sexta-feira, 13 de abril de 2012

Cometa não Destruiria a Terra



Impacto de cometas não destruiria vida na Terra

Qui, 30 Jul, 07h06
CHICAGO, EUA (AFP) - A eventual queda de um cometa sobre a Terra provavelmente não causaria a extinção da vida, como temem algumas pessoas, segundo um estudo divulgado nesta quinta-feira
Astrônomos da Universidade de Washington realizaram uma simulação com a ajuda de computadores para estudar a evolução de nuvens de cometas no sistema solar nos últimos 1,2 bilhão de anos.

31/7/09

Cometa não destruiria a Terra

Impacto de cometas não destruiria vida na Terra

Qui, 30 Jul, 07h06
CHICAGO, EUA (AFP) - A eventual queda de um cometa sobre a Terra provavelmente não causaria a extinção da vida, como temem algumas pessoas, segundo um estudo divulgado nesta quinta-feira.
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Astrônomos da Universidade de Washington realizaram uma simulação com a ajuda de computadores para estudar a evolução de nuvens de cometas no sistema solar nos últimos 1,2 bilhão de anos.

Os cientistas estudaram especificamente a nuvem de Oort, um resíduo da nebulosa que deu lugar à formação de nosso Sistema Solar, e que conteria bilhões de cometas.

“Nos últimos 25 anos, o interior da nuvem de Oort foi considerado uma região misteriosa e desconhecida do Sistema Solar, capaz de provocar explosões de corpos (celestes) que poderiam erradicar a vida na Terra”, indicou o autor do estudo, Nathan Kaib.

A simulação, no entanto, mostrou que a Terra provavelmente foi atingida por cometas grandes o suficiente para causar danos consideráveis apenas duas ou três vezes nos últimos 500 milhões de anos.

É possível que estes cometas tenham colaborado para a extinção registrada no fim do Eoceno - um acontecimento “menor”, segundo os critérios evolutivos -, que aconteceu há cerca de 40 milhões de anos.

Para Kaib, se isto de fato ocorreu, foi a chuva de cometas mais intensa desde os primeiros fósseis.

A baixa frequência “transforma estes fenômenos em uma causa pouco provável de outros episódios de extinção”, concluíram os cientistas em seu trabalho, publicado na revista Science.
 criado por jornalnegritude     1:24:25 am — Arquivado em: Sem categoria — Editar

Página Rural

Os cientistas estudaram especificamente a nuvem de Oort, um resíduo da nebulosa que deu lugar à formação de nosso Sistema Solar, e que conteria bilhões de cometas.

“Nos últimos 25 anos, o interior da nuvem de Oort foi considerado uma região misteriosa e desconhecida do Sistema Solar, capaz de provocar explosões de corpos (celestes) que poderiam erradicar a vida na Terra”, indicou o autor do estudo, Nathan Kaib.

A simulação, no entanto, mostrou que a Terra provavelmente foi atingida por cometas grandes o suficiente para causar danos consideráveis apenas duas ou três vezes nos últimos 500 milhões de anos.

É possível que estes cometas tenham colaborado para a extinção registrada no fim do Eoceno - um acontecimento “menor”, segundo os critérios evolutivos -, que aconteceu há cerca de 40 milhões de anos.

Para Kaib, se isto de fato ocorreu, foi a chuva de cometas mais intensa desde os primeiros fósseis.

A baixa frequência “transforma estes fenômenos em uma causa pouco provável de outros episódios de extinção”, concluíram os cientistas em seu trabalho, publicado na revista Science.

31/7/09

Cometa não destruiria a Terra

Impacto de cometas não destruiria vida na Terra

Qui, 30 Jul, 07h06
CHICAGO, EUA (AFP) - A eventual queda de um cometa sobre a Terra provavelmente não causaria a extinção da vida, como temem algumas pessoas, segundo um estudo divulgado nesta quinta-feira.
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Astrônomos da Universidade de Washington realizaram uma simulação com a ajuda de computadores para estudar a evolução de nuvens de cometas no sistema solar nos últimos 1,2 bilhão de anos.

Os cientistas estudaram especificamente a nuvem de Oort, um resíduo da nebulosa que deu lugar à formação de nosso Sistema Solar, e que conteria bilhões de cometas.

“Nos últimos 25 anos, o interior da nuvem de Oort foi considerado uma região misteriosa e desconhecida do Sistema Solar, capaz de provocar explosões de corpos (celestes) que poderiam erradicar a vida na Terra”, indicou o autor do estudo, Nathan Kaib.

A simulação, no entanto, mostrou que a Terra provavelmente foi atingida por cometas grandes o suficiente para causar danos consideráveis apenas duas ou três vezes nos últimos 500 milhões de anos.

É possível que estes cometas tenham colaborado para a extinção registrada no fim do Eoceno - um acontecimento “menor”, segundo os critérios evolutivos -, que aconteceu há cerca de 40 milhões de anos.

Para Kaib, se isto de fato ocorreu, foi a chuva de cometas mais intensa desde os primeiros fósseis.

A baixa frequência “transforma estes fenômenos em uma causa pouco provável de outros episódios de extinção”, concluíram os cientistas em seu trabalho, publicado na revista Science.

Grêmio perde em São Paulo

3/8/09

São Paulo vence o Grêmio

31 de julho de 2009 | N° 16048AlertaVoltar para a edição de hoje

MÍSEROS 4,8%

Grêmio perde a sexta fora

Desempenho pior longe do Olímpico, só em 1991, no primeiro rebaixamento. Ao perder para o São Paulo por 2 a 1, ontem à noite, no Morumbi, o Grêmio confirmou a fragilidade fora e comprometeu o projeto de terminar o primeiro turno entre os quatro primeiros. Seu aproveitamento longe do Olímpico é de 4,8%, o pior do campeonato.
OGrêmio custou muito a criar chances para marcar. Só passou a assediar o São Paulo após sofrer o segundo gol. A essa altura, já havia sofrido riscos, como a bola que Richarlyson chutou na trave e Borges chutou para fora tendo somente Victor pela frente.
No intervalo, Réver reclamou:
–A bola está batendo e voltando.

3/8/09

São Paulo vence o Grêmio

31 de julho de 2009 | N° 16048AlertaVoltar para a edição de hoje

MÍSEROS 4,8%

Grêmio perde a sexta fora

Desempenho pior longe do Olímpico, só em 1991, no primeiro rebaixamento. Ao perder para o São Paulo por 2 a 1, ontem à noite, no Morumbi, o Grêmio confirmou a fragilidade fora e comprometeu o projeto de terminar o primeiro turno entre os quatro primeiros. Seu aproveitamento longe do Olímpico é de 4,8%, o pior do campeonato.
OGrêmio custou muito a criar chances para marcar. Só passou a assediar o São Paulo após sofrer o segundo gol. A essa altura, já havia sofrido riscos, como a bola que Richarlyson chutou na trave e Borges chutou para fora tendo somente Victor pela frente.
No intervalo, Réver reclamou:
–A bola está batendo e voltando.
Apesar de aplicada, a dupla argentina Herrera e Maxi López não conseguiu prender a bola na frente. Em visível recuperação com o técnico Ricardo Gomes, o São Paulo impôs marcação vigorosa e velocidade. O Grêmio, ao contrário, não combateu com a energia habitual. Tanto que passou 45 minutos sem cometer uma só falta.
No início, no curto espaço de tempo em que atuou de forma organizada, o Grêmio deu pelo menos dois sustos. Ambos com a participação de Maxi López, primeiro chutando de fora da área e depois quase marcando de cabeça em cruzamento de Fábio Santos.
Houve excesso de passes errados e bolas perdidas na frente da área. Em uma delas, Hernanes lançou Dagoberto por cima dos zagueiros e o atacante, esticando-se, venceu Victor.
Autuori, homenageado pelo São Paulo com uma camisa personalizada, trocou Herrera por Jonas no segundo tempo. Mudou pouco. Logo a um minuto, Dagoberto aproveitou bola perdida por Souza, passou a Jorge Wagner, recebeu passe perfeito e concluiu na frente de Victor.
Aí Douglas Costa entrou, aos 16 minutos, no lugar de Adilson. Aos 28, quase marcou: girou com estilo em cima de Hernandes e chutou de fora da área. Aos 34, Jonas foi derrubado por Miranda. Tcheco marcou no pênalti. A partir daí, o Grêmio acuou o São Paulo com Souza e Maxi López, mas era tarde.
– Pagamos por nossa desatenção. Temos que mudar – lamentou Souza.
Fonte: Zero Hora
Apesar de aplicada, a dupla argentina Herrera e Maxi López não conseguiu prender a bola na frente. Em visível recuperação com o técnico Ricardo Gomes, o São Paulo impôs marcação vigorosa e velocidade. O Grêmio, ao contrário, não combateu com a energia habitual. Tanto que passou 45 minutos sem cometer uma só falta.
No início, no curto espaço de tempo em que atuou de forma organizada, o Grêmio deu pelo menos dois sustos. Ambos com a participação de Maxi López, primeiro chutando de fora da área e depois quase marcando de cabeça em cruzamento de Fábio Santos.
Houve excesso de passes errados e bolas perdidas na frente da área. Em uma delas, Hernanes lançou Dagoberto por cima dos zagueiros e o atacante, esticando-se, venceu Victor.
Autuori, homenageado pelo São Paulo com uma camisa personalizada, trocou Herrera por Jonas no segundo tempo. Mudou pouco. Logo a um minuto, Dagoberto aproveitou bola perdida por Souza, passou a Jorge Wagner, recebeu passe perfeito e concluiu na frente de Victor.
Aí Douglas Costa entrou, aos 16 minutos, no lugar de Adilson. Aos 28, quase marcou: girou com estilo em cima de Hernandes e chutou de fora da área. Aos 34, Jonas foi derrubado por Miranda. Tcheco marcou no pênalti. A partir daí, o Grêmio acuou o São Paulo com Souza e Maxi López, mas era tarde.
– Pagamos por nossa desatenção. Temos que mudar – lamentou Souza.
Fonte: Zero Hora

Veja



Revista Veja


 
5 de agosto de 2009
Caro leitor, aqui estão os destaques de VEJA desta semana.
VEJA.com - veja@abril.com.br
 
Edição da semana (n° 2124 - 5 de agosto de 2009)
 
Natação
A Cielo o que é de César
Obtido em Roma, o recorde mundial dos 100 metros,a prova mais nobre da natação, põe César Cielo nos verbetes de enciclopédias do esporte e na história dos poucos (pouquíssimos) ídolos mundiais brasileiros
• Índice da edição
 
 
Entrevista
Guillermo Zuloaga é o único que ainda pode criticar Hugo Chávez
 
Senado
José Sarney pode entregar seu cargo para preservar o mandato
 
 
EUA
Cervejada na Casa Branca contra o racismo

Obama deu palpite em caso policial. Depois recuou.
 Internet
Microsoft e Yahoo se unem contra o Google
O desafio é reverter um hábito de bilhões de pessoas.
 
 
Esporte
O acidente de Felipe Massa e a volta do incrível Schumacher
 
Televisão
Programas e estrelas regionais em TVs do norte ao sul do país
 
 
Educação
Pesquisa: participação dos pais é fundamental

Desempenho dos estudantes melhora com o apoio.
 Guia
As compras do cardiologista no supermercado

O que consumir para melhorar a saúde do coração.
 
 
Exposição
Marc Chagall, um artista no olho do furacão

Extraordinária obra do pintor numa mostra em BH.
 Tecnologia
Site de aluguel de filmes vai dar US$ 1 milhão
Para quem melhorar seu sistema de recomendação.
 
 
Claudio de Moura Castro
O próximo passo
 
Millôr
Eu, tradutor eletrônico
 
Assista aos comentários de Carlos Graieb

Clique na imagem para assistir ao vídeo
 
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Redes sociais - o golpe do perfil falso
Fazendo dinheiro com o Orkut
Galerias de fotos
Cesar Cielo
Obras de Marc Chagall
Vídeo
Miguel Giannini, o maior esteta ótico do país
O BRASIL QUE QUEREMOS SER

Hora de discutir a democracia no Brasil
Nesta semana o painel de VEJA 40 anos discute a profissionalização da gestão pública brasileira. Envie sua proposta.

Participe e ajude a Mata Atlântica
Cada proposta ou comentário publicado no projeto VEJA 40 anos contribuirá para o plantio de uma muda de árvore nativa pela Fundação SOS Mata Atlântica.
www.veja.com.br/40anos/democracia
 
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Os bárbaros chegaram
“Na quinta, quem diria?, o antiamericanismo viveu o seu dia de glória na América Latina.”
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Lula cansado
“Jantar com Cabral foi desmarcado a pedido do presidente, exausto com a agenda da semana.”
Coluna
Augusto Nunes
Luiz Francisco de Souza : o procurador parou de procurar
“O homem que só via bandidos hoje não consegue enxergar nenhum.”
De Paris
Antonio Ribeiro
Só um número
interessa: 46s91
“Embora analogias possam ser feitas com César, Roma, Cielo e ouro.”
Cenas Urbanas
Tony Bellotto
Impasses de um ateu
Sustentável é pouco
Denis Russo
Gelatinaram o mar
Chegada
Renato Dutra
Exercício saudável
durante o inverno
Blog do Vinho
Roberto Gerosa
Confraria: você ainda vai ter uma
“Algumas dicas para aproveitar melhor as reuniões onde o vinho é o protagonista”
Consultório Sentimental
Betty Milan
O perigo do jogo
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Lucia Mandel
Você sabe como agir em caso de queimaduras de pele?
Em VEJA
Diogo Mainardi
A Veneza dos ratos
“Tenho imenso respeito pelos ratos venezianos. Eles, por sua vez, me tratam com certa soberba.”
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