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quarta-feira, 3 de junho de 2009

Anistia Internacional

ANISTIA INTERNACIONAL exige que EUA não venda armas a Israel

Mísseis "Hellfire" e armas que disparam bombas de fósforo branco foram usados em ataques "não-discriminados" contra civis em Gaza, diz hoje a Anistia Internacional

Rory McCarthy (de Jerusalém), The Guardian, UK, 23/2/2009

23/2/2009 – Já há evidência detalhadas de que Israel usou extensivamente, na guerra de Gaza, armamento fabricado pelos EUA, incluindo bombas de fósforo branco, bombas de quase 300 kg e mísseis "Hellfire".

Em relatório distribuído hoje, a Anistia Internacional lista as armas e pede embargo imediato contra Israel e os grupos armados na Palestina. E pede que o presidente dos EUA, Barack Obama, suspenda qualquer ajuda militar a Israel.

O grupo de direitos humanos disse que os que vendem armas aos dois lados em conflito "conhecem muito bem o resultado do mau uso repetido de armas e devem ser responsabilizados pela violações já comprovadas ".

Já há muito tempo, os EUA são o principal fornecedor de armas para Israel; por acordo com vigência de dez anos, negociado durante o governo Bush, os EUA comprometeram-se a vender armas no valor total de 30 bilhões de dólares, sob contratos de assistência militar.

"Como principal fornecedor de armas a Israel, os EUA têm especial responsabilidade no movimento para suspender a venda de armas que têm sido usadas em flagrantes violações da legislação de guerra e das leis que protegem os direitos humanos," disse Malcolm Smart, diretor do programa da Anistia Internacional para o Oriente Médio e Norte da África.

"Em larga medida, o ataque de Israel a Gaza foi executado com armamento, munição e equipamento militar vendido pelos EUA e foi financiado com dinheiro dos cidadãos contribuintes norte-americanos."

Do outro lado, os militantes palestinos em Gaza armaram-se com "armamento não-sofisticado" e foguetes fabricados na Rússia, Iran e China, e comprado de "fontes clandestinas", disse Smart. Cerca de 1.300 palestinos foram mortos e houve mais de 4 mil feridos durante o conflito que durou três semanas. Israel teve 13 baixas, incluídos três civis. Para a Anistia Internacional, as forças armadas israelenses executaram "ataques diretos a civis, pessoas e prédios, desproporcionais e não-discriminados".

Autoridades israelenses criticaram o relatório e disseram que os militares só usaram armamento permitido pelas leis internacionais e que não atacaram intencionalmente qualquer alvo civil. A ministra dos Negócios Estrangeiros de Isral disse que seria "inadequado" comparar os fornecedores de armas de Israel e do Hamás.

"Envidamos todos os esforços para que nenhum civil fosse colhido no fogo cruzado entre Israel e o Hamás" – disse Mark Regev, porta-voz de Ehud Olmert, primeiro-ministro israelense. "O relatório ignora o fato de que o Hamás usa deliberadamente civis palestinos como escudo humano."

[...] Investigadores da Anistia Internacional recolheram vários fragmentos de munição em Gaza, depois dos combates. Um deles, de bomba de quase 300kg, de tipo Mark-82 teleguiada, com inscrições que comprovam que foi fabricada pela empresa norte-americana Raytheon. Também encontraram fragmentos de bombas de fósforo, identificados com "M825 A1".

Dia 15/1, várias bombas de fósforo lançadas pela artilharia de Israel atingiram as instalações da Agência de Assistência Humanitária da ONU na cidade de Gaza, destruindo remédios, alimentos e instalações. Um dos fragmentos recolhidos nesse local indica que a bomba foi fabricada pela empresa Pine Bluff Arsenal, instalada no Arkansas, em outubro de 1991.

A Anistia Internacional denunciou que o exército militar usou bombas de fósforo em áreas civis densamente povoadas, o que caracteriza ataque contra alvos indiscriminados e crime de guerra. Os investigadores da Anistia Internacional encontraram fósforo ainda em ignição em áreas residenciais, dias depois do cessar-fogo.

No local onde um ataque israelense matou três paramédicos palestinos e um menino na cidade de Gaza, dia 4/1, a Anistia recolheu fragmentos de um míssil AGM114 Hellfire, fabricado pela empresa Hellfire Systems, de Orlando, empresa resultante de uma fusão entre as empresas Lockheed Martin e Boeing. Esse míssil é munição padrão dos helicópteros Apache.

A Anistia informa ter encontrado evidências de um novo tipo de míssil, aparentemente teleguiado, que explode em muitos fragmentos que são "pequenos cubos de metal, com arestas afiadas, com lados entre 2 e 4 mm²".

"Parecem projetados para causar o máximo possível de ferimentos. Muitos civis foram mortos por esse tipo de arma, entre os quais muitas crianças" – disse a Anistia.

Os foguetes palestinos eram de tipo Grad, 122 mm; ou Qassam, fabricados na Palestina, e arma improvisada de artilharia, sem cabeça explosiva, ou com espoleta feita de adubo químico e carregada com pregos e fragmentos de metal.

O arsenal dos palestinos tem "muito pequena escala, se comparado ao arsenal israelense", diz o relatório, que acrescenta que o armamento usado pelo Hizbóllah na guerra do Líbano em 2006 "não está ao alcance dos grupos da resistência na Palestina".

Israel, armado para a guerra

Os mísseis teleguiados israelenses são disparados dos helicópteros armados com lança - mísseis de 120 mm e mísseis Hellfire. Bombas maiores, guiadas a laser e outras são disparados dos jatos F-16. Também se usaram armas de lançamento de bombas de fósforo de 155 mm de fabricação norte-americana e israelense, que iluminam a área atacada, lançadas de pára-quedas. Houve muitas mortes provocadas por dardos de metal ("flechettes", de 4cm de comprimento, lançadas como bombas de fragmentação, de 120mm, disparadas de tanques).

http://www.guardian.co.uk/world/2009/feb/23/israel-arms-embargo-gaza

O relatório "Fuelling conflict: Foreign arms supplies to Israel/Gaza", distribuído hoje, 23/2/2009, da AI (em inglês), pode ser lido em:

http://www.amnesty.org/en/library/info/MDE15/012/2009/en

Artigo original, em inglês pode ser lido a seguir:

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Amnesty calls on US to suspend arms sales to Israel
Hellfire missiles and white phosphorus artillery shells among weapons used in 'indiscriminate' attacks on civilians, says human rights group

Rory McCarthy in Jerusalem
guardian.co.uk, Monday 23 February 2009 09.14 GMT
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Angola

DIÁLOGO DE CIVILIZAÇOES/ Angola/Colóquio/ SÃO PETERSBURGO “Angola. Línguas nacionais e identidade cultural“

Dimensão proto-bantu e identidade cultural em Angola

Isso aconteceu recentemente na cidade de Pedro o Grande, pela ocasião do Colóquio “Angola. Línguas nacionais e identidade cultural“ e da palestra “Línguas nacionais, factores de unidade” pronunciada na cosmopolita Universidade de Amizade entre os Povos Patrice Lumumba da capital federal russa.

Convidado a este programa científico e cultural organizado pela Embaixada de Angola na Russia, o Centro Internacional das Civilizações Bantu foi ai representado pelo historiador Simao Souindoula.

O encontro da embocadura da Neva teve lugar num dos anfiteatros da Universidade de Estado de São Petersburgo, esta que formou eminentes personalidades, dentro dos quais o próprio Presidente Vladmir Poutine.

Esta reunião reagrupou, sob a conduta do Embaixador de Angola na federação, o General Roberto Monteiro “Ngongo“, uma vintena de especialistas angolanos e russos.

Notou-se, assim, a presença do Embaixador Jaka Jamba, Representante Permanente de Angola junto da UNESCO, Amélia Mingas, da Universidade Antonio Agostinho Neto e as principais figuras actuais dos estudos africanistas na primeira capital dos Czares: Arseniev, Popov, Komissarov, Yaruchkin, Dobronravin, Perekhvalskaia, Vidrin, Jeltov, Jukov e Siim.

Esses linguistas, historiadores, antropólogos, sociólogos e filósofos desenvolveram perante um público, maioritariamente estudiantil, vários eixos decorrentes do tema do colóquio, dentro dos quais a promoção das línguas nacionais pela escrita e através dos meios de comunicação social, a importância dos falares locais nos programas de desenvolvimento, as experiências de alfabetização e escolarização tentadas, as vantagens do plurilinguismo, a prática linguística urbana, as perspectivas, a médio prazo, da legislação nesta matéria, etc.

Na sua comunicação intitulada “Dimensão proto-bantu e identidade cultural em Angola“, apresentada na cidade portuária, e na conferência que ele pronunciou conjuntamente com o filósofo Jaka Jamba, em “Lumumba“, Souindoula realçou um dos pontos de parentesco genetico das linguas nacionais, maioritariamente em uso neste pais. Com efeito, esses falares, classificados, no dominio bantu, apresentam um sistema de concordâncias, reconstituido, que forma uma das componentes da substância da cultura nacional deste Estado membro do CICIBA.

EPISTEMOLOGIA

A apresentação de exemplos de similitudes lexicais nas línguas actuais, que seguiu, cobriu domínios tais como a prática da agricultura, a produção agricola, a concepção do poder, a organização social, a sensibilidade a música e as tradições orais. E, como a base etimológica é relacionada aos radicais supostos da proto-língua, o perito do CICIBA defendeu, firmamente, o subsequente comportamento antropólogico, homogéno, das populações locutoras de línguas bantu em Angola.

Com efeito, um exame etnológico dos aspectos de civilizações tomados em exemplo, confirma este ponto de vista. E, neste exercício de linguística e de civilizações comparadas, o antigo investigador do Museu Nacional de Antropologia de Luanda, bem popou ao público das duas cidades russas, o exame comparativo sobre as 3000 raízes do ur-bantu. Com efeito, este cobre perfeitamente o conjunto do largo tecido antropólogico das sociedades tradicionais de África central, oriental e austral, nas suas diversas componentes, da medicina tradicional a administração da justica, das artes as crenças religiosas.

Esta análise permitiu ao historiador angolano de afirmar que o “ bantu comum” constitui um dos fondamentos linguisticos da construção da consciência cultural nacional angolana ao lado, portanto, das convergências de tipo antropólogico atestadas, mas igualmente, da passagem, desde o século XVI, no mesmo molde histórico. Alguns dos elementos desta dimensão triptíca sobresairam dos poemas de Agostinho Neto que foram declamados pela Brigada Jovem de Literatura de Moscovo e da surpreendente exibição do grupo de dança estudiantil, Os Muangolé.

Tirando os ensinamentos da sua participação neste programa cultural, Simão Souindoula revelou que o maior desafio que o CICIBA vai enfrentar na Russia é a frilosidade, hoje largamente ultrapassada na Europa ocidental, sobre o absoluto desencerramento linguístico do conceito bantu. Na verdade, em São Petersburgo, a epistemologia sobre o fenómeno bantu parou com a morte do eminente africanista Dimitri Olderogue, que não participou, em 1985, no colóquio refundador de Libreville sobre os estudos bantu.

Com efeito, para Souindoula, é dificil não entrever, para além das similitudes linguísticas, nenhuma convergência antropólogica, entre os Kimbundu, os Ovimbundu, os Cokwé e os Nyaneka – Humbé com os Bakongo dos dois Congo e do Gabão, os Luvales da Zambia, os Ovambo, os Helelo e os Chindonga da Namibia.

E, baseando-se, esta evidência, afirmou que a globalização do conceito bantu é hoje científicamente estabelecida e históricamente justa, porque constituindo um trunfo decisivo nos esforços de consolidação dos diferentes conjuntos nacionais e sub-regionais naquele area cultural, mas também da própria União Africana.

Por Johnny Kapela

Libreville, Setembro de 2005



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Qualidade dos Combustíveis

O deputado Francisco Appio transcreveu nos anais da Assembleia Legislativa o editorial do jornal Correio do Povo do dia 24 de fevereiro de 2009 que abordou “A qualidade dos combustíveis” denunciando a existência de cartéis e de quadrilhas de falsificação da gasolina. “Também aproveito a oportunidade, Sr. Presidente, para requerer a V. Exa. que se transcreva nos anais da Casa uma matéria publicada recentemente no espaço Opinião, do Correio do Povo. Sob o título A Qualidade dos Combustíveis, o editorial traz mais uma vez o problema da falta de controle na qualidade dos combustíveis, quando sabemos que muitas distribuidoras de outros Estados, no Rio Grande do Sul, não cumprem rigorosamente ou adequadamente a legislação, seja no que diz respeito à qualidade do combustível, seja quanto ao tratamento tributário. Obrigado, Sr. Presidente”.

Acesse www.appio.com.br e veja o editorial do Correio do Povo





Deputado Estadual Francisco Appio - www.appio.com.br

Morte por acidente

Governadora manifesta pesar pela morte de integrantes da BM em acidente
29/05/2009 12:13


A governadora Yeda Crusius manifestou nesta sexta-feira (29) pesar e solidariedade aos familiares e amigos do comandante do 2º Regimento de Polícia Montada da Brigada Militar (2º RPMon), tenente-coronel João Zazyck Filho, do tenente-coronel da Reserva João Francisco da Cunha Franco e do soldado Júlio Adolfo da Silva. Os três integrantes da BM foram vítimas fatais de acidente de trânsito no começo da manhã de hoje, no quilômetro 270 da BR-392, próximo a Caçapava do Sul, quando se deslocavam para Porto Alegre. Eles participariam de solenidade especial alusiva ao dia do Boina Azul. A governadora enalteceu o trabalho dos três militares, entre os quais dois participaram da força de Paz da ONU.

O tenente-coronel Zazyck nasceu em 6 de agosto de 1959, em Cerro Largo. Ingressou na BM em 22 de agosto de 1979 e ocupava o cargo de comandante do 2º RPMon desde o dia 4 de março de 2005. Era reconhecido pela sua capacidade, liderança e companheirismo, além de ser um oficial competente e "linha de frente", de perfil técnico elevado. Essas características o levaram a ser indicado pela corporação para integrar a Missão de Paz da ONU, durante os anos de 1993 e 1994, em El Salvador. Deixa esposa e filhos.

Nascido em 14 de junho de 1959, em Lavras do Sul, o tenente coronel da Reserva Franco ingressou na BM no dia 22 de agosto de 1979. Foi transferido para a reserva em 24 de março de 2005. Quando na ativa, Franco desempenhou inúmeras funções de comando, a grande maioria delas em atividades de linha operacional. Mesmo na reserva, continuou a trabalhar em favor da comunidade de Lavras do Sul, junto ao Legislativo municipal, onde exerceu a presidência da Câmara Municipal. Por sua notável capacidade operacional, foi igualmente indicado pela corporação para integrar a missão de paz da ONU - era casado e tinha filhos.

O soldado Julio nasceu no dia 1º de julho de 1967, em Dom Pedrito. Entrou na BM em 26 de novembro de 1991. Atualmente exercia a função de motorista do comandante do 2º RPMon, justamente por suas excelentes qualidades como condutor de viaturas policiais. Era conceituado como um policial qualificado, de elevado grau de profissionalismo. Esse perfil sempre o levou para o exercício de funções de destaque - deixa a esposa e filhos. Representando o sentimento de todos os seus integrantes da ativa e da reserva, o Comando da BM também manifesta sua tristeza com o falecimento de três membros da corporação.

Roda Viva



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Gabriela Leite
Prostituta aposentada, criadora da grife Daspu e fundadora da Ong Davida


Segunda-feira, dia dois de junho, é o Dia Internacional da Prostitua. A data lembra quando 150 mulheres ocuparam a igreja de Saint-Nizier, em Lyon, na França, em 1975, para protestar contra a perseguição policial, a cobrança de multas, detenções e assassinatos. A manifestação foi reprimida com violência pela polícia.

A coragem em apresentar os problemas fez com que àquelas mulheres rompessem preconceitos e entrassem para a história.

A realidade das prostitutas brasileiras não está distante disso.

Gabriela Leite foi prostituta em São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro nos anos 70 e 80. Nesse período, se envolveu em manifestações para defender os direitos da categoria. Atualmente, aposentada, dedica-se a defender a categoria e a regulamentação da profissão.

A Ong Davida, fundada por ela em 1992, não tem a intenção de tirar as prostitutas da rua, mas promover a cidadania das mulheres, com ações nas áreas de educação, saúde, comunicação e cultura. A grife Daspu, inaugurada em 2005, ajuda nessa missão gerando visibilidade e recursos para os projetos.

Participam como convidados entrevistadores:
Margareth Rago, professora titular do Departamento de História da Unicamp e autora do livro "Os Prazeres da Noite: Prostituição e Códigos de Sexualidade Feminina em São Paulo (1890 A 1930); Kátia Mello, editora de comportamento da revista Época; Sergio Torres, repórter da sucursal do Rio de Janeiro do jornal Folha de S. Paulo; Carla Gullo, redatora chefe da revista Marie Clarie.
Twitters no estúdio: Michele Fortuna, publicitária (http://twitter.com/MiFortuna); Caco Portela, designer e publicitário (http://twitter.com/cacoportela); Célia Paiva, produtora (http://twitter.com/minkalia)
Fotógrafo convidado: Marco Gomes, programador (http://www.flickr.com/photos/marcogomes/)


Apresentação: Heródoto Barbeiro



Transmissão ao vivo pela Internet a partir das 17:30.



O Roda Viva é apresentado às segundas a partir das 22h10.
Você pode assistir on-line acessando o site no horário do programa.
http://www2.tvcultura.com.br/rodaviva

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Para cancelar o recebimento dos emails do Roda Viva, por favor, acesse:
http://www2.tvcultura.com.br/rodaviva/comenteeparticipe-cancelar.asp.

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HEITOR (((((º_º))))) CARLOS
http://portodoscasa is.blogspot. com/
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Deputado Appio Debate a Saúde Pública

O deputado Francisco Appio, na condição de vice-presidente da Assembleia Gaúcha, participa em Belém do Pará da 13ª Conferência Anual da UNALE - União Nacional dos Legislativos Estaduais.



Com ações ligadas à saúde, Appio lembra de seu empenho em favor dos renais crônicos (hemodiálise e casa dos renais), dos albergues em Porto Alegre, Caxias e Passo Fundo (fechados pela nova lei), dos recursos para hospitais, postos de saúde e ambulâncias, mas principalmente das emendas para a saúde preventiva (pesquisa das águas e saúde bucal).



Na conferência, defendeu a implementação da TFD - Tratamento Fora de Domicílio - executado pelas prefeituras com ressarcimento no SUS, adequado para Vacaria e municípios do entorno.



Na abertura do evento, na quarta-feira, a governadora Ana Júlia Carepa atacou os deputados que derrubaram a CPMF.



Ana Júlia Carepa tinha ao seu lado Marcelo Miranda, governador do Tocantins e Orlando Pezzuti vice-governador do Paraná.



Foi no Teatro Paz, construído em 1878, que Fafá de Belém cantou o hino nacional na abertura da 13ª Conferência Anual da UNALE. Foram assuntos deste dia:



Ø Atenção básica

Ø Prevenção

Ø Agentes de saúde

Ø CPMF (Lula)

Ø Albergues - STF



Na quinta-feira um dos conferencistas foi o gaúcho Darcísio Perondi, presidente da Frente Parlamentar da Saúde, que denunciou as perdas para a saúde publica, se a proposta da reforma tributaria for aprovada na Câmara Federal.



Reforma tributária ameaça a rede social.



Ø Fragiliza o SUS:

Ø em transplantes é o 2º do mundo;

Ø obesidade (15 mil reais);

Ø o TFD não funciona;

Ø estados não cumprem o percentual de 12%;

Ø prefeituras sob pressão;

Ø SUS e Estado pagam 4.900 por leito para dependentes/drogaditos;

Ø PSF reduz internações;

Ø medicamentos especiais gastam muito e sofrem influência do lobby de laboratórios;

Ø gastos públicos em saúde é de 103 bi/ano - privados 112;

Ø Prefeituras 15% - Estados 12%;

Ø União gasta menos de 7% da receita;

Ø emenda 29; nem todos cumprem;

Ø SUS recebeu 50 bi (2008);

Ø 2009 - terá 56 bi;

Ø 2010 – 61 bi;

Ø 2011 – 66 bi.



Contribuição social da saúde - Falta votar destaque.



PL’s 121 Tião Viana prevê 10% da receita bruta da união.



Reforma tributária paga quem ganha menos.



Tributar capital e não trabalho.



Rel. Sandro Mabel. A proposta acaba com as contribuições sociais. Saúde perde recursos.



Pela nova RT quem ganha 2 a 3 salários mínimos paga 38% de impostos. Acima de 30% paga 26%.



Rede de proteção social perdera 235 bi.



A RT mantém contribuição dos trabalhadores/empregados e concursos loterias.



Bancos vão pagar menos imposto. Perda de recursos.



Droga onde entra?



Ninguém falou do crack.





Deputado Estadual Francisco Appio - www.appio.com.br

Revista Veja

2009
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Caro leitor,

a newsletter comentada não estará disponível até o fim de semana de 30 maio. Convido-os a acessar aqui (http://veja.abril.com.br/newsletter/newsletter.html) e ler a versão com o índice completo.


Assista ao vídeo com os comentários do editor executivo Carlos Graieb sobre as principais reportagens da seção de Artes & Espetáculos.
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Um forte abraço,


Eurípedes Alcântara
Diretor de Redação

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Contatos da SSP RS

Contatos das Assessorias de Comunicação da SSP
30/05/2009 09:20


Para facilitar e tornar mais ágil o trabalho dos profissionais de imprensa que buscam informações da Secretaria da Segurança Pública do Rio Grande do Sul (SSP/RS) e seus organismos vinculados (Polícia Civil, Brigada Militar, Instituto-Geral de Perícias e Superintendência dos Serviços Penitenciários), principalmente aos finais de semana e feriados, informamos os telefones celulares funcionais das respectivas assessorias, assim como fones convencionais e e-mails para outras demandas durante a semana.

Solicitamos aos profissionais da mídia para que busquem sempre com as assessorias a intermediação das demandas junto às fontes de cada instituição. Ressaltamos também que ao pé da página inicial do site da SSP ( www.ssp.rs.gov.br ), no banner Cadastre-se, pode ser efetuado o registro para recebimento do mailing diário de notícias da Secretaria.

SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA ( www.ssp.rs.gov.br )
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Fone: (51) 3288-1919/3288-1994 (segunda a sexta-feira, horário comercial)
Celular funcional: (51) 8445-8670 *
e-mail: comunicacao@ssp.rs.gov.br

* Aparelho programado para receber apenas chamadas identificadas

POLÍCIA CIVIL ( www.pc.rs.gov.br )
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BRIGADA MILITAR ( www.brigadamilitar.rs.gov.br )
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SUPERINTENDÊNCIA DOS SERVIÇOS PENITENCIÁRIOS ( www.susepe.rs.gov.br )
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e-mail: comunicacao@igp.rs.gov.br





IGP participa da Ação Global em Sapiranga
30/05/2009 09:21


Neste sábado (30), o Departamento de Identificação do Instituto-Geral de Perícias (IGP) participa da 16ª edição do projeto Ação Global, em Sapiranga, no Vale dos Sinos, das 9 às 17 horas, no parque do SESI, Avenida 20 de setembro, 6471 - bairro Amaral Ribeiro.

A equipe do DI/IGP será de 19 servidores e estará equipada com três veículos e 15 computadores, disponibilizando 300 atendimentos e contribuindo para o mutirão de serviços gratuitos à população, em 32 localidades do Brasil.

A iniciativa do SESI também está alinhada aos Programas Estruturantes desenvolvidos pelo Governo do Estado do RS, no que se refere ao atendimento nas áreas de cidadania, educação, saúde, esporte, cultura e lazer às comunidades carentes.

Fonte: Ascom IGP

Um continente sem teoria?



CARTA O BERRO. ..........repassem.



América Latina, um continente sem teoria?

O professor Nildo Ouriques, da UFSC, contesta artigo de José Luís Fiori, publicado nesta página: "No Brasil, o debate acerca da dependência sempre foi mal compreendido. Contudo, este desconhecimento não é resultado do acaso, pois tem sido construído como um instrumento de dominação política e de legitimação do capitalismo dependente no país".

Nildo Ouriques

Em recente artigo – Um continente sem teoria – José Luis Fiori nos oferece uma brevíssima e curiosa história das idéias na América Latina destinada a espetar o liberalismo que sempre se contentou em repetir nos trópicos as teorias “cosmopolitas” que com freqüência colonial aqui se reproduzem. Contudo, neste breve artigo, Fiori adere ao esporte nacional preferido pela intelectualidade paulista: a crítica à interpretação marxista da dependência e o elogio velado “a escola paulista de sociologia”, especialmente aquela vinculada ao nome de Fernando Henrique Cardoso.

No Brasil, o debate acerca da dependência sempre foi mal compreendido. Na verdade, é quase que desconhecido entre nós. Contudo, este desconhecimento não é resultado do acaso, pois tem sido construído como um instrumento de dominação política e de legitimação do capitalismo dependente no país. As ciências sociais paulistas – USP e UNICAMP especialmente, mas não exclusivamente – manufaturaram um consenso sobre a teoria da dependência que rendeu prestígio acadêmico e posições no aparelho de estado para alguns professores, mas é rigorosamente falso.

O principal “argumento” para a manufatura do consenso é agora repetido por Fiori, para quem a vertente marxista da dependência considerava “o desenvolvimento dos países centrais e o imperialismo um obstáculo intransponível para o desenvolvimento capitalista periférico. Por isto, falavam do “desenvolvimento do subdesenvolvimento” e defendiam a necessidade da revolução socialista imediata, inclusive como estratégia de desenvolvimento econômico”. (Cursiva nossa, NDO)

Sabemos que a fórmula “desenvolvimento do subdesenvolvimento” é uma criação do genial André Gunder Frank. O mineiro Ruy Mauro Marini, quem defendeu a necessidade de uma teoria marxista da dependência e deu importante contribuição nesta direção com seu magistral Dialética da dependência, escreveu que a formula frankiana era mesmo “impecável”. Portanto, posso concluir sem medo de errar que a crítica de Fiori – repetindo agora Fernando Henrique Cardoso, Guido Mantega e José Serra –esta dirigida basicamente contra Frank e Marini. Mas esta crítica é essencialmente injusta e não corresponde a história do debate.

André Gunder Frank (1929-2005) jamais disse a asneira de que o capitalismo era inviável na periferia do sistema mundial. Ao contrário, Frank, que pode ser considerado sem dúvida o precursor do debate marxista acerca da dependência, não somente desbancou as teses sobre a feudalidade na América Latina, como foi o principal crítico do capitalismo dependente que se desenvolvia aos olhos de todos. Neste contexto, a crítica recente é injusta porque o próprio Fiori teve o privilégio de assistir aos seminários de Frank no Chile e certamente ouviu não poucas vezes do próprio sua crítica tanto ao reformismo comunista quanto ao estagnacionismo que de certa forma seduziu muita gente antes do chamado “milagre brasileiro”. Mas nao era necessário participar das aulas de Gunder Frank para saber o óbvio sobre sua longa e ainda desconhecida obra; bastaria (re)ler Capitalism and underdevelopment in Latin América. Historical studies of Chile and Brazil para entender a posição de Frank e sua notável contribuição ao debate das idéias latino-americanas.

É correto afirmar que em épocas passadas existiam aqueles que defendiam – reciclando idéias cepalinas tingidas de marxismo do Partidão (PCB) – que os “obstáculos externos” ao desenvolvimento representavam uma estratégia imperialista. Postulavam, portanto, que a “nação” deveria se opor ao “imperialismo” o que, obviamente, implicava em uma aliança de classe no interior do país dependente entre o proletariado e a burguesia considerada “nacional”. Mas precisamente contra estes, André Gunder Frank dirigiu suas baterias, destruindo a numa só vez o “mito do feudalismo na agricultura brasileira” e os “obstáculos externos” ao desenvolvimento. Foi uma crítica devastadora e ainda insuperável ao dualismo estruturalista da CEPAL e aliados. A fórmula “desenvolvimento do subdesenvolvimento” capta com precisão esta dinâmica. Ao contrário daqueles que afirmavam os “obstáculos” e/ou o “estagnacionismo” – presentes nos escritos de Furtado em 1965, por exemplo – Gunder Frank e Ruy Mauro Marini afirmavam que o desenvolvimento capitalista efetivamente ocorreria, mas sob a forma do subdesenvolvimento.

Na breve historia narrada por Fiori, existiria uma vertente da teoria da dependência – de filiação a um só tempo marxista e cepalina (!?) – que teve vida mais longa e logrou resultados melhores, num surpreendente e discreto elogio – tanto tardio quanto surrado – à FHC. Contudo, a tipologia construída por este e Enzo Faletto no Dependência e desenvolvimento na América Latina é obviamente de inspiração weberiana e o reconhecimento do conflito de classes no interior da nação que despertou tanta simpatia nos intelectuais progressistas não é, como sabemos, exclusividade de marxistas, porque também existem liberais que valoram a luta de classes sem vacilação, ainda que não tirem as mesmas conclusões que os marxistas.

O “apagão mental” mencionado por Fiori foi produto de uma derrota política que, no Brasil, se consolidou com o golpe militar de 1964. No interior da luta pela democratização, os liberais progressistas fizeram sua parte, caluniando e falsificando a história do pensamento crítico, especialmente da versão marxista da dependência, sem recorrer aos textos de Frank e Marini, muitos ainda sem tradução ao português. O CEBRAP foi um instrumento valioso nesta operação ideológica, mas “respeitáveis figuras” do mundo acadêmico paulista – especialmente nas escolas de economia e sociologia da USP e UNICAMP – aproveitaram a correlação de forças permitida pela ditadura para extirpar a principal contribuição marxista sobre o capitalismo latino-americano da vida intelectual e universitária brasileira. Frank e Marini não foram apenas proscritos: foram também falsificados! Outro tanto ocorreu também com Theotonio dos Santos, autor do imperdível “Socialismo ou fascismo: o dilema latino-americano”, lamentavelmente ainda não traduzido ao português.

Parte daquele “apagão mental” é produto da outrora útil distinção partidária entre tucanos e petistas que sempre ocultou algo importante, cada dia mais difícil de disfarçar: no terreno teórico, tanto uns quanto outros se alinhavam na manufaturação do consenso em favor da versão palatável dos estudos acerca da dependência, representada por Cardoso e Faletto. Não é apenas uma coincidência que a tese doutoral de Guido Mantega, finalmente vertida no livro que adultera completamente as teses de Frank e Marini, foi orientada por Fernando Henrique Cardoso.

Finalmente a questão central. Vivemos num continente sem teoria? É pouco provável. O programa de pesquisa lançado por Frank e Marini não foi superado teoricamente, ainda que sofreu uma derrota política a partir de 1964 pela força do terror de estado. Mas as condições mudaram radicalmente no cenário latino-americano e aquela vertente crítica da dependência, de extração marxista, esta sendo resgatada com muita força em toda a América Latina impulsionada pelos governos do nacionalismo revolucionário existentes na Venezuela, Equador e Bolívia. Mas também no Brasil o interesse pela teoria marxista da dependência voltou e não é mais possível reforçar o coro dominante que anestesiou algumas gerações de estudantes e militantes socialistas. Enfim, se efetivamente queremos construir um projeto nacional-popular para o Brasil – que eu defendo socialista – a tarefa intelectual decisiva é a superação do “apagão mental” que tantas limitações impôs ao ambiente universitário e político brasileiro.

Neste contexto, podemos ou nao compartilhar o ceticismo em relação as insuficiências teóricas nos programas destinados a superar a dependência e o subdesenvolvimento, mas não temos o direito de esquecer e menos ainda alterar os termos do debate de décadas passadas. Daí o caráter surpreendente do artigo de Fiori, pois ele reforça velhos preconceitos e não capta a nova correlação de forças que já esta criando uma nova América Latina sob o lema do “socialismo do século XXI”. Afinal, diante do “desenvolvimento do subdesenvolvimento”, não era o socialismo a única alternativa indicada por Frank e Marini?




Professor do Departamento de Economia e presidente do Instituto de Estudos Latino-Americanos da UFSC. (www.iela.ufsc.br )


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Puma aparece no Interior de Vacaria RS





Tamanho do texto: A- A+Puma é encontrado no interior de Vacaria
Segundo a Bióloga Cláudia Machado, não foi possível a captura, pois ele estava numa altura que poderia comprometer a sua saúde quando caísse no chão no momento em que fosse anestesiado.


Animal está em extinção (Foto:Patarm) Nesta terça-feira,03/06, moradores encontraram um Puma em cima de um eucalipto na Estrada Damacena – a quatro quilômetros da BR 116 –. Acionaram a Patran de Vacaria que por sua vez conseguiu fazer com que viessem a Vacaria integrantes da Patran de Caxias do Sul e a Bióloga Cláudia Machado – responsável pelo Zoológico da Universidade de Caxias do Sul . O animal não foi capturado porque segundo a Bióloga Cláudia Machado Ele estava numa altura que poderia comprometer a sua saúde quando caísse no chão no momento em que fosse anestesiado através do disparo que seria feito por um integrante da patran de Caxias do Sul.
Moradores permaneceram das 8 horas e 30 minutos da manhã até as 3 horas da tarde nas proximidades do eucalipto até a chegada da patrulha ambiental para impedir que o PUMA fugisse do local .


Rádio Fátima AM (Jornalismo), 03/06/2009, 08h12

CEN Brasil

Caros da CEN Brasil,

antes de interpretar os dados, é necessário primeiro saber diferenciar entre a causa e o efeito. Em um país onde impera a "Cultura da Lombada", a forma como a CEN interpreta e repassa as informações é no mínimo tendenciosa.

“A primeira vez que você vier a mentir e eu acreditar, a culpa será sua. A segunda, será minha” (Theodor Boehme)

Neste sentido tenho a comentar e gostaria de receber comentários:
os dados apresentados pelo Instituto de Medicina Social da Universidade Estadual do Rio, são limitados e refletem a realidade daquele Estado, que como sabemos, baseado no nível de violência e corrupção existente, está praticamente dissociado de valore éticos, morais e religiosos e submentido a um Estado incompetente e ineficaz.

a busca por serviços médicos daquela entidade, assim como de entidades públicas no Brasil, se caracteriza por pessoas de baixa renda, que como sabemos, devido não a discriminação racial, mas devido a discriminação espacial (Veja o anexo), encontram-se alvo da marginalização por parte do Estado, de políticas públicas conscitentes.

tornar a defesa do assassinato intrauterino como uma aspiração de grupos sociais que se caracterizam por serem descendentes de determinadas etnias, etnias estas que estão sendo alvo de políticos demagogos e inescrupulosos, que por conta de uma ideologia superada pelo tempo e pelos resultados que produzieram busca diferenciar os brasileiros pela cor da pele ou pelas classes sociais.

tornar o assassinato intrauterino como uma opção para o controle de natalidade, em especial junto a classes sociais mais desfavorecidas e não assumirem compromissos que evidenciam a responsabilidade (Veja abaixo) e que desconsideram os valores de um dos mais ilustres afrodescendentes do Brasil, senão o mais notável, pela sua sabedoria, o Engenheiro André Pinto Rebouças.

Se podemos apontar uma razão, seguramente esta está relacionada à qualidade do ensino fundamental que estas mulheres receberam. Se é que receberam?

Defender o aborto nestas condições me parece ser o mesmo que endossar o assassinato intrauterino e direcioná-lo a populações descendentes de etnias de origem africana.

Sou liberal e entendo que ser liberal presume limites: a responsabilidade individual, o princípio da subsidiariedade e o Estado de Direito.

Quanto as mulhers, elas podem decidir sobre suas próprias vidas, mas não sobre a vida de outros, mesmo que sejam seus próprios filhos.

"A lei judaica considera o aborto como a matança de uma vida humana." (Rabino David B. Hollander, professor de Sociologia e Capelão da Força Aérea dos Estados Unidos da América).

A questão da menina no Pernambuco reacendeu um debate que muitos procuram promover, muito embora seja anticonstititucional e contrário ao direito à vida. De minha parte não me julgo no direito de debater este caso em particular, pois entendo que é, pelas suas características, de atribuição médica.

Quanto ao PT - Partido dos Trabalhadores, que se caracteriza por não assumir responsabilidades, ao invés de lutar pelo planejamento familiar, conforme determinado no artigo 226 de nossa Constituição Federal, prefere adotar o assassiato intrauterino como método anticoncepcional. E o que é pior, mesmo intenamento se mostra antidemocrático, pois perseguiu dois de seus deputados que adotam a decisão de serem pró-vida: Henrique Afonso (AC) e Luiz Bassuma (BA) Como partido totalitário que é, o PT impõe a sua doutrina socialista (cf. art. 1º do Estatuto do PT) e portanto, anticristã, a todos os filiados.

Tenho observado uma voz isolada no meio católico, pois temos a CNBB endossando políticos que se declaram abortistas, pode ser impressão minha, mas destaco a forma com que o Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz luta pelos valores cristãos.

Em http://www.providaanapolis.org.br/ptotal.htm pode-se ler como o PT, por diversas vezes, impediu que seus membros pusessem obstáculo à sua agenda abortista. Veja-se o caso de Hélio Bicudo, Djalma Cotinguiba Araújo, Marina Silva, Ângela Guadagnin... O totalitarismo petista ficou patente por ocasião da votação da Reforma da Previdência, em que parlamentares foram punidos por atender ao pedido dos eleitores, desobedecendo às diretrizes do Partido. A triste história encontra-se em http://www.providaanapolis.org.br/aquemp.htm

Quando se discute a perda do direito à vida na sua essência - aceitamos que seja discutido o assassinato intrauterino - e não nos empenhamos por uma série de medidas preventivas, que deveriam não só ser prioritárias e alvo de políticas públicas, mas sempre privilegiar o direito à vida:

1.. promover uma educação sexual adequada e conscientizar para a necessidade do planejamento familiar;
2.. reavaliar a prática sexual masculina e insistir em que os homens assumam a responsabilidade pela vida que geram;
3.. promover leis severas que visam punir o estupro e coíbem a violência sexual;
4.. facilitar o acesso a métodos anticoncepcionais e a informação sobre estes, para evitar que gestantes se vejam em situações em que a única saída parece ser o assassinato intrauterino; pressionar o Estado para que seja cumprido o direito de crianças e adolescentes para assegurar vida digna a toda vida que está aí e que está para nascer.

A vida se inicia na sua concepção, quando se forma o feto, após a fecundação, pois a partir deste momento possui todas as suas características, mesmo se for transplantado para outro útero.

Entendo que o aborto não é decidir sobre "sua" vida, mas dos outros, como se afirma. Aborto é decidir se assassinamos ou deixamos que seja assassinada uma pessoa em formação ou não, não é uma decisão sobre a nossa vida, mas de uma nova vida, totalmente indefesa, que necessita da proteção de uma mãe para se desenvolver.

"O Protestantismo, posto que é bíblico... tem como crença fundamental... a doutrina de que o homem foi criado à imagem de Deus (Gen 1,26).

Todos os principais teólogos protestantes, desde Calvino e Dietrich Bonhoeffer (a quem os nazistas mataram) até Francis Schaeffer, atualmente, estão firmemente opostos ao aborto." (Reverendp Harold. O. J. Brown, professor de teologia, fundador do Conselho de Ação Cristã)

"Certamente nesse momento (da concepção), a ordem da natureza estabelecida por Deus deve continuar." (Dr. Martin Luther)

Em termos legais, recomendo que assitam à apresentação do Prof. Dr. Ives Gandra Martins, a quem muito admiro, principalmente pela sabedoria nas questões jurídicas e quanto aos valores que preserva:

http://www.youtube.com/watch?v=x8JEcU1v7FY&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=-uZWoifWprU&feature=related


Abraços,

Gerhard Erich Boehme
gerhard@boehme.com.br
(41) 8877-6354
Skype: gerhardboehme
Caixa Postal 15019
80811-970 Curitiba PR

----- Original Message -----
From: CEN Brasil Comunicação
Sent: Saturday, May 30, 2009 2:30 PM
Subject: [MNDH] CEN Brasil: Estudo indica que mortes por aborto é maior entre negras

Um novo estudo sobre a mortalidade de mães no Brasil revela que o risco de morrer por aborto é muito maior nas mulheres negras e pardas do que em grávidas brancas, o que leva especialistas a questionar se a criminalização do procedimento estaria punindo apenas alguns grupos raciais. Segundo o trabalho do Instituto de Medicina Social da Universidade Estadual do Rio, apresentado durante o seminário Mortalidade Materna e Direitos Humanos no Brasil, o risco de morte de uma grávida negra cuja gestação terminou em aborto é 2,5 vezes maior do que o de brancas. Clique aqui para ler na íntegra.

CEN Brasil.
Acesse: http://www.cenbrasil.org.br__._,_.___



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Processo Golpista


de maio de 2009.



Comentário sobre a notícia "Sob pressão, presidente do Conselho de negros passa mal".

Lamentável o que está acontecendo com Sra Elisa Lucas, Presidente do CPCN/SP. Lamentável pelo fato de ser a primeira mulher negra a ser presidente deste orgão, o que deveria ser orgulho e não vergonha. Lamentável a existência do Tucanafro, que se comportam como "negros mucamos", bichinhos de estimação do senhor, porque ficam em silêncio e não se rebelam. Lamentável por um orgão que deveria implantar as ações afirmativas ter que esperar "500 anos". Lamentável por até agora não ter respondido a altura a falta de respeito do Secretário de Relações Institucionais. Lamentável o pronunciamento de outra mulher negra, Maria Aparecida Laia, dizendo que o comentário do Secretário Lobo teria sido uma coisa pontual ou seja sem muita importância, afirmando dessa forma o que já sabiamos, virou uma capitã do mato, pois tem medo de perder seu "carguinho de míseros reais" , ser enxotada novamente de um orgão público, e ser chamada novamente de incompetente , fato acontecido quando estava na Secretaria Estadual de Cultura, e assim a chamou o Secretario José Saiad. Lamentável, pois quem se vende vale menos pelo valor do foi vendido. Lamentável, pois essas mulheres negras, que deveriam servir de exemplo para as mulheres negras do dia a dia, mulheres negras da periferia, das comunidades carentes, onde tanto o Conselho Estadual da Comunidade Negra e muito menos o CONE jamais se importaram, e aonde está a maioria do povo negro, e que necessitam de politicas de ações afirmativas emergenciais, terem que esperar '500 anos", se depender dessas pessoas. Lamentável que essas mulheres negras não herdaram a bravura de Dandara, Aqualtune, Nzinga, Nefertiti,Lélia Gonzales,Ruth de Souza e tantas outras mulheres negras anônimas, mulheres negras guerreiras, que tanto contribuiram e contribuem pela luta verdadeira luta do povo negro, e jamais abaixaram as suas cabeças. Lamentável

De: Marta Rios
Email: asnegrasp@hotmail.com



JOSÉ ANTONIO DOS SANTOS DA SILVA

Secretário Geral da UNEGRO/RS



Contatos:

51.91792404

53.99491618

jassrs@gmail.com

jass_rs@terra.com.br

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MSN: jass_rs@hotmail.com

Skype: jassrs62



"O que mais preocupa não é nem o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, dos sem-caráter, dos sem-ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons" Martin Luther King.



Ubuntu: é uma antiga palavra Africana, cujo significado é "humanidade para todos". Ubuntu também quer dizer "Eu sou o que sou devido ao que todos nós somos".

Tolerância

Poa, 01/06/09

Pouco esperto este trabalhador, né??

Beijos.

Deise Nunes.

TOLERÂNCIA


Pra testar o caráter de um novo empregado,o dono da empresa mandou colocar 500 reais a mais no salário dele.
Passam os dias, e o funcionário não relata nada.
Chegando no outro mês, o dono faz o inverso: manda tirar 500 reais.
No mesmo dia, o funcionário entra na sala pra falar com ele:
- Doutor, acho que houve um engano e me tiraram 500 reais do salário.
- É ? Curioso é que, mês passado, eu coloquei 500 a mais e você não falou nada.
- É que um erro eu tolero, doutor. Mas DOIS eu acho um abuso !!!

Manuela

Cotas dos negros

Governo deixou cota para negros sem defesa no TJ
Extra Online - Rio de Janeiro,RJ,Brazil
Por exemplo, um negro que estivesse fazendo um vestibular teria essa cota de reserva mesmo que não fosse carente". O critério de carência, porém, ...
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Justiça do RJ suspende sistema de cotas nas universidades públicas
Jornal Cidade - Rio Claro - Rio Claro,SP,Brazil
A presidente do Conerc (Conselho Municipal da Comunidade Negra), Divanilde de Paula, é favorável à implantação de cotas não só nas universidades, ...
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Deputado autor de ação que suspendeu cotas diz que lei pode ...
G1.com.br - Brazil
De acordo com Bolsonaro, a lei é discriminatória e pode implicar no aumento do racismo. Sem citar nenhuma pesquisa sobre o impacto da medida no ambiente ...
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HEITOR (((((º_º))))) CARLOS
http://portodoscasa is.blogspot. com/
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Quem e Colorado Ajuda

Consulta Popular no RS

consulta popular para os campos de cima da serra poderá render 1,5 milhões de reais, é o que prevê a proposta do secretário Celso Bernardi e dos COREDES para ser auferida pela população no dia 05 de agosto. Na consulta popular do ano passado, votaram quase 9 mil eleitores, a expectativa é que esse número dobre na votação deste ano por que um decreto da governadora Yeda Crucius alterou a destinação dos recursos, aumentando a participação dos COREDES de acordo com a participação popular. Pelo menos 20% desses recursos serão destinados de acordo com a participação popular, votam cidadãos que já sejam eleitores, poderão votar em urnas ou pela Internet. No dia 05 de agosto, das 14 proposições apresentadas, 04 serão escolhidas como prioritárias e o governo irá efetuar os pagamentos destas no próximo ano.



Em relação aos 50 milhões da consulta popular do ano passado, o governo considera que já honrou quase todos os compromissos, exceto os projetos que não foram apresentados em tempo hábil, um novo prazo está sendo concedido, as proposições que serão apresentadas nos COREDES CAMPOS DE CIMA DA SERRA referem-se especialmente ao Hospital Nossa Senhora da Oliveira que foi contemplado com 300 mil reais ainda não recebidos.





Deputado Estadual Francisco Appio - www.appio.com.br