sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Manuela

Feliz 2013

Arquivo


6/5/09

Palestina


After arrests and injuries on Workers Day,
Palestinian workers and activists
call on trade unions around the globe to increase solidarity
On May 1, people from the village of al-Ma’sara and the neighbouring villages in Bethlehem area commemorated Workers Day with a march in protest against the Apartheid Wall. The Wall continues to encroach on their land and isolates their villages. The demonstration and Workers Day festival was organized by the popular committees of the Anti-Apartheid Wall Campaign in al Ma’sara and Bethlehem district, in cooperation with the Bethlehem branch of the Palestine General Federation of Trade Unions (PGFTU).
Above: Soldiers block the road at a previous demonstration in al-Ma’sara
Israeli Occupation forces repressed the mobilization and fired on the crowd with tear gas, sound bombs and rubber coated steel bullets. Nine people were injured, among them the head of the PGFTU, Shaher Sa’ad. Soldiers arrested ‘Azmi Sheukhi from Hebron, Mustafa Fawagreh from Um Salamoneh and Muhammed Brajiya, Mahmoud Zawahreh, Hasan Brajiya, all members of the popular committee in al Ma’sara. They are still held in prison.
The events of May 1 are the latest of a strategy of escalation implemented over the last months by the Occupation forces and which has lead to increased arrests, injuries and deaths among the coordinators and activists against the Apartheid Wall.
Several weeks ago, Basem Abu Rahmeh was shot and killed in the village of Bil’in while last week, 37 people were injured in similar protests. Ni’lin suffers regular invasions and arrests. This Friday, Occupation forces took over several homes as military bases. In February, Occupation forces staged a full day raid detaining 75 youth and arresting 16. The occupation forces regularly impose curfews and other collective punishment measures.
International trade unions must act in the face of these attacks on trade unionists, workers and villagers.
The popular committee against the Apartheid Wall of al Ma’sara and Bethlehem district, the Bethlehem branch of the PGFTU and the Anti-Apartheid Wall Campaign call upon trade unions across the globe to:
  • Demand the release of the Palestinian activists arrested on Workers Day.
  • Raise awareness about the land theft and ghettoization of Palestinian communities through the Wall and the grassroots resistance against it.
  • Support the Palestinian call for Boycott, Divestment and Sanctions (BDS) and promote concrete BDS actions to hold Israel accountable for its crimes and force it to respect Palestinian rights.
Popular committee against the Apartheid Wall of al Ma’sara and Bethlehem district
Bethlehem branch of the PGFTU
Palestinian grassroots Anti-Apartheid Wall Campaign

StopTheWall.org
Visit the Anti-Apartheid Wall Campaign web site.
 criado por jornalnegritude     12:33:18 am — Arquivado em: Sem categoria — Editar

Brasileiros em Angola


 

NPC


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Boletim do NPC para o Projeto Memória da Oposição Metalúrgica
Especial Caravana da Anistia
São Paulo - Dezembro de 2012 



Memória


Cartaz convocatório do evento
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66ª Caravana da Anistia julga casos de militantes da OSM-SP 
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Foto: Jesus Carlos
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Destaques na plenária da Caravana: Ferreira, Gaúcho, Vito, Martinelli e Zé Luiz (1ª fila)
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Sábado dia 8 de dezembro foi realizada em São Paulo, no Memorial da Resistência, antiga sede do DOPS/SP, a 66ª Caravana da Anistia. O local foi escolhido como um símbolo da reparação às torturas e mortes que foram executadas por agentes da repressão a serviço do capital para impedir às forças populares e especificamente a força da classe trabalhadora de construir outra sociedade. Uma sociedade sem dominação, opressão e exploração.
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Nas paredes das celas parcialmente restauradas, pode-se ler nomes de lutadores do povo que passaram por lá. Muitos destes só saíram daquelas masmorras mortos, como Eduardo Leite Bacuri, Olavo Hansen, Luiz Hirata e milhares de outros que foram barbaramente torturados como Frei tito.
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A 66ª Caravana foi planejada para julgar dois blocos de casos. O primeiro foi o do padre José Eduardo Augusti, um dos tantos lutadores defensores da prática da Teologia da Libertação. O outro bloco foi o de nove militantes metalúrgicos da Oposição Sindical.


REPARAÇÃO
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Foto: Claudia Santiago
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Paulo Abrão pede desculpas ao padre Augusti, em nome do Estado brasileiro 
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A sessão da Caravana iniciou-se às 10h e às 11h teve uma homenagem e o julgamento do requerimento da Anistia do padre Augusti. Às 14h começou a cerimônia de homenagem e julgamento dos requerimentos de anistia dos operários metalúrgicos perseguidos, presos e torturados pela Ditadura Civil-Militar implantada em 1964.



Anistiados da Oposição Metalúrgica de SP
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Foto: Jesus Carlos
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Alexandre, Neto, Iria, Mancha, Salvador, Jorge
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A cerimônia do julgamento dos metalúrgicos foi aberta com um vídeo produzido pelo Projeto Memória da Oposição Metalúrgica de São Paulo que, em 13 minutos, recupera a luta da Oposição contra os patrões da FIESP, contra a Ditadura Militar e contra os pelegos amigos ideológicos ou vendidos aos dois. Em seguida, três depoimentos caracterizaram toda a cerimônia. Falaram duas jovens filhas de metalúrgicos e o mais velho metalúrgico da Oposição, Waldemar Rossi.
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Waldemar Rossi
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Luciana Dias, filha de Santo Dias
Santos Dias, companheiro da coordenação da Oposição em 1979, um dos organizadores da greve de outubro de 1979. Foi no segundo dia desta greve, num piquete na frente da fábrica de lâmpadas Sylvania que Santo, junto com vários companheiros como Vicente Ruiz (Espanhol), João Pereira (Porrada) e outros foram impedidos pela violência policial de distribuir o panfleto da greve. Não aceitaram a imposição e Santo foi assassinado com dois tiros nas costas por um PM.
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Natália Szermeta, filha de Stanislau
Suas palavras, firmes, cheias de indignação e decisão de lutar encheram os olhos de lágrimas de muitos presentes, jovens, de meia idade e de terceira idade. Foram a reafirmação que a luta da Oposição não terminou. Outras mãos, outros corações a levam e a levarão adiante. Esse foi o recado comovente da Natália.
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A Comissão de Anistia julgou os seguintes requerimentos:
. Alexandre Giardini Fusco // . Antonio Fernandes Neto // . Iria Molina Farinazzo // . João Prado de Andrade // . Jorge Luiz dos Santos Oliveira // . Luiz Carlos Prates (conhecido como Mancha) // . Maria Arleide Alves // . Salvador Pires // . Sebastião Lopes Neto
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"Estes companheiros e companheiras, casualmente, mas com grande valor simbólico, representaram a rica variedade de visões plurais que sempre compuseram a Oposição Metalúrgica. Esta pluralidade foi como uma concretização de um dos valores-chave da Oposição de querer ser uma Frente de trabalhadores e não um ajuntamento amorfo de tendências", afirma Vito Giannotti, membro da Oposição Metalúrgica e coordenador do Núcleo Piratininga de Comunicação.
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Todos foram contemplados com anistia política e reparação econômica pela perseguição sofrida. Um caso não foi concluído (João Pedro), e outro, Sebastião Neto, irá recorrer da decisão. Sobre os membros da Oposição Sindical, o presidente da Comissão da Anistia Paulo Abrão, afirmou: "além de terem sido presos em razão de suas manifestações, foram demitidos arbitrariamente de seus empregos, tiveram seus nomes colocados em listas-sujas - o que dificultou que encontrassem novos empregos - e, principalmente, tiveram seus direitos legítimos a um projeto de vida interrompidos", disse Abrão.
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O ritual da Comissão de Anistia incluiu para cada caso o pedido oficial de desculpas em nome do Estado brasileiro, pelo que estes cidadãos sofreram nas mãos de funcionários do Estado no exercício de suas funções.



Pérolas


Poema de Natália Szermeta em homenagem ao pai 
Quando menina
Sentia raiva!
Raiva! da ausência
Raiva! das reuniões intermináveis
Raiva! do discurso
Raiva da raiva! 
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Quando jovem
Sentia simpatia!
Simpatia pela a sua rebeldia!
Simpatia pela sua coragem!
Simpatia pela liberdade! 
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Hoje Mulher
Sinto orgulho
Orgulho de ter um pai e não um saco de batatas (apesar de polonês)
Orgulho da ousadia
Orgulho de conviver com a história viva
dos tempos de horrores,
ainda em forma de resistência e luta 
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Orgulho de não ter acumulado muito na vida, 
além das convicções e a certeza de que não é impossível,
Orgulho do meu velho comunista que hora é bravo,
hora é puro coração
Orgulho do vermelho que me ensinastes ser a cor mais bonita 
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Orgulho de dizer que és comunista!
Sem medo!
Sem constrangimento
e que na historia de minha vida
és um importante guia.
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Faço minhas as palavras, talvez, já um pouco batidas:
Sempre haverão os que lutam e isso é bom! Muito bom!
Mas aqueles que lutam a vida toda, ah! Estes são imprescindíveis!
Vida longa! 
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Os versos acima foram lidos por Natália Szermeta durante a 66ª Caravana da Anistia. Eles foram compostos em homenagem a seu pai, o militante político Stanislaw Szermeta, que na década de 1970 participou das lutas de resistência à ditadura militar.  Ele foi preso no Rio Grande do Sul e transferido para São Paulo, onde ficou preso e foi torturado pela Operação Bandeirante (OBAN). Após ser libertado, continuou com as lutas para a conquista dos direitos dos trabalhadores. Participou da resistência operária dentro das fábricas como integrante da Oposição Sindical Metalúrgica de São Paulo.  
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É possível assistir ao vídeo do momento da homenagem.  


Luciana Dias, filha de Santo Dias
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Foto: Jesus Carlos
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Neto, Natalia, Luciana e os membros da Comissão: Rita, Suely, Paulo, Egmar.
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"Sua morte [Santo Dias] foi um choque para nossa família, mas ao mesmo tempo, minha mãe conseguiu levar essa memória do meu pai e a gente conseguiu que ele não fosse enterrado clandestinamente. [...] Acho que não podemos desanimar jamais e recuperar toda essa história, porque foi muito bonita e muito forte para todos nós.
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Trecho da homenagem de Luciana Dias ao pai, o líder operário Santo Dias, vítima da violência policial por se dedicar à luta pela defesa dos direitos dos trabalhadores. Ele foi assassinado no dia 30 de outubro de 1979, durante uma manifestação na frente da fábrica Sylvânia. Assista ao vídeo.



De Olho Na Vida


O que são as caravanas da Anistia
As Caravanas da Anistia consistem na realização de sessões públicas itinerantes para a apreciação de requerimentos de anistia política, seguidas de atividades educativas e culturais promovidas pela Comissão da Anistia do Ministério da Justiça. Trata-se de uma política de educação em direitos humanos. Seu objetivo é resguardar, preservar e divulgar a memória política brasileira, em especial a da repressão durante o período de ditadura militar. Pretende estimular e difundir o debate junto à sociedade civil sobre temas como a anistia política, a democracia e a justiça de transição.
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As Caravanas percorrem as regiões do Brasil onde ocorreram perseguições políticas. Com base em uma ampla participação da sociedade civil, busca estimular a reapropriação do sentido histórico do conceito de anistia. Procuram recuperar a memória de um período em que houve amplas mobilizações sociais em defesa da democracia. Estas caravanas contam com o apoio de órgãos dos poderes Legislativos, Executivo e Judiciário.
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Os testemunhos dos perseguidos políticos ou de seus familiares e procuradores contribuem para tornar público o legado de perseguições, muitas vezes desconhecidas.
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Além disso, pretendem formar uma consciência crítica dos participantes sobre o autoritarismo que ainda persiste.
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Em resumo, as Caravanas têm o papel de dar voz aos que foram perseguidos e de sensibilizar os diversos setores da sociedade, incluindo o público jovem, para o tema da anistia política. 
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A plenária exibe fotos de militantes da Oposição Metalúrgica que foram assassinados pela repressão ou que já morreram.
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PROJETO MEMÓRIA DA OSM-SP
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CONTATOS: (11) 971102474 / memoria@iiep.org.br


Expediente



Boletim NPC para o Projeto Memória da Oposição Metalúrgica
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Jornalista responsável: Claudia Santiago (MTB.14915)
Redação: Sheila Jacob e Vito Giannotti
Colaboração: Sebastião Neto (IIEP), Milena Fontes (IIEP)


Se você não quiser receber o Boletim do NPC, por favor, responda esta mensagem escrevendo REMOVA.


ÍNDICE
Clique nos ítens abaixo para ler os textos.

Memória
Cartaz convocatório do evento
66ª Caravana da Anistia julga casos de militantes da OSM-SP 
REPARAÇÃO
Anistiados da Oposição Metalúrgica de SP

Pérolas
Poema de Natália Szermeta em homenagem ao pai 
Luciana Dias, filha de Santo Dias

De Olho Na Vida
O que são as caravanas da Anistia

Expediente
Boletim NPC especial para o Projeto Memória Oposição Metalúrgica

Cartão


Maias


SEGUNDA-FEIRA, 2 DE JANEIRO DE 2012

O declínio da civilização Maia



A conquista espanhola não foi a responsável pelo fim da cultura Maia, muito antes da chegada desses invasores a civilização tinha entrado em um processo de declínio que é desconhecido por muitos e ainda inexplicável pelos pesquisadores.
O período clássico dos Maias vai de 250 d.C. até 950 d.C., neste momento a civilização Maia está no auge de sua produção  com diversas cidades-estados se expandindo na mesoamerica, mas esta expansão utilizou de forma abrangente os recursos naturais da região. Os Maias assim como todos os outros povos dependiam da natureza para sobreviver e com o aumento populacional os recursos naturais foram se tornando escassos, as construções dos templos é um exemplo de como os recursos naturais eram utilizados, diversas arvores eram cortadas para construí-los e também muitas áreas verdes eram queimadas para cultivarem as plantações de milho, sendo o principal alimento da civilização.
Muitos conflitos entre cidades surgiram nessa época um exemplo seria a cidade de Cópan, atual Honduras, ela foi conquistada por povos vindos de Tikal e Teotihuacán que procuravam expandir seus impérios por volta de 426 d. C. essas guerras tinham o objetivo de conter o avanço demográfico expandindo a área territorial e aumentando os recursos naturais. Mas a crise se agravou com o tempo, em 750 d.C. pesquisadores confirmam que aconteceu na mesoamerica uma das piores secas da história, chegando a ficar 6 anos sem chuvas significativas na região o que fez com que diversas cidades entrassem em colapso, pois não estavam preparadas para uma época de “vacas magras” no meio de um período de expansão demográfica.
Dessa forma percebemos que os fatores ambientais e populacionais proporcionaram uma necessidade de expansão bélica que iniciou um processo de declínio da civilização devido o agravamento do colapso ambiental, pois as regiões conquistadas também estavam em crise e não era possível então suprir as necessidades da população, logo um intensa crise de fé atingiu a civilização Maia, as pessoas ao verem a decadência da cidade começaram a migrar e não achando respostas entraram também em uma crise espiritual. Esta seria uma das possíveis explicações para o declínio, mas até hoje surgem novas teorias.
O fato é que quando os espanhóis chegaram o mundo Maia já não era mais o mesmo, eles se depararam com cidades fantasmas e um povo vivendo uma profunda crise, poucas cidades estavam de pé e como sabemos não foram aptas a combater a hegemonia bélica do povo espanhol. Tudo isto nos mostra o quanto a natureza é importante para nosso mundo  e que mesmo em uma selva de pedra como a que vivemos pequenos fatores ambientais podem gerar graves consequências para nosso mundo, basta ver a briga por petróleo, agua e outros recursos naturais em nosso mundo, por este motivo devemos aprender com o passado e ver como esta grandiosa civilização que era capaz de produzir um calendário astronômico mais perfeito que o nosso do século XX, foi surpreendida pela natureza e nós precisamos nos atentar a estes fatores.

Jonatan tostes

Outras Palavras


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Conhecimento Livre e novo Direito Autoral: 
Como assegurar a circulação da Cultura e, ao mesmo tempo, remunerar os criadores?

Com Sérgio Amadeu, Marcel Leonardi e Coletivo Lavoura 
12.12.12 | 19h00 às 21h30 – evento | 21h30 às 23h – bate papo com cerveja
Em São Paulo, na Matilha Cultural | Via web, em www.postv.org
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MAIS, em Outras Palavras: 

A Ruptura, por Ladislau Dowbor
Novas relações sociais começam a superar consumismo, devastação ambiental e desigualdade. Mas velho poder resiste. Será possível esperar transição tranquila?  
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O mundo contemporâneo gira em torno de ideias. O caldeirão da globalização, do desenvolvimento da tecnologia da informação somados à organicidade das conexões virtuais, desloca o eixo central da geração de valor do conteúdo material para o conhecimento. Surgem, a partir daí, novas e inéditas tensões sociopolíticas.
Uma delas é a batalha ideológica e econômica em torno do direito de acesso ao conhecimento. Para muitos, o acesso livre e quase gratuito ao conhecimento e à cultura, que as novas tecnologias permitem, é um vetor fundamental de redução dos desequilíbrios sociais e da generalização das tecnologias necessárias à proteção ambiental do planeta. Mas, se restringir o acesso ao conhecimento e criminalizar os que dele fazem uso tornou-se uma afronta, como remunerar os criadores?
O último debate da série Primaveras em 2012 convida a tod@s para debater, no dia 12 de dezembro, na Matilha Cultural, as novas regras do jogo contemporâneo dos direitos autorais. À partir das 19h30, com transmissão ao vivo via postv e mediação de Ines Castilho, o Grupo Lavoura, Ronaldo Lemos, Sérgio Amadeu debaterão Conhecimento Livre e novo Direito Autoral: como assegurar a circulação da Cultura e, ao mesmo tempo, remunerar o autor? O diálogo ocorrerá na Matilha Cultural: Rua Rego Freitas, 542 - República (mapa).
E para fechar em alto estilo o ano de 2012, Primaveras soma-se à agenda do Preliminares, em um esforço colaborativo para pensarmos juntos, em metrópoles como São Paulo, mídia independente, mapeamento sociocultural, ativismo e estratégias de ocupação para 2013. A ideia permitir que os coletivos envolvidos na transformação da cidade e do mundo se conheçam mais e melhor. Venha. Confira todas as atividades aqui.

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Cartão de Natal