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sexta-feira, 27 de julho de 2012

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20/07/2012EDIÇÃO 049
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Cotas Raciais


Estudantes da UFRGS ocupam reitoria pela ampliação das cotas raciais 

Mobilização arranca uma primeira vitória no Conselho Universitário

Wilson H. da Silva, da redação

 
 
  Matheus Gomes (de rasta) durante protesto em frente ao Consun

• Na manhã de sexta-feira, 20 de julho, Martina Gomes, representante discente no Conselho Universitário da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), informou aos alunos que a primeira batalha da luta pela consolidação e ampliação das cotas na UFRGS havia sido ganho pelo movimento estudantil e negro. Devido à pressão dos movimentos estudantil e negro, que desde a noite anterior ocupava a “Casa Grande” da universidade, o Consun foi obrigado a recuar em sua proposta (de aprovar a manutenção da atual e insuficiente cota para negros, vinculado às cotas sociais) . Pelo menos por enquanto.

Negra, cotista, militante da Assembléia Nacional dos Estudantes – Livre (Anel) e da Juventude do PSTU, Martina estava exultante como as dezenas de estudantes que aguardavam o resultado: “Essa batalha está ganha, mas não a guerra. Ao contrário do que pretendia, a reitoria não teve condições políticas de aprovar seu projeto, nem de manobrar, antecedendo a votação do mérito. Lá dentro, nós conseguimos, através de um pedido de vistas, anular o parecer deles e agora eles serão obrigados a negociar conosco. Mas isto só aconteceu devido a pressão que veio daqui de fora. A discussão foi adiada para o dia 3 de agosto. Agora, vamos levantar nosso acampamento. É hora de voltarmos para as nossas entidades e nos organizarmos para voltarmos, ainda com mais força, daqui a duas semanas” .

Dirigente do DCE da universidade e membro da direção nacional do Quilombo Raça e Classe, Matheus Gomes, o “Gordo” (que também é candidato a vereador pelo PSTU de Porto Alegre), nos concedeu a entrevista abaixo ainda no calor dos acontecimentos, destacando a importância desta luta e quais serão os próximos passos.

Portal do PSTU – Matheus, qual a importância do que está ocorrendo na UFRGS? (...)

Leia entrevists no site do PSTU: http://www.pstu.org.br/opressao_materia.asp?id=14414&ida=0

Cotas Raciais


Compas.,

      A primeira batalha foi ganha, mas pra vencer a guerra é preciso mobilizar as "tropas". Por favor, assine a moção,  rebata para o Matheus, no e-mail acima, e divulgue para as entidades que conhecer.

      Saudações negras,

      Wilson
      Quilombo Raça e Classe
Todo apoio à luta pelas cotas raciais na UFRGS!
Na última sexta-feira (20/06), o Conselho Universitário realizou a primeira discussão da fase decisiva da avaliação das cotas na UFRGS. Na ocasião, representantes do DCE, em conjunto com professores e técnicos-administrativos favoráveis à continuidade da política, fizeram um pedido de vistas frente ao parecer apresentado pela Reitoria, enquanto mais de uma centena de estudantes e representantes do movimento social negro e popular protestavam do lado de fora. O movimento entende que a proposta defendida pelo Reitor Carlos Alexandre Neto é limitada, pois propõe a ampliação das cotas para 40%, mas não garante políticas de assistência estudantil e a desvinculação da reserva de vagas para estudantes negros das cotas sociais, principal pauta do movimento. A próxima reunião vai ocorrer no dia 03/08 e será a última antes da votação.

Leia e assine a moção proposta pelo DCE, assinada pela ANEL e pelo Comando Nacional de Greve Estudantil:

MOCÃO DE APOIO À LUTA PELA AMPLIAÇÃO DAS AÇÕES AFIRMATIVAS NA UFRGS
Após 5 anos de implementação das Ações Afirmativas na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, temos a certeza que o balanço é extremamente positivo. A reserva de 30% das vagas no processo seletivo para os cursos de graduação, sendo 15% destinadas a estudantes provenientes de escola pública, 15% para estudantes autodeclarados negros de escola pública e 10 vagas reservadas para indígenas, modificou de forma significativa a composição social e racial da universidade.
Os setores mais explorados e oprimidos do nosso estado começaram a fazer parte do ambiente acadêmico, um dos principais locais de produção de conhecimento da nossa sociedade, que sempre se identificou única e exclusivamente com a elite gaúcha. Agora é preciso avançar.
Defendemos a ampliação das cotas para 50% e a desvinculação das cotas raciais das cotas sociais, destinando 25% para os negros. Além disso, propomos a ampliação da reserva indígena para 20 vagas e uma serie de medidas que visam aperfeiçoar a aplicação da política afirmativa na universidade, principalmente no âmbito da assistência estudantil, que no momento está sendo questionada a nível nacional por estudantes, técnicos-administrativos e professores em greve.
Nossa proposta foi referendada por diversas representações do movimento social negro, quilombola, sindical e popular, pois a luta pelo acesso à educação pública e de qualidade é fundamental na construção de uma sociedade sem desigualdade social. A ampliação é necessária para abrir ainda mais as portas da universidade para a classe trabalhadora. Já a desvinculação está no marco das reparações históricas exigidas pelo povo negro frente ao estado brasileiro, devido ao sequestro de milhões de negros de África e os séculos de escravidão.
Frente aos ataques desferidos pelos governos de todos os níveis sob a classe trabalhadora, a juventude e a população negra, a unificação das lutas que estão ocorrendo é fundamental. A greve nacional da educação deve estar conectada a luta da população do Quilombo Rio dos Macacos na Bahia, ameaçado pela Marinha do Brasil. É necessário ter solidariedade ativa com a luta contra o genocídio da juventude negra em São Paulo e as consecutivas remoções de comunidades populares para satisfazer a especulação imobiliária e a realização dos megaeventos. É necessário construir ações conjuntas para que avancemos contra o racismo e pelas cotas raciais na UFRGS, dessa forma ampliaremos nossas possibilidades de vitória!
 ASSINAM: 
DCE/UFRGS, 
QUILOMBO RAÇA E CLASSE, 
ANEL, 
CNGE. 


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Carta Renuncia de José Aquiles Susin


Prezada Dra Ana Varaschin, MD Presidente do PMDB de Vacaria
Prezado Dr Eclair Dumoncel da Rosa, Digno Coordenador da Campanha da Coligação Juntos por Vacaria
Meus caros amigos
Deus sabe o quanto está sendo doloroso para mim este momento. Convidado a disputar o cargo de Prefeito de Vacaria, reconheci a importância do que me estava sendo solicitado, reconheci o empenho dos companheiros na construção de uma alternativa política ao que se apresentava na cidade, e disse sim. Não estabeleci condições, não fiquei remoendo lembranças nem cobrando coisas do passado, não perguntei quem estaria comigo. Apenas pensei que, naquele momento, minha participação estava sendo importante para a cidade e disse sim. E comecei a trabalhar. Era sabedor das dificuldades que enfrentaria, porquanto o candidato adversário vinha de mais de três anos de campanha, com todas as armas disponíveis, algumas éticas outras nem tanto. Não tive medo, e disse sim.
A unidade do PMDB local se construiu com muita facilidade. São poucos aqueles que se recusaram a abraçar a candidatura, cada qual com suas razões, que respeito. Nos partidos coligados, especialmente no PP, a acolhida foi generosa, como se velhos companheiros fôssemos. A escolha do vice foi um processo complexo, e minha participação me obrigou a penetrar no âmago do partido, a conhecer suas forças e fraquezas, sentindo-me, por isto, ainda mais responsável pela construção da unidade da coligação, unidade que a cada dia dá mostras de ser profunda e sólida.
Eu não desconhecia a existência de problemas jurídicos resultantes de minha passagem pela Prefeitura entre 2005 a 2008. Ainda tramita o processo do Pronto Atendimento; no Consórcio da Rota dos Campos tenho apontamento no Tribunal de Contas por ter o  Presidente, o Prefeito Itamar, perdido um prazo no ano de 2005, e dois meses daquele ano são de minha responsabilidade; tenho um processo ordenando devolução de horas extras pagas a médicos; na construção da Escola Pedro Álvares Cabral, a falência da Construtora Gabarito deixou pendências pelas quais sou responsabilizado solidariamente com outros. Consultei, através de assessores jurídicos, os bancos de dados disponíveis e confirmei a inexistência de restrições à candidatura. Só não podia antever a condenação a que fui submetido um dia após a inscrição. Entendeu a Senhora Juíza que houve dolo no processo de contratação do serviço de atendimento médico do plantão 24 horas que instituímos e condenou-me à perda dos direitos políticos. Não é aqui o local para argumentação de qualquer espécie. Cabe recurso, e ele será interposto nos canais que a Justiça estabelece. Porém o estrago já está feito. O estrago está feito porque grande parcela da população tem dificuldade de perceber o que é uma decisão de primeira instância, e para esta parcela da população o velho adágio de que "onde há fumaça há fogo" é suficiente para fazê-la descrer da honestidade do gestor público, agora réu, como muito bem salientado em diversas mídias. A conduta ilibada na função, a rigidez ética, o esmero no trato da coisa pública, nada disto aparece nesta hora. Apenas a desconfiança paira como nuvem negra sobre a cabeça de quem não teve outra motivação para o ato a não ser prestar um serviço de saúde que a população necessitava, e cujo único consolo neste momento é saber que muitas pessoas dele fizeram uso, mitigando alguma dor ou evitando a morte, sabe Deus de que mal estavam acometidas aquelas cerca de 90 pessoas que acorreram diariamente ao serviço durante os quase dois meses em que foi mantido em operação até ser suspenso.
O estrago está feito também porque muitos companheiros sofreram, por este fato, um desestímulo em sua atuação política.  Campanha política se faz com garra, com fé, com entusiasmo, com motivação. Qualquer coisa que abale estes sentimentos está condenando a campanha ao fracasso. Quando os companheiros se perguntam se não seria melhor trocar de candidato, já estão também dando a resposta. É da crença deles que o candidato se alimenta.
Valem-se desta situação os adversários. Salientam a decisão da Justiça como atestado de desonestidade ou, no mínimo, de incompetência de quem o praticou. Num jogo em que qualquer elemento pode fazer pender a balança para um dos lados, é mais um estrago que a sentença produziu.
Neste quadro, a lógica me indica que é melhor que me retire do processo, e é isto que estou fazendo neste momento. Renuncio à condição de candidato a Prefeito a que o Diretório de meu partido me elevou. Faço-o em caráter irrevogável, e sob minha inteira responsabilidade, não desejando de forma alguma reparti-la com quem quer que seja. Ouvi, é bem verdade, muitas pessoas, algumas diretamente outras indiretamente, até porque precisava me assegurar de que a substituição do candidato é legalmente possível. Ouvi, também, muitas entrelinhas. Ouvi até o que não foi dito. Senti em algumas pessoas o desejo de dizer e o medo de ferir. No final, eis-me aqui, nesta longa noite de reflexão, nesta já madrugada, a tomar, ponto por ponto, tudo o que percebi nestes tumultuados dias e a ver que é melhor para todos que me afaste e que abra para a coligação a possibilidade de encontrar outros caminhos, enquanto ainda é cedo.
Temos muitos nomes para acompanhar Francisco Appio, meu atual companheiro de chapa, dinâmico e combativo companheiro, diga-se a bem da verdade. Lembro que no dia do lançamento salientei que tínhamos muitos nomes, e que apenas as circunstâncias estavam a colocar-nos naquele lugar. Pois bem, agora as circunstâncias estão a tirar-me deste lugar para que outro o ocupe, possivelmente com mais brilho do que eu o faria.
Conclamo os companheiros da coligação a manterem-se firmes e unidos. Que a batalha não é fácil, sabemos desde o princípio. A máquina publicitária difundiu uma crença de que estamos no melhor dos mundos, onde o atual prefeito fez muitas coisas. Se insistimos em saber quais coisas a maioria das pessoas responde "não sei, mas dizem que fez muitas coisas". Tudo está bem, também dizem, mas se perguntamos da satisfação com respeito aos serviços de saúde, o descontentamento é grande e generalizado. Ou seja, precisamos falar com TODOS os vacarianos, um por um, fazendo com que se desvinculem da mensagem massificadora que lhes foi imposta, e que deem espaço para a própria reflexão. Precisamos hastear uma bandeira que outros hastearam no passado e agora esquecem, a bandeira da educação libertadora, a fim de que o povo se livre da dominação das consciências a que está submetido, tanto pela massificação da informação quanto pelo uso de certos aparelhos ideológicos e de cooptação do mundo público.
De minha parte continuarei a lutar como venho fazendo, sem esmorecer. Saio da linha de frente porque quero o melhor para o conjunto das nossas forças e percebo a fragilidade da minha situação neste momento. Mas não abandono o barco e fico de peito aberto e cabeça erguida respondendo, agora com maior veemência, aos ataques que me sejam feitos. Nosso sonho é uma Vacaria melhor, é por isto que lutamos. Mas tem que ser melhor de fato, melhor de verdade, um melhor palpável, não um melhor imaginário, onírico, fantasioso, inventado. Vamos, juntos, fazer com que a realidade se imponha. Depois, juntos, vamos mudar esta realidade.
Deus nos ilumine nesta jornada.
Vacaria, 20 de julho de 2012

                        José Aquiles Susin