Rádio WNews

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Música dos anos 60


A música como forma de protesto
1 hora, 25 minutos atrás



Por Andreas Kisser, colunista do Yahoo! Brasil





A música já é conhecida por ser utilizada para mensagens de protesto e reivindicações, sempre teve o poder de atingir as massas e mudar o curso da História.



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Bob Dylan foi um dos primeiros artistas a escrever letras mais sérias, politizadas num período pós Segunda Guerra, num país onde as pessoas estavam acordando para um mundo mais real, depois da euforia da vitória. Letras que contestavam a atitude do povo, do governo e da mídia. Ele inspirou e ainda inspira várias gerações, não só nos Estados Unidos, mas em todo o mundo. A música era muito ingênua antes de Bob Dylan, era inofensiva.


Os Beatles, principalmente John Lennon, tiveram o "aval" de Bob para falar e expressar suas ideias, filosofias e opiniões. Nos anos 60, protestos contra a Guerra do Vietnã, no EUA, e pela Paz, no mundo, espalharam-se pelo planeta, mudando a forma como a mídia iria cobrir as futuras guerras dos norte-americanos.


Jimi Hendrix fez o seu protesto no festival Woodstock, que neste fim de semana completa 40 anos. Foi um marco, a performance mais lembrada e citada do festival. Ele "falou" com sua guitarra. Antes de começar "Purple Haze", ele improvisou o hino nacional norte-americano, incluindo efeitos especiais com a alavanca e pedais delay, wah-wah e o famoso Big Muff, imitando ataques aéreos e de bombas Napalm - que era usadas na guerra do Vietnã - caindo. Foi inesperado, intenso, pesado e muito inspirador. O mundo não foi mais o mesmo depois de Woodstock.


Mas além destes exemplos de música com teor de protesto, o que me instigou a escrever este texto foi um vídeo que eu vi esta semana. Um exemplo espetacular de como a música pode atingir lugares inimagináveis. O vídeo é um clipe de uma banda de country contando uma história baseada em fatos reais, aliás, é a história propriamente dita contada em detalhes.


O clipe conta que como é difícil para uma banda viajar de avião hoje em dia, sendo músico e tendo que despachar os instrumentos no check-in. Instrumentos únicos, caros e que sempre têm um valor sentimental, são quase como filhos, manejado com todos os mimos e atenção. Enfim, o violão do vocalista, Dave Carroll, chega ao destino totalmente destruído, isso porque estava em um estojo duro, geralmente resistente a leves pancadas. A compania aérea não cuidou do violão como um item frágil, com todo o cuidado que merece. Atiraram o estojo como se fosse um saco de batatas, não tiveram o mínimo respeito ou preparo para lidar com o estojo.


Dave lutou pelos seus direitos e por uma indenização por meses, acho que mais de um ano, pelos caminhos certos, legais e claro, muito burocráticos, até que no fim disseram que não podiam fazer nada e que ele teria que arcar com o prejuízo de U$ 3500.


Dave resolveu então contar a sua história através de uma música e um clipe. Postou na internet e tem quase 5 milhões de hits. Incrível! A música é muito bem feita e executada, conta a história com clareza e humor. Depois deste sucesso, a companhia aérea entrou em contato com Dave querendo pagar todos os prejuízos e pedindo para que ele retirasse o video do ar. É claro que Dave não aceitou a proposta e pediu para que mandasse o dinheiro a uma instituição de caridade. Fantástico!

Fonte:Yahoo

Desarticulada Quadrilha de Roubo a Banco

Polícia Civil desarticula quadrilha de roubo a banco que agia no Estado
13/08/2009 14:30


A Polícia Civil gaúcha, por meio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC), desarticularam na madrugada desta quinta-feira (13) uma quadrilha de assalto a bancos que agia em todo o Estado. Em entrevista coletiva, na sede do DEIC, os delegados Ranolfo Vieira Júnior, titular do DEIC, e Juliano Ferreira, da Delegacia de Roubos, explicaram à imprensa como se dava a atuação da quadrilha.

De acordo com os delegados, o grupo agia no interior do Estado assaltando simultaneamente de dois a três bancos no mesmo dia em um município. Cumprindo 15 mandados de busca e apreensão e 12 mandados de prisão temporária, os policiais – cerca de 80 pessoas, entre agentes e delegados – prenderam onze indivíduos, desde as 7 horas dessa quarta-feira (12), até as 5 horas desta quinta-feira (13). Quatros pessoas - dois homens, considerados os líderes do grupo, e duas mulheres – foram presos ainda na quarta-feira no município de Águas Mornas, em Santa Catarina. O último indivíduo foi preso em São Leopoldo, às 5 horas desta quinta-feira. Outras pessoas foram presas em Porto Alegre, Novo Hamburgo e Palmeira das Missões. O grupo é suspeito de ter agido, por exemplo, no assalto a uma agência do Banco do Brasil em Boqueirão do Leão, no Vale do Taquari, em julho, no qual morreu o vereador Jandir Bianchini (PMDB), 50 anos. Segundo o delegado Juliano, as investigações, a respeito da quadrilha, iniciaram logo após o assalto a uma agência do Banrisul, em Bento Gonçalves, no final de abril deste ano.

Com o grupo a Polícia apreendeu sete veículos – um Siena, um Stilo, um Astra, um Celta, um Corsa, um Focus e um Audi A4 – a maioria adquirido com dinheiro dos roubos. Com a quarilha também foi encontrada grande quantidade de armas – um fuzil AR 15, um fuzil calibre 7.62, uma carabina calibre 30, um espingarda winchester cal. 44, três espingardas cal.12, uma pistola cal. 9 mm, duas pistolas calibre .40, duas pistolas calibre 380, uma pistola calibre 6.35 e um revólver calibre 38. Além das armas, o que mais chamou a atenção dos policiais foi a grande quantidade de explosivo tipo C 4, uma espécie muito potente. Conforme o delegado Ranolfo, “encontrar este tipo de explosivo com o grupo demonstra que eles provavelmente estavam se articulando para outras ações maiores”. Entre o material apreendido há também quatro coletes à prova de balas, oito rádios comunicadores, algemas, quatro jalecos da Polícia Federal, uma jaqueta da Brigada Militar, toucas ninjas, duas mochilas de sobrevivência, além de farta munição compatível com as armas apreendidas.

De acordo com o delegado Juliano, “o grupo estava preparado para tudo, inclusive para ficar isolado no mato, por exemplo, pois nas mochilas eles tinham remédios variados, suprimentos, rádios comunicadores, entre outras coisas”. Disse ainda que os presos, com prisão temporária, ficarão à disposição da Polícia Civil.

Presente à coletiva, o secretário da Segurança Pública, Edson Goularte, salientou “a qualidade, a dedicação e a competência dos profissionais que integram a Polícia Civil, transmitindo os cumprimentos da governadora Yeda Crusius”. O Chefe de Polícia, delegado João Paulo Martins, assim como o diretor do DEIC, também parabenizaram o trabalho dos policiais. Ranolfo Vieira Júnior elogiou ainda “a agilidade do Poder Judiciário, fundamental para o sucesso da Operação”.

Fonte: Ascom PC

Operação 24 Horas

Polícia Civil prende 12 pessoas durante Operação 24 horas
13/08/2009 17:02


A Polícia Civil do Vale do Rio Pardo, 16ª Região Policial, efetuou 12 prisões durante a Operação 24 horas, realizada do meio dia dessa terça-feira (11) ao meio dia dessa quarta-feira (12). Cerca de 100 Policiais Civis de toda região participaram das atividades.

Segundo o delegado Regional Julci Severo a 16ª DPR teve um acréscimo de 300% nas prisões e a maioria capturou foragidos da Justiça. Para ressaltar as atividades da Região Policial o delegado informou, também, que no ano de 2009 a Polícia Civil formalizou 249 flagrantes delitos; 258 prisões; 38 foragidos da Justiça presos; 240 veículos recuperados; 106 armas de fogo de diversos calibres apreendidas; 22 adolescentes apreendidos e 233 caça-níqueis.

Na região também foram implementadas mais de 40 operações policiais, dentre elas ‘Zebra’, ‘Mina de Ouro’, ‘Hallowenn’, ‘Cracolândia’, ‘Lei Áurea’, ‘Las Vegas’, ‘Trapalhões’ e ‘Capitão Gancho’.

Foram apreendidos até o momento quase 50 kg de entorpecentes, na maioria maconha, mas também cocaína e crack. O Departamento de Polícia do Interior (DPI) realizou 188 prisões, das 356 totalizadas por todo Estado durante a Operação.

Fonte: Ascom PC

Angola Falida

Angola, "falida", porém "exitosa"
O Observador de Angola
Que espécie de Estado é Angola? O que o levou a isso? E quais são as suas perspectivas futuras? Estas são as questões-chave exploradas por David Sogge em seu último artigo, Angola – “Failed”, yet “Successful” publicado pela FRIDE (Fundación para las Relaciones Internacionales y El Dialogo Exterior).
O relatório argumenta que a Angola actual não deve ser somente compreendida como produto de forças e processos internos, mas na mesma medida como produto do envolvimento e intervenção ocidental ao longo de 500 anos. “Actores externos armaram o palco e ajudaram a alimentar quatro décadas de guerra e cataclismos econômicos”, sinaliza Sogge, acrescentando que “(Angola) ilustra o poder da indústria do petróleo e das elites nacionais que dependem dela para corromper e minar a legitimidade de qualquer sistema político em que encostam”. “A riqueza oriunda do petróleo tende a prolongar e estabilizar regimes autocráticos”.
Sua perspectiva é que a economia angolana é direccionada para servir os interesses de uma elite local e de interesses estrangeiros. Ele afirma que cinco das oito maiores corporações mundiais estão altamente envolvidas em Angola, empunhando um poder financeiro e econômico lá e nas “estruturas geopolíticas nas quais Angola está inserida”. Ele assegura que as reservas de petróleo e gás conhecidas em Angola são relativamente modestas e que o boom do petróleo provavelmente terá passado até 2020. “O modelo actual de desenvolvimento é, portanto, uma bomba relógio accionada”.
No que diz respeito ao futuro, “actualmente o Estado angolano é mais forte do que era de ser esperado, tendo repelido uma séria de tentativas de golpes, conseguindo ampliar sua base política e consolidar-se como uma autocracia estável. Porém a administração e serviços públicos permanecem fracos e mal distribuídos”, afirma Sogge. “Enquanto incentivos estrangeiros poderosos e mal regulamentados continuarem a moldar as motivações das elites e visões do futuro de Angola, as perspectivas de transformação – visão ampla do desenvolvimento, autonomia do Estado frente aos interesses especiais, burocracia efectiva e uma classe empreendedora – não parecem boas”.
O autor visualiza algumas possibilidades ligadas ao fim do boom do petróleo, à crise económica global e às organizações locais preenchendo espaços que poderão emergir para exigirem um governo mais transparente e responsável.

Disponível em:

http://www.casadasa fricas.org/ site/index. php?id=noticias&sub=01&id_noticia=830




Vide artigo completo em
www.fride.org ou
http://www.fride. org/download/ WP81_Angola_ failedyetsucessf ul_ENG_may09. pdf

Coordenador da Consulta Popular

O Coordenador da Consulta Popular, Secretário Celso Bernardi, acaba de divulgar (13/08/09) o resultado da votação de 05 de agosto.

Com o voto de 950 mil gaúchos foram escolhidas as quatro prioridades das regiões, representadas pelos 28 Coredes. Segurança, saúde, educação e agricultura, com 115 milhões.

O Corede Campos de Cima da Serra teve 22,12% de participação ficou com R$ 1.496.677,55. No Corede Nordeste, que fixou em 3% em participação, teve 31,46% dos eleitores, levará o adicional de R$ 408.750,00.





Deputado Estadual Francisco Appio - www.appio.com.br

Figura

Estado de Minas

Estado de Minas
Estado de Minas, 13.08.2009.



Mobilizações populares

Frei Betto



Nas três Américas, apenas Brasil e Argentina jamais fizeram reforma agrária. O detalhe é que somos um país de dimensões continentais



Desde 10 de agosto, mais de 3 mil trabalhadores sem-terra se encontram acampados em Brasília para, de novo, alertar o governo federal sobre uma questão que, outrora, foi considerada prioritária pelo PT: a reforma agrária.



O mundo gira, a Lusitana roda, e hoje muita coisa parece virada de cabeça para baixo: quem fazia oposição a Sarney o defende; quem gritava “fora Collor” o elogia; quem exigia reforma agrária exalta o agronegócio. E, apesar das políticas sociais, 31 milhões de brasileiros (as) continuam a sobreviver na miséria. E a violência dissemina o medo por nossas cidades.



A manifestação dos sem-terra reivindica do governo muito pouco, sobretudo se comparado aos incentivos oficiais concedidos a empresas que degradam a Amazônia e usineiros, que, em latifúndios, mantêm trabalhadores em regime de semiescravidão.



É urgente assentar mais de 100 mil famílias sem-terra acampadas pelo país afora, sobrevivendo em barracas de plástico preto à beira de estradas. E cuidar das 40 mil famílias assentadas virtualmente, apenas no papel, pois aguardam, há tempo, recursos para investir em habitação, infraestrutura e produção. Nos últimos seis anos foram financiadas apenas 40 mil casas no meio rural. Também as escolas rurais necessitam, urgente, de recursos.

O Brasil não tem futuro sem mudar sua estrutura fundiária. Nas três Américas, apenas Brasil e Argentina jamais fizeram reforma agrária. O detalhe é que somos um país de dimensões continentais, com 600 milhões de hectares cultiváveis.



Dois problemas crônicos encontrariam solução se nosso país não tivesse tanta terra ociosa, como se constata ao viajar por nossas estradas ou sobrevoar nosso território: o desemprego e a violência urbana. Os países desenvolvidos, como os EUA e a Europa Ocidental, com territórios bem menores que o nosso, conseguem obter alta produtividade no campo, sem que haja latifúndio. Há, sim, grande incentivo à agricultura familiar.



O governo federal deve à nação a atualização dos índices de produtividade das propriedades rurais, intocados desde 1975. Por exigência constitucional, tais índices deveriam ser revistos a cada 10 anos. Eles são utilizados para classificar como produtivo ou improdutivo um imóvel rural e agilizar, com transparência, a desapropriação das terras para efeito de reforma agrária.

O Ministério do Planejamento deve às famílias sem terra o descontingenciamento de R$ 800 milhões do orçamento do Incra previsto no orçamento deste ano. Esse recurso permitirá a obtenção de terras e aplicação no passivo dos assentamentos.



Durante o período de acampamento, que se encerra no dia 21, estão previstos também debates sobre conjuntura agrária, clima e meio ambiente, energia, Previdência Social, juventude, comunicação, gênero e raça, além de atividades culturais e ato em comemoração aos 25 anos do MST.



Está marcada para amanhã a jornada nacional de lutas contra a crise, uma mobilização de trabalhadores e desempregados, em todo o país, para assegurar manutenção do emprego, melhores salários, ampliação dos direitos, redução das taxas de juros e investimentos em políticas sociais.

Dia 19, movimentos sociais, estudantis e sindicais se reunirão, em Brasília, em defesa do petróleo, para reivindicar novo marco regulatório para a produção energética do país.



E no dia 7 de setembro, em todo o Brasil, o 15º Grito dos Excluídos, promovido por várias entidades, inclusive a CNBB, terá como tema “Vida em primeiro lugar – a força da transformação está na organização popular”.

A manifestação, que imprime caráter cívico à data da independência do Brasil, tem por objetivo arrancar a população do imobilismo e ressaltar a importância de se fortalecerem os movimentos sociais para consolidar nossa democracia e conquistar soberania.



A democracia não pode se restringir a eleições periódicas, que, por enquanto, permitem inclusive a candidatura de corruptos e réus de processos comuns. À democracia política é preciso aliar a econômica, de modo a reduzir a desigualdade social que envergonha o Brasil. Só assim conquistaremos o direito de ser um povo feliz.



Frei Betto é escritor, autor de A mosca azul – reflexão sobre o poder (Rocco), entre outros livros.

Notícias do Piratini



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Nº 34 de Quinta-feira, 13 de Agosto de 2009 - Porto Alegre - RS - BrasilBoletimEnviar para um amigoReceber por e-mailEdições AnterioresFale Conosco Consulta Popular
Dobra a participação dos gaúchos na Consulta Popular em 2009
Foram 950.077 votos (813.700 em cédulas de papel e 136.377 pela internet), que correspondem a 99% a mais que em 2008. Infraestrutura
Estado doa 75 mil toneladas de resíduos de restauração da RS-135
Material pode ser reaproveitado por municípios para manutenção de outras rodovias. Gripe A
Autoridades preveem redução de casos a partir de setembro
O antiviral Tamiflu, indicado para tratar doença, está disponível nos 496 municípios gaúchos. Gripe A
Ônibus metropolitanos adotam normas de prevenção à doença
Medidas incluem ventilação, uso de máscaras por motoristas e higienização dos veículos. Fazenda
Substituição tributária inclui três novos segmentos em setembro
Materiais de construção, elétricos e ferramentas terão ICMS taxado na indústria, e não na venda. Segurança Pública
Estado amplia agendamento eletrônico de carteiras de identidade
Agendamento via internet pode ser feito por meio dos sites www.igp.rs.gov.br ou www.tudofacil.rs.gov.br .
BoletimEnviar para um amigoReceber por e-mailEdições AnterioresFale ConoscoCaso não queira mais receber Notícias do Piratini do Rgs. Clique aqui

Fidel





13 de Agosto de 2009

Homenagem ao Comandante Fidel Castro, aos seus 83 anos


Sólo los grandes!!







Sólo los grandes son capaces de estampar el ejemplo,

De incendiar madrugadas

Atropellando silencios,

De iluminar la vida con sonido estridente,

De justicia en la tierra.


Sólo los grandes, digo

Y al decirlo te nombro

Como arquetipo vivo de la historia de un tiempo

Que es tu tiempo y el mío.


Sólo los grandes andan escalando la aurora,

Como tú, Comandante,

Como tú y la Victoria!!!! !!


Ingrid Storgen



-----Anexo incorporado-----


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Cartaoberro mailing list
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Consulta Popular

Dobra a participação dos gaúchos na Consulta Popular em 2009
13/08/2009 21:30


A Consulta Popular 2009 obteve um total de 950.077 votos (813.700 em cédulas de papel e 136.377 pela internet), que correspondem a 14,18% dos eleitores gaúchos. O resultado - 99% superior ao obtido no ano passado, quando foram registrados 478.310 votos - foi anunciado nesta quinta-feira (13), no auditório do Centro Administrativo Fernando Ferrari (Caff), pela governadora Yeda Crusius e o secretário de Relações Institucionais, Celso Bernardi, coordenador do processo.

Saúde, educação e segurança voltaram a figurar como as áreas que atraíram a preferência dos participantes do plebiscito. Médio Alto Uruguai, Celeiro, Missões, Produção, Alto Jacuí, Nordeste e Vale do Taquari foram as regiões que mobilizaram o maior número de eleitores. No Orçamento 2010, a Consulta Popular terá mais de R$ 162 milhões, dos quais R$ 115 milhões para as demandas escolhidas este ano. Os restantes R$ 47,5 milhões referem-se à parcela anual de amortização do passivo de R$ 190 milhões referentes à votação de 2006.
"Orçamento estadual é um instrumento que dá à população a confiança de determinar suas prioridades. Obrigado a todos por podermos mostrar ao Rio Grande do Sul que o Estado confia em si mesmo, vota para si e participa das suas decisões", afirmou a governadora. Yeda disse que, ao assumir, procurou qualificar a relação entre Estado e prefeituras, e que a primeira decisão de seu governo foi manter os bons projetos, como a Consulta Popular. "Em primeiro lugar, construímos um orçamento realista e, em segundo, o orçamento regionalizado", completou.

A Consulta Popular foi realizada em 5 de agosto, nos 496 municípios gaúchos. Os cidadãos puderam escolher até quatro itens entre 14 projetos estruturantes regionais. As opções apresentadas foram definidas durante assembleias públicas organizadas em parceria com os Conselhos Regionais (Coredes) e Municipais (Comudes) de Desenvolvimento.

Na avaliação de Celso Bernardi, o resultado demonstra que as iniciativas do governo Yeda Crusius de atualizar os pagamentos de valores atrasados, decorrentes de votações anteriores a 2007, e de executar os projetos eleitos resgataram definitivamente a credibilidade da Consulta Popular. "Essa confiança continuará a ser retribuída com o constante aperfeiçoamento desta ferramenta de interlocução entre o Estado e os cidadãos", assegurou.

Fonte: Site do Estado

Colômbia parte 2

Mais sete na Colômbia?

As 865 bases militares dos EUA em 40 países


La Jornada, Mexico, DF 9 de agosto de 2009.(Tradução: ADITAL, fortaleza)


Por Alfredo Jalife-Rahme



No contexto do neopinochetismo hipocritamente tolerado por Washington em Honduras, agora resulta que a projetada instalação de sete bases militares dos Estados Unidos na Colômbia, que provocou massivo repúdio na América Latina, constitui a atualização de um novo acordo de segurança mediante o arrendamento das bases existentes com a finalidade filantrópica de combater a narcoguerrilha fronteiriça, segundo uma engenhosa interpretação de Obama exposta para um grupo de jornalistas hispanos (Reuters, 07/08/09), em vésperas da desarticulada cúpula do ASPAN em Guadalajara, onde o México não tem nada que fazer nem devia ter participado desde sua calamitosa gênese.

Ninguém aprende com a cabeça alheia e EUA repete os mesmos erros da URSS, com uma tríade de consequências devastadoras: sobreextensão imperial, guerra perpétua e insolvência, que levam a um provável colapso similar ao da anterior União Soviética, na opinião de Chalmers Johnson (Dez medidas para liquidar as bases militares dos EUA; Asia Times, 04/08/09).

Chalmers Johnson, professor emérito da Universidade da Califórnia (San Diego) e profícuo autor de livros notáveis, evidencia o império global potencialmente ruinoso de bases militares, que cadencia a longa dependência no imperialismo e no militarismo dos EUA em suas relações com outros países, além de "seu inchado establishment militar".

Paralelamente, Floyd Norris, analista financeiro e econômico do The New York Times (01/08/09), revela que o embarque de bens duradouros civis dos EUA caiu mais de 20% durante a recessão, o qual teria sido pior se não fosse a crescente produção de armas, que disparou 123% acima da média do ano 2000 (início do militarismo bushiano, que Obama incrementou com sua máscara de cordeiro sequestrado pelos lobos do Pentágono).

Norris comenta que EUA é primariamente uma economia civil, quando o "item militar representa ao redor de 8% de todos os bens duradouros (no ano 2000 foi 3%)"; porém, em nossa humilde opinião, é a uma economia preponderantemente militar, já que muitos segmentos de sua atividade civil se entrelaçam com seu substancial belicismo, como tem demonstrado SIPRI, o excelso instituto pacifista sueco.

Segundo o inventário do Pentágono, em 2008, citado por Johnson, o império dos EUA consiste em 865 instalações em mais de 40 países, com um deslocamento de mais de 190 mil soldados em mais de 46 países e territórios.

Johnson expõe o caso singular do Japão e a base de Okinawa (por certo, infestada por escândalos sexuais dos dissolutos militares estadunidenses que levam 64 anos ininterruptos de ocupação).

As sete bases militares adicionais dos EUA na Colômbia elevarão seu total planetário para 872, o qual não tem equivalente com nenhuma potência passada e presente. Literalmente, os Estados Unidos invadiram o mundo!

O mais relevante radica, na opinião de Johnson, em que tal ocupação é desnecessária para a genuína defesa dos EUA, além de provocar fricções com outros países e sua dispendiosa manutenção global (250 bilhões de dólares por ano, segundo Anita Dancs Foreign Policy in Focus): seu único propósito é oferecer aos EUA hegemonia, isto é, controle ou domínio sobre o maior número possível de países no planeta.

Na opinião de Johnson, Obama não percebeu que os EUA não têm mais a capacidade de exercer sua hegemonia global, enquanto exibe seu lastimoso poder econômico mutilado, quando os EUA se encontram em uma decadência sem precedentes.

Expressa três razões básicas para liquidar o império estadunidense: 1. Carece dos meios para um expansionismo de pós-guerra; 2. "Vai perder a guerra no Afeganistão, o qual aumentará ainda mais sua quebra"; 3. Acabar o vergonhoso segredo do império de nossas bases militares.



Propõe dez medidas:

1. Por fim ao severo dano ambiental causado pelas bases e pelo cesse do Acordo sobre o Estatuto dos Exércitos (SOFA, por suas siglas em inglês) que de antemão impede aos países anfitriões exercer sua jurisdição sobre os crimes perpetrados pelos soldados estadunidenses, isentos de toda culpabilidade (particularmente, a epidemia de violações sexuais nos paraísos militares).

2. Liquidação do império e aproveitar o custo de oportunidade para investir em campos mais criativos.

3. O anterior, indiretamente, frearia o abuso aos direitos humanos, já que o imperialismo engendra o uso da tortura, tão abundante no Iraque, no Afeganistão e na base de Guantanamo.

4. Recortar a inacabável lista de empregados civis e dependentes do Departamento de Defesa, dotado de seu luxuoso prédio (piscina, cursos de golfe, clubes, etc.).

5. Desmontar o mito, promovido pelo complexo militar-industrial, de sua valia na criação de empregos e na investigação científica, o qual tem sido desacreditado por uma investigação econômica séria.

6. "Como país democrático que respeita a si mesmo, EUA deve deixar de ser o maior exportador de armas e munições do mundo e deixar de educar os militares do Terceiro Mundo (v.gr. militares da América Latina na Escola das Américas, em Fort Benning , Geórgia) nas técnicas de tortura, golpes militares e serviço como instrumentos de nosso imperialismo".

7. Devido às limitações crescentes do orçamento federal, devem ser abolidos os programas que promovem o militarismo nas escolas, como o treinamento do Corpo de Oficiais da Reserva.

8. Restabelecer a disciplina e a prestação de contas nas forças armadas dos Estados Unidos, diminuindo radicalmente a dependência dos contratistas civis, das empresas militares privadas e dos agentes que trabalham para o exército fora da cadeia de comando e do Código de Uniforme da Justiça Militar. O livro de Jeremy Scahill Blackwater cita: A ascensão do exército mercenário mais poderoso (sic!) do mundo (Nation Books, 2007). A propósito, o holandês-estadunidense Eric Prince, fundador retirado de Blackwater e neocruzado da extrema direita cristã do Partido Republicano (muito próximo ao bushismo), acaba de ser implicado em um assassinato (The Nation; 04/08/09.

9. Reduzir o tamanho do exército dos EUA.

10. Cessar a dependência não apropriada na força militar como principal meio para tentar alcançar metas de política exterior.

Sua conclusão é realista: infelizmente, poucos impérios no passado abandonaram voluntariamente seus domínios para permanecer como entidades políticas independentes e autogovernadas. Os dois importantes e recentes exemplos são os impérios britânico e o soviético. Se não aprendemos com eles, nossa decadência e queda estarão predeterminadas.

Terá cura a fixação dos Estados Unidos ao militarismo por mais um século?



[www.jornada.unam.mx/- Domingo 9 de agosto de 2009]

Furto de Caminhões

Alarmado com o aumento do furto e roubo de caminhões na área urbana de Canoas, o deputado Francisco Appio reuniu-se ontem (13/08) com o chefe de polícia João Paulo Jardim e com o comandante da Brigada Militar, Coronel João Carlos Trindade, a quem pediu apoio para resgatar a força tarefa que durante mais de 10 anos atuou na Assembleia Legislativa, na linha de frente das discussões sofre o furto e roubo de cargas.

Appio também manteve contato com o Secretário da Fazenda, a quem solicitou apoio sobre dois projetos de sua autoria, destinados a combater a fraude e sonegação no comércio de combustíveis. Um trata do lacre fiscal, instalado pelas distribuidoras nos tanques que ficam no subsolo dos postos de combustíveis (para enfrentar a sonegação e receptação), o outro estabelece normas para a comercialização, ampliando a fiscalização pelos consumidores, a fim de combater a fraude. O parlamentar, que coordena o SOS Caminhoneiro, uma organização não governamental, criada para apoiar motoristas e lutar contra o furto e roubo de cargas, vai recriar a subcomissão dos Caminhoneiros Desaparecidos, na Comissão de Direitos Humanos, onde protocola o requerimento no dia de hoje. Appio lembra que centenas de motoristas foram assassinados nos anos 90.

- 10 corpos jamais foram encontrados, continuam desaparecidos, com seus familiares ainda alimentando a esperança que voltem para casa. Naquela época, a bandidagem matava e ocultava o cadáver como queima de arquivo. Hoje matam menos, pois a impunidade é muito grande. Assaltam, roubam, mas logo estão em liberdade. Por isso aumentou a criminalidade em Canoas, onde o furto e roubo de caminhões virou moda, até para a indústria de resgate.

O parlamentar alertou aos motoristas para que tenham cuidado, não abandonem seus caminhões e não paguem resgate, sem avisar o DEIC em Porto Alegre, pois está funcionando uma verdadeira máfia de resgates, que são pagos. Os caminhões continuam desaparecidos.

Clique aqui e veja quem são os dez desaparecidos dos anos 90







Deputado Estadual Francisco Appio - www.appio.com.br

Consulta Popular

A mobilização dos Coredes da Região deu certo e ampliou a participação na Consulta Popular deste ano (05 de agosto) para o Orçamento de 2010. Pelo aumento de eleitores (22,12% nos Campos de Cima da Serra e 31,67% no Corede Nordeste) a região conquistou mais recursos, especialmente para Saúde, Segurança, Educação e Agricultura.

No Corede Campos de Cima da Serra (Vacaria e mais 10 municípios) a verba ficou em R$ 1.496.677,55. Votaram 13 mil eleitores, isto é, quase um quinto dos eleitores da região.

No Corede Nordeste (Lagoa Vermelha e outros municípios) a participação foi de 31,46% dos eleitores, elevando a verba para R$ 2.017.420,06. Este Corede destacou-se com a quarta melhor posição em participação popular, comparado com o número de eleitores.

Em todo o Estado, foram 950.077 eleitores, isto é 14,18% dos 6.701.760 inscritos. Poderia ter sido melhor, não fosse a gripe A e a suspensão das aulas, avaliou o coordenador Celso Bernardi, Secretário de Relações Institucionais do Governo do Estado.

A governadora Yeda Crusius comemorou os resultados e afirmou que o dia 5 de agosto será lembrado como o dia da vitoriosa Consulta Popular que definiu 115 milhões de investimentos para próximo ano.

Ressaltou o resgate da credibilidade da consulta e a agenda de pagamentos dos atrasados. Foram pagos 140 milhões das consultas de 2003, 2004 e 2005 do governo Rigotto. Os outros 190 milhões devidos foram parcelados em 4 parcelas anuais de 47 milhões. A de 2007 foi honrada, a parcela de 2008 está empenhada. A terceira parcela será paga em 2009 e a quarta em 2010. A garantia de que os 115 milhões da consulta de 2009, serão pagos em 2010 foi reafirmada pela Governadora.

O deputado Francisco Appio, 2º vice-presidente, representou a Assembleia Legislativa na solenidade. Elogiou o trabalho do secretário Celso Bernardi e dos Coredes, através de prefeitos, vereadores e deputados e a participação da população que voltou a acreditar na Consulta Popular.

- Os deputados são membros natos, cada um no Corede onde tem seu domicílio eleitoral, e sei que todos se empenharam pela mobilização. Não faz sentido pensar no Corede e na Consulta Popular, sem reconhecer os méritos dos parlamentares que trabalharam na consulta. Estamos discutindo a proposta que será votada pela Assembleia Legislativa.

Appio lembra que foi um dos signatários da Lei 10.283/94, que criou os Coredes - Conselhos Regionais de Desenvolvimento. O parlamentar foi o autor da Lei dos Comudes. A proposição foi atacada pelo Governo Olívio no Supremo com Ação Direta de Inconstitucionalidade, mas os Conselhos Municipais acabaram se organizando.

Clique aqui e veja a Lei 11.451 dos Comudes





Deputado Estadual Francisco Appio - www.appio.com.br

Colômbia

Brasil de Fato – edição 337 - de 13 a 19 de agosto de 2009
américa latina




Colômbia (mais) militarizada

CONJUNTURA País ampliará presença militar dos Estados Unidos

em seu território, aumentando instabilidade na região




Dafne Melo e

Luís Brasilino

da Redação




O SEGUNDO SEMESTRE começou quente na América Latina. Após o golpe de Estado em Honduras, foi a vez da Colômbia de Álvaro Uribe atrair as atenções após anunciar a instalação de sete bases militares estadunidenses em seu território. Entretanto, enquanto no primeiro país uma possível ingerência dos Estados Unidos é fonte de insatisfação dentro e fora de Honduras, no segundo caso ela encontrou o apoio de alguns e o silêncio de outros.

O rechaço veio apenas da parte dos presidentes Evo Morales (Bolívia), Rafael Correa (Equador) e, principalmente, Hugo Chávez (Venezuela). O peruano Alan García apoiou o colega colombiano, enquanto

outros líderes – Fernando Lugo (Paraguai), Tabaré Vázquez (Uruguai), Cristina Kirchner (Argentina) e Luiz Inácio Lula da Silva – mantiveram-se diplomáticos, insistindo no diálogo. No dia 10, o assunto ainda não entrou na pauta da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), em reunião realizada em Quito (Equador). Porém um encontro especial, no fim deste mês, em Buenos Aires (Argentina), deverá ocorrer somente para tratar do tema.

O acordo entre os Estados Unidos e a Colômbia é de fato preocupante, afirma o cientista político Luiz Alberto Moniz Bandeira. Ao todo, os Estados Unidos deverão utilizar sete bases (construirão três e usarão quatro já existentes). Ainda que afirmem que será usado para operações militares de combate ao narcotráfico e para reabastecer aviões de carga, é certo que o verdadeiro objetivo é manter a vigilância no território. Até mesmo

os documentos oficiais do governo estadunidense confirmam essa tese, defendendo a autonomia dos voos que partem da Colômbia e o aumento de verbas para ações militares “não especificadas”. A seguir, leia a entrevista, concedida por correio eletrônico, com Moniz Bandeira.




Brasil de Fato – A instalação das bases pode iniciar uma corrida armamentista na região? Luiz Alberto Moniz Bandeira

– A presença de bases militares dos Estados Unidos na América do Sul não é novidade. Já houve na Bolívia, no Peru ainda funciona o Joint Peruvian Riverine Training Center, na região de Ayacucho – epicentro da guerra contra o grupo Sendero Luminoso (1980-2000). O primeiro contingente de 70 soldados da Task Force New Horizons começou a operar em maio de 2008 sob o pretexto de realizar tarefas humanitárias. Esse

número foi para 350 entre 1° de junho e 31 de agosto. Em outubro, pilotos, tripulantes da U.S. Army CH-47D “Chinook” e soldados da Task Force New Horizons fortemente armados estavam a dar apoio, com helicópteros pesados, a mais de 990 militares americanos, operando nessa região (575 km a sudeste de Lima), onde os EUA negociavam com as Forças Armadas do Peru a instalação de uma base militar, no contexto dos entendimentos para firmar o tratado de livre comércio (TLC), celebrado em dezembro de 2007.

O interesse dos EUA em instalar uma base em Ayacucho, uma zona equidistante das áreas dominadas pelas Farc, na Colômbia, e dos conflitos sociais na Bolívia, é facilitar a mobilização de seus contingentes em toda região da América do Sul. Os Estados Unidos contam ainda com uma base naval em Iquitos, norte do Peru,

em uma região estratégica da Amazônia, na qual dispõem de equipamento fluvial, como lanchas de combate. Há outras bases em Santa Lucía e sobre o rio Nanaí. No Equador, existe a base aérea de Manta, que agora vai ser fechada e transferida para Palanquero, em Puerto Salgar, 120 milhas ao norte de Bogotá.







O que essa investida na Colômbia traz de novo?

O que é novo e preocupante é a inusitada ampliação. Essa base aérea, em Puerto Salgar, pode albergar mais e 2 mil homens, possui uma série de radares, além de cassinos, restaurantes, supermercados, hospital e teatro. E a pista do aeroporto, a mais longa da Colômbia, tem 3.500 metros de longitude, 600 metros maior que a de Manta, e permite a partida simultânea de até três aviões. Assim, terão um ponto de apoio, no centro da Colômbia, ainda melhor que Manta, com a instalação de três bases militares nas localidades de Malambo (costa do Caribe), Palanquero (próxima a Bogotá) e Apiay (Amazônia), na região fronteiriça com o Brasil.




Com a instalação dessas bases ganha força o argumento de que a Colômbia pode virar a “Israel” da América Latina”?

Não se pode comparar a Colômbia com Israel. As condições econômicas, políticas e culturais são muito distintas. Mas, de fato, a ajuda militar concedida pelos Estados Unidos à Colômbia, desde 2004, deve alcançar, este ano, 2009, o montante de 3,3 bilhões de dólares. Aliás, desde o lançamento do Plano Colômbia, no ano 2000, o Exército colombiano recebeu 4,35 bilhões de dólares e tornou-se o maior e o mais bem equipado, relativamente, da América do Sul.

Com população de 44 milhões de habitantes, a Colômbia possui um contingente militar de cerca de 208.600 efetivos, enquanto o Brasil, com 8,5 milhões de quilômetros quadrados e mais de 190 milhões de habitantes, tem um contingente de somente 287.870; e a Argentina, com 40 milhões de habitantes e um território de 2,7 milhões de quilômetros quadrados, tem um efetivo de apenas 71.655. A Colômbia, com um PIB de 320,4 bilhões (estimativa de acordo com a paridade do poder de compra, em dólar) destina 3,8% aos gastos militares, enquanto o Brasil, cujo PIB é de 2 trilhões, gasta apenas um 1,5%; a Argentina, com PIB 523,7 bilhões, gasta apenas 1,1%.

Em 2005, o Congresso estipulou para a região uma ajuda econômica de 9,2 milhões de dólares e cerca de outros 859,6 milhões para assistência militar. Para combater as guerrilhas, os soldados e policiais cometeram crescente número de assassinatos, abusos de direitos humanos e, durante o período de cinco anos, que terminou em junho de 2006, o número de execuções extrajudiciais aumentou em mais de 50%, com relação ao período anterior.




Como o senhor avalia o posicionamento dos presidentes latinoamericanos em relação às bases? Como vê o esforço de Uribe em dialogar com alguns desses chefes de Estado?

Segundo sei, com exceção do presidente Alan García, manifestaram-se contra, porém entendem que essa é uma decisão soberana da Colômbia. Que mais podem fazer? Não podem intervir na Colômbia. Mas estão isolados, e foi com o objetivo de evitar um isolamento maior que o presidente Uribe visitou alguns países da

América do Sul, entre os quais o Brasil.


O orçamento proposto pelo governo dos EUApara os gastos na Colômbia, de acordo com documentos oficiais, mostra uma diminuição de 13% com gastos destinados ao combate ao narcotráfico, enquanto que os gastos militares não especificados apresentam um aumento de 30% – em comparação com o orçamento anterior. O que mostram esses números?

A justificativa do acordo para a instalação das bases militares nos países da América Latina e no Caribe é o combate ao narcotráfico. Mas há um entendimento explícito de que o uso de tais bases “não é proibido para outros tipos de organização do Departamento de Defesa”. É evidente que os Estados Unidos usam estas

Forward Operating Location (FOL), instaladas também em Comalapa (El Salvador) e em Aruba/Curaçao (Antilhas Holandesas), para os mais diversos tipos de operação. Elas têm objetivo estratégico. O estacionamento permanente de tropas e equipamentos bélicos na Colômbia e no Peru, assim como também no Suriname e na Guiana e, antes, no Equador e na Bolívia, dão aos EUA enorme vantagem estratégica para

intervir militarmente em qualquer país, se necessário, a fim de defender seus interesses econômicos e ocupar as nascentes do rio Amazonas.

Em realidade, a militarização da Colômbia, com a presença de mais de 1.000 militares e mercenários americanos, empregados pelas firmas empreiteiras do Pentágono na região, e em outros países vizinhos, constitui um desafio para a própria segurança nacional do Brasil, na medida em que ameaça a segurança da

Amazônia.




O senhor enxerga qual conexão entre as bases na Colômbia e o golpe em Honduras?

Embora sejam coincidentes e, de certa forma, se entrelacem, não há uma conexão direta entre o golpe em Honduras e a instalação das bases na Colômbia. A transferência das instalações militares em Manta para a Colômbia estava prevista desde que o presidente Rafael Correa assumiu o governo do Equador, em janeiro

de 2007, pois ele havia anunciado que não renovaria o acordo com os Estados Unidos.

Como disse, o que há de novo no caso das bases na Colômbia é a sua ampliação, muito além do suposto objetivo de combate ao narcotráfico. Isto foi decerto planejado juntamente com a restauração da 4ª

Frota no Atlântico Sul, visando a ampliar a presença dos Estados Unidos na região e assegurar o controle de seus recursos naturais, como, por exemplo, a água e o petróleo. O objetivo é restringir a projeção do poder

político e militar do Brasil, frustrando iniciativas como a Unasul e o Conselho Sul-Americano de Defesa. Elas não convêm aos Estados Unidos.

Com a instalação e ampliação de bases militares à margem da Amazônia, e a 4ª Frota navegando o Atlântico Sul, à margem das enormes reservas de petróleo descobertas pela Petrobras em águas profundas, nas camadas pré-sal, o Brasil está cercado. A América do Sul está cercada e militarmente marcada como espaço

econômico e geopolítico dos Estados Unidos.




Os Estados Unidos vêm dando apoio ao governo golpista hondurenho? O que mais pode explicar a sustentação do governo Micheletti?

O golpe em Honduras demonstrou, claramente, que o presidente Barack Obama não controla o aparelho governamental e não tem condições de promover sequer as tímidas e cautelosas mudanças que pretendia fazer na política exterior do Estados Unidos, conforme anunciou. As resistências são enormes, inclusive

dentro do Departamento de Estado. E o presidente Barack Obama está paralisado.


O governo Obama tem condenado repetidamente a situação em Honduras. Por outro lado, existem indícios de participação dos EUA no golpe e na manutenção do governo golpista. Qual é o grau de separação que existe

entre as lideranças eleitas para comandar o Executivo nos EUA e a máquina administrativa do país? Até que ponto esta funciona “sozinha”?

O embaixador dos Estados Unidos em Honduras é um cubano-americano, Hugo Llorens, designado em

2008 pelo ex-presidente George W. Bush, de quem fora assessor de segurança nacional (2002-2003), e assumiu o posto pouco antes da eleição de Barack Obama. Pertence à mesma corrente de Roger Noriega,

que foi secretário de Estado assistente para os Assuntos do Hemisfério, no governo de George W. Bush, e se manifestou abertamente a favor do golpe em Honduras, da mesma forma que Otto J. Reich, outro cubano-americano, que ocupou o mesmo posto e instigou a tentativa do golpe militar-empresarial na Venezuela

em abril de 2002.

Consta que a atual secretária de Estado, Hillary Clinton, tem como assessor John Negroponte, que foi embaixador em Tegucigalpa, entre 1981 e 1985, quando organizou a repressão em Honduras, as atividades

dos “contra” na Nicarágua e foi responsável por sucessivas e graves violações aos direitos humanos. Há notícias de que ele, Negroponte, respaldou a articulação do embaixador Hugo Llorens com a oposição política e o Exército, em Honduras, para remover do governo o presidente Manuel Zelaya.




Nesse sentido, quais os limites dessa aproximação dos EUA com Cuba? E quais mudanças que ocorreram

na ilha o senhor destacaria a partir da emergência dos novos governos de Obama e Raul Castro?

O presidente Barack Obama começou a melhorar a posição dos Estados Unidos vis-àvis de Cuba, mas, no momento, não tem condições de avançar ainda mais, devido à resistência com que se defronta, internamente,

e ao fato de que o levantamento do embargo depende de aprovação do Congresso.




Na sua opinião, a crise econômica mundial irá impulsionar os processos de mudanças na América Latina

observados nos governos de Bolívia, Venezuela, Paraguai, Equador, Nicarágua e El Salvador?

É difícil prever o que ocorrerá. E os processos de mudanças nos países de América do Sul e, em geral, em toda a América Latina não podem ir muito além das possibilidades materiais de tais países, sob pena de

possibilitarem, inevitavelmente, um retrocesso.

É necessário ser realista. Bolívia, Venezuela, Paraguai, Equador, Nicarágua e El Salvador estão dentro de uma economia mundial de mercado, a economia capitalista, da qual dependem. O sistema capitalista, o único modo de produção que teve capacidade de expandir-se por todo o mundo, é um todo e não uma soma de economias nacionais. É inviável, por conseguinte, a implantação do socialismo, dentro dos marcos do Estado nacional, em países que nem possuem base industrial, que dependem do mercado mundial capitalista, como, aliás, todos dependem, inclusive os mais desenvolvidos e as potências econômicas.

(Veja outros trechos desta entrevista na Agência Brasil de Fato: www.brasildefato.com.br).




Quem é

Luiz Alberto Moniz Bandeira é cientista político, professor titular aposentado da Universidade de Brasília e autor de várias obras, entre as quais Formação do Império Americano (Da guerra contra a Espanha à guerra no Iraque), de 2005. Atualmente, reside na Alemanha.

Stepan

Deu na Globo’

Transparência
Os vereadores Andrea Gouvêa Vieira (PSDB) e Stepan Nercessian (PPS) apresentaram emenda a Lei Orgânica do Município, determinando a divulgação de dados na internet O texto prevê que Câmara, Prefeitura e TCM apresentem, em tempo real, dados sobre execução orçamentária e gastos com pessoal, entre outros.

(Coluna Negócios & Cia - Flávia Oliveira)
Stepan cobra melhorias em Vigário Geral e Parada de Lucas

O vereador Stepan Nercessian usou a tribuna da Câmara para cobrar da Prefeitura medidas urgente para resolver os diversos problemas que afligem os moradores de Vigário Geral e de Parada de Lucas. O parlamentar visitou a região, na última sexta (07), acompanhado de lideranças locais e do companheiro de partido Carlinhos Mecânico.

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Apoio ao Microcine Bonsucesso

O vereador Stepan Nercessian apresentou esta semana projeto para que seja considerado de utilidade pública o Instituto Cultural Cinema Brasil, conhecido como Microcine Bonsucesso. O instituto divulga o cinema brasileiro de todas as épocas e é a única opção da região para exibição filmes.

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Itamar Franco será homenageado na Câmara do Rio

O ex-presidente Itamar Franco será homenageado, no próximo dia 26, às 10h, no Plenário da Câmara. A solenidade em comemoração ao Dia da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, contará com a participação de outro ilustre mineiro, o governado tucano Aécio Neves.

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Carteiras de Identidade

Estado confecciona mais de 400 mil carteiras de identidade nos primeiros sete meses do ano
14/08/2009 05:43


Mais de 400 mil carteiras de identidade (CI´s) confeccionadas pelo Estado de janeiro à julho deste ano. A informação é do Departamento de Identificação do Instituto-Geral de Perícias (IGP), órgão responsável pelo serviço e vinculado à Secretaria da Segurança Pública. No primeiro semestre foram produzidas 344.899 carteiras de identidade e, em julho último, o número atingiu 55.281.

De acordo com o diretor-geral do IGP, Áureo Martins, a média mensal é de 57.483 carteiras confeccionadas e, diária, de 2.612. No formato digital a nova carteira está sendo emitida no Rio Grande do Sul desde dezembro de 2008 e tem como referenciais o fato da fotografia ser capturada no momento da solicitação do documento, sem custos ao cidadão, e as impressões digitais colhidas com scanner e sem uso de tinta.

Segundo Martins, antes da emissão da carteira é feita a checagem eletrônica das impressões digitais do solicitante, junto ao banco de dados do IGP/DI, objetivando verificar se a pessoa já está cadastrada e oferecendo mais segurança ao processo. O Estado conta hoje com um banco digitalizado de 13 milhões e meio de usuários cadastrados.

Agendamento eletrônico facilita obtenção do documento

O agendamento eletrônico de CIs (1ª e 2ª vias) foi implantado como projeto piloto em Porto Alegre em 15 de dezembro de 2008 nos Postos de Identificação Azenha, Tudo Fácil Centro e Tudo Fácil Zona Norte. Até o momento, mais de 15 mil atendimentos foram agendados. O serviço oferecido pelo IGP é uma iniciativa inédita entre os serviços eletrônicos ofertados pelo Estado, e, no País, figura entre os pioneiros.

Nessa quarta-feira (12), na Capital, foi lançado o agendamento eletrônico de CI´s para a região metropolitana e interior. Passaram a contar com o serviço no Estado os municípios de Bagé, Bento Gonçalves, Cachoeira do Sul, Canoas, Carazinho, Caxias do Sul, Cruz Alta, Erechim, Frederico Westphalen, Ijuí, Lajeado, Montenegro, Novo Hamburgo, Osório, Passo Fundo, Pelotas, Rio Grande, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, Santa Rosa, Santana do Livramento, Santiago, Santo Ângelo, São Borja, São Sepé, Sapiranga, Taquara, Torres e Tramandaí.

O agendamento via internet obedece à seguinte sistemática: o usuário deve acessar a página do site do IGP ( www.igp.rs.gov.br ). À esquerda da página encontrará a opção agendamento C.I. Clicando em cima será aberta a página do Tudo Fácil Eletrônico, Agendamento de Serviços, na qual, à direita, se encontra a opção agendamento da carteira de identidade-agende aqui. Será solicitado então o preenchimento de dados do usuário e oferecidas ás possibilidades de escolher o dia e horário do seu agendamento. Após o registro das informações, clique ao pé da página, em agendar.

No site do Tudo Fácil Eletrônico ( www.tudofacil.rs.gov.br ), clica-se no link cidadão, posteriormente, no link documentos e clique em carteira de identidade-informações, à direita da página, onde surgirá o link indicativo agende agora. Ao clicar no agende agora, novamente à direita da página, surge o link agendamento de carteira de identidade - clique em agende aqui surgirá outra página, que, tal como no site do IGP, solicitará os dados do usuário e oferecerá opções de agendamento. O restante do processo ocorre da mesma forma descrita acima. Após o agendamento, o usuário deve comparecer ao Posto de Identificação de seu município para efetivar a confecção da carteira de identidade no modelo digital.

CRPO Sul

Brigada Militar comemora 35 anos do CRPO Sul com encenação de batalha farroupilha
14/08/2009 08:12


A Brigada Militar comemora neste domingo (16) os 35 anos do Comando Regional de Policiamento Ostensivo da região Sul (CRPO Sul). O evento acontece às 14h, na Chácara da Boca do Arroio, às margens do Arroio Pelotas, em Pelotas, onde o CRPO Sul, o Movimento Tradicionalista Gaúcho – 26ª Região Tradicionalista, e a Associação Cultural dos Cavaleiros da Costa Doce, realizam a inauguração do marco alusivo à Batalha Naval do Paço dos Negros – Revolução Farroupilha.

A inauguração do monumento, que é uma réplica de um canhão utilizado na Canhoneira São Pedro que integrou a aludida batalha naval, é apenas um dos atos do evento que integra as comemorações dos 35 anos de criação do CRPO Sul, que está com sua programação acontecendo neste mês de agosto. Durante a encenação da batalha estão previstas as participações de policiais militares do Pelotão de Operações Especiais (POE), do 4º BPM, que farão os papéis dos lanceiros negros, de policiais do pelotão hipo também do batalhão, representando os federalistas, além dos cavalarianos da 26ª RT que serão os republicanos. O Exército Brasileiro fará parte das atividades com a simulação de canhoneiro - “tiros de canhão” – com a preparação para a carga de cavalaria.

O evento contará ainda com atividades culturais, tais como a apresentação da Banda de Música do 4º BPM, participação de declamadores, homenagem aos mortos no combate, colocação de uma cruz para perpetuar a memória dos que tombaram nos combates e a benção de um representante da igreja católica.

Das 8h às 12 h, o local estará liberado para concentração e acampamento de cavaleiros e participantes das atividades festivas. Também haverá um posto para arrecadação de gêneros alimentícios não perecíveis, que se reverterão em favor de uma entidade carente da cidade de Pelotas.

Fonte: Ascom BM

Multas dos Pardais em Vacaria RS

Exclusivo: Pardais já emitiram 48 mil notificações neste ano
Do total de notificações emitidas em 2009, apenas 137 foram de condutores residentes em Vacaria.

Por solicitação do Departamento de Jornalismo da Rádio Fátima, a Guarda Municipal de Vacaria informou que no mês de julho os doze controladores de velocidade instalados no perímetro urbano emitiram 2.077 notificações.
Foram 368 multas à menos em relação ao mês de junho, quando foram emitidas 4.445. O maior número de notificações foram registradas pelo pardal instalado na área industrial, saída de Vacaria, totalizando 617 notificações. Em segundo foi o equipamento também instalado na área industrial de chegada a Vacaria com 594 multas. Em terceiro, o controlador localizado na BR 116, próximo ao Trevo da Avenida Samuel Guazzelli, que flagrou 210 condutores trafegando acima dos 60km/h, que são permitidos no perímetro urbano.
Das 2.077 notificações emitidas no mês passado, apenas nove foram de veículos com placas de Vacaria. Foram 172 multas consideradas gravíssimas, onde os condutores trafegavam acima de 120 km/h na área urbana. O valor total das multas em julho foi de R$ 286.783,00. As notificações foram apenas lançadas no sistema, sendo que os valores ainda não são contabilizados, pois o condutor pode recorrer na Junta de Julgamento do Município e no Detran. Mesmo assim os valores poderão ser pagos somente no licenciamento de 2010. Por outro lado os motoristas estrangeiros só pagarão o valor da notificação se voltarem ao Brasil no próximo ano.
Nos primeiros sete meses deste ano os doze pardais instalados no perímetro urbano de Vacaria já emitiram 48.853 notificações, sendo 22.436 no mês de janeiro, 9.648 em fevereiro, 4.488 em março, em abril os pardais emitiram 4.394 notificações, já no mês de maio foram 3.365, em junho 2.445 e julho 2.077 notificações. Do total de notificações emitidas neste ano, apenas 137 foram de condutores residentes em Vacaria.
Pelo convênio 35% do valor fica para a empresa Kopp e Prefeitura, 15% para o Detran, 10% para Policia Rodoviária Federal e 5% para o Fundo Nacional de Trânsito. Os pardais estão instalados a dois anos e onze meses sendo que neste período a PRF registrou um acidente com vitima fatal no perímetro urbano.


Rádio Fátima AM (Jornalismo), 14/08/2009, 08h46

Baesa é Condenada por Crime Ambiental

Tamanho do texto: A- A+Ministério Público obtém condenações contra a Baesa
Empreendimento foi condenado por danos ambientais na região dos Campos de Cima da Serra

O Ministério Público de Vacaria obteve três condenações nos últimos meses contra a Hidrelétrica Barra Grande – Baesa, por danos causados ao meio ambiente. Em uma das ações a sentença foi confirmada pelo Superior Tribunal de Justiça e a empresa deverá pagar R$ 24 mil como indenização pelo derramamento de óleo diesel em um riacho da região devido ao tombamento de um caminhão.
Nas outras duas ações, o promotor de Justiça Luis Augusto Gonçalves Costa busca a responsabilização do empreendimento por queimadas ocorridas em áreas que estavam sob seu território. Em ambas já houve sentença condenatória em 1º grau.
Luis Augusto afirma que esperava outra conduta do estabelecimento. “A empresa, além de já ter causado grandes danos ambientais (autorizada pelo poder público), noticia sempre sua preocupação com o meio ambiente. Por isso, acreditava que ela buscasse o entendimento para solucionar as questões e não o enfrentamento judicial até as últimas instâncias”, frisou o Promotor.

Mais informações no site do Ministério Público

Rádio Fátima AM (Jornalismo), 14/08/2009, 08h29

Irregularida nas Ruas de Vacaria RS



Alguns vacarianos não utiliza o serviço da caçamba da Prefeitura Municipal e atrapalham estacionamento e passeio público com galhos de árvores e entulhos.

Fotos da Avenida Moreira Paz




Avenida Moreira Paz de Vacaria RS




Má conservação do asfalto da Avenida Moreira Paz na cidade de Vacaria/RS.

Praça na Frente do Quartel da Brigada Militar em Vacaria RS


Está praça poderia ter uma atenção melhor da Prefeitura Municipal de Vacaria no aspecto de uma melhor qualificação do local para comunidade pudesse usufruir do espaço para o lazer.

Mike Tyson traumatizado pela morte da filha


Na TV, Mike Tyson se diz traumatizado pela morte de filha
13 de Agosto de 2009 18:08 46 Recomendações Recomendar Comentar
LOS ANGELES (Reuters) - O ex-boxeador Mike Tyson disse que ainda não sabe como lidar com a morte acidental de sua filha de quatro anos, que aconteceu em maio, e chamou o incidente de um "momento negro na minha vida".

Mas, em seus primeiros comentários públicos sobre a morte da filha, Tyson afirmou ao programa de TV "Entertainment Tonight" que sua nova carreira como ator está lhe ajudando.

Ele aparece como ator convidado na próxima comédia da Fox "Brothers".

"Eu realmente estava me flagelando pelo que aconteceu com a minha filha. Eu ficava em casa, deprimido. Foi um momento negro na minha vida. (Atuar) me mantém funcionando como um ser humano saudável", disse em entrevista transmitida na quinta.

Exodus, filha de Tyson, morreu em maio após se enforcar com uma corda presa a uma esteira ergométrica na casa da mãe, no Arizona. Ela era um dos seis filhos que Tyson teve com diferentes mulheres.

"Eu estou trabalhando para lidar com isso. Eu falei com muita gente. Eu me tornei membro de um clube exclusivo, que ninguém quer entrar", disse Tyson.

"Me falaram que a dor nunca acaba, mas você precisa superar isso. Eu vou passar por um processo, tentar me curar. Eu estou em um estado de negação, porque eu não sei lidar com isso. Eu não sei o que dizer ou o que falar. Eu fico feliz com todos que me apoiaram".

Pouco após a morte de Exodus, Tyson, de 43 anos, se casou com Lakiha Spicer em Las Vegas. Foi seu terceiro casamento.