sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Operação Esforço Concentrado Transporte Seguro

Brigada Militar prende 67 pessoas na Operação Esforço Concentrado-Transporte Seguro
16/12/2009 20:01


De 01 a 15 de dezembro a Brigada Militar realizou, em todo Estado, a Operação Esforço Concentrado - Transporte Seguro, com foco em abordagens em ônibus, táxis e lotações. Foram empregados na Operação um total de 5.859 PMs e 1.732 viaturas.

RESULTADOS OPERACIONAIS:

- posse de entorpecente = 03
- tráfico de entorpecente = 04
- veículos fiscalizados = 5.333
- veículos autuados = 14
- veículos recolhidos = 02
- CNH apreendidas = 03
- prisões realizadas (exceto foragido) = 60
- foragido = 07
- Total de Prisões = 67
- armas brancas = 01
- armas de fogo apreendidas = 03
- apreensão de maconha (gr) = 355
- apreensão de crack (gr)= 17
- apreensão de Espécies (R$) = 38,00
- BO/COP = 245
- BO/TC = 09
- Art. 165 – embriaguez = 02
TOTAL DE PRISÕES EFETUADAS = 67

PRISÕES POR TIPO DE DELITO:

- Agressão = 0
- Ameaça = 01
- Art. 165 Dir. Embriagado = 01
- Art. 303 Lesão Corp.= 07
- Art 306 Dirigir Embriagado = 03
- Cumprimento Mandado= 01
- Desacato = 02
- Foragido = 03
- Furto= 04
- Furto qualificado = 13
- Lesão corporal = 02
- Outros motivos = 07
- Porte Arma Branca= 01
- Porte ilegal de arma = 04
- Receptação Veículo= 04
- Roubo = 04
- Tóxicos = 09.

Fonte: Ascom BM

Gestão Pública


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Ruy Carlos Ostermann

Férias é virar de lado
Ruy Carlos Ostermann


Preparar as férias não é absolutamente o mesmo que fechar a mala, a casa, recarregar o automóvel, botar algum dinheiro no bolso e reparar na atualidade dos documentos. Ou riscar no papel um itinerário mesmo que longamente planejado, substituído, jogado fora em pedaços, reanimado numa noite de especial consideração sobre um futuro possível, algum vazio existencial que, de certa forma, sempre se cogita.

Aliás, a existência de vazios, espaços incompletos e desafiadores como um obstáculo silencioso, é bem importante. Os cheios, sabe-se, são autosuficientes, exigem uma declaração de princípios ou uma forma autorizada de apreensão com as mãos ou com os olhos e, se não estivermos à altura do que estão revelando, param, se calam, e saem de perto.

Nada contra os cheios, mas eles requerem menos de nós, podem até conviver sem reclamar, lado a lado, e só. Não são instigantes como são os vazios.

Mas, as férias, então. Foi o Saramago, num blog, quem disse que viajar é ficar no mesmo lugar, como se não ficasse. Ou coisa parecida. Gosto dessa ideia de que não mudamos, o que muda é a paisagem, mesmo as pessoas se repetem, e seus desejos são amavelmente os mesmos, sempre. O que é uma garantia de que ninguém, próximo ou distante, está disposto a nos trocar por coisa melhor ou mais nova, e que por nós mesmos não corremos esse risco.

Então, preparar as férias é só virar de lado.

Homem Preso

Polícia Civil prende suspeito de latrocínio em Ipanema, na Capital
17/12/2009 08:44


Agentes da 6ª Delegacia de Polícia, sob o comando da delegada Márcia Petri, e com o apoio de policiais da 3ª DP de Viamão, localizaram e prenderam, nessa quarta-feira (16/12), o suspeito de ter matado Francisne Rodrigues, de 26 anos, no dia 11 de dezembro, na Av. Guaíba, bairro Ipanema, em Porto Alegre. Flávio da Silva Nunes, de 27 anos, foi reconhecido, no final da tarde dessa quarta-feira, na sede da 6ª DP, pela testemunha que acompanhava a vítima no momento do crime.

Conforme o Setor de Investigação da 6ª DP, o suspeito foi detido na Av. Salgado Filho, no Centro da Capital, por volta das 18h30min, e estava foragido do regime semi-aberto do Presídio de São Leopoldo. A delegada Márcia Petri informou que outros dois homens que também participaram do crime já foram identificados e estão sendo procurados pela Polícia. O incriminado foi recolhido ao Presídio Central.

Fonte: Ascom/ PC

Caso Ilza

Entrevista Coletiva às 15 horas no Palácio da Polícia
17/12/2009 11:11


A delegada Vanessa Pitrez Corrêa, diretora da Divisão de Assessoramento Jurídico (DAJ), acompanhada do delegado Ranolfo Vieira Júnior, diretor do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC), concedeu entrevista coletiva sobre o Caso Ilza. O evento aconteceu às 15 horas desta quinta-feira (17/12), no gabinete da delegada, localizado na sala 430, 3º andar, do Palácio da Polícia, na av. João Pessoa, 2050, em Porto Alegre.

Na ocasião, a delegada apresentou as conclusões do inquérito. A aposentada Ilza Lima Duarte, 77 anos, foi encontrada morta em seu apartamento no Centro de Porto Alegre em 15 de fevereiro de 2008.

Fonte: Ascom/ PC

CPI dp MST

Mais do mesmo nos requerimentos

Carlos Bandeira
de Brasília

É fácil encontrar o fio da meada dos 17 requerimentos apresentados pelo deputado Moreira Mendes (PPS-RO) na CPI do MST: a reportagem da Revista Veja, da primeira semana de setembro.

Está tudo lá. Não há nada além do que foi publicado pela revista. A reportagem da Veja, que colocou na sua capa um boné do MST cheio de notas de reais e dólares, “desvenda” uma suposta estratégia do movimento para fazer a captação de dinheiro público para fazer ocupações de terra.

“VEJA teve acesso às movimentações bancárias de quatro entidades ligadas aos sem-terra. Elas revelam como o governo e organizações internacionais acabam financiando atividades criminosas do movimento”, anunciou a reportagem.

No entanto, não foram apresentadas as tais “movimentações bancárias”. Nem foi anunciado de onde saiu essas informações. Ou seja, nada de concreto. Existe uma hipótese para a origem das informações sobre os convênios dos ministérios com entidades sociais: são informações confidenciais da CPI da Terra e a CPI das ONGs.

Uma coisa parece muito estranha.

Ainda não são proibidos os convênios de governos com entidades prestadoras de serviços públicos no país. Também não se apresentou elementos concretos para questionar o resultado desses trabalhos. Até aí, não há nada de ilegal.

Além disso, Veja não deu provas concretas de que esse dinheiro foi desviado para fazer ocupações de terras e protestos contra grandes empresas.

No entanto, a matéria da Revista Veja foi exatamente a motivação para a instalação de uma CPMI para investigar as entidades da reforma agrária. Criou um clima fértil para se convencer os parlamentares a assinar o requerimento.

Só que, no primeiro lote de requerimentos, Moreira Mendes propõe investigar justamente os “fatos” e "conclusões" que sustentaram a instalação. Diante disso, se pode fazer duas leituras.

Ou não haveria motivos para uma nova comissão, uma vez que as "novas" denúncias têm origem nas CPIs da Terra e das ONGs, ou o deputado Moreira Mendes está propondo que se investige mais uma vez o que já foi investigado nessas duas comissões de inquérito.

Será que os parlamentares estão sem trabalho?

É difícil de acreditar. Moreira Mendes está na política há mais de 30 anos. Atua dia e noite no Congresso em defesa da indústria de armamentos, que apoia seu trabalho com o financiamento das suas campanhas eleitorais. Com esse ímpeto, chegou a uma fortuna de 2 bilhões de reais como advogado e fazendeiro.

Ou existe uma intenção ainda não anunciada?

Do jeito que está, essa CPMI vai requentar o que já foi levantado nas investigações anteriores e render matérias para a imprensa para desmoralizar os movimentos sociais.

Tomara que a sessão prevista para esta quarta-feira possa tirar essas dúvidas e demonstrar que os parlamentares desejam estudar a estrutura agrária, a situação da reforma agrária e a origem dos conflitos no campo.

Carlos Bandeira é jornalista.
carlos.sbandeira@gmail.com



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Saúde de Vacaria RS

* Escrevemos aqui neste blog sobre o absurdo de o usuário do SUS em nossa cidade pegar três fichas. Semana passada fui ao Posto de Saúde reformularam a decisão agora tudo é agendado de manhã e passa a tarde para confirmar a consulta já melhorou. Agora deve haver mais cuidado e vigilância das pessoas que procuram furar a fila. Estávamos em três pessoas para esperar o médico, duas moças com uma criança de colo, furaram vergonhosamente a fila e tenho suspeita que uma delas fosse uma funcionária do próprio Posto de Saúde. Um absurdo e falta de respeito, secretário de Saúde observe essas pequenas falhas mas num todo eu acho pelo menos no que observei com essas correções de métodos de atendimento ao público, a saúde está indo bem e claro não se pode esperar grandes transformações sem verba e politicas nacionais de prestação de serviços na saúde pública.
Paulo Furtado
Editor
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