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Para Porto Alegre RS

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Inter de Lages SC

Caros, 
Reiteramos a importância de ampla divulgação da promoção de ingressos, dado o caráter de utilidade pública do tema. O clube quer que o máximo de pessoas possível tenha acesso à promoção, que será realizada entre quinta e sábado desta semana.
Obrigado e bom trabalho a todos.

Inter fará ampla promoção de ingressos para o jogo contra o Caxias
A torcida pediu, e o clube atendeu: o jogo Inter de Lages x Caxias, no próximo dia 31, às 11h, em Lages, terá uma ampla promoção de ingressos. Dessa vez, ela será aberta tanto a sócios quanto a não-sócios.
Saiba como será a promoção e não perca as datas:
NÃO-SÓCIOS
1. Como será: todos pagam meia-entrada nos setores popular, descoberta e coberta. A promoção será realizada enquanto durarem os estoques.
2. Valores: R$ 10 (popular), R$ 15 (descoberta) e R$ 30 (coberta).
3. Vendas: APENAS para quem comprar COM ANTECEDÊNCIA na loja do clube (Serra Shopping). Máximo de CINCO ingressos por pessoa.
4. Prazo: de quinta-feira a sábado DESTA SEMANA (21 a 23/7), das 10h às 18h. No sábado, a loja fecha às 17h. O prazo NÃO SERÁ PRORROGADO.
SÓCIOS
1. Como será: sócios das COBERTAS poderão ver o jogo no setor das CADEIRAS. A carga será limitada aos primeiros 200 sócios que forem retirar seu ingresso.
2. Valores: sem custo. Basta que o sócio apresente sua carteirinha no momento da retirada do ingresso (a carteirinha ficará com a secretaria do clube e será devolvida na loja a partir do dia seguinte ao da partida).
3. Vendas: não haverá vendas. Basta estar com as mensalidades em dia. Máximo de um ingresso para cada sócio (por causa da limitação de espaço do setor).
4. Prazo: entre segunda e terça-feira da SEMANA QUE VEM (dias 25 e 26/7), das 10h às 18h, na loja do clube (Serra Shopping).

A pedido da torcida, Inter x Caxias será às 11h
As datas e horários dos confrontos entre Inter de Lages e Caxias, pela segunda fase da Série D do Campeonato Brasileiro, foram anunciados pela CBF nesta terça-feira. O primeiro jogo será neste domingo, às 15h, no Estádio Centenário. Na volta, marcada para o dia 31 no Vidal Ramos Júnior, os times se enfrentarão às 11h.
O horário da partida em Lages foi solicitado pelo Inter à CBF depois de duas enquetes realizadas pelo clube com seus torcedores. Por meio de seus canais oficiais no Facebook e no Twitter, o Colorado Lageano recebeu manifestações de torcedores sobre o horário depois do confronto contra o São Paulo de Rio Grande, o primeiro do Inter a ser realizado às 11h.
Mais de 80% dos votos colhidos pelo clube foram favoráveis ao novo horário. Os argumentos dos torcedores incluíram, entre outros pontos, o fato de o sol não atrapalhar a visão de quem está na arquibancada coberta - o que ocorre nos jogos às 16 - e a possibilidade de o domingo ficar livre para outros compromissos após a ida ao jogo.
Ao todo, o Inter recebeu 202 votos nas duas enquetes. Elas foram realizadas ao longo da última semana, receberam 445 curtidas e tiveram um alcance total de 10.461 internautas.

NOS ANEXOS:
- O mascote Leão Baio em ação no Tio Vida (Foto: Gabriel Machado)
- Time e torcida comemoram o terceiro gol no jogo Inter 3 x 0 São Paulo, realizado às 11h (Foto: Zé Rabelo)
 
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Inter de Lages
Imprensa

www.interdelages.com.br

O Neoliberalismo

“O neoliberalismo baseia-se em políticas sociais penais”. Entrevista com Vera Malaguti Batista

Malaguti analisa os mecanismos através dos quais o regime neoliberal desmonta o Estado de Bem-Estar Social e promove a criminalização da política e “discursos do medo” para exercer o controle social.

A obsessão social com a violência criminal, as políticas repressivas, a persistência cultural do colonialismo, o controle social e o neoliberalismo são os principais caminhos que a socióloga brasileira Vera Malaguti Batistaexplora em O Medo na Cidade do Rio de Janeiro: Dois tempos de uma história (Revan, 2003), seu livro publicado pela editora da Universidade Nacional de San Martín. Embora seu trabalho se concentre no Brasil, suas reflexões estendem seu alcance às sociedades latino-americanas. “O neoliberalismo baseia-se em políticas sociais penais: dissolve o Estado de Bem-Estar Social e desenvolve um tratamento da pobreza a partir da política penal”, diz nesta entrevista ao Página/12.
A entrevista é de Javier Lorca e publicada por Página/12, 18-07-2016. A tradução é de André Langer.
Eis a entrevista.
Por que a violência criminal é uma das grandes preocupações das sociedades contemporâneas, ao menos na América Latina?
Penso que é uma maneira clara de exercer o controle social sobre os setores populares, criminalizando as estratégias de sobrevivência dos pobres. No período neoliberal, um período com muita pobreza e desemprego, a criminalização foi uma estratégia muito eficaz, inclusive para a criminalização da esquerda. Nilo Batista diz que o criminal é um fetiche, porque encobre a conflitividade social que há por trás. Esta foi uma estratégia tão eficaz que, hoje, no Brasil vemos uma criminalização da política. A criminalização se constituiu no principal eixo político. Já não se discute um projeto de país.
O que você chama de “discursos do medo” e como os caracteriza?
O discurso do medo geralmente é impulsionado por aqueles que estão mais protegidos. Quando se olha as estatísticas da violência, ao menos no Brasil, a gente que mais morre é aquela de que se tem mais medo. O perigo, a possibilidade de sofrer violência, está muito mais em zonas como as favelas que nos bairros mais ricos. Mas são esses setores sociais mais ricos que estão por trás de um discurso de longa duração que transformou o povo em um “grande outro”.
Essa estratégia tem uma origem europeia. Começou com a colonização, é um discurso contra o povo, das minorias, das populações originárias e afrodescendentes. Os discursos do medo se agravam sempre que há protagonismo popular. Constrói-se uma subjetividade que acredita que o protagonismo popular vai provocar o caos, a desordem. No Brasil, isso é muito forte, por um enfrentamento entre a ordem colonial, branca, e o vasto mundo dos povos originários e afrodescendentes.
Civilização ou barbárie.
Exatamente. E essa é uma estratégia que sempre é reconstruída quando há uma disputa política em que as forças populares podem alcançar o poder. O medo do caos, dos sujos, dos imorais, é uma construção de longa tradição histórica; não é algo que acontece somente desde os anos 90.
Qual é o atrativo dos discursos do medo? Por que conseguem adesão social e não apenas entre os setores acomodados?
Em momentos sociais complexos, é atraente identificar o perigo do lado de fora e atribuí-lo a alguém. Além do papel que os meios de comunicação cumprem, a política criminal de drogas imposta pelos Estados Unidos exerce um papel fundamental, é também uma forma de educação. Por exemplo, construiu a figura do narcotraficante como um grande inimigo. Mas, quando se observa o comércio no varejo de drogas, nota-se que é protagonizado por jovens sem nenhum tipo de organização. Mas esse discurso faz com que se constitua um sistema de controle dos bairros mais pobres, com alvos seletivos.
O discurso da luta contra as drogas legitima a violência contra determinados setores sociais?
Claro, e em especial legitima a violência geograficamente instalada. A guerra contra as drogas gera uma espiral de violência que está em constante crescimento.
Qual é a relação particular destes discursos com o neoliberalismo? Em seu livro refere-se à “política penal como a grande política social do neoliberalismo”.
É um pouco a tese do sociólogo Loïc Wacquant, que retificou a compreensão que tínhamos do neoliberalismo como algo que destrói as redes coletivas de amparo... Retificou-a do seguinte modo: o neoliberalismo destrói essas redes de apoio, mas aumenta exponencialmente o tratamento penal dos problemas sociais. Nesse sentido, é incrível como se aumentou a população carcerária. No caso do Brasil, Fernando Henrique Cardoso foi o presidente neoliberal mais eficaz: chegou ao poder em 1994 e sob a sua presidência houve um aumento de 500% da população carcerária.
Mas, principalmente, o que o neoliberalismo consegue é produzir uma adesão subjetiva ao poder punitivo, uma fé muito grande em que a política penal pode resolver os problemas sociais. Se há um problema agrário, aumentam-se as penas para crimes relacionados ao modelo agrário. Se há um problema de saúde pública com as drogas, aumentam-se as penas para crimes relacionados com as drogas. Isto não somente aumenta a população carcerária, mas também a violência, porque o sistema penal produz violência.
Mas, ao mesmo tempo, mantém “em ordem” vastos setores populares. Estabelece vínculos simbióticos entre as favelas e as prisões. O neoliberalismo baseia-se em políticas sociais penais: dissolve o Estado de Bem-Estar Social e desenvolve um tratamento da pobreza a partir da política penal.
Que função cumprem os meios de comunicação hegemônicos na configuração dos discursos do medo?
Há uma educação inculcada pelos grandes meios, no longo prazo, que vai constituindo um flanco muito nítido de perigo. O sociólogo brasileiro Gilberto Vasconcelos fala de um “capitalismo vídeo-financeiro”. No Brasil, o monopólio midiático tem nome e é Globo, uma rede de televisão que estende por todo o país uma educação comunicacional, subjetiva, de linguagem, e, além disso, tem o jornal, com uma influência política muito grande.
Zaffaroni diz que para que haja genocídios é preciso que antes existam discursos legitimadores... As políticas criminosas no Brasil têm um grau de lealdade incrível. O esforço de demonizar, por exemplo, as redes de vendas no varejo de substâncias ilícitas, provocou uma naturalização incrível do extermínio e da existência de milícias civis. Essa construção de que o grande inimigo está localizado entre os jovens das favelas é uma espécie de pena de morte natural.
O discurso do medo do crime é um fenômeno continental, que produziu legislações, aumento de penas, aumento das populares carcerárias, da indústria da segurança... Com um gotejamento diário, foi se produzindo uma mentalidade segundo a qual os ricos se entrincheiram em fortalezas, em condomínios fechados, um modelo de segurança total montado contra o vizinho.

Outras Palavras


http://www.outraspalavras.net

Boletim de atualização - Nº 680 - 20/7/2016



David Graeber e a fase do capitalismo impotente
Sistema afastou-de da criatividade e invenção. Avarento, conta tostões. Para enfrentá-lo, faltam movimentos também capazes de ir além dos velhos programas. Entrevista a Arthur DeGrave (Outras Palavras)

Folha: fraude jornalística na “pesquisa” sobre o golpe
Jornal e Instituto Datafolha eliminaram, das alternativas para futuro político do país, opção por novas eleições -- exatamente aquela que a população prefere. Por Glenn Greenwald e Erick Dau, no The Intercept (Outras Mídias)

Assim age a casta política brasileira
Por que o Congresso Nacional é o segundo Legislativo mais caro do mundo, atrás apenas dos EUA? Como os privilégios perpetuam dinastias no poder? É possível sonhar com a frugalidade da Suécia, ou do Uruguai? Por Thales Schmidt, no Calle2 (Outras Mídias)

Entre golpe e nova política
É após agosto, se os golpistas vencerem, que começará o grande ataque. A resistência é frágil: os novos paradigmas, que ainda engatinham, só podem ser vistos por quem vasculha o tapete social pelo avesso. Por Roberto Malvezzi (“Gogó”) (Blog da Redação)

Hortas urbanas, muito mais que moda hipster
Estudo revela: cidades já produzem 1/5 do alimento que consumimos. Principais cultivadores são populações pobres ou migrantes. Classes médias aderiram e podem ajudar a tornar ambiente urbano menos hostil. Por Aruna Dutt, da IPS-Envolverde (Outras Mídias)

A queda dos Camargo
A viagem foi planejada, com método, em cada detalhe. A mãe citou, na preleção de férias, Bernardinho e o Papa Francisco. Mas em certo ponto, apareceu o Tio Pudim. Por Daniel Cariello, nas Cartas da Guanabara (Outras Palavras)
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Ingressos Inter x Caxias

Inter x Caxias: venda de ingressos promocionais começa nesta quinta
A venda de ingressos promocionais para Inter de Lages x Caxias começa nesta quinta-feira, na loja do clube (Serra Shopping). A loja fica aberta das 10h às 18h, sem fechar para o almoço.
Saiba como será a promoção e não perca as datas:
NÃO-SÓCIOS
1. Como será: todos pagam meia-entrada nos setores popular, descoberta e coberta. A promoção será realizada enquanto durarem os estoques.
2. Valores: R$ 10 (popular), R$ 15 (descoberta) e R$ 30 (coberta).
3. Vendas: APENAS para quem comprar COM ANTECEDÊNCIA na loja do clube (Serra Shopping). Máximo de CINCO ingressos por pessoa.
4. Prazo: de quinta-feira a sábado DESTA SEMANA (21 a 23/7), das 10h às 18h. No sábado, a loja fecha às 17h. O prazo NÃO SERÁ PRORROGADO.
SÓCIOS
1. Como será: sócios das COBERTAS poderão ver o jogo no setor das CADEIRAS. A carga será limitada aos primeiros 200 sócios que forem retirar seu ingresso.
2. Valores: sem custo. Basta que o sócio apresente sua carteirinha no momento da retirada do ingresso (a carteirinha ficará com a secretaria do clube e será devolvida na loja a partir do dia seguinte ao da partida).
3. Vendas: não haverá vendas. Basta estar com as mensalidades em dia. Máximo de um ingresso para cada sócio (por causa da limitação de espaço do setor).
4. Prazo: entre segunda e terça-feira da SEMANA QUE VEM (dias 25 e 26/7), das 10h às 18h, na loja do clube (Serra Shopping).

Zagueiro Cristian vai desfalcar o Inter no primeiro confronto contra o Caxias
O zagueiro Cristian vai desfalcar o Internacional de Lages na primeira partida contra o Caxias, neste domingo, pela segunda fase da Série D do Brasileiro. Cristian recebeu seu terceiro cartão amarelo na competição contra o Linense, no domingo, e cumprirá suspensão automática.
Júnior Maceió deve assumir a posição. O zagueiro substituiu Petterson, que estava contundido, e atuou durante os 90 minutos na vitória por 1 a 0 contra o Linense.
Caxias e Inter se enfrentam a partir de 15h no Estádio Centenário, em Caxias do Sul. A segunda partida será em Lages no dia 31, às 11h. As equipes brigam por uma vaga nas oitavas de final da Série D.

Meia Gabriel deixa o Inter
O meia Gabriel não faz mais parte do elenco do Internacional de Lages. O atleta recebeu uma proposta do Mirassol (SP) e pediu para ser liberado. O Inter atendeu a solicitação do atleta.
Gabriel, de 21 anos, chegou ao Colorado Lageano no início do ano. Ele atuou em 21 das 26 partidas disputadas pela equipe na temporada até o momento e marcou um gol. Na Série D, ele vinha ficando como opção do treinador Waguinho Dias no banco.
O Inter de Lages deseja sorte ao jogador no prosseguimento de sua carreira.

NOS ANEXOS:
- Tabela de preços dos ingressos promocionais para Inter x Caxias (Arte: Fom Conradi)
- O zagueiro Cristian em campo contra o Linense, no último domingo (Foto: Ágil Imagens)
- O meia Gabriel em ação pelo Inter na Série D (Foto: Fabio Riscarolli)
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Inter de Lages
Imprensa

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Ministro da Saúde Garante Filantropia do Hospital de Vacaria RS

Ministro da Saúde garante alteração em portaria para permanência da filantropia do Hospital de Vacaria
 
A comitiva de Vacaria que esteve em Brasília para resolver impasses do Hospital Nossa Senhora de Oliveira, recebeu boas notícias durante reunião com o ministro da saúde, Ricardo Barros, agendada pelo deputado federal Afonso Hamm. O ministro garantiu que vai alterar a portaria 834/2016 para beneficiar hospitais que necessitam da permanência da filantropia.
 
A decisão ocorreu após a manifestação sobre a dificuldade que o hospital de Vacaria enfrenta, a exemplo de muitas outras instituições hospitalares no país. Em vista disso, o ministro irá flexibilizar, por meio de portaria, a liberação da Certificação das Entidades Beneficentes de Assistência Social na Área de Saúde (CEBAS-SAÚDE).
 
A diretora do hospital, Adelide Canci, agradece o empenho do deputado em organizar este encontro e levar a situação do hospital ao ministro. “Saímos desse encontro sensibilizados porque a demanda terá solução e conseguiremos manter a filantropia do hospital com as mudanças na portaria. Além disso, esse pleito contribuirá para que muitos outros hospitais sejam contemplados”, ressalta Hamm.
 
O hospital é o Centro de referência dos Campos de Cima da Serra. A instituição tem um atendimento de 90 a 110 pacientes dia. E tem 165 leitos ativos, com corpo clínico de 105 médicos e 367 funcionários. Os atendimentos, em algumas especialidades, são de 80% pelo Sistema Único de Saúde.
Na opinião de Hamm, que tem contribuído com o hospital de Vacaria por meio de emendas para equipar o Hospital, é gratificante encaminhar as demandas deste hospital, já que se trata de uma situação de necessidade de toda população. “A burocracia tem que ser vencida e hoje tem uma portaria e o ministro imediatamente se comprometeu em alterá-la para facilitar os hospitais que trocaram as mantenedoras e estão em pleno funcionamento”, salienta.
 
Com a nova portaria, conforme o deputado, a economia será de R$ 200 mil reais por mês o que representará em salvar mais vida e toda população da região.
 
Também estavam presentes na reunião, a vereadora de Vacaria, Jane Andreola, que solicitou a audiência e o administrador Edson Isolan.
 
 
 
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Jornalistas responsáveis – Márcia Godinho Marinho – MTB 10.868 – (61) 3215-5604 / Gilkiane Cargnelutti MTB 15.929 - (51) 3392-4609
Caso não queira mais receber mensagens, solicite através do e-mail imprensamarciamarinho@gmail.com
 

Tu Vai Ainda Votar Num Tarado?

Meu amigo (a)
Tu vai votar ainda num pré-candidato a Prefeito Tarado?
Que colocar a amante num cargo de confiança?
Que transa com as mulheres casadas e destrói noivados e casamentos?
Infelizmente se fazer isso será ó próximo corno de nossa cidade
Vai apoiar um pré-candidato que larga a esposa por causa de uma bunda?
Você vai votar no Calígula a nossa cidade vai virar uma zona.
Me desculpe aos meus leitores (as) não podemos nos calar a essa barbaridade.

Dia do Amigo