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domingo, 12 de agosto de 2018

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MST


Comunicado nº 63/2018
 São Paulo, 09 de agosto de 2018
 
Estimados amigos/as do MST

Sete militantes dos movimentos populares brasileiros, da FRENTE BRASIL POPULAR, VIA CAMPESINA, MST, MPA, LEVANTE POPULAR DA JUVENTUDE  e CMP, estão há nove dias em greve de fome.

Exigem justiça do STF, para que discutam o ADC, que julga o que já está na Constituição:  ninguém pode ser preso antes que esgote todos os recursos, no direito da Presunção de Inocencia.

Eles irão  permanecer por tempo indeterminado.

No dia 14 de agosto, a Ministra Carmen Lúcia, receberá uma delegação representativa  da sociedade brasileira.


Acompanhe abaixo  as noticias sobre a greve de fome, por tempo intedermidado.

LULA LIVRE!

SECRETARIA NACIONAL DO MST


GREVE DE FOME POR JUSTIÇA NO STF

Militantes de MST, MPA e CMP denunciam ação política do Judiciário para prejudicar Lula

Sete integrantes de movimentos populares do campo e da cidade deflagraram a Greve de Fome por Justiça no STF, em 31 de julho, em Brasília (DF). A manifestação denuncia, além da parcialidade no Supremo Tribunal Federal, a volta da fome e o abandono dos mais pobres, o aumento da violência que ataca, sobretudo, mulheres, jovens, negros e LGBTs, a situação da saúde pública, os desmontes das conquistas dos trabalhadores, entre outras pontos expostos no manifesto divulgado por eles.

Veja matéria completa: 


Frei Sérgio Görgen: greve de fome para voltar à normalidade democrática

Franciscano entra em sua quinta greve de fome pelo fim da miséria do povo


A militância do jovem Sérgio Görgen começou cedo. Aos 14 anos já participava de grupos de jovens da igreja católica. Hoje, aos 62 anos, o Frei Sérgio é dirigente do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) e lembra como sua organização política iniciou-se na época da ditadura militar.

"A ditadura não era tão explícita para quem morava no interior,  para a população em geral. Ela era séria quando alguém se manifestava politicamente", relembra.

A primeira censura ocorreu em 1974, quando sua redação foi selecionada como a melhor da cidade de Taquari, no Rio Grande do Sul. "Só que eles exigiram que eu tirasse uma parágrafo quando eu me referia a [Leonel] Brizola e Jango [João Goulart]".

Anos depois, sua consciência ideológica foi lapidada no seminário franciscano, onde presenciou muitos freis sendo perseguidos, com relatos de tortura. Quando lembra da ditadura do passado, Frei Sérgio consegue fazer paralelos com o presente.

"Naquele período o Judiciário não se envolveu com a perseguição, o Judiciário muitas vezes era o lugar da proteção. A ação era da direita mais violenta e da polícia e do exército. Era muito diferente de hoje, não tinha essa amplitude social que se criou com a onda fascista de hoje", compara.

No passado, a perseguição vinha do Comando de Caça de Comunistas, conhecido como CCC. "Eles mandavam cartas frequentes, eu recebia cartas frequentes deles e outros colegas meus também", conta.

Depois disso, foi uma vida dedicada às lutas rurais e por terra. Neste contexto, Frei Sérgio coleciona cinco greves de fome.

Sobre a última, iniciada há nove dias completados nesta quarta-feira, 8 de agosto, o Frei nega que seja para defender um partido ou grupo político específico. "Partido nenhum e candidatura nenhuma me faria fazer uma greve de fome, nenhuma. Agora, a situação caótica e desgraçada do povo me anima a fazer greve de fome. E é evidente que a solução dos problemas do povo passa pela política, e passa pelo Lula. Ele se tornou o símbolo e uma possibilidade de retomar a esperança do povo".

A penúltima greve foi em dezembro de 2017, com o objetivo de barrar a reforma da previdência. Esta durou dez dias. A terceira foi em 1997, depois do período de seca no Rio Grande do Sul e na iminência da visita do papa João Paulo II ao Brasil.

"Aí, de fato, estávamos no 15º dia quando o papa aportou no Brasil e no 16º dia o Fernando Henrique [Cardoso, presidente] mandou nos atender. Foi criado o Pronaf, a greve foi para solucionar o problema da seca", diz.

O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) existe até hoje, e atua para que as famílias rurais possam investir em sua estrutura de produção e de serviços.
A segunda e maior greve de fome realizada até hoje foi em 1992 e durou 22 dias, depois de um conflito entre policiais e camponeses. Seis pessoas ficaram presas por um ano e oito meses sem julgamento. "Então não tem novidade, o Judiciário está fazendo agora com os pobres o que sempre fizeram. O que agora estão fazendo com o Lula costumam fazer com os pobres sempre", relata Frei Görgen.

Sobre o medo da greve de fome, o Frei afirma sempre existir, mas a vontade de romper a inércia é maior. A primeira greve de fome foi realizada em 1989 e ali o Frei entendeu o peso dessa ferramenta de luta.

"Fizemos uma discussão no acampamento inteiro porque foi uma surpresa ver que todas as pessoas que estavam naquele acampamento, salvo raras exceções, tinham tido períodos longos de fome em suas vidas. Então a fome não era novidade para eles, era transformar algo que já era parte da vida deles em um instrumento político".

Na época, Frei Sérgio e mais cinco companheiros resistiram 16 dias até conseguirem a posse do loteamento pleiteado. "Hoje eu moro num assentamento conquistado naquela greve de fome".

Voltando ao presente, Frei Sérgio acredita que o Brasil tem condições de proporcionar uma vida digna para todos e ressalta que a greve de fome é um instrumento para ajudar o Brasil a voltar à normalidade democrática.

Link da matéria:


Leonardo Soares: conheça o jovem militante que se soma a greve de fome

Conhecido como Alagoas, jovem de 22 anos militante do Levante Popular da Juventude se soma à greve de fome em Brasília

O estudante Leonardo Soares participa do Levante Popular da Juventude desde 2015 e se somou à greve de fome em Brasília que entra nesta quarta-feira (8) em seu nono dia. Aos 22 anos, Soares é o mais jovem militante a aderir à "Greve de Fome por Justiça no STF". O grupo que agora conta com sete pessoas está sem ingerir alimentos desde o dia 31. 

Foi durante um evento realizado pelo Diretório Central da Universidade Federal de Sergipe que Soares conheceu o Levante, durante uma ação de "descomemoração" pelos 50 anos da Rede Globo, conglomerado do setor de comunicação que apoio o golpe contra a Dilma e, antes, a ditadura militar nos anos 60, 70 e 80. Hoje, sua tarefa no movimento é apoiar os secundaristas do seu estado em Alagoas.

Filho único por parte de mãe, Soares foi criado pela família materna. A avó, dona Marli é "Lula até a morte", segundo ele. A casa de sua família foi conquistada graças ao programa Minha Casa Minha Vida.

"Eu vim de uma família de classe média baixa e vi as mudanças ocorrendo na minha vida com os governos progressistas. Eu pude ver com meus olhos a transformação do Brasil, orgulha-se o militante.

Ao ingressar na universidade, Leonardo tinha uma expectativa que o ambiente acadêmico fosse combativo e se decepcionou ao ver como os estudantes não eram levados à reflexão política.

"Na verdade eu via a universidade como os conspiracionistas de direita imaginam, ou seja, um antro de marxistas, mas na verdade não era, essa foi a minha decepção na verdade", afirma.

Ao procurar um espaço de amadurecimento político, encontro o Levante. "O que me atraiu para o Levante foi sua ação política concreta e acho que isso que atrai tantos os jovens para essa organização", comenta.

Três anos depois, neste 2018, Soares faz história ao se somar aos militantes em greve de fome. Ele comenta seu medo em tempos de golpe. 

"O meu maior medo com relação ao golpe é o nosso aniquilamento não só enquanto força política, esquerda organizada, mas nosso aniquilamento enquanto pessoas num país que viveu há pouco tempo a ditadura militar com tantas mortes, perseguições e torturas. Esse é o maior medo de todo militante", disse.

Além disso, Soares já aponto como consequências do golpe o aumento da pobreza, da população em situação de rua e da violência. Ele lembra como nas histórias do passado de seus avós nordestinos como ele, era comum relatos de seca e saques protagonizados por uma população faminta.

"Eu nunca ouvi falar de saques nos sertões ou no agreste por conta de fome, mas eu temo que isso [a fome] volte a abater a população do sertão e do semi-árido do nordeste e outras partes do Brasil", ponderou.

Para ele o que mudou nos governos Lula e Dilma Rousseff (PT) foi não só a retirada de direitos, mas da dignidade do povo. O medo do conservadorismo, no entanto, aponta ele, não deve paralisar o povo.

"Acho que esse medo do avanço do conservadorismo, da burguesia e do imperialismo deve nos fortalecer, foi com essa perspectiva que venho para a greve de fome mostrar que é possível lutar, possível resistir  e vencer", disse.

Há um dia em greve de fome, Leonardo passa bem e está confiante na vitória que consiste na possibilidade do ex-presidente Lula ser candidato à presidência da República.

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