segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Operação Caixa Forte

Operação Caixa-Forte inspeciona 512 estabelecimentos bancários no RS
05/01/2009 18:14

A Secretaria da Segurança Pública, por meio da Brigada Militar, realizou nessa segunda-feira (05/01) a Operação Caixa Forte, que abrangeu 280 municípios gaúchos e mobilizou 645 servidores em 342 viaturas. No período foram realizadas ações de inspeção e fiscalização em 512 estabelecimentos bancários e em 7.807 veículos. Os demais números da operação são os seguintes:

- Boletins de Ocorrência registrados – BO/COP: 17;

- Prisões realizadas (exceto foragido e TC BM): 02;

- Termos Circunstanciados – TC – 03;

- Veículos autuados: 28;

- Veículos recolhidos: 12;

- Veículos recuperados: 01.


A Operação Caixa-Forte é realizada junto a estabelecimentos bancários e/ou que realizem transações financeiras, tem por objetivo de inibir a ocorrência de furtos, roubos a estabelecimentos bancários e demais delitos correlatos. A operação é realizada permanentemente, de segunda a sexta-feira, das 10h às 16h, nos períodos de início e final de mês.

Fonte: PM-3/BM

Esquerda Palestina

> Declaración política de las fuerzas de la Izquierda Palestina

El día jueves 1 de enero del 2009 la dirección del Frente de Izquierda compuesta por el Frente Democrático para la Liberación de Palestina, el Frente Popular para la Liberación de Palestina y el Partido del Pueblo Palestino, se reunió para analizar el modo de enfrentar y resistir la criminal agresión sionista contra nuestro pueblo y declaró lo siguiente:

Continúa el brutal ataque contra nuestro pueblo, aumenta el número de mártires entre niños, mujeres y ancianos y se multiplica, indiscriminadamente, el derrumbe de casas sobre sus habitantes, a la vez, continúa la resistencia palestina representada en la unidad popular, con la participación de todas las organizaciones y brazos armados. Saludamos a nuestro pueblo, saludamos a los aguerridos luchadores.

Hoy el pueblo palestino escribe una página de gloria que demanda lealtad y responsabilidad ante estos sacrificios, así como responder a la urgente necesidad de consolidar la Resistencia y unir sus filas para poder enfrentar al agresor.

Reiteramos, una vez más, nuestros llamamientos para solucionar la división interna y convocamos al dialogo nacional para recuperar la unidad. En el día de ayer hemos recibido, de los hermanos, Mahmoud Abbas, presidente palestino e Ismail Haniyeh, respuestas positivas en este sentido. Acogemos con beneplácito la aceptación y disposición de ambas partes al dialogo y la reconciliación y de hacer prevalecer las contradicciones con el enemigo sionista.

Es tiempo de sangre y sacrificio; no es suficiente repetir palabras; se requieren hechos concretos, un movimiento urgente y pasos precisos y serios, que conduzcan al inmediato y deseado dialogo unido.

A los hijos de nuestro aguerrido pueblo

Mientras que hoy escriben el más valioso ejemplo de resistencia y sacrificio los convocamos a:

1- Llevar a cabo la coordinación en el terreno a través de un puesto de mando unido entre los diferentes brazos armados, sin excepción, para que se logre organizar la resistencia de forma unida frente al agresor.

2- Crear comités populares en los campamentos y barrios, en las ciudades y aldeas, que incluyen en sus filas a todas de las fuerzas políticas, organizaciones de la sociedad civil y personalidades nacionales que deseen colaborar, para que estas estructuras sean las que organicen todas las formas de solidaridad y socorro para los necesitados.

3- Dichos comités tendrán la tarea de coordinar y mantener la comunicación con la UNRWA y las sedes municipales y otras instituciones oficiales con el objetivo de unir el trabajo y garantizar el alto nivel de solidaridad y apoyo requerido.

Saludo a nuestro aguerrido pueblo
Gloria a los mártires!!
Victoria a la Resistencia!!

Partido del Pueblo Palestino
Frente Popular para la Liberación de Palestina
Frente Democrático para la Liberación de Palestina
1° de enero del 2009

Brasil de Fato

Brasil de Fato - de 1º a 7 de janeiro de 2009 – edição 305


Onde não há utopia, não há futuro


ENTREVISTA Para dom Pedro Casaldáliga, somente a

construção de um mundo só (e não dois ou três ou quatro)

poderá salvar a humanidade. Segundo ele, é utopia, mas uma

utopia “necessária como o pão de cada dia”




Nilton Viana

da Redação


DOM PEDRO Casaldáliga tem sido uma voz firme na defesa de que, para o socialismo novo, a utopia continua. E esclarece: a utopia de que falamos, a compartimos com milhões de pessoas que nos precederam, dando inclusive o seu sangue, e com milhões que hoje vivem e lutam e marcham e cantam. Para ele, esta utopia está em construção, somos operários da utopia.

Mesmo convivendo com o “irmão Parkinson”, como ele mesmo define a doença de Parkinson – uma enfermidade neurológica que afeta os movimentos da pessoa, causa tremores, lentidão de movimentos, rigidez muscular, desequilíbrio além de alterações na fala e na escrita – carinhosamente respondeu às nossas perguntas. E, nesta entrevista ao Brasil de Fato, Casaldáliga fala do “absurdo criminal de constituir a sociedade em duas sociedades de fato: a oligarquia privilegiada, intocável, e todo o imenso resto de humanidade jogada à fome, ao sem-sentido, à violência enlouquecida”. Defende que, hoje, só a participação ativa, pioneira, de movimentos sociais pode retificar o rumo de uma política de privilégio para uns poucos e de exclusão para a desesperada maioria. E adverte: o latifúndio continua a ser um pecado estrutural no Brasil

e em toda Nossa América.


Brasil de Fato – Como o senhor tem visto a devastadora crise que já afeta todos os países e principalmente a classe trabalhadora?

Dom Pedro Casaldáliga – Com muita indignação e revolta; com uma sensação de impotência e ao mesmo tempo a vontade radical de denunciar e combater os grandes causadores dessa crise. Esquecemos fácil demais que a crise fundamentalmente é provocada pelo capitalismo neoliberal. Irrita ver governantes e toda a oligarquia justificando que as economias nacionais devam servir ao capital financeiro. Os pobres devem salvar economicamente os ricos. Os bancos substituem a mesa da família, as carteiras da escola, os equipamentos dos hospitais...

Eu estava comentando ontém [19 de dezembro] com uns companheiros de missão que a avalanche de demissões acabará justificando uma avalanche de assaltos, por desespero. Está crescendo cada dia mais o absurdo criminal de constituir a sociedade em duas sociedades de fato: a oligarquia privilegiada, intocável, e todo o imenso resto de humanidade jogada à fome, ao sem-sentido, à violência enlouquecida. Fecham-se as empresas, quando não conseguem um lucro voraz, e se fecha o futuro de um trabalho digno, de uma sociedade verdadeiramente humana.


Como o senhor analisa o papel dos movimentos sociais frente à atual conjuntura?

Já faz um bom tempo que, sobretudo no Terceiro Mundo (concretamente no nosso Brasil, na Nossa América), se vem proclamando por cientistas sociais e dirigentes populares que hoje só a participação ativa, pioneira, de movimentos sociais pode retificar o rumo de uma política de privilégio para uns poucos e de exclusão para a desesperada maioria. Os partidos e os sindicatos têm ainda sua vez; devem conservá-la ou reivindicá-la. Sindicato e partido são mediações políticas indispensáveis; mas o movimento social organizado, presente no dia-a-dia do povo, é sempre mais urgente, como uma espécie de “vanguarda coletiva”.


Diante deste cenário, na sua avaliação, quais são as alternativas para os pobres do mundo hoje?

A alternativa é acreditar mesmo que “Outro Mundo é Possível” e se entregar individualmente e em comunidade ou grupo solidário e ir fazendo real esse “mundo possível”. O capitalismo neoliberal é raiz dessa crise e somente há um caminho para a justiça e a paz reinarem no mundo: socializar as estruturas contestando de fato a desigualdade socioeconômica, a absolutização da propriedade e a própria existência de um Primeiro Mundo e um Terceiro Mundo, para ir construindo um só Mundo, igualitário e plural. Com frequência respondo a jornalistas e amizades do Primeiro Mundo que somente a construção de um mundo só (e não dois ou três ou quatro) poderá salvar a humanidade. É utopia, uma utopia “necessária como o pão de cada dia”. Onde não há utopia não há futuro.


No próximo mês de janeiro o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) completa 25 anos. O senhor, como incansável defensor dos camponeses pobres e inspirador do movimento, vê hoje a luta pela terra de que maneira?


O MST completa, então, seus 25 anos de luta, de enxada, de poesia, de profecia ao pé da estrada e da rua. Segundo muitos analistas o MST está sendo o movimento popular melhor organizado e mais eficaz “de fato”. Sabe muito bem o MST que “a terra é mais que terra”, e por isso está se volcando, pertinaz, esperançado, na conquista comunitária da terra, na educação de qualidade, na saúde para todos, numa atitude permanente de solidariedade, em colaboração gratuita e fraterna com todos os outros movimentos populares.


Que mensagem o senhor diria hoje para os milhares de trabalhadores e militantes do MST espalhados por todo o país?

Os 25 anos do MST são uma data a celebrar, dando graças ao povo da terra e ao Deus da terra e da vida, reafirmando os princípios que norteiam o objetivo e a prática do MST. Recordando a palavra de Jesus de Nazaré: “não podeis servir a Deus e ao dinheiro”; não podeis servir ao latifúndio e à reforma agrária. O latifúndio continua a ser um pecado estrutural no Brasil e em toda Nossa América.


O senhor tem dito que “Para um socialismo novo, a utopia continua”. Quais devem ser os caminhos (ou o caminho) para seguirmos na construção desse socialismo novo e garantir sempre que a utopia continue?

Que o MST continue a ser um abanderado desse “socialismo novo” e de uma verdadeira reforma agrária e agrícola, inserido na Via Campesina, na procura e no feitio de uma nova América. Que mantenha viva e produtiva de esperança a memória dos nossos mártires, sangue fecundo, os melhores companheiros e companheiras da caminhada. Que siga entrando, plantando, cantando, contestando, com aquela esperança que não falha porque tem inclusive a garantia do Deus da Terra, da Vida, do Amor.



“O latifúndio continua a ser um pecado estrutural

no Brasil e em toda Nossa América”

Pedro Casaldáliga, bispo emérito da Prelazia de São Félix do Araguaia


Operação Esforço Concentrado

Operação Esforço Concentrado efetua nove prisões e fiscaliza 13.880 veículos no RS
10/01/2009 15:36

A Secretaria da Segurança Pública, por meio da Brigada Militar, realizou nessa sexta-feira (09/01) mais uma edição da Operação Esforço Concentrado, que abrangeu 396 municípios gaúchos.
Durante as ações, desenvolvidas no período entre 12h e 18h, foram utilizados 1.231 servidores em 531 viaturas. Ao todo foram presas nove pessoas, sendo dois foragidos da Justiça, fiscalizados 13.880 veículos e um veículo recuperado que estava em ocorrência de furto e/ou roubo.

Confira os demais resultados da operação:

- Apreensões de armas: 01;
- Apreensões de CNH: 17;
- BO/COP elaborados: 26;
- Inspeções em bares: 132;
- Termos Circunstanciados – TC: 04;
- Veículos autuados: 436;
- Veículos recolhidos: 35;
- Estabelecimentos bancários fiscalizados: 384.

A Operação Esforço Concentrado têm por objetivo atuar na redução dos 12 indicadores de criminalidade, ocorrendo em dias e horários que não coincidam com as demais operações, e em locais de real ou potencial incidência dos indicadores, apurados por estudo estatístico continuado do Comando-Geral da Brigada Militar.

Fonte: PM3/BM

Casal Preso

Brigada Militar da Capital prende casal por tráfico de drogas
12/01/2009 11:23

Na madrugada desta segunda-feira (12/1), a Assessoria de Inteligência do 1° Batalhão de Policia Militar, da Capital, recebeu a informação de que na Rua Pinheiro Borda, bairro Cristal, havia um casal a espera de um táxi para deslocar ao centro.

No local, foi abordada uma mulher de 29 anos, portando 45 papelotes de cocaína, pesando aproximadamente 19 gramas. Seu companheiro, de 23 anos, ao visualizar os policiais militares, correu para sua residência e foi abordado e identificado, sendo localizado em seu poder quatro aparelhos celular sem procedência, R$ 555,00 em dinheiro, uma balança de precisão e uma sacola plástica com 5 quilos de uma substância em pó, de cor branca, substancia esta utilizada no preparo da droga. Foram conduzidos a 3ª DPPA, onde foram autuados em flagrante.

Fonte: Ascom BM

Tarde Esotérica

Tarde Esotérica = Boas Vindas!!! = 17.01.09 a partir das 14 hrs entrada: 1 kg de ração (para cachorro ou gato)Local: Espaço Viver AlternativoEndereço: Rua Ivaí, 162 - Tatuapé - São Paulo - SP (próximo ao metrô Tatuapé / travessa da Av.Celso Garcia)Programação:14:00- Abertura da Tarde de Palestras14:45- Bruxaria Italiana: diferentes visões de um caminho ancestral, comPietra di Chiaro Luna16:30- Abrindo a mente para outras dimensões, com David Ramadar18:15- Encantaria Mitológica - Hefesto: O Ártifice dos Deuses - com Lord A.: - participação especial: David Ramadar*Exposição de arte / artesanatopinturas, camisetas, jóias artesanais, livro das sombras, instrumentos mágicos e arte com couro e metal.*Binha Martins e Felipe Ruído com produtos Grande Arte*David Ramadar com Objetos Místicos contatos:email: contatos@viveralter nativo.com. brfone: (11) 3297-1715 sites:http://www.ruido. art.brhttp://www.grandear te.art.brhttp://www.viveralt ernativo. com.bracompanhe agenda de eventos pagãos:http://www.grandear te.art.br/ grandearte/ estudos_eventos. html<<<>>>

Liberdade Religiosa

Dia 21 de Janeiro – Dia Nacional de Mobilização Contra a Intolerância Religiosa e o RS Berço do Racismo e da Intolerância não pode ficar na inércia
A Marcha está crescendo, ganhamos apoio da CEUCAB-RS, AFRORITO, AFROBRAS, FUNDAÇÂO MOAB CALDAS, Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa, Gabinete da Vereadora Sofia Cavedon –PT-RS.
Precisamos colocar nas Ruas de Porto Alegre um número expressivo de Babalorixas, Iyalorixas, Omorixas e simpatizantes, bem como agregar outras religiões que pactuam do nosso mesmo sentimento de que “um mundo com tolerância e respeito é possível”.
Uma violência histórica foi impetrada contra o nosso povo, e esta é irreparável. Impuseram-nos uma religião, arrancaram os nossos nomes africanos colocando nomes cristãos, que nada tem a ver com nossa cultura e tradição, depois nos proibiram de entrar nas igrejas (tínhamos que ficar amontoados às portas). Proibiram nossa manifestação religiosa e fé e nossas práticas à Luz do dia, e agora, querem nos tirar a noite. Arrancaram-nos da nossa Pátria, tiraram-nos de nossas terras, e até hoje, nos negam o direito a territorialidade. Chega “deles” decidirem!
FORA RACISMO! FORA INTOLERANCIA RELIGIOSA! VIVA O ESTADO LAICO!VAMOS TOCAR TAMBOR, E A HORA É AGORA!
Dia 21 de janeiro acontecerá em Porto Alegre a I MARCHA ESTADUAL PELA LIBERDADE RELIGIOSA E PELA VIDA, e você tem que estar nela.
Quem tem ORI não Baixa a Cabeça!!!!
Baba Diba de Iyemonja
CEDRAB-RS – Congregação em Defesa das Religiões Afro Brasileira do RS