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Libertadores 2017

sábado, 5 de junho de 2010

News Negro

Ensino da História da África e do Negro no Brasil é tema de debate
Infonet
Representações sociais do movimento negro em Sergipe, professores da rede pública de todo o Estado e sociedade em geral estarão reunidos na próxima ...
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Artesanato de Porto Feliz participa de evento do Conselho do Negro
Itu.com.br
Algumas artesãs de Porto Feliz participaram, no dia 30 de maio, de um evento especial organizado pelo Conselho Municipal da Comunidade Negra de Porto Feliz. ...
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'Ainda me chamou de negro' 02-06-2010 às 10:25:00
180graus
O garoto diz ainda: “A Tia Helda me xinga de negro e vagabundo”. No entanto, a Secretaria de Educação se manifestou sobre o caso e afirmou que a professora ...
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Movimento negro e africano repudia declaração do CRM
O Documento
A União dos Negros pela Igualdade (UNEGRO), o Centro Cultural Afro Mato-grossense e os estudantes africanos residentes em Cuiabá, divulgaram Nota de Repúdio ...
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Revista Veja

de junho de 2010
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Caro leitor, aqui estão os destaques de VEJA desta semana.

VEJA.com - veja@abril.com.br

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Edição da semana (nº 2168 - 9 de maio de 2010)

[Especial]
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DNA
O estudo da molécula da hereditariedade está produzindo o mapa completo das rotas migratórias humanas.
http://veja.abril.com.br/090610/unidos-futebol-p-126.shtml

Índice da edição
http://veja.abril.com.br/090610/sumario.shtml

[Entrevista]
---------------
Economista Daron Acemoglu fala sobre economia do Brasil
http://veja.abril.com.br/090610/destruicao-criativa-p-021.shtml

[Eleições]
------------
Dilma Rousseff e a crença na transferência de votos de Lula
http://veja.abril.com.br/090610/craque-2010-p-070.shtml

[Ambiente]
--------------
Matar a natureza e matar o lucro
Empresas entendem que biodiversidade é dinheiro.
http://veja.abril.com.br/090610/matar-natureza-matar-lucro-p-148.shtml

[Diplomacia]
------------
O Itamaraty e suas ambições
Governo já abriu 68 novas embaixadas e consulados.
http://veja.abril.com.br/090610/cruzada-itamaraty-p-082.shtml

[Saúde]
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Novos exames identificam lesões e danos nos joelhos
http://veja.abril.com.br/090610/impacto-sob-medida-p-160.shtml

[Turismo]
----------
O reino de Harry Potter, nova atração em Orlando
http://veja.abril.com.br/090610/reino-harry-potter-p-098.shtml

[Artes]
---------
Curso de cinema na TV por assinatura
Canal TCM oferece preciosidades de Hollywood.
http://veja.abril.com.br/090610/curso-cinema-assinatura-p-170.shtml

[Guia]
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Como proteger as roupas na máquina
Tênis, sutiã de bojo, saiba como lavar e preservar.
http://veja.abril.com.br/090610/lavadora-protecao-p-166.shtml

[Lya Luft]
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Os enigmas da edição
http://veja.abril.com.br/090610/enigmas-adicao-p-028.shtml

[J.R. Guzzo]
-------------
Alta ansiedade
http://veja.abril.com.br/090610/alta-ansiedade-p-182.shtml

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[Destaques on-line]
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[Reportagem]
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Guia para torcer pelo Brasil na copa do Mundo
Tudo que é preciso saber para não ficar fora do assunto do momento
http://veja.abril.com.br/noticia/esporte/nao-ficar-fora-nenhuma-conversa-566680.shtml

[Reportagem]
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Entrevista com as jornalista Ticiana Azevedo e Consuelo Dieguez, autoras do livro "Cuidado! Seu Príncipe Pode Ser uma Cinderela – Guia Prático para Identificar um Gay no Armário"
http://veja.abril.com.br/noticia/variedades/guia-ajuda-identificar-gays-acomodados-armario-566304.shtml

[Reportagem]
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Teste para mulheres descobrirem se o homem em questão está mais para príncipe ou Cinderela
http://veja.abril.com.br/noticia/variedades/guia-ajuda-identificar-gays-acomodados-armario-566304.shtml#quadro1

[Reportagem]
-------------
Entrevista com Aloizio Mercadante, pré-candidato petista ao governo de São Paulo
http://veja.abril.com.br//noticia/brasil/eleicao-mercadante-pt-focara-campanha-transporte-educacao-seguranca-566233.shtml

[Reportagem]
-------------
VEJA.com conversou com especialistas de três importantes centros educacionais do país para avaliar o impacto da prova que o Ministério da Educação criou para professores
http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/enem-professores-deve-trazer-poucos-frutos-educacao-566642.shtml

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Colunistas

[Blog]
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Reinaldo Azevedo
Lula banaliza o crime para ver se ninguém mais liga
http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/

[Radar on-line]
---------------
Lauro Jardim
PT independente no Maranhão
http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/

[Coluna]
---------
Augusto Nunes
Se não enquadar Lula, Judiciário será desmoralizado
http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/

[Chegada]
---------
Renato Dutra
Antes do alongamento, faça aquecimento
http://veja.abril.com.br/blog/saude-chegada/


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[Blogs da redação]
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[Futebol]
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Blog da Copa
Os milagres de Mandela
http://veja.abril.com.br/blog/copa-2010/

[Política]
----------
VEJA nas Eleições
Dilma Rousseff diz que não vai bater boca sobre dossiê
http://veja.abril.com.br/blog/eleicoes/

[Variedades]
----------
Dez mais
Os famosos que 'roubaram' toda a beleza da família
http://veja.abril.com.br/blog/10-mais/

[Literatura]
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VEJA Meus Livros
Ferreira Gullar conquista Prêmio Camões
http://veja.abril.com.br/blog/meus-livros/

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Brigada Prepara a Copa 2014

Brigada Militar já está planejando a atuação para a Copa de 2014
05/06/2010 05:09


Desde o anúncio oficial de que o Estado receberia jogos da Copa do Mundo de 2014, o Comando-geral da Brigada Militar vem tomando medidas para que a Corporação esteja apta a oferecer o melhor serviço de segurança pública para o evento, em conformidade com as normas estabelecidas pela FIFA. Para isto, criou uma comissão de oficiais que já embarcou para a África do Sul com o objetivo de acompanhar a realização do evento naquele país, buscando subsídios para as ações que serão desencadeadas pela BM, em 2014.

As atividades da polícia sul-africana e dos demais órgãos de segurança envolvidos nos jogos servirão como base para o planejamento das ações da Corporação no Estado. Os oficiais que compõem o grupo de planejamento foram escolhidos pelas especializações em áreas temáticas, relacionadas ao evento, e por serem profissionais que ainda estarão, no período em que os jogos acontecem aqui, em plena atividade na Instituição.

A comissão de Oficiais da BM que viajou para a África do Sul 2010 tem a seguinte composição: tenente-coronel Kleber Roberto de Lima Senisse, presidente; major Adenir Brito da Silva, especialista em Tecnologia da Informação; major Érico Marcelo Flores, especialista em logística e armamentos; major Mário Iukio Ikeda e major Alexandre Bueno Bortoluzzi, especialistas em operações especiais; major Francisco Lannes Vieira, especialista em policiamento nos estádios; major Adriano Krukoski Ferreira, especialista em Bombeiro e Defesa Civil; major Rodrigo da Silva Dutra, assessor de ações Integradas de Segurança Pública.

Fonte: PM5/Imprensa/BM

Revista Veja







4 de junho de 2010

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Edição da semana (n° 2168 - 9 de junho de 2010)


Especial
DNA
O estudo da molécula da hereditariedade está produzindo o mapa completo das rotas migratórias humanas.

• Índice da edição




Entrevista
Economista Daron Acemoglu fala sobre economia do Brasil
Eleições
Dilma Rousseff e a crença na transferência de votos de Lula





Ambiente
Matar a natureza e matar o lucro
Empresas entendem que biodiversidade é dinheiro. Diplomacia
O Itamaraty e suas ambições
Governo já abriu 68 novas embaixadas e consulados.




Saúde
Novos exames identificam lesões e danos nos joelhos
Turismo
O reino de Harry Potter, nova atração em Orlando





Artes
Curso de cinema na TV por assinatura
Canal TCM oferece preciosidades de Hollywood. Guia
Como proteger as roupas na máquina
Tênis, sutiã de bojo, saiba como lavar e preservar.




Lya Luft
Os enigmas da edição
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Destaques on-line
Reportagem
Guia para torcer pelo Brasil na copa do Mundo
Tudo que é preciso saber para não ficar fora do assunto do momento



Reportagem
Entrevista com a jornalista Ticiana Azevedo e Consuelo Dieguez, autoras do livro “Cuidado! Seu Príncipe Pode Ser uma Cinderela – Guia Prático para Identificar um Gay no Armárioâ€?
Reportagem
Teste para mulheres descobrirem se o homem em questão está mais para príncipe ou Cinderela



Reportagem
Entrevista com Aloizio Mercadante, pré-candidato petista ao governo de São Paulo
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Reinaldo Azevedo
Lula banaliza o crime para ver se ninguém mais liga


"Não importa quem vença a eleição, uma coisa é certa: a legalidade já perdeu."

Radar on-line
Lauro Jardim
PT independente no Maranhão


"O partido garantiu ao PMDB que não vai apoiar nem Roseana Sarney, nem Flávio Dino."



Coluna
Augusto Nunes
Se não enquadar Lula, Judiciário será desmoralizado


"Não existem brasileiros acima da lei. Existem os cumpridores da lei e os fora-da-lei."

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Contatos das Assessorias de Comunicação

Contatos das Assessorias de Comunicação Social da SSP
04/06/2010 17:58


Para facilitar e tornar mais ágil o trabalho dos profissionais de imprensa que buscam informações da Secretaria da Segurança Pública do Rio Grande do Sul (SSP/RS) e seus organismos vinculados (Polícia Civil, Brigada Militar, Instituto-Geral de Perícias e Superintendência dos Serviços Penitenciários), principalmente aos finais de semana e feriados, informamos os telefones celulares funcionais das respectivas assessorias, bem como telefones convencionais e e-mails para outras demandas durante a semana.

Solicitamos aos profissionais da mídia para que busquem sempre com as assessorias a intermediação de demandas junto às fontes de cada instituição. Ressaltamos também que ao pé da página inicial do site da SSP ( www.ssp.rs.gov.br ), no banner Cadastre-se, pode ser efetuado o registro para recebimento do mailing diário de notícias da Secretaria.

SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA ( www.ssp.rs.gov.br )
Coordenador de Comunicação: Jornalista Amilton Belmonte
Fone: (51) 3288-1919/3288-1994 (segunda a sexta-feira, horário comercial)
Celular funcional: (51) 8445-8670 (Aparelho programado para receber apenas chamadas identificadas)
e-mail: comunicacao@ssp.rs.gov.br

POLÍCIA CIVIL ( www.pc.rs.gov.br )
Coordenador de Comunicação: Comissária Beatriz Cesti
Fones: (51) 3288-2380/3288-2381 (segunda a sexta-feira, horário comercial)
Celulares funcionais: (51) 8416-5379
e-mail: imprensa@policiacivil.rs.gov.br

BRIGADA MILITAR ( www.brigadamilitar.rs.gov.br )
Coordenador de Comunicação: Tenente-Coronel Valmor Araújo de Mello
Fones: (51) 3288-2930/3288-2932 (segunda a sexta-feira, horário comercial)
Celulares funcionais: (51) 8501-6577 e (51) 8501-6575
e-mail: pm5-imprensa@brigadamilitar.rs.gov.br

SUPERINTENDÊNCIA DOS SERVIÇOS PENITENCIÁRIOS ( www.susepe.rs.gov.br )
Assessor de Imprensa: Jornalista Lusiane Duarte
Fone: (51) 3288-7285/3288-7289 (segunda a sexta-feira, horário comercial)
Celular funcional: (51) 8443-6887
e-mail: imprensa@susepe.rs.gov.br

INSTITUTO-GERAL DE PERÍCIAS ( www.igp.rs.gov.br )
Assessor de Imprensa: Jornalista Maria da Graça Kreisner
Fone: (51) 3288-5165 (segunda a sexta-feira, horário comercial)
Celular funcional: (51) 8445-8627
e-mail: comunicacao@igp.rs.gov.br

Roda Viva


Celso Amorim
Ministro das Relações Exteriores


Nações emergentes começaram a ganhar maior espaço nas discussões diplomáticas mundiais e o Brasil passou a ser um ator mais presente e atuante nesse novo cenário, inclusive como mediador de conflitos. A estabilidade econômica ajudou a colocar o país em evidência e dar maior visibilidade, participação e influência nas questões internacionais.

No mundo, a voz do Brasil passou a ter mais importância e o país ampliou as suas relações comerciais e políticas. O acordo nuclear assinado com Irã e Turquia deu um passo importante no sentido de evitar sanções ao país islâmico, mas que ainda corre o risco de acontecer já que os Estados Unidos não consideraram o acerto satisfatório.

O recente incidente em águas internacionais no Mar Mediterrâneo entre forças de Israel e a tripulação dos navios que levavam suprimentos para a Faixa de Gaza reabriu a discussão sobre os conflitos na região. As principais lideranças mundiais, incluindo o Brasil, deram as suas opiniões sobre o assunto num momento que surge um novo apelo para uma solução pacífica para o Oriente Médio.

Na América Latina, o Brasil firmou-se como líder e mediador de conflitos, mas o país aumentou a sua presença em todo o mundo. Desde 2002, o Brasil ampliou os postos espalhados nos continentes, entre embaixadas, representações, consulados e vice-consulados. De 150 postos em 2002 para 216 em 2010, com atenção especial para o continente africano, que recebeu 16 novas embaixadas, das 35 criadas.

Participam como convidados entrevistadores:
Maria Lúcia Pádua Lima, coordenadora de Relações Internacionais da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas; Todd Benson, diretor de redação da Agência Reuters, no Brasil; Roberto Lameirinhas, editor de Internacional do jornal O Estado de S. Paulo e Rodrigo Rotzsch, editor do caderno Mundo, do jornal Folha de S. Paulo.

Colaboradores:
Charles Nisz, jornalista e blogueiro de meio ambiente (http://twitter.com/charlesnisz); Haydée Svab, estudante de engenharia civil (http://twitter.com/hsvab); Paulo Vinícius Ferreira, ator (www.twitter.com/vince_vinnus) e André Uba, fotógrafo (http://www.flickr.com/andreuba).

Apresentação: Heródoto Barbeiro


O Roda Viva é apresentado às segundas a partir das 22h00.
Você pode assistir on-line acessando o site no horário do programa.
http://www2.tvcultura.com.br/rodaviva

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Para cancelar o recebimento dos emails do Roda Viva, por favor, acesse:
http://www2.tvcultura.com.br/rodaviva/comenteeparticipe-cancelar.asp.

Imagens do Piratini


Destaques do Dia
Formatura dos novos servidores do IGP
O secretário de Segurança Pública, Gen. Edson de Oliveira Goularte, acompanhado do diretor do IGP, Áureo Luiz Figueiredo Martins, durante solenidade de formatura de 125 novos servidores do Instituto-Geral de Perícias(IGP), no Auditório do Ministério Público.

Local: Porto Alegre - RS
Data: 04/06/2010
Foto: Paula Fiori / Palácio Piratini
Código: 34701

Formatura dos novos servidores do IGP
O secretário de Segurança Pública, Gen. Edson de Oliveira Goularte, acompanhado do diretor do IGP, Áureo Luiz Figueiredo Martins, durante solenidade de formatura de 125 novos servidores do Instituto-Geral de Perícias(IGP), no Auditório do Ministério Público.

Local: Porto Alegre - RS
Data: 04/06/2010
Foto: Paula Fiori / Palácio Piratini
Código: 34702

Formatura dos novos servidores do IGP
O secretário de Segurança Pública, Gen. Edson de Oliveira Goularte, discursa durante a cerimônia de formatura dos 125 novos servidores do Instituto-Geral de Perícias(IGP), no Auditório do Ministério Público.

Local: Porto Alegre - RS
Data: 04/06/2010
Foto: Paula Fiori / Palácio Piratini
Código: 34703

Formatura dos novos servidores do IGP
O diretor do IGP, Áureo Luiz Figueiredo Martins, discursa durante a formatura dos 125 novos servidores do Instituto-Geral de Perícias(IGP), no Auditório do Ministério Público.

Local: Porto Alegre - RS
Data: 04/06/2010
Foto: Paula Fiori / Palácio Piratini
Código: 34704

Israel Ataca Civis



Porque Israel atacou civis no Mediterrâneo?


por Thierry Meyssan*

Israel pesou antecipadamente as consequências do ataque que lançou contra a frota humanitária. Quais são os seus objectivos ao desencadear uma crise diplomática mundial e porque desafiou o seu aliado turco e o seu protector os EUA?


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2 de Junho de 2010

Depuis
Beyrouth (Liban)

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País
Palestina/Israel
Turquia



O ataque conduzido por Israel através de patrulhas equipadas com lança-mísseis de categoria Saar no dia 31 de Maio de 2010, contra a frota da Liberdade, em águas internacionais, ilustra a corrida precipitada de Tel-Aviv. A frota da Liberdade é uma iniciativa iniciada por militantes dos direitos humanos [1] [2], apoiados pelo governo turco. Os seus objectivos são de conduzir ajuda humanitária até Gaza e, ao mesmo tempo, quebrar o bloqueio imposto de forma ilegal pelo exército israelita e que afecta mais de 1,5 milhão de habitantes.

A decisão de abordar navios civis em águas internacionais constitui, sob o direito internacional, um «acto de guerra». Legalmente falando, houve roubo de navios e do seu carregamento, sequestro de passageiros e homicídios. Estes podem ser considerados assassinatos se considerarmos o facto de que a informação prestada pela televisão turca revela a existência de uma lista, em posse dos soldados, com nomes de personalidades a liquidar durante o assalto.

Este acto de guerra, contra navios hasteando bandeiras gregas e turcas, foi realizado com o objectivo de consolidar o bloqueio existente, o qual constitui em si uma violação do direito internacional.

Escolhendo o argumento da «legítima defesa», as autoridades israelitas reivindicaram explicitamente a sua soberania em águas internacionais a 69 milhas náuticas do largo da Palestina. Esta anexação – temporária ou de duração longa – seria necessária para prosseguir com o bloqueio, sendo este essencial para a segurança do Estado de Israel.

Abordando um navio turco e matando passageiros, Tel-Aviv escolheu responder á crise diplomática que a opõe a Ankara desde Janeiro de 2009 primeiramente de forma militar. Esta iniciativa provocará uma crise no seio do Estado-maior turco e entre este e o governo turco. Entretanto, e embora a Turquia tivesse sido durante meio século o melhor aliado de Israel na região, o resultado será uma ruptura completa de relações militares entre os dois países. De agora em diante, as manobras conjuntas turco-israelitas serão canceladas por tempo indeterminado. Além disso, apesar da Turquia ter sido um parceiro vital para a economia israelita esta crise poderá igualmente ter consequências nas relações comerciais entre os dois países.

No entanto, Tel-Aviv tinha de anular a credibilidade da Turquia numa altura em que esta se aproxima da Síria e do Irão e ambiciona a criação de uma nova parceria de autoridade regional. [3]. Num futuro próximo, Israel deveria sancionar o papel de Ankara nas negociações do Protocolo de Teerão sobre a indústria nuclear iraniana.

Do lado turco, onde já se esperava uma demonstração de força mas não letal, segundo a doutrina neo-otomana teorizada pelo professor Ahmet Davutoğlu, ministro dos negócios estrangeiros, chegou o momento da Turquia se colocar na posição de defensor do povo palestiniano. Sem esperar pelo retorno do primeiro-ministro Recep Erdoğan, de viagem na América central, o embaixador turco em Tel-Aviv foi chamado de volta a Ankara para se juntar á célula de crise criada e liderada pelo vice primeiro-ministro, Bülent Arınç. Esta entrou de imediato em contacto com os 32 governos representados pela nacionalidade dos passageiros da frota. Todo o pessoal diplomático turco foi mobilizado no sentido de contactar e sensibilizar o máximo número possível de países e organizações internacionais. Numa conferência de imprensa o Sr. Arınç exigiu a restituição imediata dos três barcos furtados e do seu carregamento, bem como a libertação das centenas de cidadãos turcos sequestrados. Escolheu referir-se ao ataque como sendo um acto de «pirataria» (e não de guerra), de forma a dar possibilidade ao governo de Netanyahu de apresentar o assunto como sendo uma «mancha» e não um acto político. Nesta lógica, o presidente Abdullah Gül exigiu que os tribunais israelitas julgassem os responsáveis desta matança.

No Chile, o Sr. Erdoğan declarou: «Esta acção é totalmente contrária aos princípio do direito internacional, isto é terrorismo que vem de um Estado desumano. Falo a todos os que apoiaram este acto: vocês apoiam o derramamento de sangue, mas nós apoiamos os direitos humanos e a paz». A Turquia faz parte da NATO. Se não obtiver uma resposta da parte de Israel que satisfaça poderá classificar o ataque como acto de guerra e recorrer a ajuda militar dos Estados membros da Aliança, conforme artigo 5 do tratado. O governo de Netanyahu convidou todos os emigrantes presentes na Turquia a saírem do país. Enquanto isso, têm-se multiplicadas manifestações espontâneas frente á embaixada israelita onde se reclama vingança.


A 26 Maio de 2010, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu recebe em Tel-Aviv o secretário-geral da Casa Branca, Rahm Emanuel. Este lhe faz um convite da parte de Barack Obama, que Israel recusará cinco dias mais tarde. Do lado dos EUA, este assunto faz lembrar o USS Liberty (8 Junho 1967). Durante a guerra dos Seis dias, os israelitas atacaram um navio militar americano, o USS Liberty, causando 34 mortos e 171 feridos. Tel-Aviv apresentou as suas desculpas pelo mal-entendido no campo de batalha. Washington aceitou oficialmente as desculpas, no entanto viu naquele acto uma acção propositada. Naquela época, os israelitas queriam sancionar as críticas lançadas pelos EUA.

Desta vez, o ataque á frota da Liberdade pode ser considerado uma sanção depois de Washington ter votado a favor de uma resolução, dos Estados signatários do Tratado de não-proliferação, que inclui Israel em declarar as suas armas nucleares e a aceitar os controlos da Agência Internacional da Energia Atómica.

A decisão israelita de atacar navios civis em águas internacionais é tomada depois do assassinato de um dirigente palestiniano, nos Emirados, pela Mossad; depois da descoberta de um vasto sistema de falsificações de passaportes em detrimento de países ocidentais; e depois da recusa de comparência na conferência internacional sobre o Tratado de não-proliferação. Este conjunto de acontecimentos pode ser interpretado como uma sucessão de golpes perpetrados por um Estado certo de sua impunidade – e neste caso, poderia tratar-se de mais um golpe ou até de um golpe a mais – ou, considerando a fricção pública entre Israel e a administração EUA – poderia tratar-se de uma reivindicação do leadership do movimento sionista mostrando que Tel-Aviv decide e Washington consente—. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, de viagem á América do Norte, decidiu cancelar a sua visita ao Canadá e anular o encontro na Casa-Branca. Foi contactado por telefone pelo presidente Obama que lhe pediu explicações pelo sucedido.

A Alta Comissária das Nações Unidas para os direitos humanos, Navi Pillay, declarou que a operação israelita não tem qualquer justificação jurídica. O Rapporteur especial dos direitos humanos nos territórios ocupados palestinianos, Richard Falk, destacou que para além do atentado á liberdade de circulação nas águas, o problema central continua a ser o bloqueio. Afirmou que: «A menos que acções decisivas sejam tomadas prontamente para desafiar a aproximação de Israel a Gaza, seremos todos cúmplices de uma política criminosa que ameaça a sobrevivência de uma comunidade cercada». O Conselho de segurança foi convocado de urgência, neste dia (31/05/2010) ás 18h TU. O ministro turco dos negócios estrangeiros partiu para New York.

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Thierry Meyssan
Analista político, fundador do Réseau Voltaire. Último livro publicado: L’Effroyable imposture 2 (a remodelação do Oriente Próximo e a guerra israelense contra o Líbano).




Traduction David Lopes
Os artigos deste autor





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[1] « Dr. Arafat Shoukri : "Les conditions sont réunies pour faire de cette flottille un point de rupture" », entretien avec Silvia Cattori, Silviacattori.net, 23 avril 2010.

[2] Les principaux organisateurs de la flottille de la liberté sont : Mouvement Free Gaza, Campagne Européenne pour Arrêter le Siège de Gaza (ECESG), Fondation turque d’Aide Humanitaire (IHH), Fondation malaisienne Perdana et Comité International pour Lever le Siège de Gaza.

[3] « Basculement stratégique au Proche-Orient », par Thierry Meyssan, Réseau Voltaire, 15 mai 2010.



-----Anexo incorporado-----


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Deise Nunes

Gaza

Agora, estamos todos sitiados em Gaza

2/6/2010, Pepe Escobar, Asia Times Online – traduzido por Caia Fittipaldi

Imaginem se fossem comandos mascarados iranianos, atacando uma frota multinacional de seis barcos carregados com materiais de ajuda humanitária, em águas internacionais. EUA, União Europeia e Israel, fariam desabar uma avalanche apocalíptica de “choque e horror” sobre o Irã.

Em vez disso, foram israelenses mascarados; e perpetraram um golpe de diplomacia-de-assalto e assassinato na calada da noite – de ‘autodefesa’ –, em águas internacionais, a cerca de 130 km do litoral de Gaza.

E se fossem piratas da Somália? Não, não. São piratas israelenses, combatendo nebulosos “terroristas” muçulmanos. E pouco importa que a opinião pública no mundo árabe, os turcos, a Europa e todos os países em desenvolvimento estejam furiosos. E daí, que estejam furiosos? Israel sempre se safa, mesmo quando comete – como os turcos estão dizendo – “assassinatos” (e também quando pratica atos de “terrorismo de Estado”, nas palavras do primeiro-ministro Recep Tayyip Erdogan da Turquia).

Cenas filmadas no convés do barco turco “Mavi Marmara” – que estão rodando o mundo, mas são quase invisíveis nas redes norte-americanas – não permitem qualquer dúvida sobre o que aconteceu. Comandos vestidos de negro, em trajes à prova de bala, armados até os dentes, israelenses, claro, abordaram o comboio de barcos em infláveis de alta velocidade, detonaram granadas de efeito moral e gás lacrimogêneo e atiraram a esmo, munição real, contra tudo o que viam –, e um helicóptero militar sobrevoava os barcos. A certa altura, ouve-se o comandante turco do Marmara dizer, em inglês: “Ninguém tente qualquer resistência. Estão armados com munição [real].”

Ah, a “resistência”... A agência Debka, de fato, agência-máquina de distribuir falsas notícias, comandada pelo centro de inteligência digital do governo de Israel, descreveu os ativistas que viajavam como “armados com bombas, granadas de efeito moral, vidro quebrado, estilingues, barras de ferro, machadinhas e facas.” E para os comandos israelenses? Sobrou o quê? Pistolinhas de paintball?

E aí está – Monty Python mais um vez, tragicamente remixed para o século 21. As mais bem treinadas “forças especiais” do planeta, assaltam um barco no meio do mar, no meio da noite; e só queriam “conversar”. Mas foram atacados por um bando de terroristas armados com machadinhas e facas, num barco turco, abarrotado de remédios, sacos de cimento, material escolar, comida, purificadores de água, brinquedos – para 1,5 milhões de gazenses que estão morrendo morte lenta sob bloqueio de Israel já há três anos... porque elegeram democraticamente um governo do Hamás.

A agência Debka lamenta, só, que o exército de Israel [ing. Israel Defense Forces (IDF)] – “famoso pela capacidade no campo da eletrônica militar de inovação” – não tenha conseguido impedir a distribuição de sinais eletrônicos, de forma que continuaram a jorrar, dos barcos, texto e imagens enviadas de dentro. Melhor seria, comenta a Debka, que o mundo nada visse. A Debka também lamentou que o ataque tenha ocorrido em águas internacionais: “a zona de bloqueio começa a 20 milhas náuticas de Gaza. Acontecesse ali, seria mais fácil justificar a abordagem.” Obviamente, sabem que Israel não tem qualquer direito, pela lei internacional, nem dentro das tais 20 milhas náuticas, que são território de Gaza, sob ocupação ilegal de Israel.

“Estamos sofrendo muito...”

Ninguém suplanta Israel, em matéria de duplifalar a língua orwelliana do “guerra-é-paz”. Não só os comandos terroristas israelenses foram apresentados como vítimas.

Todo o mundo está sendo alvo, hoje, de um black-out de notícias, orquestrado por Israel. Ninguém sabe com certeza quantos civis morreram (nove, 19 ou 20? A maioria turcos? Talvez dois argelinos? Algum norte-americano ou europeu?) Ninguém sabe se tinham ou não tinham “armas”. Ninguém sabe em que momento os comandos israelenses perderam a cabeça, enlouqueceram e puseram-se a atirar contra tudo e todos (há testemunhas que falam de pessoas assassinadas nas próprias camas, dormindo).

Todos os passageiros, várias centenas, que viajavam nos barcos – muçulmanos, cristãos, diplomatas, funcionários de organizações não-governamentais, jornalistas – foram, de fato, sequestrados pelos comandos israelenses. Ninguém sabe exatamente onde estão. No rádio, só estática. Hoje, só alguns milhares de “porta-vozes” de Israel controlam toda a informação, em todo o mundo.

Nas palavras de Avital Liebovitch, porta-voz do exército de Israel, chamando a atenção para a felicidade que foi os comandos estarem lá “com aquelas armas” para se defenderem! (Em Israel, hoje, estão sendo saudados como “bravos heróis”).

E por aí vai, a novilíngua de Israel. “Terroristas” do Hamás vestidos como pessoas comuns, ocuparam aqueles barcos e acorreram às praças no mundo, só para aparecerem na televisão como “manifestantes” em “manifestações” internacionais. Nos barcos, usaram outros manifestantes como escudos humanos. E abriram fogo contra os comandos mascarados israelenses.

Assessor do ministro dos Negócios Exteriores Daniel Ayalon, por exemplo, disse que o comboio é “uma armada movida a ódio e violência, a serviço da al-Qaeda”. Como se o Hamás e a al-Qaeda tivessem mudado de ramo e, agora, ganhassem a vida no contrabando de cimento, suco de laranja e brinquedos chineses.

Absolutamente não importa, em nenhuma das versões israelenses, que a Organização Mundial da Saúde, em relatório recente, tenha insistido em que Gaza, hoje – por causa do bloqueio israelense e ilegal que a frotilha tentava romper – está a caminho da pobreza absoluta, desemprego absoluto, absoluta falta de remédios e equipamentos médicos e está, literalmente, sendo assassinada, morta por fome; não menos de 10% dos gazenses, a maioria crianças, estão fisicamente condenadas a não crescer normalmente, por efeito da desnutrição.

Os comandos mascarados israelenses que assaltaram os barcos estavam, ali, defendendo o bloqueio ilegal de Gaza. Trata-se disso.

Judeus progressistas, vivam onde viverem, são os primeiros a admitir que a Israel de hoje vive sob governo de extrema-direita, paranoicos, convencidos de que são vítimas de uma guerra global de propaganda. Por isso a eterna sempre mesma mensagem dirigida ao mundo – convenientemente envelopada em dólares dos contribuintes norte-americanos. Calem a boca! Shut up. As vítimas somos nós! Nós sempre somos as vítimas. E quem não concorda é antissemita.

O bobo na Colina

Para felicidade de Israel, sempre há a terra pátria original da liberdade, terra de bravos. Só grandes fatias da população dos EUA, hoje, estão clamando por sanções contra o Irã e a RPDC, ao mesmo tempo em que fecham os olhos para o genocídio em que Israel trabalha, metodicamente, dia após dia, no Gulag israelense.

E só há um local, em todo o planeta, onde ainda há quem creia na narrativa vitimária de Israel (“somos as vítimas! Os judeus sempre são as vítimas!”) – vítimas, os israelenses, de uma frota de ativistas desarmados. Esse único local do mundo onde essa mentira ‘cola’ é o Congresso dos EUA. O Departamento de Estado dos EUA, em nota oficial, praticamente já processou, julgou e condenou os militantes pacifistas.

Quanto ao presidente Barack Obama dos EUA, até aqui se manteve tão mudo e invisível (imobilizado? Embaraçado? Assustado?) quanto nas primeiras semanas do vazamento do petróleo da BP no Golfo do México. A Casa Branca, de produção própria, só conseguiu “lamentar muito as mortes”. E nada disse contra Israel.

O israelense-em-chefe dentro da Casa Branca, Rahm Emanuel, em visita a Israel semana passada, convidara o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu a visitar Obama, para fazer as pazes com Obama. O convescote estava previsto para essa 4ª-feira. Ontem, 2ª-feira, Netanyahu cancelou a viagem.

Diz-se em Washington que Obama, agora, esquecerá a questão das novas construções exclusivas para judeus na Cisjordânia e as abomináveis condições em que vivem os palestinos no Gulag de Gaza, tudo esquecido para sempre, em troca de um dinheiro extra, crucialmente necessário para que os Democratas vençam as eleições legislativas de novembro próximo. Obama esquece, e os doadores judeus metem a mão no bolso. Depois do massacre da madrugada da 2ª-feira, não há dúvidas de que o dinheiro aparecerá: basta que Obama não ultrapasse o limite da lamentação de mortes, e pronto.

Mais uma vez, Obama – pobre Obama, infeliz Obama! – é emasculado, tratado como satrapa de República de Bananas; e Netanyahu canta-de-galo, patético travesti da música Macho-macho-man, do [grupo] The Village People.

Dado que os barcos da frota humanitária viajavam sob bandeiras turca, grega e irlandesa, os comandos israelenses, de fato, atacaram um microcosmo-amostra da verdadeira “comunidade internacional” de carne e osso e sangue. – Netanyahu está sossegado, certo de que, mais uma vez, Israel se safará.

Presidente, presidente... Como é fazer o papel de bobo da Colina em Washington

E quanto a nós, o resto do mundo, como é, fazermos também nós o papel de bobos da Colina – exceto países que, como Brasil, Rússia, Índia e China, mais Turquia, França e Espanha, podem manifestar-se livre e claramente, com horror, sobre o assalto israelense?

Há algo que podemos fazer – possibilidade que já se discute em algumas poucas latitudes: boicotar produtos israelenses, ou impor sanções a Israel. Ferir a economia deles. Isolá-los diplomaticamente. Se, para a maioria dos israelenses, todo o mundo é seu inimigo – governos, organizações, ONGs, agências de socorro humanitário, opinião pública – porque não os fazer experimentar o próprio remédio?



Original in:

THE ROVING EYE

We are all Gazans now



Pepe Escobar is the author of Globalistan: How the Globalized World is Dissolving into Liquid War (Nimble Books, 2007) and Red Zone Blues: a snapshot of Baghdad during the surge. His new book, just out, is Obama does Globalistan (Nimble Books, 2009).

He may be reached at pepeasia@yahoo.com .










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Tanaka Celebridade depois de Lesionar Drogba


Após lance com Drogba, Tanaka vira celebridade na internet
Lance!Press - 15 horas atrás
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"Drogba falava pelos cotovelos até encontrar Tulio Tanaka". A frase (um tanto maldosa) faz referência ao lance do amistoso entre Costa do Marfim e Japão, nesta sexta-feira, no qual Drogba - atacante marfinense que enfrenta (enfrentaria?) o Brasil na Copa do Mundo - fraturou o braço ao dividir uma bola com o zagueiro Tanaka, brasileiro naturalizado japonês.

No Twitter, o jogador que nasceu em São Paulo virou celebridade instantânea. Os 'fatos' sobre o jogador já se espalharam. Alguns internautas reconhecem: a brincadeira, embora exagerada (é claro que Tanaka não teve a intenção de machucar o melhor jogador da Costa do Marfim), vale. E diverte quem entra na rede social.

Alguns exageram: "Uma mágoa de infância? Tulio Tanaka não ter quebrado o Zidane naquela Copa de 98". Outros tentam filosofar sobre o nipo-brasileiro: "O amor não é aquilo que faz você ficar com dor de cotovelo. Amor é outra coisa, o nome disso é Tulio Tanaka".

No Orkut, a comunidade dedicada ao jogador ganhou membros após o lance. E um perfil de Tanaka, mesmo falso, recebeu mensagens de agradecimento. A torcida brasileira, de fato, não perdoa. Veja abaixo outros 'fatos' sobre Tanaka:

- Tulio Maravilha quer chegar aos mil gols. Tulio Tanaka começa a carreira para quebrar mil cotovelos. - Tulio Tanaka se naturalizou japonês porque a Fifa o proibiu de jogar ao lado de Felipe Melo na Seleção. Já pensou os dois juntos? - Deus é brasileiro, Tulio Tanaka também! - Deus perdoa, Tulio Tanaka não. - Nos treinamentos, Tulio Tanaka faz embaixadas usando um lutador de sumô.

Fonte: Yahoo