481 em Salto do Jacuí e entrega obras na região
A obra recebeu investimentos de R$ 33,6 milhões do Governo do Estado. Capacitação profissional
Governadora autoriza repasse de R$ 136 mil para Colégio Evangélico de Panambi
O convênio prevê ações de inovação tecnológica, capacitação e qualificação de jovens e adultos em situação de vulnerabilidade social e diversificação de produtos de empresas. Cidadania
Rua da Cidadania oferece serviços gratuitos à população de Pelotas neste sábado
Evento será realizado pelo Governo do Estado, das 9h às 16h, no Largo Edmar Fetter.
Fonte:Palácio Piratini

Roda Viva


Fanny Ardant
Atriz e diretora


Sua sofisticação, elegância e versatilidade na atuação a transformaram na década de 80 em diva e uma das mais admiradas e requisitadas atrizes francesas.

Fanny Ardant estudou Ciência Políticas, mas trocou a profissão pelos palcos aos 25 anos, quando estudou drama e começou a interpretar em pequenos teatros da França.
A carreira deslanchou após participar de uma série de TV, já perto de completar 30 anos.

O diretor François Truffaut gostou da interpretação dela e a convidou para seu próximo filme, "A Mulher do Lado, de 1981, onde ela contracenou ao lado de Gerard Departieu. Fanny Ardant ganhou o Prêmio Cesar de melhor atriz pelo trabalho no filme "Loucas Noites de Batom, de 1996.

Parceira de Truffaut no cinema, ela tornou-se companheira dele fora do trabalho, com quem permaneceu até a morte do cineasta, em 1984. A fluência em idiomas permitiu a ela trabalhar com diversos diretores, como Franco Zeffireli, Roman Polanski, Ettore Scola, Sydney Pollack e Tsai Ming-Liang, entre outros.

Ela esteve no Brasil esta semana para participar do lançamento do projeto "Then And Now, Além das Fronteiras e Diferenças", onde artistas e cineastas independentes foram convidados para produzir curtas sobre a interação entre diferentes religiões, culturas e nações.

Fanny Ardant apresentou o filme "Chimères Absentes", onde usou a Itália como cenário para retratar a intolerância enfrentada pelos ciganos na Europa.

Participam como convidados entrevistadores:
Luiz Zanin Oricchio, crítico de cinema do Jornal O Estado de S. Paulo; Ligia Cortez, atriz e diretora teatral, diretora da escola superior de artes Célia Helena; Beth Néspoli, jornalista e crítica de teatro e Laís Bodanzky, cineasta.

Colaboradores:
Lu Tognon, estudante de teatro (http://twitter.com/luarembepe); Elisangela Roxo, jornalista (http://twitter.com/roxo); Paulo Celestino, jornalista (http://twitter.com/internetcidade) e Letícia Lovo, fotógrafa (http://www.flickr.com/photos/leticialovo).


Apresentação: Cunha Jr.


O Roda Viva é apresentado às segundas a partir das 22h00.
Você pode assistir on-line acessando o site no horário do programa.
http://www2.tvcultura.com.br/rodaviva

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Para cancelar o recebimento dos emails do Roda Viva, por favor, acesse:
http://www2.tvcultura.com.br/rodaviva/comenteeparticipe-cancelar.asp.

Samblog

Para: jornalnegritude@yahoo.com.brSamblog - clicRBS


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Festa e homenagens com os Guianazes

Posted: 28 May 2010 05:12 PM PDT

Fotos Luiz Armando VazNo próximo dia 4, a taba dos Guianazes vai invadir o Partenon Tênis Clube para a festa organizada pelo presidente Bartochack. A comemoração será para festejar os destaques do Carnaval passado e homenagear os fundadores da tribo carnavalesca...
Últimas vagas para bailar no curso da Udesca

Posted: 28 May 2010 04:35 PM PDT

Quem deseja aprender ou se aperfeiçoar na arte do casal de mestre-sala e porta-bandeira, precisa correr para garantir as vagas que restam no curso que será promovido pela Udesca dos dias 3 a 6 de junho...
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R$ 200 mihões Para Eleger o Presidente

O Estado de S.Paulo 29 de maio 2010.
Mais de R$ 200 milhões para eleger o presidente


Por Luciana Nunes Leal, Sao paulo,-
A análise dos gastos crescentes das campanhas faz o consultor político Ney Figueiredo apostar: o PT e o PSDB gastarão, cada um, mais de R$ 200 milhões na tentativa de eleger Dilma Rousseff e José Serra. "Acredito que seja bem mais que isso. Os fatos apontam para campanhas muito caras. A arrecadação não será difícil. Dilma é candidata de um governo bem avaliado. Serra tem bom trânsito no empresariado. Difícil é ganhar a eleição", diz.
Só a contratação da Blue State Digital, que fez a campanha de Barack Obama na internet e foi contratada pelo PT, é estimada em, no mínimo, US$ 20 milhões (R$ 36 milhões). A disputa para deputado federal também está inflacionada. Em São Paulo, Ney calcula gastos de cerca de R$ 4 milhões para um candidato à reeleição que não tenha eleitorado de opinião. Um estreante poderá gastar até R$ 10 milhões.
Fonte: MST

Circo Fiesta em Vacaria RS

Estivemos ontem no Circo Fiesta que pela primeira vez vem a Vacaria RS, onde estiveram nas cidades de Campo Belo Sul e Campos Novos. O Circo vem no projeto da Baesa com apoio da Prefeitura Municipal da Vacaria, Governo Federal e Prefeitura Municipal de Campo Belo do Sul. Um projeto almanaque Circo Brasil. Os ingressos são gratuitos até segunda-feira, nos horários da 13:30, 14:00 e 20:00 hs. Logo publicaremos as fotos do Circo neste Blog. Parabéns para Baesa Energética Barra Grande S.A pelo investimento em cultura, as empresas privadas tem que investir e promover a cultura neste país.