quarta-feira, 11 de março de 2015

Glória 2 x 0 Santo Ângelo parte 31

Glória 2 x 0 Santo Ângelo parte 31

Gestão Pública


Notícias do Piratini
Gestão Pública
Viaturas para BM e bombeiros entregues em Carazinho beneficiam 27 municípios
Foram entregues pelo governo Estado, neste domingo (8), em Carazinho, mais 46 viaturas para fortalecer as ações de segurança pública no interior do Estado. Estes veículos fazem parte de uma frota de 144 unidades destinadas para a Brigada Militar (BM) e 16 para o Corpo de Bombeiros, em várias regiões do Rio Grande do Sul.
Em Carazinho, o governador José Ivo Sartori repassou 40 viaturas Palio Adventure para o policiamento ostensivo e outras seis do mesmo modelo para os bombeiros. O investimento é de R$ 3,22 milhões. Elas vão beneficiar 27 municípios, abrangendo as regiões Planalto, Alto Jacuí, Missões e Fronteira Noroeste.
Durante a solenidade de entrega, na Praça Albino Hillebran, Sartori reafirmou o que vem ressaltando em todos os atos de entrega no Interior: “É preciso mudar a relação entre governo e sociedade. Segurança é prioridade, e esses veículos que a população está recebendo significam o retorno de tributos, não um favor do governo, porque os recursos vieram do trabalho de cada um”.
O secretário estadual da Segurança Pública, Wantuir Jacini, disse que a nova frota vai melhorar o aparelhamento policial e que, além de viaturas, o setor precisa ser mais bem equipado com armamento e instrumentos de comunicação. Enfatizou que é necessário investir também na capacitação profissional dos servidores da Segurança.
Para o prefeito de Carazinho, Renato Süss, melhorar as condições para o exercício das funções de segurança pública representa também oferecer mais qualidade de vida à população. Com as novas viaturas, conforme frisou o prefeito, os policiais poderão reforçar o trabalho em benefício das comunidades.
Participaram também da solenidade o chefe da Casa Civil do Governo do Estado, Márcio Biolchi, os secretários estaduais de Desenvolvimento Rural e Cooperativismo, Tarcísio Minetto, e de Turismo, Esporte e Lazer, Juvir Costella, além de prefeitos, vereadores e lideranças da região.
CRÉDITO DA FOTO: LUIZ CHAVES
  <Mais notícias>
 
   
Redação - e-mail: redacao@secom.rs.gov.br - Fone: (51) 3213.0701

Glória 2 x 0 Santo Ângelo parte 30

O Preço da Inação Política

O preço da inação política

Por Maria Ines Nassif, Sao paulo.
É assustadora a corrosão ocorrida na imagem da presidenta Dilma Rousseff e de seu governo em apenas 41 dias do início do seu segundo governo. Isso não é apenas efeito Operação Lava Jato. Aliás, é possível arriscar o palpite de que a operação, que desde o ano passado tentava vincular a rede de corrupção dentro da Petrobras ao governo, à Dilma e ao PT, apenas conseguiu esse objetivo porque encontrou terreno fértil na inação política do governo, no período posterior à campanha eleitoral.

Assustada com a agressividade da oposição durante as eleições, a presidenta concentrou-se em tentar eliminar as restrições do mercado à política econômica anterior. Acreditou que, agradando o capital financeiro, desarmaria seus oponentes mais sensíveis aos humores do poder econômico. Ignorou o fato de que a agressividade da oposição, e o ataque especulativo à economia brasileira e à Petrobras, não se encerrariam com o fechamento das urnas e a consagração do candidato vitorioso. Isso porque, independentemente da sua vontade ou de sua intenção, tornou-se a grande protagonista de um momento da história em que ocorre uma radicalização visível e grave na sociedade. Quer ela queira, ou não, é a maior líder de um lado dessa disputa, no momento em que o outro lado passou a ter um projeto de poder que lhe é próprio, não admite mais intermediários.

Neste momento, a elite brasileira não está delegando tarefas a terceiros. As elites política e econômica, juntas, acham que dão conta de operar diretamente seus interesses, da forma como fizeram durante toda a história desse país, salvo intervalos de governos mais populares — Getúlio Vargas, João Goulart, Lula e Dilma. O "outro lado" está forjando líderes na marra, com o uso ativo de uma máquina de mídia. Dilma tem que decidir se assume de fato a liderança do seu lado ou insiste numa política de tentar cooptar grupos políticos e econômicos que acreditam ter mais poder do que ela, e dificilmente serão seduzidos por um Executivo que vem sendo diária e persistentemente esvaziado pela ação da Justiça, da Polícia Federal, da grande mídia e da articulação parlamentar da política tradicional.

A parcela excluída do poder federal pelas eleições tinha, cultivou e adubou formas de poder concorrentes ao obtido nas urnas, tem munição para bancar uma guerra própria e não está interessada na mediação que Dilma insiste em fazer para contentar seus interesses econômicos imediatos. Qualquer concessão que a presidenta fizer a esse grupo social será apenas uma concessão. Ela e esses grupos estão apartados pela radicalização política que existe efetivamente nas bases sociais. Abandonar a política econômica antiliberal, cooptar para o governo figuras emblemáticas da direita ideológica (como a ministra Kátia Abreu, a ruralista, e o ex-prefeito Gilberto Kassab) e desmobilizar as forças que a levaram ao poder em 20 de outubro passado — nada disso apaga da sua imagem a marca, agora indelével, de figura central de um projeto de poder que venceu as três últimas eleições presidenciais com o voto de uma massa de eleitores pobres. Foi o voto que ela pediu aos eleitores que a transformaram nisso. Não existe hipótese de Dilma ser aceita por esses setores conservadores. O projeto de poder que representa foi consagrado nas eleições e continua em disputa na sociedade, mesmo depois de fechadas as urnas, e assim continuará, pela simples razão de que contrariou interesses econômicos consolidados e desalojou os políticos tradicionais de suas bases, antes manipuladas eleitoralmente com grande facilidade por grupos que, ou estão na oposição, ou foram apoiar o PT, mas deixaram de ser donos de votos e passaram a sobreviver do apoio a programas sociais do governo federal, e certamente não gostam dessa situação.

O início do segundo governo Dilma possibilitou uma reunificação de interesses das elites econômicas e políticas do país. As traições ocorridas nos partidos tradicionais que apoiavam a reeleição, durante o processo eleitoral, são expressão disso. Maior expressão ainda foi a vitória do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na disputa pela Presidência da Câmara. A derrota arrasadora na eleição para mesa daquela Casa legislativa não foi simplesmente uma humilhação política. Foi um golpe para o projeto político do eleitor de Dilma. Cunha consegue unificar interesses econômicos que antes orbitavam no Planalto apenas por razões de ordem prática. Agora, quase que se extingue a necessidade desses interesses negociarem diretamente com o Planalto. O deputado peemedebista fez uma enorme bancada de seguidores porque opera como mediador de financiamento de campanha para parlamentares. É uma ligação direta entre política e poder econômico. Com Cunha, esse vínculo deixa de ser uma hipótese ou recurso teórico e retórico: o deputado é a ligação tangível, real, palpável, sem subterfúgios, entre a política tradicional e o poder econômico; entre elites políticas e econômicas. Por isso ganhou as eleições para presidente da Câmara. E, investido do cargo, passa a ter o poder adicional de agendar interesses de qualquer grupo econômico. Tem poder e bancada para respaldá-lo. Cunha é um elemento fundamental na unificação dos setores econômicos e políticos cujo status quo foi ameaçado pela política econômica e social da última década, que permitiu melhor distribuição de renda e democratizou o acesso dos brasileiros aos direitos básicos de cidadania: renda, educação (inclusive superior), saúde e habitação.

Quando obteve os votos necessários à sua reeleição, Dilma foi credenciada pelos eleitores para ser a voz deles na disputa por espaço de poder não apenas formal — o da Presidência, com as limitações impostas ao exercício pleno de um projeto de poder consagrado pelas urnas — mas como líder de um dos lados da luta social incontida na sociedade, que ganhou espaço e substância na luta eleitoral. Dilma desmobilizou a militância e os apoios que obteve na campanha eleitoral, no pressuposto de que isso acalmaria os detratores, sem se dar conta de que abria mão da sustentação social que deu a ela vitória nas urnas, e sem entender que isso não desmobilizaria os setores que a ela se opunham. Esses grupos têm lado definido, estão mobilizados, entenderam que a disputa política não se encerra nas eleições e estão dispostos a pagar — e fazer o país pagar — qualquer preço para tirar o PT do poder.

Em 12 anos de luta contra aparelhos de Estado que se mantêm em permanente conflito com o poder instituído pelo voto, como o Ministério Público, Justiça e Polícia Federal, e de sofrer bombardeios diários e constantes da mídia tradicional, aparelho privado de ideologia mais forte e poderoso que os próprios partidos políticos, não ensinaram o partido que detém o poder que hegemonia eleitoral e hegemonia política são duas coisas distintas. Dilma sofre do mesmo mal. Ela e o PT desconhecem que o voto não passa simplesmente uma borracha no desgaste acumulado nesse período por ataques constantes à imagem (sem reação significativa nenhuma dela ou do PT a qualquer acusação). E que a nova classe média, que reelegeu Lula e elegeu Dilma, e em parte contribuiu para a reeleição da presidenta, entrou no mundo do consumo também como consumidor de uma informação que é produzida pela mesma elite que os manteve fora do mercado durante todo esse tempo.

O processo de desgaste político pode encontrar meios de reparação na ação política do governo e da presidenta Dilma — e se não enxergar o país e a democracia brasileira apenas no âmbito institucional. O desafio de Dilma, nesse momento, não é ganhar aliados discutíveis, mas manter a base de apoio social que deu a ela vitória nas eleições. Com dificuldades institucionais, num sistema político onde cada vez mais os poderes são concorrentes, e cada vez menos cooperativos; numa realidade onde a radicalização dos setores oposicionistas persiste; num momento em que o ativismo policial e judiciário tem servido ao caldo de cultura contrária ao partido que mantém o poder há 12 anos e em que a mídia tradicional reina, absoluta, nos corações e mentes, desmobilizar eleitores, militantes e simpatizantes significa isolar completamente a Presidência da República.

Se a resposta política não for rápida e ampla, todavia, a repercussão sobre os instrumentos disponíveis de gestão das políticas econômica e social será desastrosa. O desgaste político torna o governo muito mais sensível ao ataque especulativo contra a Petrobras. Já é possível antever o próximo ataque, destinado ao BNDES. Sem Petrobras e BNDES, e com a decisão de fazer uma política fiscal restritiva, a chance de piorar muito a situação econômica do país é enorme. Aos poucos, a ação policial contra a Petrobras — que está mirando a estatal e o governo, não simplesmente depurando a empresa de malfeitos — vai amarrando todos os instrumentos que, a partir do segundo mandato de Lula, permitiram a ele e a Dilma resistirem à crise internacional: investimentos crescentes da petroleira estatal, banco de desenvolvimento, incremento da indústria da construção civil e capacidade do Estado incentivar setores via benefícios fiscais. Voltar a fazer uma gestão antiliberal sem esses instrumentos, no futuro, vai ser muito difícil. O risco futuro não é simplesmente a inviabilização da esquerda como alternativa de poder, mas junto com isso enterrar o legado — reconhecido internacionalmente — de construção de um país menos injusto.
(*) Colunista política, editora da Carta Maior em São Paulo

Prisão em Vacaria RS

Uma leitora nos enviou um vídeo de uma prisão no Bairro Santa Terezinha de bandidos que queria assassinar do dono de um Supermercado.

Vereadores de Vacaria RS Debateram sobre a Operação Lava a Jato



Os vereadores analisaram e votaram hoje cinco projetos de lei e uma Moção de Apoio. Confira:


MOÇÃO DE APOIO: Câmara defende nomeação de profissionais aprovados no concurso da Brigada Militar  
APROVADA
Saiba mais em: http://www.camaravacaria.rs.gov.br/vnoticias.php?noticia=1148


ESCOLAS INFANTIS

Projeto de Lei Executivo 25/2015:  projeto que abre crédito especial de R$ 98mil  APROVADO
Segundo o Executivo, recursos serão aplicados em melhorias patrimoniais na Escola de Educação Infantil Synval Guazzelli.

Projeto de Lei Executivo 28/2015: projeto aplica R$ 126 mil em equipamentos e materiais de consumo nas Escolas de Educação Infantil.APROVADO

ASESPP

Projeto de Lei Executivo 29/2015: projeto destina R$ 5 mil para a Associação esportiva e paradesportiva de Vacaria. O recurso será utilizado para custear despesas com viagens. APROVADO

MÉDICOS 
Projeto de Lei Executivo 26/2015 > contratação temporária e emergencial de 01 médico de equipe de saúde da família
 APROVADO
Projeto busca autorização do legislativo para Município contratar médico para atuar na Unidade de saúde do bairro imperial. Segundo o Executivo, no dia 16 de março termina o contrato firmado com o médico que atua na unidade. O profissional será contratado para atuar 40h semanais. Receberá a remuneração de R$ 7.690,76 + 20% de insalubridade + 60% de gratificação.

Projeto de Lei Executivo 27/2015 > contratação temporária e emergencial de 01 médico gineco-obstetra APROVADO
Projeto busca autorização do legislativo para contratar 01 médico gineco-obstetra. Segundo o Executivo, no último concurso realizado neste ano, nenhum profissional se candidatou para o cargo. O profissional receberá a remuneração de R$ 3.845,38 + 20% insalubridade. 

LAVA-JATO
"A corrupção é endêmica e não é exclusividade de uma sigla partidária" disse Dagmar Dengo. 
O vereador foi um dos sete vereadores que se pronunciaram sobre as investigações de corrupção na Petrobrás. As manifestações serão tema do Câmara Informa de quinta e sexta-feira - programa veiculado na Rádio Fátima entre 8h30 e 9h.

Estou à disposição para mais informações.

Giana Pontalti
Assessora de comunicação
54 3232-1003