Anuncie em Nossa Revista de Classificados

Anuncie em  Nossa Revista de Classificados
Para Porto Alegre RS

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Arquivo

Notícias do NPC


Curso Anual do NPC

Circula nesta quarta-feira, dia 20, edição especial do BoletimNPC com bons momentos do 12º Curso Anual do NCP, realizado nos dias 30/11 e 1,2 e / 12, no Rio de Janeiro. Seu tema central foi: “A fusão da mídia com o Estado e os limites da indústria de manipulação das consciências”.



Curso de Comunicação Comunitária

Com o apoio do Sindicato dos Petroleiros do Rio de Janeiro e do Ceris, o NPC realizou, em 2006, o seu II Curso de Comunicação Comunitária. Participaram como monitores Beto Novaes, Claudia Santiago,  Mário Camargo, Maurício Campos, Paulo Alentejano, Stela Guedes, Sérgio Domingues e Vito Giannotti. Em janeiro, o NPC vai promover um encontro do grupo para apresentar o jornal e o vídeo produzido pelos alunos.


Sindicatos começam a montar sua DVDteca popular e sindical
Durante o 12º Curso Anual do NPC foi inaugurada a criação de trinta DVDtecas de documentários produzidos pelos movimentos sindical e popular. A iniciativa é parte do projeto “Artes e Histórias para Contar”, executado pelo NPC, com o patrocínio da Eletrobrás, através da Lei Rouanet. Os filmes que compõem a videoteca foram selecionados entre os mais de 300 documentários pesquisados pelo NPC, no ano de 2006, e que comporão um catálogo a ser lançado em 2007.

Com este trabalho, o NPC quer, além de divulgar a produção existente, estimular os sindicatos e movimentos sociais a criarem a sua DVDteca para uso em seus programas de formação, documentação e memória. Por isso, pedimos autorização aos produtores das obras para montar um pacote de DVSs sobre temas variados e vendê-lo, ao preço de custo, para 30 organizações.  
Ainda há disponível dez pacotes com os filmes selecionados. 
No começo do ano que vem colocaremos à disposição trinta novos conjunto de dez filmes.
Na página www.piratininga.org.br há uma listagem ainda incompleta de documentários que jáforam resenhados. Quem quiser adquiri-los precisa entrar em contato com os autores e
produtores.  
Para Vito Giannotti, coordenador do projeto,”essas DVDtecas, com trinta vídeos iniciais, têm como função dar o gosto para cada movimento passar a usar a riqueza de recursos visuais que existem e são pouco aproveitados". 


A Comunicação que queremos


Intervozes lança “Vozes da democracia - Histórias da Comunicação na Redemocratização do Brasil”
O Coletivo Intervozes e a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo lançam nos dias 18, em São Paulo, e no dia 19, em Brasília, o livro “Vozes da Democracia – Histórias da Comunicação na Redemocratização do Brasil”. Em São Paulo será na Livraria Imprensa Oficial – Casa das Rosas (Av. Paulista, 37) e em  Brasília no auditório da CUT-DF ( Conic - Setor de Diversões Sul - Edifício Venâncio 5, Subsolo).
A publicação é licenciada pelo Creative Commons (o que permitirá, entre outros usos não comerciais, seu download pela Internet). Ela fala do fortalecimento da comunicação comunitária, da volta da liberdade nas redações, da multiplicação de veículos de informação populares, alternativos e independentes. Também conta a história de iniciativas, movimentos e atores relacionados à construção de políticas democráticas de comunicação.
São 23 textos, pesquisados e escritos por 32 repórteres, de Porto Alegre ao Vale do Juruá, no Acre, que incluem depoimentos, entrevistas e relatos de ações de resistência coletados em todas as regiões do país – a grande maioria até hoje restritos ao espaço local de sua incidência histórica. Entre eles estão a história do “Coojornal”, de Porto Alegre; do jornal “Posição”, do Espírito Santo; da rádio “Papa Goiaba”, do Rio de Janeiro; do jornal “Fifó”, de Vitória da Conquista; do “Jornal da Cidade”, de Aracaju; da “Coojornat”, de Natal; do “Porantim”, de Brasília; do “Jornal Pessoal”, de Belém.
Outras informações com Antônio Biondi – (11) 7488-5449; Diogo Moysés – (11) 9402-0661 e  Aloisio Milani – (61) 8116-9141. www.intervozes.org.br



Cineclube Sindipetro-RJ: um dos vários cine-clubes nascidos em sindicatos em 2006

Segunda-feira ao Sol
O filme “Segunda-feira ao Sol” será exibido nesta terça-feira, 19, no Sindicato dos Petroleiros do Rio de Janeiro.  Trata do drama de estivadores desempregados em uma cidade costeira no norte da Espanha. A vida desses homens começa a desmoronar com o fechamento do estaleiro. Vencedor de vários prêmios internacionais: 4 Kikitos no festival de Gramado e 4 Prêmios no Festival de San Sebastian. É um filme comovente. A direção é de Fernado Leon de Aranoa e tem no elenco Javier Barden.
A criação de cineclubes em sindicatos ganhou fôlego no ano de 2006. Além do Sindipetro-Rio de Janeiro temos notícias de que eles também passaram a existir no Sindicato dos Trabalhadores da Justiça Federal em Minas Gerais e também no do Rio de Janeiro, dos Trabalhadores do Banco Central, do Sindpd-Rio de Janeiro, dos jornalistas do Rio de Janeiro e dos Trabalhadores da Educação Pública de Sergipe (Síntese).


De Olho Na Mídia


Morre Pinochet, mas a grande mídia garante sua sobrevivência nas consciências de milhões
Um dos maiores canalhas da raça humana está morto. Foi cedo. Augusto Pinochet deveria ter sobrevivido para pagar por seus crimes. Como disse Hebe Bonafini: "Não deveria ter morrido na cama, mas numa cela".  
É terrível que não tenhamos conseguido fazer isso acontecer. Mais terrível que isso, é a cara-de-pau da grande mídia em relação ao assunto. Acontece que 9 entre 10 comentaristas, articulistas e outros ditos "especialistas" mal conseguem disfarçar sua admiração. Não é que elogiem a obra do ditador sanguinário, responsável pela morte de cerca de 3 mil pessoas e tortura de outras dezenas de milhares. Não. Eles fazem pior. Conseguem separar o terror político de Pinochet, de sua "obra econômica". Afinal, o carrasco chileno implantou o neoliberalismo antes de todos os governos latino-americanos. É certo que fez coisas feias ao usar a repressão e a censura, dizem eles. Mas acertou ao "modernizar" e "liberalizar" a economia. A prova, afirmam, é que todos os governos "democráticos" depois de Pinochet mantiveram seu modelo econômico.

É verdade. E isso está acontecendo na grande maioria dos outros países, que saíram de ditaduras. Também neles, os governos que sucederam ditadores carrascos mantiveram a receita econômica
neoliberal. Nem por isso, há menos ditadura. E violência, mortes... e até tortura. 

A diferença é que a ditadura agora é a da grande mídia. Primeiro vieram a violência bruta, a tortura e as prisões. Depois foi a vez do desemprego, terceirizações e cooptação de pelegos reciclados. Medidas que enfraqueceram sindicatos e os meios de defesa dos trabalhadores,
como as greves. Finalmente, chegou a vez da disputa das consciências.

São os jornais, revistas, os telejornais, e até novelas e filmes martelando dia e noite. Afirmando a impossibilidade de haver alternativas. Fora do neoliberalismo, não existe mais nada, dizem
eles.

A verdade é que a ditadura de Pinochet e a ditadura do FMI, com seus fiéis representantes na grande maioria dos governos, têm tudo a ver.
Ambos continuam fazendo vítimas em larga escala. Principalmente, entre os pobres e não-brancos. Conseguiram combinar a violência das delegacias e quartéis com a violência do desemprego, da fome e da desigualdade social. E se as mortes e torturas continuam para os mais
pobres, é porque eles perderam a batalha pela sobrevivência. Ficaram pelo caminho porque não são capazes de se empregar e de consumir. É a lei da selva.

Pinochet se foi. Mas, hoje, há um pouco de Pinochet em muitos dos cidadãos comuns. E isto é obra da grande mídia.
                                                                                  (Por Sérgio
Domingues) 

(leia em nossa página, o último discurso de Salvador Allende:( www.piratininga.org.br)





Força das pequenas tiragens

Professor gaúcho atesta o crescimento da influência de CartaCapital no ciberespaço  
Uma animadora análise do impacto desta revista na web durante o mês de outubro foi postada na quarta-feira 6 de dezembro, pelo professor gaúcho de Filosofia César Schirmer dos Santos em seu blog Animot (http://animot.blogspot.com).  
Schirmer dos Santos, autor do ensaio Mente e Ciberespaço na coletânea Trabalho, Economia e Tecnologia, recorreu ao Google Trends, ferramenta capaz de aferir o volume de quaisquer buscas por período, para comparar o volume de buscas das expressões “Veja”, “Isto É” e “CartaCapital” em outubro de 2006, tanto o de buscas gerais quanto o de referências nas notícias publicadas.  
Em 27 de outubro (seta verde), quando nossa capa foi “Contribuições ao dossiê da mídia”, a quantidade de referências em notícias foi igual para as três expressões, apesar das diferenças de tiragem. Se houve viés na pesquisa, é em favor da concorrência, pois “Veja” e “Isto É” podem ser muitas coisas além de nomes de revistas, enquanto “CartaCapital” é inequívoca. Nas buscas gerais, pode-se também notar, “CartaCapital” é bem mais consultada que “IstoÉ”. Conclusão do professor: “Dado o impacto, a força e a credibilidade das reportagens de CartaCapital, acho que não é exagerado dizer que, naquele momento, se disseminou a percepção hoje minimamente estabelecida, ao menos entre os brasileiros freqüentadores da web, de que a grande mídia está sob suspeita. Se há comunicação entre a webosfera e a sociedade brasileira em geral, como parece ser o caso, então é possível que tal percepção esteja se disseminando pela sociedade como um todo. Moral da história: ao fazer o mal, a grande mídia não imaginava que havia por perto profissionais sérios para denunciar suas práticas reprováveis, e se deu mal”.  
Não se subestime o poder das pequenas tiragens. O manifesto de Lutero e o testamento de Getulio fizeram história com só um exemplar. Sem web para ajudar. (Carta Capital, 423)







Em boa hora

Na noite da quinta-feira 7, o jornalista Mino Carta, diretor de redação da revista CartaCapital, recebeu o Prêmio Imprensa Estrangeira de 2006, como Jornalista do Ano, concedido pela Associação dos Correspondentes de Imprensa Estrangeira.  
A premiação chega em boa hora. Durante a cerimônia, no Hotel Caesar Park, no Rio de Janeiro, Mino Carta se disse “honrado e consolado” com a distinção e lembrou que ela chegava num momento em que a revista é “atingida por flechas” disparadas contra as posições editoriais assumidas antes e durante a crise política e ao longo da campanha presidencial.  
Lula, mais uma vez, recebeu manifestação de apoio de CartaCapital. Uma decisão, inédita no Brasil, mas absolutamente comum na imprensa, notadamente aquela do chamado Primeiro Mundo.  
Tomada a decisão editorial, ela foi anunciada francamente aos leitores. Baseada em princípios e crenças, a opção botou a revista na contramão do trajeto seguido por quase toda a imprensa nativa, que, como faz tradicionalmente, escondeu suas preferências e simpatias políticas atrás do falso biombo da isenção e da objetividade.  
A premiação reconhece o trabalho individual de Mino Carta e leva em conta, sem dúvida, o debate que CartaCapital estimulou ao denunciar o comportamento da mídia durante a crise e ao longo da campanha eleitoral de 2006. (Carta Capital, 423)







De Olho Na Vida


Maior jornal espanhol diz que congressistas brasileiros são os mais bem pagos do mundo

O aumento no salário de deputados e senadores brasileiros, aprovado na quinta-feira, dia 14, consolida os congressistas brasileiros como "os mais bem pagos do mundo", segundo reportagem publicada na sexta-feira, dia 15, no maior diário espanhol El País. O diário argentino La Nación também tratou do tema, dizendo que "os legisladores brasileiros tornaram realidade o sonho de um grande aumento salarial, mas somente para eles. De acordo com a Radiobrás, com o aumento de salário, parlamentar passa a custar até R$ 114 mil mensais (www.radiobras.gov.br).




Imagens da Vida


O Outro Lado do Rio São Francisco

Velho Chico
Foto: João Zinclar
A foto está na exposição “O outro lado do rio São Francisco”, em cartaz no Museu da Imagem e do Som (MIS), em Campinas. A exposição permanecerá aberta até o dia 31 de janeiro de 2006.  O MIS fica na rua Regente Feijó, nº  859 (Palácio dos Azulejos), centro, em Campinas. O Sindicato Químicos Unificados de Campinas e região é um dos patrocinadores deste trabalho do fotógrafo João Zinclar.












 
Amazônia: comunicação em debate
Sob os olhos estrangeiros, a imagem do Brasil é sintetizada em: carnaval, bunda, samba, futebol e corrupção. A Amazônia seria, sob este olhar, uma imensa floresta isolada do planeta inundada de índios e bichos de toda ordem. Terra marcada por massacres de sem terra, trabalho escravo e desmatamento. Um lugar sem lei. Em certa medida o olhar contempla a região como imenso almoxarifado. Uma eterna fonte de riquezas. Uma periferia dentro da periferia. O lugar do exótico.
No sentido de debater tais questões, ocorreu entre os dias 1 a 3 de dezembro, em Belém, no auditório da Universidade da Amazônia (UNAMA), o seminário Comunicação e responsabilidade na Amazônia. A iniciativa foi da CNBB e da Pastoral de Comunicação.  Um dos objetivos, segundo material de divulgação, é o tratamento mais fiel dos fatos que ocorrem na região.  
Informações sobre o encontro e seus desdobramentos: (91) 3223 6004 ou 3236 0423, pascomn2@conectus.com.br,veramba@conectus.com.br.

Silvio Tendler vence Festival de Cinema de Brasília
O público elegeu "Encontro com Milton Santos ou O Mundo Global Visto do Lado de Cá", do cineasta Silvio Tendler, o melhor filme da 39ª edição do Festival de Cinema de Brasília. Em 2003, Tendler já havia levado o mesmo prêmio com "Glauber, o Filme: Labirinto do Brasil".   
"Encontro com Milton Santos..." é um documentário sobre o geógrafo brasileiro tido como um dos maiores intelectuais do País. Tinha trabalhos em que rediscutia a globalização dentro do espaço geográfico e em 1994, recebeu o prêmio Vautrin Lud, considerado o "Nobel" da geografia.   
Silvio Tendler dirigiu também  "Os Anos JK - Uma Trajetória Política" (1980); "Jango" (1984); "Castro Alves - Retrato do Poeta" (1990), entre outros.  
Organizações assinam termo de apoio à instalação das rádios comunitárias em SP
Mais de 15 entidades da sociedade civil assinaram nesta sexta-feira (8) um termo de apoio à instalação das rádios comunitárias no município de São Paulo. Uma das intenções expressas no documento, denominado “Compromisso de Honra”, é colaborar com as rádios em assessoria jurídica, técnica e de gestão. No termo, firmado por entidades como a Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Intervozes, Sindicato dos Jornalistas, União Brasileira dos Escritores e Associação Brasileira da Música Independente, é assumido também o compromisso de cooperar para a auto-suficiência das rádios comunitárias a serem instaladas na cidade. (Agência Brasil, 09/12/2006).  
Lançada rede que permitirá a televisões universitárias compartilhar programas
As televisões universitárias de todo país poderão, a partir de agora, compartilhar seus programas. Por meio da Rede de Intercâmbio de Televisão Universitária (RITU), lançada hoje (13) em Brasília, as instituições de ensino superior, reunidas na Associação Brasileira de Televisão Universitária (ABTU), poderão trocar programas de TV por meio de um sistema desenvolvido pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNT). A troca será feita usando internet de alta velocidade. Brasil, (Agência Brasil, 13/12/2006)  
Ministério da Integração e Radiobrás inauguram rádio na Amazônia
Moradores da região do Alto Solimões, na Amazônia, ganham hoje (15) a primeira rádio AM Mesorregional. A emissora atinge nove municípios, com cerca de 200 mil habitantes, que por estarem distantes dos grandes centros, recebiam apenas sinais de rádio da Colômbia e do Peru. O objetivo da nova emissora é permitir o acesso à informação e valorizar o que a região tem a dizer. “Existe na população dessa região um forte espírito brasileiro. Mas o fato de não existir um meio de comunicação que traga informação do Brasil para a região ou da região para o Brasil faz com que essas pessoas se sintam esquecidas. Esse projeto, além de dar voz, ele valoriza o que a região tem a dizer”, explicou a diretora do Departamento de Comunicação na Região Alto Solimões, Sofia Hammoe. (Agência Brasil, 15/12/2006)  
Ato político-cultural: 30 anos do Massacre da Lapa A Fundação Perseu Abramo promove na terça-feira, dia 19/12, às 19h, no Sindicato dos Jornalistas de São Paulo  um ato político-cultural para refletir sobre os 30 anos do Massacre da Lapa. Na ocasião será lançado o livro Massacre da Lapa: Como o Exército liquidou o Comitê Central do PCdoB — São Paulo, 1976, de autoria do jornalista Pedro Estevam da Rocha Pomar. O Sindicato fica na Rua Rego  Freitas 530 – s/l, Vila Buarque/São Paulo.


Lançamento de livro sobre Candomblé no Pelourinho
No dia 20 de dezembro, às 18h, na Galeria Solar Ferrão (Rua Gregório de Mattos, nº 45, Pelourinho) haverá o lançamento do livro “Candomblé, Tradição e Mudança”, do autor Julio Braga, diretor geral do Instituto do Patrimônio Artístico Cultural de Salvador (IPAC).

Instituto Mídia Étnica de Salvador completa um ano
Para contribuir com a luta contra o racismo e pela inserção da população negra nos meios de comunicação foi criado, em 2005, o Instituto Mídia Étnica. 
Entre as realizações, em um ano de existência, estão: Beijaço e Campanha Publicitária “Neste dia 12, Beije seu preto ou sua preta”; o Cyber-Aruá, projeto de inclusão digital e de cobertura do 20 de Novembro de 2005; Projeto “Nesta Copa Eu também sou África”; ações de mídia no Observatório da Discriminação Racial, durante o Carnaval 2006; disciplina Mídia e Etnicidades, na Faculdade de Comunicação da Ufba, em parceria com a direção da Facom / Ufba; festa Kizomba, além de debates, seminários, cursos de vídeo e assessoria de imprensa para importantes eventos como a II CIAD, a Conferência Regional das Américas (Brasília) e a IV COPENE. 
O Instituto Mídia Étnica é formado por jovens afrodescendentes, estudantes das diversas áreas da comunicação social, como jornalismo, publicidade, cinema, design, além de jornalistas e publicitários recém formados. São negros e negras que reúnem os conhecimentos acadêmicos aos valores apreendidos nas militâncias política, comunitária e estudantil, para trabalharem em prol da reparação nos meios de comunicação. (Texto do próprio Instituto)


Proposta de Pauta


Grito dos Excluídos no Dia Internacional dos Imigrantes
Neste 18 de dezembro, Dia Internacional do Imigrante, o Grito dos Excluídos se solidariza com as manifestações mundiais dos imigrantes que lutam por "trabalho, justiça e vida" e por uma cidadania universal - um mundo sem fronteiras!! 
Secretaria Continental do Grito dos Excluídos
(A Carta dos imigrantes no Dia Mundial do Imigrante está em nossa página:
ww.piratininga.org.br )




Novas entrevistas em nossa página


Entrevista com Laurindo Leal: TV vende os olhos da sociedade para o anunciante Por Rosângela Gil - O professor de Comunicação da Escola de Comunicação e Arte da USP (Universidade de São Paulo), Laurindo Leal Filho, participou do curso anual do NPC, realizado de 30/11 a 3/12, no Rio de Janeiro. Para ele, é fundamental a criação, no Brasil, de órgãos reguladores das concessões públicas de televisão. Laurindo Leal Filho foi um dos debatedores da mesa “Uma leitura crítica da comunicação: como a televisão pode se tornar um serviço público”, junto com Joaquim Palhares, da Agência Carta Maior.(02.12.2006).




Democratização da Mídia 


Vozes na TV estréia dia 30 falando de Direito à Comunicação

No último dia 30 de novembro, entrou no ar o programa Vozes na TV, uma produção do Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social para a AllTV ( www.alltv.com.br). O programa, segundo seus idealizadores, pretende ser um espaço de debates sobre o Direito à Comunicação, a Democratização da mídia no Brasil e sua importância para a construção de uma sociedade mais igualitária. Que também abrir espaço para que movimentos e ativistas ocupem a rede para falar da sua luta e debater sobre como a concentração da mídia e as políticas precárias de comunicação no Brasil interferem na efetivação e garantia destes direitos no país.
O Vozes na TV é semanal e tem uma hora de duração. Será exibido sempre ao vivo, às quintas-feiras, das 16h às 17h. Informações: Bel Mercês - (11) 8202-0981 / Daniele Ricieri - (11) 9647-5233/ Michelle Prazeres - (11) 8558-0331.



Folha adota "padrão Veja" de jornalismo

Luiz Antonio Magalhães - O problema todo é que o jornal da família Frias está em campanha: enquanto os caraminguás oficiais que "ajudam a bancar" a Folha, o Agora, o UOL e demais operações do Grupo não estiverem garantidos e carimbados para 2007, Lula vai penar nas mãos dos diligentes responsáveis pelo fechamento da primeira página da Folha.
(Publicado originalmente no Correio da Cidadania)



Grande mídia usa as estórias do povo a seu favor. Sobre a revista “Sou + Eu”, da Abril

Por Sérgio Domigues. A editora Abril acaba de lançar a revista “Sou + Eu”. Diz que é uma revista semanal “totalmente feita pelos leitores”. A Globo já vem fazendo algo parecido com “Retrato Falado”, exibido no “Fantástico”. Querem passar a ilusão de que a mídia pode ser democratizada sem mexer nos monopólios que a controlam. (Novembro/2006)



E Tv sob controle

Por Ana Paula Alencar e Eliane Del Gaudio. Em uma coletânea de artigos, o jornalista e professor da USP Laurindo Lalo Leal Filho amplia o debate sobre a qualidade da televisão brasileira e mostra como a sociedade vem se mobilizando para exercer o controle democrático sobre a TV. (Dezembro/2006)




Miriam Leitão, a controladora-geral da República Paulo Henrique Amorim. Os americanos têm uma frase muito interessante sobre o que diz um leitor ou espectador, diante desse problema: “Give me the facts. I’ll provide the opinion” – você, jornalista, me dá os fatos que eu entro com a opinião.(07.12.2006)


Os jornais e os Operários
Por Antonio Gramsci ­- É a época da publicidade para as assinaturas. Os diretores e os administradores dos jornais burgueses arrumam as suas vitrines, passam uma mão de tinta pela tabuleta e chamam a atenção do passante (isto é, do leitor) para a sua mercadoria.
 (Texto publicado em 1916 e aqui reproduzido a pedido do site www.fazendomedia.com)



Xama e atensão

Por Carlos Heitor Cony. Não sou pela correta grafia das palavras nem pela gramática correta; ambas são convenções. (27.11.2006) Por Laura Mattos e Fabiane Leite (FSP). A maneira como "Páginas da Vida", novela das oito da Globo, iniciou a abordagem sobre a Aids nesta semana gerou duras críticas do Ministério da Saúde, da Sociedade Brasileira de Infectologia e de ONGs que defendem portadores do HIV. O personagem soropositivo entrou na história no capítulo da última segunda-feira. O principal problema apontado pelas entidades é o fato de o médico Diogo (Marcos Paulo) ter dado a ele o diagnóstico sem antes realizar o teste do HIV, com base apenas na aparência do paciente -magro, abatido e com manchas na pele- e num exame clínico superficial. (16.12.2006)


Abordagem da Aids em novela é criticada Por Laura Mattos e Fabiane Leite (FSP). A maneira como "Páginas da Vida", novela das oito da Globo, iniciou a abordagem sobre a Aids nesta semana gerou duras críticas do Ministério da Saúde, da Sociedade Brasileira de Infectologia e de ONGs que defendem portadores do HIV. O personagem soropositivo entrou na história no capítulo da última segunda-feira. O principal problema apontado pelas entidades é o fato de o médico Diogo (Marcos Paulo) ter dado a ele o diagnóstico sem antes realizar o teste do HIV, com base apenas na aparência do paciente -magro, abatido e com manchas na pele- e num exame clínico superficial. (16.12.2006)

Luta estudantil marca cursos de Comunicação do Sudeste
Da Redação do Comunique-se. Buscando realizar um panorama do ensino do Jornalismo no País, o Comunique-se publica agora a terceira de uma série de cinco reportagens, onde aborda os cursos de graduação através da visão dos maiores interessados – os próprios alunos. Nesta edição a região escolhida é o Sudeste e, coincidência ou não, as três instituições públicas cobertas – USP, UFES e UFMG – tiveram grandes protestos estudantis no ano de 2006. Além delas, Unasp e PUC-Rio também tiveram seus prós e contras apontados. (17.12.2006)

Debate aberto
A Radiobrás no governo Lula
Por Bernardo Kucinski. A Constituição determina que o país deve ter um sistema de comunicação com três eixos: público, privado e estatal. Mas hoje temos uma comunicação dominante de caráter privado de má qualidade, uma comunicação pública débil e fragmentada, e uma comunicação estatal que ficou com vergonha de ser estatal. (24.11.2006) 
A Radiobrás, o jornalismo e o futuro da comunicação pública
Por Rodrigo Savazoni
. Na visão de nossa equipe, o debate sobre a Radiobrás permite contar como foi reestruturar uma empresa que não tinha, ao final de 2002, clareza de seu papel na sociedade. Quatro anos depois, podemos afirmar que a Radiobrás é uma empresa de jornalismo que trata a informação como um direito do cidadão.(28.11.2006)








Expediente



Boletim do NPC
Rua Alcindo Guanabara, 17, sala 912 - CEP 20031-130
www.piratininga.org.br / npiratininga@uol.com.br

Coordenador: Vito Giannotti
Edição: Claudia Santiago (MTB.14.915)
Colaboraram nesta edição: Bia Barbosa (SP), Bruno Zornitta (RJ), Cristina Braga (RJ), Guilherme Marques Soninho (RJ), Luisa Souto (RJ), Marcus Vinícius (RJ), Mario Camargo (RJ), Nádia Gebara (SP), Reginaldo Moraes (SP), Sérgio Domingues (RJ) e Rogério Almeida (PA). 
Web-designer: Gustavo Barreto e Cris Fernandes.


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Sim