segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
Futsal Feminino Fica Com a Prata
Em conquista inédita, futsal feminino fica com a prata nos Jasc
O futsal feminino colorado conquistou a medalha de prata nos Jogos Abertos de Santa Catarina. Na decisão, nesta sexta-feira, a equipe foi derrotada por Balneário Camboriú por 3 a 0.
Essa foi a primeira vez que o futsal feminino lageano conquistou uma medalha na história dos Jasc. Foi, também, o resultado mais expressivo da equipe colorada desde sua criação, em 2013.
Criados em 1960, os Jogos Abertos de Santa Catarina são a maior competição do calendário de esportes amadores do estado e uma das mais importantes do país. Em 2015, os Jasc foram realizados em Joaçaba, Herval D'Oeste e Luzerna, no meio-oeste catarinense.
Sobre o Inter Futsal Feminino
O equipe de futsal feminino do Inter foi criada em 2013, e desde então disputou todas as suas competições com as cores e o escudo do Colorado Lageano. Em 2015, com o crescimento do projeto, foi criada a Associação Leoas da Serra, iniciativa necessária para melhor organizar a administração da modalidade (estrutura que passou a incluir núcleos de ensino gratuito de futsal para meninas espalhados por Lages e a Região Serrana). Mas, independentemente da nova pessoa jurídica, a equipe segue usando as cores e o escudo do Inter de Lages - e, para nosso orgulho, sendo legítima representante da história e da torcida de nosso clube.
O equipe de futsal feminino do Inter foi criada em 2013, e desde então disputou todas as suas competições com as cores e o escudo do Colorado Lageano. Em 2015, com o crescimento do projeto, foi criada a Associação Leoas da Serra, iniciativa necessária para melhor organizar a administração da modalidade (estrutura que passou a incluir núcleos de ensino gratuito de futsal para meninas espalhados por Lages e a Região Serrana). Mas, independentemente da nova pessoa jurídica, a equipe segue usando as cores e o escudo do Inter de Lages - e, para nosso orgulho, sendo legítima representante da história e da torcida de nosso clube.
E MAIS:
- Veja e baixe fotos da campanha do futsal feminino nos Jasc no perfil oficial do Inter no Flickr
- Veja e baixe fotos da campanha do futsal feminino nos Jasc no perfil oficial do Inter no Flickr
NO ANEXO:
- A equipe em quadra nos Jasc (Foto: Divulgação)
-- Inter de Lages Imprensa www.interdelages.com.br
Garibaldi
|
Escravidão no Brasil
Apresentação
por
Bruno Véras e Paul Lovejoy
Ele nasceu livre. Mahommah Gardo Baquaqua, como muitos outros africanos escravizados nas Américas, teve uma cidade natal, uma família e em alguma parte de sua juventude sofreu com a violência da guerra. Ele foi escravizado e exportado através do porto de escravos mais importante na África Ocidental, o porto de Uidá (Whydah) no reino de Dahomey. Foi então enviado para o Brasil em um tumbeiro (navio negreiro) e descarregado em uma praia no norte de Pernambuco em 1845. Naquela época, o comércio transatlântico de escravos já era proibido no Brasil. Logo, por lei, sua condição de escravo já seria ilegal.
Baquaqua foi primeiro escravo de um padeiro em Pernambuco. Depois de tentar tirar sua própria vida ele foi vendido para um capitão de navio no Rio de Janeiro, com o qual viajou ao longo da costa brasileira, especialmente ao Rio Grande do Sul. Durante uma viagem a Nova York em 1847, ele foi capaz de escapar da escravidão, morando posteriormente dois anos no Haiti durante uma época de turbulência política. Sob a proteção da American Baptist Free Mission Society ele voltou para os Estados Unidos da América no final de 1849 para se inscrever no New York Central College em McGrawville, onde estudou entre 1850-53.
Como membro de uma família muçulmana na África, Baquaqua aprendeu a escrever em árabe e ajami. No Brasil ele aprendeu português, assim como um pouco de francês e créole haitiano durante os dois anos que passou no Haiti. Em Nova York ele aprendeu inglês o suficiente para ler e escrever cartas, quando em 1854 publicou sua autobiografia em Detroit com a ajuda de seu editor Samuel Moore.
No período em que escreveu sua biografia, Baquaqua estava morando em Chatham, Canada West (Ontário) que na época era um dos principais terminais da Underground Railroad dos EUA. No início de 1855, seis meses após a publicação de “An Interesting Narrative. Biography of Mahommah G. Baquaqua”, ele se mudou para a Grã-Bretanha onde permaneceu até pelo menos 1857. Nós não sabemos o que aconteceu com Baquaqua depois daquele ano. Em algumas cartas ele havia revelado seus planos de voltar à África. Sua volta para Lagos ou o delta do Níger parece possível.
O relato das memórias de M. G. Baquaqua é particularmente importante como fonte para entender a diáspora africana nas Américas e, especialmente, o Brasil onde é um das poucas de tais narrativas. Tal como outros escritos biográficos, este relato permite a seus leitores ver o indivíduo para além do escravizado e do contexto da escravidão, possibilitando assim a construção de empatias e identificações pessoais.
Nota: O livro autobiografico escrito por Baquaqua, o unico registro realizado por um escravo, deve sair pela editora civilização brasileira, no primeiro semestre de 2016. Aguarde.
tirado da pagina www.baquaqua.com.br
Negritude
Negritude (Négritude em francês) foi o nome dado a uma corrente literária que agregou escritores negros francófonos e também uma ideologia. Os objetivos da Negritude são a valorização da cultura negra em países africanos ou com populações afro-descendentes expressivas que foram vítimas da opressão colonialista.
Referências
- Ir para cima↑ DEPESTRE, René. Bom-dia e adeus à negritude em UFRGS. Acessado em 8 de abril de 2008.
Ver também[editar | editar código-fonte]
Ligações externas[editar | editar código-fonte]
- (em francês)-LANDER, Selim. Crépuscule de la négritude em Mondesfrancophones.com. Acessado em 8 de abrilde 2008.
- BARROS, Marcelo. O Brasil reencontrado com sua negritude em Adital. Acessado em 8 de abril de 2008.
- SANSONE, Lívio. Um paradoxo afro-latino? Marcadores étnicos "ambíguos", divisões nítidas de classe e uma cultura negra vivaz (introdução de "Negritude sem etnicidade", 2004) em UFBA. Acessado em 8 de abril de 2008.
| Este artigo sobre literatura é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o. Fonte: Wikipédia |
Assinar:
Postagens (Atom)










