segunda-feira, 5 de julho de 2010

O Som das Meninas

O som das meninas do tambor
A Mulherada percussionista do Brasil
Uma mensagem a todos os membros de O som das meninas do tambor

Encontro de mulheres negras baianas e norte americanas, 9 julho 2010 de 14:00 a 18:00, Local: ITEBA - Mouraria, Rua ao lado do Quartel General da Mouraria Salvador



Esse Encontro objetiva a troca de experiências entre mulheres negras estadunidense. Na oportunidade serão debatidos temas como; a violência contra a mulher, mulher negra no poder, cotas nas universidades, saúde da mulher negra etc

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Pane da Copa Brasil perde para Holanda


03 de julho de 2010 | N° 16385
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DAVID COIMBRA

*
Ideias que derrotam

É o fim da era Dunga.

A frase acima enfeitou os cabeçalhos dos principais jornais do país há exatos 20 anos, quando a Seleção Brasileira, capitaneada por Dunga, foi eliminada da Copa da Itália pela Argentina de Maradona e Canniggia.

Hoje, os mesmos jornais podem ostentar a mesma manchete. Porque, ontem, a Seleção Brasileira, treinada por Dunga, foi batida pela holandesa por 2 a 1, em Port Elizabeth, e ficou de fora das semifinais da Copa da África.

Antes da Copa, Dunga havia ressaltado que, perdendo ou ganhando, o faria de acordo com suas ideias. E foi isso mesmo que aconteceu. Dunga perdeu de acordo com suas ideias e por causa delas.

As ideias de Dunga derrotaram a Seleção no particular e no geral. O particular tem nome, sobrenome e número nas costas: Felipe Melo, o 5, o chamado “Dunga de Dunga”.

Ontem, Felipe Melo foi o personagem do jogo em todas as instâncias. A primeira delas, positiva: aos 10 minutos do primeiro tempo, ele deu um lançamento de Zico pelo meio da defesa da Holanda. A bola viajou rente à grama, rasgando a intermediária na direção do pé direito de Robinho, que se deslocava em diagonal. Robinho bateu de primeira, bem ao se estilo: 1 a 0 para o Brasil.

Seria o ponto alto de um primeiro tempo quase perfeito. Aqueles 45 minutos foram os melhores da Seleção em solo africano. Verdade que a Holanda ajudou postando sua zaga ingenuamente em linha, mas o time brasileiro jogou com consciência, sem pressa como sempre e sendo agudo como nunca. Maicon assomava com perigo das sombras do campo de defesa, Robinho, Daniel Alves e Kaká se deslocavam sem parar e envolviam os holandeses, o Brasil poderia ter até ampliado o marcador antes de descer para o vestiário. Se houve um lance para simbolizar esse primeiro tempo coruscante ele ocorreu aos 45 minutos: Robben recebeu a bola pela direita num contra-ataque, ingressou na área e, quando levantou a cabeça para decidir o que faria, foi acossado por quatro jogadores brasileiros que saltaram sobre ele como guepardos e tomaram-lhe a bola.

O Brasil sabia o que queria e o que devia fazer para obtê-lo.

Então terminou o primeiro tempo.

Depois de 16 minutos de intervalo, tudo foi diferente.

A Holanda voltou a campo como se fosse o velho Carrossel, e o Brasil voltou a campo como se fosse o Brasil da estreia contra a Coreia. Aos sete minutos, a pressão da Holanda deu o primeiro resultado: numa cobrança de falta de Sneijder, Felipe Melo raspou na bola e marcou o primeiro gol contra do Brasil em uma Copa do Mundo.

Aí ficou exposto o erro de Dunga “no geral”. O erro de estratégia. Porque esta Seleção havia sido armada para jogar na hesitação do adversário, jogar com paciência, confiando no poder do seu sistema defensivo, esperando que o inimigo falhasse para então marcar. Mas o que fazer contra um inimigo que não falhava, e mais: contra um inimigo que se igualara no marcador e continuava atacando?

Na sua curta entrevista coletiva após o jogo, Dunga não reconheceu esse erro. Disse que “ninguém prepara um time para perder, e sim para ganhar”. Só que o time do Brasil não estava preparado para ganhar a partir de uma situação adversa.

Foi o que ocorreu no segundo tempo. O segundo tempo, para o Brasil, foi todo adverso. A Holanda trocava passes com rapidez e competência, baseada, sobretudo, na habilidade de Sneijder, escolhido pela Fifa o melhor em campo, e De Jong, um meio-campista que deve orgulhar seu conterrâneo Cruyff. Esses dois, muito mais do que a estrela Robben, deixaram tontos os volantes brasileiros.

Nas arquibancadas, a torcida holandesa, em evidente maioria, como que sentia a evolução de sua seleção e cantava coros acima das vuvuzelas. Aos 22 minutos, um escanteio foi cobrado da direita, Kuyt cabeceou para trás e Sneijder testou para dentro do gol brasileiro: 2 a 0.

Se já era difícil para o Brasil durante o empate, agora a impressão era de que a tragédia estava completa. Não estava. Aos 28, Felipe Melo fincou as travas da chuteira na perna de Robben e conseguiu o que vinha tentando desde o começo da Copa: foi expulso.

O resto do jogo ficou fácil para a Holanda. No fim, os holandeses brincavam com a festejada defesa brasileira, entrando livres na área como se aquilo fosse futebol de praia, não uma Copa do Mundo. Só não fizeram o terceiro por deboche. Uma pequena humilhação para a Seleção Brasileira.

Os jogadores do Brasil não desceram, rastejaram de volta para o vestiário. De lá só saíram depois de uma hora e cinco minutos de choro convulsivo.

– Eles não param mais de chorar – contou o assessor Rodrigo Paiva.

– Diferente de 2006, Rodrigo? – perguntou um jornalista.

– Nem comparação!

Em sua coletiva, Dunga ressaltou esse sentimento dos jogadores.

– É só olhar para eles para ver como estão abalados – disse.

Dunga, ao contrário, mostrou-se em paz. Não culpou ninguém, nem Felipe Melo. Revelou que não continuará na Seleção. Garantiu não saber qual será seu futuro no futebol. Disse tudo isso com calma, quase leveza. Dunga já sofreu derrotas piores. A mais dolorida delas justamente há 20 anos, quando os jornais noticiaram que a era que levava seu nome havia chegado ao fim.

Não havia.

Quatro anos depois, como se sabe, Dunga levantou a taça nos Estados Unidos. Uma nova Era Dunga, portanto, nunca é impossível.
Fonte: Zero Hora

Júlio Cesar Mascarado



Dom 04 de Jul 16:58 BRT
O máscara da Seleção

Por Neto (direto de Joanesburgo)

Sei que o que vou falar vai causar polêmica, afinal o sujeito é ídolo do Flamengo e indiscutivelmente trata-se do maior goleiro do mundo da atualidade. Mas o Julio Cesar se comportou nessa Copa como um baita de um mascarado. Na verdade já faz tempo que ele mete a mala pra cima da imprensa e de torcedores. Não atende ninguém. Tá louco!

Que eu tenha visto ele foi o único que chorou copiosamente após a eliminação. E não vou questionar aqui a verdade naquela atitude. Até porque acho que foi de verdade. Ninguém teria o coração de pedra para fingir tal ação. Mas o Julio precisou falhar em um lance decisivo e ser eliminado da Copa para parecer um ser humano normal. Desses que sofrem, que choram. Quando passava batido pelos repórteres e ignorava torcedores em hotéis e estádios, ele parecia o rei da cocada preta.

Mas beleza! Essa Copa desmascarou muita gente. Esse rapaz é um profissional dos melhores. Não tenho um "A" pra falar dele. Mas na parte comportamental ele deixou a desejar. Assim como o Dunga em boa parte dos momentos. A vida ensina a gente em vários momentos.

Quando defendia o gol do poderoso Flamengo, ele não tomava essas atitudes. Porque será?

Alemanha golea Argentina




04 de julho de 2010 | N° 16386
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ARGENTINA
Alemanha dá de goleada

No confronto entre um futebol mais coletivo e outro de individualidades mais rutilantes, prevaleceu a Alemanha que, com uma goleada por 4 a 0, definiu a partida contra a Argentina, pelas quartas de final, na Cidade do Cabo, e avançou para as semifinais. E nem as jogadas habilidosas faltaram aos vitoriosos alemães.

Foi uma surpresa muito grande esse primeiro gol, até para os alemães, que dificilmente imaginariam algo tão bom logo aos 3 minutos. Schweinsteiger cobrou falta e Müller se meteu rápido pelo meio da área. Mesmo marcado, conseguiu desviar a bola de cabeça para enganar Romero e colocar sua seleção em vantagem. Müller, o jovem meia goleador da Alemanha, que já havia marcado duas vezes contra a Inglaterra, nas oitavas, pôde finalmente satisfazer um desejo: estava apresentado para Diego Maradona. Em março deste ano, num amistoso entre as duas equipes, Maradona havia confundido o jogador com um gandula. Pois agora, com a bola nas redes, o famoso técnico argentino sabia bem quem ele era.

Afora esse lance, porém, o primeiro tempo não ofereceu maiores emoções para a torcida. A Alemanha predominou com um futebol compacto, de forte marcação, que se impunha ao meio-campo argentino, onde Mascherano aparecia como um volante isolado da linha mais adiantada de marcação. O trabalho de criação recaía sobre Messi, que, submetido a uma marcação dupla e sem melhor assistência dos companheiros, pouco podia fazer.

Os times não mudaram para o começo do segundo tempo, mas a disposição dos sul-americanos, sim. Mais adiantada no campo, com mais velocidade nas jogadas, a Argentina forçava o ataque. A Alemanha, acalmada pelo 1 a 0, esperava. Sim, aguaradava por um espaço que em algum momento os argentinos teria de oferecer. Aí, trataria de atacar com rapidez e precisão para liquidar o jogo de vez. Assim era a estratégia dos times. E desse modo os alemães confirmaram a vitória. Veio o gol de Klose, goleador agora com 14 gols em Copas, e o mais bonito, o terceiro. Schweinsteiger fez a fila pelo lado esquerdo do ataque, entrou na área e esticou a bola para Friedrich completar. A Argentina estava batida, tal qual o Brasil na véspera. Tudo terminado? Não. Klose ainda faria o quarto gol. Agora sim.

Fonte: Zero Hora

Adios Maradona

A desclassificação da Argentina foi um prêmio de consolação para nós brasileiros. Apesar que a Argentina fez uma boa Copa mas falhou na hora decisiva contra uma grande seleção da Alemanha. Tanto a Holanda como a Alemanha estão demonstrando organização tática e objetividade nas conclusões. Tanto Argentina como o Brasil fizeram apostas em treinadores sem experiência na parte do comando técnico e pagaram caro por isso. Na minha opinião a Seleção da Holanda e Alemanha são favoritas talvez repitam a final de 1974. Argentina paga o preço de uma copa comprada em 1978 na própria Argentina, da mão de Deus de Maradona em 1986 e da água batizada em 1990 oferecida ao lateral brasileiro Branco. Quem fez trapaça para a conta lá na frente.

Morte de Frentista em Blitz


Polícia | 04/07/2010 | 22h50min

Polícia investiga morte de frentista durante blitz de trânsito em Caxias do Sul
Sidnei Marcelo Gross não teria obedecido ordem de parar moto e teria levado um tiro nas costas no bairro São José, na noite deste domingo
Adriano Duarte | adriano.duarte@pioneiro.com

A polícia de Caxias do Sul investiga a morte do frentista Sidnei Marcelo Gross, de 25 anos, ocorrida na noite deste domingo. Gross teria levado um tiro durante uma abordagem da Brigada Militar (BM) por volta das 20h30min. O rapaz teria sido baleado por um brigadiano, porque não teria obedecido à ordem de parar sua moto em uma blitz em frente ao Posto Petrotrech, na Perimetral Norte, no bairro São José. Gross pilotou a moto por alguns metros antes de cair perto de um canteiro na Rua Ludovico Cavinatto, que dá acesso aos pavilhões da Festa da Uva.

O industriário Paulo Alexandre Gonçalves, 19, que estava na carona da moto, quebrou a clavícula na queda. O nome do policial que efetuou o disparo não foi divulgado pela BM. A morte revoltou amigos e frequentadores do posto, que afirmam que o brigadiano atirou à queima-roupa e sem necessidade.

Gross se divertia no posto na companhia de amigos quando decidiu ir jantar em uma lanchonete nas proximidades. Naquele momento, pelo menos quatro policiais abordavam motoristas no estabelecimento. Segundo Charles Bertuol, 21, amigo da vítima, Gross arrancou a moto e passou por trás de um guincho que estava ali para recolher os veículos irregulares. Sidnei foi seguido por dois amigos em outra moto.

Quando a dupla de motos passou pelo guincho, testemunhas dizem que um PM teria ordenado que o frentista parasse. O rapaz não teria ouvido, saiu do posto e entrou na perimetral, seguindo em direção aos pavilhões. O policial, então, se posicionou na faixa. Em seguida, atirou contra a moto de Gross que estava alguns metros adiante.

O disparo atingiu as costas do frentista. Gross conseguiu pilotar por cerca de 200 metros antes de cair, segundo contou um adolescente de 17 anos, que estava na carona da outra moto. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e fez o primeiro atendimento dentro da ambulância. O frentista, porém, morreu enquanto recebia o socorro. Paulo foi medicado no Postão 24 horas e passa bem.

O comandante interino do 12º Batalhão de Polícia Militar (12º BPM), capitão Jorge Emerson Ribas, ainda não tinha detalhes da ocorrência na noite de domingo. Disse que iria conversar com os policiais envolvidos. O oficial deve se manifestar sobre o caso na manhã desta segunda-feira.

— Vamos instaurar um IPM (Inquérito Policial Militar) para apurar a morte. Não tenho como fornecer maiores informações porque ainda não sei o que aconteceu — disse Ribas.

Gross trabalhava havia cerca de 30 dias em um posto de combustíveis na Rua Marechal Floriano, no Centro.

Fonte: Zero Hora

domingo, 4 de julho de 2010

Comunicado aos Blogs

Prezados,



A partir do dia 03.07, sábado próximo, terá início o período eleitoral, quando, por determinação do TSE, não mais poderão estar acessíveis ao público quaisquer suportes utilizados como meios de divulgação que possuam a logomarca do Governo Federal "Brasil um País de Todos". Com isso, pedimos que, até esta quinta-feira, dia 1º de julho, sejam retirados de seus blogs e sítios da internet materiais que contenham o teor acima citado (inclusive matérias). Placas e peças gráficas impressas que possuam a logomarca do governo federal deverão ser cobertas com uma tarja branca ou retiradas do local exposto.



Esta orientação vale até o final do período eleitoral.



Segue em anexo documento com outras orientações para comunicação no período eleitoral, o qual deverá guiar nossas ações durante o mesmo.



É importante destacar que o descumprimento de qualquer uma das orientações constantes deste documento (elaborado a partir de informações colhidas junto à SECOM-PR e ao TSE) compreenderá em responsabilizar diretamente o MinC pela infração da legislação eleitoral brasileira.



Colocamo-nos à disposição para mais informações e/ou dúvidas que se fizerem necessárias.



Atenciosamente,





Comunicação

Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural

Ministério da Cultura

61 2024 2379

identidadecultural@cultura.gov.br

www.cultura.gov.br/diversidade