quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Vereadora Sofia Cavedon

Cartas ao Prefeito - As Boas Notícias (1)
Prestando contas à cidade a presidente da Câmara de Porto Alegre, vereadora Sofia Cavedon, enviará ao prefeito da Capital, José Fortunati, cartas dos 10 dias que esteve à frente do Executivo Municipal.
"Em tempos de twitter e Facebook, decidi que lhe escreveria cartas, parecidas com as Cartas Pedagógicas que minha professora incentivava na faculdade. Porque, dizia ela, o conhecimento exige envolvimento pessoal, mobilização das ideias próprias para a reescrita do que lemos ou experimentamos. E o formato de carta se presta para isto, diferente de um relatório, por exemplo. Estas cartas vão na expectativa que minha experiência sirva de informação e contribuição para a sua gestão".
Sofia Cavedon
Acesse aqui e leia a íntegra da primeira carta.
FOTO: Rricardo Giusti / PMPA / CP
sofia

Como prefeita em exercício Sofia realizou as seguintes ações:

Implantação do Vou à Escola para o Ensino Médio

FOTO: Rricardo Giusti / PMPA
escola

Retomada do curso de Pedagogia Popular na Uergs

FOTO: Rricardo Giusti / PMPA
uergs
Criação do Comitê de Enfrentamento à Violência e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes
FOTO: Rricardo Giusti / PMPA
comite
Pedagogia Hospitalar
Acesso à educação escolar para crianças hospitalizadas
Saiba mais.
Diretores de Escolas
Sofia falou aos participantes do encontro.
Saiba mais.
diretores
ProJovem Urbano
Alternativas para qualificar o projeto.
Saiba mais.
Campus Restinga do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do RS(IFRS)
Escola da Embratel
Construção da escola é a principal reivindicação da comunidade.
Saiba mais.
Regularização fundiária e Vou à Escola foram pauta do encontro de Sofia e Tarso
FOTO: Caco Argemi / Palácio Piratini
tarso
Plano da Área de Proteção Ambiental (APA) do Delta do Jacuí
Autorizado pelo governo do estado o início dos serviços de elaboração do Plano.
Saiba mais.
FOTO: Rricardo Giusti / PMPA
delta
Orla do Guaíba
Movimento em Defesa da Orla do Guaíba pede constituição de Fórum permanente.
Saiba mais.
FOTO:Luciano Lanes/PMPA
orla
Chuvas
chuvas
Lixo
Implantação do novo sistema de monitoramento via satélite em tempo real da coleta de lixo. - Saiba mais.
Sofia também acompanhou a coleta - Saiba mais.
FOTO: Rricardo Giusti / PMPA
Acesso à Capital
Encontro com Comitê de Acompanhamento das Obras da BR 448 (Rodovia do Parque) e da remodelação da BR 116.
Saiba mais.
Ocupação 20 de Novembro
Movimento solicitou agilização do processo que tramita na prefeitura
Saiba mais.
Fórum Social Mundial (FSM)
Sofia recebeu Comitê. Saiba mais.
Desenvolvimento Metropolitano
Participação nas Câmaras Temáticas. Saiba mais.

Visita Comunidades
Ipanema - Acesse aqui...
Vila Bom Jesus - Acesse aqui...
Loteamento Santa Teresinha - Acesse aqui...
Ocupação Hospital Montepio - Acesse aqui...
Vila São Pedro - Acesse aqui...
Vila Pelin - Acesse aqui...

FOTO:Luciano Lanes/PMPA
Casa do Artista Riograndense
Passando por muitas dificuldades, Sofia buscará viabilizar, aos moradores, o acesso a serviços do município. Saiba mais.
FOTO:Luciano Lanes/PMPA
Araújo Vianna
Sofia foi conferir as obras no local. Saiba mais.

Carnaval 2011 - Acesse aqui...

Festa de Nossa Senhora de Navegantes - Acesse aqui...

30 anos da Imperatriz Dona Leopoldina - Acesse aqui...

Voo direto de Porto Alegre para Europa
Acesse aqui...
FOTO:Luciano Lanes/PMPA
Mulher
Criação de um Centro de Referência para o Atendimento de Mulheres em Porto Alegre.
Saiba mais.

Municipários
Auxiliares de laboratório e análises clínicas - Saiba mais...
Técnicos Científicos - Saiba mais...

Como prefeita Sofia prestigiou várias posses do novo governo do estado.
Pedro Osório - Presidente da Fundação Cultural Piratini - Acesse aqui...
Marcos Barreto na Mário Quintana - Acesse aqui...
Márcia Santana na Secretaria de Políticas para as Mulheres - Acesse aqui...
Miguel Velásquez - Secretário-adjunto de Justiça e Direitos Humanos – Acesse aqui...

FOTO:Luciano Lanes/PMPA
Agenda Sofia Cavedon/PT - Acesse aqui...

Acontecendo
Exposições, shows, debates, encontros, simpósios e muito mais...
Acesse aqui...

Arquivo Sofia Cavedon

Aprovado projeto de Sofia para placas de logradouros

 

Os vereadores de Porto Alegre aprovaram por unanimidade, na tarde desta quarta-feira (15/4), projeto de lei, da vereadora Sofia Cavedon (PT), que disciplina a afixação de placas indicativas com nomes de logradouros na zona urbana do Município, em imóveis localizados em esquinas, estabelecendo o conteúdo dessas placas.
Segundo a vereadora, na legislação vigente, os logradouros públicos podem receber a denominação de pessoas, datas, fatos históricos e geográficos ou outros reconhecidos pela comunidade. "Por outro lado, observa-se que na maioria das placas denominativas que homenageiam pessoas ou entidades não consta a referência de quem é o homenageado".
Para Sofia, identificar na placa a razão da homenagem, mesmo de uma forma simplificada e breve, é fundamental para resgatar a memória, explicitando um pouco da história daquela pessoa, data ou fato à população que transita pela via – o que possibilitará que os moradores das localidades e a comunidade em geral conheçam estas personalidades, mantendo viva a memória cultural de seus moradores e usuários.
A vereadora lembra ainda que a proposta atende a questionamentos e sugestões de cidadãos que transitam por ruas identificadas com pessoas ou datas que não são de domínio público, mas, em muitas vezes, são personalidades ou datas extremamente significativas para determinadas comunidades, regiões ou segmentos. "Dessa forma, pode-se tornar público um fragmento da história, contribuindo para o estreitamento das relações de diversas comunidades com suas personalidades e datas comemorativas".

Fonte: Vereadora Sofia Cavedon/PT - 51.9953.7119

Redação: Regina Tubino Pereira (reg. prof. 5607) - Comunicação CMPA.
Foto: Elson Sempé Pedroso/CMPA

Ouça: Placas de rua vão contar histórias de homenageados

 



Arquivo

Arquivo de Noticias

CARTA O BERRO. ..........repassem.

----- Original Message -----

15 de maio de 2009

MEMÓRIA

Falecimento da Companheira Guta (Maria Augusta Carneiro Ribeiro)


 
Aos 62 anos, morreu ontem de manhã no Rio de Jane iro Maria Augusta Carneiro Ribeiro, a única mulher entre os treze presos políticos trocados pelo embaixador americano Charles Elbrick, sequestrado em 1969 pelo MR-8.
Ela está na célebre foto em que o grupo - que incluía José Dirceu, Vladmir Palmeira e Flávio Tavares - aparece em frente ao avião da FAB que o levou para o México.
Dez anos depois, com a anistia, voltou ao Brasil. Desde 2003, trabalhava como Ouvidora da Petrobras.
Guta, como era conhecida, sofreu um acidente em Búzios (RJ) há cerca de um mês e desde então estava internada no hospital Copa d'Or.
Renato Velasco



 

Numa foto que correu mundo em setembro de 1969, Maria Augusta Carneiro Ribeiro, então com 22 anos, era a única mulher entre o grupo de guerrilheiros trocados pelo embaixador americano Charles Elbrick, que incluía o deputado José Dirceu (na foto à esquerda, o segundo em pé a partir da esquerda). Na imagem histórica, Guta, como prefere ser chamada, não esboçava uma de suas marcas mais fortes: o sorriso franco e aberto. O momento era de extrema tensão. Naquela altura, a polícia política já havia localizado o cativeiro no qual um comando do Movimento Revolucionário 8 de Outubro, o MR-8, mantinha o embaixador, no Rio de Janeiro. Corriam rumores de que, se conseguisse resgatar o americano antes de os prisioneiros políticos chegarem ao exílio, no México, eles seriam atirados do avião em alto-mar. Outro detalhe crucial é que os belos dentes de Guta haviam sido quebrados a murros por um torturador.

Guta, 58 anos, prefere não lembrar esses detalhes. Mas se emociona até as lágrimas ao contar os reflexos de seu trabalho nos grotões do País. No comando da Ouvidoria da Petrobras, ela colocou em prática uma política que prioriza os direitos humanos. “Embora com armas diferentes, continuo fazendo a mesma coisa, lutando por um Brasil melhor”, compara. A reviravolta começou na própria empresa, onde, durante 49 anos, as mulheres eram identificadas no masculino. As geólogas assinavam, portanto, como geólogos. As secretárias exibiam crachá como secretários e por aí afora. As mudanças mais emblemáticas, porém, acontecem nas comunidades nas quais a Petrobras atua, numa perspectiva de empresa extratora que assume responsabilidades. Tudo sob o olhar atento de Guta e o apoio de um voluntariado corporativo que reúne mais de 1.200 pessoas e envolve 66 municípios. E ela ainda encontra energia e tempo para se dedicar aos três filhos, o mais velho, 28 anos, nascido com uma lesão cerebral grave, na Suécia, nos tempos de exilada.
***
-original mensagem-
Carlos R. S. Moreira ( Beto )
 16/05/09

Obituário - Maria Augusta Carneiro, a Guta, aos 62
Filha de um engenheiro e uma dona de casa, Maria Augusta Carneiro Ribeiro, a
Guta, dizia brincando que nascera à beira da estrada, em 25 de fevereiro de
1947, mais precisamente em Montes Claros (MG). Ali, o pai construía a
estrada de ferro Minas-Bahia.

De família baiana, a convivência com a política já era forte desde a
infância, pois a bisavó e o avô foram militantes de causas sociais.

O pai, Raimundo Carneiro Ribeiro, comunista quando estudante, deixou a
militância ao se casar. Já o envolvimento de Guta com a militância política
começou no secundário, quando veio com a família da Bahia para o Rio, no fim
dos anos 50, e foi matriculada no Colégio Anglo-Brasileiro. Guta achava a
rotina escolar uma chatice, como contou em entrevista ao Projeto Memória do
Movimento Estudantil, em 2005. Os pais descobriram que ela não estava se
esforçando nos estudos e a transferiram para a Santa Úrsula.

No novo colégio, ela foi eleita para o grêmio. Passou a fazer parte da
Juventude Estudantil Católica. Em 1964, com o golpe, Guta conta ter sido
"mandada embora" pelas freiras, por ser considerada comunista. Foi enviada
pelos pais aos Estados Unidos, onde ficou um ano.

De volta, entrou para a Dissidência Comunista. Levou a militância para a
Faculdade de Direito, da UFRJ, onde foi estudar e assumiu o posto de
presidente do centro acadêmico.

Acabou presa durante o congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE) em
1968, em Ibiúna (São Paulo ).

Guta esteve duas vezes na cadeia. Sofreu torturas aos 22 anos e foi banida
do país pela ditadura militar, com outras 14 pessoas, em 1969, em troca da
libertação do embaixador americano Charles Elbrick.

Ela aparece na foto histórica, algemada, ao lado, entre outros, do
ex-ministro José Dirceu, de Vladimir Palmeira e Flávio Tavares. Passou pelo
México e vivou dois anos em Cuba, onde fez treinamento militar - a ideia era
retornar ao Brasil para continuar o combate. Não conseguiu e rumou para o
exílio no Chile.

Guta voltou ao Brasil com a anistia, em 1979, e custou a arrumar emprego.
Segundo ela, era vetada por causa do passado.

Até que conseguiu ingressar na Val e do Rio Doce, por concurso, onde montou o
trabalho de comunicação interna da empresa. Em fevereiro de 2003, assumiu o
cargo de ouvidorageral da Petrobras. A atuação dela como guerrilheira na
luta contra o regime militar está contada no livro "Exílio, entre raízes e
radares", de Denise Rollemberg.

Guta, de 62 anos, sofreu um acidente de carro em 25 de abril, em Búzios.
Morreu ontem, de infecção sistêmica, no Hospital Copa D'Or. A Petrobras
divulgou ontem nota lamentando a morte da ouvidorageral: "Maria Augusta
transformou a Ouvidoria Geral numa importante ferramenta para a garantia da
transparência, valorização dos princípios éticos e respeito aos direitos
humanos e ao Pacto Global da ONU".

O presidente Lula divulgou a seguinte nota: "Maria Augusta dedicou sua vida
à luta pela justiça social e a democracia.

Foi um símbolo de bravura na resistência à ditadura.

Nos últimos anos, como ouvidora da Petrobrás, teve uma atuação
reconhecidamente inovadora, empenhandose em construir na empresa um espaço
de transparência e diálogo. A seus familiares e amigos, minhas mais sinceras
condolências" .

O velório acontece hoje na capela 7 do Cemitério São João Batista, das 9h às
15h. O corpo será cremado, mas ainda sem horário marcado.

Guta morava no Flamengo e deixa três filhos.

-----Anexo incorporado-----

Rotatória da Rua Júlio de Castilhos com a Av. Militar

As autoridades do trânsito e Vacaria RS não avaliaram que a questão dos problemas do fluxo de veículos naquele local foi motivada pela retirada do terminal urbano de onibus. Mas infelizmente fazem as coisas erradas no passado que vai refletir no futuro. Os governantes quando tomam as decisões não pensam nas pessoas e sim favorecer uma pequena minoria. Retiram o terminal de onibus prejudicando os usuários do transporte coletivo e os motoristas e as pessoas que transitam na via perigosa.