Rádio WNews

terça-feira, 31 de agosto de 2010

O Mel como Ativador dos Chacras


O MEL COMO ATIVADOR DOS CHACRAS
Amplamente indicado como alimento do corpo físico, o mel age também sobre os corpos sutis do homem.
O mel está para o adulto assim como o leite materno está para a criança; é um alimento de alto valor energético e propriedades medicinais. O mel vivifica, acalma, tem acção antibió tica, é cicatrizante, previne doenças e pode ser usado até como cosmético.
Se os benefícios desse alimento/remé dio para o corpo físico já são mais do que conhecidos, pouco se sabe sobre os efeitos nos corpos sutis do homem. Mas, se levarmos em conta esses dois factores acerca da produção do mel, podemos ter uma ideia de o quanto essa substância é especial:
- suas produtoras, as abelhas, são seres de Vénus. Ao promover a vinda dessas maravilhosas criaturinhas para a Terra, a civilização do mais adiantado planeta do sistema solar presenteou nossa humanidade com um poderoso recurso energético e de sutilização;- sua matéria-prima é o néctar de criaturas também especiais, as flores. Sabe-se que a essência das flores tempropriedades sutilizantes, e parte dessa energia é transferida para o mel.Há quem inclusive considere o mel como um floral natural. Na visão de Shoma-Or, de Orion, essa correlação não é de todo adequada porque a essência floral atua de uma forma diferente nos corpos extrafísicos do homem. Já o mel, "como floral, age no corpo metabólico sutil, ou seja, no duplo etérico ou corpo etéreo, bem próximo do corpo físico", diz ele. "O mel mexe no metabolismo de vocês, terráqueos, esquentando o corpo etérico e, conseqüentemente também o físico, pois tudo que se passa no corpo etérico reproduz-se no físico."
Seguem-se as informações dadas por Shoma-Or sobre os tipos de mel e suas propriedades como ativadores dos chacras.Mel de eucalipto - reconhecidamente, é benéfico para a parte respiratória do corpo físico e favorece o chacra laríngeo. Mas, considerando- se que as raízes do eucalipto penetram profundamente na terra, o mel a partir dele produzido é recomendado também para activar o chacra básico. Mel de flores - como criaturas sutis que são, as flores dão um mel muito indicado para os chacras superiores, que estão relacionados com a parte espiritual do homem: cardíaco, frontal e coronário. Mel de frutas - estimula as áreas vitais e relacionadas com as funções digestivas, sendo indicado para os chacras esplénico e do plexo solar.Mel de jataí - trata-se de um mel seleccionado e de poderes mais concentrados, pois é produzido por uma espécie de abelha aperfeiçoada e trazida para a Terra bem depois das primeiras espécies. É indicado para os chacras básico e frontal. Modos de usarIngerir uma ou duas colheres de chá por dia é o suficiente para os adultos. O mel também pode ser passado no corpo, na região do chacra que se quer estimular. Recomenda-se massagear o local com mel e deixá-lo agir por um período de 30 minutos a 1 hora. Concomitantemente com a massagem, deve-se também ingerir uma colher de chá para promover a acção externa e interna da substância. Mel "solarizado"Para potencializar o efeito do mel, Shoma-Ol recomenda energizá-lo com a vibração das cores correspondentes a cada chacra. Para isso, basta colocar a substância num frasco de vidro da cor desejada e deixá-lo sob o sol por 15 minutos. Depois disso, o frasco pode ser guardado. O mel assim preparado deve ser usado apenas uma vez por semana para ingestão e massagem, conforme o processo já explicado. Enquanto você aguarda o tempo de acção da substância sobre a pele, Shoma-Ol recomenda fazer uma mentalização para o chacra que se está tratando. Só para lembrar, a correspondência entre chacras e cores é a seguinte:
básico - vermelhoSexual - laranjaPlexo solar - amarelocardíaco - verdelaríngeo - azul celesteFrontal - azul índigocoronário - violeta
Autor: Shoma-Or, de Orion
Canal: Maria Sílvia Dias Correia

http://www.social7. com.br/index. asp?upline= 515
CONTRIBUIÇÃO DO Prof. Fernando Lo Iacono-- "Nenhum caminho é longo demais quando um amigo nos acompanha."MITAKUE OYASSIN : "Por todas as nossas relações" ou "estamos todos ligados",“SAWABONA” é um cumprimento usado no sul da África e quer dizer... "EU TE RESPEITO, EU TE VALORIZO, VOCÊ É IMPORTANTE PRA MIM". Em resposta as pessoas dizem “SHIKOBA” que é... "ENTÃO EU EXISTO PRA VOCÊ"
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Questão Agrária

A QUESTÃO AGRARIA NO BRASIL
O geógrafo Paulo Alentejano, professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz), conta nesta entrevista como o limite do tamanho da propriedade rural no Brasil pode reduzir a desigualdade no campo. Ao contrário do que os opositores da medida fazem parecer, ele explica por que a proposta não é radical e como outros países já limitaram o tamanho das fazendas, inclusive implementando reformas agrárias. Segundo o pesquisador, nenhum projeto de reforma agrária foi colocado em prática em toda a história do Brasil.
A entrevista é de Raquel Júnia e publicada pelo sítio da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, Fiocruz, 30-08-2010.
Eis a entrevista.
Qual é o quadro brasileiro em termos de concentração fundiária?
A concentração da propriedade da terra no Brasil é algo não apenas persistente como crescente. O Brasil está entre os países com maior grau de concentração, seja pelos dados do IBGE, seja pelos dados do Incra. O IBGE trabalha com a categoria de ‘estabelecimentos agropecuários’, que leva em consideração a unidade gestão, enquanto o Incra leva em consideração o documento de propriedade, trabalhando com imóveis. Pelo IBGE, a comparação é que a parcela dos maiores estabelecimentos, com mais de mil hectares, que são menos de 1% do total, tem 44% das terras, enquanto os menores estabelecimentos, que são 47% do total, somam apenas 2,36%. Ao se tomar como base os dados do Incra de imóveis rurais no cadastro de 2003, isso não é muito diferente – a grande maioria dos imóveis tem menos de 10 hectares, mas ocupam a menor área.. Pelo Incra os dados mostram que propriedades com menos de 10 hectares são 31,8% do total e ocupam só 1,8% das terras agrícolas Os imóveis com mais de cinco mil hectares são apenas 0,2% do total e tem 13% das terras .
E historicamente, como o país chegou a esta situação?
Esta história se inicia sem dúvida já com o processo da colonização, quando, através das chamadas Sesmarias, se distribui o controle da terra para poucos amigos do rei de Portugal. Eles passam a ter o direito de explorar a terra, mas também a responsabilidade sobre o controle político do território, em um sistema que articula economia e política. Há a exploração da terra, via exploração do trabalho escravo, e também controle político sobre o território, para que outras potências estrangeiras não viessem se apoderar disso. Então, há já no início da colonização o estabelecimento do latifúndio, que se reafirma em 1850 com a Lei de Terras. A lei transforma a terra numa mercadoria e, ao dizer que as pessoas só podem ter acesso à terra na medida em que têm recursos para comprá-la, alija os escravos que estão em processo de libertação, os imigrantes que vão vir para substituir os escravos, os homens livres e pobres. Mantém-se o monopólio da terra e a concentração após a Lei de Terras e ao longo de toda a história do século XX. E agora, no século XXI, as sucessivas tentativas de realizar a reforma agrária no Brasil foram barradas pelo poder político do latifúndio. Isso, inclusive, se acentua nos últimos anos em função do caráter da modernização que se deu na agricultura brasileira a partir dos anos 1970. Essa modernização vem reforçar a concentração, na medida em que aumenta a capacidade produtiva com a expulsão cada vez maior de trabalhadores da terra. Portanto, há uma persistência histórica da concentração da terra no Brasil que se refaz e se reforça até o momento pela incapacidade de os movimentos sociais transporem essas barreiras políticas e de modernização técnica.
Você considera que o Brasil em algum momento tentou ou colocou em prática algum projeto de reforma agrária?
O momento que chegou mais próximo disso foi antes do golpe [civil-militar] de 1964. Naquele momento existia uma mobilização muito forte no campo, as Ligas Camponesas, a União dos Trabalhadores da Agricultura-ULTABs, o Movimento dos Agricultores sem Terra (Máster), havia uma diversidade grande de movimentos sociais rurais naquele momento, com uma articulação importante naquela história. E havia também por parte do governo João Goulart uma aposta na possibilidade da reforma agrária como parte das reformas de base. Entretanto, as forças conservadoras mais uma vez acabaram por triunfar. João Goulart anunciou em comício na Central do Brasil, no dia 13 de março de 1964, a desapropriação das terras localizadas nas imediações das rodovias e ferrovias federais. Menos de um mês depois houve o golpe militar, em 1º de abril, e uma das razões fundamentais foi justamente a reação à proposta de reforma agrária no Brasil. De lá para cá isso se repetiu muitas vezes: quando há uma força maior dos movimentos, há regressão do processo pela reação conservadora. Isso aconteceu em 1964, aconteceu com a Nova República, quando Tancredo Neves e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil construíram o primeiro plano nacional de reforma agrária e a UDR [União Democrática Ruralista] reagiu fortemente, esvaziando o plano, e, depois, na Constituição de 1988, quando a luta pela reforma agrária também foi esvaziada. Imaginava-se que o governo Lula iria efetivar a reforma agrária, construiu-se a perspectiva do segundo plano nacional de reforma agrária e, mais uma vez, a força do agronegócio se contrapôs com a justificativa de que tem uma importância enorme para a balança comercial. E aí se desconstruiu novamente a possibilidade da reforma. Então, reafirmou-se a todo momento este esvaziamento da reforma agrária. Quando os movimentos colocam na pauta as forças conservadoras se rearticulam e impedem que ela se efetive.
E há experiências em outras partes do mundo que tenham implementado propostas de reforma agrária que deram certo?
Podemos falar isso em movimentos que foram conduzidos na lógica da modernização capitalista, como é o caso dos Estados Unidos, que impuseram o processo na Ásia no final da Segunda Guerra Mundial - inclusive estabelecendo limite para o tamanho da propriedade da terra no Japão, na Coréia do Sul e em Taiwan. Na América Latina houve processos diferenciados e amplos de reforma agrária, alguns a partir da base, da mobilização popular - o caso do México é o mais emblemático, mas há também o da Nicarágua - e outras propostas de natureza reformista, como no Peru, no Chile ena Bolívia, em vários momentos históricos. A reforma agrária surge no mundo como uma medida de desenvolvimento do capitalismo e em outros casos foi associada a processos revolucionários, que é o caso da União Soviética, da China, de Cuba e outras situações sui generis. Então, a reforma agrária é algo que ao longo dos últimos 200 anos ocorre muitas vezes, em muitos países, com muitos sentidos e situações diferenciadas.Não há uma regra única para esse processo.
A reforma agrária não é então algo necessariamente radical, como fazem parecer ser?
Não, em alguns casos ela foi exatamente um processo de modernização capitalista. Aliás, na década de 1960, o governo Kennedy, nos Estados Unidos, formula na chamada Aliança para o Progresso a ideia de que era preciso fazer reforma agrária na América Latina para conter processos mais amplos à semelhança do de Cuba. Então, inclusive, há uma construção da reforma agrária como uma medida anti-revolucionária. No Brasil, nada disso se concretizou, nem sequer reformas agrárias tímidas pontuais, anti-socialistas ou anti-revolucionárias. Na verdade sempre foram obstaculizadas pelas forças do latifúndio que não abrem mão do monopólio da terra. A terra tem se constituído como um bem econômico, que significa poder político e que dá acesso a fundos públicos, este é um outro elemento fundamental. A terra no Brasil é um dos mecanismos de acesso a financiamento e isso é uma estratégia que faz com que grandes grupos econômicos sejam grandes proprietários de terra, embora não sejam exatamente grandes produtores. Hoje no Pará, por exemplo, o grupo Oportunity do Daniel Dantas tem enormes extensões de terra para pretensos projetos agropecuários como lavagem de dinheiro, evasão de impostos e uma série de mecanismos que existem também do ponto de vista financeiro e que justificam o controle sobre a terra.
(nota do editor: O Banco comprou 56 fazendas que totalizam aproximadamente 600 mil hectares no sul do Para. Recentemente o conselho Nacional de Justiça- CNJ, cancelou os titulos de mais de 6 mil fazendeiros no Pará que havia se apropriado de milhões de hectares de terras publicas de forma fraudulenta. entre eles havia uma fazenda do Oportunity)
Essa nova configuração que você descreve com a presença de grandes corporações também proprietárias de terra muda a correlação de forças no campo?
Sem dúvida. Embora o latifúndio seja persistente no Brasil, ele tem caras diferentes ao longo do tempo. O latifúndio já foi a cara do velho coronel das oligarquias agrárias, do senhor de engenho, e hoje o latifúndio, embora exista também assim, tem fundamentalmente a cara de grandes empresas capitalistas, grandes monopólios financeiros, grandes empresas transnacionais e grandes grupos empresariais brasileiros também, que, inclusive, se utilizam de instrumentos como grilagens de terras para se apropriar das terras públicas, e se utilizam de trabalho escravo ainda hoje. No ano passado, o Rio de Janeiro foi o estado com o maior índice de trabalho escravo no Brasil em função de casos identificados na usina Santa Cruz, que é arrendada pelo grupo J. Pessoa, o maior grupo usineiro do Brasil. Então, não estamos falando de um coronel atrasado no sertão, mas de grandes grupos empresariais, que trabalham com trabalho escravo aqui e altíssima tecnologia lá. O capital hoje articula as formas mais desenvolvidas possíveis tecnologicamente com as formas mais arcaicas de exploração do trabalho, não há contradições desse ponto de vista. Então, são interesses extremamente poderosos que existem hoje contra qualquer tipo de reforma agrária, e por que isso? Porque mesmo o agronegócio dito altamente produtivo necessita permanentemente de terras novas para sua expansão. Até porque desgasta profundamente o solo e, desgastando o solo, precisa de novas terras para se expandir, e se não tiver estoque de terras improdutivas não tem para onde avançar e não tem com se recompor. Por isso há uma necessidade desses setores, mesmo os ditos mais desenvolvidos da agricultura brasileira, de manterem estoques de terras paradas e situações arcaicas de produção. Por que os empresários não aceitam a atualização dos índices de produtividade para desapropriação de terras para reforma agrária, que são de 1975? Porque necessitam permanecer com estoque de terra parada para que ele possa lançar mão em algum momento.
(nota do editor: O Incra revelou há poucos dias que há hoje 130 mil imoveis de propriedade de empresas capitalistas que compraram terras e que controlam nada menos od que 177 milhoes de ha)
Esta proposta de atualização dos índices de produtividade também foi bastante combatida. Como está esta discussão?
A lei agrária de 1993 estabelece que por decreto interministerial os índices serão atualizados de tempos em tempos. E quando a lei estipulou os índices, o fez com base em dados super atrasados, do censo de 1975. Desde o primeiro governo Lula existe uma proposta de atualização dos índices de produtividade feita pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), que está na mesa do gabinete civil da presidência para que seja assinado. A proposta nunca foi efetivada porque tem que ser um decreto interministerial e tem que ter assinatura do MDA e também do Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que é o ministério que representa os interesses do agronegócio, do latifúndio, da grande propriedade da terra no Brasil. Os sucessivos ministros da agricultura sempre negaram acordo para atualização dos índices de produtividade e a força política deles sempre foi a bancada ruralista, que sempre disse que se houvesse atualização dos índices de produtividade o governo Lula perderia qualquer apoio deles. Então, há um processo claro de pressão política da bancada ruralista, que beira a chantagem, para a não atualização dos índices de produtividade e o governo Lula sucumbiu à força política destes setores.
E essa proposta atualiza os índices com base em que dados?
Ela utiliza os Censos Agropecuários de 1995 - 1996, não chega nem a utilizar o de 2006, até porque a proposta foi feita antes de o Censo ser liberado, e utiliza também os estudos da Embrapa e uma série de estudos para fazer a atualização desses índices. Mesmo utilizando os dados da década de 1990, melhoraria substancialmente em relação aos índices de produtividade de 1975. De lá para cá, os índices médios de produtividade subiram substantivamente.
Para além desta discussão do limite e dos índices de produtividade, existe a proposta de um novo modelo para a agricultura brasileira levantado pelos movimentos sociais do campo. Quais são as bases deste modelo?
A proposta do movimento e de setores que trabalham próximos aos movimentos do campo vai em quatro direções fundamentais. A primeira é a necessidade de romper com a histórica concentração fundiária, porque isso produz injustiça e desigualdade. A segunda é chamar atenção para o processo recente de internacionalização que a agricultura brasileira vem sofrendo, que se expressa também na compra de terras pelos estrangeiros.– Parece que agora o governo tentará alguma medida de restrição a isso, mas problema não se resume à compra de terras. Essa questão passa, por exemplo, pela crescente dominação das empresas transnacionais sobre a agricultura brasileira, impondo um aporte tecnológico com sementes, agroquímicos e a própria compra da produção agropecuária que cada vez mais é controlada pelas grandes empresas internacionais. A terceira crítica é que, em função do latifúndio, há uma tendência cada vez maior de que se privilegie no Brasil a produção de matérias primas industriais e produtos para exportação, que interessam aos grandes grupos estrangeiros, e não a alimentação da população brasileira.
Cada vez mais tem se ampliado no Brasil a produção de soja, de milho, de cana de açúcar, monoculturas de eucalipto e de pinho para produzir celulose, contra a área destinada à produção de arroz, de feijão, dos alimentos básicos. É um modelo produtivo que atende a interesses externos e não àquilo que seria fundamental para ampliar a segurança alimentar da população brasileira. E o quarto elemento fundamental é que este modelo agrário vem acompanhado de uma lógica da violência, que expulsa trabalhadores do campo de forma violenta, realiza o trabalho escravoe explora altamente o trabalho daqueles poucos que sobram no campo. Um exemplo é a situação dos cortadores de cana que, para competir com as colheitadeiras. têm que aumentar cada vez mais a produtividade do seu trabalho, e isso implica jornadas cada vez mais exaustivas e problemas de saúde cada vez mais danosos aos trabalhadores.
O outro elemento que também é conseqüência deste modelo é a devastação ambiental, o avanço sobre as florestas - está aí a pressão toda para se mudar o Código Florestal para poder avançar ainda mais este processo de desmatamento. E aliado a isso há também um crescente uso de agroquímicos que fazem do Brasil hoje o campeão no uso de agrotóxicos, com um grau cada vez mais intenso de contaminação dos alimentos que ingerimos. É nesse sentido que os movimentos tem se contraposto a isso com o limite da propriedade da terra, a proposta da agroecologia como base de uma produção que ao mesmo tempo evite a devastação e conviva com os ecossistemas de forma mais equilibrada, e, sobretudo, não use essa enormidade de agrotóxicos que vem sendo utilizada. Esta proposta se baseia também em relações de trabalho muito mais justas do que as que estão colocadas atualmente.O conjunto desaas coisas é que está colocado como o contraponto da articulação. A crítica a esse modelo agrário dominante se rebate na defesa de um outro modelo que embasaria a proposta de reforma agrária, com base na democratização das condições de vida no campo e na rejeição desaas características que estão postas com este modelo - violência, superexploração do trabalho e devastação ambiental.
De acordo com a marcação do Incra, propriedades com mais de 15 módulos fiscais são consideradas grandes. Então, mesmo com a limitação em 35 módulos fiscais proposta pelo plebiscito, ainda teremos grandes propriedades no país. O que precisa ser esclarecido nesse sentido à população?
Pela legislação brasileira, imóveis de um a quatro módulos fiscais são considerados como pequena propriedade, de cinco a 15 são média propriedade e, acima de 15, grande propriedade. E o módulo varia de região para região de acordo com qualidade do solo, clima, infraestrutura, proximidade dos mercados. Tudo isso influi na definição do módulo fiscal de tal maneira que há módulos de 5 hectares, próximos aos grandes centros, até 110 hectares, que é o maior que temos no Brasil. Com a proposta do limite em 35 módulos fiscais, o tamanho variará de 175 hectares, próximo aos grandes centros, o que é muito, até 3.500 hectares em áreas mais distantes como a Amazônia. Veja que a proposta não está propondo acabar com a grande propriedade, que é acima de 15 módulos fiscais, está apenas acabando com as gigantescas - trata-se de reduzir a desigualdade e não acabar com ela. Então, não é no nível de radicalidade que alguns países fizeram.
Há países no mundo que estabeleceram limites muito mais restritos para a propriedade da terra, como no Japão, onde o limite é de 12 hectares, ou na Coréia do Sul, que é de três hectares. O limite que estamos propondo para o Brasil chega a 3.500 hectares e isso significa que propriedades do tamanho de aproximadamente 3.500 campos de futebol poderiam ser permitidas no país, variando de região para região. É uma proposta extremamente eficaz porque, atingindo apenas 50 mil imóveis, o que corresponde a 2% dos imóveis rurais do Brasil, seria possível obter 200 milhões de hectares para a reforma agrária. Isso corresponde a quase 40% do total da área dos imóveis do Brasil. Portanto, atingindo muito poucos, permitiria-se um avanço muito grande da reforma agrária, beneficiando muitas populações do campo e da cidade. É uma medida com impacto extremamente positivo do ponto de vista social no Brasil.
Existe uma dimensão da demanda por terra no país?
Existem várias projeções em relação a isso. Há aquelas que trabalham com número de famílias acampadas, que seria a demanda mais direta pela terra, cuja estimativa é de 150 a 200 mil famílias acampadas. Tem uma estimativa que toma como base uma proposta do governo Fernando Henrique, de cadastro de interessados via correio, que chegou a 800 mil famílias cadastradas. E há dados do Censo Agropecuário que apontam os que seriam os assalariados em condição precária no campo: os arrendatários, parceiros, de forma geral, os trabalhadores rurais sem terra - que chegariam a quatro milhões de famílias aproximadamente. Se agregarmos isso ainda a milhões de famílias que foram expulsas do campo e vivem precariamente nas cidades, e algumas delas podem ter interesse em voltar para a terra, isso poderia chegar a 10 milhões de famílias.
Há variadas possibilidades de mensurar, desde a forma mais direta até a mais indireta. E de fato a medida poderia resolver tranqüilamente essa demanda. Neste sentido, o plebiscito é muito importante como instrumento de mobilização, de conscientização da sociedade em relação aos seus problemas, assim como os outros plebiscitos populares, como o da Alca, o da Vale e o da Dívida Externa. O objetivo, sobretudo, é provocar o debate na sociedade sobre a importância destas questões. E neste caso, a importância fundamental que tem a reforma agrária para o campo e para a cidade, para transformar esta realidade brasileira.
O plebiscito tem dois objetivos fundamentais: o primeiro é o de colocar o debate para a sociedade, e o segundo é, através do número de votos que se obtiver e das assinaturas que irá se recolher neste processo, poder impulsionar a proposta de emenda constitucional que visa a estabelecer efetivamente o limite para o tamanho da propriedade no Brasil. Não temos ilusão de que isto será uma batalha fácil, pelo contrário, mas é através do plebiscito que se coloca isso mais amplamente para a sociedade, o que pode vir a gerar a pressão popular necessária para que isso possa acontecer. De alguma forma o plebiscito da Alca teve esse efeito, pelo menos tensionou o governo brasileiro para a questão e demonstrou que havia uma quantidade expressiva de brasileiros que rejeitava a proposta da Alca.
Fonte: MST

Operação Centauro

Brigada Militar lança Operação Centauro segmentos
31/08/2010 16:10
Nesta terça-feira (31), às 10 horas, na Praça Itália, em Porto Alegre, o Comando de Policiamento da Capital (CPC), lançou oficialmente a Operação Segmentos, que tem como objetivo reforçar o policiamento nos principais centros comerciais.
O chefe do Estado-Maior do CPC, tenente-coronel Paulo Moacyr Stocker dos Santos, representando o comando, orientou a tropa a ser empregada na ação. Também estiveram presentes no evento 150 policiais militares, divididos entre os Pelotões de Operações Especiais do 1° BPM, 9° BPM, 11° BPM, 19° BPM, 20° BPM, 1° BOE e demais oficiais e praças.
A operação ocorre simultaneamente em todo o Estado, das 8 às 18h, e conta com ações de visibilidade, como barreiras, abordagens e fiscalizações a estabelecimentos comerciais, visando diminuir os índices de criminalidade.
Fonte: PM5-Imprensa/BM

jornal do Irã Ataca a Primeira Dama Francesa


Jornal iraniano volta a atacar Carla Bruni e diz que ela merece a morte

Ter, 31 Ago, 01h48

PARIS (AFP) - O jornal iraniano ultraconservador Kayhan, que chamou Carla Bruni, esposa do presidente francês Nicolas Sarkozy, de prostituta, voltou a atacá-la, dizendo que ela "merece a morte por sua vida privada imoral", insultos que o ministério das Relações Exteriores da França classificou como inaceitáveis.
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O Kayhan, que costuma fazer declarações insultantes e excessivas contra dirigentes iranianos e estrangeiros, publicou no sábado uma matéria na qual chama Carla Bruni de prostituta. Alguns dias antes, a primeira-dama saíra em defesa da iraniana condenada ao apedrejamento por acusações de adultério e homicídio.

A chancelaria francesa reagiu aos insultos nesta terça-feira.

"Nós comunicamos às autoridades iranianas que os insultos proferidos pelo jornal Kayhan e repetidos pelos sites iranianos a respeito de inúmeras personalidades francesas, como a sra. Carla Bruni-Sarkozy, são inaceitáveis", indicou o porta-voz do ministério das Relações Exteriores, Bernard Valero.

"Espero que todos os meios de comunicação tenham cuidado. Pode-se criticar a política hostil de alguns países ou o comportamento dos dirigentes de outros países e expressar protesto, mas não se pode usar palavras insultantes. Isso não é correto", acrescentou.

O governo iraniano, por sua vez, desaprovou a situação.

"A República Islâmica não aprova o insulto contra dirigentes de outros países", declarou o porta-voz do ministério iraniano das Relações Exteriores, Ramin Mehmanparast, indagado sobre o tema durante seu encontro semanal com a imprensa.

A imprensa iraniana, por outro lado, se absteve de acompanhar o Kayhan, que com frequência termina nos tribunais por causa de seus excessos.

No entanto, na segunda-feira, o site www.inn.ir, do grupo de notícias controlado pelo governo do Irã, voltou a comentar a 'imoralidade' de Carla Bruni e afirmou que "os meios de comunicação ocidentais, ao detalhar os inúmeros antecedentes de imoralidade, confirmaram implicitamente que Bruni merece esse título".

O artigo de Kayhan denunciando o apoio de Carla Bruni a Sakineh Mohammadi-Ashtiani, condenada ao apedrejamento por adultério e participação no assassinato do marido, tinha um título forte: "As prostitutas francesas participam no tumulto sobre os direitos humanos".

O texto classificava Carla Bruni "de atriz e cantora depravada, que desfez a família de Sarkozy e se casou com o presidente francês".

Denunciou igualmente a intervenção da "atriz corrompida (Isabelle) Adjani" no caso.

Carla Bruni-Sarkozy afirmou em 23 de agosto, em uma carta aberta, que a "França não abandonará Mohammadi-Ashtiani.

O Irã anunciou no início de julho a suspensão da sentença de apedrejamento e a revisão do caso.
Fonte: Yahoo

Vereadora Sofia Cavedon

Vereadora Sofia Cavedon









No Blog da Sofia confira as atividades de campanha, agendas e o que acontece pela cidade
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Acontecendo na Capital
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É nesta Quarta-feira: Lançamento do Programa de Educação com Tarso

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Aprovado projeto Vou à Escola

O projeto de lei, que institui a passagem gratuita para os alunos do ensino médio da Capital, mais conhecido como Vou à Escola, foi aprovado na quarta-feira (25), na Câmara Municipal de Porto Alegre. Para Sofia, co-autora da proposta, o projeto, transformado em lei, “será um importante instrumento de luta para fazer com que o estado assuma o financiamento do transporte escolar do jovem no ensino médio, uma vez que o município já dá conta do transporte para o ensino fundamental”.

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Movimento em defesa do Morro Santa Teresa faz visita de reconhecimento da área

A riqueza ambiental, turística e cultural do Morro Santa Teresa foi comprovada durante o trajeto de quase 10 quilômetros. Vereadora Sofia, que acompanha o processo, esteve presente na caminhada de reconhecimento do morro.

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Acervo Pilla Vares

Livros, originais, rascunhos, diplomas, condecorações, troféus, cartas e alguns objetos de uso pessoal do jornalista e bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais Luiz Pilla Vares foram doados à PUCRS. O material ficará à disposição de estudantes e pesquisadores no Delfos - Espaço de Documentação e Memória Cultural da Universidade.

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Aprendizagem foi o tema do Ciclo de Debates sobre Inclusão Escolar

Construção de estratégias de Aprendizagem, com a participação das mestres em Educação, Anelise Ferreira e Raquel Sulzbach, foi o tema abordado no encontro desta quarta-feira (25) do Ciclos de Debates: Inclusão Escolar, que se realizou no plenário Otávio Rocha da Câmara Municipal de Porto Alegre, com a coordenação da vereadora Sofia Cavedon, vice-presidente da Comissão de Educação da Casa Legislativa.

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Semana da Inclusão Escolar - Inscrições Abertas

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Encontro de Educadores / Inclusão Escolar - Inscrições Abertas

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Cece intermedeia conflito no transporte escolar

Problemas com alguns permissionários de transporte escolar da Capital foram pauta na Comissão de Educação, Cultura, Esporte e Juventude (Cece) da Câmara Municipal.

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Na tribuna da Câmara

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Eleições 2010

Assine o Manifesto: Cultura para o Rio Grande crescer


“A Cultura no RS precisa, ao contrário do que aconteceu no Brasil, entrar no paradigma da política cultural e desenvolver os instrumentos necessários para dar conta da produção e do acesso do povo gaúcho a ela. Com Tarso governador vamos desenvolver a cultura do RS no ritmo do Brasil."

Assine o Manifesto da Cultura em apoio à candidatura Tarso Genro, enviando mensagem para: manifestodacultura@tarso13.com.br - Com nome, município, e área de atuação.

O Ato de Lançamento do Manifesto da Cultura está marcado para 06 de setembro, segunda-feira, a partir das 18h30min no Boteco Imperial (Santana, 375).
Acesse aqui.





Plenária de Mobilização de Porto Alegre


Na Terça-feira (31), às 18h30min, na sede municipal do PT (Av. João Pessoa, 785).
Preparação para a semana de 7 de setembro.

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Tarso apresenta Carta aos Gaúchos e Gaúchas


No Domingo (29) o candidato da Unidade Popular pelo Rio Grande, Tarso Genro, juntamente com o vice, Beto Grill, lançaram no Comitê Central em Porto Alegre a Carta aos Gaúchos com os compromisso do programa de governo.

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Jantar com Paim na Quinta-feira


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Conheça nossos candidatos


Acesse os sites dos nossos candidatos da Unidade Popular pelo Rio Grande (PT, PSB, PCdoB, PR) e veja nossas propostas, trajetórias, manifestações e atividades de campanha.
Dilma Rousseff - 13 - Presidente
http://www.dilma13.com.br/
Tarso Genro - 13 - Governador /Beto Grill - Vice
http://www.tarso13.com.br/
Paulo Paim - 131 - Senador
http://www.soupaimsenador131.com.br/
Abgail Pereira - 651 – Senadora
@AbgailPereira (Twitter)

E apoiamos os companheiros Ronaldo Zulke Deputado Federal
http://www.zulke1300.com.br/
Raul Pont Deputado Estadual
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Comitê Tarso Genro


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Acontecendo:

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Lista

VEJAM COMO ESTAO SEUS CANDIDATOSSSSSSSSSS

VALE A PENA VOTARRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR
SO QUEREM VOTOS E GANHAR EM CIMA DOS ELEITORESSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS


Repassado. Olhem por favor!

Se o TRE não vai divulgar, nós divulgamos!..




Essa é para guardar... E distribuir ao máximo!



EM QUEM NÃO VOTAR



Você pode classificar por nome, cargo, partido e acusação.


ID


NOME


CARGO


PARTIDO


ACUSAÇÃO OU CRIME A QUE RESPONDE

1


ABELARDO LUPION


Deputado


PFL-PR


Sonegação Fiscal

2


ADEMIR PRATES


Deputado


PDT-MG


Falsidade Ideológica

3


AELTON FREITAS


Senador


PL-MG


Crime de Responsabilidade e Estelionato

4


AIRTON ROVEDA


Deputado


PPS-PR


Peculato

5


ALBÉRICO FILHO


Deputado


PMDB-MA


Apropriação Indébita

6


ALCESTE ALMEIDA


Deputado


PTB-RR


Peculato e Formação de Quadrilha, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

7


ALEX CANZIANI


Deputado


PTB-PR


Peculato

8


ALMEIDA DE JESUS


Deputado


PL-CE


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

9


ALMIR MOURA


Deputado


PFL-RJ


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

10


AMAURI GASQUES


Deputado


PL-SP


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

11


ANDRÉ ZACHAROW


Deputado


PMDB-PR


Improbidade Administrativa

12


ANÍBAL GOMES


Deputado


PMDB-CE


Improbidade Administrativa

13


ANTERO PAES DE BARROS


Senador


PSDB-MT


Improbidade Administrativa e Formação de Quadrilha

14


ANTÔNIO CARLOS PANNUNZIO


Deputado


PSDB-SP


Crime de Responsabilidade

15


ANTÔNIO JOAQUIM


Deputado


PSDB-MA


Improbidade Administrativa

16


BENEDITO DE LIRA


Deputado


PP-AL


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

17


BENEDITO DIAS


Deputado


PP-AP


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

18


BENJAMIN MARANHÃO


Deputado


PMDB-PB


Crime Eleitoral

19


BISPO WANDERVAL


Deputado


PL-SP


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

20


CABO JÚLIO (JÚLIO CÉSAR GOMES DOS SANTOS)


Deputado


PMDB-MG


Crime Militar, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

21


CARLOS ALBERTO LERÉIA


Deputado


PSDB-GO


Lesão Corporal

22


CELSO RUSSOMANNO


Deputado


PP-SP


Crime Eleitoral, Peculato e Agressão

23


CHICO DA PRINCESA (FRANCISCO OCTÁVIO BECKERT)


Deputado


PL-PR


Crime Eleitoral

24


CIRO NOGUEIRA


Deputado


PP-PI


Crime Contra a Ordem Tributária e Prevaricação

25


CLEONÂNCIO FONSECA


Deputado


PP-SE


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

26


CLÓVIS FECURY


Deputado


PFL-MA


Crime Contra a Ordem Tributária

27


CORIALANO SALES


Deputado


PFL-BA


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

28


DARCÍSIO PERONDI


Deputado


PMDB-RS


Improbidade Administrativa

29


DAVI ALCOLUMBRE


Deputado


PFL-AP


Corrupção Ativa

30


DILCEU SPERAFICO


Deputado


PP-PR


Apropriação Indébita

31


DOUTOR HELENO


Deputado


PSC-RJ


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

32


EDSON ANDRINO


Deputado


PMDB-SC


Crime de Responsabilidade

33


EDUARDO AZEREDO


Senador


PSDB-MG


Improbidade Administrativa

34


EDUARDO GOMES


Deputado


PSDB-TO


Crime Eleitoral, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

35


EDUARDO SEABRA


Deputado


PTB-AP


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

36


ELIMAR MÁXIMO DAMASCENO


Deputado


PRONA-SP


Falsidade Ideológica

37


EDIR DE OLIVEIRA


Deputado


PTB-RS


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

38


EDNA MACEDO


Deputado


PTB-SP


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

39


ELAINE COSTA


Deputada


PTB-RJ


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

40


ELISEU PADILHA


Deputado


PMDB-RS


Corrupção Passiva

41


ENIVALDO RIBEIRO


Deputado


PP-PB


Crime Contra a Ordem Tributária, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

42


ÉRICO RIBEIRO


Deputado


PP-RS


Crime Contra a Ordem Tributária e Apropriação Indébita

43


FERNANDO ESTIMA


Deputado


PPS-SP


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

44


FERNANDO GONÇALVES


Deputado


PTB-RJ


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

45


GARIBALDI ALVES


Senador


PMDB-RN


Crime Eleitoral

46


GIACOBO (FERNANDO LUCIO GIACOBO)


Deputado


PL-PR


Crime Contra a Ordem Tributária e Seqüestro

47


GONZAGA PATRIOTA


Deputado


PSDB-PE


Apropriação Indébita

48


GUILHERME MENEZES


Deputado


PT-BA


Improbidade Administrativa

49


INALDO LEITÃO


Deputado


PL-PB


Crime Contra o Patrimônio, Declaração Falsa de Imposto de Renda

50


INOCÊNCIO DE OLIVEIRA


Deputado


PMDB-PE


Crime de Escravidão

51


IRAPUAN TEIXEIRA


Deputado


PP-SP


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

52


IRIS SIMÕES


Deputado


PTB-PR


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

53


ITAMAR SERPA


Deputado


PSDB-RJ


Crime Contra o Consumidor, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

54


ISAÍAS SILVESTRE


Deputado


PSB-MG


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

55


JACKSON BARRETO


Deputado


PTB-SE


Peculato e Improbidade Administrativa

56


JADER BARBALHO


Deputado


PMDB-PA


Improbidade Administrativa, Peculato, Crime Contra o Sistema Financeiro e Lavagem de Dinheiro

57


JAIME MARTINS


Deputado


PL-MG


Crime Eleitoral

58


JEFERSON CAMPOS


Deputado


PTB-SP


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

59


JOÃO BATISTA


Deputado


PP-SP


Falsidade Ideológica, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

60


JOÃO CALDAS


Deputado


PL-AL


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

61


JOÃO CORREIA


Deputado


PMDB-AC


Declaração Falsa de Imposto de Renda, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

62


JOÃO HERRMANN NETO


Deputado


PDT-SP


Apropriação Indébita

63


JOÃO MAGNO


Deputado


PT-MG


Lavagem de Dinheiro

64


JOÃO MENDES DE JESUS


Deputado


PSB-RJ


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

65


JOÃO PAULO CUNHA


Deputado


PT-SP


Corrupção Passiva, Lavagem de Dinheiro e Peculato

66


JOÃO RIBEIRO


Senador


PL-TO


Peculato e Crime de Escravidão

67


JORGE PINHEIRO


Deputado


PL-DF


Crime Ambiental

68


JOSÉ DIVINO


Deputado


PRB-RJ


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

69


JOSÉ JANENE


Deputado


PP-PR


Estelionato, Improbidade Administrativa, Lavagem de Dinheiro, Corrupção Passiva, Formação de Quadrilha, Apropriação Indébita e Crime Eleitoral

70


JOSÉ LINHARES


Deputado


PP-CE


Improbidade Administrativa

71


JOSÉ MENTOR


Deputado


PT-SP


Corrupção Passiva

72


JOSÉ MILITÃO


Deputado


PTB-MG


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

73


JOSÉ PRIANTE


Deputado


PMDB-PA


Crime Contra o Sistema Financeiro

74


JOVAIR ARANTES


Deputado


PTB-GO


Improbidade Administrativa

75


JOVINO CÂNDIDO


Deputado


PV-SP


Improbidade Administrativa

76


JÚLIO CÉSAR


Deputado


PFL-PI


Peculato, Formação de Quadrilha, Lavagem de Dinheiro e Falsidade Ideológica

77


JÚLIO LOPES


Deputado


PP-RJ


Falsidade Ideológica

78


JÚNIOR BETÃO


Deputado


PL-AC


Declaração Falsa de Imposto de Renda, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

79


JUVÊNCIO DA FONSECA


Deputado


PSDB-MS


Improbidade Administrativa

80


LAURA CARNEIRO


Deputada


PFL-RJ


Improbidade Administrativa e Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

81


LEONEL PAVAN


Senador


PSDB-SC


Contratação de Serviços Públicos Sem Licitação e Concussão

82


LIDEU ARAÚJO


Deputado


PP-SP


Crime Eleitoral

83


LINO ROSSI


Deputado


PP-MT


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

84


LÚCIA VÂNIA


Senadora


PSDB-GO


Peculato

85


LUIZ ANTÔNIO FLEURY


Deputado


PTB-SP


Improbidade Administrativa

86


LUPÉRCIO RAMOS


Deputado


PMDB-AM


Crime de Aborto

87


MÃO SANTA


Senador


PMDB-PI


Improbidade Administrativa

88


MARCELINO FRAGA


Deputado


PMDB-ES


Crime Eleitoral, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

89


MARCELO CRIVELA


Senador


PRB-RJ


Crime Contra o Sistema Financeiro e Falsidade Ideológica

90


MARCELO TEIXEIRA


Deputado


PSDB-CE


Sonegação Fiscal

91


MÁRCIO REINALDO MOREIRA


Deputado


PP-MG


Crime Ambiental

92


MARCOS ABRAMO


Deputado


PP-SP


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

93


MÁRIO NEGROMONTE


Deputado


PP-BA


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

94


MAURÍCIO RABELO


Deputado


PL-TO


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

95


NÉLIO DIAS


Deputado


PP-RN


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

96


NELSON BORNIER


Deputado


PMDB-RJ


Improbidade Administrativa

97


NEUTON LIMA


Deputado


PTB-SP


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

98


NEY SUASSUNA


Senador


PMDB-PB


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

99


NILTON CAPIXABA


Deputado


PTB-RO


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

100


OSMÂNIO PEREIRA


Deputado


PTB-MG


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

101


OSVALDO REIS


Deputado


PMDB-TO


Apropriação Indébita

102


PASTOR AMARILDO


Deputado


PSC-TO


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

103


PAULO AFONSO


Deputado


PMDB-SC


Peculato, Crime Contra o Sistema Financeiro e Improbidade Administrativa

104


PAULO BALTAZAR


Deputado


PSB-RJ


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

105


PAULO FEIJÓ


Deputado


PSDB-RJ


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

106


PAULO JOSÉ GOUVEIA


Deputado


PL-RS


Porte Ilegal de Arma

107


PAULO LIMA


Deputado


PMDB-SP


Extorsão e Sonegação Fiscal

108


PAULO MAGALHÃES


Deputado


PFL-BA


Lesão Corporal

109


PEDRO HENRY


Deputado


PP-MT


Formação de Quadrilha, Lavagem de Dinheiro e Corrupção Passiva, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

110


PROFESSOR IRAPUAN


Deputado


PP-SP


Crime Eleitoral

111


PROFESSOR LUIZINHO


Deputado


PT-SP


Lavagem de Dinheiro

112


RAIMUNDO SANTOS


Deputado


PL-PA


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

113


REGINALDO GERMANO


Deputado


PP-BA


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

114


REINALDO BETÃO


Deputado


PL-RJ


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

115


REINALDO GRIPP


Deputado


PL-RJ


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

116


REMI TRINTA


Deputado


PL-MA


Estelionato e Crime Ambiental

117


RIBAMAR ALVES


Deputado


PSB-MA


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

118


RICARDO BARROS


Deputado


PP-PR


Sonegação Fiscal

119


RICARTE DE FREITAS


Deputado


PTB-MT


Improbidade Administrativa e Formação de Quadrilha, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

120


RODOLFO TOURINHO


Senador


PFL-BA


Gestão Fraudulenta de Instituição Financeira

121


ROMERO JUCÁ


Senador


PMDB-RR


Improbidade Administrativa

122


ROMEU QUEIROZ


Deputado


PTB-MG


Corrupção Ativa, Corrupção Passiva e Lavagem de Dinheiro

123


RONALDO DIMAS


Deputado


PSDB-TO


Crime Eleitoral

124


SANDRO MABEL


Deputado


PL-GO


Crime Contra a Ordem Tributária

125


SUELY CAMPOS


Deputada


PP-RR


Crime Eleitoral

126


TATICO (JOSÉ FUSCALDI CESÍLIO)


Deputado


PTB-DF


Crime Contra a Ordem Tributária, Declaração Falsa de Imposto de Renda e Sonegação Fiscal

127


TETÉ BEZERRA


Deputado


PMDB-MT


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

128


THELMA DE OLIVEIRA


Deputada


PSDB-MT


Improbidade Administrativa e Formação de Quadrilha

129


VADÃO GOMES


Deputado


PP-SP


Improbidade Administrativa e Crime Contra a Ordem Tributária

130


VALDIR RAUPP


Senador


PMDB-RO


Peculato, Uso de Documento Falso, Crime Contra o Sistema Financeiro, Crime Eleitoral e Gestão Fraudulenta de Instituição Financeira

131


VALMIR AMARAL


Senador


PTB-DF


Apropriação Indébita

132


VANDERLEI ASSIS


Deputado


PP-SP


Crime Eleitoral, Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

133


VIEIRA REIS


Deputado


PRB-RJ


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

134


VITTORIO MEDIOLI


Deputado


PV-MG


Sonegação Fiscal

135


WANDERVAL SANTOS


Deputada


PL-SP


Corrupção Passiva

136


WELLINGTON FAGUNDES


Deputada


PL-MT


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

137


ZÉ GERARDO


Deputado


PMDB-CE


Crime de Responsabilidade

138


ZELINDA NOVAES


Deputada


PFL-BA


Sanguessugas (Escândalo das Ambulâncias)

139


Ângela Guadagnin


Deputada


PT-SP


Dançarina do Plenário da Câmara, comemorando absolvição de corrupto

140


Antônio Palocci


Ex-Ministro


PT-SP


Quebra de Sigilo Bancário

141


Carlos Rodrigues


Ex-Deputado


PL-RJ


Bispo Rodrigues

142


Delúbio Soares


Tesoureiro


PT-GO


Ex Tesoureiro do PT

143


José Dirceu


Ex-Deputado


PT-SP


Coordenador do Mensalão

144


José Genoíno


Ex-Deputado


PT-SP


Mensalão, Dólares na Cueca

145


José Nobre Guimarães


DeputadoEst.


PT-CE


Dólares na Cueca (Agora Candidato a Dep. Federal)

146


Josias Gomes


Deputado


PT-BA


Mensalão, CPI dos Correios

147


Luiz Gushiken


Ex-Ministro


PT-SP


CPI dos Correios

148


Paulo Salim Maluf


Ex


PPB-SP


Corrupção, Falcatruas, Improbidade Administrativa, Desvio de Dinheiro Público, Lavagem de dinheiro

149


Paulo Pimenta


Deputado


PT-RS


Compra de Votos, Mensalão, CPI Correios

150


Pedro Corrêa


Ex-Deputado


PP-PE


Cassado em associação ao Escândalo do Mensalão, Compra de Votos

151


Roberto Brant


Deputado


PFL-MG


Crime Eleitoral, Mensalão, CPI Correios

152


Roberto Jefferson


Ex-Deputado


PTB-RJ


Mensalão

153


Severino Cavalcanti


Ex-Deputado


PP-PE


Escândalo do Mensalinho (Renuncio para evitar a cassação)

154


Silvio Pereira


SecretárioPT


PT


Mensalão

155


Valdemar Costa Neto


Ex-Deputado


PL-SP


Mensalão (renunciou para evitar a cassação)


A PEQUENINA LISTA DE CORRUPTOS.
TEMOS QUE FICAR DE OLHO NOS VAGABUNDOS.
REPASSANDO
RELAÇÃO DOS DEPUTADOS FEDERAIS E SENADORES QUE RESPONDEM A PROCESSO NA JUSTIÇA:

É o mínimo que podemos fazer!

Divulgar! Se o TRE não vai divulgar, nós divulgamos! Somos 45 Milhões de Internautas, 15 Milhões em Banda Larga!!!
É só querer...

Este a gente não pode deixar de divulgar!!!! Temos que mandar para o máximo de pessoas possível. Esse País tem jeito, mas somos nós que temos de tomar uma atitude.

SE LIGA BRASIL!!!!


Nota: Este e-mail foi enviado por Eder Accioly um leitor deste Blog. É material do leitor necessariamente não concordamos com o conteúdo mas publicamos por questão de informação e democracia na opinião.
Redação do Blog do Jornal Negritude

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Tarso Genro









Comício com Lula, Dilma, Tarso Genro, Beto Grill, Paim, Abgail em Canoas na sexta-feira

Almoço com tuiteiros será nesta quarta-feira



Carta aos Gaúchos e Gaúchas: a bússola do desenvolvimento



31.08 - MOBILIZAÇÃO - Unidade Popular na Esquina Democrática
31.08 - TARSO - Encontro da Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes, Religiosos e Filantrópicos do RS



Ato de apresentação da Carta aos Gaúchos e Gaúchas

Falta pouco mais de um mês para a eleição que definirá como será o Rio Grande dos próximos anos e do futuro. A campanha da Unidade Popular pelo Rio Grande está cada vez mais próxima das pessoas. Esta semana, Tarso Genro almoçará com um grupo de internautas, participará de um grande encontro para lançar o programa de governo para a Educação e de um comício com Dilma, Lula, Paim, Abgail e Beto Grill em Canoas. Tudo para dar a conhecer os projetos e ideias que podem levar o nosso estado a um novo patamar de desenvolvimento e inclusão, a partir dos compromissos expressos na Carta aos Gaúchos e Gaúchas, apresentada no último domingo em um ato que reuniu milhares de pessoas no comitê central de campanha. Agora é hora de conversar com amigos e familiares e debater o melhor caminho para todos nós. Os argumentos para esta conversa estão no nosso site, nestes boletins que recebes, nos programas de rádio e TV do horário eleitoral, que podes assistir inclusive no site. Juntos, podemos fazer muito pelo Rio Grande!
Para opinar sobre esse assunto, envie e-mail para tarso13@tarso13.com.br.



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