sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Livro Virtual

O Velho e o Novo em livro Atual.




O Essencial do Livro dos Livros é para quem: nunca leu a Bíblia; já tentou ler e desistiu; no cree en brujas, pero que las hay, las hay; diz que leu mas não leu de verdade e gostaria de ter lido; não entendeu; entendeu logo, ou acha que; voyeurs do bem; discípulos de São Tomé.

Versa sobre crenças, sem crer: assim é se lhe parece, Pirandello já dizia; a versão é mais importante que o fato, há muito dizem os mineiros... Mais vale uma imagem do que nenhuma.

Recomenda-se: deixar a vaidade de lado e pegar os óculos; a não leitura, se não tiver espírito forte e mente aberta; a compra de exemplares individuais, caso contrário, o casal pode ter que discutir a relação; relaxar e gozar, no bom sentido; no ótimo atrapalha a leitura.





Nova edição, para leitor eletrônico Kindle ou para baixar no seu computador: Kindle for PC (site link Amazon)

Edição revista e com fotos de Claudio Bergstein / Mapas por Fernando Assad

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Também na Livraria Cultura (formato epub) para leitor eletrônico ou para baixar no seu computador

http://www.livrariacultura.com.br

opção no site: eBooks>Busca>Título:O Essencial do Livro dos Livros



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Atualizado em 27/09/2010

Cola

mprima sua cola

Você deve imprimir, depois preencher com os números do deputado estadual e federal e levar com você no dia 3 de outubro. Também pode enviar este modelo para amigos e familiares e até mesmo imprimir várias cópias e entregar para os seus conhecidos. Assim, estará facilitando a vida deles e contribuindo com o seu estado e o seu país.

Nota contra o Golpe no Equador

Nota contra o golpe de Estado no Equador
 
Nesse momento de grande efervescência política da realização de mais um fato histórico com a eleição da primeira mulher a presidir o Brasil, Dilma Roussef, vivemos, ao contrário com nosso irmão Equador, mais outro capítulo da tentativa de barrar os avanços em prol do povo amigo deste país, cuja direita é uma das mais raivosas da região andina. Rafael Correa, Presidente eleito com quase 80% de votação, começou no Equador a Revolução Cidadã pela qual significativas políticas públicas vão beneficiar os negros e os indígenas, além de equalizar o deficit  público, diminuir o desemprego e a miséria, entre outras conquistas. Por hora, a tentativa de recuperar a capacidade de investimentos do setor público – com a reforma do serviço e do funcionalismo públicos -, tem gerado insatisfações naturais num processo de transição para se atingir metas ousadas para aumentar os investimentos sociais. E grupos diversos  têm feito críticas a esse importante processo. No caso dos militares, eles  receberam aumentos salariais e por causa da aplicação do Projeto de Soberania Energética, que deve consumir a cifra de 152 milhões de dólares na melhoria do sistema elétrico equatoriano, tem havido alguns casos de apagões em Guaiaquil, Quito, Miraflores e Guayas, pois nessas localidades acontece a interrupção temporária da energia para a troca de novas turbinas pela CELEC- Transeletric Companhia Elétrica do Equador. Os oposicionistas e consortes têm procurado insuflar a população contra essas atualizações no setor elétrico.
Claro, também faltou à gestão de Rafael Correa maior diálogo com os grupos envolvidos nas mudanças para se evitar os tumultos que hoje chocam a América Latina. Mas, apesar das ótimas intenções e dos erros temporários, nenhum desses  erros  de percusso vai tirar o Equador da rota dos avanços sociais e nem do objetivo de se contruir o socialismo do Século XXI. Haja vista que Correa foi consagrado democraticamente nas urnas.
 
Todo apoio a Rafael Correa e sua coligação Pais!
Viva a amizade afro-equo-brasileira!
Viva o Socialismo!
 
*Alexandre Braga é Articulista e Coordenador de Comunicação da UNEGRO-União de Negros Pela Igualdade - Minas Gerais/Brasil e membro da Organização Latino-americana de Entidades Negras.
 
 
leia artigo sobre o tema no Jornal do Brasil:

 
 

Encontros com o Professor

Na próxima quinta-feira, dia 7 de outubro, Ostermann recebe o jornalista e escritor Guilherme Fiúza. Na canja musical, Apanhador Só. É quinta que vem, às 19h30min, no StudioClio. Até lá!
 
 

Saiba um pouco mais
 
O jornalista e escritor Guilherme Fiúza nasceu no Rio de Janeiro, em 1965. É autor de Meu nome não é Johnny, que conta a história de João Guilherme Estrela, jovem de classe média alta do Leblon que se tornou um dos maiores traficantes de drogas da Zona Sul carioca nos anos 1980. O livro, sucesso de vendas e de crítica, deu origem ao filme homônimo assistido por mais de dois milhões de espectadores no cinema e chegou à TV aberta.

Fiúza escreveu também os livros 3.000 Dias no Bunker , sobre os bastidores do Plano Real , e Amazônia, 20º Andar , a saga de uma seguidora de Chico Mendes. Em 2010, publicou Bussunda - A vida do Casseta, biografia lançada quatro anos após a morte prematura de Bussunda, em plena cobertura da Copa do Mundo de 2006. A obra reconstitui a trajetória do humorista — de “ caso perdido” a ídolo da televisão brasileira —, em uma caminhada   acidentada , divertida e ousada ao lado de seus companheiros do Casseta & Planeta , o anárquico grupo que mudou a história do humor no país .
Como jornalista, Fiúza trabalhou nos jornais O Globo, Jornal do Brasil e no site NoMínimo, entre outros veículos. Atualmente assina um blog na revista Época.


Canja musical
Apanhador Só
Indicada à categoria Aposta MTV, do Vídeo Music Brasil, e responsável por um dos álbuns mais elogiados pela imprensa nacional em 2010, a banda Apanhador Só encontra maneiras incomuns para usar estilos e gêneros – reinventados a ponto de eventuais influências se tornarem irreconhecíveis.
As canções do disco de estreia do quarteto, como Um Rei e o Zé, Balão-de-Vira-Mundo, Maria Augusta e Vila do ½ Dia, reverenciam o legado da canção brasileira e equilibram o pop com experimentalismos. Com agenda recheada de shows pelo Brasil, o grupo já contabiliza 10 mil downloads do álbum em seu site e prepara-se para lançar o vídeo-clipe de Prédio, além do novo single Na Ponta dos Pés.

A Apanhador Só foi formada há quatro anos, em Porto Alegre, por Alexandre Kumpinski (voz e guitarra), Felipe Zancanaro (guitarra), Fernão Agra (baixo) e Martin Estevez (bateria).
 
 
 

Pesquisa no RS Tarso na Frente

Datafolha: Tarso mantém liderança no RS com 45%

O candidato (PT) manteve a liderança da corrida eleitoral, com 45% das intenções de voto na modalidade estimulada, em pesquisa do Datafolha. José Fogaça, do PMDB, está em segundo lugar, com 25%, seguido por Yeda Crusius (PSDB), com 15%, e Pedro Ruas (PSOL), com 1%. Os outros cinco candidatos não pontuaram.

Fonte: Yahoo

Debate dos Presidenciáveis

1 de outubro de 2010 01:09 
Fonte: Yahoo

Dilma e Serra não se enfrentam; Marina cutuca tucano

O debate entre quatro principais candidatos à Presidência da República – Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB), Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) – começou morno, marcado pela discussão de temas básicos como previdência, saúde, criação de empregos, transporte, saneamento, habitação e funcionalismo público.

O esperado confronto direto entre Dilma e Serra não ocorreu. A principal – e breve – troca de farpas foi entre o tucano e Marina Silva. Do roteiro previsto pela imprensa, apenas Plínio cumpriu o papel, ao novamente assumir a postura de franco-atirador, distribuindo críticas aos outros três candidatos “do sistema, do capital”.

No quarto bloco o clima esquentou, com um confronto entre Serra e Marina. A candidata verde perguntou ao tucano se ele fazia uma autocrítica pelo fato de várias lideranças do PSDB e do DEM terem sido contra Bolsa Família e outras políticas sociais. O tucano respondeu falando sobre a criação da Bolsa Alimentação durante o governo FHC, e afirmando que o programa foi uma das bases para o Bolsa Família atual. “Você simplesmente não responde, não faz uma autocrítica”, disse Marina na réplica.

O tucano rebateu com uma provocação: “Marina, não use sua régua pra medir os outros. Se eu fosse usar minha régua, diria que você e a Dilma tem muitas coisas parecidas, e você estave no governo do mensalão”. Momentos antes, a própria Marina havia comparado Serra com Dilma, dizendo que ambos possuíam uma visão limitada e “desenvolvimentista” de Estado.

Líder nas pesquisas de intenção de voto, Dilma se viu em uma situação relativamente confortável, com o debate ameno. Pôde assim pautar suas respostas em realizações do governo, mencionando diversas vezes o Bolsa Família, a reação do governo Lula à crise econômica mundial, os recordes na criação de empregos com carteira assinada, a redução de impostos, como o IPI, e a parceria do governo federal com o governo e a prefeitura do Rio de Janeiro na criação das Unidades de Polícia Pacificadora em favelas da cidade.

“Diante da crise a gente não faz teoria, tem de ter propostas concretas e agir. Nós aumentamos os empregos, colocamos recursos para as empresas privadas manterem os empregos, reduzimos impostos. O Brasil foi o último país a entrar na crise e o primeiro a sair”, disse a petista.

Marina Silva tentou se opor aos adversários criticando o caráter “gerencial” de Serra e Dilma, acusando-os de carência de pensamento estratégico. Apontou que o planeta passa por uma série de crises, que vão da economia ao meio-ambiente. Não deixou de elogiar programas do governo Lula, como o “Minha Casa, Minha Vida”, dizendo que pretendia ampliá-lo.

Também disparou contra José Serra (PSDB), dizendo que o tucano não fez muito pela habitação no governo de São Paulo. A candidata verde ainda questionou a situação da segurança pública no governo atual e anterior: “16 anos se passaram e continua uma situação de desespero”, disse.

José Serra falou sobre suas ações como ministro da Saúde de FHC e prometeu reduzir a carga de impostos sobre alimentos e remédios para os mais pobres. Também disse que, se eleito, vai criar uma defesa civil nacional, baseada no DF, e qualificar prefeituras e estados para combater desastres naturais como enchentes, deslizamentos e incêndios florestais.

Serra também disse que vai colocar as agências que decidem sobre reajustes a serviço do consumidor. “Não a serviço de loteamento”, afirmou. Prometeu retomar genéricos e voltar à questão das patentes. No início do debate, o tucano também reafirmou a promessa de que irá propor salário mínimo de R$ 600 e aumento de 10% de aumento aos aposentados.

Mas coube mesmo a Plínio a função de provocador, tentando fazer com que os oponentes se comprometessem com suas bandeiras, como ICMS zerado. Plínio também disse que seus adversários nunca pedem votos a seus deputados, e perguntou se os candidatos têm vergonha de seus partidos.

O candidato do PSOL ainda defendeu o não pagamento da dívida externa e o investimento desse recurso em saneamento básico. Ele se posicionou como um candidato voltado para o futuro e apelou para o eleitorado jovem. “Eu estou falando para o futuro, para os jovens. É preciso ter coragem, tenacidade, é preciso é força. É preciso falar as coisas como elas são.”
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A Volta da morte dos Pombos em Vacaria RS

Mais uma vez as pessoas que transitam pelo centro da cidade de Vacaria RS propriamente dito na Praça Daltro Filho observa mais uma vez a morte dos pombos. As autoridades locais continuam omissas e não dão respostas o que está acontecendo se a causa da morte dos pombos é um envenenamento ou o que está acontecendo. Sabemos que setores da atual Administração odeiam os pobres pombos. Aqui em Vacaria a questão ambiental e de preservação dos animais um problema sério. As autoridades ficam omissas ao problema misterioso, quem está colocando o veneno para matar os pombos?
Será que os pobres pombos são cobaias politicas para prejuicar alguém?
Perto das eleições os pombos começam a morrer, qual será o motivo?Será o veneno petista ou socialista que está matando os pombos?
Será os anticristos que não querem os pombos pois sujam o seu ambiente cristão?
Ou será aqueles que só pensam em dinheiro e no lucro e tem ódio no croação e decontam a sua frustação nos pombos? 
Até quando as autoridades iram continuar omissas?
Esperamos que esse blog faça as autoridades e Ong's do pais aportarem em Vacaria e pressionar as autoridades locais, parece que o PT que defende o meio ambiente hoje o poder fez modificar o programa do partido pelos menos aqui em Vacaria RS.