quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Ingrid Bergman in Europa 51

Almirante Negro

Meus Amigos,
Acabei de ler e assinar este abaixo-assinado online:
«Manifesto de apoio à Indenização reparatória, “POST MORTEM”, POR PARTE DO GOVENO BRASILEIRO AO MARINHEIRO DE 1ª CLASSE JOÃO CÂNDIDO FELISBERTO, ( O ALMIRANTE NEGRO )»
Eu concordo com este abaixo-assinado e acho que também concordaras.
Assina o abaixo-assinado aqui http://www.peticaopublica.com.br/?pi=JCF2010 e divulga-o por teus contatos.
Obrigado.
José Antonio dos Santos da Silva

Ingrid Bergman - Show Me tha Money

Ruy Carlos Ostermann

Voto em Trânsito

VOTO EM TRÂNSITO É UM BOM COMEÇO

            O deputo Francisco Appio , na tribuna da sessão plenária da Assembleia Legislativa, no dia 20/10, abordou o “engodo” do voto em trânsito, pois no formato atual, trata-se de apenas “justificativa”. Pela primeira vez, permitiu-se votar nas capitais, para os que se cadastraram com antecedência, e apenas para presidente da república. “É um bom começo”, admite o parlamentar.
            Veja, a seguir, o discurso na íntegra.

FRANCISCO APPIO (20/10/2010) – “Esta deve ter sido a última eleição para a Câmara dos Deputados, Senado e a Assembleia Legislativa em que o voto em trânsito não passou de mera justificativa, exceto para os que se cadastraram tempos atrás e estavam em capitais onde puderam votar apenas para presidente no primeiro turno. Tudo leva a crer que, com a introdução da identificação por impressão digital, esse modelar sistema eleitoral acolherá um grupo expressivo de excluídos do processo, os eleitores em trânsito.

CAMINHONEIROS NÃO VOTARAM

Quem são eles? Os representantes comerciais, muitos deles fora do Estado e de suas regiões, e os caminhoneiros, em grande número – 75% dos caminhoneiros não votam nas eleições. É um dado estatístico, definitivo.

Srs. Deputados, 75% dos caminhoneiros não votam nas eleições! Por isso mesmo, o setor é carente de representação política. Aqui na Casa, vários deputados identificam-se, trabalham e defendem as bandeiras desses trabalhadores, mas o setor não conseguiu eleger, por exemplo, Sérgio Gonçalves Neto, o extraordinário presidente do SETCERGS até bem pouco tempo.

TRC FICOU DEVENDO

Do meio – opera no setor dos transportes –, rubricou sua gestão de forma competente, tanto que conseguiu, dentro desta Assembleia Legislativa, a simpatia e o apoio de todos os parlamentares. Não havia um sequer que não reconhecesse a importância do seu trabalho à frente daquele sindicato, o maior sindicato de transportadores do Rio Grande do Sul. Infelizmente, o Sérgio não conseguiu se eleger, e o setor ficou devendo para o ex-presidente do sindicato uma grande votação.

Repetiu o desempenho de um presidente anterior, Paulo Caleffi , que já concorreu por Bento Gonçalves e não conseguiu eleição aprovação na sua campanha.

O que significa? Que leitura podemos fazer? É que, de fato, o caminhoneiro, apesar da força que tem, não vota, não consegue expressar sua escolha porque a lei não lhe faculta essa oportunidade.

O legislador não incluiu aquele que está em trânsito e que não vota porque não pode, afinal não há um só brasileiro que não queria votar no segundo turno das eleições, como fizeram no primeiro turno. Razões imperiosas é que o tiram da boca da urna.

Ora, se já podemos processar nossas contas à distância, tirar extratos, fazer transferências e saques, pergunto: que razão impede a possibilidade de votar eletronicamente?

PROPOSTA RECUSADA

Tentei, Srs. Deputados, quando deputado federal, apresentar um projeto nesse sentido para dar abrigo e inclusão a esses caminhoneiros. Não fui bem sucedido em relação à proposição, uma vez que a assessoria parlamentar do Tribunal Superior Eleitoral, respondendo a consultas, disse que tecnicamente não se poderia introduzir esse tema da inclusão do voto em trânsito porque o País não estava aparelhado para fiscalizar.

Pareceu-me descaso, indiferença do Tribunal Superior Eleitoral. Já tínhamos as urnas eletrônicas, e o País já era reconhecido por ter um sistema confiável e à prova de fraudes. Não há prova de erros, pois erros, falhas, ocorrem, mas a prova de fraudes. O TSE não aceitou debater esse tema, e a proposição morreu na casca, como dizem os meus conterrâneos.

Creio que virá logo, na próxima eleição para as proporcionais, a introdução, sim, do voto em trânsito. Isso daria oportunidade a uma quantidade enorme de pessoas manifestarem seu desejo. O voto é obrigatório, mas em todos nós há o sentimento de que temos o direito de expressar a nossa vontade.

É difícil encontrar pessoas dizendo que não vão votar por esse ou aquele motivo. Não, elas querem votar; podem estar descontentes, desmotivadas, mas expressam, sim, o voto de uma forma rápida e confiável.

É esse o pensamento que trago para explicar algumas coisas que aconteceram nesta eleição. Não em relação ao meu caso pessoal, que tem a ver com outras questões.

A CONTA SALGADA

Sabia que custaria caro a minha posição à testa da Frente Parlamentar contra a Prorrogação dos Contratos de Pedágio. Isso nunca sai barato. Mantive uma posição que não era intransigente, mas que era madura e que existia desde a implantação do Programa Estadual de Concessões.

 

ADITIVO VIOLENTOU PROGRAMA ESTADUAL

Esse programa foi desvirtuado, foi violentamente alterado no ano 2000. Por essa razão, perdeu o sentido, e a sociedade perdeu o controle sobre ele. É inaceitável, por exemplo – e esta é uma provocação que faço aos deputados que aqui permanecem –, que a Agergs não tenha um instrumento legal para punir concessionárias.

Não há uma lei de multas para quem descumpre os contratos dessas concessões estaduais. É um absurdo! Há um descontrole! É um descaso! Diria até uma irresponsabilidade de todos nós, desta Casa, do Executivo e da própria Agergs.

Mas é o quadro, é o modelo que temos, o qual precisa ser repensado. Os contratos irão até 2013, e, a partir daí, certamente haverá um novo modelo a ser formatado com base nas experiências que tivemos ao longo desses anos todos.

Sabemos onde estão os focos de resistência: no preço, que é alto demais, e na falta de controle da sociedade, de fiscalização do DAER, de regulação da Agergs e de investimentos das concessionárias.

Aí residem os maiores problemas, ao lado daquele que é o mais paroquial: o das cidades sede. Os moradores das cidades sede sofrem duramente o castigo por usarem pequenas distâncias e pagarem tarifa cheia.

PEDÁGIO, PARECE CASTIGO
Talvez seja a explicação para o descontentamento que há, por exemplo, na cidade de Vacaria, onde três praças estão localizadas praticamente no perímetro urbano.

Pagam 6 reais para sair e 6 reais para voltar, mesmo que a distância seja de 10, 15 quilômetros . Essa é uma tributação com cara de castigo, com cara de penalização. Obviamente que a lei votada aqui abriu a oportunidade de negociar-se diretamente com a iniciativa privada. E se faz isso, só que em benefício do andar de cima. O andar de baixo não é contemplado com descontos, com negociações.

É de se supor que no ano que vem – e eu estarei empenhado, fora deste plenário, para que ocorra o debate – faça a discussão do debate acerca do novo modelo.

Nem o Rio Grande do Sul e nem o País viverão sem pedágios. Não há possibilidade de o Estado fazer a manutenção das rodovias. O País ainda tem a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico incidente sobre combustíveis – CIDE-Combustíveis –, que dá um fôlego, um oxigênio para que seja feita a manutenção de rodovias, mas o Estado não tem capacidade financeira nenhuma para manter as rodovias que estão aí; terá que buscar um modelo que seja razoável, que seja justo e que contemple essas situações.

A CULPA NÃO É DO CAMINHONEIRO

Não dá para entender por que as concessionárias não instalaram as balanças de pesagem, porque é de responsabilidade delas o controle do peso da carga, com balanças móveis e balanças fixas. Pois, em 12 anos, jamais instalaram balanças. Houve uma em Lajeado que funcionou durante um certo tempo. Com isso, atribuiu-se sempre ao transportador a culpa pelo excesso da carga que deveria ser fiscalizada.

Também não dá para entender por que o caminhão vazio paga a mesma tarifa do caminhão carregado e por que o caminhão com eixo suspenso também tem que pagar a mesma tarifa como se estivesse completo. São distorções que convém colocar em pauta nas discussões do ano que vem. (Francisco Appio – 20/10/2010)


Deputado Estadual Francisco Appio - www.appio.com.br

Show do Nazareth em Vacaria RS

Segundo Bruno Elisa Está Viva

Goleiro Bruno diz acreditar que Eliza ainda esteja viva

Ter, 26 Out, 08h21
O goleiro Bruno Fernandes disse hoje que acredita que sua ex-amante, Eliza Samudio, esteja viva. Réu no processo sobre o desaparecimento da jovem, o ex-goleiro do Flamengo conversou pela primeira vez com jornalistas após uma audiência no Fórum de Esmeraldas, na região metropolitana de Belo Horizonte. Bruno alegou que ele e os outros réus estão sendo injustiçados e afirmou que confia que será inocentado e voltará a jogar profissionalmente.
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Ele e outras oito pessoas foram acusados pelo desaparecimento e morte de Eliza. O corpo da jovem não foi encontrado. A motivação seria a pensão exigida por Eliza, que teria tido um filho com Bruno. "Da última vez ela falou que ia para São Paulo e ponto. Eu não sei dizer mais nada sobre essa pessoa". O goleiro negou que tivesse cedido material genético para um exame de DNA que comprovaria a paternidade da criança. "Esse material não foi concedido, mas se precisar hoje ou amanhã fazer um exame de DNA, com certeza eu vou liberar esse material", falou.

Questionado, Bruno disse que o suposto valor de R$ 3 mil mensais que teria sido exigido por Eliza, "não é nada" para ele". Se dirigindo aos antigos fãs, pediu um voto de confiança, "porque mais cedo ou mais tarde a verdade vai vir à tona". "As pessoas que conhecem a pessoa Bruno sabem da minha índole, sabem do homem que eu sou. Eu tenho duas filhas. Se essa criança realmente for minha, onde come um, comem dois, comem três. Eu vou amá-lo do mesmo jeito que amo minhas filhas", disse.

O goleiro reclamou do cumprimento da prisão preventiva. "Vocês têm que analisar o que está sendo feito com a gente, que na minha opinião é uma injustiça. Vocês veem vários outros casos que acontecem e nada, os caras estão soltos. Agora, você vai ao Fórum de Contagem e vê o absurdo que está sendo feito. Desculpe a palavra, mas é uma sacanagem".

Juíza

Bruno havia sido proibido de dar entrevista pela juíza Marixa Fabiane, do 1º Tribunal do Júri, de Contagem. Hoje, após a sessão em que foram ouvidas testemunhas - acompanhada por todos os réus - a juíza de Esmeraldas, Maria José Starling, surpreendeu ao defender a soltura do goleiro. "O Bruno teria de estar solto", disse. "Num dia disseram 'ele estava' (na suposta cena do crime), depois disseram 'não, ele foi embora'. Está um vai e vêm nesses depoimentos", afirmou, cobrando mais evidências do crime nos autos.

"Todos os traficantes que mandei prender em Esmeraldas estão soltos. Aquele namorado da Mércia (Nakashima), um advogado, está solto, e lá tem evidências, tem corpo". Considerado o braço direito de Bruno, Luiz Henrique Romão, o Macarrão, também falou com os jornalistas ao final da audiência e disse que Eliza queria "acabar com a vida" do amigo. "Ela falou que ia acabar com a vida do Bruno, mas ela está acabando com a vida de nove pessoas. Eu só queria que ela aparecesse porque todo mundo sabe que ela está viva. Eu tenho certeza que ela está viva", disse.