Eu sempre ngadiama (pobrezinho) , tão kandenge (menino) filho da kitandeira da kitanda do "Brinca na areia" nos tempos do kaputo ali no bairro da lixeira, no musseque Sambizanga. Eu, filho do homem que do processo 50 que passou ao São Nicolau ( Cadeia-colonial na Província do a tual Namibe e antes Moçãmedes) e que foi para a cadeia de tarrafal ( Cabo Verde) antes de eu nascer, e me conhecendo depois dos 9 anos de idade que eu tinha e que vinha de muito longe e trazendo lágrimas no meio de todos quanto estavam embrulhados da ilimitada saudade , choravando em 1974,o dia todo chorando. Eu ainda estou aqui tão pobrezinho em terras extranhas, sem pão e sem água que me permita dizer que ainda sou Angolano. Aqui estou em busca do mesmo sonho, fazendo o mesmo sonho a que a nova geração procura fazer para o bem de muitos e fundamentalmente de uma nação chamada Angola. Este menino eu, tão longe da vida que o pertence, não para de sonhar assim como a quem sonhou com os olhos secos à liberdade, desenvolvimento e bem estar, que pela dor escreveu as realidades da vida do seu povo. Este menininho, depois do Kwandu-Kwbango, Moxico e Biê a serviço de quem o cassou para os conflitos entre Angolanos, este menino de 40 anos e recusado por motivos de idade a uma bolsa de estudos pela instituição a mando da SONANGOL no Brasil, estudante de engenharia civil e matemática em duas duas diferentes universidades federais no Brasil, está sempre presente para um dia dizer ao sociedade que o pertence se realmente existe um governo ditatorial ou progressista em Angola.
Por este sábado sou inspirado a saudades dos anos setenta enque eu poderia dar uma graxa aos sapatos dos kilamas(vaidosos) da banda para comprar os meus rebuçados no capo do acadêmica aonde poderia estar o volante(cinema popula) e ver Charle Chaplin e no domingo ver meu kutonoka(show musical ao vivo), aonde poderia eu ver Urbano de Castro do Cazenga, Arthur Nunes do Sambizanga, David Zé da Funda, Luís Visconde e tantos outros.
Carro de praça, Zinha, Malalanza e tantas outras múzicas não escuto porque nem Salú Gonçalves e nem o Afonso kintas coloca no ar.ç Asim eu fico com o Mam-Prole:
Amba masoxi malundumukê
Mukudila oh mona
Mama usanga yudila
Mukubanza oh mona
Amba masoxi malundumuka
Mukudila oh mona
Mama yusanga udila
Mukubanza oh mona
Eme ngambe kumudilê
Uavuala oh mona
Uondofua ny ndolo
Muene wambe ngavualele monamy
Ngi mujimbami
Mama kudile-dilê undofua ny ndolo
Muene uambe ngavualele monamy
Ngi muji,bami
Jihenda já ngivula...!! !
Kizembe
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Destaque Vermelho
DESTAQUES
DA EDIÇÃO DE HOJE DO PORTAL VERMELHO
Câmara
Ciro quer Bloco aliado a Temer na desobstrução de pauta
O deputado Ciro Gomes vai propor ao Bloco de Esquerda (PSB, PCdoB, PMN e PRB) apoio à iniciativa do presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, em relação à nova interpretação da Constituição sobre o trâmite das Medidas Provisórias. A oposição promete ir ao Supremo Tribunal federal (STF) contra a medida.
PSDB faz silêncio
Blog do Mello
Jornalistas, o que Serra acha da "ditabranda"?
Há um mês, a Folha publicou o editorial em que criou o neologismo ditabranda. Até hoje não se sabe a opinião do governador José Serra, candidato da Folha a presidente.
Serra do Sol
Gilmar Mendes será o último a votar
O placar é de nove votos a favor da demarcação em faixa contínua da Terra Indígena Raposa Serra do Sol e apenas um contrário. O último voto, do presidente da Corte, Gilmar Mendes, ficou para esta quinta-feira. Debate
Vermelho e Fórum promovem debate com Pochmann e Rabelo dia 20
O portal Vermelho e a revista Fórum promovem na próxima sexta-feira, dia 20, em São Paulo, o primeiro debate de uma série que visa contribuir para a luta de idéias.
Ousadia para que o ''pibinho'' não seja um problemão
Luciano Siqueira
Um "ato inaugural"
Lejeune Mirhan
Sionismo é o problema
Fatima Oliveira
Para jamais esquecer a tragédia de Sharpeville
Eron Bezerra
Crise. Dinheiro público para trabalhador
Carlos Pompe
A excomunhão da vítima
Esta é uma mensagem automática, favor não responder
Destaques do Vermelho é um serviço diário gratuito do www.vermelho.org.br
DA EDIÇÃO DE HOJE DO PORTAL VERMELHO
Câmara
Ciro quer Bloco aliado a Temer na desobstrução de pauta
O deputado Ciro Gomes vai propor ao Bloco de Esquerda (PSB, PCdoB, PMN e PRB) apoio à iniciativa do presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, em relação à nova interpretação da Constituição sobre o trâmite das Medidas Provisórias. A oposição promete ir ao Supremo Tribunal federal (STF) contra a medida.
PSDB faz silêncio
Blog do Mello
Jornalistas, o que Serra acha da "ditabranda"?
Há um mês, a Folha publicou o editorial em que criou o neologismo ditabranda. Até hoje não se sabe a opinião do governador José Serra, candidato da Folha a presidente.
Serra do Sol
Gilmar Mendes será o último a votar
O placar é de nove votos a favor da demarcação em faixa contínua da Terra Indígena Raposa Serra do Sol e apenas um contrário. O último voto, do presidente da Corte, Gilmar Mendes, ficou para esta quinta-feira. Debate
Vermelho e Fórum promovem debate com Pochmann e Rabelo dia 20
O portal Vermelho e a revista Fórum promovem na próxima sexta-feira, dia 20, em São Paulo, o primeiro debate de uma série que visa contribuir para a luta de idéias.
Ousadia para que o ''pibinho'' não seja um problemão
Luciano Siqueira
Um "ato inaugural"
Lejeune Mirhan
Sionismo é o problema
Fatima Oliveira
Para jamais esquecer a tragédia de Sharpeville
Eron Bezerra
Crise. Dinheiro público para trabalhador
Carlos Pompe
A excomunhão da vítima
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Destaque Vermelho
DESTAQUES
DA EDIÇÃO DE HOJE DO PORTAL VERMELHO
Serra e Aécio no Recife
Eleições 2010
Tucanos ensaiam união: "Dedo no olho é para tirar cisco"
Os dois presidenciáveis tucanos, Aécio Neves e José Serra, a conselho do ex-presidente FHC, ensaiam um discurso de unidade. "Luis Nassif"
Mudanças estruturais tiram poder da grande mídia
Estudo amplo dos dados do IVC e do Ibope comprova que a última década foi de mudanças estruturais. Diminuiu o papel e a influência da chamada grande mídia - categoria onde entram a Rede Globo, os jornais Folha de S.Paulo, Estado de S. Paulo, O Globo, Jornal do Brasil e Correio Braziliense.
Debate
Vermelho e Fórum promovem debate com Pochmann e Rabelo dia 20
O portal Vermelho e a revista Fórum promovem na próxima sexta-feira, dia 20, em São Paulo, o primeiro debate de uma série que visa contribuir para a luta de idéias. Política de juros
Munhoz culpa monetaristas pelo acirramento da crise
O Brasil necessita sair da "camisa de força" e realizar um "largo programa de investimentos governamentais" para reverter a crise, propõe o economista Dércio Garcia Munhoz.
Contag fora da CUT lutará melhor pela unidade
Fatima Oliveira
Para jamais esquecer a tragédia de Sharpeville
Eron Bezerra
Crise. Dinheiro público para trabalhador
Carlos Pompe
A excomunhão da vítima
Sérgio Barroso
A crise global e os “emergentes”: o paradoxo
Eduardo Bomfim
O Encontro
DA EDIÇÃO DE HOJE DO PORTAL VERMELHO
Serra e Aécio no Recife
Eleições 2010
Tucanos ensaiam união: "Dedo no olho é para tirar cisco"
Os dois presidenciáveis tucanos, Aécio Neves e José Serra, a conselho do ex-presidente FHC, ensaiam um discurso de unidade. "Luis Nassif"
Mudanças estruturais tiram poder da grande mídia
Estudo amplo dos dados do IVC e do Ibope comprova que a última década foi de mudanças estruturais. Diminuiu o papel e a influência da chamada grande mídia - categoria onde entram a Rede Globo, os jornais Folha de S.Paulo, Estado de S. Paulo, O Globo, Jornal do Brasil e Correio Braziliense.
Debate
Vermelho e Fórum promovem debate com Pochmann e Rabelo dia 20
O portal Vermelho e a revista Fórum promovem na próxima sexta-feira, dia 20, em São Paulo, o primeiro debate de uma série que visa contribuir para a luta de idéias. Política de juros
Munhoz culpa monetaristas pelo acirramento da crise
O Brasil necessita sair da "camisa de força" e realizar um "largo programa de investimentos governamentais" para reverter a crise, propõe o economista Dércio Garcia Munhoz.
Contag fora da CUT lutará melhor pela unidade
Fatima Oliveira
Para jamais esquecer a tragédia de Sharpeville
Eron Bezerra
Crise. Dinheiro público para trabalhador
Carlos Pompe
A excomunhão da vítima
Sérgio Barroso
A crise global e os “emergentes”: o paradoxo
Eduardo Bomfim
O Encontro
Operação Bandeirante
Operação Bandeirante
Origem: Wikipédia
Ir para: navegação, pesquisa
A Operação Bandeirante - OBAN foi um centro de informações, investigações e de torturas montado pelo Exército do Brasil em 1969, que a coordenava e integrava as ações dos órgãos de combate às organizações armadas de esquerda que tinham por objetivo confrontar o regime ditatorial que vigorava desde 1964 no Brasil.
A entidade foi financiada em 1971 por alguns empresários, como Henning Albert Boilesen, da Ultragás, que teria sido assassinado em São Paulo sob a acusação de ter sido um dos financiadores da OBAN.
Seu membro mais famoso foi o major Carlos Alberto Brilhante Ustra.
História
A OBAN foi lançada oficialmente em junho de 1969. Teriam participado do ato de lançamento da OBAN, no dia 1º de julho de 1969, em São Paulo, o governador da época, Roberto Costa de Abreu Sodré, o secretário de Segurança Pública, Hely Lopes Meireles, o general José Canavarro Pereira, comandante do II Exército, e os comandantes do VI Distrito Naval e da 4ª Zona Aérea.
No entanto, o ex-governador Abreu Sodré negou qualquer envolvimento com a OBAN. O prefeito da capital paulista à época, Paulo Maluf, também refutou as versões de que teria dado apoio à iniciativa. Nada foi apurado oficialmente contra esse dois políticos.
As ordens para a montagem de um organismo que reunisse elementos das Forças Armadas, da Polícia Estadual - civil e militar - e da Polícia Federal para o trabalho específico de combate à subversão, foram dadas ao final de 1968 pelo Ministro da Justiça, professor Luís Antônio da Gama e Silva, numa reunião dos secretários de Segurança em Brasília, e pelo general Carlos de Meira Matos, que estava na chefia da Inspetoria Geral das Polícias Militares. A reunião, chamada "Seminário de Segurança Interna", discutiu toda uma estratégia de combate aos opositores do regime.
Sua sede foi instalada no número 1030 da rua Tomás Carvalhal, nos fundos do 36° distrito policial, na capital paulista.
Este local é considerado a mais célebre casa de torturas e de assassinatos da ditadura e no paradigma dos órgãos de segurança da ditadura militar.
Seu primeiro comandante foi o tenente-coronel do Exército Waldir Coelho Pode-se dizer que a partir daí o Exército entrou de corpo inteiro no combate às forças de esquerda e principalmente, naquele momento, às que se dispunham a desenvolver a luta armada para a implantação de uma ditadura comunista no Brasil. Mas não apenas estas: professores universitários eram vigiados e frequentemente abordados por agentes da organização.
Sem vínculos formais, ou legais,a OBAN era em essência uma formação paramilitar de ação direta e violenta à margem da lei, o que lhe dava agilidade e brutal eficácia.
Era financiada por doadores privados como o Grupo Ultragás, Ford, GM e Grupo Camargo Corrêa, entre outros e pelos bens tomados de suas vítimas. Entre os doadores, haviam os que apoiavam com entusiasmo a repressão e outros que contribuíam a contragosto, sob pressão.[carece de fontes?]
Entre esses doadores, destaca-se a figura de Henning Albert Boilesen, dinamarquês naturalizado brasileiro, diretor do Grupo Ultra. Segundo versões, contestadas por sua família e nunca apuradas oficialmente, chegou a participar de sessões de tortura e teria inventado uma ferramenta de tortura que levou seu nome: a Pianola de Boilesen, uma espécie de teclado que emitia choques elétricos em quem o premesse. Também faz parte do imaginário esquerdista a filiação do empresário como colaborador da CIA.
Em 15 de abril de 1971 ele foi morto na capital paulista por militantes da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), comandada por Carlos Lamarca.
Investigações posteriores revelaram que Lamarca planejava executar ainda os empresários Pery Igel e Sebastião Camargo, que também supostamente davam suporte financeiro à repressão aos grupos armados de esquerda.
Em 1970, a OBAN, embora ainda conhecida como tal, ela já está mais legalizada. Esta enquadrada pelo Destacamento de Operações de Informações/Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI). Funciona ainda como OBAN, mas ao colocá-la sob a jurisdição do DOI-CODI, pretendia-se diminuir a sua autonomia, o que ´na prática não acontecerá. Em 1970, quem comanda a OBAN – oficialmente o DOI-CODI – é Carlos Alberto Brilhante Ustra, major de artilharia do Exército, conhecido também, nas rodas da tortura, pelos codinomes de Major, Doutor Silva e Doutor Tibiriçá.
A ação da OBAN, como dos demais órgãos de repressão aos grupos terroristas de esquerda, só começou a arrefecer para enfim cessar a partir da abertura lenta e gradual promovida pelo presidente Ernesto Geisel. A morte de sua principal autoridade civil, o delegado Sérgio Paranhos Fleury, sepultou a história daquele período.
Parte desta história começou a ser revelada no início dos anos 90 com a descoberta da vala clandestina do cemitério de Perus e as investigações da Comissão Parlamentar de Inquérito da Câmara Municipal. Corpos de indigentes, vítimas do esquadrão da morte e presos políticos, mostravam que a vala foi depósito de todo tipo de violência do regime militar
=============================================================================================================
Brasil: O museu da tortura
Reportagem: Daniel Zanini H. Imagenes e edição: Karine Batista ... tortura museu brasil brazil ditadura militar tel esur ...
(clique)
http://www.youtube.com/v/jXRkJ6m01MQ&hl=pt-br&fs=1">
Memórias da Ditadura
(clique)
http://www.youtube.com/v/itCbMSezTus&hl=pt-br&fs=1">
-----Anexo incorporado-----
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Cartaoberro mailing list
Cartaoberro@serverlinux.revistaoberro.com.br
http://serverlinux.revistaoberro.com.br/mailman/listinfo/cartaoberro
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A Operação Bandeirante - OBAN foi um centro de informações, investigações e de torturas montado pelo Exército do Brasil em 1969, que a coordenava e integrava as ações dos órgãos de combate às organizações armadas de esquerda que tinham por objetivo confrontar o regime ditatorial que vigorava desde 1964 no Brasil.
A entidade foi financiada em 1971 por alguns empresários, como Henning Albert Boilesen, da Ultragás, que teria sido assassinado em São Paulo sob a acusação de ter sido um dos financiadores da OBAN.
Seu membro mais famoso foi o major Carlos Alberto Brilhante Ustra.
História
A OBAN foi lançada oficialmente em junho de 1969. Teriam participado do ato de lançamento da OBAN, no dia 1º de julho de 1969, em São Paulo, o governador da época, Roberto Costa de Abreu Sodré, o secretário de Segurança Pública, Hely Lopes Meireles, o general José Canavarro Pereira, comandante do II Exército, e os comandantes do VI Distrito Naval e da 4ª Zona Aérea.
No entanto, o ex-governador Abreu Sodré negou qualquer envolvimento com a OBAN. O prefeito da capital paulista à época, Paulo Maluf, também refutou as versões de que teria dado apoio à iniciativa. Nada foi apurado oficialmente contra esse dois políticos.
As ordens para a montagem de um organismo que reunisse elementos das Forças Armadas, da Polícia Estadual - civil e militar - e da Polícia Federal para o trabalho específico de combate à subversão, foram dadas ao final de 1968 pelo Ministro da Justiça, professor Luís Antônio da Gama e Silva, numa reunião dos secretários de Segurança em Brasília, e pelo general Carlos de Meira Matos, que estava na chefia da Inspetoria Geral das Polícias Militares. A reunião, chamada "Seminário de Segurança Interna", discutiu toda uma estratégia de combate aos opositores do regime.
Sua sede foi instalada no número 1030 da rua Tomás Carvalhal, nos fundos do 36° distrito policial, na capital paulista.
Este local é considerado a mais célebre casa de torturas e de assassinatos da ditadura e no paradigma dos órgãos de segurança da ditadura militar.
Seu primeiro comandante foi o tenente-coronel do Exército Waldir Coelho Pode-se dizer que a partir daí o Exército entrou de corpo inteiro no combate às forças de esquerda e principalmente, naquele momento, às que se dispunham a desenvolver a luta armada para a implantação de uma ditadura comunista no Brasil. Mas não apenas estas: professores universitários eram vigiados e frequentemente abordados por agentes da organização.
Sem vínculos formais, ou legais,a OBAN era em essência uma formação paramilitar de ação direta e violenta à margem da lei, o que lhe dava agilidade e brutal eficácia.
Era financiada por doadores privados como o Grupo Ultragás, Ford, GM e Grupo Camargo Corrêa, entre outros e pelos bens tomados de suas vítimas. Entre os doadores, haviam os que apoiavam com entusiasmo a repressão e outros que contribuíam a contragosto, sob pressão.[carece de fontes?]
Entre esses doadores, destaca-se a figura de Henning Albert Boilesen, dinamarquês naturalizado brasileiro, diretor do Grupo Ultra. Segundo versões, contestadas por sua família e nunca apuradas oficialmente, chegou a participar de sessões de tortura e teria inventado uma ferramenta de tortura que levou seu nome: a Pianola de Boilesen, uma espécie de teclado que emitia choques elétricos em quem o premesse. Também faz parte do imaginário esquerdista a filiação do empresário como colaborador da CIA.
Em 15 de abril de 1971 ele foi morto na capital paulista por militantes da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), comandada por Carlos Lamarca.
Investigações posteriores revelaram que Lamarca planejava executar ainda os empresários Pery Igel e Sebastião Camargo, que também supostamente davam suporte financeiro à repressão aos grupos armados de esquerda.
Em 1970, a OBAN, embora ainda conhecida como tal, ela já está mais legalizada. Esta enquadrada pelo Destacamento de Operações de Informações/Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI). Funciona ainda como OBAN, mas ao colocá-la sob a jurisdição do DOI-CODI, pretendia-se diminuir a sua autonomia, o que ´na prática não acontecerá. Em 1970, quem comanda a OBAN – oficialmente o DOI-CODI – é Carlos Alberto Brilhante Ustra, major de artilharia do Exército, conhecido também, nas rodas da tortura, pelos codinomes de Major, Doutor Silva e Doutor Tibiriçá.
A ação da OBAN, como dos demais órgãos de repressão aos grupos terroristas de esquerda, só começou a arrefecer para enfim cessar a partir da abertura lenta e gradual promovida pelo presidente Ernesto Geisel. A morte de sua principal autoridade civil, o delegado Sérgio Paranhos Fleury, sepultou a história daquele período.
Parte desta história começou a ser revelada no início dos anos 90 com a descoberta da vala clandestina do cemitério de Perus e as investigações da Comissão Parlamentar de Inquérito da Câmara Municipal. Corpos de indigentes, vítimas do esquadrão da morte e presos políticos, mostravam que a vala foi depósito de todo tipo de violência do regime militar
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Brasil: O museu da tortura
Reportagem: Daniel Zanini H. Imagenes e edição: Karine Batista ... tortura museu brasil brazil ditadura militar tel esur ...
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Comando Ambiental
Comando Ambiental da BM avalia novo texto do código do meio ambiente do RS
02/09/2009 17:32
Nesta quarta-feira (02), em Porto Alegre, o Comando Ambiental da Brigada Militar (CABM) reuniu-se com representantes de Organizações Não-governamentais ambientalistas (ONGs), de assessorias parlamentares da Assembleia Legislativa e da Câmara de Vereadores de Porto Alegre para tratar da desconformidade da Corporação com o Projeto de Lei 154/2009, que propõe um novo Código Estadual do Meio Ambiente.
Em alguns artigos o projeto de lei restringe a atuação da polícia ostensiva de proteção ambiental no Rio Grande do Sul, o que provocaria um retrocesso no avanço obtido ao longo dos últimos anos, na fiscalização dos ilícitos contra o meio ambiente, de acordo com a manifestação da Assembleia Permanente em Defesa do Meio Ambiente (Apedema), que congrega as ONGs.
“Estaremos nos lançando ao trabalho de convencimento da área política para a aprovação das propostas da Corporação, assim que o Comando Geral da Brigada Militar deliberar sobre o assunto”, afirma o comandante do CABM , tenente-coronel Eduardo Passos Mereb.
Os participantes da reunião entendem que um novo texto para o Código Ambiental do RS merece ampla discussão com os diversos segmentos da sociedade. O PL 154 foi apresentado em julho pela Comissão de Agricultura da Assembleia e tramita no parlamento.
Fonte: PM5-Imprensa/BM
02/09/2009 17:32
Nesta quarta-feira (02), em Porto Alegre, o Comando Ambiental da Brigada Militar (CABM) reuniu-se com representantes de Organizações Não-governamentais ambientalistas (ONGs), de assessorias parlamentares da Assembleia Legislativa e da Câmara de Vereadores de Porto Alegre para tratar da desconformidade da Corporação com o Projeto de Lei 154/2009, que propõe um novo Código Estadual do Meio Ambiente.
Em alguns artigos o projeto de lei restringe a atuação da polícia ostensiva de proteção ambiental no Rio Grande do Sul, o que provocaria um retrocesso no avanço obtido ao longo dos últimos anos, na fiscalização dos ilícitos contra o meio ambiente, de acordo com a manifestação da Assembleia Permanente em Defesa do Meio Ambiente (Apedema), que congrega as ONGs.
“Estaremos nos lançando ao trabalho de convencimento da área política para a aprovação das propostas da Corporação, assim que o Comando Geral da Brigada Militar deliberar sobre o assunto”, afirma o comandante do CABM , tenente-coronel Eduardo Passos Mereb.
Os participantes da reunião entendem que um novo texto para o Código Ambiental do RS merece ampla discussão com os diversos segmentos da sociedade. O PL 154 foi apresentado em julho pela Comissão de Agricultura da Assembleia e tramita no parlamento.
Fonte: PM5-Imprensa/BM
Canal Livre

Tendo em conta as centenas de emails enviados para a Carta O Berro. de pessoas que se esqueceram do nosso aviso feito com antecedência, ou outras que não puderam assistir no horário previsto,
estamos enviando por partes, os vídeos da entrevista realizada pela TB Bandeirantes, no Canal Livre, com esse inescrupuloso agente triplo (*), da Marinha, do DOPS e da CIA, infiltrado entre os marinheiros
e nas organizações dos combatentes a ditadura no Brasil.
CANAL LIVRE
São seis vídeos com toda a entrevista do agente triplo, cabo Anselmo, desde 1963 infiltrado nos movimentos sociais da marinha e depois nas organizações que
combatiam a ditadura no Brasil. Responsável por torturas, mortes e desaparecimentos dos resistentes ao regime militar. Não poupou sequer a
sua companheira Soledad Barret , gravida de um filho seu.
(clique nos links abaixo que estão pela ordem de apresentação)
http://videos.band.com.br/v_33385_brasil_cabo_anselmo_reaparece_apos_40_anos.htm
http://videos.band.com.br/v_33458_canal_livre_programa_deste_domingo_recebeu_o_cabo_anselmo.htm
http://videos.band.com.br/v_33469_participantes_do_golpe_militar_dao_declaracoes_–_2.htm
http://videos.band.com.br/v_33479_cabo_anselmo_fala_sobre_a_relacao_das_guerrilhas_mundiais_3.htm
http://videos.band.com.br/v_33473_cabo_anselmo_fala_sobre_a_estrutura_politica_durante_o_golpe_4.htm
http://videos.band.com.br/v_33475_cabo_anselmo_fala_sobre_o_mst__5.htm
(*)-Diretor do Dops carioca à época do golpe afirma que antes agente duplo da ditadura já era informante
De acordo com Cecil Borer, Cabo Anselmo colaborava com o Dops, o Cenimar e "americanos';
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