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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Nota contra o Golpe no Equador

Nota contra o golpe de Estado no Equador
 
Nesse momento de grande efervescência política da realização de mais um fato histórico com a eleição da primeira mulher a presidir o Brasil, Dilma Roussef, vivemos, ao contrário com nosso irmão Equador, mais outro capítulo da tentativa de barrar os avanços em prol do povo amigo deste país, cuja direita é uma das mais raivosas da região andina. Rafael Correa, Presidente eleito com quase 80% de votação, começou no Equador a Revolução Cidadã pela qual significativas políticas públicas vão beneficiar os negros e os indígenas, além de equalizar o deficit  público, diminuir o desemprego e a miséria, entre outras conquistas. Por hora, a tentativa de recuperar a capacidade de investimentos do setor público – com a reforma do serviço e do funcionalismo públicos -, tem gerado insatisfações naturais num processo de transição para se atingir metas ousadas para aumentar os investimentos sociais. E grupos diversos  têm feito críticas a esse importante processo. No caso dos militares, eles  receberam aumentos salariais e por causa da aplicação do Projeto de Soberania Energética, que deve consumir a cifra de 152 milhões de dólares na melhoria do sistema elétrico equatoriano, tem havido alguns casos de apagões em Guaiaquil, Quito, Miraflores e Guayas, pois nessas localidades acontece a interrupção temporária da energia para a troca de novas turbinas pela CELEC- Transeletric Companhia Elétrica do Equador. Os oposicionistas e consortes têm procurado insuflar a população contra essas atualizações no setor elétrico.
Claro, também faltou à gestão de Rafael Correa maior diálogo com os grupos envolvidos nas mudanças para se evitar os tumultos que hoje chocam a América Latina. Mas, apesar das ótimas intenções e dos erros temporários, nenhum desses  erros  de percusso vai tirar o Equador da rota dos avanços sociais e nem do objetivo de se contruir o socialismo do Século XXI. Haja vista que Correa foi consagrado democraticamente nas urnas.
 
Todo apoio a Rafael Correa e sua coligação Pais!
Viva a amizade afro-equo-brasileira!
Viva o Socialismo!
 
*Alexandre Braga é Articulista e Coordenador de Comunicação da UNEGRO-União de Negros Pela Igualdade - Minas Gerais/Brasil e membro da Organização Latino-americana de Entidades Negras.
 
 
leia artigo sobre o tema no Jornal do Brasil:

 
 

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