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Brasileiro B 2017

quarta-feira, 26 de abril de 2017

23ª CRE



A Comissão da Família do Conselho Municipal sobre Drogas (Comad) esteve reunida, nesta terça-feira (25), na 23ª CRE. Participaram os representantes da Amucser, Diego Amaral, da Associação de Ministros Evangélicos de Vacaria (Amev), pastor Romeu Rohde; da 23ª CRE, professora Vanês Boeira Boldo, do Conselho Municipal da Saúde, Adriana Duarte e da União Municipal Espírita, Jaime Perim.

Um dos objetivos do encontro foi a elaboração do regulamento dos concursos que serão desenvolvidos nos mês de maio durante a Semana da Família. Conforme a representante da 23ª CRE, professora Vânes Boldo, poderão participar do concurso alunos da rede pública e particular de Vacaria. O concurso, que terá como tema “Findi em Família”, será dividido nas seguintes modalidades: desenho (pré-escola ao quinto ano); redação (sexto ao nono ano); paródia (Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos).

O regulamento completo será divulgado em breve. A próxima reunião acontece dia 02 de maio, às 8h30min, na 23ª CRE.

Atenciosamente,
Anelise Donazzolo

Assessoria de Gabinete e Comunicação Social
23ª Coordenadoria Regional de Educação
TEL./FAX (54) 3232-1245 - (54) 3232-1911
(54) 3232-1655 - (54) 3231-1105
Rua: Júlio de Castilhos, nº 653
Vacaria/RS CEP: 95200-000
Gestão 2015-2018

São José 1 x 2 Inter


Formatura de soldados da Brigada Militar





ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA

BRIGADA MILITAR - CRPO/SERRA – 10°BPM

 
Release 006
 
FORMATURA DE LANÇAMENTO DA OPERAÇÃO AVANTE TIRADENTES 10 BPM
 
A Operação denominada AVANTE – TIRADENTES partiu da 1ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Comandantes Gerais das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares, com o objetivo de unir esforços de todas as Polícias Militares no combate a criminalidade no território brasileiro.
As ações serão voltadas à fiscalização de veículos e pessoas através de barreiras policiais e ações preventivas de combate a criminalidade através de abordagens a coletivos, veículos e pessoas.
Na área do 10° BPM, região limítrofe com o Estado de Santa Catarina, as ações serão simultâneas com a Polícia Militar daquele Estado com o objetivo de combater o tráfico de drogas que utiliza as rodovias da região para o seu transporte ilícito, bem como a captura de indivíduos foragidos.
 
Qualquer outro esclarecimento, entrar em contato com:
Ten Cláudio, Analista da 3ª Seção/10º BPM, através do fone: (54)3231-1160 ou 3231-1318.
 
 
 
SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA
BRIGADA MILITAR
COMANDO REGIONAL DE POLÍCIA OSTENSIVA DA SERRA
10° BPM – "BTL CEL SOBRAL"
Rua Ramiro Barcelos, 14 A, Vitória, Vacaria/RS
CEP: 95200-000
Fone (0xx54) 3908 - 3603

Quilombos


BRASIL
Entre a floresta e a praia, quilombo briga pela posse da terra

Há pelo menos dez anos, comunidade da Fazenda, no litoral de São Paulo, aguarda definição. Caso está na fila em meio a 1.600 processos para titulação de remanescentes de quilombos.


José Vieira, de 79 anos, passa os dias esperando visitantes interessados na história do lugar


Com passos curtos e apressados, apoiado na bengala, José Vieira é o primeiro a chegar todas as manhãs na casa de farinha. Aos 79 anos, ele passa os dias esperando visitantes interessados na história do lugar, a comunidade Quilombo da Fazenda, em Ubatuba, litoral de São Paulo.




Assistir ao vídeo04:50

Comunidade quilombola ajuda a preservar o meio ambiente

"Eu sou neto de escravo. Este lugar aqui pra mim é a minha casa", conta Zé Pedro, como é conhecido. Ele mantém a tradição de contar as histórias ouvidas desde a infância sobre a fuga dos escravos para dentro da mata ainda no século 19, e acredita que o avô tenha ajudado a mover aquele moinho de água.

A estrutura hoje é usada pra fazer farinha esporadicamente, quando a colheita de mandioca na comunidade é farta. Mas as roças de subsistência enfrentam restrições. Embora as famílias vivam no local há décadas, a maioria descendente de escravos, elas ainda não têm o título da terra.

"Meu avô foi filho de escravo", diz o morador Cirillio Braga. "Aqui era a área do meu pai, da minha mãe, onde eles plantavam mandioca, milho, feijão. Eles morreram, e a gente ficou cuidando do lugar", diz o produtor rural, que transformou a roça tradicional numa agrofloresta.

Caso atípico

Segundo a Constituição Federal, remanescentes de quilombos têm a garantia do reconhecimento e propriedade definitiva da terra. Dados do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) mostram que 220 títulos foram emitidos até agora, mas a fila de espera é longa: 1.632 processos estão em andamento no país.


Moinho hoje é usado pra fazer farinha quando a colheita de mandioca na comunidade é farta

O caso do Quilombo da Fazenda é atípico. Na década de 1950, o antigo proprietário abandonou a área, mas as famílias que trabalhavam na fazenda continuaram vivendo no local. Quase 30 anos depois, o governo estadual criou um parque de conservação ambiental para frear a especulação imobiliária e proteger a mata atlântica.

Com a medida, a paisagem não poderia mais ser alterada, e os quilombolas foram pegos de surpresa, relembra Roberto Braga, que mantém o cultivo iniciado pelo pai, em 1950. Ele conta que foi processado por mexer no terreno da sua casa sem pedir autorização para o parque.

"O morador tradicional não quer muita coisa, não. Ele quer um espacinho pra poder plantar, mexer com a terra, colher uma mandioca, uma banana. O morador é que protege essa mata, esse parque", diz sobre a relação com a área.

"Se por um lado o parque não ajudou a gente em nada, por outro lado, se ele não existisse, talvez a gente não estivesse mais aqui", reconhece Roberto.

Briga que se arrasta

Por estar dentro de um parque estadual, o caso do Quilombo da Fazenda passou para a competência do estado de São Paulo. O Incra diz acompanhar a discussão junto à Fundação Florestal, que administra o parque, e cita impasses.

"O relatório técnico-científico sobre a comunidade da Fazenda foi feito pelo estado. Mas ele sequer foi publicado, principalmente porque o parque estadual não concordou com os resultados", revela Antônio Oliveira Santos, do Incra.


"Meu avô foi filho de escravo", diz o morador Cirillio Braga. "Aqui era a área do meu pai, da minha mãe"

Há dez anos que o relatório em questão foi entregue à Fundação Florestal, segundo informações divulgadas pelo Itesp (Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo). Questionada, a Fundação Florestal alegou que os estudos foram encaminhados para as instâncias superiores para finalização do processo, sem citar prazos.

Para a Defensoria Pública, que move uma ação para agilizar o reconhecimento, a unidade de proteção ambiental gerou restrições às atividades tradicionais da comunidade, como proibição da caça e pesca artesanais.

As medidas teriam aprofundado "o processo acelerado de criminalização, conflitos e dissolução comunal enquanto unidade de identificação étnica integradora da formação material e imaterial da nação brasileira", diz o texto ajuizado em 2016.

Uma das soluções propostas pelo Incra é recategorizar o parque para uma unidade de uso, que possa ser usada para extrativismo, por exemplo.

Morada em meio à floresta

“A nossa grande esperança é que nosso território seja reconhecido”, diz Vera Lucia Jorge Braga, presidente da associação quilombola.

O sossego, o trabalho na roça e o convívio com os vizinhos, entre a praia e a floresta, fazem com que os moradores briguem pelo direito de permanecer, diz a líder comunitária. “Se tirarem a gente daqui, a gente morre”.

Zé Pedro, morador vivo mais antigo do quilombo, diz que a posse definitiva da terra é fundamental para que a história não seja esquecida. “É importante preservar o lugar para preservar a raiz e a vida das pessoas. Não é bom ter uma água limpa? Uma comida natural? Uma mata? Isso é preservar a vida."

Soweto

Essa petição é de autoria da SOWETO Organização Negra e de outras entidades filiadas ou simpatizantes da CONEN no Estado de São Paulo. Assine e divulgue em suas redes.

Soweto

Essa petição é de autoria da SOWETO Organização Negra e de outras entidades filiadas ou simpatizantes da CONEN no Estado de São Paulo. Assine e divulgue em suas redes.

Caxias 1 x 0 Inter


Tropas do Haiti







FINALMENTE UMA BOA NOTICIA DE BRASILIA. GENERAL EDUARDO VILAS BOAS COMANDANTE GERAL DO EXERCITO BRASILEIO ANUNCIA SAIDA DAS TROPAS DO HAITI. revista veja 21 abril 17






A REVISTA VEJA, entrevistou o comandante geral do EXERCITO, general EDUARDO VILAS BOAS





e perguntou na entrevista:





QUANDO SERÁ A SAIDA DAS TROPAS BRASILEIRAS DO HAITI ?





General Eduardo Vilasboas: " A ONU Já DECIDIU PELA SAIDA E Nós VAMOS RETIRAR OS ULTIMOS SOLDADOS BRASILEIROS EM OUTUBRO DESSE ANO, DEPOIS DE TREZE ANOS DE PRESENÇA POR LA.


O QUE CONSTRUIMOS EM TERMOS DE PACIFICAÇÃO NO HAITI É UMA REFERENCIA NA ONU. FOI UMA MISSÃO DE EXTREMO SUCESSO.





AGORA ESTAMOS REALIZANDO ESTUDOS PARA REALIZAR OUTRAS MISSOES EM OUTROS CONTINENTES COMO A AFRICA E ORIENTE MEDIO."








Traducion al espanol





General Eduardo Villas Boas: " Las Naciones unidas ya tomaron la decision de salir de Haiti. Y nosotros vamos retirar los ultimos soldados brasilenos en cotubre dese ano, despues de treze anos de presencia por alla.





Lo que hemos construido en Haiti es una referencia en Naciones Unidas. Fue una mision de extremo suceso.


Ahora estamos realizando estudios para realizar otras misiones en otros continentes como en Africa y oriente Medio."