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terça-feira, 12 de outubro de 2010

sunday morning by the bolshoi

Morte de Tony Curtis

Tony Curtis

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Este artigo é sobre uma pessoa que morreu recentemente.
Algumas informações relativas às circunstâncias da morte podem mudar a qualquer instante. domingo, 10 de outubro de 2010
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Tony Curtis
Tony Curtis em 2004
Tony Curtis em 2004
Nome completoBernard Schwartz
Nascimento3 de junho de 1925
Nova Iorque, Nova Iorque
 Estados Unidos
Falecimento29 de setembro de 2010 (85 anos)
Las Vegas, Nevada
 Estados Unidos
OcupaçãoAtor
Trabalhos notáveis
IMDb: (inglês) (português)
Tony Curtis, nome artístico de Bernard Schwartz, (Nova York, 3 de junho de 1925 - Las Vegas, 29 de setembro de 2010) foi um ator norte-americano, popular desde os anos 50 e 60 por seu trabalho no cinema tendo participado de mais de cem filmes desde 1949.

Índice

[esconder]

[editar] Biografia

Filho de um alfaiate húngaro imigrante, ele teve uma infância bastante difícil no bairro do Bronx, Nova York, onde a família morava nos fundos da alfaiataria. Sua mãe e um dos seus dois irmãos eram esquizofrênicos, o que fez com que ele e o outro irmão fossem internados num orfanato aos oito anos de idade, por impossibilidade do pai de tomar conta de todos.
Curtis serviu na marinha durante a Segunda Guerra Mundial e foi um espectador privilegiado da rendição japonesa na Baía de Tóquio em 1945. De volta aos Estados Unidos, passou a estudar teatro, e em 1948, devido à bela aparência e aos olhos marcantes que o tornariam ídolo do público feminino nos anos seguintes, foi contratado pelo estúdio Universal de Hollywood, que lhe colocou em aulas de esgrima e montaria e trocou seu nome de batismo para Tony Curtis.
Apesar de parecer ser apenas mais um "menino bonito" a chegar ao cinema, Tony provaria o seu talento em filmes como A Embriaguez do Sucesso com Burt Lancaster, Acorrentados com Sidney Poitier - que lhe renderia uma indicação ao Oscar - , O Estrangulador de Boston ou O Homem Que Odiava as Mulheres, em que interpretava um psicopata real e aquele que seria o seu mais duradouro trabalho na lembrança dos cinéfilos: o clássico de Billy Wilder, Quanto Mais Quente Melhor, com Marilyn Monroe e Jack Lemmon.
Ele também fez diversos trabalhos na televisão, o mais bem sucedido deles na série The Persuaders, com Roger Moore, bastante popular no início dos anos 70, que terminou porque Moore foi escolhido para fazer James Bond no cinema.
Tony tornou-se pintor nos anos 80 e conseguiu grande sucesso nesta segunda atividade, que segundo ele era o seu principal interesse há anos, com seus quadros sendo vendidos por até U$50.000 e um deles exposto no Metropolitan Museum of Art de Nova York.
Curtis lamentava nunca ter ganho um Oscar e considera que o mundo do cinema jamais reconheceu verdadeiramente seu trabalho, mas conquistou diversas honrarias e tem uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood.
Morou no estado de Nevada e considerava Cary Grant (com quem filmou em 1959 a ótima comédia Operation Petticoat) o seu ator favorito de todos os tempos.
Faleceu a 29 de Setembro de 2010. A notícia foi divulgada pela filha, a também atriz Jamie Lee Curtis.[1][2]

[editar] Vida pessoal

Tony Curtis foi casado seis vezes. Em duas delas com as atrizes Janet Leigh, seu mais famoso relacionamento e com quem teve duas filhas, Kelly e a também atriz Jamie Lee Curtis; com a austríaca Christine Kaufmann, com quem também teve 2 filhas, Alexandra(1964) e Allegra(1966), nos anos 50 e 60 respectivamente; casou-se com Leslie Allen e também teve dois filhos: Nicholas(nascido em 1971, morreu em 1994 de overdose de heroína), e Benjamin(1973). Ele revelou que ja engravidou Marilyn Monroe. Um dos mais conhecidos e picantes fatos dos bastidores do cinema envolvendo Tony Curtis se deu em 1959 durante as filmagens de Quanto Mais Quente Melhor. O estilista do filme, ao comentar com Marilyn Monroe durante provas de roupas (Tony e Jack Lemmon atuam quase o tempo todo travestidos de mulher) que Tony tinha nádegas mais bonitas que ela, fez Marilyn retrucar na hora, abrindo a blusa, "é, mas ele não tem isso!", mostrando os seios. A grande tragédia de sua vida, depois da dramática infância que passou, foi a morte de seu filho Nicholas aos 23 anos, em 1994, por overdose de heroína.
Foi casado com Jill Vandenbergh Curtis, 42 anos mais nova.

[editar] Ligações externas

Referências

  1. Ator americano Tony Curtis morre aos 85 anos. Portal Terra. Página visitada em 30 de setembro de 2010.
  2. Breaking News: Actor Tony Curtis Has Passed Away. 30/09/2010 (30/09/2010). Página visitada em 30/09/2010.
Fonte: Wikipédia

Paulo Furtado

Movie Legends - Tony Curtis

Tony Curtis

Mulata

Neve em Vacaria 2006




Jingle

Clip RBSTV Unidos de Vila Isabel 2009

Lizza Dias

Imagens de Arquivo








Vamos Fazer Um Filme Cover Legião Urbana

Vereadora Elisabete Prefeita de Vacaria RS 2007

Augusto Nunes

Poa, 12/10/10


Leia o texto abaixo. O autor do mesmo é bem conceituado e muito conhecido. Esta matéria foi publicada na revista Veja.



Viva Nossa Senhora Aparecida!



Feliz Dia das Crianças!



Beijos.



Deise Nunes.



A oposição tem Itamar e FHC. Sarney e Collor assombram o palanque de Dilma

No debate transmitido pela Band, José Serra brandiu por poucos segundos a arma que, acionada com firmeza e pontaria, liquidará de vez a aventura de Dilma Rousseff: o confronto entre os ex-presidentes que apoiam cada candidato. O palanque da sucessora que Lula inventou é assombrado por José Sarney e Fernando Collor. A campanha da oposição tem Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso.



Sarney conduziu o país à falência com o Plano Cruzado, levou a inflação às nuvens e saiu do Planalto pela porta dos fundos. Fora o resto. Collor conseguiu catapultar os índices inflacionários para o espaço sideral, apadrinhou uma quadrilha federal só igualada em gula e desfaçatez pelo bando do mensalão e foi despejado do Planalto por ter desonrado o cargo. Fora o resto.



Itamar Franco resgatou a nação da UTI e lançou o Plano Cruzado. Fernando Henrique sepultou a inflação para sempre, modernizou o país com a privatização de mamutes estatais, enquadrou os perdulários malandros com a Lei de Responsabilidade Fiscal e consolidou as diretrizes da política econômica que Lula, por instinto de sobrevivência, cuidou de manter intocadas. Com tamanho zelo que nomeou para o comando do Banco Central, em 2003, o deputado federal Henrique Meirelles, eleito pelo PSDB de Goiás.



O Brasil, ensinou Ivan Lessa, esquece a cada 15 anos o que aconteceu nos 15 anos anteriores. E milhões de jovens nem conheceram o país atormentado pela inflação medonha e agredido pelo primitivismo das estatais devastadas pela inépcia e pela corrução. Alguns programas eleitorais e debates na TV bastarão para recordar aos amnésicos crônicos como foram os governos de Sarney e Collor — e descrever didaticamente para as novas gerações o inferno de que se livraram graças aos governos de Itamar e FHC.



Dilma quer falar do passado? Seja feita a sua vontade. Os brasileiros aprenderão que Lula, depois de dissipar as safras plantadas pelos dois ex-presidentes que apoiam Serra, pretende alojar no Planalto uma parceira da dupla que fez do Brasil uma terra arrasada

Quase Sem Querer Cover do Legião Urbana

Dilma se Arrisca

11 de outubro de 2010 19:35

ANÁLISE-Dilma se arrisca ao tentar sair da defensiva em debate

reuters
Por Eduardo Simões
SÃO PAULO (Reuters) - O tom mais agressivo adotado pela candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, no debate realizado pela TV Bandeirantes no domingo visou tirá-la de uma posição defensiva em temas polêmicos, mas é uma estratégia arriscada, segundo analistas.
Ao contrário de debates realizados no primeiro turno da disputa pelo Palácio do Planalto, quando Dilma sistematicamente ignorou José Serra (PSDB), desta vez foi para cima do adversário desde o início do encontro, reclamando do que chamou de campanha caluniosa, incluindo a discussão em torno do aborto.
O comportamento da candidata do PT foi no sentido contrário do que geralmente é adotado por candidatos que lideram as pesquisas de intenção de voto, como é o caso dela. Nessa posição os candidatos costumam adotar uma postura mais amena.
"Ela está na frente nas pesquisas, mas estava numa situação defensiva até ontem (domingo), porque ela teve que se explicar em relação às questões do aborto, às questões da Erenice (Guerra, ex-assessora de Dilma, acusada de envolvimento num esquema de corrupção)", disse à Reuters o cientista político Carlos Melo, do Insper (antigo Ibmec).
"Eu imagino que o movimento ali tenha sido o de sair da defensiva e colocar a discussão num outro patamar, tirando a iniciativa do José Serra no que diz respeito àquelas questões."
Ricardo Ribeiro, analista político da MCM Consultores Associados, concorda. "Ela (Dilma) continua na frente, com uma margem de 7 pontos, 8 pontos considerando-se somente os votos válidos, mas ela vem perdendo terreno", avaliou.
O risco, para Ribeiro, está na mudança da imagem percebida pelos eleitores. "É uma tática arriscada porque durante o primeiro turno não foi essa a Dilma que se apresentou para o eleitorado", lembrou.
Na discussão sobre o aborto, Dilma lembrou de normatização de Serra, quando ministro da Saúde no governo FHC, sobre atendimento de mulheres em hospitais públicos citou até a mulher do tucano, Monica Serra, que teria dito durante a campanha que a petista seria a favor de matar criancinhas.
Além disso, tentou colar em Serra a pecha de privatista e chegou a mencionar notícia de que um membro da campanha do tucano teria fugido com 4 milhões de reais arrecadados para a disputa.
Já Serra, mesmo atirando contra a corrupção do caso Erenice e os apoios dos ex-presidentes Fernando Collor de Mello e José Sarney à petista ou ao que chamou de incoerência quanto à posição da adversária em relação ao aborto, manteve um tom menos beligerante.
REPETECO?
O tom mais agressivo de Dilma no debate da Bandeirantes lembrou postura parecida adotada pelo governador eleito de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), em debate do segundo turno da eleição presidencial de 2006 contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Mas para Carlos Melo, do Insper, as comparações param por aí. "O Alckmin foi com uma agressividade para cima do Lula, que o Lula pôde se vitimizar ali. Ontem o que você viu foi a Dilma se vitimizando, ela se colocando na condição de injustiçada", disse.
Para ele, os temas aborto e corrupção "saem um pouco da agenda", mostrando otimismo com o nível da discussão daqui para frente. "Talvez, agora, isto posto, a gente possa discutir política."
Mas, para Ribeiro, da MCM, o primeiro debate do segundo turno da disputa presidencial mostrou qual deve ser o tom do restante da campanha até o dia 31 de outubro.
"Se você observar os spots (inserções no rádio e na TV) dos dois candidatos, um está falando mal do outro", disse.

corrida
Fonte: Yahoo