BRASIL E A CRISE INTERNACIONAL
Em 2009 o PIB (produto interno bruto) de todo planeta era de US$ 54,6 trilhões e a divida dos 30 países mais industrializados somava US$ 43,0 trilhões. Ou seja, 78% de tudo que se produzia no planeta;
Desde 2007 até hoje houve um aumento de 7 vezes no déficit das nações pelo repasse de amplos recursos públicos, em grande parte, ao Sistema Financeiro Privado;
Os membros do Mercado Comum Europeu tiveram seus limites financeiros fixados pelo Tratado de Maastricht para que as dividas públicas não ultrapassassem 60% de seus respectivos PIBs. E seus déficits não ultrapassassem a 3% do PIBs.
DIVIDAS DE PAÍSES EUROPEUS – 2009/2010
PAÍS
DIVIDA PUBLICA EM
RELAÇÃO AO PIB
DEFICIT PUBLICO
IRLANDA
64,0%
14,3%
PORTUGAL
78,8%
9,4%
GRÉCIA
115,1%
13,6%
ESPANHA
53,2%
11,2%
ITÁLIA
115,8%
5,3%
REINO UNIDO
68,1%
12,8%
FRANÇA
77,6%
8,4%
ALEMANHA
76,7% *
5,6%
*Última atualização (maio de 2010)
O Vice-Presidente do Banco Central Europeu (BCE). Lucas Papademos declarou: "Estamos passando no momento por uma segunda onda de baixas contábeis relacionadas ao desempenho dos empréstimos”. Para a autoridade monetária, as perdas são decorrentes da pressão negativa dos mercados e maior controle da alavancagem. O prejuízo estimado em 2010 e de 90 bilhões de euros (R$ 203 bilhões) e em 2011 e de 105 bilhões de euros (R$ 234 bilhões).
No ano de 2009, a divida publica do Brasil corresponde a 43% do PIB brasileiro, e a dos EUA corresponde a 94% do PIB americano. A divida publica do Japão correspondia a 227% do PIB japonês;
O déficit do Brasil previsto é de 1,5% do PIB nacional, o dos EUA é de 11,0% e do Japão 7,9%.
O déficit brasileiro é o menor dos membros do G-20;
PAÍS
DIVIDA PUBLICA EM
RELAÇÃO AO PIB
DEFICIT PUBLICO
USA
94,0%
11,0%
JAPÃO
227,0%
7,9%
BRASIL
43,0%
1,5%
Déficit Publico – Excesso das despesas sobre receitas. O ideal e o déficit seja igual à zero ou que sua receita seja maior que a despesa. No déficit estão inclusos os efeitos da correção monetária, juros e variação cambial (nas receitas e despesas).
Divida Publica - Conjunto de dividas que um Estado Nacional mantém com particulares ou outros Estados.
A expressão monetária (expresso em moeda do pais) da Divida Publica não e importante por si só para a analise da economia de um pais se não tiver relacionamento com outra variável o PIB. A relação da Divida Publica e o PIB e um indicador econômico que permite uma analise mais profunda da situação de um Estado. Evidente que podemos acrescentar outros indicadores econômicos como nível de vida, nível de emprego, qualificação profissional, saúde, meio ambiente, reservas cambiais, etc.
No Mercado Comum Europeu o limite desejado, de acordo com o Tratado de Maastricht, e de que nenhum pais membro do MCE tenha uma divida publica superior a 60% do PIB. Raros são os países europeus que alcançam este índice.
A divida brasileira hoje se encontra em movimento decrescente tendo atingido menos de 43% em relação ao PIB. Em 2003 era de 52% do PIB. O Brasil se destaca e apresenta altos índices de confiabilidade internacionais graça aos seus indicadores econômicos.
A mídia televisa escrita e radiofônica, tem sido leviana em seus comentários e analises. Ela aborda somente o "quantum" da divida sem acrescentar qualquer outra variável econômica.
Importante é colocar para a população a incidência de juros (Selic) que limita a capacidade investimentos do governo e acelera o crescimento nominal da dívida interna.
A Divida Externa - iniciada em 1824, durante 182 anos, condicionou a atuação das autoridades financeiras nacionais aos interesses de nossos credores externos.
A libertação da nação desta divida só se deu na medida em que nossas reservas em moeda estrangeira superaram os débitos que tínhamos com os credores externos.
Em 1998 quando da crise cambial (real com valor fixo em relação ao dólar) o FMI foi solicitado por 3 vezes a socorrer o país. A primeira vez com o empréstimo com o de US$ 43,5 bilhões de dólares ( Agosto de 1998) e a segunda e a terceira respectivamente de US 15 bilhões (Agosto de 2001) e US$ 30 bilhões ( Agosto de 2002), totalizando US$ 86,5 bilhões. Na gestão posterior (2003/2010) estes débitos foram totalmente pagos. O Brasil passou, com recursos próprios que alocou no FMI, de devedor para credor da instituição.
O Brasil, enquanto devedor foi solicitado e assinou o Tratado da Não Proliferação Nuclear em Dezembro de 1998.
Em Maio de 2010 as autoridades financeiras do Brasil declaram que seu nível de reservas cambiais chegara a US$ 250 bilhões.
Em termos de credito e debito externo a situação do Brasil é muito boa. Não se aplica mais ao país a expressão pejorativa usada no passado: “o rabo abana o cachorro!".
O que ocasionou esta situação privilegiada do Brasil num quadro internacional de crise.
A economia brasileira nos últimos 50 anos esteve, fundamentalmente, ligada ao mercado interno. As exportações representaram em 2008, 13,8% do PIB e, em 2009, 11,3% do PIB.
A criação de 11 milhões de novos empregos; o ingresso de 22 milhões de pessoas que mudaram de classe social (D para C) e passaram a consumir mais produtos; os aumentos reais do salário mínimo (mais que o dobro da cesta básica); fontes de financiamento para consumo e investimentos com juros reduzidos e de fácil acesso BNDES, BB, Caixa Econômica); garantia de mercado ao pequeno produtor rural; intervenção do Estado na economia; desempenho lucrativo e expansionista das empresas estatais; etc; ocasionaram um impulso muito grande ao mercado interno diminuindo consideravelmente as influências externas em nossa economia.
Não poderíamos deixar especialmente de destacar os dividendos pagos pelas estatais ao Tesouro Nacional. Elas pagaram no ano de 2009 a importância de R$ 26,0 bilhões, além dos impostos inerentes a sua atuação no mercado. Este valor equivale a 2 anos de bolsas-famílias, e é superior ao valor do Imposto de Importação mais o Imposto do Cide-Combustível -.
Houve em ocasiões anteriores (1991/2002) a privatização de varias estatais (CSN, Telebrás, Vale do Rio Doce, Bancos Estaduais, Companhias de Energia Elétrica, Estradas de Ferro, etc, etc, etc). Este processo foi interrompido em 2003.
O que fica provado com dados concretos é que as empresas privadas ou públicas tem sucesso ou vão à falência em função da atuação dos seus gestores eleitos ou nomeados. Se a pessoa que assumir a gestão for incompetente ou desonesta a empresa fica insolvente ou vai à falência. Basta ir a qualquer Tribunal de Justiça e verificar. No caso da pública quem nomeia ou demite os gestores, são o Presidente, Governadores e Prefeitos sendo responsáveis perante o contribuinte pela privatização (insolvência ou (pré) falência alegada).
Eduardo Chuahy
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segunda-feira, 5 de julho de 2010
Brigada Prende 350 Pessoas
Brigada Militar prende 350 pessoas em diversas operações no RS
04/07/2010 12:42
A Brigada Militar, por meio de diversas ações operacionais, prendeu um total de 350 pessoas nesse sábado (03/07), no Rio Grande do Sul.
Abaixo, os resultados das operações Centauro Lei Seca, Centauro Caixa Forte, Centauro Segurança no Campo, Centauro Cadeado e Centauro Transporte Seguro:
AÇÕES
TOTAL
Posse de Entorpecentes
37
Tráfico de Entorpecente
14
Total de Veículos Fiscalizados
29.422
Total de Veículos Autuados
1.163
Total de Veículos Recolhidos
74
Total de Veículos Recuperados
13
CNH Apreendidas
34
Prisões Realizadas (Exceto Foragidos)
345
Foragido
5
Total de Prisões Realizadas
350
Armas Brancas
15
Armas de Fogo Apreendidas
18
Armas Impróprias
3
Apreensão Maconha (Gr)
319,50
Apreensão Cocaina (Gr)
301,00
Apreensão Crack (Gr)
53,00
Apreensão de Munições
32
Apreensão de Espécie (R$)
2.348
Bares Fiscalizados
1.150
Casas Noturnas Fiscalizadas
194
Desmanches Fiscalizados
16
Inspeções a Bancos
2.133
Acidente de Trânsito - Danos Materiais
89
Acidente de Trânsito - Lesões Corporais
16
Acidente de Trânsito - Morte
3
Art 306 - Dirigir Embriagado
14
Art. 165 - Embriaguez
21
Máquinas de caça-níquel apreendidas
7
Barreira Policial
459
Fonte: Ascom BM
04/07/2010 12:42
A Brigada Militar, por meio de diversas ações operacionais, prendeu um total de 350 pessoas nesse sábado (03/07), no Rio Grande do Sul.
Abaixo, os resultados das operações Centauro Lei Seca, Centauro Caixa Forte, Centauro Segurança no Campo, Centauro Cadeado e Centauro Transporte Seguro:
AÇÕES
TOTAL
Posse de Entorpecentes
37
Tráfico de Entorpecente
14
Total de Veículos Fiscalizados
29.422
Total de Veículos Autuados
1.163
Total de Veículos Recolhidos
74
Total de Veículos Recuperados
13
CNH Apreendidas
34
Prisões Realizadas (Exceto Foragidos)
345
Foragido
5
Total de Prisões Realizadas
350
Armas Brancas
15
Armas de Fogo Apreendidas
18
Armas Impróprias
3
Apreensão Maconha (Gr)
319,50
Apreensão Cocaina (Gr)
301,00
Apreensão Crack (Gr)
53,00
Apreensão de Munições
32
Apreensão de Espécie (R$)
2.348
Bares Fiscalizados
1.150
Casas Noturnas Fiscalizadas
194
Desmanches Fiscalizados
16
Inspeções a Bancos
2.133
Acidente de Trânsito - Danos Materiais
89
Acidente de Trânsito - Lesões Corporais
16
Acidente de Trânsito - Morte
3
Art 306 - Dirigir Embriagado
14
Art. 165 - Embriaguez
21
Máquinas de caça-níquel apreendidas
7
Barreira Policial
459
Fonte: Ascom BM
Órgãos de Segurança Registram Prisões
Foram 30 em flagrante, sendo 12 por furto e oito por tráfico de drogas.
Além da conclusão dos inquéritos policiais, indiciamentos e demais trabalhos cotidianos, representantes dos órgãos de segurança de Vacaria divulgaram nesta segunda-feira, 05/07, dados relativos a prisões efetuadas durante o mês de junho.
Polícia Civil, Brigada Militar, Polícia Rodoviária Federal e Susepe contabilizaram 43 prisões no mês passado. Foram 30 prisões em flagrante, sendo 12 por furto, oito por tráfico de drogas e 13 prisões por força de mandados judiciais.
Dentre os flagrantes, se destaca a prisão de uma mulher, que no dia 27/06 foi surpreendida por agentes da Susepe quando tentava levar para dentro do presídio, uma pedra com 45 gramas de crack.
Outra prisão importante foi a de Jonas de Vargas Antunes, conhecido como Funé. Conforme confissão durante o interrogatório, ele é o autor da morte de Elisabete Vargas de Andrade. A mulher, que era prima dele foi morta a pauladas dentro da própria residência.
Fonte: Rádio Fátima
Além da conclusão dos inquéritos policiais, indiciamentos e demais trabalhos cotidianos, representantes dos órgãos de segurança de Vacaria divulgaram nesta segunda-feira, 05/07, dados relativos a prisões efetuadas durante o mês de junho.
Polícia Civil, Brigada Militar, Polícia Rodoviária Federal e Susepe contabilizaram 43 prisões no mês passado. Foram 30 prisões em flagrante, sendo 12 por furto, oito por tráfico de drogas e 13 prisões por força de mandados judiciais.
Dentre os flagrantes, se destaca a prisão de uma mulher, que no dia 27/06 foi surpreendida por agentes da Susepe quando tentava levar para dentro do presídio, uma pedra com 45 gramas de crack.
Outra prisão importante foi a de Jonas de Vargas Antunes, conhecido como Funé. Conforme confissão durante o interrogatório, ele é o autor da morte de Elisabete Vargas de Andrade. A mulher, que era prima dele foi morta a pauladas dentro da própria residência.
Fonte: Rádio Fátima
Uol Esportes
GANGORRA 2010
Candidatos a estrela desabam e dão espaço para novos protagonistas
Técnica e eficiente, Alemanha destrói defesa argentina e avança à semifinal
Espanha tem dificuldades, mas supera retranca paraguaia e encara Alemanha
Reuters
Hall da Fama
A fera do dia
O perdidão
Que decepção
Klose
Klose
Neste ritmo, o atacante alemão vai alcançar Ronaldo como maior artilheiro das Copas. Só falta mais um gol
Fernando Torres
Fernando Torres
Era para ser "o cara", mas não passa de um vacilão. Por ora, está sendo poupado, mas se a Espanha dançar...
Messi
Messi
O melhor do mundo se despediu com uma atuação medíocre, mas ganhou muitos abraços de Maradona
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No Bolão das Celebridades, Nasi supera rivais no mata-mata e garante vitória antecipada
Indiferentes à Copa, índios trocam os jogos do Brasil por 'peladas' no quintal da tribo
Últimos resultados
03/07 11h00 Argentina 0 x 4 Alemanha
03/07 15h30 Paraguai 0 x 1 Espanha
Próximos jogos
06/07 15h30 Holanda x Uruguai
07/07 15h30 Alemanha x Espanha
Confira a tabela completa de jogos da Copa
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07/07 15h30 Alemanha x Espanha
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As Estrelas Não Brilharam na Copa
04/07/2010 - 00h21
Apostas da Copa não vingam e abrem espaço para novos protagonistas
Do UOL Esporte
Em São Paulo
A fama era tanta que quando a Copa estava para começar, quatro ídolos do futebol já estavam entediados com o assédio excessivo da mídia. O argentino Messi, eleito o melhor jogador do planeta pela Fifa em 2009, o português Cristiano Ronaldo, o inglês Rooney e o brasileiro Kaká eram cotados ao posto de astro do Mundial da África do Sul. Para eles, porém, deu tudo errado.
Outros quatro jogadores chegaram à África de mansinho, sem fazer barulho, priorizando a força coletiva de suas respectivas equipes. O alemão Schweinsteiger, o espanhol David Villa, o holandês Sneijder e o uruguaio Forlán contrariaram as previsões e assumiram, pelo menos até o início das semifinais, os papéis de estrelas da Copa.
Sneijder ficou em evidência com os dois gols que marcou na vitória sobre o Brasil, sexta-feira, pelas quartas de final. Seu principal rival era justamente Kaká, que ainda se ressentia por não ter feito uma grande exibição na África do Sul. O pequenino meia holandês, amparado pela força coletiva de seu time, sacudiu os nervos da seleção brasileira quando marcou seu segundo gol, de cabeça. E Kaká, que deveria recuperar a tranquilidade de seus companheiros, foi vencido pela impaciência, deixando o Brasil naufragar.
Schweinsteiger, o maestro alemão, é mais um meia devotado ao poder coletivo de sua seleção. Sempre que foi acionado, agiu com determinação e frieza, driblou quando necessário e deixou Ozil, Klose e Muller em condições de marcar. Mesmo sem balançar as redes, ficou conhecido como o mais importante jogador do meio-de-campo alemão. Seu adversário no sábado, pelas quartas de final, foi o mais badalado jogador do Mundial: o argentino Messi.
AS SENSAÇÕES NA ÁFRICA DO SUL
Bastian Schweinsteiger
O jovem maestro é apontado como o novo Beckenbauer da Alemanha. Após cinco jogos, não fez gols, mas acertou mais de 90% dos passes.
David Villa
Não é um garotinho (faz 29 anos em dezembro), mas é incansável. Anotou cinco dos seis gols marcados pela a Espanha e é o artilheiro isolado do Mundial.
Wesley Sneijder
Chegou ao Mundial como um coadjuvante de Robben. Sem fazer barulho, dominou o meio holandês, marcou 3 gols e passou a ser temido pelos rivais.
Diego Forlán
É um dos atletas mais completos do Mundial. Lidera o Uruguai, auxilia na criação, faz gols (tem três na Copa) e ainda encontra tempo para ajudar na marcação.
* "FOI EXIBIÇÃO DE CAMPEÃO", DIZ TÉCNICO ALEMÃO
* INIESTA EXALTA JOGO COLETIVO DA ESPANHA
* HOLANDESES VAN PERSIE E MATHIJSEN NA SEMI
* URUGUAIO LODEIRO ESTÁ FORA DA COPA DO MUNDO
Assim como Kaká, Messi tinha a fama de não ser extremamente produtivo com a camisa da seleção. Na primeira fase do Mundial, diante de oponentes mais frágeis, encantou com bons lançamentos e passes precisos. Porém, quando sua habilidade excepcional foi colocada à prova, falhou, dando razão à tal fama. A Argentina foi devorada pela Alemanha e Messi, que não fez nenhum gol na Copa, só pôde colocar as mãos na cabeça e lamentar a eliminação de seu país.
A campanha de Cristiano Ronaldo por Portugal só não foi mais desastrosa que o trabalho de Wayne Rooney pela Inglaterra. O português, que reclamou bastante da marcação dos defensores adversários, só marcou um gol na África, quase sem querer, na goleada por 7 a 0 sobre a frágil Coreia do Norte. Assim como na Copa de 2006, quando seu país foi desclassificado pela França, Cristiano Ronaldo deixou um Mundial sufocado pela imagem de não ser objetivo quando necessário.
Rooney, assim como Kaká, sofreu com problemas físicos antes do início da Copa, mas, nem o mais cético dos ingleses poderia imaginar que o astro do país deixaria o Mundial de cabeça baixa, sob um coro de vaias. A Inglaterra se classificou para a segunda fase com muita dificuldade e, na sequência, foi humilhada pela Alemanha nas oitavas. Rooney também não marcou gols.
A Espanha era famosa por ser uma das potências coletivas da Europa. O entrosamento era tanto que ficava difícil escolher um nome de destaque. A partir da Copa de 2010, ficou mais fácil. O “cara” que decide é o atacante David Villa, artilheiro do Mundial com cinco gols. Também já é o maior artilheiro da história da Espanha em Copas, com oito (marcou três em 2006).
Forlán, estrela uruguaia, ganhou força durante a competição. Já marcou três gols no Mundial e foi decisivo contra Gana ao empatar o jogo. Também é adepto da coletividade e sabe que sua seleção ainda é dependente da consistência defensiva.
ESTRELAS SEM BRILHO DA COPA 2010
Lionel Messi
Fez bons jogos na 1ª fase, mas foi ofuscado por Higuaín e Tevez. Contra a Alemanha, quando precisou ser decisivo, desapareceu. Não marcou gols.
Cristiano Ronaldo
A campanha medíocre de Portugal é um reflexo das fracas atuações de seu principal jogador. Marcou um gol na goleada sobre a Coreia do Norte.
Kaká
Chegou à seleção com dores na coxa e se esforçou para recuperar a forma física. Não marcou gols, levou dois cartões amarelos e um vermelho.
Wayne Rooney
Reclamou demais sobre uma tal "falta de apoio dos torcedores", mas se escondeu em campo. Deixou a Copa com a pífia média de três finalizações por jogo
* VEJA AS ESTATÍSTICAS INDIVIDUAIS DOS ASTROS
* SAIBA TUDO SOBRE MESSI, C. RONALDO E ROONEY
* KAKÁ: MAIS SIMPÁTICO E MENOS HABILIDOSO
Fonte: Uol
Apostas da Copa não vingam e abrem espaço para novos protagonistas
Do UOL Esporte
Em São Paulo
A fama era tanta que quando a Copa estava para começar, quatro ídolos do futebol já estavam entediados com o assédio excessivo da mídia. O argentino Messi, eleito o melhor jogador do planeta pela Fifa em 2009, o português Cristiano Ronaldo, o inglês Rooney e o brasileiro Kaká eram cotados ao posto de astro do Mundial da África do Sul. Para eles, porém, deu tudo errado.
Outros quatro jogadores chegaram à África de mansinho, sem fazer barulho, priorizando a força coletiva de suas respectivas equipes. O alemão Schweinsteiger, o espanhol David Villa, o holandês Sneijder e o uruguaio Forlán contrariaram as previsões e assumiram, pelo menos até o início das semifinais, os papéis de estrelas da Copa.
Sneijder ficou em evidência com os dois gols que marcou na vitória sobre o Brasil, sexta-feira, pelas quartas de final. Seu principal rival era justamente Kaká, que ainda se ressentia por não ter feito uma grande exibição na África do Sul. O pequenino meia holandês, amparado pela força coletiva de seu time, sacudiu os nervos da seleção brasileira quando marcou seu segundo gol, de cabeça. E Kaká, que deveria recuperar a tranquilidade de seus companheiros, foi vencido pela impaciência, deixando o Brasil naufragar.
Schweinsteiger, o maestro alemão, é mais um meia devotado ao poder coletivo de sua seleção. Sempre que foi acionado, agiu com determinação e frieza, driblou quando necessário e deixou Ozil, Klose e Muller em condições de marcar. Mesmo sem balançar as redes, ficou conhecido como o mais importante jogador do meio-de-campo alemão. Seu adversário no sábado, pelas quartas de final, foi o mais badalado jogador do Mundial: o argentino Messi.
AS SENSAÇÕES NA ÁFRICA DO SUL
Bastian Schweinsteiger
O jovem maestro é apontado como o novo Beckenbauer da Alemanha. Após cinco jogos, não fez gols, mas acertou mais de 90% dos passes.
David Villa
Não é um garotinho (faz 29 anos em dezembro), mas é incansável. Anotou cinco dos seis gols marcados pela a Espanha e é o artilheiro isolado do Mundial.
Wesley Sneijder
Chegou ao Mundial como um coadjuvante de Robben. Sem fazer barulho, dominou o meio holandês, marcou 3 gols e passou a ser temido pelos rivais.
Diego Forlán
É um dos atletas mais completos do Mundial. Lidera o Uruguai, auxilia na criação, faz gols (tem três na Copa) e ainda encontra tempo para ajudar na marcação.
* "FOI EXIBIÇÃO DE CAMPEÃO", DIZ TÉCNICO ALEMÃO
* INIESTA EXALTA JOGO COLETIVO DA ESPANHA
* HOLANDESES VAN PERSIE E MATHIJSEN NA SEMI
* URUGUAIO LODEIRO ESTÁ FORA DA COPA DO MUNDO
Assim como Kaká, Messi tinha a fama de não ser extremamente produtivo com a camisa da seleção. Na primeira fase do Mundial, diante de oponentes mais frágeis, encantou com bons lançamentos e passes precisos. Porém, quando sua habilidade excepcional foi colocada à prova, falhou, dando razão à tal fama. A Argentina foi devorada pela Alemanha e Messi, que não fez nenhum gol na Copa, só pôde colocar as mãos na cabeça e lamentar a eliminação de seu país.
A campanha de Cristiano Ronaldo por Portugal só não foi mais desastrosa que o trabalho de Wayne Rooney pela Inglaterra. O português, que reclamou bastante da marcação dos defensores adversários, só marcou um gol na África, quase sem querer, na goleada por 7 a 0 sobre a frágil Coreia do Norte. Assim como na Copa de 2006, quando seu país foi desclassificado pela França, Cristiano Ronaldo deixou um Mundial sufocado pela imagem de não ser objetivo quando necessário.
Rooney, assim como Kaká, sofreu com problemas físicos antes do início da Copa, mas, nem o mais cético dos ingleses poderia imaginar que o astro do país deixaria o Mundial de cabeça baixa, sob um coro de vaias. A Inglaterra se classificou para a segunda fase com muita dificuldade e, na sequência, foi humilhada pela Alemanha nas oitavas. Rooney também não marcou gols.
A Espanha era famosa por ser uma das potências coletivas da Europa. O entrosamento era tanto que ficava difícil escolher um nome de destaque. A partir da Copa de 2010, ficou mais fácil. O “cara” que decide é o atacante David Villa, artilheiro do Mundial com cinco gols. Também já é o maior artilheiro da história da Espanha em Copas, com oito (marcou três em 2006).
Forlán, estrela uruguaia, ganhou força durante a competição. Já marcou três gols no Mundial e foi decisivo contra Gana ao empatar o jogo. Também é adepto da coletividade e sabe que sua seleção ainda é dependente da consistência defensiva.
ESTRELAS SEM BRILHO DA COPA 2010
Lionel Messi
Fez bons jogos na 1ª fase, mas foi ofuscado por Higuaín e Tevez. Contra a Alemanha, quando precisou ser decisivo, desapareceu. Não marcou gols.
Cristiano Ronaldo
A campanha medíocre de Portugal é um reflexo das fracas atuações de seu principal jogador. Marcou um gol na goleada sobre a Coreia do Norte.
Kaká
Chegou à seleção com dores na coxa e se esforçou para recuperar a forma física. Não marcou gols, levou dois cartões amarelos e um vermelho.
Wayne Rooney
Reclamou demais sobre uma tal "falta de apoio dos torcedores", mas se escondeu em campo. Deixou a Copa com a pífia média de três finalizações por jogo
* VEJA AS ESTATÍSTICAS INDIVIDUAIS DOS ASTROS
* SAIBA TUDO SOBRE MESSI, C. RONALDO E ROONEY
* KAKÁ: MAIS SIMPÁTICO E MENOS HABILIDOSO
Fonte: Uol
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