Rádio WNews

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Mário Sergio Novo Treinador do Inter

Inter | 05/10/2009 | 14h56min

Mário Sérgio será o técnico do Inter até o fim do ano
Wanderley Luxemburgo deverá ser contratado em janeiro
Mário Sérgio será anunciado nas próximas horas como novo técnico do Inter. Ele ganhará R$ 500 mil para comandaro time apenas nos últimos 11 jogos da temporada e obter a classificação à Libertadores. Em janeiro de 2010, Wanderley Luxemburgo viria para dirigr a equipe na competição continental. As informações ainda não foram confirmadas oficialmente pelo clube.

Mário Sérgio Pontes de Paiva é um velho conhecido do futebol gaúcho. Como jogador, conseguiu ser campeão brasileiro pelo Inter em 1979 e campeão do mundo pelo Grêmio em 1983. De volta ao Beira-Rio em 1984, colocou as faixas referentes ao título mundial nos ex-companheiros, em uma cena inusitada.

Como treinador, iniciou a carreira em 1987, no Vitória. Depois, teve passagens em clubes como Corinthians, São Paulo, São Caetano e Atlético-MG. Em 2005, assumiu o cargo de diretor de futebol do Grêmio, quando o clube disputou a Série B. Já em 2007, levou o Figueirense ao vice-campeonato da Copa do Brasil.

O último time que Mário Sérgio treinou foi a Portuguesa, no início de 2009. Foi demitido na primeira rodada da Copa do Brasil, em março, após uma derrota para o Icasa, no Canindé. Está há aproximadamente sete meses sem

Sonho antigo para 2010

Wanderley Luxemburgo é um sonho antigo do vice de futebol Fernando Carvalho. Como tem contrato com o Santos até dezembro, não virá agora. Só não foi contratado pelo Inter no meio do ano porque Tite conseguiu se recuperar logo após a decisão da Recopa.

Nesta segunda, o treinador escreveu em seu blog que recebeu convite do Inter e não aceitou por causa do compromisso com o Santos. Porém, deixou claro que é colorado e que "espera que este relacionamento se concretize um dia".

• Acompanhe o dia do Inter ao vivo do Beira-Rio




Em gráfico, a queda de rendimento de Tite no Inter:
Fonte: Zero Hora

Controle de Combustiveis

Brigada Militar utiliza de sistema de cartão para controle de combustível das viaturas
04/10/2009 13:20


Para adotar ações que contribuam, ao mesmo tempo, para a redução de custos e a qualidade dos serviços públicos, a Brigada Militar mantém um controle rigoroso do consumo de combustível de mais de 5,4 mil veículos. Para tanto, foi implantado o sistema de cartão combustível, que possibilita o acompanhamento efetivo do abastecimento e troca de lubrificantes por veículo.

O sistema funciona determinando um valor estabelecido a ser gasto de combustível para cada veículo, através de um cartão com informações como a placa. O valor é estipulado conforme a média de gastos do ano de 2006 a 2009. Ao todo, a Brigada Militar administra gastos mensais de cerca de R$ 2 milhões com combustíveis, que movimentam uma frota que inclui tratores, lanchas, helicópteros e veículos com atividades ininterruptas.

Conforme o capitão João Marcelo, do Departamento de Logística de Patrimônio do Comando-Geral da Brigada Militar, essa iniciativa beneficia o Estado e segue a meta do governo do Estado. "Essas ações têm nos auxiliado a aliar a contenção de gastos à prioridade maior da nossa corporação, que é a segurança à população", disse. Ele destaca, ainda, que o Gerenciamento Matricial da Despesa (GMD) foi peça fundamental para o desenho do processo de controle de gastos com combustíveis.

De acordo com Josefina Coutinho, líder do Grupo de Gestão da Frota do Estado, a cota determinada para combustíveis é em litros. Assim, em caso de aumento de preço, a média do consumo não se altera. Ela explica que as metas são determinadas pelo histórico do abastecimento, levando em conta a oportunidade de redução, verificada na comparação de gastos entre veículos.

O controle é feito quinzenalmente para analisar se foram cumpridas as metas. Cada um dos 35 comandos da BM tem um responsável por controlar e avaliar com os funcionários os casos de extrapolação da meta. Caso aconteça de um comando ultrapassar o valor, este deverá apresentar justificativas à Divisão Técnica.

Outra medida que tem refletido na redução de gastos e melhor conservação dos veículos é a destinação de motorista por carro, em cada turno, ou seja, quatro motoristas por dia. Isso faz com que o próprio motorista acompanhe o consumo de seu veículo, e, na medida em que detectar problemas quanto ao desempenho mecânico, auxilia no cuidado maior com o patrimônio. A menor rotatividade de motoristas também permite a formação de parâmetros mais exatos para os gastos por veículos.

Como funciona o cartão
Usado desde 2007, o sistema atribui a cada veículo do Estado um cartão e a cada motorista uma senha de utilização dos cartões. O abastecimento só pode ser realizado nos postos de combustíveis cadastrados, cabendo ao motorista escolher o posto que ofereça o melhor preço. No caso da Brigada Militar, é o gestor quem indica o local de abastecimento. Assim, pode-se controlar o local do abastecimento e a média de quilômetros que cada viatura faz por litro.

Fonte: Site do Estado

Avaliação da Frutivar

Lideranças avaliam a 1ª Frutivar

A 1° Frutivar encerrou nesse domingo, junto ao Mercado Público de Vacaria. Durante os quatro dias do evento, uma extensa programação foi cumprida, com a presença de personalidades estaduais, nacionais e internacionais.
Integrante do comitê da maçã e organizador da Frutivar, o Deputado Francisco Appio revela que o evento entra definitivamente na história de Vacaria. Para ele, a região necessita de eventos que divulguem as potencialidades do município, como por exemplo, a produção de maçã e pequenas frutas.
Durante a Jornada da alimentação saudável, o médico Protásio Lemos da Luz falou sobre os benefícios da uva no combate a arteriosclerose. Também realizaram palestras os médicos Spencer Camargo e Ferando Luchese.

Rádio Fátima AM (Jornalismo), 05/10/2009, 09h39

Vistia da África do Sul


Parabéns! Você só teve a sua primeira visita de África do Sul.




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Racismo na Bahia

Lucinha:
Já repassamos para o catálogo das mulheres da Bahia.
Um absurdo
Alzira

----- Original Message -----
From: Isabel Ribeiro
Sent: Monday, October 05, 2009 12:00 AM
Subject: Re: Res: Crime de Racismo


A audiência, aconteceu como era esperada, a acusada alegou problemas de saúde e não compareceu, depois do meu depoimento, quando me dirigi a area externa da delegacia, uma resposta, mulheres, amigas, conhecidas, partidárias da mesma causa da mesma luta estavam lá solidárias e cumplices, lembrando da importancia do laço, do coletivo, vamos nos encontrar amanhã, 5/10, segunda-feira, as 17hs em frente ao Ondina Apart Hotel numa manifestação contra o racismo, mais que isso queremos dizer, estamos juntas e somos fortes nessa união.

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Assunto: Crime de Racismo

Aconteceu dia 26/09/09 no Ondina Apart Hotel, estávamos, eu, Isabel Ribeiro, Maria Lúcia Silva e Maria Helena Santos, ambas psicológas do Instituto Amma Psique, São Paulo, numa reunião de trabalho, no restaurante do referido Hotel, já estavamos de saída quando uma mulher branca acompanhada de um homem, começou a falar em alto e bom tom o quanto achava nojento e o quanto detestava o meu cabelo, voltei, peguntei se falava comigo, e ela respondeu, _é com voce mesmo repetindo tudo com raiva, nessa altura Lúcia e Helena que estavam um pouco à frente voltaram pra perguntar o que acontecia, expliquei, diante da perplexidade delas, a mulher repetiu mais uma vez, dessa vez acrescentando_E saiam daqui!, bom esse é o resumo do evento, fomos para a delegacia, fizemos Boletim de Ocorrencia, e a audiencia está marcada para, domingo dia 04 de outubro as 15hs.

Diante do acontecido, fico pensando, no tamanho do mal que enfentamos cotidianamente, e da forma com que tentamos nos proteger, a informação que essa mulher traz, é o lixo racista acumulado embaixo/em cima dessa cidade. Fizemos o que tinha que ser feito, reagimos! acionamos a Lei. Eu espero que esse ato possa ajudar a municiar outras pessoas e que tenha um significado maior, essa dor que nos é impingida....




__._,_.___


Criada no início do processo preparatório da III Conferência Mundial contra o Racismo, essa lista tem como objetivo estabelecer um canal de informação entre as mulheres negras organizadas e a comunidade negra em geral. Serão discutidas questões relacionadas às discriminações de gênero, raça e classe, bem como outros temas de interesse desse comunidade. Utilizando recursos disponíveis na internet, esperamos propiciar um ambiente de trocas de opiniões, planejamento de ações e discussão de políticas públicas para a população negra.
Fazem parte dessa lista as organizações de mulheres negras e pessoas interessadas na discussão dos temas dentro de perspectiva feminista negra.
Pedimos a compreensão de tod@s no sentido de nos ajudar a manter essa importante ferramenta de comunicação dentro de seus propósitos originais

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Inter Demite Tite


Inter rescinde contrato com treinador Tite
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Inter rescinde contrato com treinador Tite

O Internacional rescindiu na manhã desta segunda-feira (05/10) o contrato com o treinador Adenor Bacchi, o Tite. O técnico Tite irá conceder entrevista coletiva, às 14h, na sala de entrevistas do estádio Beira-Rio. Logo após, o vice-presidente de futebol, Fernando Carvalho, fará um pronunciamento para a imprensa no mesmo local.

Morre Mercedes Sosa



Mercedes Sosa
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Este artigo é sobre uma personalidade que morreu recentemente.
Algumas informações relativas às circunstâncias da morte podem mudar rapidamente. segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Haydée Mercedes Sosa

Mercedes Sosa em 1973.
Informação geral
Nome completo Haydée Mercedes Sosa
Apelido La Negra
Data de nascimento 9 de julho de 1935
Origem San Miguel de Tucumán
País Argentina
Data de morte 4 de outubro de 2009 (74 anos)
Gêneros Música folclórica argentina
Instrumentos Voz
Modelos de instrumentos Contralto
Período em atividade 1959 - 2009
Outras ocupações Ativista
Página oficial http://www.mercedessosa.com.ar/
Mercedes Sosa (San Miguel de Tucumán, 9 de julho de 1935 — Buenos Aires, 4 de outubro de 2009)[1] foi uma cantora argentina de grande apelo popular na América Latina. Com raízes na música folclórica argentina, ela se tornou uma das expoentes do movimento conhecido como Nueva canción. Apelidada de La Negra pelos fãs devido à ascendência amerindia (no exterior acreditava-se erroneamente que era devido a seus longos cabelos negros), ficou conhecida como a voz dos "sem voz".

Índice [esconder]
1 Biografia
1.1 Carreira
1.2 Morte
2 Ativismo político
3 Prêmios e honrarias
4 Discografia
5 Filmografia
6 Referências
7 Ligações externas


[editar] Biografia
Mercedes Sosa nasceu em San Miguel de Tucumán, na província de Tucumán, no noroeste da Argentina. Ela tem ascendência mestizo (mistura de europeus com ameríndios), francesa e dos indígenas do grupo Quechua. Em 1950, aos quinze anos de idade, Sosa venceu uma competição de canto organizada por uma emissora de rádio de sua cidade natal e ganhou um contrato para cantar por dois meses nela.

[editar] Carreira
Em 1959 grava seu primeiro álbum, intitulado La voz de la zafra. Em seguida, uma performance no Festival Folclórico Nacional faz com que se torne conhecida entre os povos indígenas de seu país. Sosa e seu primeiro marido, Manuel Óscar Matus, com quem teve um filho, são peças chave no movimento musical da década de 1960 conhecido como nueva canción. Em 1965 lançou o aclamado Canciones con fundamiento, uma compilação de músicas folclóricas da Argentina. Em 1967 faz uma turnê pelos Estados Unidos e pela Europa e obtém êxito internacional. Em 1970 grava Cantata Sudamericana e Mujeres Argentinas com o compositor Ariel Ramirez e o letrista Felix Luna. Em 1971 grava um tributo à cantora e compositora chilena Violeta Parra, ajudando a popularizar a canção "Gracias a la vida". Mais tarde grava um álbum em homenagem a Atahualpa Yupanqui.

Nos anos seguintes, Sosa interpreta um vasto repertório de estilos latino-americanos, gravando tanto com artistas argentinos como León Gieco, Charly García, Antonio Tarragó Ros, Rodolfo Mederos e Fito Páez, quanto com internacionais como Chico Buarque, Daniela Mercury, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Gal Costa, Sting, Andrea Bocelli, Luciano Pavarotti, Nana Mouskouri, Joan Baez, Silvio Rodríguez e Pablo Milanés. Mais recentemente, grava com a colombiana Shakira, cantora latino-americana de maior sucesso no exterior.

Após a ascensão da junta militar do general Jorge Videla, que depôs a presidente Isabelita Perón em 1976, a atmosfera na Argentina tornou-se cada vez mais opressiva. Sosa, que era uma conhecida ativista do peronismo de esquerda, foi revistada e presa no palco durante um concerto em La Plata em 1979, assim como seu público. Banida em seu próprio país, ela se refugiou em Paris e depois em Madri. Seu segundo marido morreu um pouco antes do exílio, em 1978.

Sosa retornou à Argentina em 1982, vários meses antes do colapso do regime ditatorial como resultado da fracassada guerra das Malvinas, e deu uma série de shows no Teatro Colón em Buenos Aires, onde convidou muitos colegas jovens para dividir o palco com ela. Um álbum duplo com as gravações dessas performances logo se tornou um sucesso de vendas. Nos anos seguintes, Sosa continuou a fazer turnês pela Argentina e pelo exterior, cantando em lugares como o Lincoln Center, o Carnegie Hall e o Teatro Mogador.

O repertório de Sosa continuou a ampliar, tendo gravado um dueto com a sambista Beth Carvalho, entitulado "So le pido a Dios", cada uma cantando em seu idioma. Em 1981 gravou o sucesso "Años" com o cantor cearense Fagner. Seu útltimo álbum, Cantora, traz duetos com artistas que são referência na música latino-americana.

[editar] Morte

Mercedes Sosa (sentada) e Cristina Kirchner, em 2005. Kirchner, para quem Sosa fez campanha, declarou luto oficial pela morte da cantora.Sosa faleceu aos 74 anos de idade em 4 de outubro de 2009, às 5h15min (horário local), em Buenos Aires. Ela foi internada no dia 18 de setembro na Clínica de la Trinidad, no bairro de Palermo, por causa de um problema renal. Seu quadro piorou a partir do momento em que teve complicações hepáticas e pulmonares. Em seus últimos dias, foi mantida sedada, respirando com a ajuda de aparelhos. Seu corpo foi velado no Congresso Nacional, em Buenos Aires, e será cremado no cemitério de La Chacarita no dia 5. Uma parte de suas cinzas será espalhada em sua província natal. A outra será colocada em Mendoza, província pela qual havia declarado sentir um grande amor. O restante permanecerá na capital argentina, cidade onde morava há décadas.

A cantora havia trabalhado intensamente até poucas semanas antes de sua morte. Em 2008, havia dito que continuaria cantando "até os últimos dias", como uma cigarra[2]. Antes de todos os jogos de futebol da sétima rodada do Torneio Apertura 2009 foi prestado um minuto de silêncio em homenagem à cantora[3]. A presidenta argentina Cristina Kirchner declarou luto oficial de três dias pela morte de Sosa, e decidiu antecipar o retorno de uma viagem à Patagônia para comparecer ao velório da cantora[4]. Sua morte também foi lamentada pelo chefe de estado venezuelano Hugo Chávez, que declarou que Sosa lhe "iluminou a vida", e por cantores como Shakira[5], Daniela Mercury, Fagner e Wagner Tiso[6]. Os governos do Equador, Chile[7] e Brasil[8] também demonstraram pesar em notas divulgadas à imprensa.

[editar] Ativismo político
Sosa, que sempre foi ativa entre os movimentos peronistas de esquerda, fez oposição ao presidente Carlos Menem e manifestou apoio às eleições de Néstor e Cristina Kirchner.

Sua preocupação sócio-política refletia-se no repertório que interpretava, tendo sido uma das grandes expoentes da Nueva canción, movimento musical com raízes africanas, cubanas, andinas e espanholas marcado por uma ideologia de rechaço ao imperialismo norte-americano, ao consumismo e às desigualdade sociais.

[editar] Prêmios e honrarias
Sosa era Embaixadora da Boa Vontade da UNESCO para a América Latina e o Caribe. Em 2000, ela ganhou o Grammy Latino de melhor álbum de música folclórica por Misa Criolla, feito que repetiria em 2003 com Acústico e em 2006 com Corazón Libre. Sua interpretação de "Balderrama", de Horacio Guarany, fez parte da trilha-sonora do filme de 2008 Che, sobre o lendário guerrilheiro argentino Che Guevara. Seu último álbum, Cantora, encontra-se indicado a três prêmios Grammy Latino.

O obituário de Sosa no jornal londrino The Daily Telegraph afirmou que ela foi "uma intérprete incomparável de obras de seu compatriota, o argentino Atahualpa Yupanqui, e da chilena Violeta Parra". Helen Poopper da agência Reuters anunciou sua morte dizendo que ela "lutou contra os ditadores da América do Sul com sua voz e se tornou uma gigante da música latino-americana contemporânea".

[editar] Discografia
La voz de la zafra (1962)
Canciones con fundamento (1965)
Yo no canto por cantar (1966)
Hermano (1966)
Para cantarle a mi gente (1967)
Con sabor a Mercedes Sosa (1968)
Mujeres argentinas (1969)
Navidad con Mercedes Sosa (1970)
El grito de la tierra (1970)
Homenaje a Violeta Parra (1971)
Hasta la victoria (1972)
Cantata Sudamericana (1972)
Traigo un pueblo en mi voz (1973)
Niño de mañana (1975)
A que florezca mi pueblo (1975)
La mamancy (1976)
En dirección del viento (1976)
O cio da terra (1977)
Mercedes Sosa interpreta a Atahualpa Yupanqui (1977)
Si se calla el cantor (1977)
Serenata para la tierra de uno (1979)
A quién doy (1980)
Gravado ao vivo no Brasil (1980)
Mercedes Sosa en Argentina (1982)
Mercedes Sosa (1983)
Como un pájaro libre (1983)
Recital (1983)
¿Será posible el sur? (1984)
Vengo a ofrecer mi corazón (1985)
Corazón Americano (1985) (com Milton Nascimento e León Gieco)
Mercedes Sosa '86 (1986)
Mercedes Sosa '87 (1987)
Gracias a la vida (1987)
Amigos míos (1988)
En vivo en Europa (1990)
De mí (1991)
30 años (1993)
Sino (1993)
Gestos de amor (1994)
Oro (1995)
Escondido en mi país (1996)
Alta fidelidad (1997) (com Charly García)
Al despertar (1998)
Misa Criolla (2000)
Acústico (2002)
Argentina quiere cantar (2003) (com Víctor Heredia e León Gieco)
Corazón Libre (2005)
Cantora (2009)


[editar] Filmografia
Atriz
Güemes, la tierra en armas (1971), no papel de Juana Azurduy
Ela mesma
Argentinísima (1972)
Ésta es mi Argentina (1974)
Mercedes Sosa, como un pájaro libre (1983)
Será posible el sur: Mercedes Sosa (1985)
Historias de Argentina en Vivo (2001)
La noche del 10" (2 episodios, 2005): Episodio #1.6 e #1.7 TV
Three Voices: Live in Concert (2004)
Historias de Argentina en vivo (2001)
HermanSIC (1 episode, 2000): Episodio de 25 Junho TV
Documentários
The Power of Their Song: The Untold Story of Latin America's New Song Movement (2008)
La imagen de tu vida: Episodio #1.10 (2006) TV
Trilha sonora
Banda sonora (1 episodio, 2008): Episodio #4.11 TV :(canta: "Duerme negrito")
Che: Part Two (2008) (canta: "Balderrama")
Buongiorno, notte (2003) (canta: "Gloria", "La Huida (Vidala Tucumana)")
Composição de músicas
Las dignas mujeres por la dignidad y la vida (2002)
Juan: Como si nada hubiera sucedido (1987)
Mercedes Sosa: como un pájaro libre (1983)
[9]

[editar] Referências
↑ A los 74 años, murió Mercedes Sosa, diario InfoBAE, 4 de outubro de 2009.
↑ Morre a cantora argentina Mercedes Sosa
↑ [1]
↑ [2]
↑ [3]
↑ [4]
↑ [5]
↑ [6]
↑ Mercedes Sosa no IMDb
[editar] Ligações externas
Página oficial
Mercedes Sosa
A música de Mercedes Sosa
Para escutar

Como la cigarra (em espanhol)



Este artigo é um esboço sobre um cantor ou cantora. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.

Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Mercedes_Sosa"
Categorias: Mortes recentes | Cantores da Argentina
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Editorial de Opinião

* A eleição do Diretório Municipal do PMDB foi diputada mais uma vez a chapa de opisição composta pela Vereadora Elisabete Vargas perdeu a disputa interna dentro do partido. Já se fala em coligação com o PP nas próximas eleições, as lideranças políticas se agredem e depois vão de mãos dadas para o poder. pobre do povo que luta e briga por causa de partidos, os politicos nem tão aí para o povo. Alguns até discriminam órgãos de imprensa aqui em nossa cidade como fiquei sabendo que parace que existe somente um jornal em Vacaria e parace que nem online não exite. Somente o Correio Vacariense aliás já vi até materia paga e noticias de uma pessoa ligada a politica parece que trabalha no monopólio da informação somente para um veículo de comunicação de vacaria vai a prestação de contas do seu mandato parlamentar. A Vereadora Elisabete Vargas o qual admiro o seu trabalho tem que rever a sua assessoria e até o seu relacionamento com a imprensa, refletir melhor e socializar mais as informações com todos os segmentos de comunicação que existe em nossa cidade. O Deputado Estadual Francisco Appio é um bom exemplo envia e-mails a todos os órgãos de comunicação e não discrimina ninguém, infelizmente ele que é discriminado por algumas rádios que não permitem o seu espaço pois o mesmo defende a tese de revisão dos pedágios, e uma empresa de pedágios possue 80% espaço publicitário de algumas emissoras de rádio de vacaria.
Paulo Furtado
Editor Blog Jornal Negritude
http://jornalnegritude.blog.terra.com.br

Demetrio Magnoli Lança livro e Questiona o Mito das Raças

Portal Imprensa » Últimas Notícias
Publicado em: 24/09/2009 16:00
Sociólogo Demetrio Magnoli lança livro que questiona o mito das raças

Por Luiz Gustavo Pacete/Redação Revista Imprensa

A rádio Band News FM e a Livraria Cultura realizaram na última quarta-feira (23), em São Paulo, debate em função do lançamento do livro do sociólogo Demétrio Magnoli "Uma gota de sangue", publicado pela Editora Contexto.

A discussão contou com a participação do sociólogo Bolívar Lamounier, do psicanalista Contardo Calligaris, do advogado e membro da Comissão de Assuntos Antidiscriminatórios da OAB/SP José Roberto Militão e com a moderação da jornalista Barbara Gancia.

Os estudiosos falaram sobre a definição de raça no Brasil, a questão das cotas para negros em universidades públicas e o combate ao racismo, tendo como pano de fundo a aprovação pela Câmara dos Deputados do Estatuto da Igualdade Racial, aguardando aprovação do Senado. Temas que permeiam o livro de Magnoli e estarão em pauta nos próximos meses. A discussão teve também os depoimentos do ator Juca de Oliveira e de José Carlos Miranda do Movimento Negro Socialista.

A mídia tem dificuldade constante em lidar com definições, em diversas coberturas veículos e jornalistas são criticados por não tratarem bem temas que demandam maior profundidade e cuidado de apuração. Quando essas definições estão relacionadas a conceitos não esclarecidos a situação é ainda mais complicada. Termos que remetem a uma classificação seja étnica ou social sempre levantam questões do tipo: quando utilizar termos como negros ou brancos, pardos e amarelos, ou índios e mestiços.

Desta vez a mídia não levou a culpa. "Concordo que a mídia tem sido responsável por muitas imprecisões e mentiras, mas num cenário mais amplo e em se tratando de questões raciais ela tem uma função importante de civilização", afirmou Contardo Calligaris quando questionado sobre a cobertura da imprensa em relação ao tema.

Demétrio Magnoli ressaltou que seu livro não trata da política de cotas raciais em universidades, mas aborda a questão da definição e conceito de raça utilizada no mundo. "Não escrevi um livro sobre cotas raciais, mas sim de linguagens, todas as vezes que falamos do assunto acabamos por nomear brancos e negros, parecendo que essas definições foram instituídas pela natureza, quando na verdade elas não são naturais e possuem uma conotação muitas vezes política".

José Roberto Militão, levanta alguns pontos críticos no livro: "A questão é tão delicada que o próprio Magnoli por algumas vezes utiliza definições raciais em seu livro como brancos e negros". O advogado diz ainda que a sociedade tem de abrir os olhos para a questão de diferenças. "O racismo deve ser eliminado pela raiz, e antes dele vêem as definições raciais". Para Calligaris a situação está longe de ser resolvida, e isso só acontecerá quando o ser humano for definido como individuo e não como grupos.

"O componente racial demonstra uma parcela muito pequena se comparada às desigualdades existentes no país, sejam sociais ou educacionais", comentou o sociólogo Bolívar Lamounier. O autor do livro destaca que o país possui um aspecto positivo importante em relação ao assunto.

"O Brasil tem uma singularidade extraordinária, no século 19 quando os Estados Unidos discutiam suas separações raciais e a Europa buscava definições para raças o Brasil trilhou pelo caminho da diversidade e não se dividiu racialmente". O ator Juca de Oliveira fez uma "mea culpa" por não estar atento para as desigualdades que ainda existem e afirmou que o comprometimento deve ser mutuo, pois a cultura "racista" ainda está enrustida na sociedade. "Todos nós devemos observar as desigualdades ao nosso redor para que isso seja definitivamente banido".

José Carlos Miranda, militante do Movimento Negro Socialista ressaltou a luta da entidade em função da queda de conceitos de segregação: "Lutamos para combater a racialização da Sociedade Brasileira, não podemos olhar pessoas com o filtro da raça ou religião", contestou.

Leia mais

- Substituição: Socióloga entra no lugar do colunista Demétrio Magnoli na Folha
Fonte: Portal da Imprensa

Retirada do Projeto que Extingue o Feriado

Retirado projeto que extingue o feriado da padroeira

O Prefeito de Vacaria, Elói Poltronieri adiantou ao Departamento de Jornalismo da Rádio Fátima, que solicitou na última sexta-feira, 02/10, a retirada do projeto de lei, que extingue o feriado municipal de Nossa Senhora da Oliveira, 8 de setembro, da pauta da Câmara de Vereadores. O pedido é da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), que pretende discutir melhor sobre as datas.
Atualmente há três possibilidades. A primeira é que o feriado da padroeira do município continue sendo comemorado no dia 8 de setembro. Outra alternativa, é que seja transferido para o segundo domingo de dezembro, o que possibilitaria a participação de devotos de outras cidades. A terceira opção é transferir o feriado para 8 de dezembro, data em que já foi comemorado o dia da santa.
O Bispo Diocesano, Dom Irineu Gassem destaca que a decisão deve partir da própria comunidade e que a igreja não pretende interferir no debate sobre o feriado da padroeira do município.
Segundo o prefeito, a intenção é reunir representantes da CDL e da diocese para que haja uma definição.

Rádio Fátima AM (Jornalismo), 05/10/2009, 08h19

PMDB de Vacaria tem nova Presidência

PMDB de Vacaria tem nova presidência

Concorreram duas chapas. Uma delas, liderada pelo ex-vereador, Eclair Dumoncel da Rosa, para presidente e Iberê de Mesquita Orsi para vice. A outra, era formada por Domingos Macaroni, para presidente e a vereadora Elizabete Ritter de Vargas para vice.
1.363 filiados estavam aptos para votar. 740, ou seja, 54,3% compareceram às urnas.
Venceu a chapa liderada por Eclair da Rosa, que obteve 381 votos. Domingos Macaroni fez 353, ou seja a diferença foi de 28 votos. Houve ainda três em branco e três nulos.
O novo diretório do PMDB de Vacaria passa a ser formado pelos sete ex-presidentes do partido, o líder da bancada, 20 membros da chapa de Eclair da Rosa e 17 membros da chapa de domingos Macarroni.
O novo Presidente Eclair da Rosa afirma que sua prioridade será buscar a união do partido e da atuação na bancada do PMDB na Câmara de Vereadores. Já o ex-presidente, Marcos Palombini destacou que não está descartada a possibilidade de uma coligação em Vacaria entre PMDB e PP para as próximas eleições municipais.

Rádio Fátima AM (Jornalismo), 05/10/2009, 08h52

Editorial de Opinião

* Ontem assisti o programa da TV Bandeirantes Canal Livre que novamente voltou abordar a questão das cotas raciais para negros no Brasil. O sociológo Demetrio Magnoli defende a mesma tese que eu defendia nos tempos que era do Movimento Negro e quase era surrado e agredido pelos radicais quando eu fala que cota não resolveria o problema da desigualdade racial no Brasil. Eu concordo com o sociológo quando afirma que as cotas interressam somente para lagumas entidades negras que querem fazer um clientelismo eleitoral como MNU - Movimento Negro Unificado que aparece em eventos de forma oportunista como no Quilombo Silva em Porto Alegre com faixas e bandeiras parecendo um partido político negro. Talvez eles queiram as cotas para as elites negras intelectuais do MNU. Talvez apareceram nas políticas de cotas as falsas lideranças negras como Emir da Silva e o atual Vereador de Sapucaia Edson Portilho.
Paulo Furtado
Editor Blog do Jornal Negritude

Nelsinho Piquet Pede Desculpas


Nelsinho Piquet diz que ainda sonha em ser campeão da Fórmula 1


05 de Outubro de 2009 07:39







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SÃO PAULO (Reuters) - Nelsinho Piquet afirmou que ainda sonha em ser campeão da Fórmula 1 e negou que tenha partido dele a ideia de bater de propósito no Grande Prêmio de Cingapura de 2008 para manipular o resultado da corrida.

Ele fez questão de pedir desculpas aos fãs de automobilismo, e afirmou que quer "limpar" essa história logo para concentrar-se em voltar a correr.

"A primeira coisa é admitir o que eu fiz, e agora é me dedicar o máximo possível. Eu sei que vai ser difícil um retorno, mas eu nunca desisti, meu sonho sempre vai ser ser um campeão de Fórmula 1", afirmou Nelsinho em entrevista à TV Globo divulgada na noite de domingo.

O ex-piloto da Renault alega que foi forçado pelo chefe da equipe, Flávio Briatore, e pelo ex-engenheiro-chefe, Pat Symonds, a participar da armação para melhorar sua situação dentro da equipe.

"Na hora deu para entender o que eles estavam tramando. Foi uma conversa e aos poucos eles foram dando a ideia. Falaram: ajudaria a equipe, ajudaria sua situação. E começaram a me convencer aos poucos", afirmou Nelsinho

Após ser suspenso do esporte por cinco anos devido ao envolvimento no escândalo, Symonds afirmou que teria partido de Nelsinho a ideia de bater para favorecer seu então companheiro de equipe, Fernando Alonso, que acabou vencendo a prova. Mas o piloto brasileiro voltou a negar essa acusação.

"Eu não estava com cabeça nem para dizer não para uma história dessas, como é que ia ter cabeça para inventar (isso)", disse ele, explicando que após a prova Briatore bateu nas suas costas e agradeceu.

Briatore foi excluído do esporte pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA), enquanto Nelsinho recebeu imunidade da entidade por ter revelado o caso.

Há uma semana, o tricampeão mundial de Fórmula 1, Nelson Piquet, afirmou que, se o filho tivesse falado com ele antes, jamais teria tido tal atitude, e que Nelsinho foi pressionado pela Renault a bater de propósito.

"Nem passou pela minha cabeça (falar com meu pai). Foi uma coisa tão rápida, com aqueles dois, acho que nunca estive na Renault com os dois na mesma sala, os dois falando comigo", explicou Nelsinho.

"Foi tão duro que nem fui eu que contei (ao meu pai), não tive coragem de falar para ele, porque eu sabia o tanto que tinha sido errado o que eu fiz."

Nelsinho foi criticado por alguns pilotos quando a Fórmula 1 retornou a Cingapura neste ano, logo depois de vir à tona o escândalo, mas afirmou que não está preocupado com o que os colegas dizem e sim em "estar bem com as equipes e não bem com os pilotos, que na pista vai ser guerra o tempo inteiro".

(Reportagem de Camila Moreira)


Fonte: Yahoo