terça-feira, 19 de novembro de 2013
Deputado Santini
18/11/2013
Burocracia na educação foi o tema de audiência da Comissão da Desburocratização presidida por Santini
A burocracia na Educação foi o tema debatido nesta segunda-feira (18) pela Comissão Especial da Desburocratização dos Serviços Públicos do Estado, presidida pelo deputado Ronaldo Santini (PTB). A audiência pública contou com a participação de representantes de universidades do Rio Grande do Sul, do governo estadual, da Procuradoria Geral do Estado, do Tribunal de Contas do Estado, de prefeituras, de câmaras de vereadores, da Dataprev, do Sebrae e do Ministério Público entre outras instituições.
No início da audiência, o pró-reitor de Planejamento e Administração da Ufrgs, Ário Zimmermann, e o professor daquela instituição, Helvécio Aguiar, fizeram uma explanação sobre o histórico da burocracia no mundo e no Brasil, desde o seu surgimento até os dias atuais. Aguiar observou que um processo que agilize os mecanismos hoje prejudicados pela burocracia é longo, demorado e difícil, mas lembrou que já teve início com o ex-Ministério da Desburocratização, depois absorvido pelo Ministério da Administração, e com o governo Collor de Mello, com a terceirização nos serviços públicos.
Ainda falaram sobre experiências em processo de desburocratização o representante da Universidade de Passo Fundo, Marcos Cittolin, que defendeu uma Comissão Permanente no Parlamento gaúcho para tratar da Desburocratização; o coordenador de Tecnologia da Informação da UFPel, Leandro Garcia; Lisabel Costa Pires e Danilo Pereira Martins, da Dataprev, que abordaram os avanços obtidos, especialmente na área da Previdência Social; o professor de Ciências Políticas da Ulbra, Honor de Almeida Neto, representando a reitoria daquela instituição; o pró-reitor da Unilasalle, Luiz Carlos Danesi; Flávio Nerva, representando a Unisinos; Fábio Kucera, da UEE; César Faccioli, representando o Ministério Público; Victor Hoffmeister, do Tribunal de Contas do Estado; Arthur Veiga, representando a prefeitura de Porto Alegre, e Paulo Bastos, da Procuradoria Geral do Estado.
Também participaram do encontro o deputado Miki Breier (PSB), relator da Comissão Especial; Diogo dos Santos, representando a Secretaria-geral do governo do Estado; Paulo Basso, representando a PUC/RS; a técnica de Políticas Públicas do Sebrae, Cláudia Cittolin, e Janaína Medeiros, do Sebrae, além de professores, vereadores e estudantes de Brochier.
Legenda: Audiência Pública recebeu representantes de órgãos ligados ao sistema educacional
Crédito da Foto: Luiza Veber
Texto: Renato Annes – MTE 4146
Gabinete do Deputado Estadual Ronaldo Santini - PTB
Assessoria de Comunicação
Jornalista: Ederson da Rocha - MTB 13.36551 3210 1903 - 51 9548 3591
Acompanhe e siga o deputado Ronaldo Santini (PTB/RS):
Vereadora Mônica Leal
Por uma Porto Alegre sem pichação
Ocupei a tribuna do plenário da Câmara Municipal de Porto Alegre para falar de uma praga que assola a cidade e que no decorrer deste ano se proliferou e impregnou as paredes, os muros, tapumes e fachadas por onde passaram as tantas manifestações e protestos por esta ou aquela causa.
Esta praga é a pichação. Dou como exemplo de locais que foram pichados nessas ocasiões, as avenidas João Pessoa e Borges de Medeiros, na altura dos arcos do viaduto, que são duas das avenidas que mais se transfiguraram nos últimos meses devido ao rastro deixado pelas das novas pichações. Como vereadora que sugeriu ao executivo municipal a ideia do serviço Disque-Pichação, como ex-secretária da Cultura deste Estado, como cidadã que ama sua cidade, coloquei meu desagravo em ver, a cada dia, a memória da capital dos gaúchos perdendo para o vandalismo. Lembrei a todos que no início deste ano tivemos até um estudante de arquitetura e estagiário da Secretaria Municipal de Obras pichando o histórico Viaduto Otávio Rocha! Acreditem. Tivemos pichações em nossos bens tombados, de valor histórico, como o Paço Municipal, a Catedral Metropolitana e o Museu Júlio de Castilhos, atacados pelos mascarados dos protestos? O quê pode conter esses vândalos. Estamos, de fato, perdendo a cada dia um pouco da nossa história e do que já foi significativo para o urbanismo de Porto Alegre em diferentes períodos. Os vândalos pichadores que cometem esses crimes são pessoas sem nenhum comprometimento com a cidade, que não poder ser chamados de cidadãos, pois não "pertencem" à cidade, caso contrário, não seriam destruidores do seu próprio patrimônio. Eles apenas utilizam a cidade para suas investidas em nome de uma mania, de um vício competitivo que prova a valentia de bondes e gangues em escalada pelos prédios na calada da noite. Com certeza lhes faltaram educação e disciplina, em casa e também na escola. Um aspecto interessante que mencionei é que quanto mais pichada uma cidade, mais o grafite - colorido, social e virtuoso, tem dificuldade de aceitação, pois acaba por ser assolado por aquelas letras gratuitas e símbolos que só interessam a uma minoria que acha que pichação é cultura. Ver Porto Alegre livre das pichações é uma das minhas causas de mandato e falei da apresentação do Projeto de Lei complementar 09/2013, que se insere no primeiro parágrafo do Código de Posturas do município e tratará de responsabilizar infratores por danos de pichação causados ao patrimônio público e privado, passando a haver o reparo ao vandalismo, que será executado pelo próprio pichador, através da eliminação da pichação e posterior pintura. Deixei registrado na tribuna que trabalharei incansavelmente para que a Capital dos Gaúchos melhore e efetive o cuidado com seus bens públicos e históricos, agindo na educação, na cidadania e valorizando os profissionais da área do restauro, que são exemplos de dedicação à correta preservação da nossa história.
Mônica Leal – vereadora PP
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Quilombohoje
Embora recentemente a literatura feita pelos afrodescendentes venha despertando mais atenção, muito ainda está por fazer. Literatura e arte negra em geral ainda parecem ser campos com apelo infinitamente menor do que a música negra, por exemplo. Talvez ainda falte ao brasileiro o hábito de ler em geral e de ler autores afrodescendentes em particular. Os leitores de literatura afro são um tesouro.
Mas muito se vem fazendo e muito ainda se fará para que a literatura afro e periférica possa levar seu maravilhoso conteúdo de emoção e reflexão para um número maior de pessoas. E essa literatura vai seguindo no seu humilde passo, tentando semear esperança por onde passa. E cada um de nós deve ser um guerreiro, uma guerreira nessa batalha. Afinal, ser herdeiro de Zumbi significa estar atento/atenta, sempre, ao resgate de nossas histórias, memórias, ancestralidades e sensibilidades.
Nesse percurso um evento de peso vai acontecer na Universidade Estadual do Piauí, de 19 a 22 de novembro. É o
ÁFRICA BRASIL - III ENCONTRO INTERNACIONAL DE LITERATURAS, HISTÓRIAS E CULTURAS AFRO-BRASILEIRAS E AFRICANAS: Narrativas e Identidades Culturais e o V COLÓQUIO DE LITERATURA AFRO-BRASILEIRA E AFRICANA, organizados pelo NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS AFRO - NEPA e o MESTRADO EM LETRAS DA UESPI
Maiores informações: http://nepauespi.com
Fundamental!
E EM DEZEMBRO AGUARDE O LANÇAMENTO DO LIVRO CADERNOS NEGROS VOLUME 36 - CONTOS AFRO-BRASILEIROS
Apesar das pedras, vão sendo trilhados os caminhos. Laroiê!
O Cachorrinho Ozzy Voltou
Muito obrigada!!!
Deputada Manuela
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