terça-feira, 3 de agosto de 2010

Projeto A história contada pelos idosos de Vacaria RS

Proposta de Projeto: A História de Vacaria Contada Pelos Nossos Idosos “Colhendo Lembranças”

Com o desejo de recuperar e preservar a memória dos idosos do município de Vacaria, elaborou-se o projeto A História de Vacaria Contada Pelos Nossos Idosos “Colhendo Lembranças”, que visa promover o reconhecimento da sabedoria acumulada por pessoas idosas e valorizar esta contribuição como sendo parte da história do município.

A história de pessoas que contribuíram para a construção de nossa cultura em qualquer aspecto do cotidiano da cidade deve ser trazida de volta ao presente.

Assim, cenas esquecidas do passado podem ser recontadas por seus protagonistas num esforço de valorizar nossas raízes e recuperar o modo de vida de antigamente.

A coordenação do projeto é da Secretaria Municipal de Educação, contando com a assessoria da professora Arlene Medeiros de Abreu.

A forma escolhida para a execução desse projeto foi a de história oral que é feita através de entrevistas gravadas e depois transcritas.

Foram selecionados 10 alunos do curso de História da Universidade de Caxias do Sul, Campus/Vacaria, que realizarão as entrevista com aproximadamente 40 pessoas com idade igual ou superior a 70 anos para resgatar as vivências e lembranças do seu cotidiano referentes a fatos ocorridos no nosso município.

Por outro lado, ontem, dia 27 e hoje, dia 28, na sala de reuniões da SMED, está acontecendo uma capacitação dos selecionados para o referido projeto.

Após a realização das entrevistas, ocorrerá a sistematização das mesmas com a organização dos cadernos temáticos e posterior elaboração de um livro.

A previsão para o encerramento do referido projeto é Julho de 2011.


Data: 27/07/2010 - 16:24
Fonte: Adelar Gonçalves/Rádio Esmeralda FM - 93,1

Anulação de contrato

MP ajuíza ação requerendo a anulação de procedimento licitatório e contrato realizado pela Prefeitura de Vacaria

O Ministério Público ajuizou ação requerendo a anulação de licitação e do contrato firmado pela Prefeitura Municipal de Vacaria para realização do transporte de pacientes para realização de consultas e exames em outras cidades.

Após rápida investigação, inclusive com diligências de madrugada para constatar as irregularidades pelo próprio promotor de justiça, verificou-se que a Prefeitura previa no contrato que os ônibus para realizarem o transporte deveriam possuir ar condicionado, menos de 15 anos e banheiros. No entanto, os ônibus utilizados não atendiam estes requisitos.

Ajuizada a ação, a Prefeitura rescindiu o contrato com a Empresa, porém a promotoria requer a anulação desde o procedimento licitatório, já que a Empresa afirmou que possuía os veículos exigidos, mas na verdade houve uma declaração falsa.

Ainda no MP seguem as investigações para apurar o envolvimento de pessoas para a ocorrência do fato, com a finalidade de propor eventual ação por ato de improbidade administrativa.

Conforme informações do promotor Luís Augusto Gonçalves Costa (FOTO), foi dada especial atenção ao assunto, sendo a investigação realizada rapidamente, 10 dias, visto que o transporte era para pessoas já debilitadas em sua saúde e o mínimo era que fosse fornecido um transporte adequado.

O Município informou que irá contratar transporte adequado emergencialmente e após irá licitar novamente.


Data: 29/07/2010 - 15:49
Fonte: Promotoria Pública de Vacaria

Judeu no Restaurante

Poa, 03/08/10
Tenha uma linda semana.
Beijos.
Deise Nunes.
Um judeu, em dia de comemoração conjugal, leva a sua esposa a um
restaurante francês, alto nível (a situação recomendava).
Chegando lá comeram sem olhar preço. Era tudo felicidade, até que o
educado e sorridente judeu pede a conta. Ao ver a despesa de R$
600,00, ele se assusta e começa a reclamar:
- Ei, alto lá! Nós não comemos couvert.
- Estava aí senhor, não comeu porque não quis! Dispara o garçom.
- Mas, meu senhor..nós também não tomamos este champanhe francês que
nem o nome sei falar direito.
- Estava aí senhor, não bebeu porque não quis! repete o garçom
Ironicamente.
- Meu senhor, e esta sobremesa, além do um preço absurdo, também não
comemos.
- Estava aí senhor, não comeu porque não quis! Repete o garçom,
debochadamente.
Furioso com o garçom, o judeu dispara:
-Tudo bem: R$ 600,00, menos os R$ 550,00 por você ter transado com a
minha mulher.
E o garçom interrompe:
- Êpa! Mas isso é um absurdo!!!, eu nem olhei para a sua esposa, senhor.
E o judeu, colocando R$ 50,00 na mesa e já se levantando, respondeu:
- Estava aí senhor, não comeu porque não quis.

Homem morto a tiros

Homem é morto a tiros no bairro Municipal
O autor dos disparos já foi identificado

O 15º homicídio deste ano em Vacaria, foi registrado por volta das 12 horas deste domingo, 1º/08, na Rua Fernando de Noronha, bairro Municipal. Eliandro Paim, de 27 anos, foi morto em frente ao portão da casa dele, com dois disparos de revolver. Conforme o delegado Carlos Alberto Defaveri, ele estava foragido da justiça e tinha vários antecedentes por furto e roubo.

Já no sábado, às 18h50min, no bairro Vitória foi registrado uma tentativa de homicídio. Paulo Ricardo da Silva, 23 anos, foi atingido por cinco disparos de revolver, quando estava no interior de um bar. O jovem foi socorrido pela ambulância do SAMU e está internado no Hospital Nossa Senhora da Oliveira. Conforme boletim médico, ele foi submetido a duas cirurgias e está internado na UTI, inspirando cuidados. Segundo a polícia, o autor dos disparos já foi identificado e responderá a um processo judicial por tentativa de homicídio.
por Fábia Schüler - Fatima e Maisn vac (Rádio Fátima AM), dia 02/08/2010 às 08:2

Empresas

Marcia Luz

Plenitude Soluções Empresariais

fones (48) 3241-3390/ 9989-1962

www.marcialuz.com.br

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Quem Não Lê, Não Escreve

Nós brasileiros, não possuímos o hábito da leitura. Não vou entrar aqui no mérito da questão de porque não se lê, incluindo altos índices de analfabetismo, mas a questão é que entre os alfabetizados o prazer de ler parece não ser um traço presente em nossa cultura.

Sou palestrante e instrutora e nas formações gerenciais que ministro, meus alunos tem a tarefa de casa que é ler um livro por mês e produzir um pequeno texto. No primeiro módulo é sempre a mesma choradeira de gente reclamando que não possui tempo para ler, o que sabemos ser uma falácia, pois a administração do tempo passa por estabelecer prioridades. Na verdade, o que está por traz do protesto de meus alunos é a falta do hábito da leitura, que via de regra é associada à obrigação e desprazer.

Quando questiono meus alunos, todos

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Quem Não Lê, Não Escreve

Nós brasileiros, não possuímos o hábito da leitura. Não vou entrar aqui no mérito da questão de porque não se lê, incluindo altos índices de analfabetismo, mas a questão é que entre os alfabetizados o prazer de ler parece não ser um traço presente em nossa cultura.

Sou palestrante e instrutora e nas formações gerenciais que ministro, meus alunos tem a tarefa de casa que é ler um livro por mês e produzir um pequeno texto. No primeiro módulo é sempre a mesma choradeira de gente reclamando que não possui tempo para ler, o que sabemos ser uma falácia, pois a administração do tempo passa por estabelecer prioridades. Na verdade, o que está por traz do protesto de meus alunos é a falta do hábito da leitura, que via de regra é associada à obrigação e desprazer.

Quando questiono meus alunos, todos gestores, a maioria de alto escalão de grandes empresas, quantos livros lêem por ano, não é raro obter como resposta a informação de que o último livro que leram faz mais de 10 anos, provavelmente na época da Faculdade, porque não foi possível se livrar da tarefa.

Leitura é hábito que precisa ser instalado o mais cedo possível, preferencialmente ainda na infância, mas se as famílias falharam nesse papel, por descaso ou desconhecimento, cabe à escola suprir a lacuna que ficou na formação do aluno. Quem lê mais, escreve melhor, concatena idéias, adquire fluência verbal e argúcia mental, ampliando seus horizontes e a visão de mundo.

Agradeço a Deus porque tive a sorte de ter tido pais espetaculares, que embora possuíssem baixa escolaridade, compreendiam que precisavam construir um mundo diferente para mim, onde o saber seria sempre muito bem vindo. Desde que eu tinha meses de vida meu pai me colocava no colo para ler historinhas infantis, muitas vezes gibis da Mônica e Cebolinha, o que me fez crescer achando a leitura uma saborosa aventura. Lembro de minha mãe, quando eu possuía cinco anos de idade, brincando de escolinha comigo. Ela se dava ao trabalho de sentar minhas bonecas em cadeiras ao meu lado, em volta da mesa, todas com cadernos e canetas, para aprender a ler e escrever. Como conseqüência, adoro ler e estudar, e faço isso inclusive como lazer. Nas minhas férias escolho livros que não sejam técnicos: romances, livros de ficção, pouco importa. Sei que não terão utilidade profissional, mas naquele momento só quero relaxar e me distrair. E quando estou muito estressada e quero dar um tempo na loucura do dia a dia, recorro aos meus velhos gibis do Maurício de Souza, agora na versão “mangá”, contando as aventuras da Mônica Jovem (e eu que pensei que ela jamais beijaria na boca!).

E como aprendemos pelo exemplo, sem me dar conta estou fazendo o mesmo por meus três filhos. O mais velho de 18 anos, cursando a faculdade de Administração, lê porque precisa, porque gosta e simplesmente por puro prazer. A do meio, com 10 anos de idade, em datas como aniversário ou dia das crianças dispensa roupas ou brinquedos como opções de presentes, e sua escolha é sempre livros. A caçula, com 5 anos ainda não aprendeu a ler, mas já tem uma lista enorme de livros que deseja assim que estiver dominando o mundo das letras! Acredito que estou oferecendo para os meus filhos, o legado mais precioso que posso deixar: o prazer pela leitura.

Recentemente, tive a oportunidade de colaborar com um lindo projeto da Unisul (Universidade do Sul de Santa Catarina) denominado “Quem não lê, não escreve”, onde os alunos são estimulados a ler um livro por semestre, escolhido em consenso por eles, cujo tema sempre trata de assuntos que serão úteis para suas vidas, e não mais um livro daquela lista interminável que terão que dar conta durante a faculdade por pura obrigação, fiquei fascinada! Percebi o embrião que estava sendo implantado nas mentes e corações dos alunos, mostrando a eles o quanto um livro pode abrir caminhos, oferecer novas possibilidades e auxiliar na construção do pensamento.

O que o projeto faz, de maneira criativa e envolvente, é dar conta de cumprir o verdadeiro papel das instituições de ensino, que é ensinar a pensar e oferecer o gosto pela leitura como ferramenta para que o aluno se prepare para o mercado de trabalho. Mais importante do que repassar conhecimentos é ensinar a refletir criticamente sobre as inúmeras verdades e instalar o espírito curioso, mostrando onde o conhecimento já construído está disponível. O restante, o aluno fará por conta própria, inclusive observando o mundo que o cerca e transformando-o a partir da formulação de novos conhecimentos.

E você, o que tem feito para disseminar o hábito de leitura em sua casa e ambiente de trabalho? Acredito que o melhor caminho é influenciar pelo exemplo. Então, corra! Escolha um bom livro e comece hoje!

Um forte abraço:

Márcia Luz

Sócia Presidente da Plenitude Soluções Empresarias

Psicóloga, pós-graduada em Administração de Recursos Humanos, especializada em Gestalt Terapia, mestre em Engenharia de Produção.

Site: www.marcialuz.com.br


gestores, a maioria de alto escalão de grandes empresas, quantos livros lêem por ano, não é raro obter como resposta a informação de que o último livro que leram faz mais de 10 anos, provavelmente na época da Faculdade, porque não foi possível se livrar da tarefa.

Leitura é hábito que precisa ser instalado o mais cedo possível, preferencialmente ainda na infância, mas se as famílias falharam nesse papel, por descaso ou desconhecimento, cabe à escola suprir a lacuna que ficou na formação do aluno. Quem lê mais, escreve melhor, concatena idéias, adquire fluência verbal e argúcia mental, ampliando seus horizontes e a visão de mundo.

Agradeço a Deus porque tive a sorte de ter tido pais espetaculares, que embora possuíssem baixa escolaridade, compreendiam que precisavam construir um mundo diferente para mim, onde o saber seria sempre muito bem vindo. Desde que eu tinha meses de vida meu pai me colocava no colo para ler historinhas infantis, muitas vezes gibis da Mônica e Cebolinha, o que me fez crescer achando a leitura uma saborosa aventura. Lembro de minha mãe, quando eu possuía cinco anos de idade, brincando de escolinha comigo. Ela se dava ao trabalho de sentar minhas bonecas em cadeiras ao meu lado, em volta da mesa, todas com cadernos e canetas, para aprender a ler e escrever. Como conseqüência, adoro ler e estudar, e faço isso inclusive como lazer. Nas minhas férias escolho livros que não sejam técnicos: romances, livros de ficção, pouco importa. Sei que não terão utilidade profissional, mas naquele momento só quero relaxar e me distrair. E quando estou muito estressada e quero dar um tempo na loucura do dia a dia, recorro aos meus velhos gibis do Maurício de Souza, agora na versão “mangá”, contando as aventuras da Mônica Jovem (e eu que pensei que ela jamais beijaria na boca!).

E como aprendemos pelo exemplo, sem me dar conta estou fazendo o mesmo por meus três filhos. O mais velho de 18 anos, cursando a faculdade de Administração, lê porque precisa, porque gosta e simplesmente por puro prazer. A do meio, com 10 anos de idade, em datas como aniversário ou dia das crianças dispensa roupas ou brinquedos como opções de presentes, e sua escolha é sempre livros. A caçula, com 5 anos ainda não aprendeu a ler, mas já tem uma lista enorme de livros que deseja assim que estiver dominando o mundo das letras! Acredito que estou oferecendo para os meus filhos, o legado mais precioso que posso deixar: o prazer pela leitura.

Recentemente, tive a oportunidade de colaborar com um lindo projeto da Unisul (Universidade do Sul de Santa Catarina) denominado “Quem não lê, não escreve”, onde os alunos são estimulados a ler um livro por semestre, escolhido em consenso por eles, cujo tema sem

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Nós brasileiros, não possuímos o hábito da leitura. Não vou entrar aqui no mérito da questão de porque não se lê, incluindo altos índices de analfabetismo, mas a questão é que entre os alfabetizados o prazer de ler parece não ser um traço presente em nossa cultura.

Sou palestrante e instrutora e nas formações gerenciais que ministro, meus alunos tem a tarefa de casa que é ler um livro por mês e produzir um pequeno texto. No primeiro módulo é sempre a mesma choradeira de gente reclamando que não possui tempo para ler, o que sabemos ser uma falácia, pois a administração do tempo passa por estabelecer prioridades. Na verdade, o que está por traz do protesto de meus alunos é a falta do hábito da leitura, que via de regra é associada à obrigação e desprazer.

Quando questiono meus alunos, todos gestores, a maioria de alto escalão de grandes empresas, quantos livros lêem por ano, não é raro obter como resposta a informação de que o último livro que leram faz mais de 10 anos, provavelmente na época da Faculdade, porque não foi possível se livrar da tarefa.

Leitura é hábito que precisa ser instalado o mais cedo possível, preferencialmente ainda na infância, mas se as famílias falharam nesse papel, por descaso ou desconhecimento, cabe à escola suprir a lacuna que ficou na formação do aluno. Quem lê mais, escreve melhor, concatena idéias, adquire fluência verbal e argúcia mental, ampliando seus horizontes e a visão de mundo.

Agradeço a Deus porque ti

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Sou palestrante e instrutora e nas formações gerenciais que ministro, meus alunos tem a tarefa de casa que é ler um livro por mês e produzir um pequeno texto. No primeiro módulo é sempre a mesma choradeira de gente reclamando que não possui tempo para ler, o que sabemos ser uma falácia, pois a administração do tempo passa por estabelecer prioridades. Na verdade, o que está por traz do protesto de meus alunos é a falta do hábito da leitura, que via de regra é associada à obrigação e desprazer.

Quando questiono meus alunos, todos gestores, a maioria de alto escalão de grandes empresas, quantos livros lêem por ano, não é raro obter como resposta a informação de que o último livro que leram faz mais de 10 anos, provavelmente na época da Faculdade, porque não foi possível se livrar da tarefa.

Leitura é hábito que precisa ser instalado o mais cedo possível, preferencialmente ainda na infância, mas se as famílias falharam nesse papel, por descaso ou desconhecimento, cabe à escola suprir a lacuna que ficou na formação do aluno. Quem lê mais, escreve melhor, concatena idéias, adquire fluência verbal e argúcia mental, ampliando seus horizontes e a visão de mundo.

Agradeço a Deus porque tive a sorte de ter tido pais espetaculares, que embora possuíssem baixa escolaridade, compreendiam que precisavam construir um mundo diferente para mim, onde o saber seria sempre muito bem vindo. Desde que eu tinha meses de vida meu pai me colocava no colo para ler historinhas infantis, muitas vezes gibis da Mônica e Cebolinha, o que me fez crescer achando a leitura uma saborosa aventura. Lembro de minha mãe, quando eu possuía cinco anos de idade, brincando de escolinha comigo. Ela se dava ao trabalho de sentar minhas bonecas em cadeiras ao meu lado, em volta da mesa, todas com cadernos e canetas, para aprender a ler e escrever. Como conseqüência, adoro ler e estudar, e faço isso inclusive como lazer. Nas minhas férias escolho livros que não sejam técnicos: romances, livros de ficção, pouco importa. Sei que não terão utilidade profissional, mas naquele momento só quero relaxar e me distrair. E quando estou muito estressada e quero dar um tempo na loucura do dia a dia, recorro aos meus velhos gibis do Maurício de Souza, agora na versão “mangá”, contando as aventuras da Mônica Jovem (e eu que pensei que ela jamais beijaria na boca!).

E como aprendemos pelo exemplo, sem me dar conta estou fazendo o mesmo por meus três filhos. O mais velho de 18 anos, cursando a faculdade de Administração, lê porque precisa, porque gosta e simplesmente por puro prazer. A do meio, com 10 anos de idade, em datas como aniversário ou dia das crianças dispensa roupas ou brinquedos como opções de presentes, e sua escolha é sempre livros. A caçula, com 5 anos ainda não aprendeu a ler, mas já tem uma lista enorme de livros que deseja assim que estiver dominando o mundo das letras! Acredito que estou oferecendo para os meus filhos, o legado mais precioso que posso deixar: o prazer pela leitura.

Recentemente, tive a oportunidade de colaborar com um lindo projeto da Unisul (Universidade do Sul de Santa Catarina) denominado “Quem não lê, não escreve”, onde os alunos são estimulados a ler um livro por semestre, escolhido em consenso por eles, cujo tema sempre trata de assuntos que serão úteis para suas vidas, e não mais um livro daquela lista interminável que terão que dar conta durante a faculdade por pura obrigação, fiquei fascinada! Percebi o embrião que estava sendo implantado nas mentes e corações dos alunos, mostrando a eles o quanto um livro pode abrir caminhos, oferecer novas possibilidades e auxiliar na construção do pensamento.

O que o projeto faz, de maneira criativa e envolvente, é dar conta de cumprir o verdadeiro papel das instituições de ensino, que é ensinar a pensar e oferecer o gosto pela leitura como ferramenta para que o aluno se prepare para o mercado de trabalho. Mais importante do que repassar conhecimentos é ensinar a refletir criticamente sobre as inúmeras verdades e instalar o espírito curioso, mostrando onde o conhecimento já construído está disponível. O restante, o aluno fará por conta própria, inclusive observando o mundo que o cerca e transformando-o a partir da formulação de novos conhecimentos.

E você, o que tem feito para disseminar o hábito de leitura em sua casa e ambiente de trabalho? Acredito que o melhor caminho é influenciar pelo exemplo. Então, corra! Escolha um bom livro e comece hoje!

Um forte abraço:

Márcia Luz

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Psicóloga, pós-graduada em Administração de Recursos Humanos, especializada em Gestalt Terapia, mestre em Engenharia de Produção.

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E como aprendemos pelo exemplo, sem me dar conta estou fazendo o mesmo por meus três filhos. O mais velho de 18 anos, cursando a faculdade de Administração, lê porque precisa, porque gosta e simplesmente por puro prazer. A do meio, com 10 anos de idade, em datas como aniversário ou dia das crianças dispensa roupas ou brinquedos como opções de presentes, e sua escolha é sempre livros. A caçula, com 5 anos ainda não aprendeu a ler, mas já tem uma lista enorme de livros que deseja assim que estiver dominando o mundo das letras! Acredito que estou oferecendo para os meus filhos, o legado mais precioso que posso deixar: o prazer pela leitura.

Recentemente, tive a oportunidade de colaborar com um lindo projeto da Unisul (Universidade do Sul de Santa Catarina) denominado “Quem não lê, não escreve”, onde os alunos são estimulados a ler um livro por semestre, escolhido em consenso por eles, cujo tema sempre trata de assuntos que serão úteis para suas vidas, e não mais um livro daquela lista interminável que terão que dar conta durante a faculdade por pura obrigação, fiquei fascinada! Percebi o embrião que estava sendo implantado nas mentes e corações dos alunos, mostrando a eles o quanto um livro pode abrir caminhos, oferecer novas possibilidades e auxiliar na construção do pensamento.

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E você, o que tem feito para disseminar o hábito de leitura em sua casa e ambiente de trabalho? Acredito que o melhor caminho é influenciar pelo exemplo. Então, corra! Escolha um bom livro e comece hoje!

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O que o projeto faz, de maneira criativa e envolvente, é dar conta de cumprir o verdadeiro papel das instituições de ensino, que é ensinar a pensar e oferecer o gosto pela leitura como ferramenta para que o aluno se prepare para o mercado de trabalho. Mais importante do que repassar conhecimentos é ensinar a refletir criticamente sobre as inúmeras verdades e instalar o espírito curioso, mostrando onde o conhecimento já construído está disponível. O restante, o aluno fará por conta própria, inclusive observando o mundo que o cerca e transformando-o a partir da formulação de novos conhecimentos.

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Sou palestrante e instrutora e nas formações gerenciais que ministro, meus alunos tem a tarefa de casa que é ler um livro por mês e produzir um pequeno texto. No primeiro módulo é sempre a mesma choradeira de gente reclamando que não possui tempo para ler, o que sabemos ser uma falácia, pois a administração do tempo passa por estabelecer prioridades. Na verdade, o que está por traz do protesto de meus alunos é a falta do hábito da leitura, que via de regra é associada à obrigação e desprazer.

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Leitura é hábito que precisa ser instalado o mais cedo possível, preferencialmente ainda na infância, mas se as famílias falharam nesse papel, por descaso ou desconhecimento, cabe à escola suprir a lacuna que ficou na formação do aluno. Quem lê mais, escreve melhor, concatena idéias, adquire fluência verbal e argúcia mental, ampliando seus horizontes e a visão de mundo.

Agradeço a Deus porque tive a sorte de ter tido pais espetaculares, que embora possuíssem baixa escolaridade, compreendiam que precisavam construir um mundo diferente para mim, onde o saber seria sempre muito bem vindo. Desde que eu tinha meses de vida meu pai me colocava no colo para ler historinhas infantis, muitas vezes gibis da Mônica e Cebolinha, o que me fez crescer achando a leitura uma saborosa aventura. Lembro de minha mãe, quando eu possuía cinco anos de idade, brincando de escolinha comigo. Ela se dava ao trabalho de sentar minhas bonecas em cadeiras ao meu lado, em volta da mesa, todas com cadernos e canetas, para aprender a ler e escrever. Como conseqüência, adoro ler e estudar, e faço isso inclusive como lazer. Nas minhas férias escolho livros que não sejam técnicos: romances, livros de ficção, pouco importa. Sei que não terão utilidade profissional, mas naquele momento só quero relaxar e me distrair. E quando estou muito estressada e quero dar um tempo na loucura do dia a dia, recorro aos meus velhos gibis do Maurício de Souza, agora na versão “mangá”, contando as aventuras da Mônica Jovem (e eu que pensei que ela jamais beijaria na boca!).

E como aprendemos pelo exemplo, sem me dar conta estou fazendo o mesmo por meus três filhos. O mais velho de 18 anos, cursando a faculdade de Administração, lê porque precisa, porque gosta e simplesmente por puro prazer. A do meio, com 10 anos de idade, em datas como aniversário ou dia das crianças dispensa roupas ou brinquedos como opções de presentes, e sua escolha é sempre livros. A caçula, com 5 anos ainda não aprendeu a ler, mas já tem uma lista enorme de livros que deseja assim que estiver dominando o mundo das letras! Acredito que estou oferecendo para os meus filhos, o legado mais precioso que posso deixar: o prazer pela leitura.

Recentemente, tive a oportunidade de colaborar com um lindo projeto da Unisul (Universidade do Sul de Santa Catarina) denominado “Quem não lê, não escreve”, onde os alunos são estimulados a ler um livro por semestre, escolhido em consenso por eles, cujo tema sempre trata de assuntos que serão úteis para suas vidas, e não mais um livro daquela lista interminável que terão que dar conta durante a faculdade por pura obrigação, fiquei fascinada! Percebi o embrião que estava sendo implantado nas mentes e corações dos alunos, mostrando a eles o quanto um livro pode abrir caminhos, oferecer novas possibilidades e auxiliar na construção do pensamento.

O que o projeto faz, de maneira criativa e envolvente, é dar conta de cumprir o verdadeiro papel das instituições de ensino, que é ensinar a pensar e oferecer o gosto pela leitura como ferramenta para que o aluno se prepare para o mercado de trabalho. Mais importante do que repassar conhecimentos é ensinar a refletir criticamente sobre as inúmeras verdades e instalar o espírito curioso, mostrando onde o conhecimento já construído está disponível. O restante, o aluno fará por conta própria, inclusive observando o mundo que o cerca e transformando-o a partir da formulação de novos conhecimentos.

E você, o que tem feito para disseminar o hábito de leitura em sua casa e ambiente de trabalho? Acredito que o melhor caminho é influenciar pelo exemplo. Então, corra! Escolha um bom livro e comece hoje!

Um forte abraço:

Márcia Luz

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Carnaval e Uruguaiana

Reviravolta no Carnaval de Uruguaiana

Posted: 31 Jul 2010 08:42 AM PDT

Em março, já se falava sobre a possibilidade de o resultado de Uruguaiana não valer integralmente para 2011. Pois a hipótese se confirmou.

Rebaixadas pelas duas últimas colocações do Carnaval passado, a Acadêmicos de São Miguel e a Imperadores do Sol serão mantidas no Grupo Especial. A decisão foi tomada na últmima terça-feira, durante reunião entre os presidentes das agremiações e a nova Comisão de Carnaval da prefeitura, agora presidida pelo arquiteto Carlos do Canto. Apenas Bambas da Alegria votou contra o drible ao regulamento. Com a ascensão da Apoteose do Samba, campeã do Grupo de Acesso, o Grupo Especial de Uruguaiana terá oito escolas desfilando na folia temporã do próximo ano.

A diferença é que, em março, quem levantava a hipótese era a Liesu. Se voltasse a comandar a folia temporã de Uruguaiana, a liga desvalidaria o regulamento de 2010 (quando o comando do Carnaval passou para a prefeitura) e manteria o resultado do Carnaval de 2009. A virada de mesa, no entanto, partiu de um protesto da Imperadores do Sol, que alegou conflito entre os regulamentos, já que um deles previa o rebaixamento de apenas uma escola. A comissão de Carnaval, então, achou por bem desconsiderar o próprio regulamento para enterrar polêmicas e garantir o apoio das escolas.

Outras mudanças aprovadas

Uma das novidades é a premiação, que será em dinheiro para a campeã, a vice e a terceira colocada. Os valores ainda serão discutidos, mas cogita-se pagar R$ 50 mil, R$ 30 mil e R$ 20 mil, respectivamente.

No encontro de terça, também foram definidas as cotas destinadas a cada agremiação e o direito a camarotes na avenida. As cinco primeiras colocadas do Grupo Especial e a campeã do Grupo de Acesso terão direito a 12% dos valores referentes ao patrocínio e terã quatro camarotes na passarela do samba. Acadêmicos de São Miguel e Imperadores do Sol receberão 8% e ganharão três camarotes cada.

Em 2011, os desfiles de Uruguaiana ocorrerão nos dias 24, 25 e 26 de março. Veja como ficaram os grupos:

Grupo de Acesso
Acadêmicos do Negão
Mocidade Independente da Vila Júlia
Unidos da Mangueira
Unidos da Toca do Lobo

Grupo Especial
Acadêmicos de São Miguel
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