quarta-feira, 3 de junho de 2009

Anistia Internacional

ANISTIA INTERNACIONAL exige que EUA não venda armas a Israel

Mísseis "Hellfire" e armas que disparam bombas de fósforo branco foram usados em ataques "não-discriminados" contra civis em Gaza, diz hoje a Anistia Internacional

Rory McCarthy (de Jerusalém), The Guardian, UK, 23/2/2009

23/2/2009 – Já há evidência detalhadas de que Israel usou extensivamente, na guerra de Gaza, armamento fabricado pelos EUA, incluindo bombas de fósforo branco, bombas de quase 300 kg e mísseis "Hellfire".

Em relatório distribuído hoje, a Anistia Internacional lista as armas e pede embargo imediato contra Israel e os grupos armados na Palestina. E pede que o presidente dos EUA, Barack Obama, suspenda qualquer ajuda militar a Israel.

O grupo de direitos humanos disse que os que vendem armas aos dois lados em conflito "conhecem muito bem o resultado do mau uso repetido de armas e devem ser responsabilizados pela violações já comprovadas ".

Já há muito tempo, os EUA são o principal fornecedor de armas para Israel; por acordo com vigência de dez anos, negociado durante o governo Bush, os EUA comprometeram-se a vender armas no valor total de 30 bilhões de dólares, sob contratos de assistência militar.

"Como principal fornecedor de armas a Israel, os EUA têm especial responsabilidade no movimento para suspender a venda de armas que têm sido usadas em flagrantes violações da legislação de guerra e das leis que protegem os direitos humanos," disse Malcolm Smart, diretor do programa da Anistia Internacional para o Oriente Médio e Norte da África.

"Em larga medida, o ataque de Israel a Gaza foi executado com armamento, munição e equipamento militar vendido pelos EUA e foi financiado com dinheiro dos cidadãos contribuintes norte-americanos."

Do outro lado, os militantes palestinos em Gaza armaram-se com "armamento não-sofisticado" e foguetes fabricados na Rússia, Iran e China, e comprado de "fontes clandestinas", disse Smart. Cerca de 1.300 palestinos foram mortos e houve mais de 4 mil feridos durante o conflito que durou três semanas. Israel teve 13 baixas, incluídos três civis. Para a Anistia Internacional, as forças armadas israelenses executaram "ataques diretos a civis, pessoas e prédios, desproporcionais e não-discriminados".

Autoridades israelenses criticaram o relatório e disseram que os militares só usaram armamento permitido pelas leis internacionais e que não atacaram intencionalmente qualquer alvo civil. A ministra dos Negócios Estrangeiros de Isral disse que seria "inadequado" comparar os fornecedores de armas de Israel e do Hamás.

"Envidamos todos os esforços para que nenhum civil fosse colhido no fogo cruzado entre Israel e o Hamás" – disse Mark Regev, porta-voz de Ehud Olmert, primeiro-ministro israelense. "O relatório ignora o fato de que o Hamás usa deliberadamente civis palestinos como escudo humano."

[...] Investigadores da Anistia Internacional recolheram vários fragmentos de munição em Gaza, depois dos combates. Um deles, de bomba de quase 300kg, de tipo Mark-82 teleguiada, com inscrições que comprovam que foi fabricada pela empresa norte-americana Raytheon. Também encontraram fragmentos de bombas de fósforo, identificados com "M825 A1".

Dia 15/1, várias bombas de fósforo lançadas pela artilharia de Israel atingiram as instalações da Agência de Assistência Humanitária da ONU na cidade de Gaza, destruindo remédios, alimentos e instalações. Um dos fragmentos recolhidos nesse local indica que a bomba foi fabricada pela empresa Pine Bluff Arsenal, instalada no Arkansas, em outubro de 1991.

A Anistia Internacional denunciou que o exército militar usou bombas de fósforo em áreas civis densamente povoadas, o que caracteriza ataque contra alvos indiscriminados e crime de guerra. Os investigadores da Anistia Internacional encontraram fósforo ainda em ignição em áreas residenciais, dias depois do cessar-fogo.

No local onde um ataque israelense matou três paramédicos palestinos e um menino na cidade de Gaza, dia 4/1, a Anistia recolheu fragmentos de um míssil AGM114 Hellfire, fabricado pela empresa Hellfire Systems, de Orlando, empresa resultante de uma fusão entre as empresas Lockheed Martin e Boeing. Esse míssil é munição padrão dos helicópteros Apache.

A Anistia informa ter encontrado evidências de um novo tipo de míssil, aparentemente teleguiado, que explode em muitos fragmentos que são "pequenos cubos de metal, com arestas afiadas, com lados entre 2 e 4 mm²".

"Parecem projetados para causar o máximo possível de ferimentos. Muitos civis foram mortos por esse tipo de arma, entre os quais muitas crianças" – disse a Anistia.

Os foguetes palestinos eram de tipo Grad, 122 mm; ou Qassam, fabricados na Palestina, e arma improvisada de artilharia, sem cabeça explosiva, ou com espoleta feita de adubo químico e carregada com pregos e fragmentos de metal.

O arsenal dos palestinos tem "muito pequena escala, se comparado ao arsenal israelense", diz o relatório, que acrescenta que o armamento usado pelo Hizbóllah na guerra do Líbano em 2006 "não está ao alcance dos grupos da resistência na Palestina".

Israel, armado para a guerra

Os mísseis teleguiados israelenses são disparados dos helicópteros armados com lança - mísseis de 120 mm e mísseis Hellfire. Bombas maiores, guiadas a laser e outras são disparados dos jatos F-16. Também se usaram armas de lançamento de bombas de fósforo de 155 mm de fabricação norte-americana e israelense, que iluminam a área atacada, lançadas de pára-quedas. Houve muitas mortes provocadas por dardos de metal ("flechettes", de 4cm de comprimento, lançadas como bombas de fragmentação, de 120mm, disparadas de tanques).

http://www.guardian.co.uk/world/2009/feb/23/israel-arms-embargo-gaza

O relatório "Fuelling conflict: Foreign arms supplies to Israel/Gaza", distribuído hoje, 23/2/2009, da AI (em inglês), pode ser lido em:

http://www.amnesty.org/en/library/info/MDE15/012/2009/en

Artigo original, em inglês pode ser lido a seguir:

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Amnesty calls on US to suspend arms sales to Israel
Hellfire missiles and white phosphorus artillery shells among weapons used in 'indiscriminate' attacks on civilians, says human rights group

Rory McCarthy in Jerusalem
guardian.co.uk, Monday 23 February 2009 09.14 GMT
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Angola

DIÁLOGO DE CIVILIZAÇOES/ Angola/Colóquio/ SÃO PETERSBURGO “Angola. Línguas nacionais e identidade cultural“

Dimensão proto-bantu e identidade cultural em Angola

Isso aconteceu recentemente na cidade de Pedro o Grande, pela ocasião do Colóquio “Angola. Línguas nacionais e identidade cultural“ e da palestra “Línguas nacionais, factores de unidade” pronunciada na cosmopolita Universidade de Amizade entre os Povos Patrice Lumumba da capital federal russa.

Convidado a este programa científico e cultural organizado pela Embaixada de Angola na Russia, o Centro Internacional das Civilizações Bantu foi ai representado pelo historiador Simao Souindoula.

O encontro da embocadura da Neva teve lugar num dos anfiteatros da Universidade de Estado de São Petersburgo, esta que formou eminentes personalidades, dentro dos quais o próprio Presidente Vladmir Poutine.

Esta reunião reagrupou, sob a conduta do Embaixador de Angola na federação, o General Roberto Monteiro “Ngongo“, uma vintena de especialistas angolanos e russos.

Notou-se, assim, a presença do Embaixador Jaka Jamba, Representante Permanente de Angola junto da UNESCO, Amélia Mingas, da Universidade Antonio Agostinho Neto e as principais figuras actuais dos estudos africanistas na primeira capital dos Czares: Arseniev, Popov, Komissarov, Yaruchkin, Dobronravin, Perekhvalskaia, Vidrin, Jeltov, Jukov e Siim.

Esses linguistas, historiadores, antropólogos, sociólogos e filósofos desenvolveram perante um público, maioritariamente estudiantil, vários eixos decorrentes do tema do colóquio, dentro dos quais a promoção das línguas nacionais pela escrita e através dos meios de comunicação social, a importância dos falares locais nos programas de desenvolvimento, as experiências de alfabetização e escolarização tentadas, as vantagens do plurilinguismo, a prática linguística urbana, as perspectivas, a médio prazo, da legislação nesta matéria, etc.

Na sua comunicação intitulada “Dimensão proto-bantu e identidade cultural em Angola“, apresentada na cidade portuária, e na conferência que ele pronunciou conjuntamente com o filósofo Jaka Jamba, em “Lumumba“, Souindoula realçou um dos pontos de parentesco genetico das linguas nacionais, maioritariamente em uso neste pais. Com efeito, esses falares, classificados, no dominio bantu, apresentam um sistema de concordâncias, reconstituido, que forma uma das componentes da substância da cultura nacional deste Estado membro do CICIBA.

EPISTEMOLOGIA

A apresentação de exemplos de similitudes lexicais nas línguas actuais, que seguiu, cobriu domínios tais como a prática da agricultura, a produção agricola, a concepção do poder, a organização social, a sensibilidade a música e as tradições orais. E, como a base etimológica é relacionada aos radicais supostos da proto-língua, o perito do CICIBA defendeu, firmamente, o subsequente comportamento antropólogico, homogéno, das populações locutoras de línguas bantu em Angola.

Com efeito, um exame etnológico dos aspectos de civilizações tomados em exemplo, confirma este ponto de vista. E, neste exercício de linguística e de civilizações comparadas, o antigo investigador do Museu Nacional de Antropologia de Luanda, bem popou ao público das duas cidades russas, o exame comparativo sobre as 3000 raízes do ur-bantu. Com efeito, este cobre perfeitamente o conjunto do largo tecido antropólogico das sociedades tradicionais de África central, oriental e austral, nas suas diversas componentes, da medicina tradicional a administração da justica, das artes as crenças religiosas.

Esta análise permitiu ao historiador angolano de afirmar que o “ bantu comum” constitui um dos fondamentos linguisticos da construção da consciência cultural nacional angolana ao lado, portanto, das convergências de tipo antropólogico atestadas, mas igualmente, da passagem, desde o século XVI, no mesmo molde histórico. Alguns dos elementos desta dimensão triptíca sobresairam dos poemas de Agostinho Neto que foram declamados pela Brigada Jovem de Literatura de Moscovo e da surpreendente exibição do grupo de dança estudiantil, Os Muangolé.

Tirando os ensinamentos da sua participação neste programa cultural, Simão Souindoula revelou que o maior desafio que o CICIBA vai enfrentar na Russia é a frilosidade, hoje largamente ultrapassada na Europa ocidental, sobre o absoluto desencerramento linguístico do conceito bantu. Na verdade, em São Petersburgo, a epistemologia sobre o fenómeno bantu parou com a morte do eminente africanista Dimitri Olderogue, que não participou, em 1985, no colóquio refundador de Libreville sobre os estudos bantu.

Com efeito, para Souindoula, é dificil não entrever, para além das similitudes linguísticas, nenhuma convergência antropólogica, entre os Kimbundu, os Ovimbundu, os Cokwé e os Nyaneka – Humbé com os Bakongo dos dois Congo e do Gabão, os Luvales da Zambia, os Ovambo, os Helelo e os Chindonga da Namibia.

E, baseando-se, esta evidência, afirmou que a globalização do conceito bantu é hoje científicamente estabelecida e históricamente justa, porque constituindo um trunfo decisivo nos esforços de consolidação dos diferentes conjuntos nacionais e sub-regionais naquele area cultural, mas também da própria União Africana.

Por Johnny Kapela

Libreville, Setembro de 2005



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Qualidade dos Combustíveis

O deputado Francisco Appio transcreveu nos anais da Assembleia Legislativa o editorial do jornal Correio do Povo do dia 24 de fevereiro de 2009 que abordou “A qualidade dos combustíveis” denunciando a existência de cartéis e de quadrilhas de falsificação da gasolina. “Também aproveito a oportunidade, Sr. Presidente, para requerer a V. Exa. que se transcreva nos anais da Casa uma matéria publicada recentemente no espaço Opinião, do Correio do Povo. Sob o título A Qualidade dos Combustíveis, o editorial traz mais uma vez o problema da falta de controle na qualidade dos combustíveis, quando sabemos que muitas distribuidoras de outros Estados, no Rio Grande do Sul, não cumprem rigorosamente ou adequadamente a legislação, seja no que diz respeito à qualidade do combustível, seja quanto ao tratamento tributário. Obrigado, Sr. Presidente”.

Acesse www.appio.com.br e veja o editorial do Correio do Povo





Deputado Estadual Francisco Appio - www.appio.com.br

Morte por acidente

Governadora manifesta pesar pela morte de integrantes da BM em acidente
29/05/2009 12:13


A governadora Yeda Crusius manifestou nesta sexta-feira (29) pesar e solidariedade aos familiares e amigos do comandante do 2º Regimento de Polícia Montada da Brigada Militar (2º RPMon), tenente-coronel João Zazyck Filho, do tenente-coronel da Reserva João Francisco da Cunha Franco e do soldado Júlio Adolfo da Silva. Os três integrantes da BM foram vítimas fatais de acidente de trânsito no começo da manhã de hoje, no quilômetro 270 da BR-392, próximo a Caçapava do Sul, quando se deslocavam para Porto Alegre. Eles participariam de solenidade especial alusiva ao dia do Boina Azul. A governadora enalteceu o trabalho dos três militares, entre os quais dois participaram da força de Paz da ONU.

O tenente-coronel Zazyck nasceu em 6 de agosto de 1959, em Cerro Largo. Ingressou na BM em 22 de agosto de 1979 e ocupava o cargo de comandante do 2º RPMon desde o dia 4 de março de 2005. Era reconhecido pela sua capacidade, liderança e companheirismo, além de ser um oficial competente e "linha de frente", de perfil técnico elevado. Essas características o levaram a ser indicado pela corporação para integrar a Missão de Paz da ONU, durante os anos de 1993 e 1994, em El Salvador. Deixa esposa e filhos.

Nascido em 14 de junho de 1959, em Lavras do Sul, o tenente coronel da Reserva Franco ingressou na BM no dia 22 de agosto de 1979. Foi transferido para a reserva em 24 de março de 2005. Quando na ativa, Franco desempenhou inúmeras funções de comando, a grande maioria delas em atividades de linha operacional. Mesmo na reserva, continuou a trabalhar em favor da comunidade de Lavras do Sul, junto ao Legislativo municipal, onde exerceu a presidência da Câmara Municipal. Por sua notável capacidade operacional, foi igualmente indicado pela corporação para integrar a missão de paz da ONU - era casado e tinha filhos.

O soldado Julio nasceu no dia 1º de julho de 1967, em Dom Pedrito. Entrou na BM em 26 de novembro de 1991. Atualmente exercia a função de motorista do comandante do 2º RPMon, justamente por suas excelentes qualidades como condutor de viaturas policiais. Era conceituado como um policial qualificado, de elevado grau de profissionalismo. Esse perfil sempre o levou para o exercício de funções de destaque - deixa a esposa e filhos. Representando o sentimento de todos os seus integrantes da ativa e da reserva, o Comando da BM também manifesta sua tristeza com o falecimento de três membros da corporação.

Roda Viva



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Gabriela Leite
Prostituta aposentada, criadora da grife Daspu e fundadora da Ong Davida


Segunda-feira, dia dois de junho, é o Dia Internacional da Prostitua. A data lembra quando 150 mulheres ocuparam a igreja de Saint-Nizier, em Lyon, na França, em 1975, para protestar contra a perseguição policial, a cobrança de multas, detenções e assassinatos. A manifestação foi reprimida com violência pela polícia.

A coragem em apresentar os problemas fez com que àquelas mulheres rompessem preconceitos e entrassem para a história.

A realidade das prostitutas brasileiras não está distante disso.

Gabriela Leite foi prostituta em São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro nos anos 70 e 80. Nesse período, se envolveu em manifestações para defender os direitos da categoria. Atualmente, aposentada, dedica-se a defender a categoria e a regulamentação da profissão.

A Ong Davida, fundada por ela em 1992, não tem a intenção de tirar as prostitutas da rua, mas promover a cidadania das mulheres, com ações nas áreas de educação, saúde, comunicação e cultura. A grife Daspu, inaugurada em 2005, ajuda nessa missão gerando visibilidade e recursos para os projetos.

Participam como convidados entrevistadores:
Margareth Rago, professora titular do Departamento de História da Unicamp e autora do livro "Os Prazeres da Noite: Prostituição e Códigos de Sexualidade Feminina em São Paulo (1890 A 1930); Kátia Mello, editora de comportamento da revista Época; Sergio Torres, repórter da sucursal do Rio de Janeiro do jornal Folha de S. Paulo; Carla Gullo, redatora chefe da revista Marie Clarie.
Twitters no estúdio: Michele Fortuna, publicitária (http://twitter.com/MiFortuna); Caco Portela, designer e publicitário (http://twitter.com/cacoportela); Célia Paiva, produtora (http://twitter.com/minkalia)
Fotógrafo convidado: Marco Gomes, programador (http://www.flickr.com/photos/marcogomes/)


Apresentação: Heródoto Barbeiro



Transmissão ao vivo pela Internet a partir das 17:30.



O Roda Viva é apresentado às segundas a partir das 22h10.
Você pode assistir on-line acessando o site no horário do programa.
http://www2.tvcultura.com.br/rodaviva

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Para cancelar o recebimento dos emails do Roda Viva, por favor, acesse:
http://www2.tvcultura.com.br/rodaviva/comenteeparticipe-cancelar.asp.

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HEITOR (((((º_º))))) CARLOS
http://portodoscasa is.blogspot. com/
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Deputado Appio Debate a Saúde Pública

O deputado Francisco Appio, na condição de vice-presidente da Assembleia Gaúcha, participa em Belém do Pará da 13ª Conferência Anual da UNALE - União Nacional dos Legislativos Estaduais.



Com ações ligadas à saúde, Appio lembra de seu empenho em favor dos renais crônicos (hemodiálise e casa dos renais), dos albergues em Porto Alegre, Caxias e Passo Fundo (fechados pela nova lei), dos recursos para hospitais, postos de saúde e ambulâncias, mas principalmente das emendas para a saúde preventiva (pesquisa das águas e saúde bucal).



Na conferência, defendeu a implementação da TFD - Tratamento Fora de Domicílio - executado pelas prefeituras com ressarcimento no SUS, adequado para Vacaria e municípios do entorno.



Na abertura do evento, na quarta-feira, a governadora Ana Júlia Carepa atacou os deputados que derrubaram a CPMF.



Ana Júlia Carepa tinha ao seu lado Marcelo Miranda, governador do Tocantins e Orlando Pezzuti vice-governador do Paraná.



Foi no Teatro Paz, construído em 1878, que Fafá de Belém cantou o hino nacional na abertura da 13ª Conferência Anual da UNALE. Foram assuntos deste dia:



Ø Atenção básica

Ø Prevenção

Ø Agentes de saúde

Ø CPMF (Lula)

Ø Albergues - STF



Na quinta-feira um dos conferencistas foi o gaúcho Darcísio Perondi, presidente da Frente Parlamentar da Saúde, que denunciou as perdas para a saúde publica, se a proposta da reforma tributaria for aprovada na Câmara Federal.



Reforma tributária ameaça a rede social.



Ø Fragiliza o SUS:

Ø em transplantes é o 2º do mundo;

Ø obesidade (15 mil reais);

Ø o TFD não funciona;

Ø estados não cumprem o percentual de 12%;

Ø prefeituras sob pressão;

Ø SUS e Estado pagam 4.900 por leito para dependentes/drogaditos;

Ø PSF reduz internações;

Ø medicamentos especiais gastam muito e sofrem influência do lobby de laboratórios;

Ø gastos públicos em saúde é de 103 bi/ano - privados 112;

Ø Prefeituras 15% - Estados 12%;

Ø União gasta menos de 7% da receita;

Ø emenda 29; nem todos cumprem;

Ø SUS recebeu 50 bi (2008);

Ø 2009 - terá 56 bi;

Ø 2010 – 61 bi;

Ø 2011 – 66 bi.



Contribuição social da saúde - Falta votar destaque.



PL’s 121 Tião Viana prevê 10% da receita bruta da união.



Reforma tributária paga quem ganha menos.



Tributar capital e não trabalho.



Rel. Sandro Mabel. A proposta acaba com as contribuições sociais. Saúde perde recursos.



Pela nova RT quem ganha 2 a 3 salários mínimos paga 38% de impostos. Acima de 30% paga 26%.



Rede de proteção social perdera 235 bi.



A RT mantém contribuição dos trabalhadores/empregados e concursos loterias.



Bancos vão pagar menos imposto. Perda de recursos.



Droga onde entra?



Ninguém falou do crack.





Deputado Estadual Francisco Appio - www.appio.com.br