Alguns anos fizemos um levantamento dos Deputados Federais mais votados em Vacaria RS nas Eleições de 2002.
PTB: Sonia Santos 338 votos legenda 810
PL: 452 Legenda Valdemir Ribeiro 231
PCdoB: 166 Legenda Raul Carrion 166 votos
PDT: 539 Legenda Collares 133 votos
PPS: 232 Legenda Roberto Bolsoni 85 votos
PHS: 47 votos na legenda
Prona: 26 votos
PSC: 6 votos
PV: 10 votos
PGT: 6 votos na legenda
PSTU: 9 votos da legenda
Maria da Conceição: 10 votos (MNU) votos válidos 31.109 0,03%
Legenda do PT: 0,42%
Deputado Federal percentual
PT: 7,57%
Ana Corso: 33,78%
PPB: 62,08%
Francisco Appio: 95,98%
PMDB: 10,04%
Eliseu Padilha: 8.61%
PSDB: 2,56%
Yeda Crusius: 68,92%
PSB: 1,60%
Beto Albuquerque: 98,19%
PFL: 1.71%
Paulo Rogowiski: 54,78%
PTB: 2,60%
Sonia Santos: 41,72%
PL:1,45%
Valdemir Ribeiro: 51,10%
PCdoB: 0,53%
Raul Carrion: 100%
PDT: 1,73%
Collares: 24,67%
PPS: 0,74%
Roberto Bolsoni: 36,63%
PHS: 0,15%
Prona: 0,08%
PSC: 0,01%
PV: 0,03%
PGT: 0,01%
PSTU: 0,02%
segunda-feira, 23 de maio de 2016
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NATAL 2006
Aconteceu no dia 21 de dezembro, a entrega dos prêmios do concurso "10 Melhores Histórias de Natal", onde o Papai Noel, juntamente com seus Gnomos, fizeram e entrega dos prêmios nas casas dos vencedores.
A campanha contou com o apoio de empresas e comunidade em geral que se sensibilizaram com algumas cartas e doaram presentes para estas crianças, e com o apoio também do Comércio de Gás Bonalume que dispôs o caminhão para a entrega dos presentes.
Prefeitura Municipal de Vacaria
Assessoria de Imprensa
Carol Carneiro
Juliana Mesquita
Milena Zanchettin
www.vacaria.rs.gov.br
(54) 32316402
Assessoria de Imprensa
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Nossa Posição frente à eleição para Presidência da Câmara Federal.
Lula e o PT ficaram marcados pelos sucessivos escândalos de corrupção que atingiram em cheio o Congresso Nacional e deixaram perplexo o povo brasileiro. Assistimos de tudo: deputados recebendo "mensalões" para votar em propostas governamentais contra os trabalhadores e o povo pobre; ex-presidente da Câmara recebendo propina em troca de favores, caixa dois para financiar campanhas eleitorais milionárias, tráfico de influências, fraudes, enriquecimento ilícito, saque aos cofres públicos, sonegação, roubo e até a compra de dossiês.
O tomá-lá-da-cá encabeçado pela alta cúpula petista e palaciana, um verdadeiro balcão de negócios, fez com que o governo aprovasse suas medidas contra o povo trabalhador. Assim foi a "compra de deputados" para votar a Reforma da Previdência, entregando a previdência pública nas mãos da iniciativa privada, assim foi com a aprovação das Parcerias Público Privadas garantindo lucros seguros as empresas particulares, assim ocorreu com a aprovação da Lei de Concessão Florestal que privatiza nossas florestas, só para citar alguns exemplos. Da mesma forma, vivemos no governo FHC a compra de parlamentares para votarem favorável à reeleição.
Trata-se de uma verdadeira "máfia" dos sanguessugas que não poupou sequer o dinheiro público utilizado para a compra de ambulâncias, envolvendo algumas dezenas de parlamentares. Uma verdadeira crise de legitimidade que colocou em xeque a maioria do Congresso Nacional, na medida que, mesmo depois da comprovação das falcatruas, os deputados foram absolvidos com direito a "dança da pizza" para comemorar a absolvição.
Nem o judiciário escapou ileso: legitimou o "direito de mentir" concedendo hábeas corpus aos corruptos, que podiam ficar calados e/ou omitir informações em seus depoimentos, demonstrando a conivência com o executivo.
Esta situação de impunidade propiciou uma campanha eleitoral milionária, com o uso descarado da máquina pública, compra de votos e a contribuição milionários dos banqueiros e empresários, criando um clima propício para a reeleição da maioria absoluta dos "mensaleiros" e a volta ao cenário político brasileiro de velhas raposas acusadas e processadas por corrupção como Jáder Barbalho (em coligação com o PT) e Paulo Maluf, só para citar os mais famosos.
Neste cenário de crise onde a política é movida por mensalões, compra de votos, de partidos e de parlamentares, assistimos os deputados tentarem reajustar seus próprios salários em mais de 90%, um verdadeiro escândalo repudiado pelo povo brasileiro, que esmagadoramente vive com um salário mínimo de miséria, ou com salários baixos e congelados como o caso do funcionalismo público.
Diante desse quadro de crise de representatividade é que se apresenta a eleição para Presidência da Câmara e do Senado. Tanto o ex "collorido" Renan Calheiros, quanto Aldo Rebelo e Arlindo Chinaglia, representam os mesmos métodos corruptos e os interesses da política neoliberal implementada pelo PT e por Lula e sua base aliada, com o apoio da velha direita do PFL e PSDB, que pretendem na próxima legislatura impor mais reformas que visam atacar os nossos direitos.
O PSOL que vem se construindo desde o início com uma postura de oposição implacável à "nova direita" representada por Lula e o PT, mas também contra a oposição de direita encabeçada pelo PSDB e PFL, que se unem para aprovar os projetos de interesses dos banqueiros e grandes empresários, deve apresentar uma verdadeira candidatura alternativa de esquerda à Presidência da Câmara.
Esta foi a proposta que apresentamos na reunião da Executiva Nacional do partido. Apresentamos o nome da deputada Luciana Genro, como uma candidatura que não só combata a corrupção e os privilégios dos parlamentares, mas que principalmente combata a política neoliberal de Lula que utiliza o balcão de negócios para aprovar suas medidas. Uma candidatura de oposição de esquerda ao Governo, que tenha como pontos programáticos o combate implacável à corrupção; a revogabilidade do mandato; o salário dos parlamentares fixados pela população através de plebiscito e que seja no máximo de 20 vezes o salário mínimo; contra as reformas sindical, trabalhista e previdenciária e que defenda projetos que possam verdadeiramente defender e atender aos interesses dos trabalhadores e da maioria do povo brasileiro. Não se trata de "moralizar" o balcão de negócios do capital, mas de propor políticas e medidas que promovam a participação e o controle por parte da população, dos trabalhadores e do povo, sem os quais qualquer mudança será superficial, no funcionamento das podres instituições políticas do país. No debate da Executiva, o representante da APS defendeu o voto em Aldo Rebelo, sendo que a maioria optou pela proposta de procurar uma candidatura mais ampla, com eixo no combate a corrupção, simbolizada para a maioria dos presentes na reunião pelo deputado Fernando Gabeira do PV/RJ, ficando assim minoritária nossa proposta de lançar candidatura própria.
CST - Corrente Socialista dos Trabalhadores – Tendência Interna do PSOL
Rio de Janeiro, 07 de janeiro de 2007
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A morte misteriosa de Samora Machel
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O governo sul-africano está a tentar resolver um dos maiores mistérios da era do apartheid - a queda, em 1986, do avião em que morreu o Presidente Samora Moisés Machel.
Ele faleceu quando a aeronave, um Tupolev 134, de fabrico soviético, chocou contra uma montanha numa localidade da África do Sul junto à fronteira com Moçambique.
Há muito que se especula que o acidente foi causado por sabotagem, com o apoio do então regime de apartheid na África do Sul.
As autoridades sul-africanas estão presentemente a efectuar uma nova investigação aos acontecimentos da noite de 19 de Outubro de 1986, quando Machel e a sua delegação regressavam a Maputo depois de terem participado numa cimeira na Zâmbia.
Gigante revolucionário
A Autoridade Judicial da África do Sul, NPA, confirmou estar em curso esta nova investigação.
A NPA recusa dizer quando é que a nova investigação estará concluida, mas diz-se que o relatório poderá estar pronto antes do fim de 2006.
Na sua habitual mensagem no semanário do ANC, o Presidente Thabo Mbeki prestou tributo a Samora Machel, descrevendo o pai da independência moçambicana como "um gigante da Revolução Africana".
Contudo, o Presidente Mbeki diz que uma questão continua sem respostas - terá sido o regime de apartheid responsável pelas trágicas mortes de Machel e de 34 outros passageiros quando a sua aeronave se despenhou em Mbuzini?
O ministro sul-africano dos Negócios Estrangeiros na altura era Pik Botha. Ele foi um dos primeiros membros do governo a chegar ao local do acidente.
Hoje, recordando o que se passou na altura, Botha diz que se tratou de um dos piores dias da sua vida.
"O local era absolutamente chocante. Havia corpos e de pedaços de fuselagem espalhados por toda a parte. Pedi que me mostrassem o corpo que a polícia pensava ser do Presidente moçambicano".
"Eles abriram um saco mortuário. O fecho fez um ruído terrível. Eu conhecia muito bem Samora Machel. Imediatamente reconheci-lhe o rosto, apesar mesmo do seu crânio estar muito danificado".
Mísseis
Os meses que antecederam o acidente foram de crescentes tensões na África Austral. A guerra civil em Moçambique estava a piorar.
A África do Sul renegara o Acordo de Nkomati, um pacto de não-agressão assinado em 1984 com Maputo.
Moçambique manteve o seu lado do acordo, forçando os exilados do ANC a deixar o país. Mas Pretória, cedo, reactou o seu apoio aos rebeldes da Renamo - que combatiam o governo da Frelimo.
Entretanto, o Malawi começou a colaborar com o regime de apartheid, ajudando a Renamo.
A situação agravou-se ainda mais quando o Presidente Machel ameaçou colocar mísseis na sua fronteira com o Malawi.
Dan Moyane, um jornalista sul-africano que trabalhou em Moçambique nos anos 80, havia inicialmente recebido um convite para viajar para a cimeira da Zâmbia no avião de Samora Machel.
Contudo, ele foi excluido à última da hora, porque a delegação governamental moçambicana tinha mais integrantes do que se esperava.
Moyane lembra-se do choque que sentiu quando ouviu as primeiras notícias sobre a queda do avião e a morte de Samora Machel.
"Havia um silêncio absoluto em Maputo. As pessoas não queriam acreditar. Depois começámos a fazer perguntas - quem mais estava no avião? Quem não viajara?"
Golpe baixo?
A Comissão de inquérito nomeada pelo governo da África do Sul, e chefiada pelo juiz Margo, concluiu que a culpa pelo acidente era da tripulação soviética.
Mas, em Moçambique, esta conclusão não acabou com as suspeitas de que se tratara de um golpe baixo dos sul-africanos.
Em 1998, a Comissão para a Verdade e Reconciliação da África do Sul abriu uma investigação especial à morte de Samora Machel.
Contudo, não foi capaz de chegar a uma conclusão definitiva e disse que várias questões haviam sido levantadas - incluindo a possibilidade de uso de um farol falso para atrair o avião para o local onde se despenhou.
Abdul Minty, o Director-Geral Adjunto do Ministério sul-africano dos Negócios Estrangeiros - que durante 3 décadas militou no Movimento Anti-Apartheid da Grã-Bretanha - prestou declarações à Comissão para a Verdade e Reconciliação, e continua convencido de que o despenhamento foi causado por um farol falso.
"Pelas investigações que fiz, entendo que foi usado um instrumento electrónico para dar aos pilotos informação falsa sobre os mapas e a região", diz Minty.
"Esse instrumento electrónico podia ser transportado numa mochila ou colocado em qualquer parte no terreno. A minha interpretação é que isso teria confundido os pilotos, desviando-os para as montanhas".
O avião fazia a sua aproximação de Maputo, mas desviou-se da rota que devia seguir e caiu em território sul-africano, a algumas centenas de metros da fronteira com Moçambique.
Pik Botha diz que a questão do farol falso foi especificamente investigada e que se descobrira que, tecnicamente, era impossível que tivesse ocorrido.
Ele diz não haver quaisquer provas que sugiram outra coisa que não erro de pilotagem como a causa do acidente.
Mas, apesar de chegar a conclusões distintas das de Abdul Minty, os dois homens concordam com a necessidade da nova investigação ordenada pelas autoridades sul-africanas para resolver a questão de uma vez por todas.
"O povo de Moçambique, incluindo Graça Machel e a sua família, precisam de saber o que foi que se passou", diz Abdul Minty.
"Nós, os da luta anti-apartheid, precisamos de saber. Faz parte da nossa história e, por isso, é extremamente importante que se estabeleça a verdade".
Fonte: BBC Joanesburgo
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O departamento da Iluminação Pública da Secretaria Municipal de Obras, está executando a colocação de luminárias ao longo da BR 116, em pontos que haviam vãos de rede. Nos canteiros, entre a ZC e a Transcavalinho, será colocada as luminárias nas laterais e nos postes. Vão ser 25 pontos além dos 135 já existentes. No total, serão 150 postes.
No DMD também está sendo executada a nova iluminação, conforme explica o Chefe de Iluminação Pública, Arnildo Charloto, "o DMD está com refletores novos, a parte elétrica está sendo posta todas novas e vamos ver se semana que vem nós concluímos", finaliza.
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Assessoria de Imprensa
Carol Carneiro
Juliana Mesquita
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