Revista África21 “A construção da democracia”, João Melo"Será que, neste momento, a jovem democracia angolana poderia já ser uma democracia acabada e consolidada? A única resposta objectiva possível é: não.” Da Redação, com revista África21 Brasília - “Os críticos do regime angolano acusam-no, por vezes, de ser supostamente anti-democrático. Essa visão é no mínimo exagerada, para não dizer, em alguns casos, desonesta. É que, e embora, obviamente, não sejam a maioria, alguns desses críticos, em especial externos, chegam mesmo a ser autênticos inimigos – a palavra é contundente, mas tem de ser usada – de Angola e dos angolanos", escreve João Melo na edição de outubro da revista África21. "Ninguém pode afirmar que exista em Angola uma democracia plena e acabada, mas afirmar que não existe democracia no maior país africano de língua portuguesa é, na hipótese mais inocente, um erro de análise primário e, na hipótese mais perversa, um exemplo de pura má-fé", diz o jornalista e escritor angolano. Na crónica “A construção da democracia”, João Melo questiona: "Aliás, será que, neste momento, a jovem democracia angolana poderia já ser uma democracia acabada e consolidada? A única resposta objectiva possível é: não.” Leia a íntegra da crónica do director-geral da revista África21, na edição de Outubro |
sábado, 30 de outubro de 2010
Revista África
Serra
SERRA É ENTREGUISTA - VEJAM A PRIVATARIA
Nesta foto, José Serra comemora a venda da LIGHT.
Data: Revista Veja do dia 03/05/1995
o que disse FHC para Serra: "É preciso dizer sempre em todo lugar que esse governo não retarda privatização, não é contra NENHUMA PRIVATIZAÇÃO, e vai vender tudo o que der para vender", mostra também que José Serra garante a privatização da Vale do Rio Doce:“A descoberta dessa mina não altera em nada o processo de privatização. Só o preço, que poderá ser maior.”
OBS: Como sabemos, a Vale do Rio Doce foi vendida por $ 3,2 bilhões de Dólares. Esse valor corresponde ao lucro da empresa em apenas um semestre. Hoje, seu valor no mercado é de $ 196 bilhões de Dólares, ou seja, entregaram de graça um patrimônio público. Quem fez isso não pode ser a favor do Brasil.
Relação de empresas estatais brasileiras, privatizadas (entregues) pelo do governo neoliberal de FHC e José Serra, junto com governos estaduais da época, principalmente o do ex-governador Geraldo Alckmin:
- AES SUL (CEEE Distribuição) - vendida para a empresa americana AES;
- BANDEIRANTE Energia - vendida para o grupo Português EDP;
- CELPE - vendida ao grupo espanhol Iberdrola;
- CEMAR - vendida ao grupo americano Ulem Mannagement Company;
- CESP TIETE - vendida para a empresa americana DUKE;
- CETEEP - vendida para a empresa estatal Colombiana ISA;
- COELBA - vendida ao grupo espanhol Iberdrola;
- CONGÁS - vendida ao grupo britânico British Gas/Shell;
- COSERN - vendida ao grupo espanhol Iberdrola;
- CPFL - vendida para o grupo brasileiro VBC;
- ELEKTRO - vendida para a empresa americana ENRON;
- ELETROPAULO - vendida para a empresa americana AES;
- ESCELSA - vendida ao grupo português GTD Participações, juntamente com o consorcio de Bancos Iven S.A;
- GERASUL - vendida para empresa Belga Tractebel;
- LIGHT- vendida ao grupo francês e americano EDF/AES;
- RGE - vendida para o grupo brasileiro VBC;
- BAMERINDUS - vendido ao grupo britânico HSBC;
- BANCO BANESPA - vendido ao grupo espanhol Santander;
- BANCO MERIDIONAL - vendido para o Banco Bozano;
- BANCO REAL - vendido ao grupo ABN-AMRO, hoje sob o controle do grupo Santander;
- BEA (Banco do Amazonas S.A.) - vendido ao Bradesco;
- BEG (Banco de Goiás) - vendido ao Itaú;
- CARAIBA - Mineração Caraíba Ltda;
- CIA. VALE do RIO DOCE;
- PQU (Petroquímica União S.A);
EMBRATEL, TELESP, TELEMIG, TELERG, TELEPAR, TELEGOIÁS, TELEMS, TELEMAT, TELEST, TELEBAHIA, TELERGIPE, TELECEARÁ, TELEPARÁ, TELPA, TELPE, TELERN, TELMA, TELERON, TELEAMAPÁ TELAMAZON, TELEPISA, TELEACRE, TELAIMA, TELEBRASÍLIA, TELASA. A maioria vendida a grupos internacionais: espanhol, italiano, mexicano e, algumas a um grupo brasileiro.
O que foi exposto ilustra claramente qual é a política econômica a ser adotada, caso José Serra seja presidente. Uma política de venda do patrimônio público, sem nenhum pudor.
Se Serra for o próximo presidente poderá bater o martelo para vender o que restou de nossas empresas:
- Petrobras;
- BNDES;
- Banco do Brasil;
- Caixa Econômica Federal;
- Furnas;
- Chesf;
- Eletronorte;
- Eletrosul, dentre outras.
Ele só precisa de mais quatro anos de governo para concluir o serviço que começou com o governo FHC.
As privatizações comprovam que eles são os entreguistas do Brasil.
Postado por Paulo Cavalcanti às
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Veroneses
VERONESES NO BRASIL DE ANTÔNIO PRADO
Confirmada para 7 de novembro a inauguração do Centro Cultural Luiz CASA GREZZANA BELFIORE DI VERONA, integrante do Projeto Memória, com trabalhos coordenados pelo pesquisador e historiador Fernando Roveda . Localizada na Avenida Imigrantes 163, a Casa Grezzana, construída em 1910, foi totalmente restaurada sob supervisão do IPHAN.
Na casa onde residiu Luiz Grezzana, ex-coletor federal, vereador de quatro mandatos e presidente do Poder Legislativo Pradense, estará exposta permanentemente a maquete do centro histórico, com a réplica das Casas Italianas, tombadas pelo Patrimônio Histórico Nacional.
Para a inauguração, foram convidadas as autoridades de Verona-Itália, origem da maioria das famílias pradenses, pioneiras na colonização da região.
A cerimônia está prevista para as 14 horas do dia 7. Até lá serão concluídas as obras de restauração da casa de madeira, com três pavimentos, que servirão para escola ambiental, histórica, museu, biblioteca e oficinas.
Responsável pelo projeto, Fernando Roveda foi agraciado com a Medalha da 52ª Legislatura, entregue pelo deputado Francisco Appio , na última quinta-feira (28/10).
No ato, acompanhado dos vereadores Gilmar Soares, Paulo e André Lovatel, e do assessor Osmar Bressan , (foto abaixo) Appio formalizou a entrega da homenagem requerida junto à mesa da Assembleia Legislativa.
Em dezembro, as atividades culturais pradenses serão expostas na Assembleia Legislativa, por iniciativa do parlamentar.
Desembargador aposentado, filho de Antônio Prado, o Dr. Nério Letti é outro extraordinário divulgador do patrimônio histórico. A casa Letti, de seus pais e avós, faz parte do conjunto arquitetônico e guarda o maior acervo em moveis, documentos e objetos utilizados pelos imigrantes.
Na quinta-feira (28/10), Nério Letti recebeu equipe de reportagens de emissora de TV de São Paulo, que resgatou a importância do casario italiano, elogiando a atuação de Fernando Roveda , em conversa com o deputado Francisco Appio (foto abaixo).
Roveda obteve o reconhecimento do Vaticano, pois em cerimônia pública foi recebido pelo Papa Bento XVI, a quem entregou uma de suas inúmeras publicações, referente à presença da igreja católica na colonização de Antônio Prado (foto abaixo).
Na Casa da Neni, outra centenária construção em madeira, do início do século passado, o parlamentar destacou a determinação e perseverança de sua proprietária Lúcia Zanella Carra, mantendo-a aberta ao público para a comercialização do artesanato local.
Veja, a seguir, algumas fotos.
Lucia Zanella Carra e Appio na Casa da Neni
Centro Histórico de Antônio Prado
Appio, Roveda e Letti
Vereadores de Antônio Prado
Appio e Letti
Deputado Estadual Francisco Appio - www.appio.com.br
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