Rádio WNews

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Inter 4 x 1 Grêmio (Final do Gauchão 2014) parte 71

NPC

Falta pouco mais de um mês para o 20º Curso Anual do NPC

1 de outubro de 2014
    CHARGE DE SEMANA


    .
PERFIL DESTA EDIÇÃO

Mafalda completa 50 anos!

NPC INFORMA

Festival de Cinema do Rio exibe filmes sobre a ditadura

DE OLHO NA MÍDIA

MPF de São Paulo move ação contra SBT por violação de direitos humanos

RADIOGRAFIA DA COMUNICAÇÃO SINDICAL

Revista do Brasil chega à 100ª edição

DEMOCRATIZAÇÃO DA COMUNICAÇÃO

Sancionada a Lei de apoio às rádios e TVs comunitárias no Rio

DEMOCRATIZAÇÃO DA COMUNICAÇÃO

O drama do jornalismo, esse mercado de notícias

DEMOCRATIZAÇÃO DA COMUNICAÇÃO

Diálogos pela mídia livre

[Por Rita Freire, jornalista e da Ciranda Internacional da Comunicação Compartilhada, SP] A quarta edição do Fórum Mundial de Mídia Livre (FMML) ocorrerá em março de 2015, na Tunísia, em estreita conexão com o Fórum Social Mundial, programado para 24 a 28 daquele mês, e terá como contribuição aproximar organizações e movimentos sociais dos temas e práticas da comunicação independente. A contribuição brasileira ao FMML é aguardada, tem sido presente e precisa ser construída para a edição 2015. Estão na pauta muitos dos temas que preocupam as sociedades de todo o mundo: a essencialidade do acesso aos meios e aos códigos, a liberdade e diversidade de expressão, a regulação do setor, os princípios para uma internet neutra, a violência contra jornalistas e comunicadores(as), a censura aos assuntos que contrariam poderes e religiões, o uso da mídia para criminalização das lutas, protestos, vozes dissidentes e movimentos sociais. São assuntos que, de tanto se repetirem em diferentes debates e lugares, passaram a figurar na proposta de uma carta mundial da mídia livre, hoje em construção. Por ser em São Paulo, mas referir-se a um processo brasileiro, é importante que o seminário do FSM, além da transmissão online, tenha oportunidades de participação à distância. Por isso, é possível que a reunião sobre o FMML tenha conexão com participantes de outros estados (existe a proposta de uma conexão com o curso do NPC, no final do dia 7). O FMML nasceu em 2009 aproximando duas construções do movimento de comunicação. Uma delas vinha dos projetos compartilhados do FSM, em que as mídias alternativas e desenvolvedores de tecnologias livres se reuniam para empreender ações midiáticas coletivas, como um modo de resistência à cobertura das mídias de mercado. Era também um modo de promover novas ideias e conceitos para a comunicação. A prática coletiva se transformou em ambiente de articulações e levou à proposta de um seminário internacional. O outro processo desencadeador foi o FML, o Fórum de Mídia Livre brasileiro, que, após um bem sucedido evento nacional no Rio de Janeiro, em 2008, encaminhou-se para uma etapa mundial. Sua agenda ia de políticas públicas de apoio às mídias livres às articulações com mídias e redes parceiras em outros países. Leia a íntegra da matéria em nossa página.
DE OLHO NA VIDA

Espírito Santo: Salta para onze o número de mortes no setor de Rochas

PROPOSTA DE PAUTA

Com cerca de 8 milhões de votos, sociedade pede constituinte

DE OLHO NO MUNDO

Organizações sociais argentinas celebram freio à Monsanto em Córdoba

MEMÓRIA

O outro Julio Cortázar

[Por Rosângela Ribeiro Gil, jornalista sindical de São Paulo] Jaime Galarza Zavala, escritor, poeta e jornalista equatoriano, escreveu um artigo para o site América Latina em Movimento, sobre o centenário do nascimento do escritor argentino Julio Cortázar, alcançado em 26 de agosto último. Segundo ele e ironicamente, nesta comemoração se vê uma copiosa chuva de flores ao argentino, falecido há 30 anos. E diz que o próprio teria sorrido amavelmente ante esse acúmulo de homenagens, seguro que, em vida, muitos desses apologistas teriam lhe virado as costas e acusado-o de ser complacente com a violação de direitos humanos por parte do que chamam de “ditadura castrista”. Zavala fala que “esse gênio argentino da literatura mundial foi um homem que, sem militar em qualquer partido, sentiu nas profundezas do seu ser, o coração da revolução e insurgência. Assim, a seu modo, percorreu países, em protesto contra as ditaduras que assolaram a América Latina e expressando solidariedade com todos os rebeldes, os manifestantes perseguidos ou presos”. E prossegue no ensinamento: “Assim, em janeiro de 1973, ele estava em Quito para visitar em sua cela imunda Penal Garcia Moreno Jaime Galarza escritor cuja poesia e cujos livros, em especial “A Festa do Petróleo”, suscitaram reações incendiárias contrárias aos versos. Da capital equatoriana, Cortázar viajou para a Argentina para visitar, na prisão, seu querido amigo e poeta Francisco Urondo. Tal visita não foi permitida, fazendo com que Cortázar revidasse publicamente com “Carta muita aberta para Paco Urondo”, mostrando não só o seu espírito de solidariedade, mas condenando a ditadura militar que sangrou seu país. Posteriormente, em janeiro de 1976, Julio Cortázar se converteu num dos principais promotores do Tribunal Russell 2, reunido em Roma, a qual julgou e condenou os crimes das ditaduras dos generais Jorge Videla, na Argentina, e Augusto Pinochet, no Chile. Zavala, em sua homenagem, dá uma bela mostra do espírito insurgente de Julio Cortázar, transcrevendo seu poema dedicado ao comandante Ernesto Che Guevara. Leia o poema.
ARTIGOS

Faltam Aloysios no jornalismo, dizem colegas em relançamento de livro

DICAS

Trabalhos do Laerte estão em exposição em São Paulo

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PARA BAIXAR: “Sejamos todos feministas”, de Chimamanda Adichie

PÉROLAS

Por Emma Watson, em evento na ONU

Edição 279
Para jornalistas, dirigentes, militantes e assessores sindicais e dos Movimentos Sociais
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Coordenação: Vito Giannotti
Edição: Claudia Santiago (MTB 14.915)
Redação: Claudia Santiago Colaboraram nesta edição: Eric Fenelon (RJ), Sheila Jacob (RJ), Rosângela Gil (SP), Sergio Domingues (RJ), Tatiana Lima (RJ), Junior Eler (ES).

Mensagem para Paulo Furtado

Caro Paulo Roberto,
muito obrigada pelo apoio e cuidado para com o trabalho de Ana Amélia!
Ela trabalhará incansavelmente para atender às expectativas de todos os gaúchos e gaúchas.
E conta contigo nesta caminhada.
Grande abraço

Jorn. Anna Fonseca
Comunicação e Imprensa / Coligação Esperança que Une o Rio Grande
Em 29/09/2014 16:13, Site Ana Amélia Lemos Governadora escreveu:
Contato via Site do Ana Amélia Lemos Governadora

Nome: Paulo Roberto da Silva Furtado
Email: jornalnegritude@yahoo.com.br
Telefone: 5481431164
Assunto: Felicidades
Mensagem: Estamos juntos na luta. Até a vitória. Um abraço
Data e Hora: 29/09/2014 16:13:15

 

CEERT

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Boletim CEERT - Ano V - número 50 - Setembro 2014
Política no Brasil
Candidatos à presidência divulgam propostas para a promoção da igualdade étnico-racial
Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB) - os três nomes que lideram as pesquisas eleitorais -são favoráveis às políticas de ações afirmativas contra o racismo...- Leia Mais...
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É preciso aumentar a presença negra nos parlamentos do país
Para alcançar esse objetivo, representantes de diversas correntes do movimento negro brasileiro têm propostas que vão da valorização do voto étnico à reforma política...- Leia Mais...
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Depois dos protestos contra ausência de autores negros na delegação de 2013, o escritor e pesquisador paulista da literatura negra brasileira é um dos cinco autores convidados pelo Ministério da Cultura....- Leia Mais...
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CEERT lança o 7º Prêmio Educar para a Igualdade Racial e de Gênero
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Museu


Museu Afro-Brasileiro da UFBA abre exposição  Pau-Ferro: Uma poética tridimensional de Sérgio Soarez
com obras que unem arte contemporânea e religiosidade

​​
Abertura: 10 de outubro às 18h30
Endereço: Terreiro de Jesus – Faculdade de Medicina da Bahia

Centro Histórico – Salvador

Funcionamento: segunda a sexta, das 9 às 17h

Duração: 10 de Outubro de 2014 à 30 de Janeiro de 2015
Informações: (71) 3283-5540


Obra: Sete gotas de lágrimas no oceano (Sérgio Soarez)

        O Museu Afro-Brasileiro da Universidade Federal da Bahia inaugura no dia 10 de outubro, às 18h30, a exposição Pau-Ferro: Uma poética tridimensional do artista Sérgio Soarez, com curadoria de Justino Marinho
​ e Graça Teixeira​
. São relevos, esculturas e instalações que apresentam explorações estéticas associadas à religiosidade afro-brasileira e ao universo urbano.
O ferro e a madeira, garimpados de lugares inusitados, ruas e feiras de antiguidade, ganham nova forma e valorizam o estilo deste representante da nova geração de artistas negros contemporâneos. Nascido em Salvador, Sérgio Soarez, 45 anos, é um dos destaques do livro A Mão Afro-brasileira – Volume 2, organizado pelo também baiano, Emanoel Araujo, diretor do Museu Afro Brasil (SP), que selecionou duas obras de Soarez admirado com as explorações estéticas e bem articuladas que as obras apresentam.
Pau-Ferro também é resultado da trajetória pessoal do artista que, ao recorrer à representação religiosa,  busca romper com o lugar comum entre o sagrado e o profano. Ogum, o senhor das batalhas, é representado pelos objetos com ferro e Oxóssi, o caçador das matas, pelos objetos com madeira. A junção desses elementos e o uso da técnica da assemblagem, também permite apresentar uma visão contemporânea de outras divindades dos cultos de matriz africana.

  As obras
Para a exposição o artista selecionou 20 obras entre esculturas, instalações, relevos e objetos tridimensionais. Destaque para:
•      Sete Gotas de Lágrimas no Oceano – uma saudação ao mar. A obra representa o elemento água e o poder de transformação. É a relação da água salgada do mar e a lágrima humana. Dimensão: 90 x 78cm. Técnica assemblagem: madeira cerejeira, detalhes em aço inox e cordão de seda;
•      Assentamento - Local que guardam os elementos sagrados de cada orixá. Dimensão: 2,28 x 50 x 63cm. Técnica assemblagem:  cadeira de madeira, serra de aço oxidada e bilros de madeira.
•      Há os que trancam as ruas  - Obra faz um reverência ao Orixá Exú, o Dono dos 7 caminhos. Dimensão: 37 x 31 x 53 cm. Técnica mista:  peça de caminhão de ferro; 7 chaves antigas; três biros de cadeira antiga e um pé de mesa de centro em Ipê; 
•      Ewé - Representação da folha, o elemento vegetal mais importante do Candomblé. Homenagem a Ossain, o orixá das Folhas. Dimensão: 86 x 45 cm. Técnica mista: detalhe de cabeceira de cama Jacarandá e compilação de grades antigas na cor verde, das folhas; 
•      Ofá Real – Ofá significa na língua Yorubá, o arco e flecha, elemento sagrado do Orixá Oxossi, o Deus da caça; Dimensão: 46,5 x 40,5 cm. Técnica mista: arcos de encosto de cadeira em Ipê e detalhes em ferro de portão antigo;
•      O Cara – Uma releitura da ferramenta que representa Ogum, o Senhor das batalhas. O elemento ferro, domínio deste Orixá. A seta aponta a direção a seguir, para o alto. Dimensão: 46,5 x 40,5 cm. Técnica mista: encosto de cadeira em jacarandá, com ferramentas de ferro antigas; 
•      Oxalá – obra dedicada ao orixá Oxalá, o orixá  da Paz, que veste branco. Dimensão: 1,43 x 24 x 24cm. Técnica assemblagem: madeira, campanas de instrumento de sopro e missangas; 
•      Omin - Obra dedica a força das águas doces. Representa a Deusa Oxum, dos rios e das cachoeiras, da riqueza, do ouro e da fertilidade; Dimensão: 42 x 20 x 13 cm. Técnica mista:  pequeno pilão de jacarandá, sustentado por uma antiga pinça de ferro e fios de conta de miçangas amarelas; 
•      Iybaine - Obra dedica a pureza e leveza das Iabás, que são as deusas que comandam diversas forças da natureza. Dimensão: 1,25 x 35 x 35 cm. Técnica mista:  madeira jacarandá e caçarola de cobre com pequenos cilindros de porcelana branca. Com pássaro de madeira. Forração de tecido africano de algodão e fios de contas de miçangas brancas e vermelhas.
 
O artista
         Sergio Soarez é artista plástico, designer de joias e produtor cultural. Em 2013 participou da Exposição Coletiva  Afro como Ascendência, Arte Como Procedência – SESC Pinheiros – SP;  2012 teve suas obras expostas na  Feira Preta – SP com o fotógrafo David Sidnei e 2011 foi convidado da Mostra Afro Brasileira Palmares de Londrina (PR). Foi Coordenador do Departamento de Difusão Cultural – Secretaria Municipal de Cultura de Belo Horizonte  - MG; Educador da FUNDAC, em Salvador (BA) e Coordenador-Instrutor da Oficina de Papel Artesanal do Projeto Axé – Salvador (BA) .

 
Sergio Soarez
Contatos: (71) 8852-3528 ou (11) 9.8628-1323
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