sábado, 17 de outubro de 2009

Táxi da Vez em Vacaria RS

Com a presença de diversos taxistas e poucos usuários, na quinta-feira dia 15, a Comissão de Serviços Públicos da Câmara Municipal de Vereadores, realizou Audiência Pública para debater o projeto que altera a Lei 1945 de 1993 e que estabelece normas para a exploração dos táxis e disciplina o “Táxi da Vez”.

Por duas vezes, os ânimos de alguns taxistas estiveram alterados quando um usuário usou da palavra para se manifestar a favor do projeto. Chegou inclusive a iniciar um pequeno bate-boca entre eles o que foi contido nas duas vezes pelo vereador presidente da referida Comissão.

O vereador Antonio Almeida (PPS), autor do referido projeto, espera que o mesmo seja votado na sessão ordinária da próxima segunda-feira, dia 19.

Segundo o Sindicato da categoria, 83 taxistas atuam no município, sendo que 40% destes estão em dia com suas obrigações sindicais.

Na foto, o taxista Luiz Marley Buzin (ex-presidente da categoria) se manisfesta na Audiência Pública.

Fonte: Rádio Esmeralda

Idosa Falece em Vacaria RS

Por volta das 17h40min dessa sexta-feira, dia 15, Eva Clori Teles de Oliveira, de aproximadamente 70 anos, moradora da Rua José Mendes no bairro Jardim América, teve um mal súbito enquanto conversava com uma amiga em frente a empresa Tanal, localizada na Avenida Militar e acabou falecendo.

Segundo informações colhidas no local, a idosa ficou por quase uma hora estendida ao solo até que as autoridades chegassem ao local para o atendimento.

Eva Clori era sogra de André Ambrosini, irmão de Luiz Antônio mais conhecido por Nenê, do Grupo Musical Os Vacarianos.

Fonte: Rádio Esmeralda

Arquivo Paulo Furtado



Arquivo Paulo Furtado



sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Angola

ASSIM NOS TEMPERAM (ALGUNS)

Antes de verem os projectos para a nova Baía de Luanda (clicar abaixo), leiam o texto do jornalista brasileiro Bruno Garschagen, saído no jornal i, de 29 de Julho passado


http://videos. sapo.pt/g5vqzlNa y0ZhDY5aTz5n

Luanda é um luxo para poucos

VISTO DE FORA
Luanda é um luxo para poucos, por Bruno Garschagen

A revista "Foreign Policy" saudava Angola por seu "espectacular crescimento económico". Estive em Luanda no final da semana passada e o que vi foi um estado policial e muita miséria

Você reconhece essa nação? O título da publicidade em formato de reportagem que a revista "Foreign Policy" publicou em sua edição de Maio/Junho saudava Angola por seu "espectacular crescimento económico". Por sua segurança e estabilidade política. Por seu poder regional para promover a paz. Quem pode duvidar de um país turbinado pela indústria petrolífera?
Estive em Luanda no fim da semana passada para uma série de encontros pelo OrdemLivre.org, o programa lusófono da Atlas Economic Research Foundation em parceria com o Cato Institute. É a cidade mais cara em que já pus meus pés. Não há calçadas para pôr os pés. Não há espaços nas ruas para tantos carros. Os veículos novos e importados driblam o tráfego intenso e a miséria que bate nos vidros em busca de clientes para produtos chineses de marcas famosas. Ou de uma mera esmola que drible a fome.
Luanda parece recém-saída de um terramoto. Construções decadentes são a moldura trágica para os poucos prédios novos e para as construções em curso. O lixo espalha-se no chão como folhas da relva. A cidade cheira mal.
O transporte público é precário. Autocarro é um luxo reduzido e irregular.
Não há táxi. Quem tem dinheiro aluga um carro com motorista. Quem não tem anda espremido em carrinhas lotadas. Ou a pé. Foi o que fiz.
Os pobres de Luanda vagam pelas esquinas. Grupos de homens concentram-se em vários pontos da capital. Os trabalhos disponíveis exigem qualificação.
Muitos deles nem sequer sabem ler ou escrever. A taxa de iliteracia é de 32,6%, segundo o CIA World Factbook.
Luanda é um estado policial. É mais simples obter um visto de entrada para a China comunista. Quase mediram meu crânio e contaram meus dentes. No aeroporto, os sempre gentis funcionários da imigração olham com aquele semblante de vampiro esfomeado. No hotel, um formulário do governo solicita-me informações pessoais e objectivo da visita. Um gesto de boas-vindas um tanto excêntrico. A despedida? Guardas no aeroporto confiscaram todas as notas da moeda local. Não, não deram factura.
Estabilidade política? Como não? O presidente José Eduardo dos Santos está no poder desde 1979. Não vejo outra forma de garantir a estabilidade do que se manter no poder durante 30 anos. E daí? Vendo fotos de Luanda na década de 1970 e lembrando o que vi pessoalmente há alguns dias é impossível não pensar nas virtudes da estabilidade adquirida naquele país por aquela elite política.
Parte do país vai muito bem, obrigado. Mora em condomínios fechados afastados da miséria do centro. São os beneficiários do "espectacular crescimento económico" que perverte a ideia de um desenvolvimento cuja riqueza permite que grande parte da população saia da miséria.
O estado angolano exerce o monopólio da actividade económica e decide quem poderá desfrutar das benesses do sector petrolífero. O mercado, lá, não existe. Na lista de 141 países do Índice de Liberdade Económica do Fraser Institute, Angola aparece na penúltima posição. Notável.
As riquezas naturais de um país sob um governo autocrático funcionam como um muro perverso entre o Estado e a sociedade. Se o orçamento do governo não advém da riqueza produzida pela sociedade, a população perde o poder de pressão sobre a elite política. É convertida num estorvo que deve ser controlado.
A população ainda carrega no espírito e no corpo a desolação da guerra civil, encerrada há apenas sete anos. A riqueza exibida pelos poucos é um apelo muito forte entre os jovens desafortunados. É natural que prefiram integrar a elite a lutar por mudanças políticas que beneficiem os indivíduos e não apenas um grupo protegido pelo Estado.
Mas há uma minoria que nos permite alimentar a esperança, mesmo que a longo prazo, de reforma do statu quo. São estudantes, professores, jornalistas, advogados, intelectuais, que trabalham de forma isolada ou articulada para "desprivatizar" o governo angolano. São indivíduos que, no futuro, poderão repetir a mesma pergunta sem qualquer ponta de ironia: "Você reconhece essa nação?"

Jornalista brasileiro e mestrando em Ciência Política e Relações
Internacionais no IEP/UC


Com os Melhores Cumprimentos de



Rui Fernando Guimarães de Castro
LUANDA
A N G O L A
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"Não amaldiçoe a escuridão. Acenda uma vela”

Bom Jesus sedia Conferência de Cultura

Bom Jesus sedia conferência intermunicipal de cultura
Evento será realizado dia 17/10 no salão de atos da Secretaria de Educação

A Associação dos Municípios dos Campos de Cima da Serra promoverá neste sábado,17/10, a Conferência Microrregional de Cultura. O evento será realizado a partir das 08h30min no salão de atos da Secretaria de Educação de Bom Jesus. Os palestrantes serão:
Rubem de Oliveira - conselheiro do Conselho Estadual de Cultura; secretário de Turismo e Cultura de Arvorezinha; ator e professor de teatro e dramaturgia.

Elma Santana – geógrafa, pós-graduada em Ecologia Humana e Folclore; autora de 17 livros na área de Pesquisa Folclórica; premiada na Itália pelo seu trabalho sobre Garibaldi, Anita e Menotti Garibaldi.


Rádio Fátima AM (Jornalismo), 14/10/2009, 16h00

Homem preso em frente á DP por Agressão

Polícia Civil prende homem em frente à DP por agressão
14/10/2009 13:13


Agentes da 1ª Delegacia de Polícia (DP) de Alvorada prenderam em flagrante, na tarde dessa terça-feira (13/10), um homem, de 21 anos que agredia uma adolescente, de 14 anos, em frente à DP. De acordo com os policiais, o homem agredia a adolescente batendo com sua cabeça no muro e dando tapas em seu rosto. Ao ser abordado pela Polícia, o homem alegou que estavam conversando.

Os pais da adolescente foram chamados e confirmaram que as agressões são frequentes, porque o homem não aceita o fim do namoro. Segundo o delegado Marcos Machado, titular daquela DP, o homem pagou fiança e responderá inquérito por lesões corporais.

Fonte: Ascom/ PC