Rádio WNews

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Eleições 2010

Divulgação para candidatos - Eleições 2010

Para você que não quer ser somente mais um candidato, mas sim um candidato eleito, faça a diferença! Chegou a sua oportunidade de atingir milhares de eleitores com suas propostas. Custo baixo, ret orno garantido!

Sem dúvidas, todos nós vivenciamos e sabemos da evolução crescente da internet no processo político. Isto é fato consumado, a internet passou de ferramenta quase exclusiva da elite nos anos 1990, ao segundo meio de comunicação mais importante pelo eleitor brasileiro para se informar .


Mídia Social dá retorno?

Um bom exemplo de sucesso com Mídias Sociais é o presidente norte americano, Barack Obama, que investiu em propaganda viral durante toda sua campanha eleitoral. Se pesquisar na internet, verá que foi justamente a mídia social o que mais trouxe retorno para a campanha de Obama.


Sendo assim, é simplesmente óbvio concluir que a cada eleição a importância da internet aumenta no processo eleitoral.
Marketing Político para eleições 2010. Divulgue suas propostas de campanha para milhões de eleitores de forma rápida e direta.

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Socialismo

A TENDÊNCIA À BARBÁRIE E AS PERSPECTIVAS DO SOCIALISMO
Por James Petras

/ julho de 2010


As sociedades ocidentais e os Estados estão se deslocando inexoravelmente para condições semelhantes à barbárie; mudanças estruturais estão revertendo décadas de bem–estar social e sujeitando o trabalho, os recursos naturais e as riquezas das nações à exploração bruta, à pilhagem e ao saque, rebaixando os padrões de vida e causando descontentamento num nível sem precedentes.


Inicialmente, descreveremos os processos econômicos, políticos e militares que vêm abrindo este caminho à decadência e à decomposição social, e a seguir mostraremos a reação das massas populares à deterioração de suas condições de vida. As profundas mudanças estruturais que acompanham a ascensão da barbárie constituirão a base para considerar as perspectivas para o socialismo no século XXI.


A crescente onda de barbárie


Nas sociedades antigas, a “barbárie” e os seus portadores – os “bárbaros” invasores – foram vistos como uma ameaça vinda das regiões periféricas de Roma ou Atenas. Nas sociedades ocidentais contemporâneas, os bárbaros vêm de dentro, da elite, com a intenção de impor uma nova ordem que corrói o tecido social e a base produtiva da sociedade, convertendo meios de subsistência estáveis em condições deterioradas e inseguras da vida cotidiana.


A chave para a barbárie contemporânea encontra-se nas estruturas internas do Estado imperial e da economia. Estas incluem:


1. A ascensão de uma elite financeira e especulativa, que tem saqueado trilhões de dólares dos poupadores, investidores, mutuários, consumidores e do Estado, subtraindo enormes recursos da economia produtiva e colocando-os nas mãos da camada parasitária aninhada no Estado e nos mercados financeiros.


2. A elite política militarista, que vem supervisionando um estado de guerra permanente desde meados do século passado. Terror de Estado, guerras intermináveis, assassinatos em zonas fronteiriças e a suspensão das garantias constitucionais tradicionais levaram à concentração de poderes ditatoriais, prisões arbitrárias, torturas e à negação do habeas corpus.


3. Em meio a uma profunda recessão econômica e estagnação, os altos gastos do Estado na construção de um império econômico e militar, a expensas da economia nacional e dos padrões de vida, refletem a subordinação da economia local às atividades do Estado imperial.


4. A corrupção desde o topo, visível em todos os aspectos da atividade do Estado - desde as aquisições de bens e serviços até a privatização e os subsídios para os super-ricos – incentiva o crescimento do crime internacional de cima para baixo, a lumpenização da classe capitalista e um Estado onde a lei e a ordem se encontram em descrédito.


5. Resultantes dos elevados custos de construção do império e da pilhagem da oligarquia financeira, os encargos sócio-econômicos recaem diretamente sobre os ombros dos trabalhadores assalariados, aposentados e trabalhadores por conta própria, determinando uma grande mobilidade descendente na escala social ao longo do tempo. Com a perda de empregos e o desaparecimento das posições mais bem remuneradas, as retomadas de casas pelos bancos crescem exponencialmente e as classes médias, antes estáveis, encolhem, e os trabalhadores são forçados a alongar suas jornadas de trabalho diárias e a trabalhar durante um maior número de anos.


6. As guerras imperiais, que se espalham pelo mundo e são direcionadas a populações inteiras, que sofrem com os bombardeios e as operações clandestinas de terror, geram, em oposição, redes terroristas, que também atingem alvos civis nos mercados, transportes e espaços públicos. O mundo vai se parecendo ao pesadelo hobbesiano de “todos contra todos”.


7. Um crescente extremismo etnorreligioso ligado ao militarismo é encontrado entre os cristãos, judeus, muçulmanos e hindus, que substitui a solidariedade de classe internacional por doutrinas de supremacia racial e penetra as estruturas profundas dos Estados e das sociedades.


8. O desaparecimento dos Estados europeus e asiáticos de bem-estar social coletivo – nomeadamente, a ex-URSS e a China – levantou as pressões competitivas sobre o capitalismo ocidental e o encorajou à revogação de todas as concessões de bem-estar social obtidas pela classe trabalhadora no período pós-II Guerra Mundial.


9. O fim do “comunismo” e a integração da social-democracia ao sistema capitalista levaram a um enfraquecimento severo da esquerda, que os protestos esporádicos dos movimentos sociais não conseguiram substituir.


10. Diante do atual assalto às condições de vida dos trabalhadores e da classe média, só se vêem protestos esporádicos, no melhor dos casos, e impotência política, no pior.


11. A exploração maciça do trabalho nas sociedades capitalistas pós-revolucionárias, como a China e o Vietnã, compreende a exclusão de centenas de milhões de trabalhadores migrantes dos serviços públicos elementares de educação e saúde. A pilhagem sem precedentes e a captura, por oligarquias nacionais e multinacionais estrangeiras, de milhares de lucrativas empresas públicas estratégicas da Rússia, das repúblicas da ex-União Soviética, dos países da Europa Oriental, dos Bálcãs e dos países bálticos, foi a maior transferência de riqueza pública para mãos privadas, em curto espaço de tempo, em toda a História.


Em resumo, a barbárie surgiu como uma realidade definida, produto da ascensão de uma classe dominante financeira parasitária e militarista. Os bárbaros encontram-se aqui e agora, presentes dentro das fronteiras das sociedades ocidentais e seus Estados. Eles governam e perseguem agressivamente uma agenda que está continuamente a reduzir os padrões de vida, a transferir a riqueza pública para os seus cofres privados, a pilhar recursos públicos, a violar direitos constitucionais no exercício de suas guerras imperiais, a segregar e perseguir milhões de trabalhadores imigrantes e a promover a desintegração e o desaparecimento do trabalho estável e de classe média. Mais do que em qualquer outro momento na história recente, o 1% mais rico da população controla uma parcela crescente das riquezas e das rendas nacionais


Mitos e realidades do capitalismo histórico


A retirada, em grande escala e de forma sustentada, dos direitos sociais e previdenciários, da segurança no emprego, e as reduções de salários e aposentadorias, demonstram a falsidade da idéia do progresso linear do capitalismo. Essa reversão, produto do poder ampliado da classe capitalista, demonstra a validade da proposição marxista de que a luta de classes é o motor da História – na medida em que, pelo menos, a própria condição humana é considerada como sua peça central.


A segunda premissa falsa – a de que os estados organizados em “economias de mercado” têm como pré-requisito a paz, tendo como corolário a ascendência dos “mercados” sobre o militarismo – é refutada pelo fato de que a principal economia de mercado – os Estados Unidos – tem permanecido em constante estado de guerra desde o início da década de 1940, estando ativamente engajada em guerras em quatro continentes, até os dias de hoje, e com perspectiva de novas, maiores e mais sangrentas guerras no horizonte. A causa e conseqüência da guerra permanente é o crescimento de um monstruoso “Estado de segurança nacional” que não reconhece fronteiras nacionais e absorve a maior parte do Orçamento do país.


O terceiro mito do “capitalismo avançado maduro” é o de que este sempre revoluciona a produção através da inovação e da tecnologia. Com a ascensão da elite financeira especulativa e militarista, as forças produtivas foram saqueadas e a "inovação" é em grande parte direcionada à elaboração de instrumentos financeiros que exploram os investidores, reduzem os ativos e acabam com o trabalho produtivo.


Enquanto o império cresce, a economia local se contrai, o poder está centralizado no Executivo, o poder legislativo é reduzido e aos cidadãos é negada uma representação efetiva, ou mesmo o poder de veto através de processos eleitorais.


A resposta das massas ao aumento da barbárie


A ascensão da barbárie em nosso meio tem provocado revolta pública contra seus principais executores. As pesquisas de opinião têm reiteradamente encontrado:


(1) Profunda aversão e revolta contra todos os partidos políticos.


(2) Grande desconfiança, nutrida pela maioria da população, contra a elite empresarial e política.


(3) Rejeição, também pela maioria, da concentração de poder corporativo e do seu abuso, principalmente por parte dos banqueiros e financistas.


(4) Questionamento amplo das credenciais democráticas dos líderes políticos que agem a mando da elite empresarial e promovem as políticas repressivas do Estado de segurança nacional.


(5) Rejeição, pela grande maioria da população, da pilhagem do Tesouro nacional para salvação dos bancos e da elite financeira, com a imposição de programas de austeridade regressivos sobre a classe média trabalhadora.


Perspectivas para o socialismo


A ofensiva capitalista teve certamente um grande impacto sobre as condições objetivas e subjetivas da classe média trabalhadora, empobrecendo- a e provocando uma onda crescente de descontentamento pessoal, que ainda não se traduziu numa movimentação anticapitalista massiva, ou mesmo numa resistência dinâmica e organizada.


As grandes mudanças estruturais requerem um melhor entendimento das atuais circunstâncias adversas e a identificação de novas instâncias e meios onde se desenvolvem a luta de classes e de transformação social.


Um problema-chave é a necessidade de se recriar uma economia produtiva e reconstruir uma classe trabalhadora industrial após anos de pilhagem financeira e desindustrialização, não necessariamente para as poluidoras indústrias do passado, mas certamente para novas indústrias que criem e utilizem fontes de energia limpa.


Em segundo lugar, as sociedades capitalistas altamente endividadas necessitam, fundamentalmente, sair do modelo de construção imperial militarista de alto custo em direção a um modelo de austeridade financeira baseado na classe e que imponha os sacrifícios e as reformas estruturais aos setores bancário, financeiro e comercial de grande varejo, que substitui a produção local pela importação de artigos de consumo de baixo custo.


Em terceiro lugar, o enxugamento do setor financeiro e do comércio retalhista exige a melhoria das qualificações dos trabalhadores que serão deslocados ou desempregados, bem como mudanças no setor de TI, de forma a acomodar as próprias mudanças econômicas. Exige, também, a mudança de um paradigma – da renda monetária para o rendimento social – em que a educação pública e gratuita de alto nível, o acesso universal à saúde e as aposentadorias abrangentes substituirão o consumismo global financiado por dívidas. Isso pode se tornar a base para o fortalecimento da consciência de classe contra o consumismo individual.


Esta é a questão: como passar de uma posição em que a classe trabalhadora se encontra fragmentada e enfraquecida e os movimentos sociais em recuo ou na defensiva, a uma posição em que seja possível lançar uma ofensiva anticapitalista?


Vários fatores subjetivos e objetivos já permitem o trabalho nesse sentido. Primeiro, há uma negatividade crescente contra a grande maioria dos atuais operadores políticos e, em particular, contra as elites econômicas e financeiras que estão claramente identificadas como responsáveis pelo declínio nos padrões de vida. Em segundo lugar, há o ponto de vista popular, compartilhado por milhões de pessoas, que os atuais programas de austeridade são claramente injustos - com os trabalhadores a pagar pela crise que a classe capitalista produziu. Até o momento, no entanto, estas maiorias são mais “anti”-status quo do que “pró”-transformação. A transição do descontentamento privado para a ação coletiva é uma questão em aberto quanto a quem a desencadeará e como o fará, mas a oportunidade está presente.


Existem vários fatores objetivos que podem deflagrar uma mudança qualitativa do descontentamento, deslocando-o da raiva passiva rumo a um maciço movimento anticapitalista. Um “duplo mergulho” na recessão, o fim da atual recuperação anêmica e o início de uma recessão mais profunda e prolongada ou de uma depressão, poderia desacreditar ainda mais os governantes atuais e seus aliados econômicos.


Em segundo lugar, o aprofundamento interminável da austeridade poderá desacreditar a noção atual, difundida pela classe dominante, de que os sacrifícios atuais são necessários para se obter ganhos futuros, abrindo as mentes e encorajando os corpos a se moverem à procura de soluções políticas, de forma a alcançar ganhos no presente e infligir dor às elites econômicas.


As inesgotáveis e “invencíveis” guerras imperiais que sangram a economia e a classe trabalhadora podem, em última análise, criar uma consciência de que a classe dominante oferece “sacrifícios” à nação sem nenhuma finalidade “útil”.


Provavelmente, o efeito combinado de uma nova etapa da recessão, a austeridade perpétua e as estúpidas guerras imperiais acabarão por transformar o mal-estar atual e a difusa hostilidade das massas contra a elite econômica e política em favor dos movimentos socialistas, partidos e sindicatos.





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Acessem os endereços abaixo e vejam vídeos recentes de Cuba, a ilha paradisíaca do Caribe.

http://www.youtube.com/watch?v=7W6u2ZwiWS4 1/7 - La Habana Vieja ;
http://www.youtube.com/watch?v=SIgIjoIuoVM 2/7 - Capitólio de La Habana;
http://www.youtube.com/watch?v=PiIWySE7LuE 3/7 - Moderna cidade de La Habana ;
http://www.youtube.com/watch?v=n9SNzVaD_68 4/7 - Transporte público de Cuba;
http://www.youtube.com/watch?v=CP8I3cDu3Es 5/7 - Fortaleza San Carlos de La Cabaña;
http://www.youtube.com/watch?v=5Xf1W5M9xk0 6/7 - Acuário Nacional de Cuba;
http://www.youtube.com/watch?v=FpRgA7cWKtI 7/7 - Varadero






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Hip Hop

Boa noite amigos da imprensa.

É com prazer que enviamos a todos mais uma sugestão, e também um convite para mais uma edição especial do H4. Dessa vez nos reuniremos no Espaço Metrópole para um momento único, inédito dentro da Cultura Hip-Hop.

No dia 10 de agosto (terça-feira) faremos o lançamento do vídeo oficial de Eli Efi (ex-DMN), antecedendo seu primeiro álbum solo entitulado "1Pouco Mais Humano", com previsão de lançamento para meados de novembro/2010. O evento será transmitido via streaming e também contará com a presença "on line", de Eli Efi e a diretora do Filme, Loira Limbal (DJ Laylo).

Atualmente Eli Efi vive em Nova Iorque, mais precisamente no Bronx, portanto o vídeo foi filmado lá e por esse motivo ele fará essa participação on line. Quem conhece o minimo sobre o Rap brasileiro sabe que ele é uma das vozes mais importantes da história do genêro em nosso país

Eli Efi convida a todos fãs, amigos, admiradores e imprensa para prestigiar e anunciar este momento marco em sua carreira, que é lançar seu vídeo aqui no Brasil depois de andar por alguns palcos lá fora, colhendo experiências e reiterando sua musicalidade.

Em anexo seguem o Flyer e release completo, caso não consigam abrir ou precisem de imagem em melhor qualidade, escrevam. Contamos com vocês no evento e também na publicação em seus veículos.

Obrigado desde já.

Local - Espaço Metrópole Café
Endereço - Avenida São Luiz, 187 2º Piso - Centro – SP
Data e horário - 10/08/10 das 19h às 23h
Apresentação – Enézimo
Discotecagem - DJ Nato
Entrada – gratuita
Informações: 0xx(11) 9661.2643 / revista@revistaelementos.com.br
Realização e organização - Butina Preta, Elementos e Pau-De-Da-Em-Doido Entrenimento

Direitos Humanos

Saturday, 31 July 2010
Direitos humanos- Tráfico de escravos:UNESCO incentiva a construção de uma história comum
O diálogo intercultural duradouro só pode prosperar numa relação pacificada com a história e a memória.Contra todas as formas de sacralização da memória e para esconjurar os efeitos devastadores da rivalidade entre as memórias, devemos promover uma investigação e ensino da história que permitam simultaneamente explicar e compreender, reconstituir a trama dos relatos conflituais e combater os silêncios,




Por ocasião do Dia Internacional de Recordação do Tráfico de Escravos e da sua Abolição, o Director-Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Koïchiro Matsuura, incentivou a construção de uma história comum e o lançamento das bases de um diálogo intercultural.

“Juntando-nos em torno de uma visão partilhada do tráfico de escravos e da escravatura, poderemos construir uma história comum e lançar as bases de um diálogo intercultural que transmita uma mensagem universal de conhecimento e de tolerância”, disse Koïchiro Matsuura, numa mensagem publicada ontem.

O Dia Internacional Recordação do Tráfico de Escravos e da sua Abolição é celebrado todos os anos a 23 de Agosto para comemorar a insurreição, na noite de 22 para 23 de Agosto de 1791, de escravos de Santo Domingo, nas Caraíbas, a qual teve um papel determinante na abolição do tráfico de escravos.

Este Dia é um momento único para a comunidade internacional conciliar o dever de recordar certos factos passados com o dever de os situar na sua justa perspectiva histórica, disse Koïchiro Matsuura.

A UNESCO lançou, em 1994, o projecto Rota dos Escravos, com o objectivo de abrir o estudo do tráfico de escravos à pluralidade de memórias, de culturas e de representações.

Esse respeito pela diversidade das memórias é uma exigência democrática que deve responder à procura social e ser acompanhada da busca de referências comuns, sublinhou o Director-Geral da UNESCO. Esse respeito pode ser conseguido graças a uma educação de qualidade e multidisciplinar que integre as questões relativas à evocação e transmissão da memória histórica do tráfico de escravos, de uma maneira científica e rigorosa.

Segundo Koïchiro Matsuura, o diálogo intercultural duradouro só pode prosperar numa relação pacificada com a história e a memória. Contra todas as formas de sacralização da memória e para esconjurar os efeitos devastadores da rivalidade entre as memórias, devemos promover uma investigação e ensino da história que permitam simultaneamente explicar e compreender, reconstituir a trama dos relatos conflituais e combater os silêncios, acrescenta.


Centro Regional de Informação das Nações Unidas
http://www.unric. org/pt/direitos- humanos-actualid ade/25538
United Nations Regional Information Centre (UNRIC)


rue de la Loi 155
Block C2, 7th Floor
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+32 2 788 8484
+32 2 788 8485
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Destaque Vermelho

DESTAQUES DA EDIÇÃO DE
HOJE DO PORTAL VERMELHO

TV Vermelho

Parlamentar do DEM agride repórter Márcia Pache com tapa na cara

Conselho político de Dilma avalia pesquisas e ataques da oposição


Ouça o jingle do Netinho

* BA: Seminário debate propaganda nas eleições proporcionais

* Em Belém, PCdoB reúne mulheres para debater plataforma feminina



Gerardo (abaixo, à direita) está
na solitária, apesar de doente
Heroi cubano
Alarcón responsabiliza EUA por saúde de antiterrorista preso

O presidente da Assembleia de Cuba, Ricardo Alarcón, responsabilizou o governo norte-americano pela saúde do antiterrorista Gerardo Hernández. Preso injustamente nos EUA há 12 anos, ele sofre com problemas de saúde e sem receber atendimento.



Diálogo latino-americano
Unasul discute hoje crise Bogotá/Caracas, que Lula deve mediar
Sindicalismo classista
FSM completa 65 anos apostando na luta de classes e no socialismo
Direitos humanos
Superlotação viola direitos dos presos: sem acesso à Justiça
Imperialismo exposto
WikiLeaks divulga 75 mil relatórios militares sobre o Afeganistão


No rumo da derrota, o direitista José Serra prega o medo


Papillon
Chef peruano faz tanto sucesso que já o convidam para disputar eleições

Luciano Rezende
O radicalismo demo-tucano

Luciano Siqueira
Sinal fechado, sinal aberto

Eron Bezerra
Meio ambiente

Sidnei Liberal
Criança, TV e batata frita

Fatima Oliveira
O charme, a sedução e a magia de Beagá na florada dos ipês



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Repassando aos bons samaritanos de plantão! Precisamos cobrar providencias!
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Msn : cidarama@yahoo.com.br
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----- Mensagem encaminhada ----
De: José Silveira
Para: Carlos Nascimento
Enviadas: Segunda-feira, 26 de Julho de 2010 17:46:33
Assunto: Leão Esperança

REPASSANDO CFM VEIO A MIM...

SEGURA ESSA, REDE GLOBO: NÓS OS BRASILEIROS QUEREMOS QUE NOS INFORMEM VIA JORNAL NACIONAL, O NÚMERO DA CONTA DA UNICEF ONDE SÃO DEPOSITADAS AS DOAÇÕES DO "CRIANÇA ESPERANÇA". COMO É? FICARAM MUDOS? FALA O NÚMERO! FALA PRÁ TODO O BRASIL CONFERIR! FALA AÍ NO JORNAL NACIONAL OU PUBLICA NOS JORNAIS DE MAIOR CIRCULAÇÃO DAS CAPITAIS! COMO É? VAI DEMORAR OU SERÁ QUE NÃO TÊM RESPOSTA IMEDIATA!



O pior é que procede !!!

A REDE GLOBO TREME - VIVA A INTERNET !



Leão Esperança: Circula na Internet um e-mail cuja mensagem vem causando arrepios à Rede Globo:

Criança Esperança: Você está pagando imposto da Rede Globo! Quando a Rede Globo diz que a campanha Criança Esperança não gera lucro é mentira.
Porque no mês de Abril do ano seguinte, ela (TV Globo) entrega o seu imposto de renda com o seguinte desconto: doação feita à Unicef no valor de... aqui vem o valor arrecadado no Criança Esperança. Ou seja, a Rede Globo já desconta pelo menos 20 e tantos milhões do imposto de renda graças à ingenuidade dos doadores!

Agora se você vai colocar no seu imposto de renda que doou 7, 15, 30 ou mais pro Criança Esperança, não pode, sabe por quê? Porque Criança Esperança é uma marca somente e não uma entidade beneficente. Já a doação feita com o seu dinheiro para o Unicef é aceito. E não há crime nenhum.

Aí, você doou à Rede Globo um dinheiro que realmente foi entregue à Unicef, porém, por que descontar na Receita Federal como doação da Rede Globo e não na sua?.

Do jeito que somos tungados pelos impostos, bem que tal prática contábil tributária poderia se chamar de agora em diante de Leão Esperança.

Lição:
Se a Rede Globo tem o poder de fazer chegar a mensagem dela a tantos milhões de televisores, também nós temos o poder de fazer chegar a nossa mensagem a milhões de computadores!

AGORA, A REDE GLOBO DIZ QUE O DINHEIRO VAI DIRETO PARA UMA CONTA DA UNICEF,MAS PORQUE ELA NÃO DÁ O NÚMERO DA CONTA???

LEMBRANDO SEMPRE: O QUE PESA MESMO SÃO OS IMPOSTOS SOBRE NOSSO CONSUMO, EXERÇAMOS ESTE PODER - DEVER, ENVIANDO ESTE TEXTO À LISTA DE AMIGOS E CONTATOS !!!
Animacoes GRATUITAS para seu e-mail – do IncrediMail! Clique aqui!

Vendedor de Balas

Poa, 30/07/10

Veja este cara!

Ele dorme pelas ruas e vende balas nos sinais de trânsito pra sobreviver...

Até que um dia foi detido pela polícia, e levado à delegacia para averiguação, aí mostrou o que sabe fazer...

Alguém filmou e colocou no youtube.

Prá mim, é melhor que a maioria dos cantorezinhos que reunem milhares nos shows e vendem um montão de CDs!!

Assista e depois me diga...

http://www.youtube.com/watch? v=ivMCDm7uP9Y&feature=youtu.be

Beijos.

Deise Nunes.

Antigo Adversário

Enviado por Gilberto Scofield Jr. - 04.08.2010 08h02m

FH destaca atualidade de Freyre, antigo adversário

No próximo dia 4 de agosto, quando o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso fizer a conferência de abertura da Flip sobre Gilberto Freyre — com a palestra “‘Casa-grande & senzala’: um livro perene”, num evento que pretende homenagear o sociólogo, antropólogo e escritor pernambucano — os debates não estarão restritos à ótica do conceito de democracia racial, seus flertes com o conservadorismo, sua extraordinária tese sobre a formação da sociedade brasileira através da contribuição de brancos, negros e índios ou mesmo seu apoio ao golpe militar de 64.

Mais que isso, as discussões provavelmente mostrarão a impressionante atualidade de Freyre e sua inesgotável capacidade de gerar questionamentos, especialmente num momento em que ainda se discute no Brasil a propriedade das ações afirmativas e cotas específicas para negros em empresas e universidades. Nestes casos, diz o ex-presidente, Gilberto Freyre é tanto atual quanto conflituoso, especialmente com o movimento negro no Brasil hoje.

— Nos anos 30, Freyre foi muito inovador. Rompeu com um tipo de análise social racista na época. Rompeu com a visão evolucionista de (Francisco José de) Oliveira Viana, o ideal do Estado forte. Curiosamente, hoje o movimento negro deve achá-lo racista porque ele era a favor do sincretismo, enquanto hoje eles não são. Todo o movimento negro atual vai na direção da identidade e classificação racial, na base do “tudo o que não é branco é negro”. Mas a teoria de Freyre defende que o Brasil é diferente justamente porque não tem isso. Ele não aceita raça como critério, diz que aqui há um leque de cores e é melhor que seja assim. Simpático com os negros e indígenas, sobretudo com a ideia de miscigenação, e crítico da enorme mortalidade infantil nesses grupos, acho que ele seria simpático a ações afirmativas, mas seria contrário às cotas — diz ele.

Fernando Henrique Cardoso — que também receberá na Flip, das mãos dos editores da Paz e Terra, o seu novo livro “Xadrez internacional e social-democracia” — vai tentar explicar também os fundamentos da já clássica ruptura, nas décadas de 50 e 60, entre o pensador pernambucano e certo grupo acadêmico das áreas de sociologia e antropologia da USP (onde o próprio FH estudava e pesquisava). Mais tarde, o meio acadêmico acabou “reabilitando” Freyre, convencido da importância de seu pioneirismo em muitos campos, incluindo a defesa do papel da miscigenação das raças na formação de um Estado menos conflituoso em comparação, por exemplo, aos EUA da época.

Segundo FH, as críticas iniciais dos professores da USP a Freyre se deram por duas frentes: uma relativa ao seu pensamento acadêmico e outra por conta de suas posições políticas conservadoras. Nos anos 50 e 60, diz ele, a época de transformações fazia crescer a importância das teses desenvolvimentistas , especialmente em São Paulo. Aos olhos do grupo da USP, a ideia de romantização da escravidão e a tese da democracia racial, que subestimava os conflitos raciais no país, eram subjetivas demais para serem levadas a sério. Freyre era considerado, com desprezo, um ensaísta pouco objetivo.

Do lado pessoal, condenavam as demonstrações de simpatia do antropólogo pelos ideais salazaristas, pelo golpe militar de 1964 e até pelo luso-tropicalismo, que de alguma maneira foi lido na época como uma justificativa da presença colonial portuguesa na África. Não faltaram sobrancelhas eriçadas em relação ao que consideravam um “saudosismo do patriarcado”, especialmente nas críticas ao seu livro “Ordem e progresso”.

— Além disso, as pesquisas e estudos de nosso grupo na USP sobre relações interraciais nos mostravam outro panorama. Nós não encontrávamos outra coisa senão preconceito e discriminação. Minha pesquisa na Região Sul e outras não batiam com a imagem que ficou de “Casa-grande & senzala”, de idealização. É verdade que Gilberto Freyre não fala diretamente em democracia racial, mas a ideologia era bastante endossada oficialmente no Brasil na época, especialmente pelos militares — afirma FH.

Ele conta que, uma vez, em palestra a empresários e diplomatas estrangeiros sobre seus estudos de negros realizada no Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, encomendada pela Unesco, ouviu de um diplomata do Itamaraty, onde ocorria o encontro, que quase o colocara para fora:

— Apresentei meus dados dizendo: “tem preconceito no Brasil”. No final, o diplomata me chamou e disse: “eu quase botei você para fora da sala porque você está falando mal do Brasil para estrangeiros” . E o fato é que o governo todo defendia as teses de Gilberto Freyre de que o Brasil era uma democracia racial, sem conflitos. A própria Unesco, quando veio a São Paulo pedir que nós fizéssemos o estudo no Sul vinha com a ideia. Eles queriam mostrar ao mundo que o Brasil era um exemplo de democracia racial — conta.

Explicadas as desavenças, Fernando Henrique tratará de mostrar que, no frigir dos ovos, as idiossincrasias de Gilberto Freyre nunca comprometeram sua genialidade, originalidade e sua contribuição para o entendimento do tecido social brasileiro ontem e hoje. A começar por seu gigantesco domínio da bibliografia e de sua base empírica ampla, o que derruba a tese do “ensaísta subjetivo”. E de como ele influenciou gerações de pensadores brasileiros, incluindo o próprio ex-presidente, que não tinha com o pernambucano uma relação de proximidade — encontrou-se com o pernambucano apenas em três ocasiões —, mas foi a única exceção na lista negra de Gilberto Freyre sobre os “marxistas ideológicos da USP”.

— Você pode discordar das interpretações de Freyre, mas não da falta de conhecimento dele dos assuntos. Não era um achismo, como se dizia. Seu entendimento de Brasil permaneceu porque, de alguma maneira, se aquilo não era assim, ele e muita gente gostaria que assim fosse. Então há nele um lado mítico, não no sentido negativo de dizer que é uma fantasia, mas no sentido de dizer: “olha, as coisas poderiam ser assim” — afirma.

Sobre os boatos de que a Petrobras teria cancelado o patrocínio da Flip por conta de sua participação, é taxativo:

— Não sei se é verdade, mas se fosse, seria ridículo. Inacreditável essa noção de que tudo é para aproveitamento político, o que reduz os espaços para o debate intelectual. Eu nunca misturo canais. E desde quando Gilberto Freyre é um ícone da esquerda?

http://oglobo. globo.com/ blogs/prosa/ posts/2010/ 08/04/fh- destaca-atualida de-de-freyre- antigo-adversari o-313381. asp


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HEITOR (((((º_º))))) CARLOS
http://portodoscasa is.blogspot. com/
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Enviado por Gilberto Scofield Jr. - 04.08.2010 08h02m

FH destaca atualidade de Freyre, antigo adversário

No próximo dia 4 de agosto, quando o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso fizer a conferência de abertura da Flip sobre Gilberto Freyre — com a palestra “‘Casa-grande & senzala’: um livro perene”, num evento que pretende homenagear o sociólogo, antropólogo e escritor pernambucano — os debates não estarão restritos à ótica do conceito de democracia racial, seus flertes com o conservadorismo, sua extraordinária tese sobre a formação da sociedade brasileira através da contribuição de brancos, negros e índios ou mesmo seu apoio ao golpe militar de 64.

Mais que isso, as discussões provavelmente mostrarão a impressionante atualidade de Freyre e sua inesgotável capacidade de gerar questionamentos, especialmente num momento em que ainda se discute no Brasil a propriedade das ações afirmativas e cotas específicas para negros em empresas e universidades. Nestes casos, diz o ex-presidente, Gilberto Freyre é tanto atual quanto conflituoso, especialmente com o movimento negro no Brasil hoje.

— Nos anos 30, Freyre foi muito inovador. Rompeu com um tipo de análise social racista na época. Rompeu com a visão evolucionista de (Francisco José de) Oliveira Viana, o ideal do Estado forte. Curiosamente, hoje o movimento negro deve achá-lo racista porque ele era a favor do sincretismo, enquanto hoje eles não são. Todo o movimento negro atual vai na direção da identidade e classificação racial, na base do “tudo o que não é branco é negro”. Mas a teoria de Freyre defende que o Brasil é diferente justamente porque não tem isso. Ele não aceita raça como critério, diz que aqui há um leque de cores e é melhor que seja assim. Simpático com os negros e indígenas, sobretudo com a ideia de miscigenação, e crítico da enorme mortalidade infantil nesses grupos, acho que ele seria simpático a ações afirmativas, mas seria contrário às cotas — diz ele.

Fernando Henrique Cardoso — que também receberá na Flip, das mãos dos editores da Paz e Terra, o seu novo livro “Xadrez internacional e social-democracia” — vai tentar explicar também os fundamentos da já clássica ruptura, nas décadas de 50 e 60, entre o pensador pernambucano e certo grupo acadêmico das áreas de sociologia e antropologia da USP (onde o próprio FH estudava e pesquisava). Mais tarde, o meio acadêmico acabou “reabilitando” Freyre, convencido da importância de seu pioneirismo em muitos campos, incluindo a defesa do papel da miscigenação das raças na formação de um Estado menos conflituoso em comparação, por exemplo, aos EUA da época.

Segundo FH, as críticas iniciais dos professores da USP a Freyre se deram por duas frentes: uma relativa ao seu pensamento acadêmico e outra por conta de suas posições políticas conservadoras. Nos anos 50 e 60, diz ele, a época de transformações fazia crescer a importância das teses desenvolvimentistas , especialmente em São Paulo. Aos olhos do grupo da USP, a ideia de romantização da escravidão e a tese da democracia racial, que subestimava os conflitos raciais no país, eram subjetivas demais para serem levadas a sério. Freyre era considerado, com desprezo, um ensaísta pouco objetivo.

Do lado pessoal, condenavam as demonstrações de simpatia do antropólogo pelos ideais salazaristas, pelo golpe militar de 1964 e até pelo luso-tropicalismo, que de alguma maneira foi lido na época como uma justificativa da presença colonial portuguesa na África. Não faltaram sobrancelhas eriçadas em relação ao que consideravam um “saudosismo do patriarcado”, especialmente nas críticas ao seu livro “Ordem e progresso”.

— Além disso, as pesquisas e estudos de nosso grupo na USP sobre relações interraciais nos mostravam outro panorama. Nós não encontrávamos outra coisa senão preconceito e discriminação. Minha pesquisa na Região Sul e outras não batiam com a imagem que ficou de “Casa-grande & senzala”, de idealização. É verdade que Gilberto Freyre não fala diretamente em democracia racial, mas a ideologia era bastante endossada oficialmente no Brasil na época, especialmente pelos militares — afirma FH.

Ele conta que, uma vez, em palestra a empresários e diplomatas estrangeiros sobre seus estudos de negros realizada no Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, encomendada pela Unesco, ouviu de um diplomata do Itamaraty, onde ocorria o encontro, que quase o colocara para fora:

— Apresentei meus dados dizendo: “tem preconceito no Brasil”. No final, o diplomata me chamou e disse: “eu quase botei você para fora da sala porque você está falando mal do Brasil para estrangeiros” . E o fato é que o governo todo defendia as teses de Gilberto Freyre de que o Brasil era uma democracia racial, sem conflitos. A própria Unesco, quando veio a São Paulo pedir que nós fizéssemos o estudo no Sul vinha com a ideia. Eles queriam mostrar ao mundo que o Brasil era um exemplo de democracia racial — conta.

Explicadas as desavenças, Fernando Henrique tratará de mostrar que, no frigir dos ovos, as idiossincrasias de Gilberto Freyre nunca comprometeram sua genialidade, originalidade e sua contribuição para o entendimento do tecido social brasileiro ontem e hoje. A começar por seu gigantesco domínio da bibliografia e de sua base empírica ampla, o que derruba a tese do “ensaísta subjetivo”. E de como ele influenciou gerações de pensadores brasileiros, incluindo o próprio ex-presidente, que não tinha com o pernambucano uma relação de proximidade — encontrou-se com o pernambucano apenas em três ocasiões —, mas foi a única exceção na lista negra de Gilberto Freyre sobre os “marxistas ideológicos da USP”.

— Você pode discordar das interpretações de Freyre, mas não da falta de conhecimento dele dos assuntos. Não era um achismo, como se dizia. Seu entendimento de Brasil permaneceu porque, de alguma maneira, se aquilo não era assim, ele e muita gente gostaria que assim fosse. Então há nele um lado mítico, não no sentido negativo de dizer que é uma fantasia, mas no sentido de dizer: “olha, as coisas poderiam ser assim” — afirma.

Sobre os boatos de que a Petrobras teria cancelado o patrocínio da Flip por conta de sua participação, é taxativo:

— Não sei se é verdade, mas se fosse, seria ridículo. Inacreditável essa noção de que tudo é para aproveitamento político, o que reduz os espaços para o debate intelectual. Eu nunca misturo canais. E desde quando Gilberto Freyre é um ícone da esquerda?

http://oglobo. globo.com/ blogs/prosa/ posts/2010/ 08/04/fh- destaca-atualida de-de-freyre- antigo-adversari o-313381. asp


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Eleições 2010

Cá estamos nós em momentos de eleições, e claro que estamos todos, de uma forma ou de outra, envolvidos no processo político eleitoral do nosso país.
É justamente também neste momento que a Fundação Palmares teve a brilhante idéia de reparar e democratizar as indicações ao Troféu Palmares. Primeiro indicando somente mulheres, e, diga-se de passagem, cada uma mais poderosa que a outra, e depois abrindo ao público a votação, possibilitando assim que possamos exercitar a nossa cidadania um pouco antes do pleito eleitoral nacional.
São três as categorias do Troféu Palmares: religiosa, cultural e social. Sendo que todas as indicadas são de fazer cair o queixo. Mas, quero exclusivamente me dedicar ao Campo Social.
Na verdade quero fazer uma homenagem, ser cabo eleitoral e pedir votos para Alaíde do Feijão.
Sem nenhum demérito às demais, mas pelo que ela representa para mim. E como tomo partido em vários processos, não poderia me furtar neste caso.
Alaíde do Feijão representa aquela mulher de tempos antigos, a tia da comunidade, dos bairros periféricos. Aquela tia que quando a nossa mãe saia para trabalhar ela lá estava a observar os filhos e perguntar o que ele estava fazendo na rua até tal hora da noite e dar bons conselhos. Sempre alerta, cuidou da juventude negra em épocas que o Estado Brasileiro não reconhecia o que era ser negro.
Esta querida mulher sempre sabia como ser dura e doce, enérgica e amável. Carregada de conhecimento tradicional, e forjada na Faculdade da Vida, do Gueto, do Mundo. Alaíde vendeu muito feijão para sobreviver e para garantir ate hoje a sobrevivência de muitos. Mas não falo de um feijão qualquer, a delícia de saborear o Feijão de Alaíde, não é tão somente pelo sabor, mas pela dignidade, pela batalha, pelos temperos espirituais e sentimentais invisíveis, mas atávico à nossa tradição. Pelo bate papo gostoso e aprendizado passado a cada garfada.
Na verdade o sue feijão não alimenta o nosso corpo, mas a nossa alma e a cada dedo de prosa, temos a mais completa certeza de que apesar de tudo, vale a pena viver e pedir a benção a cada momento que Alaíde dá um conselho.
Alaíde é uma ilustre filha da Ilha de Itaparica e conhece o Movimento Negro Baiano mais do que qualquer tese de doutor da academia formal. Ela lê nas entrelinhas, e mais do que isto, posso afirmar, que todo militante negro baiano ao passar por momentos de dificuldade nas suas batalhas diárias foi lá naquele cantinho aconchegante do Pelourinho onde está instalado o Feijão da Alaide, se reconfortar em uma mesinha onde Alaide fica sentada como a esperar para dar consultas com um cuidado e responsabilidade ancestral. Lá diariamente está sentada Alaíde do Feijão, e na sua panela do saber está a receita dos conselhos de mestra, de mãe, de tia de comunidade, de egbomy do Axé.
Alaíde é minha mestra, e este texto pode não garantir um único voto, pode até não ser lido, ou ser tratado de forma descartável frente a minha mediocridade. Mas tem um significado muito especial para mim. Significa dizer para o mundo que Alaíde é minha mãe. A Mãe Preta que cuida, que zela, que passa a mão no telefone para saber como eu estou, por que sumi, o que estou fazendo, para me confortar. Para, através destes gestos me mostrar que a vida é dura, mas que ela ainda é capaz, e muitíssimo capaz de amar e me ensinar a amar e manter a chama viva. E que no final de cada batalha posso ir lá e ela estará pronta e a postos para cuidar das minhas feridas e fazer cicatrizar as dores da alma. Não em postura passiva, mas na sabedoria de quem me mandou para a o campo de batalha, e eu sei muito bem quem comanda a frente.
Este texto é tão somente para dizer e declarar ao mundo a minha querência por Alaíde do Feijão, e principalmente agradecer por tudo!
Alaíde, eu voto em ti com toda a certeza para 3 coisas: ser premiada pela Fundação Cultural Palmares, ser Presidente do Brasil e com mais certeza ainda para ocupar a cadeira do Conselho de Segurança da ONU, pois já te vejo lá, sentada naquele cantinho, dando bons conselhos para o mundo se manter em paz, e quando perguntarem a você como está a sua vida, sei que irá desconversar, como a querer dizer a vida é dura, mas é a que se tem e a que devemos amar e tocar como uma grande orquestra afro. A nos mostrar que a sua passagem por aqui é para se doar, e doar, doar, doar. Ensinando-nos sempre que o amor não tem limites e que apesar de cada não, de cada dor que nos invade somos nós a alegria da cidade.
Alaíde, simplesmente te amo e obrigado por me transformar em alguém melhor para o mundo e mundo muito melhor para mim e muitos outros que podem ate não te conhecer, mas que desfrutam da sua boa energia.

Marcos Rezende
Ogã de Ewá do Ilê Axé Oxumarê
Coordenador Geral do CEN

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Mercado Financeiro


Caro Assis,
Caro Prieto,
Caros do Grupo,
vamos refletir melhor sobre a matéria, que tal? Logo verás que há algo muito errado. Estamos voltando à escravidão. Agora ideológica e tributária. Se eu estiver errado, gostaria de receber seus comentários e dos participantes do grupo. Vale lembrar que não sou economista.
Se o mercado financeiro está com Dilma, é porque vê vantagens: é o capitalismo de comparsas que se alia ao socialismo de privilegiados, dando assim continuidade à prática do clientelismo político.
“O rico histórico de realizações do passado impõe a nós uma enorme responsabilidade no sentido de continuar aprimorando a gestão financeira, orçamentária e contábil da União.” (Murilo Portugal - Secretário do Tesouro Nacional 1992-1996)
Se em época de crises nos endividamos, fora dela devemos saber pagar as contas, poupar e planejar o futuro, mas não é isso que o atual presimente está fazendo, estamos perdendo o bonde da história, o endividamento ultrapassa o irracional e suportável e temos ainda compromissos irresponsavelmente assumidos, como a Copa de 2016 e as Olimpíadas.
A economia brasileira, por conta de irresponsáveis virou um cassino, um cassino internacional também. Nunca a conjuntura internacional nos esteve tão favorável. Caberia a nós a fazer a lição de casa. E entre os atuais candidatos à Presidência, a única com os pés nos chão é a candidata Marina Silva, ela tem me surpreendido face as suas acertadas declarações. Parece-me ser ela a única que está tendo a compreensão clara do que falta ao Brasil. Mas ela aposta na inteligência e no entendimento por parte do brasileiro. Está sendo honesta e agindo corretamente. Mas infelizmente o povo brasileiro não está preparado para isso, opta e oPTa por uma sociedade de privilégios, pela continuidade do sofrível, do conservadorismo dos sindicalistas e da obtusão. Opta pela desresponsabilização, não assume compromissos.
Estamos sendo enganados por um embusteiro que está ocupando a sala principal do antigo Centro de Treinamento do Banco do Brasil, hoje chamado de Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), o qual está localizado no Setor de Clubes Esportivos Sul (SCES) do Distrito Federal, isso porque as obras do PAC, também no Planalto viraram piriPAC e quando saíram do papel, viraram alvo frequente de denúncias.

E o mais grave, as dívidas não foram pagas, contraímos mais e mais, com o atual ocupante do CCBB, incompetente por natureza, demagogo por formação, que não saiu do palanque para governar o país, soube nacionalizar as dívidas – hoje a espculação se dá no mercado interno, criou um show com o pagamento do FMI, mas na mesma hora contraia dívidas com juros superiores, liberando-o para a irresponsabilidade, pois uma das exigências do FMI era a auateridade fiscal. Hoje temos além do Estado endividado, as estatais remanescentes, incluindo os “estranhos” e gigantescos aportes de financiamentos da Caixa Econômica Federal à PETROBRAS, também endividadas e o povo brasileiro incentivado ao consumo irresponsável, sem as devidas poupanças. E uma das entidades que poderia mudar a realidade, ou concede empréstimos a outros países, ou os financiamentos do BNDES concentram crédito em 12 empresas.

As chaves do cofre bilionário do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) estão nas mãos de dois gigantes estatais e um punhado de grupos privados que nos últimos anos se associaram a projetos de interesse do (des)governo. Capitalismo de comparsas.

Levantamento feito pela Folha com base nas operações divulgadas pelo banco revela que a PETROBRAS, a ELETROBRAS e dez grupos privados ficaram com 57% dos R$ 168 bilhões destinados a transações contratadas de 2008 até junho deste ano, informa reportagem de Ricardo Balthazar, publicada na Folha (disponível para assinantes do jornal e do UOL).

Veja quanto receberam os grupos mais favorecidos pelo BNDES

Sabemos que os lucros dos bancos são abusivos. Seria normal se acompanhassem as demais entidades de ponta, principalmente do setor produtivo. O setor bancário trata-se de uma área fortemente regulada, tanto pela legislação emanada pelo Congresso, mas também pelo Banco Central e pelo Ministério da Fazenda.
A maioria dos bancos ainda continua a ser estatal, com seu guarda-chuva de empréstimos a incompetentes. E a fonte principal deste lucro não se deve a compêtencia, mas ao endividamento. Se deve às práticas de juros imposta aos brasileiros tomadores de empréstimos, os quais também competem com o endividamento público, pois juros, a grosso modo é o custo do dinheiro. E vale lembrar que na maioria das aplicações estão embutidos títulos da dívida pública brasileira, cujos bancos também se esforçam para colocar no mercado.
Preciso ser mais claro?
Os que estão no poder estão endividando o Estado e as estatais, se locupletando, basta ver os dois aportes feitos pela Caixa Econômica Federal à PETROBRAS, incentivam na outra ponta o endividamento do brasileiro com juros absurdos, sem paralelo no mundo, no meio se encontram os bancos, os estatais apoderados, emPTizados ou nePTizados. E com eles os bancos privados, pertencentes a players internacinoais da especulação. E os nacionais a políticos carimbados, principalmente com acento e assento no Congresso, no Executivo, no ...
E pensar que estamos este ano na Campanha da Fraternidade de 2010, a qual conta com a participação também da IECLB (www.luteranos.com.br)? Uma campanha que alertei que estava fadada ao fracasso, pois não tocou neste tema, o do endividamento com juros abusivos e prazos infinitamente longos, sem contar a excessiva tributação, a qual consome aproximadamente 40% do ganho médio, fruto do trabalho, de uma família. No mais recomendo que acesse: http://boehme-on.blogspot.com
Infelizmente a CNBB se pauta pela "teoria" da libertação, a qual escraviza, o que é próprio da ideologia de esquerda. Deu sustentação a este modelo político que aí está.
"Não se conhece nação que tenha prosperado na ausência de regras claras de garantias ao direito de propriedade, do estado de direito e da economia de mercado." (Prof. Ubiratan Iorio de Souza)

Tivemos nestes últimos 16 anos a explosão do endividamento interno, decorrente do acúmulo de reservas cambiais. Isto porque o Banco Central compra dólares (que têm se desvalorizado) pagando com títulos da dívida interna, que pagam juros altíssimos aos investidores. e isto é feito junto a instituições financieras que operam no mercado interno e externo. Infelizmente tal prática gerou um rombo de R$ 32 bilhões em 2009, considerando-se apenas o custo da Taxa Selic, ou seja, sem considerar o prejuízo ocasionado ao BC devido à desvalorização do dólar. E dólar baixo é gerar emprego lá fora. Favorece a importação, inibe o crescimento econômico, torna os produtos brasileliros com valor agregado pouco competitivos. E estes produtos são os que efetivamente geram riqueza, emprego e renda. Não as commodities, que são atrativas para o mercado intenacional e empobrece o brasileiro. Commodities favorecem a concentração de renda. Veja o caso do novo bilionário brasileiro.

Muito se fala de positivo, mas devemos reconhecer que o Banco Central faz sua política sem olhar para os custos das reservas, até porque não é esse o papel da autoridade monetária. Cabe ressaltar que, dentro da atual sistemática, de fato o BC não precisa mesmo se preocupar com o custo estratosférico de sua política cambial, visto que o Tesouro a cobre sem limite algum, conforme manda a "Lei de Responsabilidade Fiscal". Somente no primeiro semestre de 2009, o BC teve um prejuízo de R$ 93 bilhões devido à queda do dólar.

Enquanto não há limite algum para a cobertura do prejuízo do BC, as áreas sociais urgentes do país ficam para segundo plano. O Jornal Folha de São Paulo mostra que o governo não cumpriu sequer a tímida meta de 75 mil assentamentos de reforma agrária em 2009, devido ao contigenciamento dos recursos do INCRA. Em 2010, deverão ser somente 35 mil. No que se refere à política agrária, melhor é manter entidades como MST atreladas aos políticos de plantão, com promessas, mantendo suas milicias aparelhadas.

A despesa de juros da dívida em 2009 representou 13 vezes as despesas com o Bolsa Família. Não vou discutir os erros deste. O melhor seria um imposto de renda negativo, falta-nos inteligência para implementá-lo. Além das despesas com juros, devem ser consideradas as amortizações. No ano passado, enquanto o Programa Bolsa Família gastou R$ 12,189 bilhões, os gastos com a dívida chegaram a R$ 380 bilhões (mesmo desconsiderando-se a "rolagem"), ou seja, 30 vezes os gastos com o Bolsa Família.

Temos o "Bolsa-banqueiro" superando em mais de trinta vezes o "Bolsa Família".

E vale sempre algumas recomendações:

1. devemos assegurar que o Banco Central se atenha as metas de crescimento dos meios de pagamento, revisadas periodicamente, o papel dele é o de ser o guardião da moeda para o povo, não a chave do cofre para os políticos irresponsáveis, seja um embusteiro ou uma palanqueira como a Dilma Vana Русев Russév Linhares. Tais metas devem levar em consideração indicadores do crescimento da demanda por moeda pela coletividade;

2. que a emissão monetária em nenhuma hipótese possa ser utilizada para o financiamento direto ou indireto do déficit público, quer federal, quer dos estados, como está sendo feito no caso da PETROBRAS, via Caixa Econômica Federal assaltando o tesouro;

3. que a emissão de dívida pública, portanto, seja estritamente separada da execução da política monetária, não sendo passível de monetização pelo Banco Central sob qualquer forma;

4. que a forma de tornar efetiva a separação entre o financiamento monetário e o não-monetário do governo consista em introduzir sanções explícitas, tornando seus autores responsáveis civil e criminalmente em casos de desobediência à lei, o que é piada quando o mesmo governo assiste a escalada da violência e quando superamos em 2009 mais de 150mil mortes devido a violência;

5. que a perda de competitividade de um determinado setor produtivo não seja compensada com subsídios à exportação de qualquer natureza. O desequilíbrio financeiro do Estado e os tratados internacionais não deixam espaço para essa opção. O que se requer é a desoneração dos tributos indiretos remanescentes na exportação brasileira. O que é também piada, pois o que caracteriza o atual governo é o capitalismo de comparsas e a oclocracia;

6. que os bancos públicos federais e estaduais em nenhuma hipótese financiem seus acionistas ou empresas públicas associadas, de acordo com o estipulado na Constituição Federal e na legislação bancária, imputando-se a seus administradores as responsabilidades administrativas e civis correspondentes.

"Esse homem é de uma penosa fragilidade intelectual. Continua sendo um sindicalista preso à superstição da luta de classes. Não entende nenhum assunto complexo, carece de capacidade de fixar atenção, tem lacunas culturais terríveis e por isso aceita a análise dos marxistas radicais que lhe explicam a realidade como um combate entre bons e maus." (Repassada pelo escritor Carlos Alberto Montaner)

Extraído da coluna de Dora Kramer no ESTADÃO de 13/03/2010 - Segundo Montaner, o comentário foi feito a propósito da perda de confiança internacional no Lula provocada pelo alinhamento brasileiro a governos autoritários.

Também proposto pela candidata Marina Silva, concordo com ela, devemos estudar a possibilidade de criar uma constituinte exclusiva de seis meses a um ano para promover reformas estruturantes no país, pois são entraves ao nosso desenvolvimento. Leia: www.institutoliberal.org.br/conteudo/download.asp?cdc=1250 Com uma correção, sou engenherio (UFRJ) e administrador (UFPR), não economista.

Abraços,
Gerhard Erich Boehme
gerhard@boehme.com.br
(41) 8877-6354
Skype: gerhardboehme
Caixa Postal 15019
80530-970 Curitiba - PR
"Os analfabetos deste novo século não são aqueles que não sabem ler ou escrever, mas aqueles que se recusam a aprender, reaprender e voltar a aprender." (Alvin Toffler)

----- Original Message -----
From: Gustavo C. Assis
To: Gustavo C. Assis
Sent: Monday, August 16, 2010 1:37 PM
Subject: Mercado financeiro está com Dilma, diz tucano amigo do José Serra.


Mercado financeiro está com Dilma, diz tucano amigo do José Serra
Luiz Carlos Mendonça de Barros, diretor da Quest Investimentos e ex-ministro das Comunicações do governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB) disse em uma palestra no seminário promovido na sexta-feira em São Paulo pelo CFA Society of Brazil, braço nacional de um instituto de financistas e gestores de fundos de investimento,disse à reportagem dojornal Valor: "Não falo como tucano, mas como analista de conjuntura".


Cerca de 80% dos agentes do mercado financeiro estão com Dilma e os outros 20% com Serra. "É uma inversão de papéis porque em 2002 foi o mercado financeiro, principalmente os operadores da BM&F, que fez Lula ceder às pressões dos radicais do PT. Agora, o mercado entende que Serra seria mais intervencionista e prefere a manutenção", avalia. O tucano afirmou que o risco, para Serra, é uma vitória da candidata petista no segundo turno.


Na apresentação, Mendonça de Barros caracterizou o momento vivido pela economia como "amplamente favorável ao crescimento". A Quest avalia que o PIB deste ano terá expansão superior a 7% - a maior desde 1986 -


O problema do candidato do PSDB e de suas ideias, raciocina Mendonça de Barros, é que "Serra é mal amado". "Mas ele sempre teve maior rigor com o lado fiscal e escolheu as pessoas certas para tocar seus projetos. Veja o caso do atual secretário da Fazenda de São Paulo. Não me dou bem com ele, mas é um cara como o Serra, que tem atenção para os gastos. O sujeito é tão rigoroso com isso que Serra teve de mandar um avião da FAB pegar ele em Manaus na época em que era secretário da Zona Franca de lá porque as pessoas queriam matá-lo", diz o economista, em referência a Mauro Ricardo, secretário da Fazenda do governo paulista. Procurada pela reportagem, a secretaria não quis comentar as declarações.


Antes de ser ministro das Comunicações, em 1998, Mendonça de Barros foi, por três anos, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), tendo atuado, ao longo do primeiro mandato de Fernando Henrique Cardoso (1995-1998), como articulador das privatizações de estatais como Vale e Telebrás. Pertencia, ao lado do irmão José Roberto Mendonça de Barros, então secretário de política econômica do Ministério da Fazenda, e de José Serra, então ministro do Planejamento.
Enviar por email Por: Helena™

Sindicato dos Jornalistas do RS

boletim topo

Porto Alegre, 17 de agosto de 2010

34º Congresso Nacional dos Jornalistas

"O Jornalismo a serviço da sociedade e a defesa da profissão"

As inscrições para a participação no congresso foram prorrogadas até o início do evento, nesta quarta-feira, 18/08, a partir das 14:00, no Centro de Eventos São José, do Hotel Plaza São Rafael.

O Congresso vai reunir centenas de jornalistas e estudantes de jornalismo do Brasil para discutir o tema, "O Jornalismo a Serviço da Sociedade''. Paralelamente acontece o Encontro Latino-Americano de jornalistas, com o tema: “O Brasil como referência na formação profissional”.

O evento é promovido pela Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), em parceria com o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul.

Mais informações no site: www.jornalistas-rs.org.br .ou pelo telefone: (51) 32260664

______________________________ ______________________________ _

Telefones para contato com José Nunes (51) 99493142 e Sérgio Murillo de Andrade (61) 32440650 ou (61) 32440658.

• Antes de imprimir esse e-mail, lembre-se da Amazônia •
Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul
Rua dos Andradas, 12/133 - 13 andar Porto Alegre/RS
Tel.: (51) 3228.8146 | 3226.0664 | 3226.1735

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Assessoria de comunicação: Bibiana Nunes
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Homicídios

Polícia Civil identifica autores de dois homicídios contra adolescentes
04/08/2010 17:32

Agentes da 1ª Delegacia de Alvorada conseguiram identificar, nesta quarta-feira (4), os menores autores de dois homicídios ocorridos no último final de semana, naquela cidade. O primeiro ocorreu na noite de sexta-feira (30/07), tendo como vítima Gian Rabelo Domingues, 17 anos, e o segundo na madrugada de sábado (31/07), quando Clarissa Sonciarai dos Santos, 14, foi agredida até a morte com chutes na cabeça, por várias adolescentes.

Segundo o titular da DP, delegado Marcos Antonio Machado, todos os envolvidos serão intimados a comparecer na Delegacia, nos próximos dias, para prestarem esclarecimentos.

Fonte: Ascom PC