terça-feira, 17 de agosto de 2010

Eleições 2010

Divulgação para candidatos - Eleições 2010

Para você que não quer ser somente mais um candidato, mas sim um candidato eleito, faça a diferença! Chegou a sua oportunidade de atingir milhares de eleitores com suas propostas. Custo baixo, ret orno garantido!

Sem dúvidas, todos nós vivenciamos e sabemos da evolução crescente da internet no processo político. Isto é fato consumado, a internet passou de ferramenta quase exclusiva da elite nos anos 1990, ao segundo meio de comunicação mais importante pelo eleitor brasileiro para se informar .


Mídia Social dá retorno?

Um bom exemplo de sucesso com Mídias Sociais é o presidente norte americano, Barack Obama, que investiu em propaganda viral durante toda sua campanha eleitoral. Se pesquisar na internet, verá que foi justamente a mídia social o que mais trouxe retorno para a campanha de Obama.


Sendo assim, é simplesmente óbvio concluir que a cada eleição a importância da internet aumenta no processo eleitoral.
Marketing Político para eleições 2010. Divulgue suas propostas de campanha para milhões de eleitores de forma rápida e direta.

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Socialismo

A TENDÊNCIA À BARBÁRIE E AS PERSPECTIVAS DO SOCIALISMO
Por James Petras

/ julho de 2010


As sociedades ocidentais e os Estados estão se deslocando inexoravelmente para condições semelhantes à barbárie; mudanças estruturais estão revertendo décadas de bem–estar social e sujeitando o trabalho, os recursos naturais e as riquezas das nações à exploração bruta, à pilhagem e ao saque, rebaixando os padrões de vida e causando descontentamento num nível sem precedentes.


Inicialmente, descreveremos os processos econômicos, políticos e militares que vêm abrindo este caminho à decadência e à decomposição social, e a seguir mostraremos a reação das massas populares à deterioração de suas condições de vida. As profundas mudanças estruturais que acompanham a ascensão da barbárie constituirão a base para considerar as perspectivas para o socialismo no século XXI.


A crescente onda de barbárie


Nas sociedades antigas, a “barbárie” e os seus portadores – os “bárbaros” invasores – foram vistos como uma ameaça vinda das regiões periféricas de Roma ou Atenas. Nas sociedades ocidentais contemporâneas, os bárbaros vêm de dentro, da elite, com a intenção de impor uma nova ordem que corrói o tecido social e a base produtiva da sociedade, convertendo meios de subsistência estáveis em condições deterioradas e inseguras da vida cotidiana.


A chave para a barbárie contemporânea encontra-se nas estruturas internas do Estado imperial e da economia. Estas incluem:


1. A ascensão de uma elite financeira e especulativa, que tem saqueado trilhões de dólares dos poupadores, investidores, mutuários, consumidores e do Estado, subtraindo enormes recursos da economia produtiva e colocando-os nas mãos da camada parasitária aninhada no Estado e nos mercados financeiros.


2. A elite política militarista, que vem supervisionando um estado de guerra permanente desde meados do século passado. Terror de Estado, guerras intermináveis, assassinatos em zonas fronteiriças e a suspensão das garantias constitucionais tradicionais levaram à concentração de poderes ditatoriais, prisões arbitrárias, torturas e à negação do habeas corpus.


3. Em meio a uma profunda recessão econômica e estagnação, os altos gastos do Estado na construção de um império econômico e militar, a expensas da economia nacional e dos padrões de vida, refletem a subordinação da economia local às atividades do Estado imperial.


4. A corrupção desde o topo, visível em todos os aspectos da atividade do Estado - desde as aquisições de bens e serviços até a privatização e os subsídios para os super-ricos – incentiva o crescimento do crime internacional de cima para baixo, a lumpenização da classe capitalista e um Estado onde a lei e a ordem se encontram em descrédito.


5. Resultantes dos elevados custos de construção do império e da pilhagem da oligarquia financeira, os encargos sócio-econômicos recaem diretamente sobre os ombros dos trabalhadores assalariados, aposentados e trabalhadores por conta própria, determinando uma grande mobilidade descendente na escala social ao longo do tempo. Com a perda de empregos e o desaparecimento das posições mais bem remuneradas, as retomadas de casas pelos bancos crescem exponencialmente e as classes médias, antes estáveis, encolhem, e os trabalhadores são forçados a alongar suas jornadas de trabalho diárias e a trabalhar durante um maior número de anos.


6. As guerras imperiais, que se espalham pelo mundo e são direcionadas a populações inteiras, que sofrem com os bombardeios e as operações clandestinas de terror, geram, em oposição, redes terroristas, que também atingem alvos civis nos mercados, transportes e espaços públicos. O mundo vai se parecendo ao pesadelo hobbesiano de “todos contra todos”.


7. Um crescente extremismo etnorreligioso ligado ao militarismo é encontrado entre os cristãos, judeus, muçulmanos e hindus, que substitui a solidariedade de classe internacional por doutrinas de supremacia racial e penetra as estruturas profundas dos Estados e das sociedades.


8. O desaparecimento dos Estados europeus e asiáticos de bem-estar social coletivo – nomeadamente, a ex-URSS e a China – levantou as pressões competitivas sobre o capitalismo ocidental e o encorajou à revogação de todas as concessões de bem-estar social obtidas pela classe trabalhadora no período pós-II Guerra Mundial.


9. O fim do “comunismo” e a integração da social-democracia ao sistema capitalista levaram a um enfraquecimento severo da esquerda, que os protestos esporádicos dos movimentos sociais não conseguiram substituir.


10. Diante do atual assalto às condições de vida dos trabalhadores e da classe média, só se vêem protestos esporádicos, no melhor dos casos, e impotência política, no pior.


11. A exploração maciça do trabalho nas sociedades capitalistas pós-revolucionárias, como a China e o Vietnã, compreende a exclusão de centenas de milhões de trabalhadores migrantes dos serviços públicos elementares de educação e saúde. A pilhagem sem precedentes e a captura, por oligarquias nacionais e multinacionais estrangeiras, de milhares de lucrativas empresas públicas estratégicas da Rússia, das repúblicas da ex-União Soviética, dos países da Europa Oriental, dos Bálcãs e dos países bálticos, foi a maior transferência de riqueza pública para mãos privadas, em curto espaço de tempo, em toda a História.


Em resumo, a barbárie surgiu como uma realidade definida, produto da ascensão de uma classe dominante financeira parasitária e militarista. Os bárbaros encontram-se aqui e agora, presentes dentro das fronteiras das sociedades ocidentais e seus Estados. Eles governam e perseguem agressivamente uma agenda que está continuamente a reduzir os padrões de vida, a transferir a riqueza pública para os seus cofres privados, a pilhar recursos públicos, a violar direitos constitucionais no exercício de suas guerras imperiais, a segregar e perseguir milhões de trabalhadores imigrantes e a promover a desintegração e o desaparecimento do trabalho estável e de classe média. Mais do que em qualquer outro momento na história recente, o 1% mais rico da população controla uma parcela crescente das riquezas e das rendas nacionais


Mitos e realidades do capitalismo histórico


A retirada, em grande escala e de forma sustentada, dos direitos sociais e previdenciários, da segurança no emprego, e as reduções de salários e aposentadorias, demonstram a falsidade da idéia do progresso linear do capitalismo. Essa reversão, produto do poder ampliado da classe capitalista, demonstra a validade da proposição marxista de que a luta de classes é o motor da História – na medida em que, pelo menos, a própria condição humana é considerada como sua peça central.


A segunda premissa falsa – a de que os estados organizados em “economias de mercado” têm como pré-requisito a paz, tendo como corolário a ascendência dos “mercados” sobre o militarismo – é refutada pelo fato de que a principal economia de mercado – os Estados Unidos – tem permanecido em constante estado de guerra desde o início da década de 1940, estando ativamente engajada em guerras em quatro continentes, até os dias de hoje, e com perspectiva de novas, maiores e mais sangrentas guerras no horizonte. A causa e conseqüência da guerra permanente é o crescimento de um monstruoso “Estado de segurança nacional” que não reconhece fronteiras nacionais e absorve a maior parte do Orçamento do país.


O terceiro mito do “capitalismo avançado maduro” é o de que este sempre revoluciona a produção através da inovação e da tecnologia. Com a ascensão da elite financeira especulativa e militarista, as forças produtivas foram saqueadas e a "inovação" é em grande parte direcionada à elaboração de instrumentos financeiros que exploram os investidores, reduzem os ativos e acabam com o trabalho produtivo.


Enquanto o império cresce, a economia local se contrai, o poder está centralizado no Executivo, o poder legislativo é reduzido e aos cidadãos é negada uma representação efetiva, ou mesmo o poder de veto através de processos eleitorais.


A resposta das massas ao aumento da barbárie


A ascensão da barbárie em nosso meio tem provocado revolta pública contra seus principais executores. As pesquisas de opinião têm reiteradamente encontrado:


(1) Profunda aversão e revolta contra todos os partidos políticos.


(2) Grande desconfiança, nutrida pela maioria da população, contra a elite empresarial e política.


(3) Rejeição, também pela maioria, da concentração de poder corporativo e do seu abuso, principalmente por parte dos banqueiros e financistas.


(4) Questionamento amplo das credenciais democráticas dos líderes políticos que agem a mando da elite empresarial e promovem as políticas repressivas do Estado de segurança nacional.


(5) Rejeição, pela grande maioria da população, da pilhagem do Tesouro nacional para salvação dos bancos e da elite financeira, com a imposição de programas de austeridade regressivos sobre a classe média trabalhadora.


Perspectivas para o socialismo


A ofensiva capitalista teve certamente um grande impacto sobre as condições objetivas e subjetivas da classe média trabalhadora, empobrecendo- a e provocando uma onda crescente de descontentamento pessoal, que ainda não se traduziu numa movimentação anticapitalista massiva, ou mesmo numa resistência dinâmica e organizada.


As grandes mudanças estruturais requerem um melhor entendimento das atuais circunstâncias adversas e a identificação de novas instâncias e meios onde se desenvolvem a luta de classes e de transformação social.


Um problema-chave é a necessidade de se recriar uma economia produtiva e reconstruir uma classe trabalhadora industrial após anos de pilhagem financeira e desindustrialização, não necessariamente para as poluidoras indústrias do passado, mas certamente para novas indústrias que criem e utilizem fontes de energia limpa.


Em segundo lugar, as sociedades capitalistas altamente endividadas necessitam, fundamentalmente, sair do modelo de construção imperial militarista de alto custo em direção a um modelo de austeridade financeira baseado na classe e que imponha os sacrifícios e as reformas estruturais aos setores bancário, financeiro e comercial de grande varejo, que substitui a produção local pela importação de artigos de consumo de baixo custo.


Em terceiro lugar, o enxugamento do setor financeiro e do comércio retalhista exige a melhoria das qualificações dos trabalhadores que serão deslocados ou desempregados, bem como mudanças no setor de TI, de forma a acomodar as próprias mudanças econômicas. Exige, também, a mudança de um paradigma – da renda monetária para o rendimento social – em que a educação pública e gratuita de alto nível, o acesso universal à saúde e as aposentadorias abrangentes substituirão o consumismo global financiado por dívidas. Isso pode se tornar a base para o fortalecimento da consciência de classe contra o consumismo individual.


Esta é a questão: como passar de uma posição em que a classe trabalhadora se encontra fragmentada e enfraquecida e os movimentos sociais em recuo ou na defensiva, a uma posição em que seja possível lançar uma ofensiva anticapitalista?


Vários fatores subjetivos e objetivos já permitem o trabalho nesse sentido. Primeiro, há uma negatividade crescente contra a grande maioria dos atuais operadores políticos e, em particular, contra as elites econômicas e financeiras que estão claramente identificadas como responsáveis pelo declínio nos padrões de vida. Em segundo lugar, há o ponto de vista popular, compartilhado por milhões de pessoas, que os atuais programas de austeridade são claramente injustos - com os trabalhadores a pagar pela crise que a classe capitalista produziu. Até o momento, no entanto, estas maiorias são mais “anti”-status quo do que “pró”-transformação. A transição do descontentamento privado para a ação coletiva é uma questão em aberto quanto a quem a desencadeará e como o fará, mas a oportunidade está presente.


Existem vários fatores objetivos que podem deflagrar uma mudança qualitativa do descontentamento, deslocando-o da raiva passiva rumo a um maciço movimento anticapitalista. Um “duplo mergulho” na recessão, o fim da atual recuperação anêmica e o início de uma recessão mais profunda e prolongada ou de uma depressão, poderia desacreditar ainda mais os governantes atuais e seus aliados econômicos.


Em segundo lugar, o aprofundamento interminável da austeridade poderá desacreditar a noção atual, difundida pela classe dominante, de que os sacrifícios atuais são necessários para se obter ganhos futuros, abrindo as mentes e encorajando os corpos a se moverem à procura de soluções políticas, de forma a alcançar ganhos no presente e infligir dor às elites econômicas.


As inesgotáveis e “invencíveis” guerras imperiais que sangram a economia e a classe trabalhadora podem, em última análise, criar uma consciência de que a classe dominante oferece “sacrifícios” à nação sem nenhuma finalidade “útil”.


Provavelmente, o efeito combinado de uma nova etapa da recessão, a austeridade perpétua e as estúpidas guerras imperiais acabarão por transformar o mal-estar atual e a difusa hostilidade das massas contra a elite econômica e política em favor dos movimentos socialistas, partidos e sindicatos.





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Acessem os endereços abaixo e vejam vídeos recentes de Cuba, a ilha paradisíaca do Caribe.

http://www.youtube.com/watch?v=7W6u2ZwiWS4 1/7 - La Habana Vieja ;
http://www.youtube.com/watch?v=SIgIjoIuoVM 2/7 - Capitólio de La Habana;
http://www.youtube.com/watch?v=PiIWySE7LuE 3/7 - Moderna cidade de La Habana ;
http://www.youtube.com/watch?v=n9SNzVaD_68 4/7 - Transporte público de Cuba;
http://www.youtube.com/watch?v=CP8I3cDu3Es 5/7 - Fortaleza San Carlos de La Cabaña;
http://www.youtube.com/watch?v=5Xf1W5M9xk0 6/7 - Acuário Nacional de Cuba;
http://www.youtube.com/watch?v=FpRgA7cWKtI 7/7 - Varadero






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Hip Hop

Boa noite amigos da imprensa.

É com prazer que enviamos a todos mais uma sugestão, e também um convite para mais uma edição especial do H4. Dessa vez nos reuniremos no Espaço Metrópole para um momento único, inédito dentro da Cultura Hip-Hop.

No dia 10 de agosto (terça-feira) faremos o lançamento do vídeo oficial de Eli Efi (ex-DMN), antecedendo seu primeiro álbum solo entitulado "1Pouco Mais Humano", com previsão de lançamento para meados de novembro/2010. O evento será transmitido via streaming e também contará com a presença "on line", de Eli Efi e a diretora do Filme, Loira Limbal (DJ Laylo).

Atualmente Eli Efi vive em Nova Iorque, mais precisamente no Bronx, portanto o vídeo foi filmado lá e por esse motivo ele fará essa participação on line. Quem conhece o minimo sobre o Rap brasileiro sabe que ele é uma das vozes mais importantes da história do genêro em nosso país

Eli Efi convida a todos fãs, amigos, admiradores e imprensa para prestigiar e anunciar este momento marco em sua carreira, que é lançar seu vídeo aqui no Brasil depois de andar por alguns palcos lá fora, colhendo experiências e reiterando sua musicalidade.

Em anexo seguem o Flyer e release completo, caso não consigam abrir ou precisem de imagem em melhor qualidade, escrevam. Contamos com vocês no evento e também na publicação em seus veículos.

Obrigado desde já.

Local - Espaço Metrópole Café
Endereço - Avenida São Luiz, 187 2º Piso - Centro – SP
Data e horário - 10/08/10 das 19h às 23h
Apresentação – Enézimo
Discotecagem - DJ Nato
Entrada – gratuita
Informações: 0xx(11) 9661.2643 / revista@revistaelementos.com.br
Realização e organização - Butina Preta, Elementos e Pau-De-Da-Em-Doido Entrenimento

Direitos Humanos

Saturday, 31 July 2010
Direitos humanos- Tráfico de escravos:UNESCO incentiva a construção de uma história comum
O diálogo intercultural duradouro só pode prosperar numa relação pacificada com a história e a memória.Contra todas as formas de sacralização da memória e para esconjurar os efeitos devastadores da rivalidade entre as memórias, devemos promover uma investigação e ensino da história que permitam simultaneamente explicar e compreender, reconstituir a trama dos relatos conflituais e combater os silêncios,




Por ocasião do Dia Internacional de Recordação do Tráfico de Escravos e da sua Abolição, o Director-Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Koïchiro Matsuura, incentivou a construção de uma história comum e o lançamento das bases de um diálogo intercultural.

“Juntando-nos em torno de uma visão partilhada do tráfico de escravos e da escravatura, poderemos construir uma história comum e lançar as bases de um diálogo intercultural que transmita uma mensagem universal de conhecimento e de tolerância”, disse Koïchiro Matsuura, numa mensagem publicada ontem.

O Dia Internacional Recordação do Tráfico de Escravos e da sua Abolição é celebrado todos os anos a 23 de Agosto para comemorar a insurreição, na noite de 22 para 23 de Agosto de 1791, de escravos de Santo Domingo, nas Caraíbas, a qual teve um papel determinante na abolição do tráfico de escravos.

Este Dia é um momento único para a comunidade internacional conciliar o dever de recordar certos factos passados com o dever de os situar na sua justa perspectiva histórica, disse Koïchiro Matsuura.

A UNESCO lançou, em 1994, o projecto Rota dos Escravos, com o objectivo de abrir o estudo do tráfico de escravos à pluralidade de memórias, de culturas e de representações.

Esse respeito pela diversidade das memórias é uma exigência democrática que deve responder à procura social e ser acompanhada da busca de referências comuns, sublinhou o Director-Geral da UNESCO. Esse respeito pode ser conseguido graças a uma educação de qualidade e multidisciplinar que integre as questões relativas à evocação e transmissão da memória histórica do tráfico de escravos, de uma maneira científica e rigorosa.

Segundo Koïchiro Matsuura, o diálogo intercultural duradouro só pode prosperar numa relação pacificada com a história e a memória. Contra todas as formas de sacralização da memória e para esconjurar os efeitos devastadores da rivalidade entre as memórias, devemos promover uma investigação e ensino da história que permitam simultaneamente explicar e compreender, reconstituir a trama dos relatos conflituais e combater os silêncios, acrescenta.


Centro Regional de Informação das Nações Unidas
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Destaque Vermelho

DESTAQUES DA EDIÇÃO DE
HOJE DO PORTAL VERMELHO

TV Vermelho

Parlamentar do DEM agride repórter Márcia Pache com tapa na cara

Conselho político de Dilma avalia pesquisas e ataques da oposição


Ouça o jingle do Netinho

* BA: Seminário debate propaganda nas eleições proporcionais

* Em Belém, PCdoB reúne mulheres para debater plataforma feminina



Gerardo (abaixo, à direita) está
na solitária, apesar de doente
Heroi cubano
Alarcón responsabiliza EUA por saúde de antiterrorista preso

O presidente da Assembleia de Cuba, Ricardo Alarcón, responsabilizou o governo norte-americano pela saúde do antiterrorista Gerardo Hernández. Preso injustamente nos EUA há 12 anos, ele sofre com problemas de saúde e sem receber atendimento.



Diálogo latino-americano
Unasul discute hoje crise Bogotá/Caracas, que Lula deve mediar
Sindicalismo classista
FSM completa 65 anos apostando na luta de classes e no socialismo
Direitos humanos
Superlotação viola direitos dos presos: sem acesso à Justiça
Imperialismo exposto
WikiLeaks divulga 75 mil relatórios militares sobre o Afeganistão


No rumo da derrota, o direitista José Serra prega o medo


Papillon
Chef peruano faz tanto sucesso que já o convidam para disputar eleições

Luciano Rezende
O radicalismo demo-tucano

Luciano Siqueira
Sinal fechado, sinal aberto

Eron Bezerra
Meio ambiente

Sidnei Liberal
Criança, TV e batata frita

Fatima Oliveira
O charme, a sedução e a magia de Beagá na florada dos ipês



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----- Mensagem encaminhada ----
De: José Silveira
Para: Carlos Nascimento
Enviadas: Segunda-feira, 26 de Julho de 2010 17:46:33
Assunto: Leão Esperança

REPASSANDO CFM VEIO A MIM...

SEGURA ESSA, REDE GLOBO: NÓS OS BRASILEIROS QUEREMOS QUE NOS INFORMEM VIA JORNAL NACIONAL, O NÚMERO DA CONTA DA UNICEF ONDE SÃO DEPOSITADAS AS DOAÇÕES DO "CRIANÇA ESPERANÇA". COMO É? FICARAM MUDOS? FALA O NÚMERO! FALA PRÁ TODO O BRASIL CONFERIR! FALA AÍ NO JORNAL NACIONAL OU PUBLICA NOS JORNAIS DE MAIOR CIRCULAÇÃO DAS CAPITAIS! COMO É? VAI DEMORAR OU SERÁ QUE NÃO TÊM RESPOSTA IMEDIATA!



O pior é que procede !!!

A REDE GLOBO TREME - VIVA A INTERNET !



Leão Esperança: Circula na Internet um e-mail cuja mensagem vem causando arrepios à Rede Globo:

Criança Esperança: Você está pagando imposto da Rede Globo! Quando a Rede Globo diz que a campanha Criança Esperança não gera lucro é mentira.
Porque no mês de Abril do ano seguinte, ela (TV Globo) entrega o seu imposto de renda com o seguinte desconto: doação feita à Unicef no valor de... aqui vem o valor arrecadado no Criança Esperança. Ou seja, a Rede Globo já desconta pelo menos 20 e tantos milhões do imposto de renda graças à ingenuidade dos doadores!

Agora se você vai colocar no seu imposto de renda que doou 7, 15, 30 ou mais pro Criança Esperança, não pode, sabe por quê? Porque Criança Esperança é uma marca somente e não uma entidade beneficente. Já a doação feita com o seu dinheiro para o Unicef é aceito. E não há crime nenhum.

Aí, você doou à Rede Globo um dinheiro que realmente foi entregue à Unicef, porém, por que descontar na Receita Federal como doação da Rede Globo e não na sua?.

Do jeito que somos tungados pelos impostos, bem que tal prática contábil tributária poderia se chamar de agora em diante de Leão Esperança.

Lição:
Se a Rede Globo tem o poder de fazer chegar a mensagem dela a tantos milhões de televisores, também nós temos o poder de fazer chegar a nossa mensagem a milhões de computadores!

AGORA, A REDE GLOBO DIZ QUE O DINHEIRO VAI DIRETO PARA UMA CONTA DA UNICEF,MAS PORQUE ELA NÃO DÁ O NÚMERO DA CONTA???

LEMBRANDO SEMPRE: O QUE PESA MESMO SÃO OS IMPOSTOS SOBRE NOSSO CONSUMO, EXERÇAMOS ESTE PODER - DEVER, ENVIANDO ESTE TEXTO À LISTA DE AMIGOS E CONTATOS !!!
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