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sexta-feira, 3 de junho de 2016

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Inter recebido com festa em Yokohama

Por Alexandre Corrêa
Enviado Especial/Japão

O Internacional foi recepcionado pro cerca de 50 fãs japoneses na chegada a Yokohama nesta quinta-feira. O time já está na cidade para a grande final da Copa do Mundo de Clubes da Fifa que será disputada no domingo, no ultramoderno Estádio Internacional de Yokohama palco da final da Copa do Mundo de 2002.

Como se fossem astros de rock, os jogadores do Inter foram recebidos por torcedores japoneses nesta quinta-feira em Yokohama, local da partida final do Mundial de Clubes da Fifa, no próximo domingo. A delegação deixou Tóquio no começo da tarde (começo da madrugada do Brasil) e levou cerca de uma hora para chegar a Yokohama. Logo na chegada ao hotel puderam presenciar que a fama entre os japoneses aumentou bastante depois da classificação. Cerca de 50 torcedores nipônicos, a maioria formada por adolescentes, recebeu o time com palmas e pedidos de autógrafos e fotos. Foi preciso que a segurança do hotel agisse em alguns momentos para fazer com que os jogadores conseguissem chegar até seus quartos, tamanho o assédio dos torcedores. O técnico Abel Braga recebeu flores dos japoneses.

Solícitos, os atletas atenderam cada pedido e pararam para falar com os torcedores. Alguns orientais portavam fotos e álbuns com fotos do Inter. Outros tinham até camisetas do clube. Os mais procurados foram Fernandão e Alexandre Pato, que atendiam calmamente os fãs. Rubens Cardoso, que entrou no lugar de Hidalgo no segundo tempo da partida de ontem, aproveitou pra distribuir autógrafos em cartões com sua foto. Os japoneses tentavam chamar a atenção dos atletas com seu particular sotaque. Assim eram gritos de “Fernandón” e “Alejandre” para tudo quanto era lado.

Antes da recepção festiva, o time teve uma viagem tranqüila até Yokohama, onde está agora no Hotel Sheraton Bay. A delegação partiu de Tóquio por volta das 13h com um clima de muita alegria e tranqüilidade. Durante o trajeto, o som mais ouvido dentro do ônibus foi o pagode e o samba puxados pelas vozes de Perdigão, Clemer, Ediglê e Iarley, sob o ritmo do pandeiro de Luiz Adriano, autor do gol da vitória sobre o Al-Ahly.

Alguns jogadores procuravam passar o tempo escutando músicas em aparelhos de MP3, boa pare deles adquiridos no Japão. Alex e Elder Granja, por exemplo, dividiam um fone de ouvidos escutando Ivete Sangalo. Enquanto isso, Alexandre Pato via com curiosidade a sua foto em jornais japoneses. Já Edinho e Fabiano Eller lembravam de um lance do jogo de ontem.“Cara, eu pensei que tu ía cabecear a bola, mas quando tu matou no peito, me surpreendi”, falou Edinho para Eller.

No trajeto, o colombiano Vargas contava para seus companheiros que viu na Internet que o seu ex-clube, o Boca Juniors, havia perdido o campeonato argentino para o Estudiantes na noite anterior. Edinho, Fabinho, Alex e Fabiano Eller trocavam informações sobre as transações no mercado de jogadores e técnicos do futebol brasileiro, obtidas nas navegadas também na rede de computadores. De repente, Edinho perguntou: “Hoje é quarta?”, fazendo uma pequena confusão com as datas. Normal para quem ainda enfrenta um fuso horário de 11 horas em relação ao Brasil.

 Depois da chegada ao hotel, alguns jogadores foram descansar em seus quartos, enquanto um grupo de atletas e integrantes da comissão técnica foi passear nos arredores do hotel, em Yokohama. Depois disso, o time foi para o treino.

Hidalgo

O peruano Hidalgo é dúvida para a partida de domingo. O lateral-esquerdo sentiu dores que o tiraram do confronto contra o Al-Ahly, durante o segundo tempo. Ontem, o jogador afirmou que está melhor, mas não garantiu presença na final. “Estou muito melhor, mas não sei se poderei atuar. Na final, todos têm que estar 100%. O importante é que a equipe esteja bem”, afirmou Hidalgo. Se o peruano não puder atuar, Rubens Cardoso deve ser o substituto.


      

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