quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Inter de Lages SC

Catarinense 2016 terá turno e returno e final com campeões de cada fase
O Campeonato Catarinense de 2016 será disputado em turno e returno e terá final entre o vencedor de cada uma das duas fases. A fórmula da próxima edição do estadual foi aprovada nesta sexta-feira, em reunião entre os dez participantes da competição realizada na sede da Federação Catarinense de Futebol, em Balneário Camboriú.
Com a aprovação, o Catarinense retoma o formato adotado nas temporadas de 2007 e 2008. A diferença é que, em 2016, a final do estadual será em partida única, na casa da equipe que tiver a melhor campanha geral ao fim dos dois turnos. Se o mesmo clube vencer os dois turnos, será automaticamente campeão, sem necessidade de final.
O Internacional de Lages foi um dos defensores do formato aprovado nesta sexta. Na visão do clube, essa fórmula privilegia os times de melhor campanha, mas sem abrir mão da emoção de um jogo decisivo, uma tradição do Catarinense. Além disso, com dois turnos, em jogos de ida e volta, todas as equipes se enfrentarão tanto como anfitriãs quanto como visitantes, o que não ocorria no estadual com um só turno, como o de 2015. Isso valoriza a competição, na visão do Colorado Lageano.
Os clubes também decidiram manter o rebaixamento de duas equipes para a Série B do estadual. Os rebaixados serão os dois clubes com o menor número de pontos ao fim das 18 rodadas da fase de classificação.
Ao aprovar o formato, o Catarinense 2016 terá, ao todo, 19 rodadas (incluindo a final). Esse é o número de datas estabelecido pela CBF para os estaduais no calendário do futebol brasileiro do próximo ano. Na reunião desta sexta, o Inter foi representado pelo presidente Cristopher Nunes e o gerente de futebol do clube, José Reis.

Inter faz homenagem a Lages com galeria de belas imagens da cidade
O Internacional de Lages reuniu algumas das mais belas imagens da cidade para homenageá-la por mais um ano de vida. Lages, a terra do Leão Baio, completa neste domingo 249 anos de fundação.
As imagens estão reunidas em uma galeria criada na fan page oficial do clube no Facebook e são de autoria tanto de fotógrafos profissionais quanto de amadores, que se dedicam à atividade apenas pela paixão pela fotografia. Entre os autores das imagens estão Ricardo Bampi, Luís Felipe Göcks, Gabriel Roberto e Nazareno Wolff.
Lages foi fundada em 22 de novembro de 1766 pelo bandeirante português Antônio Manuel Correa Pinto de Macedo. A criação da cidade tinha dois objetivos iniciais: servir de "barreira" contra a invasão espanhola e ser um dos pontos de referência do Caminho das Tropas, trajeto percorrido pelo gado produzido no Rio Grande do Sul e comercializado em São Paulo.
O trecho do Caminho das Tropas que cortava Lages era cercado por inconfundíveis muros de pedra, as taipas. Alguns trechos desse passadouro estão de pé até hoje, na região conhecida como Coxilha Rica. A galeria criada pelo Inter traz fotos das centenárias taipas do Caminho das Tropas.
NOS ANEXOS:
- Logomarca do Catarinense 2016 (Arte: FCF)
- Uma das imagens da galeria de fotos de Lages montada pelo clube (Foto: Luís Felipe Göcks)
-- 
Inter de Lages
Imprensa

www.interdelages.com.br

Negros nas Ruas do Brasil

Postado em 19/11/2015 5:56

Ações de empoderamento negro ganham cada vez mais as ruas do país

.

empoderamento_111186943

Eles estão cansados dos rótulos impostos pela grande mídia e dos séculos de imposição do padrão social de “embranquecimento”. Eles possuem as mais variadas idades, profissões e são de diversas regiões do país. Cada vez mais, a população negra vem saindo às ruas, para demonstrar orgulho das suas origens e denunciando as tentativas de rebaixamento, impostas pelas ações do racismo e preconceito institucional.

Por Laís Gouveia


Ações de empoderamento negro ganham cada vez mais as ruas do paísAções de empoderamento negro ganham cada vez mais as ruas do país
Ás ruas de Brasília foram tomadas por mulheres negras de todo o país e delegações vindas da América Latina e África. A Marcha da Mulher Negra, que ocorreu nesta quarta-feira (18) e reuniu cerca de 10 mil pessoas, teve como intuito o papel de buscar uma reparação histórica do seu protagonismo e dar visibilidade as suas movimentações, tendo em vista que, a mulher negra, ocupa as principais estatísticas de subempregos, feminicídios e baixa escolaridade, reflexos do histórico descaso promovidos nos últimos séculos.
“O Brasil é crespo!”
A 1ª Marcha do Orgulho Negro, que ocorreu em São Paulo em julho deste ano, levou a importância da identidade negra para as ruas na Avenida Paulista.
Participante da manifestação, Maria do Carmo, professora, afirmou que é preciso um processo de aceitação das origens para criar o empoderamento, “Não alisar seu cabelo e aceitar como ele é, naturalmente é ir contra o padrão que a sociedade nos impõe”.
Na página do Facebook do “Orgulho do Cabelo Crespo” os organizadores da marcha publicaram uma mensagem sobre o sucesso o evento.
“Logo que realizamos a 1ª Marcha do Orgulho Crespo, fomos procuradas por diversas pessoas do Brasil todo, que queriam levar o evento para as suas cidades. Desde então, temos trabalhado com algumas dessas articuladoras para que o movimento tenha coerência com a proposta original e se fortaleça no âmbito nacional”
Apenas no mês de novembro, ocorreram marchas do orgulho crespo em Feira de Santana, Porto Alegre e no próximo dia 29 a manifestação será em Brasília.
Dia de Combate à Intolerância Religiosa
Lutando contra o preconceito intrínseco na sociedade perante as religiões de matrizes africanas, foi estabelecido em 1997, o dia 21 de janeiro como o “Dia de Combate à intolerância Religiosa”. Todos os anos, várias manifestações culturais ocorrem no sentido de denunciar a desinformação e perseguições aos praticantes da Ubanda e Candomblé. Recentemente, um episódio chamou a tenção da sociedade. A menina Kaylane, de apenas 11 anos de idade, caminhava na rua após participar de uma festa de Candomblé no Rio de Janeiro, quando foi atacada com pedradas. A criança se feriu na cabeça.
Na época, a deputada estadual Leci Brandão comentou o episódio. “Uma menina de 11 anos que poderia ter sido morta por usar branco e acreditar em um orixá. Eu, Leci Brandão, ando de branco toda sexta-feira, dia de Oxalá, todos os meus trabalhos musicais, desde 1985, fazem saudações para um Orixá na última faixa e na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) faço a defesa da religião de matriz africana, pois meu mandato cumpre também o papel de desfazer preconceitos e dar voz as minorias”, afirma.

Intolerância Religiosa é crime

Apesar das tímidas punições dos atos de racismo que ocorrem no país, desde 1989, o ato de discriminação, preconceito de raça, cor, etnia, religião são considerados crimes no Brasil. A Lei nº 7.716, pune o infrator com reclusão de dois a cinco anos e multa.

Do Portal Vermelho

Geledés

Você está recebendo as atualizações do Portal Geledés.
Portal Geledés
Para sair desta lista, clique aqui.

Geledés

Em defesa dos direitos humanos. Combate ao racismo, preconceito, discriminação e violência contra a mulher.

Para onde caminha a Marcha das Mulheres Negras. Por Cidinha da Silva

Like Para onde caminha a Marcha das Mulheres Negras. Por Cidinha da Silva on Facebook share on Twitter Google Plus One Button
Para onde caminha a Marcha das Mulheres Negras. Por Cidinha da SilvaA previsão do tempo indicava chuva em Brasília, mas a Senhora das Tempestades e o Senhor dos Trovões, donos das quartas-feiras, seguraram as águas e os raios. Deixaram o Sol conduzir a Marcha das Mulheres Negras Contra o Racismo, a Violência e Pelo Bem Viver. Por Cidinha da Silva Do DCM Depois de mais de três […] Leia mais »

‘Descendentes precisam saber que história da África é tão bonita quanto a da Grécia’

Like ‘Descendentes precisam saber que história da África é tão bonita quanto a da Grécia’ on Facebook share on Twitter Google Plus One Button
‘Descendentes precisam saber que história da África é tão bonita quanto a da Grécia’Principal africanólogo brasileiro, diplomata Alberto da Costa e Silva diz que negro não aparece na nossa história ‘como realmente foi, um criador, um povoador do Brasil’. Por Fernanda Do G1 Quando começou a se interessar pela história da África, o poeta, diplomata e historiador Alberto da Costa e Silva ouviu: “Por que você, um diplomata, um […] Leia mais »

Nós, negros a sós, na companhia de outros a sós, seremos todos mortos!

Like Nós, negros a sós, na companhia de outros a sós, seremos todos mortos! on Facebook share on Twitter Google Plus One Button
Nós, negros a sós, na companhia de outros a sós, seremos todos mortos!Gente, na humildade e com respeito: Por Douglas Belchior Do Negro Belchior Essa onda de ativismo independente, individual, travestido de coletivismo é muito perigoso. Perigoso CONTRA nós. Esse papo de que partidos, sindicatos, associações, igrejas, nada disso presta ou vale a pena é um tiro no pé da negrada, da classe trabalhadora como um todo. Eu […] Leia mais »
Copyright © 2015 geledes
Você está recebendo esta mensagem porque se inscreveu no Portal Geledés.

geledes
Rua Santa Isabel 137 - 4º andar
São PauloSP 01221-010
Brazil

Add us to your address book


sair desta lista    atualizar preferências
 

Zumbi Consciência Negra do Direito à Libertação


                                 

Zumbi redivivo na consciência negra do direito à libertação

20 de novembro de 2015
02Por Jacques Távora Alfonsin
Passados trezentos e vinte anos do assassinato de Zumbi, neste 20 de novembro, a história brasileira, especialmente a prezada pelo povo negro do país, continua recordando o martírio de um verdadeiro profeta da defesa corajosa dos direitos humanos -  numa época em que nem se reconhecia isso -  contra toda a espécie de opressão e racismo.
Mais de três séculos ainda não foram suficientes para eliminar dos nossos costumes, da nossa convivência, da nossa cultura preconceituosa,  dos paradigmas de interpretação do nosso ordenamento jurídico, o complexo resistente da pretensa superioridade branca sobre negras/os e índias/os.
Trata-se de um racismo persistente, aqui trazido da Europa colonizadora, viciada pela convicção aberrante de deter uma única visão de mundo, uma única forma de exercício do poder, incapaz de enculturação, decidida a impor a toda/o a/o diferente, os seus “valores civilizatórios”, armado de uma ideologia capaz, se não de eliminar – como aconteceu com Zumbi – reduzir pelo desprezo e a humilhação, quem ouse contrariá-la.
Não era para menos. A começar pela propriedade privada anti social,  sabidamente um dos principais ícones ao pé do qual se ajoelha a devoção branca, na imposição das desigualdades, era ela, justamente, a primeira expulsa dos quilombos, pois as/os negras/os tinham consciência da capacidade desse direito oprimir e escravizar, como conta Decio Freitas em “Palmares. A guerra dos escravos” (Porto Alegre: Mercado aberto, 1984):
“Tudo de todos, nada de ninguém. Esta economia assentava num sistema de propriedade social. Para ser mais claros, à exceção de objetos de uso pessoal, tudo o mais pertencia ao mocambo. Assim, as terras, os instrumentos de trabalho, as casas, as oficinas artesanais. “Tudo era de todos e nada era de ninguém”, sentenciou um agente dos senhores-de-engenho, infiltrado certa vez na serra, para espionar.” {…} “A produção se destinava fundamentalmente ao consumo da família, mas, ao mesmo tempo, essa família estava obrigada a entregar ao mocambo, como comunidade, um excedente depositado em paiol situado no centro da cidadela. O excedente se destinava ao sustento dos produtores não-diretos e aos improdutivos em geral: chefes, guerreiros, prestadores de serviços, crianças, velhos, doentes. Produzia-se, ainda, um excedente destinado a acudir a emergências, como secas, pragas, ataques externos.”(p. 37).
Os tempos de agora podem ser outros, mas que o individualismo ganancioso, perdulário, predatório e por isso mesmo desumano, do nosso atual sistema econômico, é notoriamente inferior à uma economia solidária como aquela, parece bem difícil negar.
Que ela desagrade profundamente esse sistema, a chamada “ordem vigente”, de ontem e de hoje, não mudou muito, se os párias de outrora forem comparados com os de agora:
“…o que obrigava os senhores a uma luta à morte com as concentrações de escravos fugidos era, antes de tudo, um problema “político”. Essa sociedade afro-brasileira, o quilombo, que irmanava os oprimidos de então, era uma forte ameaça à “ordem social vigente”. Era ela um eterno atrativo para o homem escravizado que encontrava ali uma possibilidade concreta de solução das suas misérias. É, portanto, um perigo objetivo e real para  a organização escravista.  E ainda mais, transforma-se o quilombo em um referencial que ultrapassou as barreiras sociais sobre as quais constituiu-se, pois começou a atrair não só escravos, mas libertos, índios, ou seja, os párias da sociedade de então.” (MAESTRI, Mario, “Quilombos e quilombolas em terras gaúchas”, Porto Alegre: Escola superior de teologia São Lourenço de Brindes, 1979).
Observe-se, por exemplo, as dificuldades que as/os negras/os remanescentes de quilombos têm de superar, ainda hoje, para verem declarados os direitos que lhes foram reconhecidos pela Constituição federal no artigo 68 do Ato das Disposições Constitucionais transitórias:
Aos remanescentes das comunidades dos quilombos que estejam ocupando suas terras é reconhecida a propriedade definitiva, devendo o Estado emitir-lhes os títulos respectivos.
Se esse direito lhes foi “reconhecido”, é sinal de que ele precisa somente ser declarado, ou seja, assegurado em sua extensão, confrontações e registro. Diante da forte oposição branca, particularmente a latifundiária, esse artigo da Constituição, está sendo interpretado não como garante de um direito já adquirido pelos quilombolas, mas como um direito ainda a ser constituído, muitas/os delas/es tendo de enfrentar, em demoradíssimos processos burocráticos junto ao INCRA e ao Poder Judiciário, quase ou toda a mesma guerra libertária de gente e terra travada por Zumbi, séculos atrás.
À semelhança de muitas/os sem-terra, sem-teto e índias/os, são obrigadas/os a acampar a beira da terra que já lhes pertence por direito, peregrinar pelos corredores das repartições públicas, responderem a perguntas constrangedoras de autoridades e políticos, serem denunciadas/os como criminosas/os, obrigadas a sacrificar suas culturas, religiões, moradias, modos de ser, vestuário, formas de respeito à terra. Isso quando não são tentadas/os a trocar seu solo e a sua dignidade própria por alguma compensação financeira…
A consciência negra inspiradora dos movimentos populares de defesa dos direitos desse povo, mesmo assim, sabe da sua responsabilidade ético-política e não confunde a ordem vigente com justiça. Sempre que essa ordem esconde a injustiça, ela se lembra de Zumbi. O negro herói, embora tenha vivido quase um século antes de Hegel, sua morte antecipou a “reflexão hegeliana sobre a dialética do amo e do escravo”:
O escravo é aquele que não foi até o fim da luta, aquele que não quis arriscar a vida, aquele que não adotou o princípio dos amos – vencer ou morrer. Aceitou a vida escolhida por outro; por isso, depende desse outro. Preferiu a escravidão à morte, e é por essa razão que, permanecendo com vida, vive como escravo. O Escravo não quis ser Escravo. Tornou-se escravo por que não quis arriscar a vida. Daí a advertência perene: o Amo não é Amo senão pelo fato de que possui um escravo que o reconhece como tal” (Decio Freitas, mesma obra, p. 174)
Honra e glória ao negro Zumbi!  Revive hoje em todas/os quantas/os não trocam a libertação própria pela imposição servil de qualquer forma de domínio sobre sua vida e direitos.

Dia da Consciência Negra


CONSCIENTIZAÇÃO

Dia Nacional da Consciência Negra é marcado por ato na Secretaria da Educação

Nesta sexta-feira (20), Dia Nacional da Consciência Negra, a Secretaria Estadual da Educação promoveu uma solenidade para marcar a data. Com a portaria 299, publicada no Diário Oficial de hoje, foi instituído um grupo de trabalho para o desenvolvimento de políticas para a educação afrodescendente e educação indígena nas escolas.
Como ato simbólico de assinatura, os integrantes do grupo de trabalho participaram de um evento na tarde de hoje, na Seduc. A equipe é formada por membros da Procuradoria-Geral do Estado, Fórum Permanente de Educação e Diversidade Étnico-Racial do RS, União de Negros pela Igualdade, União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação, Movimento Paulo Freire de Trabalhadores em Educação, Núcleos de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas da Unisinos e do Colégio Municipal Pelotense, Conselho da Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra (CODENE), Conselhos Estaduais de Educação, do Povo de Terreiro do Estado e dos Povos Indígenas, Secretarias Municipais de Educação de Gravataí, Canoas, Cachoeirinha e Triunfo, e Secretarias Estaduais da Educação, Justiça e Direitos Humanos, Segurança Pública e Cultura.
Na ocasião, o secretário Vieira da Cunha ressaltou que “o dia de hoje marca uma luta de todos aqueles que não se conformam com o preconceito e a discriminação”, que, segundo ele, “é incompatível com os princípios da educação que nós temos o dever de preservar, difundir e de participar”. 
Também fizeram uso da palavra o presidente do Fórum Permanente de Educação e Diversidade Étnico-Racial do Rio Grande do Sul, José Antônio dos Santos da Silva, e o professor Guarani Jerônimo Vherá Tupa Franco, que representou o Conselho dos Povos Indígenas.
ATRIBUIÇÕES
As instituições e órgãos terão a atribuição de estabelecer metodologias para o desenvolvimento de iniciativas complementares, de continuidade e de desdobramento do Plano Nacional de Implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e da cultura afro-brasileira, africana e indígena.
Para encerrar o evento, os alunos da escola de Ensino Médio José do Patrocínio, coordenados pelas professoras Cláudia de Souza Campos e Rita de Cássia Lima, realizaram apresentações artísticas.
José Antonio dos Santos da Silva
Ubuntu.
Militante do Movimento Social Negro e dos Direitos Humanos.
Acadêmico de Direito - Estácio/FARGS-RS
+ 55 51 80208344 - Vivo - WhatsApp
+ 55 51 82490039 - TIM - WhatsApp
+ 55 51 94225905 - Claro
+ 55 51 84527439 - Oi
Skype: jass_rs
Twitter: @JASSRS62
Facebook: www.facebook.com/jose.a.silva.336 - Perfil 01.
__._,_.___

Enviado por: =?UTF-8?Q?Jos=C3=A9_Antonio_dos_Santos_da_Silva?=

Formação da Temática da Diversidade

Bom dia,

Segue em anexo nota 055-23ª CRE.
Atenciosamente,
 
Natália Varella
Assessoria de Comunicação Social
23ª CRE - Gestão 2015-2018
Rua: Júlio de Castilhos, nº 653
TEL./FAX (54) 3232-1245 - (54) 3232-1911
(54) 3232-1655 - (54) 3231-1105

Glória 1 x 0 Santo Ângelo (3)