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terça-feira, 22 de outubro de 2013
Consciência Negra
Nas reuniões do Projeto Viva o Bairro, o Prefeito Paulo Alexandre Barbosa atende apenas os moradores dos bairros que são especificados.
A verdade é que o Prefeito Paulo Alexandre Barbosa esta batendo na porta de cada morador para saber das necessidades dos bairros.
Os Negros e Sambistas na condição de Comunidade Tradicional tem o direito de forma pública serem ouvidos pelo prefeito também.
Inicio este movimento, considerando o avanço do processo de igualdade, Negros e Sambistas, também tem o direito de ser ouvido pelo prefeito Paulo Alexandre Barbosa.
Comunidade Tradicional
Comunidades Tradicionais, são reconhecidos pelo Estado Brasileiro como grupos culturalmente diferenciados e que se reconhecem como tais, que possuem formas próprias de organização social, que ocupam e usam territórios e recursos naturais como condição para sua reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica, utilizando conhecimentos, inovações e práticas gerados e transmitidos pela tradição (Art. 3º inciso I, Decreto Federal nº 6.040 de 7 de fevereiro de 2007).
Imagens das reuniões do Prefeito Municipal Projeto Viva o Bairro
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Polícia: para quê polícia?
Boletim de Atualização - Nº 324 - 21/10/2013
Polícia: para quê polícia?
Por as que respostas da PM e governos, diante de manifestações e black-blocs, sugerem um inconfundível desejo de fechamento autoritário. Por Tânia Caliari, no Retrato do Brasil (Outras Palavras)
O vagão para mulheres só anda para trás
Segregar transporte público é sugerir, como outrora, que mulheres são culpadas pela própria sexualidade – e pela dos homens... PorMarília Moschkovich, na coluna Mulher Alternativa (Outras Palavras)
Educar para o trabalho ou para o convívio?Criada há nove anos, comunidade em Porto Alegre repensa agora formação de suas crianças, para valorizar singularidades e superar concepções produtivistas. Por Katia Marko, na coluna Outro Viver (Outras Palavras)
Parto humanizado: protagonismo e amor sem dorManifestações no fim-de-semana denunciaram modelo obstétrico atual: sua marca é criminalizar profissionais que deixam à mãe o poder de parir. Por Bruna Bernacchio (Blog)
Bustani: o brasileiro que poderia ter sido Nobel da PazQuando dirigia organização contra armas químicas, agora laureada, diplomata negociou com Iraque e foi afastado. É o que ele conta, onze anos depois. Por Vinícius Gomes (Blog)
Mal-estar na Globo: manifestações chegam à redaçãoBoatos sustentam: cancelamento de assinaturas cresceu dez vezes, depois da capa que tentou criminalizar professores. Por Ivson Alves, no Coleguinhas, uni-vos! (Outras Mídias)
Antes que eles deixem de existirEm viagem pelo planeta, fotógrafo registra imagens de civilizações ameaçadas -- porque são "exóticas" aos olhos do Ocidente e não se submetem a mundo dominado pela mercadoria. Por Janara Lopes, no Ideafixa (Outras Mídias)
Contexto: Libertar os animais, reumanizar a vidaAção espetacular contra maus tratos a cães, em São Roque (SP), reacende debate sobre direitos de outras espécies. Por Antonio Martins (Outras Palavras)
Polícia: para quê polícia?
Por as que respostas da PM e governos, diante de manifestações e black-blocs, sugerem um inconfundível desejo de fechamento autoritário. Por Tânia Caliari, no Retrato do Brasil (Outras Palavras)
O vagão para mulheres só anda para trás
Segregar transporte público é sugerir, como outrora, que mulheres são culpadas pela própria sexualidade – e pela dos homens... PorMarília Moschkovich, na coluna Mulher Alternativa (Outras Palavras)
Educar para o trabalho ou para o convívio?Criada há nove anos, comunidade em Porto Alegre repensa agora formação de suas crianças, para valorizar singularidades e superar concepções produtivistas. Por Katia Marko, na coluna Outro Viver (Outras Palavras)
Parto humanizado: protagonismo e amor sem dorManifestações no fim-de-semana denunciaram modelo obstétrico atual: sua marca é criminalizar profissionais que deixam à mãe o poder de parir. Por Bruna Bernacchio (Blog)
Bustani: o brasileiro que poderia ter sido Nobel da PazQuando dirigia organização contra armas químicas, agora laureada, diplomata negociou com Iraque e foi afastado. É o que ele conta, onze anos depois. Por Vinícius Gomes (Blog)
Mal-estar na Globo: manifestações chegam à redaçãoBoatos sustentam: cancelamento de assinaturas cresceu dez vezes, depois da capa que tentou criminalizar professores. Por Ivson Alves, no Coleguinhas, uni-vos! (Outras Mídias)
Antes que eles deixem de existirEm viagem pelo planeta, fotógrafo registra imagens de civilizações ameaçadas -- porque são "exóticas" aos olhos do Ocidente e não se submetem a mundo dominado pela mercadoria. Por Janara Lopes, no Ideafixa (Outras Mídias)
Contexto: Libertar os animais, reumanizar a vidaAção espetacular contra maus tratos a cães, em São Roque (SP), reacende debate sobre direitos de outras espécies. Por Antonio Martins (Outras Palavras)
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Ministério da Cultura
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Fone: (51) 3204.7600
E-mail: regionalsul@cultura.gov.br
Convite para a Oficina sobre o Edital FUNARTE de Ocupação dos CEUs das Artes
A Representação Regional Sul do Ministério da Cultura convida para a Oficina sobre Edital FUNARTE de Ocupação dos CEUs do Ministério da Cultura voltados aos criadores e produtores a ser realizada quarta-feira, 23 de outubro de 2013, às 19h, no Teatro do SESC, Rua Concórdia, 114, Centro de Santa Rosa/RS e quinta-feira, 24 de outubro, às 19h, no Auditório do Sindicato Rural, Rua Getúlio Vargas, 1488, em Santiago/RS.
A oficina gratuita é aberta à participação de todos. O objetivo é orientar e esclarecer sobre as inscrições do Edital FUNARTE de Ocupação dos CEUs das Artes que foram prorrogadas para 13 de novembro. O Edital vai contemplar 80 projetos de ocupação (27 este ano e 53 em 2014) para os Centros de Artes e de Esportes Unificados – ao todo, 360 distribuídos em todas as regiões do país. Cada projeto receberá R$ 100 mil para um período de ocupação de seis meses. Ação do Ministério da Cultura e da Fundação Nacional das Artes – Funarte, o edital conta com investimento de R$ 3 milhões somente para 2013. A portaria foi publicada no dia 29 de agosto de 2013, no Diário Oficial da União.
Voltado a pessoas jurídicas que apresentem projetos de ocupação que envolvam pelo menos duas linguagens artísticas – dança, circo, música, teatro, artes visuais, literatura, arte digital e artes integradas -, o edital exige que os projetos contemplem em suas programações apresentações artísticas de circo, dança, teatro, música ou programações relacionadas ao estímulo à leitura; exposições ou mostras de artes visuais; oficinas de capacitação artística e técnica; residências artísticas; além de seminários, encontros e debates. Além disso, as atividades deverão ser realizadas por artistas, grupos, oficineiros ou mestres locais.
Para se inscrever, é preciso acessar a plataforma SalicWeb, na internet, por meio do link http://sistemas.cultura.gov.br/propostaweb/.
Margarete Moraes
Representante do Ministério da Cultura na Região Sul
Aniversário de Vacaria RS
Hoje dia 22 de Outubro Feriado Municipal Vacaria completa 163, não se tem nada para comemorar numa cidade com o Prefeito cassado pelo TRE-RS e cargo sob uma liminar, um Prefeito que usou e abusou da máquina pública e do nosso dinheiro, aliás ainda continua comprando tudo e a todos o que pode fazer ao seu alcance. Uma vergonha para a nossa cidade e o PT manobra bem nos bastidores. Eu como não escuto as emissoras locais de rádios pois as principais são governistas e se tornaram petistas pela força do dinheiro e do cargos de confiança na Administração Municipal para esposas, filhos, namoradas e amantes. Não escuto as rádios locais não observo nelas seriedade no jornalismo parcial produzido por seus comunicadores atrelados ao Prefeito.
Nós do Jornal Negritude procuramos fazer o possível para levar a informação imparcial mas a nossa relação com o Governo Petista local não é boa, os petistas da Prefeitura nem procuram se utilizar do nosso espaço para a sua versão dos fatos o qual é oferecido por nós, seguimos firmes contra esse tipo de politicagem suja copiada de Brasília-DF que aliás o sindicalismo do PT sempre trabalhou na cooptação e na compra de votos. Até nas disputas sindicais e nas convenções do PT a compra de filiados e até transporte se utilizando da máquina pública. O Mensalão está aí para provar tudo. Mas voltando para a nossa cidade parada no tempo, sem indústrias e somente sobrevivendo de grãos e colheita da maçã e sem pensar em industrializar os mesmos. Assim vivemos numa cidade pobre que meia dúzia tem o poder econômico dão as cartas e a grande maioria subempregada ou com empregos de salário minimo. É muito difícil viver em Vacaria e tentar crescer por aqui honestamente e trabalhando eticamente. Eu procuro sempre trabalhar sério e eticamente mas não é a realidade de alguns colegas mídia. Mas essa é a Vacaria dos Pinhais e dos Rodeios, a cidade da fantasia onde a sua maioria pensa que é rico e poderoso, que a cidade é grande e boa de morar e é o centro de tudo no mundo.
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