sexta-feira, 5 de março de 2010

Luiz Carlos Prestes


Caros Amigos:

No próximo de 7 de março, cumprem-se 20 anos do falecimento de LUIZ CARLOS PRESTES. Vamos homenagear sua memória junto à sua sepultura no Cemitério São João Batista, entrada principal, rua General Polidoro (BOTAFOGO).


Dia 7 de março (DOMINGO)
10 horas da manhã

ANITA L. PRESTES




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Comunicação

por Gilberto Maringoni, em Opera Mundi



“O Plano Nacional de Direitos Humanos [PNDH] é um totalitário”, “o stalinismo predomina no PT”, “temos de ir para a ofensiva”, “Vamos acabar com essa história de ouvir o outro lado na imprensa”, “governo cínico, cínico, cínico!”, “democracia não é só eleição”. Frases assim, proclamadas com ênfase quase raivosa, deram o tom no Fórum Democracia e Liberdade de Expressão, realizado na segunda (1), em São Paulo.

O evento, promovido pelo Instituto Millenium, foi uma espécie de Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) particular da direita brasileira, facção grande mídia. Revezaram-se nos microfones, convidados internacionais, donos de conglomerados e seus funcionários de confiança. Fala-se aqui da Editora Abril, da Rede Globo, da Rede Brasil Sul (RBS), da Folha de S. Paulo, do Estado de S. Paulo e agregados. Como se sabe, tais setores resolveram boicotar a I Confecom, um processo democrático ocorrido em todos os estados da Federação, que culminou em uma etapa nacional, realizada em dezembro último. Presentes nesta, cerca de 1,3 mil delegados, entre empresários, movimentos sociais e governo. O total de pessoas envolvidas em suas fases regionais envolveu cerca de 12 mil participantes.



Terceirizando a bílis

Pois o Instituto Millenium fez seu convescote para cerca de 180 participantes. Eram empresários, jornalistas e interessados, que desembolsaram R$ 500 cada um, por um dia de atividades. Na mira dos palestrantes, os governos de centro esquerda da América Latina, os movimentos sociais, o governo Lula e o PNDH. As intervenções mais moderadas foram as de Roberto Civita (Abril) e de Otávio Frias Filho (Folha), que buscaram, de certa forma, situar seus interesses na cena política. Externam o que se espera de proprietários de monopólios. Defendem a livre iniciativa de “investidas antidemocráticas como o controle social da mídia” e “menos legislação para o setor”, no dizer de Civita. Roberto Irineu Marinho (Globo) foi ainda mais discreto. Ficou na platéia e f ez uma única pergunta por escrito ao longo de todo o dia. Mantêm uma certa linha. Os três resolveram terceirizar a artilharia pesada para seus empregados, que fizeram uma verdadeira competição para ver quem seria o Carlos Lacerda (1914-1977) da Nova Era. O ex-governador da Guanabara, como se sabe, se notabilizou entre o final dos anos 1950 e início da década seguinte como o mais notável agitador, na TV e no rádio, em favor do golpe de 1964. Dono de uma retórica incendiária, Lacerda intimidava adversários e aglutinava seguidores para a derrubada do presidente João Goulart.

Nessa toada, os conferencistas tiveram a inusitada ajuda do Ministro das Comunicações Helio Costa,e do deputado Antonio Palocci (PT), como se verá adiante.



Visão particular da História

A primeira mesa trouxe três convidados externos, o argentino Adrian Ventura (La Nación), o âncora da televisão equatoriana Carlos Vera (Ecuavisa) e o venezuelano Marcel Granier (dono da RCTV, cuja concessão não foi renovada em 2007).

Arrogante e inflamado, Vera afirmou que em seu país “não existe liberdade de expressão”. Reclamou que seu canal de TV não recebe mais publicidade estatal e acusou o presidente Rafael Correa – “um ditador” - de ter sido eleito “por prostitutas”. Já Marcel Granier foi saudado como uma espécie de símbolo da luta pela liberdade de imprensa pelo apresentador Marcelo Rech, diretor da RBS. O proprietário da rede venezuelana denuncia “o autoritarismo do governo Hugo Chávez”. Desfia o que diz serem provocações, intimidações e a certa altura, de passagem, fala da “renúncia” de Chávez. Em nenhum momento menciona o golpe de Estado de 2002 e ao papel da grande mídia de seu país. Parece que toda a tensão em seu país nasceu por geração espontânea. Uma visão particular da História, sem dúvida.

Granier e seus colegas de mesa não deixam de deplorar a existência de aliados dos tais governos ditatoriais entre os empresários da mídia. Aliados, não. “Cúmplices”, sublinha o mediador Rech, com anuência dos convidados.



De costas para o governo

Logo após a mesa inicial, chega o convidado mais aguardado da manhã chuvosa, o Ministro das Comunicações Hélio Costa. Com seu inimitável penteado, o membro do governo falou o que a “seleta platéia”, conforme sua expressão, queria ouvir. Buscou esvaziar a Confecom de qualquer significado maior. “Através de três ministros, Luís Dulci, Franklin Martins e eu, o governo foi unânime em decidir que em hipótese alguma se aceitará algum tipo de controle social da mídia”. E enfatizou: “Isso não foi, não é e não será discutido”, enfatiza para gáudio da maioria dos presentes. Genial. O membro do primeiro escalão confraterniza-se com os que deploram seu governo como marcado por tendências discricionárias.



Libelu e Rolando Lero

A terceira mesa, intitulada “Ameaças á democracia no Brasil” foi a mais trepidante de todas. Contou com Demétrio Magnoli, o Gustavo Corção da Libelu, Denis Rosenfeld, o Rolando Lero na filosofia gaúcha, e Amauri de Souza, sociólogo. Na mediação, Tonico Ferreira (Globo).

Ferreira é mais um daqueles que um dia foram de esquerda e transitaram alegremente para a outra ponta do espectro político sem culpas. Chefe de redação do semanário Movimento, no final dos anos 1970, Ferreira, de saída, denuncia o caráter autoritário da lei eleitoral. “É censura”, diz ele, antes de passar a palavra a Magnoli.

Este não perde tempo. Logo faz um apanhado da história do PT e dispara: “A relação do partido com a democracia é ambígua. Juntamente com o PSOL, apoiou o fechamento da RCTV”. Acusa a agremiação de Lula de fazer uma volta atrás em seu ideário democrático. “Retomaram a idéia autoritária de partido dirigente e de democracia burguesa”, sentencia. E logo completa “Este movimento, de restauração stalinista, é reforçado pela emergência do chavismo e do apoio a Cuba”. Na platéia uma senhora murmura: “Que vergonha, nosso governo apoiar isso”.

O risco, para Magnoli é um possível governo Dilma, supostamente mais subordinado ao PT do que a gestão Lula. O fim das ameaças, para ele, só acontecerá “com a vitória da oposição”. Bingo! E culmina: “Não somos Venezuela e Cuba! Temos de falar que nós somos diferentes!”. Aplausos entusiasmados.

Rosenfeld vai pela mesma toada, mas busca elaborar uma “pensata” sobre o “corpo e o espírito do capitalismo”. Segundo ele, o corpo vai muito bem. “Os grupos econômicos ganharam muito dinheiro nesses oito anos”. O problema é o espírito, “os bens intangíveis”, revela o filósofo. A base material é garantida pelo governo, nas palavras de Rosenfeld, “As metas de inflação, a autonomia operacional do Banco Central e o superávit fiscal” mostrariam um rumo seguro. Mas o espírito está sendo minado, alerta. Esse ectoplasma é “a liberdade de expressão” que estaria ameaçada. E enumera os problemas, numa tediosa repetição: “O PNDH, o MST, a questão dos quilombolas” etc. etc. etc.



A sutileza do sr. Basile

O seminário foi sumamente repetitivo, diga-se de passagem. No período da tarde, os previsíveis Arnaldo Jabor, Carlos Alberto di Franco (Opus Dei) e Sidnei Basile (diretor da Abril) tentaram dar novas roupagens ao samba de uma nota só do evento. Basile, sob o olhar atento de Roberto Civita, seu patrão, defende um regime de autorregulação para a imprensa. “Algo semelhante ao Conar” (Conselho de Autorregulamentação Publicitária), formado pelas próprias agências, ao invés de uma lei para o setor.

A proposta é ensandecida. Se aplicada a toda a sociedade, com cada um supervisionando seu próprio setor, o mundo seria uma graça. Um exemplo. Não haveria mais leis de trânsito, sinais, placas, mão e contramão. Os motoristas se reuniriam e fazem um código de autorregulação. Se os pedestres reclamarem, basta acusá-los de tentar bloquear um dos mais sagrados direitos, o de ir e vir dos motorizados. Todos se atorregulariam e chegaríamos ao reino encantado de Basile. No meio de seu delírio anarquista, o executivo, sempre observado pelo patrão, acusou a convocação da Confecom por parte do Presidente da República como um ato “cínico e hipócrita”. Adendou: “Um conto do vigário”. Basile é de uma sutileza a toda prova.

Jabor, que aparentemente não preparou intervenção alguma, repetiu jaborices pelos cotovelos. Populismo autoritário, jacobinos, bolcheviques e quejandos formam o mundo a ser vencido. Homem experiente que é, contou mais uma vez já ter sido comunista. E disparou diatribes à granel. Impossível não lembrar de uma impagável frase do escritor paulistano Marcos Rey (1925-1999). Este dizia não gostar de dois tipos de gente, ex-comunistas e ex-fumantes, “porque ambos são metidos a dar conselhos”.



Reinaldos Azevedos às mancheias

A quarta mesa – “Liberdade de expressão e Estado democrático de direito” – contou com a participação de três luminares: Reinaldo Azevedo (Veja), Marcelo Madureira (Casseta) e o Dr. Roberto Romano (Unicamp), os dois últimos tentando ver quem era mais Reinaldo Azevedo que o próprio Reinaldo Azevedo.

O citado é um fenômeno da Natureza. Um criador de personagens. É uma espécie de Walt Disney de si próprio. Disney inventou o Mickey, o Pato Donald, o Pateta e uma plêiade de figuras inesquecíveis. Reinaldo Azevedo criou Reinaldo Azevedo. “Sou de direita!”, avisa de saída. “A imprensa tem que acabar com o isentismo e o outroladismo, essa história de dar o mesmo espaço a todos”.

Madureira foi mais um alardear sua condição de ex-comunista. Fez piadinhas, embora não se saiba se seu cachê incluía chistes e gags. Atacou tendências autoritárias e “recadinhos” oficiais. “O governo pressiona os editores com os anúncios da Petrobras e do Banco do Brasil. Isso é censura!” Com a presença do patrão na platéia, logo sublinhou: “A Globo não nos censura”.



Mas o humorista da tarde foi o Dr. Roberto Romano. Este revelou ao mundo uma nova teoria, que vai pegar. É sobre a militância. Atenção: “O partido de militantes causa a corrosão do caráter”. Guardem essa! Depois de A corrosão do caráter, de Richard Sennet, que fala dos vínculos trabalhistas e sociais tênues e sua influência no comportamento humano, um livro sério, o Dr. Romano vem com sua versão pândega. E explica: “No partido de militância não tem mais jornalista, médico e nem nada. Tem o militante que se reporta ao chefe”. Isso, para as muitas luzes do Dr. Romano, corrói o caráter. Olha lá, Brasil! A partir de agora, só se falará em outra coisa!



As pesquisas científicas do Dr. Romano o levaram a constatar, além de tudo, que “90% das ONGs são totalitárias”. Como o mediador William Wack prometeu publicar a fala original do Dr. Romano no site do Instituto Millenium, o mundo aguarda ansioso as fontes empíricas de tão bombástica revelação.

No fim de tudo, na última palestra, o deputado Antonio Pallocci veio confraternizar com aqueles que malharam sem dó seu partido e o governo que integrou até há poucos anos. Para agradar, também criticou o PNDH, no que foi cumprimentado ao final.



Tendências não democráticas

O Fórum do Instituto Millenium, apesar de seu tom folclórico, não é engraçado. Embora seja um direito democrático a organização de toda e qualquer facção política, é forçoso reconhecer que estas nada têm de democráticas ou plurais. Buscam se articular justamente para evitar reformas democratizantes no país e no setor de comunicação. Um ponto positivo é dado pela seguinte constatação: os monopólios de mídia se desgastaram com o boicote à Confecom. O tema da democratização da comunicação entrou na agenda nacional com força. O seminário é uma gritaria da direita. Sem problemas. O duro é buscarem, afirmar seus interesses contra a vontade e as necessidades da maioria da população.



Agradecimento

Este obscuro jornalista agradece sinceramente ao Dr. Roberto Romano pela menção ao texto “Instituto Millenium: toda a democracia que o dinheiro pode comprar!” , feita no calor de suas vibrantes intervenções. Apesar de ele ter recomendado às pessoas taparem o nariz para lê-lo, só posso ficar envaidecido com tão ilustre recomendação.



http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/maringoni-forum-do-millenium-a-confecom-da-direita/

...

A JAGUNÇADA







Adrián Ventura
Jornalista argentino. Colunista do jornal “La Nación”


Amaury de Souza
Cientista político, sócio-diretor da Techne e da MCM Consultores Associados e autor de "A agenda Internacional do Brasil: A política externa brasileira de FHC a Lula" (Campus, 2009).


Arnaldo Jabor
Cineasta e comentarista da TV Globo e da rádio CBN. Autor de “Amor é prosa, sexo é poesia: crônicas afetivas” (Objetiva, 2004) e “Amigos ouvintes” (Globo, 2009).


Carlos Alberto Di Franco
Doutor em Comunicação pela Universidade de Navarra, professor de Ética, diretor do Master em Jornalismo e da Di Franco-Consultoria em Estratégia de Mídia.


Carlos Alberto Sardenberg
Jornalista, comentarista econômico da TV Globo e âncora da rádio CBN.


Carlos Vera
Jornalista equatoriano. Autor do livro “¡Nunca mordaza!” (Paradiso Editores)


Demétrio Magnoli
Sociólogo, doutor em Geografia Humana pela USP e colunista dos jornais “O Estado de S. Paulo” e “O Globo”. É autor dos livros “O mundo contemporâneo” (Saraiva, 2004), “História das guerras” (Contexto, 2006) e “Uma gota de sangue” (Contexto, 2009).


Denis Rosenfield
Filósofo, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e doutor em Estado pela Universidade de Paris. É articulista do jornal “O Estado de S. Paulo” e editor da revista “Filosofia Política”.


Fernando Gabeira
Escritor, jornalista e deputado federal


Luis Erlanger
Jornalista e diretor da Central Globo de Comunicação.


Marcel Granier
Presidente da emissora venezuelana RCTV (Rádio Caracas Televisão).


Marcelo Madureira
Humorista e integrante do grupo “Casseta & Planeta”.


Miro Teixeira
Advogado, jornalista, ex-ministro das Comunicações e deputado federal


Reinaldo Azevedo
Jornalista e articulista da “Veja”. É autor dos livros “O país dos petralhas” (Record, 2008) e “Máximas de um país mínimo” (Record, 2009).


Roberto Romano
Professor de Ética e Filosofia Política da Unicamp. Autor dos livros “O caldeirão de Medéia” (Perspectiva, 2001), “Moral e Ciência - a monstruosidade no século XVIII” (Senac, 2002) e “O desafio do Islã e outros desafios” (Perspectiva, 2005).


Sidnei Basile
Jornalista e vice-presidente de Relações Institucionais do Grupo Abril. É autor de “A ética e o caminho das pedras – elementos de jornalismo econômico” (Negócio Editora/Campus, 2002).


Tonico Ferreira
É jornalista da TV Globo.




Postado por RIZOMA BEATRICE às 9:16 AM

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Caso Eliseu Santos

Polícia Civil identifica suspeitos da morte de Eliseu Santos
03/03/2010 20:41


Os delegados Ranolfo Vieira Júnior, diretor do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), e Bolívar dos Reis Llantada, titular da Delegacia de Polícia de Homicídios e Desaparecidos do (DHD), informaram que os três indivíduos suspeitos de envolvimento na morte de Eliseu Santos já estão identificados. O informe foi repassado em entrevista coletiva nesta quarta-feira (03), na sede do DEIC, na Capital.

De acordo com os delegados, um veículo Vectra prata - ano 2007, e que pode ter sido utilizado pelos suspeitos, foi encontrado em Novo Hamburgo totalmente carbonizado e será encaminhado à perícia. Um jovem de 22 anos foi identificado como sendo o homem alvejado pelo secretário durante o assalto, e que está desaparecido desde sábado (27/02). Ele e os outros dois suspeitos estão com a prisão temporária decretada pela Justiça. O trio é suspeito de pertencer a uma quadrilha de roubo de veículos que vem atuando no bairro Floresta e imediações. A polícia acredita, com base nos indicativos recolhidos - provas técnicas periciais e indícios de atuação de quadrilha de roubo de veículo, que se trata de um latrocínio, ou roubo com morte.

Na oportunidade, o chefe de Polícia, João Paulo Martins, ressaltou a importância de todos os órgãos de segurança, Judiciário, Ministério Público, Instituto-Geral de Perícias, em especial as delegacias do Deic, e ainda, as volantes do Departamento polícia Metropolitana (DPM). A coletiva também foi prestigiada pelo subchefe de Polícia, delegado Álvaro Steigleder Chaves, o responsável pela Divisão Judiciária e de Operações (DJO), delegado Alexandre Vieira, a titular da 1ª Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA), delegada Vandi Lemos Tatsch, e o diretor-geral do Instituto-Geral de Perícias, Áureo Luiz Figueiredo Martins, além de demais delegados do Deic.

Fonte: Ascom PC

Governo do Estado

Infraestrutura
Governadora anuncia construção de ponte de aço sobre o rio Jacuí em Agudo
Com investimentos de R$ 39,9 milhões, a obra deve estar pronta dentro de seis meses. "Trata-se de tecnologia moderna, utilizada no mundo, que agora chega ao Rio Grande do Sul", disse Yeda. Agronegócio e Segurança
Yeda abre 10ª Expoagro Afubra e entrega 50 veículos para a Brigada Militar
"São dez anos de uma iniciativa que ajuda a organizar a produção, principalmente para o pequeno agricultor", disse a governadora antes de entregar 22 modelos GM Prisma, seis camionetes GM S10 e 22 Ford Focus. Energia
Grupo CEEE tem lucro contábil recorde de R$ 3,5 bilhões
Resultado inédito torna a Companhia Estadual de Energia Elétrica muito mais forte economicamente e a coloca em um novo patamar como empresa. Justiça
Estado institui Comitê de Prevenção à Exploração Sexual de Crianças
Grupo será composto por representantes do Governo do Estado e da sociedade civil. Atividades se iniciam nesta quinta-feira (4). Ensino
Governo acompanha turmas de alfabetização no retorno às aulas em Guaíba
Secretário Ervino Deon e equipe da 12ª Coordenadoria Regional de Educação foram recebidos pelo prefeito de Guaíba, Henrique Tavares, e a presidente da Câmara de Vereadores, Paula Parolli. Ação Solidária
Hospital Psiquiátrico São Pedro recebe mobiliário e equipamentos do Estado
Comitê de Ação Solidária entrega 20 computadores, dez arquivos de aço, 200 cadeiras, 30 estantes de aço e muitos outros itens para revitalização do hospital.

Destaque do Dia





Destaques do Dia
Yeda Crusius abre a Expoagro Afubra 2010
A governadora Yeda Crusius discursa durante a abertura oficial da Expoagro Afubra 2010, no Parque de Exposições Presidente Hainsi Gralow, em Rio Pardo.


Local: Rio Pardo - RS
Data: 03/03/2010
Foto: Jefferson Bernardes / Palácio Piratini
Código: 33613

Yeda Crusius anuncia construção de ponte em Agudo
A governadora Yeda Crusius, acompanhada do secretário da Infraestrutura e Logística, Daniel Andrade(E) e o diretor-geral do Daer, Vicente Brito Pereira, anuncia, durante entrevista coletiva à imprensa, a construção emergencial de uma ponte de aço de 420 metros na RSC-287, em Agudo.


Local: Porto Alegre - RS
Data: 03/03/2010
Foto: Antonio Paz / Palácio Piratini
Código: 33628

Governo do Estado e Famurs articulam ações para o mês das hepatites
A presidente do Comitê de Ação Solidária, Tarsila Crusius, durante reunião com o diretor da Escola de Gestão Pública da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul(FAMURS), Dr. Ricardo Hermany(C), e o coordenador-geral da Famurs , Pedro Feiten(E), para programação das ações e mobilização das prefeituras no mês das hepatites, que ocorre em maio.


Local: Porto Alegre - RS
Data: 03/03/2010
Foto: Itamar Aguiar / Palácio Piratini
Código: 33612

Yeda Crusius recebe medalha na Expoagro Afubra 2010
A governadora Yeda Crusius recebe do prefeito de Rio Pardo, Joni Lisboa da Rocha, medalha alusiva aos 200 anos de emancipação do município, durante a Expoagro Afubra 2010, no Parque de Exposições Presidente Hainsi Gralow, em Rio Pardo.


Local: Rio Pardo - RS
Data: 03/03/2010
Foto: Jefferson Bernardes / Palácio Piratini
Código: 33615

Yeda Crusius recebe o vice-presidente da GM Brasil
A governadora Yeda Crusius, acompanhada do chefe da Casa Civil, Otomar Vivian, e dos secretários da Habitação, Saneamento e Desenvolvimento Urbano, Marco Alba, e da Fazenda, Ricardo Englert, em audiência com o vice-presidente da GM Brasil, José Carlos Pinheiro Netto(E).


Local: Porto Alegre - RS
Data: 03/03/2010
Foto: Itamar Aguiar / Palácio Piratini
Código: 33630

Presidente do Comitê de Ação Solidária participa de aula inaugural na Procergs
A presidente do Comitê de Ação Solidária, Tarsila Crusius, fala com alunos da 5ª turma do Projeto Pescar, da Companhia de Processamento de Dados do Estado do Rio Grande do Sul (Procergs), durante Aula Inaugural.

Local: Porto Alegre - RS
Data: 03/03/2010
Foto: Itamar Aguiar / Palácio Piratini
Código: 33624

O Pasquim

Como jogar duas biografias num esgoto....
Audácia de sobra (09.04.08 - 13h06)
"A senhora sabe quem eu sou?
Eu sou uma referência moral nesse país".
Assim o cartunista Ziraldo, acusado no imbróglio do Festival de Humor de Foz
do Iguaçu - edição de 2004 - se dirigiu à juíza federal que comanda o
processo judicial.
Ziraldo, segundo apurou a coluna, será condenado pelas atitudes pouco
ortodoxas que marcaram a realização do Fest Humor. Ora, se Ziraldo é uma
referência moral, o último que sair que apague a luz.

Menino maluquinho (09.04.08 - 10h19)
Ainda Ziraldo...
Ex-presidente da Funarte no governo do maranhense José Sarney, Ziraldo foi
demitido por excesso de notas de restaurantes, viagens e outras despesas
consideradas desnecessárias.
Superintendente da Funarte, Maria Luiza "Lulu" Librandi denunciou o
cartunista, o que ocasionou a demissão. Ziraldo chamou Lulu Librandi de
"filha da puta" e considerou-a responsável pela morte de seu papagaio.
Processado, Ziraldo foi condenado a pagar R$ 50 mil de indenização a Lulu.
Fugiu anos a fio dos Oficiais de Justiça, sendo que a primeira parcela só
foi paga mediante a iminência de um mandato de prisão.

"Então eles não estavam fazendo uma rebelião, mas um investimento. "

Eis a frase de autoria de Millôr Fernandes que abre a petição enviada ao
ministro da Justiça, Tarso Genro, protestando contra as milionárias
indenizações a serem pagas aos cartunistas Ziraldo e Jaguar, criadores do
Pasquim.

Ziraldo Alves Pinto, que esteve envolvido no escândalo do Festival de Humor
de Foz do Iguaçu, receberá a bagatela de R$ 1.253.000,24, enquanto Sérgio de
Magalhães Gomes Jaguaribe, o "Jaguar", R$ 1.027.383,29.
http://pilordia. blogspot. com/2008/ 04/como-jogar- duas-biografias- num-esgoto. html
************ ********* ********

Esses são o Ziraldo e Jaguar, os dois que denunciaram Simonal, e que hoje,
graças a essa pseudo-esquerda que tá ai (ouça-se FHC e Lulla) tem ainda
indenizações milionarias, enquanto João andido e Sional..... nekas!!!

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HEITOR (((((º_º))))) CARLOS
http://portodoscasa is.blogspot. com/
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RS 456

RS456 - FALTA APENAS A ORDEM DE SERVIÇO







Foi autorizada pela Governadora Yeda Crusius a repactuação do contrato do DAER com a Técnica Viária para a retomada das obras de asfaltamento da RS456 acesso à Esmeralda/Pinhal da Serra. O anúncio da obra será feito pela própria Governadora nos próximos dias, tão logo novo contrato seja examinado pela Procuradoria Geral do Estado. Trata-se de Aditivo que atualiza os valores do contrato, de acordo com a tabela de Preços de Obras Públicas. Em menos de 15 dias o contrato deverá ser assinado, expedindo-se ordem de serviço.



A Técnica Viária executa serviços para o Pólo Vacaria (pedágios) e tem suas instalações, usina e britagem nas proximidades da rodovia, não enfrentando dificuldades para o reinicio dos trabalhos. Parte dos 12 km já pavimentados foi de responsabilidade da empresa paranaense.



Emenda de 700 milhões (ações do Banrisul) foi apresentada e aprovada pela bancada aliada, garantindo ao Executivo os recursos financeiros para a retomada das obras paralisadas na região, entre as quais o Aeroporto Regional de Cargas, a Estrada de Esmeralda, conclusão de 9 km da RS110 (Alziro Ramos), acessos de André da Rocha, Pinhal da Serra, Capão Bonito, Protásio Alves (convênio com o município), Tupanci, Santo Expedito, Santa Cecília, Monte Alegre dos Campos, Jaquirana (em andamento), RS126 Ibiraiaras/São Jorge/Guabiju/Nova Araçá, bem como o projeto de Charrua/Sananduva (depende de licença especial da Presidência da República, por se tratar de área indígena).









Deputado Estadual Francisco Appio - www.appio.com.br