quinta-feira, 25 de junho de 2009

Fotos do jogo Glória x Panambi





Fotos Glória x Panambi





Fotos de Ruas mau conservadas



Fotos de ruas mau conservadas no Bairro Cohab na cidade de Vacaria/RS

Fotos Glória x Panambi



Fotos jogo Glória x Panambi




Grêmio perde para o Cruzeiro


25 de junho de 2009 | N° 16011AlertaVoltar para a edição de hojeLIBERTADORES
Tensão e esperança
Grêmio perde por 3 a 1 e agora precisa vencer por 2 a 0 no OlímpicoPor culpa de seu ataque, o Grêmio tem pela frente mais um jogo heroico na Libertadores. Em certo momento, desorientado e sofrendo 3 a 0, tudo parecia perdido. Mas o gol de Souza deu esperança. Ao final da partida, Maxi López foi acusado de racista pelo volante Elicarlos, envolvendo a delegação em confusão no Mineirão (veja detalhes na página 54).

No primeiro tempo, Alex Mineiro, duas vezes, e Maxi López perderam gols impossíveis. Agora, o milagre poderá acontecer no dia 2, quando a torcida gremista terá que marcar dois gols para o time no Olímpico.

Mas ontem, empurrado pelos seus mais de 50 mil torcedores, o Cruzeiro nem teve tempo de tentar pressionar o Grêmio. Ao melhor estilo zen de Paulo Autuori, a equipe manteve-se fria e esperou cada erro dos donos da casa. Alex Mineiro (o centroavante que não faz gols há 126 dias), duas vezes, e Maxi López perderam gols.

Se não saíram, ao menos serviram para desestabilizar o rival. Aos 20 minutos, a torcida do Cruzeiro já apupava o próprio time, após dois chutes ridículos de Henrique e Marquinhos Paraná. Os mineiros ficaram nervosos. Enquanto a equipe atacava, Fabinho, Leonardo Slva e Wagner brigavam com Maxi, na intermediária. Túlio se desentendeu com Kléber e Henrique deu um tapa em Souza.

O Cruzeiro tentou esboçar reação aos 29, quando Jonathan só não fez um golaço porque Marcelo Grohe estava em noite de Victor. Maxi perdeu outro gol logo depois. O lance provocou uma análise do comentarista Júnior Brasil, da Rádio Itatiaia – uma espécie de Rádio Gaúcha de Minas Gerais:

– É... nêgo pensou que seria fácil. Não está sendo.

Aos 37, Kléber foi para a direita para fugir de Thiego, cruzou na área e Welington Paulista – que esteve acertado com o Grêmio e acabou indo para o Cruzeiro – cabeceou vencendo a zaga.

O 1 a 0 transformou a irritação da torcida em animação. Souza, aos 41, faria um golaço, não fosse Fábio.

A reação gremista no segundo tempo foi abafada logo a dois minutos, em um chute de Wagner: 2 a 0. Grohe permaneceu caído, com a bola dentro do gol, enquanto os demais jogadores permaneciam sem reação, quase todos com as mãos na cintura, incrédulos.

Com Herrera substituindo Alex, o Grêmio bem que tentou reagir, mas agora o time zen era o Cruzeiro, e o Grêmio estava apavorado. Aos 22, Marquinhos Paraná cruzou e Fabinho marcou de cabeça: 3 a 0.

O drama gremista ganhou um contorno inusitado quando o árbitro chileno Enrique Osses sofreu lesão muscular e, aos 30, foi substituído pelo quarto árbitro, Jorge Osório.

Em seguida, Osório marcou uma falta duvidosa de Kléber, na entrada da área. Souza, o nome do Grêmio na Libertadores, marcou um belo gol na cobrança de falta. O gol que poderá levar o Grêmio ao tricampeonato.



LEANDRO BEHS | Enviado Especial/Belo Horizonte
ZERO HORA.com
Confira os melhores lances da partida em vídeo, áudio e fotos


MultimídiaMaxi López foi acusado por Elicarlos (D) de tê-lo chamado de “macaco” em campo: ao final do jogo, a polícia buscou o argentino no ônibus para depoimento que avançou até a madrugadaFicha técnica
Fonte: Zero Hora

Racismo de Max Lopez


Racismo? O drama do Grêmio é não ter ataque
Diogo Olivier, colunista online | diogo.olivier@zerohora.com.br














Os desdobramentos da acusação de racismo feita por Elicarlos contra Maxi López no Mineirão (acima, os dois em um lance do jogo) não podem desviar o Grêmio do que realmente importa para o jogo da volta, no Olímpico. Que este episódio, triste sob qualquer ângulo de análise, seja resolvido com serenidade para evitar violência em Porto Alegre — e aí perderíamos todos: clubes, torcedores dos dois lados, imprensa, todos.

O que o Grêmio precisa, isso sim, é identificar os erros cometidos ontem e tratar de resolvê-los. Do contrário, não reverte a derrota por 3 a 1 no Olímpico.



Nunca foi tão fácil encontrar explicações para uma derrota como esta do Grêmio para o Cruzeiro por 3 a 1. O problema não esteve nos três gols sofridos, que poderiam ser quatro ou cinco no segundo tempo. Houve a avenida deixada por Fábio Santos no lado esquerdo, onde Jonathan e Marquinhos Paraná passearam a noite inteira. Deu mandrake da zaga no terceiro gol, de cabeça. Tudo verdade.

Mas o resultado ruim, amenizado pelo gol da esperança marcado por Souza aos 34 minutos do segundo tempo, de falta, passou por um antigo e aparentemente insolúvel problema azul. Um defeito que tirou o título brasileiro do Grêmio no ano passado. E que acaba de complicar a luta por uma vaga na final da Libertadores, apesar de o jogo ser no Olímpico.

É impressionante a incompetência dos atacantes na hora decisiva. Ontem, foram três gols perdidos (dois por Alex Mineiro) de forma inexplicável antes do intervalo. E o técnico Paulo Autuori — que é um grande treinador, nunca é demais repetir — tem a sua parcela de culpa no que aconteceu ontem.

Autuori não entra em campo. Não era ele quem estava sozinho na área, sem goleiro, aos 4 minutos, para errar bisonhamente após o cruzamento perfeito de Maxi López. Nem depois, na hora de cabecear sozinho nas mãos do goleiro. Mas é de Autuori, e de mais ninguém, a responsabilidade por escalar um atacante que estava há 125 dias — 126 desde ontem — sem marcar gol e jogando mal.

Alex Mineiro é um profissional exemplar, de currículo respeitável. Ninguém discute isso. Mas passa por má fase. Por isso perdeu os dois gols. É uma questão técnica. Herrera não é o atacante dos sonhos da torcida, mas toda vez que entra no segundo tempo — como ontem — produz mais.

No primeiro tempo, o Grêmio foi melhor do que o Cruzeiro. Criou as três chances claras e outras nem tanto assim. Como o chute de longa distância de Souza, obrigando o goleiro Fábio a fazer grande defesa no canto direito. O Cruzeiro, além do gol de Wellington Paulista, de cabeça, aos 37 do primeiro primeiro, construiu duas oportunidades. Ambas menos escancaradas do que as do Grêmio.

No segundo tempo o panorama do jogo mudou. Após tomar o segundo gol, de Wagner, logo a 4 minutos, outra vez em lance às costas de Fábio Santos, o Grêmio perdeu o controle da partida. E dos nervos. Passou a reclamar e errar passes. Sofreu o terceiro gol, de Fabinho, de cabeça. Escapou de levar mais. Pelo que seu viu no primeiro tempo, entretanto, o gol salvador de Souza recolocou a semifinal em termos mais justos.

De tudo o que aconteceu ontem restaram duas verdades. A primeira: Fabio Santos precisa de proteção. A segunda: os atacantes precisam converter ao menos alguma chance de gol. Do contrário, de nada adiantará o gol da esperança de Souza.





Leia os textos anteriores da coluna No Ataque.

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Comentáriospeter grifin
Denuncie este comentário25/06/2009 08:01Com certeza temos que melhorar a pontaria,alex mineiro não dá mais,temos que ir com tudo pra cima deles,o time do cruzeiro teme quando é pressionado,ontem quando tomaram o gol de falta bateu um pavor no time deles.Ainda dá temos que acreditar e o autuori mexer no time,alex mineiro,fabio santos assim é brabo.


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sergio renato custodio
Denuncie este comentário25/06/2009 07:52Isto não é um caso irrelevante isto é crime e esta na lei como este cidadão se dirige a um companheiro de profissão e le agride com palavras deste genero. E a direção do Gremio e voçe escreve ser algo irrelevante por isso e por outras que este pais esta do jeito que esta porque tudo é irrelevante. Enquanto não nos atinge diretamente é facil este cidadão deveria dar a cara pra bater e não se esconder e diretoria toma vergonha na cara ou vçs não tem jogadores de cor negra no olimpico
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Fonte: Zero Hora