Polícia Civil prende assaltantes de ônibus na Capital
20/08/2009 10:44
Agentes da 20ª Delegacia de Polícia (DP) de Porto Alegre efetuaram a prisão de dois foragidos da Justiça na manhã desta quinta-feira (20/08). Os policiais cumpriram mandado de prisão preventiva, expedido pela 5º Vara do Fórum Central, por roubo a ônibus.
Segundo informações da polícia, os indivíduos, "Moicano”, de 20 anos, e "Diguinho", de 18, foram reconhecidos pelas vítimas em vários assaltos praticados no Morro Santa Tereza.
Os foragidos serão encaminhados ao Presídio Central de Porto Alegre.
Fonte: Ascom/ PC
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Pelotas Volta a Primeira Divisão em 2010


19/08 Tudo está no seu lugar
Após cinco anos na Segundona, Pelotas volta à elite do futebol Gaúcho e será o único representante da cidade e da zona sul do estado no Gauchão 2010.
18/08 Torcedores organizam carreata
Torcida áureo-cerúlea organiza carreata para promover a partida das 15h contra o Riograndense. A saída está programada para às 11h30min em frente ao estádio da Boca do Lobo.
Fonte: Pelotas
Tunel do Tempo - Natalie Wood
A Misteriosa Morte de Natalie Wood
O diretor Peter Bogdanovich (A Última Sessão de Cinema) traz a biografia da atriz Natalie Wood.
Ficha Técnica
Elenco
Sinopse
Críticas
Pôsters
Imagens
Premiações
Curiosidades
Ficha Técnica
Título Original: The Mystery of Natalie Wood
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 172 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2004
Site Oficial: http://abc.go.com/movies/themysteryofnataliewood.html
Estúdio: Von Zerneck Sertneer Films / Cypress Point Productions
Distribuição: ABC
Direção: Peter Bogdanovich
Roteiro: Elizabeth Egloff, baseado em livros de Suzanne Finstad e Warren G. Harris
Produção: Richard Fischoff e Randy Sutter
Música: Richard Marvin
Fotografia: John Stokes
Desenho de Produção: Lawrence Eastwood, Glen Johnson, Faith Robinson e Mark Bergman
Direção de Arte: Scott Bird
Figurino: Terry Ryan
Edição: Scott Vickrey
Elenco
Justine Waddell (Natalie Wood)
Michael Weatherly (Robert Wagner)
Matthew Settle (Warren Beatty)
Colin Friels (Nick Gurdin)
Robert Taylor (Nicholas Ray)
Alice Krige (Maria Gurdin)
Stephen Anderton (Dennis Davern)
David Baldwin (William Goetz)
Natalie Bassingthwaighte (Marion Marshall)
Anthony Benson (Eddie Canaveri)
Dion Bilios (Anthony Sakal)
Nick Carpenter (James Dean)
Amanda Crompton (Marilyn Wayne)
Jeremy Cumpston (John Payne)
Rebecca Davis (Maya Plasetskaya)
Jarrod Dean (Dennis Hopper)
Lewis Fitz-Gerald (Dr. Thayer)
Malcolm Kennard (Christopher Walken)
Barry Langrishe (Jack Warner)
Mark Lee (William Russell)
Phillip Lye (Joseph Mankiewicz)
Christine McClure (Audrey Christie)
Sophie Mentis (Margaret O'Brien)
Sophie Monk (Marilyn Monroe)
Paul Pantano (Sal Mineo)
Christopher Pate (Elia Kazan)
Rachel Scrobie (Joan Collins)
Elizabeth Rice (Natalie Wood - adolescente)
Grace Fulton (Natalie Wood - criança)
Margaret O'Brien
Robert Vaughn
Lana Wood
Sinopse
Fim de semana do dia de Ação de Graças, 28 de novembro de 1981, Ilha Catalina, Califórnia. Neste dia morria uma famosa estrela de cinema, que nasceu como Natasha Gurdin e se consagrou como Natalie Wood (Justine Waddell). Desde de cedo Maria Gurdin (Alice Krige), sua mãe, preparou a filha para entrar no meio cinematográfico. Quando era criança ela já atuava e era controlada com mão de ferro por Maria, que queria ver sua filha famosa no mundo inteiro, pois uma cigana tinha previsto isto e também que sua filha deveria evitar a água, pois ali correria um risco mortal. A trajetória de Natalie Wood é narrada de forma dramatizada e também documental, através de várias pessoas que conviveram com ela.
Pôsters
- Sem cartazes.
Imagens
- Clique nas imagens para vê-las ampliadas em uma nova janela.
Premiações
-
Curiosidades
- Feito para a TV americana.
Críticas
nota Resumo
9
Cris (Crítica do Leitor): "O filme é dramático com um pouco de misticismo." Texto completo
10
Érika (Crítica do Leitor): "O fime é esplêndido." Texto completo
9
Patrícia Nickhorn e Silva (Crítica do Leitor): "Achei fantástica a interpretação da atriz Justine Waddell." Texto completo
Envie sua própria crítica sobre este ou
qualquer outro filme clicando aqui!
O diretor Peter Bogdanovich (A Última Sessão de Cinema) traz a biografia da atriz Natalie Wood.
Ficha Técnica
Elenco
Sinopse
Críticas
Pôsters
Imagens
Premiações
Curiosidades
Ficha Técnica
Título Original: The Mystery of Natalie Wood
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 172 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2004
Site Oficial: http://abc.go.com/movies/themysteryofnataliewood.html
Estúdio: Von Zerneck Sertneer Films / Cypress Point Productions
Distribuição: ABC
Direção: Peter Bogdanovich
Roteiro: Elizabeth Egloff, baseado em livros de Suzanne Finstad e Warren G. Harris
Produção: Richard Fischoff e Randy Sutter
Música: Richard Marvin
Fotografia: John Stokes
Desenho de Produção: Lawrence Eastwood, Glen Johnson, Faith Robinson e Mark Bergman
Direção de Arte: Scott Bird
Figurino: Terry Ryan
Edição: Scott Vickrey
Elenco
Justine Waddell (Natalie Wood)
Michael Weatherly (Robert Wagner)
Matthew Settle (Warren Beatty)
Colin Friels (Nick Gurdin)
Robert Taylor (Nicholas Ray)
Alice Krige (Maria Gurdin)
Stephen Anderton (Dennis Davern)
David Baldwin (William Goetz)
Natalie Bassingthwaighte (Marion Marshall)
Anthony Benson (Eddie Canaveri)
Dion Bilios (Anthony Sakal)
Nick Carpenter (James Dean)
Amanda Crompton (Marilyn Wayne)
Jeremy Cumpston (John Payne)
Rebecca Davis (Maya Plasetskaya)
Jarrod Dean (Dennis Hopper)
Lewis Fitz-Gerald (Dr. Thayer)
Malcolm Kennard (Christopher Walken)
Barry Langrishe (Jack Warner)
Mark Lee (William Russell)
Phillip Lye (Joseph Mankiewicz)
Christine McClure (Audrey Christie)
Sophie Mentis (Margaret O'Brien)
Sophie Monk (Marilyn Monroe)
Paul Pantano (Sal Mineo)
Christopher Pate (Elia Kazan)
Rachel Scrobie (Joan Collins)
Elizabeth Rice (Natalie Wood - adolescente)
Grace Fulton (Natalie Wood - criança)
Margaret O'Brien
Robert Vaughn
Lana Wood
Sinopse
Fim de semana do dia de Ação de Graças, 28 de novembro de 1981, Ilha Catalina, Califórnia. Neste dia morria uma famosa estrela de cinema, que nasceu como Natasha Gurdin e se consagrou como Natalie Wood (Justine Waddell). Desde de cedo Maria Gurdin (Alice Krige), sua mãe, preparou a filha para entrar no meio cinematográfico. Quando era criança ela já atuava e era controlada com mão de ferro por Maria, que queria ver sua filha famosa no mundo inteiro, pois uma cigana tinha previsto isto e também que sua filha deveria evitar a água, pois ali correria um risco mortal. A trajetória de Natalie Wood é narrada de forma dramatizada e também documental, através de várias pessoas que conviveram com ela.
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9
Cris (Crítica do Leitor): "O filme é dramático com um pouco de misticismo." Texto completo
10
Érika (Crítica do Leitor): "O fime é esplêndido." Texto completo
9
Patrícia Nickhorn e Silva (Crítica do Leitor): "Achei fantástica a interpretação da atriz Justine Waddell." Texto completo
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Porto Alegre na Primeira Divisão do Gauchão 2010

19/08/2009
Porto Alegre vence Cerâmica e está na primeira divisão do futebol gaúcho
Time da zona Sul da Capital fez 2 a 0 e classificou-se antecipadamente para a divisão principal do futebol do Rio Grande do Sul.
O Porto Alegre está na primeira divisão do futebol gaúcho. Com um futebol consciente e de muita aplicação tática, o time da zona sul da Capital venceu, nesta tarde, em Gravataí, a equipe do Cerâmica por 2 a 0. Mais uma vez o iluminado Hyantony, o artilheiro das decisões, e o centroavante Adão, goleador do campeonato com 17 gols deram a vitória ao Porto Alegre que se classificou à elite do futebol gaúcho com uma rodada de antecipação.
Desde os primeiros minutos de partida o Porto Alegre tomou a iniciativa do jogo, marcando no campo do adversário, mantendo a posse de bola, e atacando pelos flancos com Jackson, pela direita, e Cristiano pela esquerda. O meio campo tinha a segurança de Caio e as triangulações do volante Dê e do meia Gabriel Davis. Os atacantes Adão, Hyantony e Tiago Correa davam trabalho a boa zaga do Cerâmica. Foram várias as finalizações e situações de gols perdidas pela equipe da zonal Sul da Capital.
O primeiro gol estava amadurecendo. Até que aos 24 minutos da primeira etapa o volante Dê, de grande atuação, veio de trás com a bola dominada e, como elemento surpresa entrou na área e cruzou na cabeça do artilheiro Hyantony que não perdoou. Gol do Porto Alegre, para delírio de sua pequena, mas barulhenta torcida presente no estádio Vieirão. O primeiro tempo terminou assim: 1 a 0 Porto Alegre.
Na segunda etapa o time do técnico Lisca voltou com precauções na marcação e com o objetivo de sair para o jogo nos contra-ataques. O Cerâmica veio para cima, mas parou nos excelentes zagueiros Rodrigo Santos e André, e na segurança do goleiro Marasca.
Consistência
Com o adversário atacando já sem tática e no desespero para empatar a partida, o treinador Lisca resolveu dar mais consistência a marcação e colocou o zagueiro Cícero, no lugar do articulador Gabriel Davis, o volante Douglas, no lugar do atacante Tiago Correa, e o meia Tuta substituiu o goleador Hyantony.
As modificações de Lisca surtiram o efeito pensado e desejado. Mesmo pressionado e jogando num campo castigado pelas chuvas que assolaram o Estado, o Porto Alegre jogando no contra-ataque teve muitas oportunidades para ampliar o placar. E foi num desses contra-ataques que o goleador Adão decretou a ascensão do clube a divisão principal do futebol do Rio Grande do Sul. Aos 28 minutos, o centroavante recebeu um passe de Cristiano dentro da área e chutou forte no canto esquerdo, sem chances para o goleiro Donizete. Gol! Porto Alegre 2 a 0. A partir do gol o time da Capital administrou o jogo mantendo a posse de bola.
O valente e ótimo time do Cerâmica seguiu pressionando desordenadamente, mas o Porto Alegre defendeu-se com inteligência e garra, e manteve-se firme em todos os setores. O árbitro deu três minutos de acréscimos, o tempo parecia não passar. Até que finalmente apitou o final da partida. Festa dos jogadores, comissão técnica e torcedores. O caçula Porto Alegre subiu para primeira divisão.
Agora o time da zona Sul da Capital enfrenta o Pelotas que venceu o Riograndense por 3 a 1, na Boca do Lobo, em Pelotas, e também estará na elite do futebol gaúcho em 2010. A partida será realizada no próximo domingo, dia 23 de agosto, às 15 horas, no Parque Lami, e definirá o campeão da segundona gaúcha.
Após a partida, o técnico Lisca enalteceu o desempenho dos jogadores durante a partida, e disse que a meta traçada foi cumprida. “Estão todos de parabéns. No início da competição traçamos o objetivo de colocarmos o Porto Alegre na primeira divisão. Conseguimos, graças a Deus. Os atletas tiveram excelente aplicação tática e foram merecedores da vitória. O clube oferece uma estrutura invejável para participar de qualquer competição”, ressaltou.
Lisca também elogiou o adversário. “O Cerâmica foi um grande adversário e fez um grande campeonato. Agora vamos enfrentar o Pelotas que também é um excelente time para ver quem será o campeão. Na verdade, Porto Alegre e Pelotas já são campeões pela classificação a primeira divisão do futebol gaúcho”, enfatizou.
Sidney de Jesus (SID)
Assessor de Imprensa
Grupo Assis Moreira
Cerâmica dá Adeus a Segundona 2009



Cerâmica dá adeus ao sonhoA equipe do Cerâmica adiou o sonho de estar na elite do Campeonato Gaúcho. A tarde desta quarta-feira(19) foi de tristeza para os torcedores ceramistas. Jogando no Vieirão, a equipe não conseguiu passar pelo Porto Alegre e acabou perdendo por 2x0. Hyantoni marcou no primeiro tempo e Adão fechou o marcador.
O time foi guerreiro e lutou durante os 90 minutos de partida. O técnico Leocir Dall”Astra que está suspenso por 30 dias cumprindo punição, gritou e orientou o time pelo lado de fora da grade. O auxiliar técnico Luis Eduardo, assumiu o comando e dentro das quatro linhas, passava tranqüilidade e segurança ao grupo. A equipe correu, suou, brigou, o banco de reservas vibrava a cada lance e ajudava os companheiros em campo.
Os jogadores deixavam de lado as dores e tentavam se superar a cada lance. A união prevaleceu e o elenco saiu do gramado com a cabeça erguida e com a certeza que deu o seu melhor. Em apenas dois anos, esse grupo provou que é aguerrido, pois garantiu a vaga para a Copa do Brasil de 2010 e chegou na final da competição mais acirrada do Estado.
Os torcedores cantaram o tempo inteiro, empurraram o time nos momentos difíceis e ao término do jogo aplaudiram os homens lutadores que vestiram a camisa do Cerâmica com raça e valentia desde o início do campeonato.
O time volta o pensamento agora para a estreia na Copa Arthur Dallegrave na terça-feira(25) às 15h contra o Atlético Carazinho em Gravataí.
Escalação
Cerâmica: Donizetti; Jeferson, Serginho(Cidinho), Robson(Charles), Sidnei, Pedro, Liniker, Lico ; Fernando Genro, Fofonka(Rafael Carvalho) e Maninho.
*Confira a galeria de fotos da partida
OUTRAS NOTÍCIAS
Cerâmica estreia na terçaO time profissional do Cerâmica estreia terça-feira(25) na Copa Arthur Dallegrave. A equipe comandada pelo técnico Leocir Dall"Astra é atual vice-campeã da competição. Rodada decisiva na SegundonaO time profissional do Cerâmica entra em campo nesta quarta-feira(19) às 15h contra o Porto Alegre. No Vieirão, quem manda é o CerâmicaNesta quarta-feira(19) às 15h o Cerâmica entra em campo para a partida decisiva da Segundona.O time precisa vencer em casa o Porto Alegre para encaminhar o acesso à Primeira Divisão. Sotilli valorizou a encenaçãoA partida entre Cerâmica e Pelotas causou revolta nos torcedores. O gol marcado pelo adversário saiu de um pênalti que não existiu. Previsão de casa cheiaPelo clima que tomou conta de Gravataí nos últimos dias, a expectativa é que o Estádio Vieirão receba um bom público na tarde desta quarta-feira(19) às 15h na partida contra o POA. Últimas rodadas da SegundonaNo Parque Lami, o Porto Alegre goleou o Riograndense, por 3 a 0, pela quarta rodada do quadrangular final da Segunda Divisão. Veirão bate recorde de público O Cerâmica em casa é imbatível, o grupo não perde em casa há mais de dois meses. A última derrota em Gravataí foi embaixo de chuva para o Pelotas. Cerâmica assume a vice-liderançaA tarde ensolarada e quente deste sábado (15) foi palco do empate em 1x1 entre Cerâmica e Pelotas.
Todas as notícias.
VÍDEOS
Cerâmica 1 x 1 PelotasCerâmica empata em casa com o PelotasCerâmica 4 x 4 POACerâmica empatou com o Porto Alegre no LamiCerâmica no Globo EsporteCerâmica busca manter hegemonia contra o Porto AlegreCerâmica está no quadrangular final da SegundonaA equipe profissional do Cerâmica empatou em 2x2 com o Glória no estádio Vieirão e está classificado com uma rodada de antecipação para o quadrangular final da Segundona. Torcida deu showTorcida ceramista apoiou até o finalCerâmica está classifcadoO time profissional do Cerâmica venceu o Pelotas por 2x1 e está classifcado para a 3ª fase da Segundona Gaúcha Cerâmica está na final do GauchãoCerâmica vence o Garibaldi e decide o título com o InterJuniores semifinal GauchãoEquipe júnior decide a vaga para a final do Gauchão!
Fonte: Cerâmica
Celular Mudou
A gente ainda não teve tempo de avaliar a importância do celular na mudança dos costumes, com suas vantagens, e desvantagens e temos a internet, com seus sites, blogs, twitters e uma tela capaz de abrir as janelas do mundo.
- Internet? Prefiro não comentar (jargão que tomo emprestado da atriz Arlete Salles do seriado da rede globo TOMA LÁ DÁ CÁ), hoje, pois quero mergulhar no passado do celular.
DO INTERIOR A POA - A profissão (radialista, depois parlamentar), me fez atravessar o rio das Antas mais de 3.500 vezes, entre Lagoa Vermelha/Vacaria e Caxias ou Porto Alegre nos últimos 40 anos pelo Passo do Zeferino ou por São Marcos/Campestre.
Por mais de dez anos, morando lá, narrava futebol aqui de carteira assinada. Na Farroupilha, desde 1976 pelas mãos de Ari dos Santos e de Batista Filho ( que suprimiu o Idivar do nome, batizando de Francisco Appio) essa ele me deve, eu devo muito mais. Dividindo as jornadas com Sergio Moraes, Antonio Carlos Rezende, Batista, Ênio Mello, Clóvis Telles, reportagens com Valdomiro Moraes, Valtair Santos, Silvio Benfica, Antonio Carlos Macedo, Machado e outros que quero lembrar e dividir lembranças, um dia desses. Trabalhava de carteira assinada, nas quartas, sábados e domingos, para não interferir no trabalho no Banco do Brasil, funcionário concursado desde 1974.
E o celular? Espere um pouco, que já explico.
NA GAÚCHA, DE MALA E CUIA – Em 1980, com a compra da Farroupilha pela RBS, desembarquei na equipe de Ruy Carlos Ostermann, depois a do Armindo Antônio Ranzolin que garantiu minha escalação na equipe rural (jogos do interior) e quando dava, até mesmo a dupla grenal. Grenal mesmo, só de juniores, mas tudo bem. Aprendi muito com os craques da Gaúcha. Fiquei no time por muitos anos (tenho que ver na carteira do trabalho qual foi a data da demissão), até optar pela política, em 1985. Continuei como freelance, até mesmo quando já era deputado em 1995. Fiz as primeiras transmissões "off-tube" e também jogos fora do Estado. Acabou na famosa transmissão dos 34 abraços, o coordenador Valter Gonçalves dos Santos, se diverte contando.
E o celular? Aguenta, deixa a saudade sair do peito.
SOLIDÁRIO COM OS TÉCNICOS - Ajudava nas chamadas à CRT, para testar linha " Alô CRT, alô CRT", por vezes, por mais de uma hora, tamanha precariedade. Mas não tinha problema, pois em 1963, quando comecei na Rádio Cacique, a gente passava a madrugada chamando a ZZP2 do Dentel, que do Rio, controlava as emissoras, potência, sintonia, etc. O Wilson Wrubbel sabe muito bem do que estou falando. O frei René Onzi, meu iniciante em rádio, mais ainda.
LAURO E LASIER NO SSB - Eles nem lembram mais, mas em 1968, numa final do Campeonato de Acesso, transmiti Cruzeiro x Ypiranga, minha estréia na Rádio Difusão de Erexim (naquele tempo era com x, Erechim), com SSB. Eu e o Francisco Dias, a nossa voz no SOS Caminhoneiro (tem gente que já me denunciou, achando que Francisco Dias e Francisco Appio são os mesmos), bobagem, o Chico é muito melhor do que eu na latinha. O Lasier e o Lauro não conseguiram transmitir pela Guaíba, deu "crepe" na linha da CRT e nos auxiliaram com comentários, por convite do narrador. Foi muita honra e garantia de audiência.
Mas o que tem a ver com o celular?
ROLOS DE FIOS - Esperem aí, tenho que contar que nos anos 60, 70, 80 e 90 o narrador ajudava a desenrolar e enrolar as bobinas dos fios de reportagem, normalmente mais de 100 metros para cada repórter (dois fios, um para o microfone e outro para retorno).
MOTOROLA FOI PRECURSORA - Na década de 80, a Guaíba entrou com a "motorola”, que o Edgar Schimit exibia com vantagem de deslocamento. Lá na Rádio Bandeirantes inventaram e venderam aqui um aparelho de mão, sem fio, funcionava bem. A briga era com o retorno, tinha que ter um radinho no ouvido. Foi o precursor do celular.
ASSALTO COM 38 E CELULAR - Eleito em 1990, assumi em janeiro de 1991. Voltando de Cachoeirinha, onde participei de debates, parei na Plínio Brasil Milano. Quando abri a porta, apareceu a metade de um braço com boa camisa, relógio bem acabado e até pulseira de ouro. O diabo é que na mão tinha um 38, cor grafite, bem engraxado a julgar pelo cheiro do lubrificante.
- Me dê a carteira, gritou o assaltante. Dei, rezando que ele não ficasse raivoso, pois tinha pouco dinheiro. 70 ou 90, não lembro.
- Me dê a arma, ameaçou o bandido. Não dei, não tinha.
- E aquilo ali (no painel)? Era um celular analógico que pesava 1 kg , ligado à uma bateria de 3 kg . Não dei, não deu tempo.
- O que está olhando? Perguntou, estranhando que eu só olhava para o outro lado.
- Não quero ver a tua cara, reagi assustado. Fui orientado pela Segurança da Assembleia a nunca olhar os olhos do assaltante.
Aí o meliante me surpreendeu. Mandou descer e que não olhasse para sua cara. Me disse para contar até vinte, sem olhar para trás. Foi o que fiz, temendo um balaço pelas costas. Ouvi o carro sair em disparada. Olhei ao redor e percebi alguns homens numa casamata, numa casa na esquina do Zaffari da Plínio Brasil Milano. Viram tudo, nada puderam fazer, pois se houvesse tiroteio, uma bala sobraria para o recém eleito deputado estadual, quase ex-narrador de futebol.
A VIDA MUDOU - O celular não foi o responsável pela mudança (de estilingue para vidraça), a opção de narrador para a vida pública foi por idealismo, por várias razões. Conto outro dia. O que o celular fez em 1991, foi salvar a minha vida.
- O bandido viu nele (celular dos mais antigos, pelos quais paguei uma fortuna pelo aparelho e outra pela linha) uma arma, como não podia tirá-lo do painel, levou o carro e abandonou condutor que lhe deu certeza, não o reconheceria nunca, pois não olhou na cara do bandido.
Deputado Estadual Francisco Appio - www.appio.com.br
- Internet? Prefiro não comentar (jargão que tomo emprestado da atriz Arlete Salles do seriado da rede globo TOMA LÁ DÁ CÁ), hoje, pois quero mergulhar no passado do celular.
DO INTERIOR A POA - A profissão (radialista, depois parlamentar), me fez atravessar o rio das Antas mais de 3.500 vezes, entre Lagoa Vermelha/Vacaria e Caxias ou Porto Alegre nos últimos 40 anos pelo Passo do Zeferino ou por São Marcos/Campestre.
Por mais de dez anos, morando lá, narrava futebol aqui de carteira assinada. Na Farroupilha, desde 1976 pelas mãos de Ari dos Santos e de Batista Filho ( que suprimiu o Idivar do nome, batizando de Francisco Appio) essa ele me deve, eu devo muito mais. Dividindo as jornadas com Sergio Moraes, Antonio Carlos Rezende, Batista, Ênio Mello, Clóvis Telles, reportagens com Valdomiro Moraes, Valtair Santos, Silvio Benfica, Antonio Carlos Macedo, Machado e outros que quero lembrar e dividir lembranças, um dia desses. Trabalhava de carteira assinada, nas quartas, sábados e domingos, para não interferir no trabalho no Banco do Brasil, funcionário concursado desde 1974.
E o celular? Espere um pouco, que já explico.
NA GAÚCHA, DE MALA E CUIA – Em 1980, com a compra da Farroupilha pela RBS, desembarquei na equipe de Ruy Carlos Ostermann, depois a do Armindo Antônio Ranzolin que garantiu minha escalação na equipe rural (jogos do interior) e quando dava, até mesmo a dupla grenal. Grenal mesmo, só de juniores, mas tudo bem. Aprendi muito com os craques da Gaúcha. Fiquei no time por muitos anos (tenho que ver na carteira do trabalho qual foi a data da demissão), até optar pela política, em 1985. Continuei como freelance, até mesmo quando já era deputado em 1995. Fiz as primeiras transmissões "off-tube" e também jogos fora do Estado. Acabou na famosa transmissão dos 34 abraços, o coordenador Valter Gonçalves dos Santos, se diverte contando.
E o celular? Aguenta, deixa a saudade sair do peito.
SOLIDÁRIO COM OS TÉCNICOS - Ajudava nas chamadas à CRT, para testar linha " Alô CRT, alô CRT", por vezes, por mais de uma hora, tamanha precariedade. Mas não tinha problema, pois em 1963, quando comecei na Rádio Cacique, a gente passava a madrugada chamando a ZZP2 do Dentel, que do Rio, controlava as emissoras, potência, sintonia, etc. O Wilson Wrubbel sabe muito bem do que estou falando. O frei René Onzi, meu iniciante em rádio, mais ainda.
LAURO E LASIER NO SSB - Eles nem lembram mais, mas em 1968, numa final do Campeonato de Acesso, transmiti Cruzeiro x Ypiranga, minha estréia na Rádio Difusão de Erexim (naquele tempo era com x, Erechim), com SSB. Eu e o Francisco Dias, a nossa voz no SOS Caminhoneiro (tem gente que já me denunciou, achando que Francisco Dias e Francisco Appio são os mesmos), bobagem, o Chico é muito melhor do que eu na latinha. O Lasier e o Lauro não conseguiram transmitir pela Guaíba, deu "crepe" na linha da CRT e nos auxiliaram com comentários, por convite do narrador. Foi muita honra e garantia de audiência.
Mas o que tem a ver com o celular?
ROLOS DE FIOS - Esperem aí, tenho que contar que nos anos 60, 70, 80 e 90 o narrador ajudava a desenrolar e enrolar as bobinas dos fios de reportagem, normalmente mais de 100 metros para cada repórter (dois fios, um para o microfone e outro para retorno).
MOTOROLA FOI PRECURSORA - Na década de 80, a Guaíba entrou com a "motorola”, que o Edgar Schimit exibia com vantagem de deslocamento. Lá na Rádio Bandeirantes inventaram e venderam aqui um aparelho de mão, sem fio, funcionava bem. A briga era com o retorno, tinha que ter um radinho no ouvido. Foi o precursor do celular.
ASSALTO COM 38 E CELULAR - Eleito em 1990, assumi em janeiro de 1991. Voltando de Cachoeirinha, onde participei de debates, parei na Plínio Brasil Milano. Quando abri a porta, apareceu a metade de um braço com boa camisa, relógio bem acabado e até pulseira de ouro. O diabo é que na mão tinha um 38, cor grafite, bem engraxado a julgar pelo cheiro do lubrificante.
- Me dê a carteira, gritou o assaltante. Dei, rezando que ele não ficasse raivoso, pois tinha pouco dinheiro. 70 ou 90, não lembro.
- Me dê a arma, ameaçou o bandido. Não dei, não tinha.
- E aquilo ali (no painel)? Era um celular analógico que pesava 1 kg , ligado à uma bateria de 3 kg . Não dei, não deu tempo.
- O que está olhando? Perguntou, estranhando que eu só olhava para o outro lado.
- Não quero ver a tua cara, reagi assustado. Fui orientado pela Segurança da Assembleia a nunca olhar os olhos do assaltante.
Aí o meliante me surpreendeu. Mandou descer e que não olhasse para sua cara. Me disse para contar até vinte, sem olhar para trás. Foi o que fiz, temendo um balaço pelas costas. Ouvi o carro sair em disparada. Olhei ao redor e percebi alguns homens numa casamata, numa casa na esquina do Zaffari da Plínio Brasil Milano. Viram tudo, nada puderam fazer, pois se houvesse tiroteio, uma bala sobraria para o recém eleito deputado estadual, quase ex-narrador de futebol.
A VIDA MUDOU - O celular não foi o responsável pela mudança (de estilingue para vidraça), a opção de narrador para a vida pública foi por idealismo, por várias razões. Conto outro dia. O que o celular fez em 1991, foi salvar a minha vida.
- O bandido viu nele (celular dos mais antigos, pelos quais paguei uma fortuna pelo aparelho e outra pela linha) uma arma, como não podia tirá-lo do painel, levou o carro e abandonou condutor que lhe deu certeza, não o reconheceria nunca, pois não olhou na cara do bandido.
Deputado Estadual Francisco Appio - www.appio.com.br
Encontros com o Professor



Na próxima quinta-feira, dia 27 de agosto, Ostermann recebe o escritor Altair Martins. Na canja musical, Julio "Chumbinho" Herrlein . É quinta que vem, às 19h30min, no StudioClio. Até lá!
Saiba um pouco mais
Altair Martins nasceu em Porto Alegre, em 1975. Bacharel em Letras e mestre em Literatura Brasileira pela UFRGS, leciona em escolas da Capital e é responsável pela cadeira de Conto no Curso de formação de escritores da Unisinos, em São Leopoldo. Como escritor, estreou com a antologia de contos “Como se moesse ferro” (1999), seguida de “Se choverem pássaros”. Entre as suas conquistas, estão o Prêmio Guimarães Rosa, em 1999, o Prêmio Luiz Vilela, em 2000, e o Concurso Nacional de Contos Josué Guimarães, em 2001. Com seu primeiro romance, “A parede no escuro”, acaba de vencer o Prêmio São Paulo de Literatura – o maior prêmio literário do país – na categoria “Melhor Livro do Ano – Autor Estreante”.
Canja musical
O guitarrista Julio “Chumbinho” Herrlein consagrou-se como referência nacional na música instrumental pela sua musicalidade e pela articulação e técnica impecáveis. Suas composições e interpretações são dotadas de identidade própria, com propostas rítmicas avançadas, num caldeirão que mistura Pat Metheny, Wayne Krantz, Joe Pass, jazz, bossa nova e samba. Sua composição “Novembro”, incluída em seu primeiro CD “Julio Herrlein Quarteto” (de 1996, com Kiko Freitas, Ricardo Baumgarten e Michel Dorfman), venceu o Primeiro Festival de Música Instrumental do RS. Em 2006, foi primeiro gaúcho a vencer, no Rio de Janeiro, o Concurso Nacional de Composição IBEU – Instituto Brasil/Estados Unidos, com “Maestros Brasileiros”, uma suíte composta por três movimentos, para a formação de big band.
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