Destaque

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segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Deputado Federal Jean Wyllys

 

"Dos filhos deste solo, és mãe gentil, pátria amada, Brasil"

[Os Guarani-Kaiowá tiveram a homologação de suas terras em 2005, mas ainda não têm o direito de usufruir de sua área tradicional. Com um processo de disputa da terra parado na Justiça Federal há uma década, centenas de índios estavam confinados em menos de 150 hectares dos 9.317 que foram homologados. O confinamento produziu fome e doenças. Os índios decidiram reagir e ocupar a terra que lhes pertence de direito. Latifundiários com interesse nas terras homologadas têm promovido nesse tempo ataques violentos aos Guarani-Kaiowá. Um genocídio em curso que não consegue despertar nenhuma compaixão por parte dos "patriotas" que vestiram verde-e-amarelo e foram às ruas no último dia 16 de agosto vomitar seu desejo de uma nova ditadura militar; tampouco da imprensa, generosa no espaço que concedeu aos protestos desses "patriotas", mas parcimoniosa e tímida na cobertura que faz dessa barbárie contra o povo indígena]
Hoje comemoramos a independência do Brasil, uma das datas oficiais mais importantes do calendário nacional. Mas, afinal, somos independentes?
Tivemos uma “independência” negociada, um favor de pai para filho, para que tudo se mantivesse como estava. Nos acostumamos a que a elite brasileira seguisse sempre negociando seus interesses, excluíndo o povo e suas necessidades, desde aquele 7 de setembro. Não podemos naturalizar negociatas, nem com nossas terras, nem com nossas riquezas, nem com nossas vidas.
Lutamos, eu e meus colegas do PSOL, dia-a-dia, por uma independência verdadeira. Boa parte do que produzimos no país serve, unicamente, para o enriquecimento de especuladores financeiros mundiais, cuja identidade é muito bem preservada. A nossa luta é por menos amarras, para que aquilo que produzimos possa, de fato, ser revertido para a nossa própria riqueza, para que não falte absolutamente nada a ninguém.
Somos contrários às políticas econômicas que massacram cada vez mais os mais pobres, enquanto os grandes bancos lucram bilhões todos os anos! Rompamos também as amarras da moral alheia; independência significa mais direitos. Mais que independência, queremos liberdade!
Que neste 7 de setembro gritemos o grito dos excluídos, dos despossuídos, dos oprimidos. Um grito tão forte e coletivo que atravesse os ouvidos dos corruptos e dos “príncipes herdeiros” da desigualdade, para que todos saibam qual a verdadeira independência que buscamos.
‪#‎SeteDeSetembro ‪#‎IndependênciaOuMorte ‪#‎GuaraniKaiowá


É o sistema político como um todo que está sendo investigado!

As investigações do Ministério Público Federal envolvendo políticos de diversos partidos da base governista e da oposição de direita em esquemas de corrupção, financiamento ilegal de campanhas e lavagem de dinheiro mostram o quanto a gente precisa mudar o nosso sistema político. Independentemente das diferenças que possa haver entre um e outro caso (e da presunção de inocência, que deve ser respeitada para que exista um processo justo e transparente), não há como não se fazer uma avaliação política sobre a gravidade institucional da situação.
Entre os acusados de receber propinas e/ou fazer uso indevido de dinheiro público e de contratações públicas com empresas privadas estão, entre muitos outros, o presidente da Câmara dos Deputados, o presidente do Senado, o ex-presidente do PSDB, o ex-tesoureiro do PT e, de acordo com as últimas notícias, o ministro-chefe da Casa Civil do governo Dilma, um senador que foi candidato a vice-presidente pela chapa do Aécio e a principal liderança de uma central sindical localizada na oposição. Todos eles estão sendo investigados junto aos principais diretivos das nove maiores empreiteiras do Brasil, que concentram quase toda a obra pública contratada pelo governo federal e por governadores e prefeitos de quase todos os partidos. Dos 513 deputados federais, 255 receberam doações de campanha das empreiteiras investigadas e de todos os partidos com representação no Congresso, apenas um, o PSOL, não aceitou dinheiro delas.
É o sistema político como um todo que está sendo investigado!
E há muita hipocrisia. Os governistas se vitimizam e não reconhecem que essa forma de financiamento da política e de construção da "governabilidade" sustentou os últimos 12 anos do PT no poder. Não só não reconhecem, como também mantém sua aliança com o PMDB e outros partidos diretamente envolvidos e principais articuladores dessa forma de governança. E os que saem da base do governo são recebidos pela oposição de direita sem questionamentos. Ao mesmo tempo, os tucanos saem às ruas "contra a corrupção" sem dizer que a campanha de Aécio recebeu quase a mesma quantidade de dinheiro de "doações" das empreiteiras que a campanha da Dilma (e, diga-se de passagem, a campanha da Marina herdou parte da arrecadação da campanha de Eduardo Campos, com a mesma origem, além de ter o apoio do Itaú, que foi tão criticado pelo PT, que recebia o apoio do Bradesco). E o Aloysio Nunes? E o Paulinho da Farsa (ops, da Força)? E qual governo das últimas décadas não foi aliado do PMDB, que hoje está com um pé em cada canoa, apostando a metade das fichas na defesa do governo e a outra metade num impeachment que leve Michel Temer à Presidência?
O buraco é muito mais profundo do que parece e não vamos resolver o problema fazendo politicagem. Todo o sistema político está podre, apesar dos esforços de muita gente honesta que, eu posso dizer com certeza, há em muitos (não em todos mas em muitos) partidos.
A única possibilidade que temos de resgatar a política da lata do lixo é apoiarmos reformas estruturais que vão além da distribuição de responsabilidade individuais. Precisamos mudar a forma em que se governa, a forma em que se financiam as campanhas e a forma em que se faz política nesse país. Esse presidencialismo de negociação que precisa articular maiorias parlamentares que se compram e se vendem não dá mais. Essa forma de fazer campanha gastando milhões também não. Esse modelo econômico em que o grande capital manda e a política obedece é insustentável e antidemocrático. Ele produz corrupção, miséria, injustiça e desesperança. Ele afasta o povo da política e, assim, dá mais poder aos poderosos.
Precisamos encher a política de gente e mudar as regras do jogo, ou essa lava-jato passará e virão outras, num ciclo que nunca termina.


"Quem tem medo de Jean Wyllys?"

"Eleito pelo PSOL-RJ, o deputado é alvo das maiores agressões, alimentadas por uma intolerância não por acaso abrigada no século XXI. Para compreendê-las plenamente, é preciso visitar a obra de Jean Delumeau, historiador que encarou o medo como produto social do seu tempo e produtor das mais variadas formas de violência".
Este é um trecho da matéria de autoria de Murilo Cleto, publicada na edição semanal da Revista Fórum. Confira na íntegra.

Partido Socialismo e Liberdade – PSOL completa 10 anos neste mês de setembro de 2015, mostrando um considerável crescimento e afirmando-se como alternativa à polarização entre governo e oposição conservadora dos últimos anos.

O Partido começou a surgir em dezembro de 2003, quando os deputados João Fontes e Babá, a deputada Luciana Genro e a senadora Heloísa Helena foram expulsos do Partido dos Trabalhadores (PT) por votarem contra a orientação da legenda na reforma da previdência, que retirava direitos dos servidores públicos. Junto com outros militantes, eles se organizaram e, em julho de 2004, criaram o Partido Socialismo e Liberdade. Pouco mais de um ano depois, em 15 de setembro de 2015, o PSOL foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral.
Durante esta década, o partido teve uma atuação destacada em defesa dos direitos sociais, como o investimento de 10% do PIB para a educação pública, a qualidade no atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), valorização dos trabalhadores e do funcionalismo público, e posicionando-se contra a privatização dos serviços públicos e a política econômica neoliberal.
Ao mesmo tempo, o PSOL tem lutado contra a agenda conservadora que, em 2015, ganha força na Câmara dos Deputados, ameaça os direitos indígenas, retira direitos trabalhistas e previdenciários, amplia indiscriminadamente a terceirização, reduz a maioridade penal, restringe os direitos da comunidade LGBT, entre outros retrocessos registrados até o momento.
Para comemorar os 10 anos do PSOL será realizada Sessão Solene na Câmara dos Deputados, no dia 15 de setembro (terça-feira), às 9 horas. Além da bancada do partido no Congresso Nacional – formada pelos deputados Chico Alencar, Jean Wyllys, Edmilson Rodrigues e Ivan Valente, e o senador Randolfe Rodrigues –, estarão presentes Luiz Araújo, presidente do partido, Luciana Genro, Babá (vereador no Rio de Janeiro) e João Alfredo (vereador em Fortaleza), entre outros.
Também será aberta Exposição e lançada a Publicação “10 Anos do PSOL”.
(Fonte: Liderança PSOL)
Serviço:
Comemorações 10 Anos do PSOL
Data: 15 de setembro de 2015 (terça-feira)
Sessão Solene: 9 horas, no Plenário Ulysses Guimarães – Câmara dos Deputados
Exposição: Abertura será após a Sessão, no Espaço Mário Covas, anexo II - Câmara dos Deputados
Publicação: Lançamento após a Sessão, no Espaço Mário Covas, anexo II - Câmara dos Deputados.


Profissionais da educação estão sendo intimidad@s a não educarem para o respeito à diversidade e a igualdade de gênero

Não é novidade alguma que há políticos e até mesmo membros do Judiciário envolvidos em campanhas mentirosas para desqualificar os programas de equidade de gênero e combate às discriminações por orientação sexual e identidade de gênero nas escolas. Para isto, até mesmo procuradores regionais da república têm afirmado que discutir gênero nas escolas é ensinar inclusive sobre o sexo com animais, o que não é uma simples ignorância: trata-se de má fé, intencional tentativa de manipular a opinião pública contra qualquer tentativa de reduzir a violência de gênero nas escolas que afeta tanto meninas quanto pessoas com identidade de gênero trans, aquelas mesmas que raramente conseguem concluir seus estudos e encontrar uma colocação no mercado de trabalho formal.
Alarmados com a falta de caráter destas pessoas, muitos pais têm reproduzido modelos de "notificações extrajudiciais" na tentativa de coagir gestores, escolas e professores a não abordarem a temática de gênero em sala de aula, sob o pretexto de que isto envolve a exposição destes alunos à cenas e situações sexuais, o que, aliás, se configuraria como crime segundo o Código Penal.
Obviamente — não precisa ser jurista pra saber — esse tipo de ameaça beira ao ridículo.
A escola não só tem o direito estabelecer sua pedagogia e programa dentro do que rege a lei, mas também o dever de oferecer aos/às estudantes uma educação inclusiva, ampla e com qualidade de informação e formação. Esses fundamentos são direitos e deveres constitucionais, com respaldo em toda legislação infraconstitucional. Aliás, meu mandato está à disposição dos educadores e educadoras que estiverem sofrendo esse tipo de intimidação.
Abordar a temática de gênero nas escolas não tem qualquer relação com práticas sexuais, algo muito diferente do que oportunistas de toda sorte têm divulgado, a fim de gerar pânico em pais e responsáveis legais. Trata-se, sobretudo, da abordagem dos diferentes papeis de gênero e da redução das desigualdades que culminam no bullying e em violências diversas.
"Ideologia de gênero" não passa de uma cantilena diabólica repetida sem reflexão, e reproduz apenas argumentos falsos proferidos por pessoas ignorantes sobre o tema: falar em gênero não é falar em ideologia, as pessoas não nascem sabendo seu papel de gênero no mundo, os papéis sociais que caberão a cada sexo biológico. Estes papeis variam, inclusive, conforme as culturas, e discutir estes papeis é de grande importância na redução de uma cultura sexista e transfóbica que vitima mulheres e pessoas trans, além de homens e mulheres cisgênero que, por não satisfazer o modelo ideal de virilidade ou o modelo recatado da "mulher operosa no lar" sofrem diversas agressões e acabam, por vezes, abandonando as escolas.
Estas escolas precisam ser acolhedoras, inclusiva para com tod@s, independentemente de sua identidade de gênero, orientação sexual, etnia, cor da pele, deficiência ou o que mais puder nos classificar como diversos uns dos outros. Precisam ser espaços de difusão do conhecimento! Uma boa educação não se resume a boas escolas, bons professores e bom material didático!


Rollemberg veta Estatuto da Família no Distrito Federal

O governador Rodrigo Rollemberg vetou integralmente, esta semana, o projeto de lei aprovado pela Câmara Legislativa que institui o Estatuto da Família no Distrito Federal. Pela proposta, o Estado reconheceria que a família é formada "a partir da união entre um homem e uma mulher, por meio de casamento ou união estável". Os novos arranjos familiares são maioria no país e todas as famílias devem ser protegidas. Parabéns, governador Rodrigo Rollemberg, por fazer o que é o justo e o certo. Agora o projeto de lei, aprovado pelos deputados e deputadas distritais, volta para a Câmara Legislativa do Distrito Federal que pode derrubar o veto. Mais do que nunca é a hora de todas e todos vocês do Distrito Federal fazerem pressão e mostrarem que as famílias de vocês existem e também merecem respeito!‪#‎MinhaFamíliaExiste ‪#‎EmDefesaDeTodasAsFamílias


Você já votou para eleger aquele parlamentar que lhe representa?

O Prêmio Congresso Em Foco está de volta! Em que pese o fato dos nossos parlamentares terem por obrigação cumprir seus mandatos de forma eficiente, transparente, proativa e republicana, infelizmente percebemos que a política nacional, em especial no Legislativo, tem sido pautada pelo poder do dinheiro. Temos as campanhas mais caras do mundo, doações bilionárias de empresas e percebemos como estas dão o tom da atuação do Congresso Nacional, mesmo quando discutimos segurança pública ou saúde. Lutar contra esta corrente é um desafio de poucos, e o Congresso Em Foco tem reconhecido, ano após ano, o trabalho incansável de alguns parlamentares em defender o interesse maior da população. Para tanto, jornalistas que cobrem regularmente o Congresso votam e escolhem aqueles e aquelas parlamentares que mais se destacam em diferentes áreas, e agora a escolha é pelo voto popular.
 

Resposta lúcida e apaixonada ao populismo de direita - xenófobo e racista - que se alastra em várias partes do mundo, encarnado em demagogos engomados, inclusive aqui no Brasil. Como se diz na cultura pop da internet, mitou! goo.gl/d3BSme
[Créditos das legendas: Canal Curta]


O que devemos fazer para varrer completamente a corrupção do nosso país? Esta é uma das perguntas feitas por vocês, que respondi durante o programa ‪#‎EspaçoPúblico na TV Brasil. A reprise vai ao ar neste domingo, às 23h, mas quem quiser já saber a resposta e assistir à íntegra do programa, é só clicar aqui: youtu.be/jELIq5UwiwE


Quando o assunto é desfazer o senso comum sobre o debate em torno da legalização da maconha é preciso ser mais que didático; às vezes é preciso desenhar mesmo. Foi isso que fez o Diogo Busse. goo.gl/wA4Uv0


Equipe de Assessoria de Comunicação do deputado federal Jean Wyllys
(61) 3215-1646 | ascom@jeanwyllys.com.br

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