Inter 3 x 0 Figueirense

Inter 3 x 0 Figueirense
Brasileiro B 2017

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Outras Palavras

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Boletim de atualização - Nº 760 - 21/1/2017



Arquivo queimado. E agora?
Morte de Teori Zavacki interessa aos que querem prolongar o golpe e temem as delações da Odebrecht. Faltam a Temer condições éticas para nomear sucessor. É hora de voltar às ruas. Por Antonio Martins (Outras Palavras)

Stiglitz: “só compartilhada a propriedade é sustentável”
Em tempos de Davos, Nobel da Economia adverte: sistema naufraga porque grandes empresas não querem nem pagar impostos, nem salários decentes, nem pensar a longo prazo Por Joseph Stiglitz, em tradução do IHU (Outras Mídias)

Varoufakis: Trump encarará o dragão chinês?
Ao contrário do que acredita, o presidente empossado hoje dirige um país parasitário, incapaz de qualquer ato relevante sem articulação com a China. Por Yanis Varoufakis (Outras Palavras)

O que a “reforma” da Previdência reserva aos idosos
Mercado de trabalho despreza trabalhadors com mais de 65 anos ou lhes reserva empregos precários e informais. Como voltarão à ativa, se proposta do governo passar? Por Patrícia Cornils (Previdência, Mitos e Verdades)

No agronegócio, quanto mais riqueza, menos direitos
Estudo da Esalq USP aponta: dos 19 milhões de trabalhadores do setor, apenas 36% têm carteira assinada. Salário médio equivale… ao mínimo! (De Olho nos Ruralistas)

Outros Quinhentos oferece obre escrita nos presídios da ditadura
"A Repressão Militar-Policial no Brasil” foi relançado pela Editora Expressão Popular no fim do ano passado. Graças à parceria, sortearemos 4 exemplares entre quem sustenta este site. Por Simone Paz Hernández (Outros Quinhentos)

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Empate Histórico Inter de Lages Com Inter de Porto Alegre RS

Inter de Lages empata com o Internacional-RS no quarto teste da pré-temporada
Internacional-RS e Inter de Lages empataram por 0 a 0 neste sábado, no quarto teste realizado pelo Colorado Lageano na pré-temporada. A partida foi realizada em Viamão, no Rio Grande do Sul.
No primeiro tempo, o Inter de Lages teve os lances de maior perigo na partida. Aos 42 minutos, em uma das maiores chances de abertura do placar, Enercino recebeu no ataque após uma roubada de bola e bateu no alto, com perigo. Danilo Fernandes salvou os anfitriões.
No segundo tempo, a equipe da casa, com o time quase todo modificado, teve os principais lances. O sistema defensivo do Colorado Lageano destacou-se, e, apesar do domínio do adversário, o goleiro Neto Volpi não chegou a fazer nenhuma defesa difícil.
Embora o empate possa ser considerado um bom resultado, já que o adversário tem um dos maiores orçamentos do futebol brasileiro, o placar mais uma vez não foi o mais importante no teste. Os jogos-treino têm servido para dar entrosamento e ritmo de jogo aos atletas do Colorado Lageano, salienta o treinador Joel Cornelli.
Na quarta-feira, o Inter de Lages realiza seu último teste antes da estreia no Campeonato Catarinense. O jogo-treino será contra o Glória de Vacaria, em Lages. Por determinação da Federação Catarinense de Futebol, o jogo será realizado com portões fechados.
INTERNACIONAL-RS 0 x 0 INTER DE LAGES
INTERNACIONAL-RS (time que começou a partida): Danilo Fernandes, Ceará, Neris, Ernando e Uendel; Rodrigo Dourado, Eduardo Henrique, Andrigo e Gustavo Ferrareis; Nico López e Aylon. Técnico: Antônio Carlos Zago
INTER DE LAGES (time que começou a partida): Neto Volpi, Duda, Fernando Belém, Renato Camilo e Jefinho; Bruno, Parrudo, Michel Schmöller e Enercino; Marquinhos e Luizinho. Técnico: Joel Cornelli

NOS ANEXOS:
- O volante Michel Schmöller aperta a marcação sobre o meia D'Alessandro (Foto: Nilton Wolff)
- Zagueiro Renato Camilo faz o corte por baixo (Foto: Nilton Wolff)
- Volante Parrudo (à equerda) na disputa de bola (Foto: Greik Pacheco)
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Inter de Lages
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NPC

Boletim do NPC

Um ano da ocupação Vito Giannotti

23 de janeiro de 2017

Notícias do NPC

Fórum Social das Resistências debate papel da comunicação e da cultura para a defesa da democracia


Notícias do NPC

Curso de Comunicação Popular do NPC chega a Feira de Santana


Artigos

Como a mídia brasileira sustentou a escravidão


Entrevistas

Jornalismo vagabundo e criminoso, entrevista com Luis Felipe Miguel

[Rosângela Ribeiro Gil | NPC - SP] Não nos faltarão exemplos para corroborar a definição do professor titular do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (UnB), Luis Felipe Miguel, de que a imprensa brasileira, comercial e partidária, faz hoje um “jornalismo vagabundo”. Eu diria mais: essa imprensa está com as mãos sujas de sangue. A “ficha corrida” dessa mídia é enorme, nem todos os presídios existentes no País dariam conta para tantos crimes. Mas citaremos um caso, bem recente inclusive, que mostra a que estão dispostos quem hoje está em frente a câmeras de televisão ou escrevendo seus textos ou artigos em jornais e revistas. Todos sabemos que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki, relator da Lava Jato, foi morto em acidente aéreo no dia 19 de janeiro último. Na manhã do dia seguinte, em telejornal da Globonews, ouviríamos da boca da jornalista Thais Herédia a seguinte “informação” (?): “Claro que a morte do Teori Zavascki também está na mesa dos investidores, eu conversei com vários analistas e gestores de fundos de investimentos, tenho falado com eles desde ontem, e é uma análise bastante fria, porque é uma análise que leva em conta o risco, o custo e o preço dos ativos financeiros que estão sendo negociados agora. A análise é fria porque ela leva em consideração que a morte do ministro Teori Zavascki atrasa toda a avalanche que seria causada pela homologação das delações, a famosa delação do fim do mundo e isso daria mais tempo ao governo do presidente Michel Temer, e à equipe econômica, que carrega uma grande credibilidade a continuar tocando coisas da economia, e abre também espaço para que a reforma da Previdência avance mais.” Com a palavra Luis Felipe Miguel, que também nos agraciou com a sua presença no 22º Curso Anual do NPC, realizado em novembro de 2016, no Rio de Janeiro. Leia a entrevista completa.

Radiografia da Comunicação Sindical

TV dos Bancários do DF visita o Rio


A Comunicação que queremos

Novo filme de Michael Moore ‘invade’ outros países para criticar EUA

[Por Luiz Zanin Oricchio, OESP- 19.01.2017] Na semana de posse de Donald Trump, com seu voluntarismo bélico, nacionalista e raivoso, talvez não haja programa melhor que o documentário O Invasor Americano, de Michael Moore, que nem sequer chegou ao circuito, mas se encontra disponível na Netflix. Moore é cineasta tido como panfletário, que se coloca nos filmes e fustiga sem dó as mazelas de seu país, do sistema de saúde ao intervencionismo em outras nações. Significa, para o cinema, o mesmo que Noam Chomsky é para a intelectualidade americana – não apenas uma reserva moral, mas resto de lucidez, consciência crítica, fios de energia no estado letárgico que parece fazer o mundo retroceder séculos de História em poucos anos. O imaginativo Moore bola um jeito engraçado para dar o pontapé inicial em seu filme. Recorre à ficção e faz os militares confessar que nenhuma de suas intervenções deu certo. Do Vietnã ao Iraque, ou saíram com o rabo entre as pernas ou tiveram desmascarados os pretextos para o ataque. Assim, os milicos terceirizam a Moore a função de invadir outros países e pilhar o que de melhor possam ter e trazer o butim para os EUA. Começa assim o périplo de Michael Moore, que visita e ouve gente em países como Itália, França, Portugal, Alemanha, Islândia e Tunísia entre outros. Nessa visita, descobre como a nação mais poderosa da Terra foi se distanciando dos ideais humanistas que inspiraram seus pais fundadores. Há um mundo a descobrir e, ao contrário do que pensa a “elite” brasileira, os Estados Unidos talvez não sejam o modelo melhor para nos servir de guia para o futuro. É um americano quem diz.

De Olho Na Mídia

TV Record demite apresentador que chamou Ludmilla de “macaca”

[Por Carta Capital] A TV Record decidiu demitir o apresentador Marcão do Povo, que comandava o programa Balanço Geral DF, da TV Record Brasília. Na edição do último dia 9, ele se referiu à cantora Ludmilla como “macaca”. "É uma coisa que não dá para entender. Era pobre e macaca. Pobre, mas pobre mesmo”, disse o apresentador, também conhecido como Marcão Chumbo Grosso, enquanto comentava uma notícia sobre Ludmilla ter evitado fotos com fãs. Mais cedo, porém, a Record defendeu o apresentador por meio da conta Balanço Geral DF no Twitter – que foi deletada por volta das 12h30 desta quarta-feira. “Temos a plena certeza de que o apresentador @MarcaoTV apenas utilizou uma expressão regional para se manifestar, sem o intuito de ofender a cantora Ludmilla ou qualquer outra pessoa.” O caso ganhou repercussão na terça-feira, 17 de janeiro. Por meio de sua página no Facebook, Ludmilla afirmou que "trata-se um desrespeito absurdo e vergonhoso”. “Infelizmente, ainda existem pessoas que não compreendem que a discriminação racial é crime e alguns ainda usam o espaço na mídia para noticiar mentiras a meu respeito, ofender, menosprezar e propagar todo o seu ódio. Não deixaremos impune tais atos, trata se de um desrespeito absurdo, vergonhoso”, escreveu. “Isso tem que ser combatido e farei a minha parte, quantas vezes for necessário”, continuou Ludmilla. À imprensa, a assessoria da cantora informou que "tomará todas as medidas legais cabíveis”.

De Olho Na Mídia

Escondendo Haddad

[Rosângela Ribeiro Gil | NPC-SP] De repente William Bonner, antes de seu tradicional boa noite no Jornal Nacional, pede aos telespectadores atenção para uma última e interessante notícia que será exibida. Estamos, é bom que se diga, no dia 10 de janeiro de 2017. O repórter começa a sua matéria: “Pode até parecer que quando a noite avança não há mais vida na cidade mais maiúscula do País. Mas há. E vida bem inteligente. Silenciosa, focada. Companheira de 60 mil opções de distração ou de estudo. Mas, poder passar os olhos por um livro, sei lá, de história da arte coisa de 3h45 só foi possível quando os mais antigos funcionários da segunda maior biblioteca pública do país pararam de trabalhar.” Reportagem bem construída para mostrar a automatização de sistema na biblioteca municipal de São Paulo Mário de Andrade que permite o seu funcionamento 24 horas. É a primeira com automação e empréstimo full time no mundo. Nossa, em tão pouco tempo o prefeito João Doria, aquele que gosta de segurar a vassoura para fotografia, fez tamanha revolução cultural na cidade? (Caros e caras, isso será sempre impossível, acreditem). Talvez um desavisado possa achar que a resposta é ainda afirmativa. Não, não é. É apenas mais uma mostra da descarada manipulação da Rede Globo. O sistema foi implantado em 4 de julho de 2016, portanto na gestão Fernando Haddad. Mas a notícia só chegou ao Jornal Nacional seis meses depois. E a matéria não explica, em nenhum momento, que tamanha inovação e respeito às pessoas foi implantada pela administração do ex-prefeito.

De Olho Na Vida

Sociólogo resgata série de textos sobre sobre a situação nas prisões


Radiografia da Comunicação Sindical

Decisão do Copom não muda nada

[Rosângela Ribeiro Gil | NPC-SP] A comunicação do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (Seesp) quis entender um pouco mais a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, em 11 de janeiro, de reduzir a taxa Selic para 13%. Para tanto, conversou com o professor doutor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Antonio Corrêa de Lacerda. De cara ele disse: “Não há qualquer razão para comemorarmos essa decisão.” Advertindo ainda: ”Tem gente eufórica com a queda de 0,75 ponto percentual na taxa básica de juros (Selic). Isso não muda nada.” Ele explicou: “Considerando a projeção do Boletim Focus (média do "mercado"), a inflação (IPCA) para o ano 2017 é de 4,84%. Considerando ainda que a inflação fechou em 6,3%, em 2016, a média esperada de 2017 é de 5,5%. Portanto, o juro real projetado (Selic - IPCA) está agora em quase 7,5% ao ano. De longe, a mais alta do mundo e muito acima da rentabilidade média das atividades produtivas. Ou seja, continuamos muito fora da curva.” Segundo o professor, a taxa de juros ideal é aquela compatível à média internacional, ou seja, próximo de 1% ao ano. “Estamos acima de 7%”, lamentou. Lacerda salienta, ainda, que a taxa de juros também “precisa estimular a produção e investimentos produtivos e infraestrutura, ou seja, precisa ser compatível com a rentabilidade média dessas atividades”. Ele foi taxativo: “Hoje ganha mais quem especula no mercado financeiro do que quem produz. Isso não dá certo.”

NPC Informa

UERJ resiste!


De olho no mundo

O novo navio negreiro: mortes no mar Mediterrâneo bate novo recorde


Dicas

Livro ‘A Resistência’, de Julián Fuks


Dicas

Dicas de leitura


Pérolas

Pastoral Carcerária


Pérolas

Por Luis Felipe Miguel


Pérolas

Por Luís Fernando Veríssimo

Edição 325
Para jornalistas, dirigentes, militantes e assessores sindicais e dos Movimentos Sociais
Índice
Livraria Antonio Gramsci
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Equipe
Coordenação: Claudia Giannotti
Edição: Claudia Giannotti (MTB 14.915)
Redação: Claudia Giannotti, Sheila Jacob e Luisa Santiago
Colaboraram nesta edição: Eric Fenelon (RJ), Katia Marko (RS), Marina Schneider (RJ), Mario Camargo (SP), Najla Passos (MG), Sergio Domingues (RJ), Reginaldo Moraes (SP), Rosangela Ribeiro Gil (SP).
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