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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Grenal em Caxias do Sul parte 3

Grenal em Caxias do Sul parte 2

G-20 Avalia Barrar Entrada de Corruptos


G-20 avalia barrar entrada de corruptos nos países-membros, mas Brasil resiste.

Documentos relatam a falta de consenso no governo sobre o tema, considerado 'sensível' e 'polêmico'

Alana Rizzo - O Estado de S. Paulo

mala.jpgBRASÍLIA - O Grupo dos 20 (G-20) estuda uma proposta para barrar a circulação de corruptos e corruptores nos seus países-membros a partir da negativa de vistos e de refúgio. A proposta, encabeçada pelos Estados Unidos, é vista com reticências no governo brasileiro.
O Estado teve acesso a documentos que relatam a falta de consenso dentro do governo em apresentar uma manifestação sobre o tema, apesar da pressão internacional. Desde o ano passado, membros da Controladoria-Geral da União (CGU), do Ministério das Relações Exteriores, da Advocacia-Geral da União (AGU) e do Ministério da Justiça estão envolvidos no debate, considerado "sensível", "polêmico" e "difícil". As autoridades brasileiras não conseguem definir quem seria afetado pela medida.
Em 2012, os chefes de Estado ratificaram o compromisso de criar instrumentos para barrar a entrada de enquadrados nesse crime em seus territórios. Em junho, o grupo apresentará o primeiro relatório sobre a implantação da medida.
O Brasil quer parâmetros sobre quem se enquadraria no termo "corrupto" e quem sofreria as penalidades. Não há entendimento, entre as autoridades locais, sobre se a norma valeria apenas para condenados ou também para aqueles que não foram julgados. Discute-se, ainda, no âmbito do G-20 que a punição deveria se estender a familiares e associados dos corruptos, o que contraria a Constituição brasileira. Também pesa nas discussões governamentais a tradição do País de não restringir acesso ao seu território. Os defensores da proposta, no entanto, sustentam que a negação de vistos e o controle migratório impedem que o corrupto gaste o dinheiro fruto do ilícito fora de seu país.
A medida teria reciprocidade e afetaria o universo de corruptos brasileiros que tentassem entrar nos países do G-20. Dados do Ministério Público Federal revelam que mais de 5 mil inquéritos foram abertos nos últimos anos para investigar práticas de corrupção no País. Cerca de 700 pessoas cumprem pena hoje no Brasil por esse crime.
No Supremo Tribunal Federal, há 17 inquéritos e ações penais contra parlamentares, e somente a Procuradoria Regional da República da 1.ª Região denunciou cerca de 250 prefeitos nos últimos dois anos por esse crime. No julgamento do mensalão, concluído no final do ano passado, 20 dos 25 condenados foram sentenciados a penas por corrupção ativa ou passiva – entre eles o ex-ministro José Dirceu, o deputado federal José Genoino e o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares.
Em pauta. Oficialmente, o governo nega qualquer tentativa de atrasar a proposta e afirma que o assunto está ainda em discussão. O Brasil tem até o próximo ano para debater o assunto, que ganhou força depois de os Estados Unidos alterarem sua legislação – autorizando a autoridade alfandegária a barrar a entrada de corruptos, familiares e pessoas associadas.
O tema também avança no Canadá, onde um projeto de lei criando restrições para o acesso ao território de pessoas corruptas já foi apresentado.
"A discussão existe e, por se tratar de um assunto sensível, está andando surpreendentemente bem. Estamos no ponto de definir a forma e operacionalizá-la. O Brasil já se comprometeu a analisar casos de corrupção como um critério na hora de concessão de vistos ou na entrada de estrangeiros em seu território. O que não vamos é abrir mão da soberania do País de decidir", afirma Hamilton Fernando Cota Cruz, assessor especial da CGU, responsável por coordenar as ações brasileiras sobre o tema no G-20. "Uma medida como essa é de grande inovação e ela tem o respaldo e a força dos líderes políticos das 20 maiores economias do mundo, que assinaram a proposta. Não tem força de lei, mas tem força política."
Para o G-20, a corrupção ameaça a integridade dos mercados, destrói a confiança da sociedade e distorce alocações de recursos. O grupo anticorrupção tem representantes de todos os países e a Espanha como observadora.
Polêmica. "Muito mais eficaz do que barrar a entrada de corruptos nos países é a punição efetiva de quem é corrupto e do corruptor", avalia Rodrigo Vitória, coordenador da unidade de Governança e Justiça do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime.
Para ele, a medida esbarra em princípios constitucionais, como a presunção da inocência, e também na demora na validação de sentenças internacionais pelo Judiciário. "O cenário brasileiro está melhorando, mas ainda temos uma cultura de permissividade com a corrupção. A medida constrange, mas não é a melhor", avalia.
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Grenal em Caxias do Sul

Entrada do Internacional no Gramado do Centenário

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Bola Na Arquibancada: Grenal

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Grenal no Centenário em Caxias do Sul RS


Encontro Cultural e Campeiro

Obrigad. Recebido

CTG PORTEIRA <porteiradoriogrande@m2net.com.br> escreveu:

>Neste final de semana, durante a realização do III Encontro Cultural e Campeiro do CTG Porteira do Rio Grande aconteceu a disputa das modalidades campeiras que movimentaram a cancha ferradura do parque Nicanor Kramer da Luz. E o resultado final do laço duplas força "A" foi o seguinte:
>
>Os grande campeões foram Cauê Casagrande e Vantuir Moreno, do CTG Porteira do Rio Grande; Márcio Bitencourt e Tiago Borges, de Caxias do Sul; Olivério e Adão Camargo, do Rincão dos Mendes, São José do Ouro; Fernando Mendes e Olivério Mendes, também do Rincão dos Mendes, São José do Ouro e Daniel Cunha e Adriano Martins, do CTG Os Praianos, São José, Santa Catarina
>
>Leonardo Silveira
>Assessoria de Comunicação
>CTG Porteira do Rio Grande – Vacaria RS
>(54) 3231 1011 (54) 3232 1077
>gmail: porteiradoriogrande@gmail.com
>www.ctgporteiradoriogrande.com.br

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Presidente Dinaldo Antonio Ribeiro Explica sobre o FG

Estivemos agora pouco no Sindicato dos Municipários de Vacaria conversando com o Presidente sr. Dinaldo Antônio Ribeiro que nos colocou respostas do questionamentos dos leitores do Jornal Negritude e das Redes Sociais.  Sr. Dinaldo nos falou que a questão da sede campestre do Sindicato foi decidido em reunião administrativa pois acontece a manutenção da mesma.
Sobre os planos de saúde dos funcionários públicos municipais a Prefeitura que repassa os valores para a Unimed e o IPE.
A questão do FG no valor R$622,00 foi numa portaria 798/2008 como ele é um servidor de carreira foi numa decisão judicial, que todo mandato classista como prevê na Constituição brasileira a remuneração total possui o FG no processo judicial nº 1.08.0004911-4 da 1ª Vara Cível da Comarca de Vacaria, o qual foi chefe de Setor da Secretaria Municipal da Educação e Cultura, FG 2-2. A sua FG foi negada na época pelo Ex-Prefeito José Aquiles Susin o qual o Sr. Dinaldo Antônio Ribeiro teve que recorrer a justiça o qual foi dado o ganho de causa.
A questão das horas extras o Sr. Dinaldo nos colocou que a Prefeitura Municipal de Vacaria que paga 90 horas extras o que passar desse número a Prefeitura tem que justificar para o Tribunal de Contas.
O sr. Dinaldo nos colocou que não teve contato com o Prefeito Amadeu Boeira pela questão do Prefeito Elói  Poltronieri do impasse que poderá ser cassado ou não. Colocou que o Sindicato dos Municipários não apóia nenhuma candidatura politica caso venha ocorrer a eleição extra, que não tem filiação partidária e nem apoia o atual Prefeito no cargo Elói.
Nos colocou que o Sindicato dos Municipários faz suas compras para manter a entidade à vista e tem e está com as dívidas saneadas e falou de futuros eventos o qual poderá ser realizado.
Colocou que os comentários nas redes sociais são inverdades daqueles que perderam espaço no Sindicato dos Municipários de Vacaria RS.