quarta-feira, 11 de agosto de 2010

News Negro

Morre Magno Cruz, ex-presidente do Centro de Cultura Negra do Maranhão
Jornal Pequeno
Em requerimento à Mesa Diretora da Assembleia, a deputada Helena solicitou o envio de condolências à família de Magno Cruz, ao Centro de Cultura Negra (CCN) ...
Veja todos os artigos sobre este tópico »

Atirador de Connecticut alega ter sido vítima de racismo
AFP
"Ele é um negro alto", disse a mulher enquanto tentava descrevê-lo. "É um dos poucos negros que trabalham aqui." As acusações de racismo foram negadas pela ...
Veja todos os artigos sobre este tópico »

Movimento negro vê retrocesso em Estatuto
Jornal do Campus - USP
O texto final, redigido pelo senador Demóstenes Torres (DEM-GO), suprimiu trechos que tratavam de questões polêmicas como as cotas para negros em ...
Veja todos os artigos sobre este tópico »

Rede Globo aposta em atores negros para nova novela
MSN
De acordo com o blog de Daniel Castro, Gilberto Braga e Ricardo Linhares estão preparando uma trama ambientada em Florianópolis e com atores negros nos ...
Veja todos os artigos sobre este tópico »

Jovens debateram Consciência Negra
Jornal de Barretos
“O que é Consciência Negra para você?”. Este foi o tema da palestra que serviu para os jovens debater o assunto. Na oportunidade, a socióloga da Unesp de ...
Veja todos os artigos sobre este tópico »



|||||||||||| ||||||||| ||||||||| ||||||||| ||||||||| ||||||||| ||||||||| ||||||||| ||||||||| ||||
HEITOR (((((º_º))))) CARLOS
http://portodoscasa is.blogspot. com/
|||||||||||| ||||||||| ||||||||| ||||||||| ||||||||| ||||||||| ||||||||| ||||||||| ||||||||| ||||
............ ......... ......... .

Senador Paulo Paim



sexta, 05 de agosto de 2010

topo.jpg
Inaugurado Comitê “Casa do Povo” do
Senador Paulo Paim
img_0741.jpg
FOTO: Tiago Belinski

Porto Alegre - Na noite desta quinta-feira, 5, foi inaugurada a “Casa do Povo”, Comitê de Campanha do senador Paulo Paim localizado no bairro Glória. Presentes no evento, o candidato ao Governo do Estado pela Unidade Popular pelo Rio Grande, Tarso Genro e o Ministro da Integração Racial, Eloi Ferreira. Leia Mais

"Jovem senador"
O Senado Federal aprovou, em votação simbólica, o projeto de resolução (PRS 02/03) que cria o Programa Jovem Cidadão Brasileiro. O projeto foi apresentado pelo senador Paulo Paim (PT-RS) e na Comissão Diretora recebeu um texto substitutivo da relatora, senadora Serys Slhessarenko (PT-MT). Fonte:http://www.galeradadilma.com.br Leia Mais

Paim apresenta proposta para prefeitos na Famurs
O candidato à reeleição ao Senado, Paulo Paim (PT) vai participar no dia 10 de agosto de painel/entrevista na Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs). A entrevista com os candidatos ao Senado terá a coordenação do presidente da Famurs, Vilmar Perin Zanchin e duração de duas horas. O encontro ocorre no auditório da instituição, em Porto Alegre. Leia Mais

Paim quer fim do fator previdenciário e do voto secreto Leia

Pequenas e médias empresas na pauta do próximo mandato de Paim Leia

Sindicato dos Telefônicos entrega relatório ao Senador Paulo Paim Leia

Eu apoio Paim - Dilma Rousseff Eu apoio - Veja apoios de artistas, políticos, amigos no site de campanha do senador Paim - http://www.soupaimsenador131.com.br/apoio-ao-paim.php

Veja o material de campanha Baixe

Veja fotos da campanha +Fotos

Você pode doar Leia
- Se deseja indicar um amigo para receber este informativo clique aqui.
topo2.jpg

Dado Dolabella Condenado

A situação é de medo', diz Dado Dolabella sobre sua condenação

Quarta, 11/08/2010 - 07:30h
Indique Favorita Compartilhar 22 comentários RSS
Recomendar!
Leotty Junior / AgNews
Dado Dolabella
Dado Dolabella, que foi condenado a dois anos e nove meses de prisão em regime aberto por ter agredido a atriz Luana Piovani, fez um desabafo à revista "Quem", nas bancas nesta quarta-feira, 11.

"Hoje tenho uma família que depende de mim. A situação é de medo. É assustador", declarou Dado sobre sua sentença.

DADO DOLABELLA VAI RECORRER DE DECISÃO NO CASO LUANA
DADO DOLABELLA: 'LUANA É UMA DECEPÇÃO'

Em resposta à declaração de Luana- "Aos inimigos, a lei"- o ator demosntrou indiferença. "Não tenho sentimento nenhum. Zero. É uma pessoa que hoje não existe. Não tenho ódio. Em penso diferente, não quero ter inimigos, quero ter amigos", disse à publicação.

RELEMBRE O CASO

Dado e Luana tiveram uma briga durante uma festa que aconteceu após a estreia da atriz no monólogo "Pássaro da Noite", na boate 00, na Gávea, Zona Sul do Rio. Enquanto os dois discutiam, a camareira da atriz, Esmeralda de Souza, conhecida como dona Esmê, tentou defender Luana e foi empurrada por Dado. Após a acusação, Dado foi condenado pela lei Maria da Penha. No entanto, em 2009, durante o carnaval, não respeitou a ordem de ficar a 250 metros de distância de atriz, e ficou preso por um dia.


Operário Comunista e Negro



Minervino de Oliveira: um operário comunista e negro para presidência

Por Augusto Buonicore

Há 80 anos um candidato operário e negro foi lançado à presidência da República pelo Bloco Operário Camponês (BOC), sigla que encobria a atuação eleitoral do Partido Comunista do Brasil. Os resultados eleitorais não foram positivos; mas, sem dúvida, o fato tem um valor simbólico para esquerda de nosso país. Afinal, foi a primeira vez que os comunistas brasileiros disputaram cargos majoritários. O nome do candidato era Minervino de Oliveira.

Os comunistas estréiam no parlamento

Minervino nasceu no Rio de Janeiro em 1891, três anos após a abolição da escravidão. Aos dez anos já trabalhava em fábricas como aprendiz de tecelão. Logo em seguida, se iniciou no ofício de marmorista, passando atuar no movimento sindical carioca. Rapidamente, transformou-se numa importante liderança sindical e ingressou no PC do Brasil.

No primeiro de Maio de 1924, Minervino discursou em nome do Centro dos Operários Marmoristas. Este, por sinal, foi o primeiro comício no qual falou, oficialmente, um representante do recém fundado Partido Comunista. Esta honra coube a Paulo de Lacerda.

O prestígio de Minervino entre os operários era tão grande que, em 1928, o Bloco Operário e Camponês (BOC) decidiu indicá-lo para concorrer a uma das vagas de intendente (vereador) no município Rio de Janeiro. Seu companheiro de chapa foi Octavio Brandão, importante dirigente nacional do PC do Brasil. A eleição era distrital e cada um concorreria por um dos distritos da capital.

Os dois arregaçaram as mangas a partiram para campanha. Realizaram dezenas de comícios em bairros populares e nas portas das fábricas. A polícia acompanhou cada passo dado por eles. No dia 27 de setembro, por exemplo, um comício na porta do Arsenal da Marinha foi dissolvido à bala. Escreveu Octavio Brandão: “O Arsenal era considerado praça de guerra. Mas, os dois candidatos não respeitaram a proibição e, em setembro de 1928, fizeram um grande comício junto ao portão. Foram presos. Os operários ofereceram resistência. A polícia atirou. Raimundo de Morais, trabalhador do Arsenal, teve o cérebro atravessado por uma bala e caiu morto, fulminado”.

As regras eleitorais daquela época permitiam que os eleitores dessem até oito votos para o candidato escolhido. Apuradas as urnas, constatou-se a eleição de Octavio Brandão pelo Primeiro Distrito. Ele obteve 7.638 votos – ou seja, pelo menos 995 eleitores votaram no seu nome. Minervino de Oliveira, pelo Segundo Distrito, conseguiu 8.160 votos (1.020 eleitores), mas ficou em 13º lugar. Havia apenas 12 vagas em jogo.

A diferença em relação ao último colocado da lista do distrito foi de apenas 197 votos, menos de 25 pessoas. Surgiu, então, um problema jurídico. Carreiro de Oliveira, colocado logo à frente, teve 745 votos em separado (sub judice) e Minervino, somente 31. Uma apuração um pouco mais rigorosa daria vitória para o comunista. Seria a mesa diretora da câmara municipal que deveria decidir o caso. Portanto, as chances de um operário, comunista e negro ser escolhido eram bastante reduzidas.

Contudo, um fato inusitado mudaria a situação. Antes da posse, um dos intendentes eleitos morreu num acidente aéreo. A vítima fazia parte de comitiva oficial que recepcionaria Santos Dummont quando este regressava triunfal ao país. A tragédia, que comoveu o país, abriu as portas do poder legislativo para um segundo intendente comunista. Um fato histórico.

O jornal “A Classe Operária”, órgão do Partido Comunista, afirmou exultante: “Vitória! Vitória! Pela primeira vez na história do Brasil, após 428 anos de luta, os trabalhadores abrem uma brecha nas formidáveis muralhas do legislativo e penetram na cidadela inimiga para iniciar uma política de classe independente”. No juramento de posse que afirmava “Prometo manter, cumprir com lealdade e fazer respeitar a Constituição Federal, a Lei Orgânica do Distrito Federal e as leis emanadas do Conselho Municipal”, Brandão e Minervino acrescentaram: “porém, submetemos essas disposições aos interesses do operariado”.

A composição da câmara de vereadores era conservadora, embora existissem no seu interior elementos democráticos. A inexperiência política e certo sectarismo levaram com que os comunistas não procurassem aliados e o estabelecimento de acordos políticos com os parlamentares mais progressistas, como Maurício de Lacerda. Isto conduziu a um gradual isolamento que lhe seria fatal.

No final de 1929 foi aprovada uma moção proibindo a propaganda comunista através da tribuna parlamentar. Escreveu Octavio Brandão: “Os discursos dos dois comunistas não foram mais publicados. Pela primeira vez, depois de um século de existência a Câmara Municipal, seu órgão oficial deixou de publicar os discursos pronunciados por dois intendentes. E assim continuou, apesar de nossos protestos, durante o ano de 1930, até que o Conselho foi fechado em conseqüência do golpe armado de Getúlio Vargas”.

Os vereadores comunistas mantinham uma presença constante nas portas das fábricas e nas lutas travadas pela classe operária. Por isso, Minervino seria escolhido para presidir a mesa do Congresso Operário Nacional, realizado em abril de 1929, e que fundaria a Confederação Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB). No final do conclave acabou sendo eleito secretário-geral da nova central sindical, a primeira dirigida pelos comunistas.

Sendo os únicos parlamentares do Partido Comunista era lhes exigido muito. Recebiam três contos e ficavam com apenas 600 mil reis, valor um pouco acima de um salário operário. O restante era repassado ao partido. Inaugurava-se, assim, uma nova prática política em nosso país.

O ano de 1930 seria de eleição presidencial. Surgiram duas fortes candidaturas, representando interesses diferentes no interior das próprias classes dominantes. De um lado, Getúlio Vargas, candidato da Aliança Liberal. De outro, Júlio Prestes , candidato das oligarquias tradicionais, vinculadas a São Paulo. Os comunistas procuravam construir uma alternativa a essa polarização.

A direção comunista, movida por uma política de frente única com os tenentes, procurou Prestes no exílio e lhe ofereceu a legenda do BOC para que ele concorresse à presidência da República. Entretanto, o “Cavaleiro da Esperança” não concordou com proposta apresentada. Ainda não havia acordo quanto ao programa a ser defendido por uma aliança como essa.

Minervino Oliveira: um candidato operário à presidência

Diante do fracasso das negociações, o PC do Brasil decidiu lançar candidatos próprios ao pleito nacional. Uma campanha presidencial de caráter nacional exigia que fosse dada uma outra dimensão ao BOC. Para isso foi convocado o seu primeiro congresso, que se realizou no Rio de Janeiro.

O Conselho Municipal recusou ceder a sede para a realização do evento. Segundo Brandão, “outras tentativas (de conseguir um local) fracassaram. Quem dispunha de um salão, recusava alugá-lo por causa da violência da polícia”. Mas, o BOC “não recuou diante dos obstáculos. Realizou seu congresso clandestinamente, à noite, numa rigorosa vigilância, num casebre perdido entre a estação de Campo Grande e Guaratiba”.

O Congresso clandestino, realizado entre os dias 3 e 5 de novembro, aprovou as candidaturas de Minervino de Oliveira à presidência e do ferroviário Gastão Valentim Antunes à vice-presidência da República. O slogan da campanha seria: “Votar no BOC é votar pela Revolução!”.

Foram escolhidos candidatos ao senado por vários estados. O estivador Phenelon José Ribeiro Martins foi indicado para disputar uma vaga no antigo Distrito Federal; o comerciário José Francisco da Silva no Rio de Janeiro e o gráfico Everardo Dias em São Paulo. Lançaram-se candidatos a deputados federais por todos esses estados e mais Pernambuco e Rio Grande do Sul.

Do programa eleitoral aprovado no congresso constava: o reconhecimento da URSS, anistia, autonomia do Distrito Federal, jornada de trabalho de 44 horas semanais, voto secreto, direito ao voto para as mulheres e os analfabetos, redução do limite de idade para votar de 21 para 18 anos.

O documento final, analisando as candidaturas que se apresentavam, afirmou: “O candidato Júlio Prestes é um instrumento da classe capitalista em geral e dos grandes fazendeiros em particular. Sua política é do Partido Republicano e do imperialismo inglês. Candidato da mão direita da burguesia (...). O candidato Getúlio Vargas é um instrumento da classe capitalista e do imperialismo norte-americano. Candidato fascista a fingir-se de mão esquerda da burguesia. Liberal na aparência e reacionário na substância”. Nas avaliações políticas já era nítida a influência da política esquerdista que vinha sendo implementada pela Internacional Comunista desde 1929.

Uma sessão pública de encerramento do congresso foi programada para 6 de novembro na casa de Octavio Brandão. No dia anunciado, um forte esquema policial cercou a rua e impediu que o ato se realizasse. Mais de 80 trabalhadores foram presos no local. Má informada, a polícia pensou que, com sua ação, tinha impedindo a realização do próprio congresso.

Os comunistas não desistiram de fazer um anúncio público dos nomes de seus candidatos. No dia 7 de novembro – aniversário da revolução russa – o BOC do Brasil (novo nome da organização) realizou um comício na escadaria do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Os trabalhadores presentes receberam com aplausos os nomes apresentados pelo próprio Minervino. Ao perceber seu engano, sentindo-se tapeada, a polícia investiu furiosa contra a manifestação. Novamente, seguiu-se um tiroteio. Dezenas de trabalhadores foram presos e alguns ficaram feridos à bala. Esta foi apenas uma pequena amostra do que seria a campanha eleitoral dos comunistas em 1930.

Eleição, repressão e fraude.

As sedes do BOCB passaram a ser constantemente invadidas e depredadas. Os operários que lá se encontravam eram presos e os materiais de propaganda apreendidos. Foi estabelecido um clima de terror que afastava os simpatizantes e possíveis eleitores. Os próprios candidatos eram constantemente presos e humilhados

Nem o presidenciável escapava dessas ações policiais. Minervino foi preso várias vezes durante a campanha. Uma delas foi quando dirigia os trabalhos de um congresso de trabalhadores rurais, realizado na cidade de Ribeirão Preto. Preciosos dias de campanha foram perdidos nos cárceres da Velha República.

Este quadro repressivo foi complementado pelas fraudes deslavadas, ocorridas durante a votação e apuração. As oligarquias regionais fraudavam as atas eleitorais e simplesmente eliminavam os votos dados aos comunistas, passando-os para seus candidatos favoritos. Por outro lado, os comunistas ficaram espremidos entre as duas poderosas candidaturas: de Júlio Prestes e Getúlio Vargas.

No final do processo, a comissão apuradora anunciou a votação recebida por Minervino de Oliveira: apenas 720 votos. No Rio Grande do Sul, terra do candidato da Aliança Liberal, os comunistas não tiveram nenhum voto. Em São Paulo, terra do candidato situacionista, eles tiveram 28 míseros votos. No ano anterior, os candidatos do BOC haviam conseguido 1.922 votos apenas no Distrito Federal. Isso nos dá a dimensão da fraude que se abateu sobre os eles.

A "política dos governadores", em grande parte, ainda vigia e dava seus resultados. Dezessete governadores de estado apoiaram Júlio Prestes e apenas três Vargas. Por isso, o primeiro obteve 1.027.000 votos e o segundo 809.307. Esta foi a eleição mais disputada da República Velha. A fraude campeou dos dois lados, mas o PRP tinha em suas mãos uma maior máquina de corrupção eleitoral.

A Revolução de 1930, ocorrida em outubro, determinou o fechamento das casas legislativas e a cassação de todos os mandatos. Poucos dias depois, Minervino foi preso na Casa de Detenção, ficando ao lado do seu companheiro Octavio Brandão. Quando os homens do antigo regime foram soltos, os dois ex-intendentes comunistas continuaram presos e passaram a ser os únicos presos políticos naquela prisão. Minervino foi mandado para temida Colônia Correcional de Dois Rios, na Ilha Grande, sendo libertado em 7 de fevereiro de 1931.

Depois deste período, muito pouco se sabe sobre a vida desse valente militante comunista. Temos informações que ele viveu até o início dos anos 1960, chegando a participar dos acalorados debates que se seguiram à publicação dos informes de Krushov apresentados no XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética, ocorrido em 1956. Esse acontecimento iniciou uma crise que cindiu o movimento comunista brasileiro e internacional.

Seja como for, o nome de Minervino ficara gravado para sempre na história do comunismo brasileiro, como líder operário, primeiro vereador comunista e candidato operário à presidência da República.

Bibliografia

Basbaum, Leôncio – Uma vida em seis tempos, Ed. Alfa-Omega, SP, 1978.

Brandão, Octavio – Combates e Batalhas, Ed. Alfa-Omega, SP, 1978.

Carone, Edgar – Classes sociais e movimento operário, Ed. Atica, SP, 1989.

Dulles, John Foster – Anarquista e comunista no Brasil, Editora Nova Fronteira, RJ, 1977.

Karepovs, Dainis – A classe operária vai ao parlamento: O Bloco Operário e Camponês do Brasil, Ed. Alameda, Sp, 2006.

Pereira, Astrojildo – A Formação do PCB (1922-1928), Ed. Prelo, Lisboa, 1976.

Sodré, Nelson Werneck – Contribuição à história do PCB, Ed. Global, SP, 1984.

Zaidan, Michel – Comunistas em céu aberto, Oficina de Livros, BH, 1989.



370 Pessoas Presas

Brigada Militar detém 370 pessoas nesse domingo
09/08/2010 10:05

A Brigada Militar divulga os dados atualizados da produção operacional, das atividades de rotina e das operações Centauro Lei Seca, Centauro Caixa Forte, Centauro Segurança no Campo, Centauro Cadeado, Centauro Sensação, Centauro Capacete Limpo e Centauro Transporte Seguro. As ações foram realizadas pela Corporação nas últimas 24h.

Confira:

AÇÕES TOTAL
Posse de Entorpecentes 29
Tráfico de Entorpecente 16
Total de Veículos Fiscalizados 20.122
Total de Veículos Autuados 396
Total de Veículos Recolhidos 236
Total de Veículos Recuperados 8
CNH Apreendidas 25
Prisões Realizadas (Exceto Foragidos) 360
Foragido 10
Total de Prisões Realizadas 370
Armas Brancas 19
Armas de Fogo Apreendidas 12
Armas Impróprias 1
Apreensão Maconha (Gr) 224,43
Apreensão Cocaina (Gr) 861,40
Apreensão Crack (Gr) 160,30
Apreensão de Munições 85
Apreensão de Espécie (R$) R$ 3.067,45
Bares Fiscalizados 1.097
Casas Noturnas Fiscalizadas 225
Desmanches Fiscalizados 21
Inspeções a Bancos 2.628
Inspeções à Escolas 96
inspeções a Postos de Saúde 201
Acidente de Trânsito - Danos Materiais 86
Acidente de Trânsito - Lesões Corporais 68
Acidente de Trânsito - Morte 4
Art 306 - Dirigir Embriagado 18
Art. 165 - Embriaguez 18
Máquinas de caça-níquel apreendidas 1
Barreira Policial 533

Fonte: Ascom BM

Dia do Advogado

Na Assembleia Legislativa, o deputado Francisco Appio registrou a passagem do dia do Advogado, especialmente o 50º da OAB Subseção de Vacaria. O parlamentar destacou a notável atuação dos operadores de direito, na promoção da justiça e defesa dos princípios e direitos fundamentais do homem. Representante da região de Lagoa Vermelha e Vacaria, Appio aplaudiu a iniciativa da homenagem prestada aos advogados JARBAS LIMA e LUIZ MORAES VARELA.



Jarbas Lima foi parlamentar com cinco mandatos pelo Partido Progressista, destacando-se como TRIBUNO DA VERDADE e pela excepcional atuação como constitucionalista, na elaboração da Constituição Estadual e na sua atuação na Comissão de Constituição e Justiça. Eleito Deputado federal, destacou-se na CCJ da Câmara Federal. Foi diretor e atualmente é professor na Faculdade de Direito da PUC. Nos primórdios de sua carreira, advogou em Esmeralda, Lagoa Vermelha e Vacaria, onde conquistou respeito e credibilidade, além de revelar notório conhecimento jurídico, que o conduziu a repetidas eleições, com quatro mandatos estaduais e um federal. Jarbas Lima é natural de Lagoa Vermelha.



Luiz Moraes Varela, outro homenageado, iniciou sua carreira jurídica na Bancada de Advocacia do saudoso e notável Nicanor Kramer da Luz, em Vacaria no início dos anos 60, compartilhando com a Dra. Alpha Mariano da Rocha Luz.



No DEPREC onde foi assessor jurídico, e na Assembleia Legislativa onde assessorou os deputados do Partido Progressista por muitos anos, o Dr. Varela deu segurança jurídica aos atos parlamentares, na elaboração de leis, e na principal delas, a Constituição de 1988.



E agora as últimas do www.twitter.com/franciscoappio



SOS CAMINHONEIRO completa 30 anos de serviços, na defesa dos motoristas gaúchos. Faça contato pelo telefone 51.935.11222

ROVILIO COSTA será nome da rodovia 437 (Vila Flores/Antônio Prado). Projeto entrou na CCJ e aguarda Relator. Dará visibilidade à estrada.

DE PIOMBINO DESE (Treviso-Itália) para Nova Treviso, em Nova Roma , 18 km de Antônio Prado. Foi a migração mais corajosa e perigosa.

FAMÍLIA APPIO festeja os 121 anos da chegada do patriarca Antonio Appio em 1889 (Nova Treviso-Nova Roma). Descendentes reúnem-se dia 14/08.

PROJETO que reconhece o Gado Franqueiro como símbolo de nossa pecuária do século 18, quase foi aprovado na CCJ. Pedido de vistas, adiou.

POUSADAS/ALBERGUES dos deputados foram fechados. Projeto de lei, na Assembleia, quer criar as Pousadas do SUS. Apoio, por completo





Deputado Estadual Francisco Appio - www.appio.com.br

Tambores