segunda-feira, 13 de julho de 2009
Depoimentos do jogo Glória 3 x 1 Cerâmica
- A gente poder tá focado nesse objetivo que é subir e ser campeão em nome de Jesus.
JN: Aquestão do arbitro incomodou?
Rincon: - Isso aí não incomodou em nada a gente não veio preocupado com o arbitro a gente veio preocupado em jogar futebol é isso aí que vocês viram, isso é o Glória que vai ser trabalhado muito continuar e ficar desse jeito aí
(Jogador Rincon)
Armas nãoletais reforçam a ação da Brigada
Armas não-letais reforçam ação da Brigada Militar no Estado
12/07/2009 12:03
Com o treinamento de 300 policiais militares, o governo do Estado deu início a uma nova era na segurança pública gaúcha: o uso de armas não-letais pela Brigada Militar. A tecnologia importada dos Estados Unidos lança dois dados energizados com cinco mil volts e baixa amperagem. Com o choque, a arma gera incapacitação neuromuscular, impossibilitando qualquer tipo de reação. Assim, é aberta uma janela de oportunidade para imobilização, sem o uso da força física. O armamento poderá ser utilizado assim que a BM regulamentar seu uso através de nota de instrução.
O dardo engancha na roupa ou até mesmo na pele, causando uma pequena perfuração. É indicado em situações onde os criminosos não estão utilizando arma de fogo, como facas, bem como em agressões físicas a terceiros. Conhecida como Taser, a arma não-letal é também recomendada para abordagens de indivíduos sob efeito de substâncias entorpecentes, alcoolizados ou resistentes à prisão.
A arma vai diminuir em ambos os lados o risco de lesões médias e graves. Reduz ainda a letalidade, evitando o emprego de armas de fogo. "A sociedade vai tomar conhecimento do novo equipamento, através de uma atuação dentro dos limites legais, respeitando as questões dos direitos humanos", afirma o instrutor, major da BM Erico Marcelo Flores.
A adoção do novo armamento pode trazer economia para o Estado, evitando lesões e óbitos causados por disparo de arma de fogo nas pessoas envolvidas em ocorrências. A Brigada Militar dispõe de 300 armas Taser. Cinqüenta foram adquiridas pelo Estado, com custo de 850 dólares por arma, e as outras foram doadas à Corporação pelo governo federal.
Com custo semelhante à de uma pistola calibre .40, a nova tecnologia será introduzida em todas as polícias brasileiras. Até o final do ano, 1,2 mil policiais gaúchos estarão habilitados através de treinamentos de 40 horas/aula. Já ocorreram três edições do curso, com policiais dos municípios de Porto Alegre, Passo Fundo, Santa Maria, Pelotas e Santana do Livramento, além da Região Metropolitana e do Vale do Rio dos Sinos. Os cinco instrutores do curso foram treinados em Brasília, mediante curso do Ministério da Justiça.
Fonte: Site do Estado
12/07/2009 12:03
Com o treinamento de 300 policiais militares, o governo do Estado deu início a uma nova era na segurança pública gaúcha: o uso de armas não-letais pela Brigada Militar. A tecnologia importada dos Estados Unidos lança dois dados energizados com cinco mil volts e baixa amperagem. Com o choque, a arma gera incapacitação neuromuscular, impossibilitando qualquer tipo de reação. Assim, é aberta uma janela de oportunidade para imobilização, sem o uso da força física. O armamento poderá ser utilizado assim que a BM regulamentar seu uso através de nota de instrução.
O dardo engancha na roupa ou até mesmo na pele, causando uma pequena perfuração. É indicado em situações onde os criminosos não estão utilizando arma de fogo, como facas, bem como em agressões físicas a terceiros. Conhecida como Taser, a arma não-letal é também recomendada para abordagens de indivíduos sob efeito de substâncias entorpecentes, alcoolizados ou resistentes à prisão.
A arma vai diminuir em ambos os lados o risco de lesões médias e graves. Reduz ainda a letalidade, evitando o emprego de armas de fogo. "A sociedade vai tomar conhecimento do novo equipamento, através de uma atuação dentro dos limites legais, respeitando as questões dos direitos humanos", afirma o instrutor, major da BM Erico Marcelo Flores.
A adoção do novo armamento pode trazer economia para o Estado, evitando lesões e óbitos causados por disparo de arma de fogo nas pessoas envolvidas em ocorrências. A Brigada Militar dispõe de 300 armas Taser. Cinqüenta foram adquiridas pelo Estado, com custo de 850 dólares por arma, e as outras foram doadas à Corporação pelo governo federal.
Com custo semelhante à de uma pistola calibre .40, a nova tecnologia será introduzida em todas as polícias brasileiras. Até o final do ano, 1,2 mil policiais gaúchos estarão habilitados através de treinamentos de 40 horas/aula. Já ocorreram três edições do curso, com policiais dos municípios de Porto Alegre, Passo Fundo, Santa Maria, Pelotas e Santana do Livramento, além da Região Metropolitana e do Vale do Rio dos Sinos. Os cinco instrutores do curso foram treinados em Brasília, mediante curso do Ministério da Justiça.
Fonte: Site do Estado
O Golpe Morre
O GOLPE MORRE OU MORREM AS CONSTITUIÇÕES
Os países da América Latina lutavam contra a pior crise financeira da história dentro duma relativa ordem institucional.
Quando o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de viagem em Moscovo para abordar temas vitais em matéria de armas nucleares, declarava que o único presidente constitucional de Honduras era Manuel Zelaya, em Washington a extrema direita e os falcões faziam manobras para que ele negociasse o humilhante perdão pelas ilegalidades que os golpistas lhe atribuem.
Era óbvio que tal acto significaria diante dos seus e diante do mundo o seu desaparecimento do cenário político.
Está provado que quando Zelaya anunciou que regressaria no dia 5 de Julho, estava decidido a cumprir a sua promessa de partilhar com o seu povo a brutal repressão golpista.
Com o Presidente viajavam Miguel d´Escoto, presidente pro tempore da Assembleia-geral da ONU, e Patrícia Rodas, a chanceler de Honduras, bem como um jornalista de Telesur e outros, para um total de 9 pessoas. Zelaya manteve a sua decisão de aterrar. Sei que em pleno voo, quando se aproximava de Tegucigalpa, desde terra lhe informaram a respeito das imagens de Telesur, no instante em que a enorme massa que o esperava no exterior do aeroporto, estava a ser atacada pelos militares com gases lacrimogéneos e fogo de fuzis automáticos.
A sua reacção imediata foi pedir altura para denunciar os factos por Telesur e demandar aos chefes daquela tropa que cessasse a repressão. Depois lhes informou que procederia à aterragem. Então, o alto comando ordenou obstruir a pista. Em apenas uns segundos ficou obstruída por veículos de transporte motorizados.
Três vezes passou o Jet Falcon, a baixa altura, por em cima do aeroporto. Os especialistas explicam que o momento mais tenso e perigoso para os pilotos é quando naves rápidas e de pouco porte, como a que conduzia o Presidente, reduzem a velocidade para fazer contacto com a pista. Por isso acho que foi audaz e valente aquela tentativa de regressar a Honduras.
Se desejavam julgá-lo por supostos delitos constitucionais, por quê não lhe permitiram aterrar?
Zelaya sabe que estava em jogo não só a Constituição de Honduras, mas também o direito dos povos da América Latina a eleger os seus governantes.
Honduras não é hoje apenas um país ocupado pelos golpistas, mas também um país ocupado pelas forças armadas dos Estados Unidos.
A base militar de Soto Cano, também conhecida pelo nome de Palmerola, localizada a menos de 100 quilómetros de Tegucigalpa, reactivada em 1981 sob a administração de Ronald Reagan, foi a utilizada pelo coronel Oliver North quando dirigiu a guerra suja contra a Nicarágua, e o Governo dos Estados Unidos dirigiu desde esse ponto os ataques contra os revolucionários salvadorenhos e guatemaltecos, o que custou dezenas de milhares de vidas.
Ali está a “Força de Tarefa Conjunta Bravo” dos Estados Unidos, integrada por elementos das três armas, que ocupa 85 por cento da área da base. Eva Golinger divulga o papel que tem essa base num artigo publicado no sítio digital Rebelião em 2 de Julho de 2009, titulado “A base militar dos Estados Unidos em Honduras no centro do golpe”. Ela explica que “a Constituição de Honduras não permite legalmente a presença militar estrangeira no país. Um acordo ‘de mão entre Washington e Honduras autoriza a importante e estratégica presença das centenas de militares estadunidenses na base, por um acordo ‘semi-permanente’. O acordo foi realizado em 1954 como parte da ajuda militar que os Estados Unidos ofereciam a Honduras… o terceiro país mais pobre do hemisfério.” Ela acrescenta que “…o acordo que permite a presença militar dos Estados Unidos no país centro-americano pode ser retirado sem aviso”.
Soto Cano é igualmente sede da Academia da Aviação de Honduras. Parte dos componentes da força de tarefa militar dos Estados Unidos está integrada por soldados hondurenhos.
Qual é o objectivo da base militar, dos aviões, dos helicópteros e da força de tarefa dos Estados Unidos em Honduras? Sem dúvida que serve unicamente para empregá-la na América Central. A luta contra o narcotráfico não requer dessas armas.
Se o presidente Manuel Zelaya não for reintegrado ao seu cargo, uma onda de golpes de Estado ameaçará com varrer muitos governos da América Latina, ou estes ficarão à mercê dos militares de extrema direita, educados na doutrina de segurança da Escola das Américas, esperta em torturas, na guerra psicológica e no terror. A autoridade de muitos governos civis na América Central e na América do Sul ficaria enfraquecida. Não estão muito distantes aqueles tempos tenebrosos. Os militares golpistas nem sequer emprestariam atenção à administração civil dos Estados Unidos. Pode ser muito negativo para um presidente que, como Barack Obama, deseja melhorar a imagem desse país. O Pentágono obedece formalmente ao poder civil. Ainda as legiões, como em Roma, não assumiram o comando do império.
Não seria compreensível que Zelaya admita agora manobras dilatórias que desgastariam as consideráveis forças sociais que o apoiam e só conduzem a um desgaste irreparável.
O Presidente ilegalmente derrubado não procura o poder, mas defende um princípio, e como disse Martí: “Um princípio justo do fundo de uma caverna pode mais do que um exército.”
Fidel Castro Ruz
10 de Julho de 2009
18h15
Os países da América Latina lutavam contra a pior crise financeira da história dentro duma relativa ordem institucional.
Quando o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de viagem em Moscovo para abordar temas vitais em matéria de armas nucleares, declarava que o único presidente constitucional de Honduras era Manuel Zelaya, em Washington a extrema direita e os falcões faziam manobras para que ele negociasse o humilhante perdão pelas ilegalidades que os golpistas lhe atribuem.
Era óbvio que tal acto significaria diante dos seus e diante do mundo o seu desaparecimento do cenário político.
Está provado que quando Zelaya anunciou que regressaria no dia 5 de Julho, estava decidido a cumprir a sua promessa de partilhar com o seu povo a brutal repressão golpista.
Com o Presidente viajavam Miguel d´Escoto, presidente pro tempore da Assembleia-geral da ONU, e Patrícia Rodas, a chanceler de Honduras, bem como um jornalista de Telesur e outros, para um total de 9 pessoas. Zelaya manteve a sua decisão de aterrar. Sei que em pleno voo, quando se aproximava de Tegucigalpa, desde terra lhe informaram a respeito das imagens de Telesur, no instante em que a enorme massa que o esperava no exterior do aeroporto, estava a ser atacada pelos militares com gases lacrimogéneos e fogo de fuzis automáticos.
A sua reacção imediata foi pedir altura para denunciar os factos por Telesur e demandar aos chefes daquela tropa que cessasse a repressão. Depois lhes informou que procederia à aterragem. Então, o alto comando ordenou obstruir a pista. Em apenas uns segundos ficou obstruída por veículos de transporte motorizados.
Três vezes passou o Jet Falcon, a baixa altura, por em cima do aeroporto. Os especialistas explicam que o momento mais tenso e perigoso para os pilotos é quando naves rápidas e de pouco porte, como a que conduzia o Presidente, reduzem a velocidade para fazer contacto com a pista. Por isso acho que foi audaz e valente aquela tentativa de regressar a Honduras.
Se desejavam julgá-lo por supostos delitos constitucionais, por quê não lhe permitiram aterrar?
Zelaya sabe que estava em jogo não só a Constituição de Honduras, mas também o direito dos povos da América Latina a eleger os seus governantes.
Honduras não é hoje apenas um país ocupado pelos golpistas, mas também um país ocupado pelas forças armadas dos Estados Unidos.
A base militar de Soto Cano, também conhecida pelo nome de Palmerola, localizada a menos de 100 quilómetros de Tegucigalpa, reactivada em 1981 sob a administração de Ronald Reagan, foi a utilizada pelo coronel Oliver North quando dirigiu a guerra suja contra a Nicarágua, e o Governo dos Estados Unidos dirigiu desde esse ponto os ataques contra os revolucionários salvadorenhos e guatemaltecos, o que custou dezenas de milhares de vidas.
Ali está a “Força de Tarefa Conjunta Bravo” dos Estados Unidos, integrada por elementos das três armas, que ocupa 85 por cento da área da base. Eva Golinger divulga o papel que tem essa base num artigo publicado no sítio digital Rebelião em 2 de Julho de 2009, titulado “A base militar dos Estados Unidos em Honduras no centro do golpe”. Ela explica que “a Constituição de Honduras não permite legalmente a presença militar estrangeira no país. Um acordo ‘de mão entre Washington e Honduras autoriza a importante e estratégica presença das centenas de militares estadunidenses na base, por um acordo ‘semi-permanente’. O acordo foi realizado em 1954 como parte da ajuda militar que os Estados Unidos ofereciam a Honduras… o terceiro país mais pobre do hemisfério.” Ela acrescenta que “…o acordo que permite a presença militar dos Estados Unidos no país centro-americano pode ser retirado sem aviso”.
Soto Cano é igualmente sede da Academia da Aviação de Honduras. Parte dos componentes da força de tarefa militar dos Estados Unidos está integrada por soldados hondurenhos.
Qual é o objectivo da base militar, dos aviões, dos helicópteros e da força de tarefa dos Estados Unidos em Honduras? Sem dúvida que serve unicamente para empregá-la na América Central. A luta contra o narcotráfico não requer dessas armas.
Se o presidente Manuel Zelaya não for reintegrado ao seu cargo, uma onda de golpes de Estado ameaçará com varrer muitos governos da América Latina, ou estes ficarão à mercê dos militares de extrema direita, educados na doutrina de segurança da Escola das Américas, esperta em torturas, na guerra psicológica e no terror. A autoridade de muitos governos civis na América Central e na América do Sul ficaria enfraquecida. Não estão muito distantes aqueles tempos tenebrosos. Os militares golpistas nem sequer emprestariam atenção à administração civil dos Estados Unidos. Pode ser muito negativo para um presidente que, como Barack Obama, deseja melhorar a imagem desse país. O Pentágono obedece formalmente ao poder civil. Ainda as legiões, como em Roma, não assumiram o comando do império.
Não seria compreensível que Zelaya admita agora manobras dilatórias que desgastariam as consideráveis forças sociais que o apoiam e só conduzem a um desgaste irreparável.
O Presidente ilegalmente derrubado não procura o poder, mas defende um princípio, e como disse Martí: “Um princípio justo do fundo de uma caverna pode mais do que um exército.”
Fidel Castro Ruz
10 de Julho de 2009
18h15
Adriana Marques
Me pegou de surpresa a morte de Adriana Marques a conheci em 2000 no Teatro Elis Regina na Usina do Gasometro em Porto Alegre. Me lembro quando entrei no Teatro aquela loira linda me olhando com um sorriso. Conversei com ela após o espetáculo. Uma grande perca para cultura gaúcha.
Paulo Furtado
Editor
Jornal Negritude
Paulo Furtado
Editor
Jornal Negritude
Morre a atriz da Peça Rádio Esmeralda

Adriana Marques a loira da direita
Morre Adriana Marques, atriz da peça Rádio Esmeralda
Artista tinha 43 anos e foi vítima de hemorragia interna
Atualizada em 12/07/2009 ?s 11h00min
A atriz e cantora Adriana Marques, 43 anos, morreu neste sábado, em Porto Alegre, vítima de hemorragia interna. Ela era uma das integrantes da dupla da peça teatral Rádio Esmeralda. Informações iniciais davam conta de que Adriana teria sofrido um infarto, porém, mais tarde a causa da morte foi confirmada como hemorragia.
O velório será a partir das 7h deste domingo no cemitério Jardim da Paz. O enterro está previsto para as 15h.
Ao lado de Simone Rasslan, Adriana encarava a locutora Cat Milleidy na peça Rádio Esmeralda, em cartaz há oito anos. O espetáculo, dirigido por Hique Gomez, é uma comédia musical que retrata um dia dentro da programação de uma rádio AM, com muita música e diversão.
No blog Hello Cat, assinada pela personagem Cat Milleidy, a última postagem de Adriana é do dia 29 de junho. No texto, ela se diz chocada com a morte da atriz americana Farrah Fawcett e que chorou muito com a morte de Michael Jackson.
ZEROHORA.COM
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